sábado, abril 11, 2026
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Kuttner do Brasil amplia linha de produtos e aumenta presença no mercado brasileiro de fundição

Tradicional fabricante alemã de equipamentos para fundição, a Kuttner do Brasil, sediada em Contagem – MG, apresenta a KNBS – Kuttner no-bake solutions, resultado da aquisição da antiga IMF do Brasil, em 2017. A KNBS continua em sua sede em Piracicaba, SP, com a mesma equipe da IMF Brasil, focando no fornecimento de equipamentos e soluções completas para fundições que produzem moldes e machos pelo processo cura-frio.

Dessa forma, além da sua tecnologia consagrada em equipamentos para o processo de moldagem em areia verde, preparação de carga e carregamento de fornos e sistemas de despoeiramento, a Kuttner do Brasil expande sua atuação para fundições com processo no-bake oferecendo as melhores soluções em tecnologia e qualidade.

Esses fatores fizeram com que a Kuttner do Brasil, fosse a empresa escolhida pela WEG para o fornecimento dos principais sistemas da sua nova fundição no México abrangendo:

  • Sistema de recuperação e preparação de areia verde. • Sistema de preparação de carga e carregamento dos fornos. • Sistema de transporte de metal líquido.
  • Todos os sistemas de despoeiramento da fundição. • Linha completa de moldagem e limpeza por jateamento de granalha das carcaças grandes moldadas pelo processo areia-resina.

Acesse: www.kuttner.com.br

Liasa divulga sua marca e a produção de Silício Metálico

Fundada em 1966, no município de Pirapora, no estado de Minas Gerais, a LIASA foi a primeira empresa a possuir uma Unidade Fabril capaz de produzir silício metálico na América Latina, consolidando-se nesta grande região, no decorrer dos anos, como líder de produção.

Desde então, a LIASA alia sua experiência produtiva ao compromisso de qualidade perante seus clientes, atendendo com excelência o mercado silício metálico com grau de pureza superior a 99,6%.

O Silício Metálico é utilizado na fabricação de mais de 10.000 produtos, dos quais boa parte estão presentes no dia-a-dia das pessoas e na produção industrial, como, por exemplo, ligas de alumínio, silicones, painéis solares, semicondutores e refratários. E para que seu produto chegue a todos, a LIASA possui logística adequada a atender os mais diversos mercados, sendo que atualmente atende, principalmente, Europa, Ásia, América do Norte e Oriente Médio.

Os investimentos tecnológicos da empresa estão alinhados ao desenvolvimento sustentável. Prova disto é que a LIASA foi a primeira empresa do mundo a desenvolver tecnologia capaz de utilizar o carvão vegetal, de florestas plantadas de eucalipto, como redutor para sua produção.

A LIASA possui a certificação ISO 9001, principal chancela de qualidade exigida pelo mercado nacional e internacional e é re-certificada anualmente, o que demonstra seu compromisso com a melhoria contínua na qualidade de seu produto.

A Liasa trabalha com compromisso de responsabilidade social e ambiental. A empresa mantém todas suas obrigações ambientais em dia, através de sistemas de controle e monitoramento ambiental de efluentes líquidos, atmosféricos e resíduos sólidos. Com relação ao desenvolvimento da comunidade, a empresa incentiva a educação e a cultura, através de projetos sociais locais.

Acesse: www.liasa.com.br

METALURGIA 2018 reúne Tecnologias em máquinas, produtos e serviços para fundição

Metalurgia reúne tecnologias em máquinas, produtos e serviços para fundição.

Feira e Congresso acontecem em Joinville/SC, de 18 a 21 de setembro.

Em setembro, Joinville concentra as tecnologias de ponta em máquinas, equipamentos, matéria-prima e serviços para a fundição na 11ª Metalurgia – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia para Fundição, Siderurgia, Forjaria, Alumínio e Serviços. O evento acontece de 18 a 21 de setembro, em Joinville/SC, em um cenário favorável para essa indústria, considerando que o estado de Santa Catarina ocupa a segunda posição no Brasil na produção de ferro fundido e concentra ampla cadeia de fornecedores do setor.

Bienal, a feira é a principal do Brasil realizada nos anos pares e reúne eventos simultâneos como a Plenária da Abifa, o CINTEC Fundição – Feira e Congresso de Inovação Tecnológica e o Espaço dos Especialistas da Engenharia, realizado em parceria com o Portal Aquecimento Industrial. Praticamente todas as grandes empresas do setor no país expõe na Metalurgia, que tradicionalmente recebe visitantes qualificados do Brasil e outros países interessados em negócios e parceiras.

O Brasil ocupa a 7ª posição no ranking internacional de produção de fundidos, a frente de países como Coréia, Itália e França. Mais da metade da produção nacional de fundidos destina-se a indústria automotiva, abastecendo fabricantes de componentes automotores, autopeças e as próprias montadoras de automóveis, caminhões, ônibus e tratores. A Metalurgia é uma realização da ABIFA – Associação Brasileira da Fundição com a organização da Messe Brasil.

Entre osO expositores confirmados destacam-se fornecedores de matérias-primas, sistemas de medição e transporte de materiais, máquinas, equipamentos e serviços, voltados para a automatização de processos e preparo das plantas para a indústria 4.0. “A feira cumpre o seu papel de ferramenta de relacionamento e negócios, consolidando-se como o investimento em marketing B2B mais completo, por possibilitar o contato presencial entre fornecedor e cliente”, destaca Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil.

Congresso de fundição está direcionado aos desafios da indústria 4.0

Um dos temas mais comentados atualmente no meio industrial, em todo o mundo, está no debate central do CINTEC 2018 Fundição. A conferência de abertura “Os desafios da fundição 4.0”, dia 18 de setembro, às 19h, será conduzida pelo consultor Luis Carlos Guedes. O evento é organizado pela Unisociesc e acontece simultâneo a feira.

As palestras técnicas estão divididas por macrotemas e começam com “Novas Tecnologias e Inovação Industrial”, dia 18. Às 16h, Cristiano José Piletti, da ArcelorMittal Vega, apresenta “Indústria 4.0 aplicada à gestão de ativos – Estudo de caso ArcelorMittal Vega”. Às 16h40, Claudio Fernandes de Castro, da Schaeffler Brasil, destaca “Novas Tecnologias no Processo Industrial e a Industria 4.0 – Cases”. Às 17h20, Fernando Mauri, da Inductotherm Group Brasil, aborda “Novas tecnologias no processo de fusão por indução para fundição e a Indústria 4.0”.

O segundo dia (19/09) é voltado para “Eficiência Industrial”. Às 16h, Marcelo Francisco Pinto, da PPI Multitask, aborda “Fazendo acontecer a Indústria 4.0 no Brasil”. Às 16h45, Vicente Marcello Massaroti, da Vtech, apresenta “Novas tecnologias na metrologia óptica aplicadas na produção de peças fundidas, uma visão mundial”. Às 17h30, Luiz Roberto Galhardo Egreja, da 3S Dassault Systems, fala sobre “O renascimento industrial – Desafios e oportunidades no mercado da fundição”. A programação encerra com Marco Aurélio Wobeto Meller, da WEG, destacando “A viabilidade do uso de energia eólica em plantas industriais”.

O último dia do congresso (20/09) é voltado para “Manufatura Avançada”. Às 16h, Ana Carolina Franco, da Elipse Software, apresenta “Novas tecnologias em sistemas supervisionados aplicados a indústria 4.0”. Às 16h45, Camilo Bento Carletti, da Cartepillar, fala dos “Desafios da inserção do conceito de indústria 4.0 no setor de fundição”. Às 17h30, José Retorta Garcia, da ABB, demonstra “Robots Colaborativos e Sistemas de Inspeção”. E a programação encerra às 18h15, com Adrian Lucas Los, da WEG, abordando “Metodologias para redução de perdas em fornos elétricos à indução”.

A programação é complementada ainda por Minicursos. Nos dias 18 e 19, das 8h às 12h, as opções são “Inovações em gestão de sistemas de areia verde no processo de fundição”, com Marcelo Medeiros, Adriano Koerich e Edervaldo Silva, da Calriant, e “Inovações tecnológicas em ferramentas de corte para usinagem de ferros fundidos”, com Aldeci Vieira Santos, da Sandvik. Nos dias 21 e 21, a programação contempla “Aglomerantes químicos de fundição”, com Roberto Lopes Castro, da Foseco, e “Manutenção de fornos a indução e operação em fornos a indução”, com Ademir de Figueiredo, da Inductotherm Group do Brasil.

Arcelormittal apresenta espaço multiuso na Casa Cor Minas

A ArcelorMittal participa de mais uma edição da Casa Cor Minas, em Belo Horizonte. Na edição 2018, a companhia vai apresentar o Pavilhão Nuvem, espaço multiuso que adota diversas soluções inovadoras e versáteis em aços longos e planos da empresa. O ambiente foi criado pela equipe dos Arquitetos Associados, estúdio de arquitetura e urbanismo de Belo Horizonte.

Telas soldadas da ArcelorMittal foram empregadas  na construção do espaço, concebido dentro das premissas da Economia Circular, com foco no reuso.  “A ideia é transferir a estrutura para uma de nossas unidades de negócio, ao final da mostra, onde será utilizada para outros fins, ampliando seu ciclo de vida”, explica o Diretor de Vendas Corporativas Aços Longos Brasil, Homero Storino.

A construção em módulos permite várias possibilidades de arranjos, revelando o potencial do sistema para a criação de espaços de lazer, descompressão, avarandados e multiusos. A possibilidade de dispensar envoltórias pesadas e demarcações estritas entre o interior e o exterior favorece a integração com o entorno, com transparência e permeabilidade.

Para a montagem na Casa Cor Minas no casarão da Rua Sapucaí  foram incluídas cortinas em linho, que conferem mais intimidade ao espaço interno e, quando abertas, propiciam a integração com as áreas livres. Nos momentos em que o pavilhão se abre e se oferece à apropriação do público, ganchos de vergalhão podem receber redes de descanso, transformando-se em um espaço lúdico e proporcionando um intervalo na intensa experiência de visitação do evento.

Trata-se do 20º ano de parceria entre a ArcelorMittal e a Casa Cor Minas. “É o evento que mais se destaca no setor imobiliário de Belo Horizonte, referência para arquitetos, projetistas e donos de construtoras. Será uma oportunidade para estreitar o relacionamento com esse segmento”, completa Homero Storino.

Acesse: www.arcelormittal.com

JUNG comemora 38 anos de existência com atuação sólida no mercado de Processos Térmicos

Tecnologia, investimento no capital humano e preocupação com o meio ambiente formam a base da história da empresa blumenauense.

Junho é um mês especial para a JUNG, que completa 38 anos de existência. Durante estas quase quatro décadas a empresa sempre esteve atenta em oferecer o que há de mais moderno em tecnologia para processos térmicos.

Sua história nasceu com o desenvolvimento de fornos para a queima de porcelana artística, tornando-se referência nacional no assunto. Não demorou muito para que seu portfólio de produtos fosse ampliado. Atualmente, já conta com mais de 100 modelos voltados principalmente para a linha industrial, de fundição, tratamento térmico e artística. Com isso, at ende clientes de pequeno a grande porte e multinacionais.

Ao mesmo tempo em que busca a melhor tecnologia para seus equipamentos, a JUNG investe no capital humano, pois acredita que seus colaboradores são a base de sua longa história.

“Somos feitos de pessoas e são elas as responsáveis por desenvolver produtos que contribuem com o crescimento de outras empresas. É um momento de agradecimento e determinação, para que continuemos a comemorar e superar os desafios que surgem ao longo do caminho”, avalia Diogo Gustavo Jung, diretor da empresa.

Preocupação com as futuras gerações

Oferecer soluções mais eficientes para a sustentabilidade humana e do planeta. É nisso que a JUNG acredita. Por esse motivo fabrica equipamentos com tecnologia, inovação, automatização e eficiência energética que possam causar impacto positivo na sociedade tanto no presente quanto para o futuro.

Desta maneira, entende que sua responsabilidade está em buscar ser um empreendimento humanizado, que respeita o meio ambiente e propicie um mundo melhor para nós mesmos, nossos filhos e netos.

Acesse: www.jung.com.br

Programa cidadãos do amanhã beneficiou mais de 9 mil crianças e adolescentes em 29 municípios

O programa Cidadãos do Amanhã, da ArcelorMittal, destinou aproximadamente R$ 1,5 milhão para 38 instituições de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo no ano passado. A iniciativa beneficiou mais de 9 mil crianças e adolescentes de 29 municípios.

A ação mobilizou cerca de 5 mil empregados, familiares, comunidade, clientes, fornecedores e empresas do Grupo ArcelorMittal a destinarem parte do Imposto de Renda devido aos Fundos Municipais da Infância e Adolescência (FIA) e a projetos aprovados na lei de incentivo ao esporte.O Cidadãos do Amanhã promoveu um repasse de R$ 1,1 milhão aos Fundos Municipais da Infância e Adolescência (FIA) e R$ 424 mil ao Fundo do Esporte. Desde 1999, já foram arrecadados mais de R$ 24 milhões de reais, beneficiando milhares de jovens em todo o Brasil.

Itubombas atua em unidade da InterCement no extremo sul do país

Motobomba ITU-86C17 operou no esgotamento de cava da mina Iraí, em Candiota (RS), município que faz divisa com o Uruguai

Desde 2016, a InterCement, empresa brasileira de capital privado que possui um dos maiores complexos cimenteiros do mundo, tem utilizado as soluções de bombeamento da Itubombas em operações de esgotamento de cava da mina Iraí, em Candiota (RS). Após um período de locação, a companhia optou por adquirir um modelo ITU-86C17 para operar permanentemente no bombeamento de água de chuva que parava no local.

Com vazão de 600 m3/h com 120 mca (12bar), o equipamento auxilia a InterCement no desafio de abrir dois novos bancos no fundo da cava, mantendo eles drenados para as etapas de perfuração de rocha, detonação com explosivos, carregamento e transporte de calcário. “Precisamos ter o material o mais seco possível, para não impactar a cadeia de beneficiamento do calcário, o que inclui os processos de britagem, rebritagem, transporte por correia e moagem”, explica o Coordenador de Mineração da InterCement, Lucio da Silva.

Segundo o especialista, a motobomba vem cumprindo o seu papel com excelência. “Os equipamentos da Itubombas são robustos e ideias para serem usados em em condições severas, como as encontradas na mineração”, diz. Silva reforça que a ITU-86C17 tem trabalhado de acordo com o aporte de água na mina, estimando uma produtividade média de 400 m3/h.

Acesse: www.itubombas.com.br

João Marchesan assume presidência da Abimaq/Sindimaq com o compromisso de fortalecer a indústria brasileira

Diretorias das entidades tomam posse para o quadriênio 2018/2022 em cerimônia com a presença de autoridades e entidades de classe “A reindustrialização será nosso compromisso para os próximos quatro anos”. Assim João Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) e do Sindicato Nacional da Indústria de Máquinas (SINDIMAQ), abriu seu discurso durante cerimônia de posse das diretorias das entidades para o quadriênio 2018/2022, no dia 09 de agosto, na sede da associação, em São Paulo.

Marchesan expôs a preocupação de todos os empresários industriais com o fenômeno de desindustrialização que ocorre no Brasil. “Estamos exportando empregos, divisas e renda. Vamos trabalhar para que este governo ou o próximo consiga aprovar as reformas e promover os ajustes necessários na economia, porque o País ainda carece de mais investimentos. Precisamos aumentar a taxa de investimento”.

O presidente da ABIMAQ/SINDIMAQ enfatizou que a reindustrialização do Brasil demanda a mudança do regime macroeconômico e a correção dos fatores estruturais desfavoráveis. “Isto requer contas públicas equilibradas, inflação baixa, câmbio competitivo, disponibilidade de crédito para investimento e produção a juros compatíveis. Também são necessárias as reformas econômicas e institucionais profundas, nos planos da política monetária, cambial, fiscal, previdenciária e tributária. Além da restauração da capacidade de planejamento, financiamento e a indução do Estado para, junto com o setor privado, recuperar de forma sustentável e duradoura o desenvolvimento da economia brasileira”.

Estiverem presentes na cerimônia as seguintes autoridades: José Ricardo Roriz Coelho, presidente da FIESP, João Carlos de Sousa Meirelles, secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, Diogo Henrique de Oliveira, presidente do BNDES, Vanderlei Macris, deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) e Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República.

A ArcelorMittal Brasil anuncia que está retomando o projeto de expansão da ArcelorMittal Vega

Localizada em São Francisco do Sul (SC), para a implantação de uma nova linha de recozimento contínuo e a terceira linha de galvanização para produção de produtos laminados a frio e galvanizados (com opção de adicionar uma linha de Pré-Pintura para cerca de 100 mil toneladas/ano). Esse investimento aumentará a capacidade de Vega em 700 mil toneladas/ano, fortalecendo a posição da ArcelorMittal Brasil nos setores automotivo, da construção civil e linha branca, por meio de produtos em aço de alta resistência e qualidade, alinhados com a expectativa do mercado. O empreendimento chega para sustentar a estratégia de crescimento da ArcelorMittal no Brasil e na América Latina. O investimento estimado é de US$ 330 milhões e o início da produção adicional está previsto para 2021.

Acesse: www.arcelormittal.com

Thyssenkrupp traz para o Brasil tecnologia exclusiva para produção de sulfato de amônio fertilizante, a partir de subprodutos das indústrias química e siderúrgica

  • Hoje mais de 85% do sulfato de amônio comercializado no país é importado;
  • Insumo é importante fonte de nitrogênio e enxofre para a agricultura em geral, especialmente para culturas de milho e frutas;
  • Demanda mundial pelo sulfato de amônio deve crescer 15% até 2025, alcançando 26 milhões de toneladas ao ano.

Apesar de ser um insumo agrícola que pode ser produzido a baixo custo, já que é um subproduto dos processos das indústrias química e siderúrgica, o sulfato de amônio ainda tem produção bastante limitada no Brasil. Atualmente mais de 85% desse composto fertilizante comercializado no país é de origem importada, muito em função da produção nacional ser na forma de cristais de sulfato de amônio. Para uso como fertilizantes a apresentação mais adequada é na forma granular, com maior retenção no solo e aproveitamento pelas plantas.

A partir de sua vasta experiência em tecnologia de processos para a produção de fertilizantes, a Thyssenkrupp desenvolveu, ao longo dos últimos cinco anos, um novo e exclusivo processo de granulação, voltado para aproveitamento do sulfato de amônio disponível nas indústrias químicas e siderúrgicas. Essa tecnologia, que viabiliza um produto final de maior valor agregado a partir de matéria-prima de baixo custo, já está consolidada em escala industrial (100 toneladas por dia) na Alemanha, com produto final atingindo especificações Premium para uso como fertilizante.

“Normalmente o sulfato de amônio é encontrado na forma de cristais, já que até o momento, não havia rota tecnológica para produzir o produto na forma granular a partir dos subprodutos típicos das indústrias químicas e siderúrgica. Contudo, para aplicação na agricultura, o produto na forma granular é mais eficaz, possuindo inclusive valor de mercado bem mais elevado do que na forma cristalina”, explica o engenheiro químico Luiz Antonio Mello, gerente de desenvolvimento de negócios da Thyssenkrupp Industrial Solutions para o Brasil.

Utilizado na agricultura como fertilizante para reposição de nitrogênio e enxofre em solos cultivados, o sulfato de amônio granular proporciona menores perdas de nitrogênio por dissolução e volatilização. Além disso, pode ser utilizado em qualquer época do ano – o que permite aos produtores escalonar os recursos de aplicação, sendo este um fator decisivo para seu uso em determinados cultivos, como os de milho e frutas.

O gerente da Thyssenkrupp acrescenta que, nos setores químico e de siderurgia, a maioria das empresas tem potencial para produzir o insumo, mas, até o momento, as tecnologias disponíveis limitavam-se à produção do sulfato na forma de cristais, que tem baixo valor de mercado. “Essa nova tecnologia que desenvolvemos viabiliza o investimento na produção do composto na forma granular, o que possibilita não só reduzir a dependência do mercado em relação ao produto importado, como também pode contribuir com a diversificação do portfólio das plantas químicas e siderúrgicas, agregando valor a um típico subproduto do processo, com valor de mercado até 80% maior se comparado aos cristais”, completa Mello.