sábado, abril 11, 2026
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USIMINAS – Mineração adota Nova Tecnologia

Empresa está solicitando licença para implantar sistema de filtragem com empilhamento, antecipando uma tendência que deve prevalecer na indústria da mineração

A Mineração Usiminas (Musa) protocolou na Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Supram) o pedido de licenciamento ambiental para a implantação de um novo Sistema de Disposição de Rejeitos em sua unidade localizada em Itatiaiuçu (MG). O projeto de Disposição de Rejeitos Filtrados deve consumir um investimento da ordem de R$ 140 milhões e tem como objetivo aprimorar técnica e ambientalmente a destinação dos rejeitos do processo produtivo do minério de ferro. Uma vez licenciado, será um dos primeiros grandes empreendimentos do gênero no país a utilizar a tecnologia.

Embora com custos de implantação e de operação superiores aos das barragens de rejeitos convencionais, a Musa, segundo o diretor Wilfred Theodoor Bruijn, optou pelo novo método. “Estamos nos antecipando ao que acreditamos ser uma tendência para o futuro da indústria da mineração. A filtragem de rejeitos vem sendo usada com sucesso em operações localizadas em regiões com acesso restrito à água e, agora, conseguimos adaptar com sucesso a técnica à nossa realidade, trazendo ganhos ambientais e mantendo o elevado padrão de segurança que já marca nossa operação”. Wilfred lembra ainda o ambiente mais restritivo no processo de licenciamento das barragens tradicionais. “Por tudo isso, avaliamos que investir na nova tecnologia seria mais vantajoso e em linha com os anseios da sociedade”, afirma o diretor.

O processo de empilhamento do rejeito filtrado também demanda menor área para disposição, permite ainda mais segurança no processo e possibilita ações imediatas de controle de impactos. À medida que vai sendo formada, a pilha vai simultaneamente sendo revegetada para fins ambientais e geotécnicos. A nova metodologia apresenta ainda maior vida útil da estrutura, eleva os níveis de recuperação de água, bem como oferece maior controle e estabilidade das estruturas de disposição.

A estimativa é que sejam gerados cerca de 300 postos de trabalho durante as obras e outras 50 vagas em caráter permanente. Uma vez obtida a licença ambiental, a expectativa é iniciar de imediato as obras de implantação do projeto. O prazo para conclusão das obras está estimado em 12 meses.

A Mineração Usiminas espera que o processo de licenciamento seja concluído até o próximo mês de dezembro, conforme acertado em reuniões mantidas entre a empresa e o órgão ambiental.

Sobre a decisão da Musa de investir no novo sistema, o secretário Germano Vieira, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), afirma: “Temos trabalhado firmemente no fomento de novas tecnologias para disposição de rejeitos, bem como em alternativas para construção de barragens. O governo de Minas, seguindo diretrizes legais, busca a convergência entre o desenvolvimento econômico e a preservação da qualidade ambiental e enaltece todos os projetos que cumprem essa premissa, tendo em vista que o maior beneficiário de todo esse processo é o cidadão mineiro”.

Como funciona:

O Sistema de Disposição de Rejeitos da Musa, em processo de licenciamento ambiental, visa aprimorar a destinação dos rejeitos das operações. Os materiais serão enviados para uma Planta de Filtragem, composta basicamente por processo de espessamento e a filtragem propriamente dita. A água originada no processo será recirculada, retornando para a Flotação como água de processo, enquanto a torta de rejeitos filtrados será transferida por meio de uma correia transportadora que formará a pilha intermediária. Desta pilha, os rejeitos filtrados serão transportados por caminhões para a área do empilhamento a seco, onde tratores e rolos serão utilizados para espalhar e compactar o material.

A expectativa da MUSA com o novo sistema é elevar o nível de recirculação de água no processo produtivo, uma vez que não haverá perdas do insumo por infiltração e evaporação, o que é normalmente observado no sistema de disposição de rejeitos em barragem convencional.

Adicionalmente, parte da água que fica retida junto com o rejeito no reservatório da barragem, passará a recircular diretamente para a planta, uma vez que o sistema de filtragem aumentará a concentração de sólidos no rejeito final, dos atuais 45% para aproximadamente 88%.

Porto DA USIMINAS em Cubatão inicia movimentação de cargas da Petrocoque

Contrato é o primeiro formalizado dentro da estratégia de ampliar o uso da infraestrutura local e ampliar o potencial econômico na cidade.

A Usiminas e a Petrocoque fecharam um contrato para o embarque do coque calcinado de petróleo pelo porto privado da siderúrgica, localizado em Cubatão/SP. Os primeiros navios já foram carregados e a expectativa é que, a cada mês, sejam movimentados entre um a dois navios por meio do terminal, totalizando cerca de 30 mil toneladas mensais. O produto exportado pela Petrocoque é utilizado como matéria prima nas principais indústrias produtoras do alumínio primário.

O contrato é o primeiro formalizado pela Usiminas no âmbito do plano da companhia de ampliar o uso da infraestrutura para cargas de terceiros. “Contamos com um porto bem equipado e que tem plenas condições de ampliar suas atividades portuárias. Ao abrir a possiblidade de movimentar cargas gerais, conseguimos aumentar a geração de receita para a unidade, diluímos os custos portuários e ainda possibilitamos uma opção logística eficiente e com custo reduzido para as empresas próximas à Usina”, avalia Leonardo Zenóbio, diretor executivo de Logística da Usiminas.

A parceria com a Petrocoque exemplifica bem o potencial de negócios do terminal portuário e os ganhos logísticos e ambientais. “Anteriormente, os embarques vinham sendo feitos pelo porto de Imbituba, em Santa Catarina. Temos um benefício relevante com a redução da distância percorrida pelos veículos de carga, de 740 quilômetros para apenas nove quilômetros. São menores os riscos inerentes ao transporte rodoviário, além de reduzirmos fortemente a quantidade de emissões (CO, HC, NOx) de veículos diesel na atmosfera”, diz Luis Guilherme Stella Lima, diretor comercial da Petrocoque.

Novos negócios

Com a mudança no modelo de negócios da Usina de Cubatão em 2016 – a unidade passou a comprar placas de terceiros para laminação – permitindo que novos negócios no terminal portuário fossem explorados. A Usiminas, então, realizou um estudo da potencialidade da estrutura e buscou outras empresas da região para apresentar uma proposta de uso do porto para escoamento de produção e/ou recebimento de matérias-primas.

O contrato com a Petrocoque foi o primeiro firmado dentro do projeto, mas a expectativa é que novas parcerias sejam fechadas nos próximos meses. “Nosso desejo é atingir toda a capacidade de movimentação do terminal, o que traria um impacto positivo para a Baixada Santista com mais empregos gerados na região, mais arrecadação de impostos para Cubatão e uma maior dinamização econômica tanto no Polo Industrial quanto nas regiões vizinhas, sem a necessidade de novas obras ou investimentos vultosos”, afirma Zenóbio.

A iniciativa também fortalece o condomínio industrial regional, uma iniciativa do Centro de Integração e Desenvolvimento (Cide) com apoio da Prefeitura de Cubatão para atrair novas empresas e fortalecer o Polo Industrial de Cubatão. A região, que já oferece condições diferenciadas para a instalação de indústrias, soma mais uma condição de atratividade com a nova opção logística.

Soluções Usiminas e consultoria britânica The Bakery se unem em projeto de transformação digital

A maior empresa de transformação de aço do Brasil busca junto a startups soluções para desafios do negócio

Escolhida em uma ação do governo mineiro para ter consultoria especial, a Soluções Usiminas (SU) vai receber know-how diferente para superar o desafio de reduzir seu capital de giro. A empresa será apoiada pela consultoria e aceleradora de negócios britânica, The Bakery London, em um programa de inovação aberta, voltado para startups de todo o mundo. O objetivo é aplicar o modelo de atuação e inovação das startups para identificar oportunidades de melhorias nos processos da empresa, que trabalha com os aços fabricados pela Usiminas, agregando valor por meio da transformação industrial e gerenciando a complexidade da cadeia metalmecânica do Brasil.

A proposta da SU é avançar no sentido da prestação de serviços completos, se posicionamento como uma plataforma de desenvolvimento para cerca de cinco mil empresas da cadeia metalmecânica brasileira. “Queremos equilibrar nosso modelo tradicional de negócios com novas iniciativas, que permitam alavancar nosso crescimento, das empresas Usiminas e do setor”, explica Hector Aguilera, diretor Comercial da empresa.  Em contrapartida ao trabalho da aceleradora, a SU assumirá os investimentos necessários para a execução do protótipo sugerido por startups para encaminhar  os temas propostos, como, por exemplo, capital de giro.

O projeto, segundo o diretor da SU, já está bem encaminhado. Representantes da Bakery têm conversado com executivos da empresa com o intuito de entender as necessidades e identificar as startups corretas para o desenvolvimento das estratégias que solucionarão o desafio. “Essa iniciativa é um passo importante para fortalecer a frente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação de todas as empresas Usiminas. A conexão com startups possibilita o contato com novos tipos de negócios, ainda mais flexíveis e dinâmicos, envolvendo a resolução de desafios importantes para a companhia e propagando também a cultura da inovação”, reforça Aguilera.

A troca intensa entre diferentes empresas também é apontada como um fato positivo pelo cofundador da Bakery, Andrew Humphires. “De nossa própria experiência, sabemos que esse esforço trará ótimos resultados para a Soluções Usiminas bem como ajudará a engrandecer o ecossistema de inovação no Brasil. Assim como outras grandes empresas, a Soluções Usiminas tem muitas oportunidades para inovar e sempre ficamos muito contentes quando membros sêniores de grandes corporações como a Usiminas estão tão engajados com nosso processo e comprometidos a resolverem seus desafios, utilizando startups locais e de todo o mundo, fomentando a inovação”, avalia.

Hub Minas Digital

O projeto de parceria entre a Soluções Usiminas e a britânica The Bakery é resultado de uma iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, o Hub Minas Digital. O programa busca promover mudanças na cultura de negócios e estimular a criação e o crescimento de startups no estado. Desde 2015, o número de empresas desse modelo saltou 320% em Minas Gerais e o estado tem voltado sua atenção à integração entre as novas tecnologias e as empresas da economia tradicional.

A The Bakery London, aceleradora de inovação pioneira no mundo, tem como principais destaques em seu portfólio projetos desenvolvidos em parcerias com a BMW (indústria automobilística alemã), ABInBev (multinacional belgo-brasileira de bebidas e cervejas) e Unilever (multinacional britânico-holandesa de bens de consumo).

Acesse: www.usiminas.com

Usiminas registra Ebitda de R$ 519 milhões no segundo trimestre e margem Ebitda de 16%
R$ 1,16 bilhão é o Ebitda acumulado no semestre. Margem no mesmo período é de 18%

A Usiminas registrou, no segundo trimestre do ano, um Ebitda Ajustado de R$ 519 milhões e uma margem de Ebitda Ajustado de 16%. O resultado foi impactado pelo provisionamento contábil de R$ 62,4 milhões para ICMS no Rio Grande do Sul. Sem esse efeito, o Ebitda da companhia atingiria R$ 581 milhões, contra R$ 641,8 milhões registrados de janeiro a março, e a margem Ebitda registraria 18% ante 19,8% (1T18). Nos primeiros seis meses do ano, o Ebitda Ajustado da companhia atingiu R$ 1,16 bilhão e a margem de Ebitda chegou ao patamar de 18%.

De abril a junho de 2018, a Usiminas registrou um prejuízo líquido de R$ 19 milhões frente R$ 157 milhões de lucro líquido no trimestre anterior. Desconsiderados os impactos do provisionamento contábil e da paralisação dos caminhoneiros, bem como da desvalorização do real frente ao dólar, que atingiu 16%, a companhia contabilizaria lucro líquido superior a R$ 200 milhões. No semestre, a Usiminas totalizou R$ 138 milhões de lucro líquido.

“Nos últimos meses, a percepção da população e dos agentes econômicos foi duramente abalada pela paralisação dos caminhoneiros, que coincidiu com o momento de expressiva elevação do câmbio. Esses fatores, somados ao crescimento do protecionismo internacional e às incertezas no cenário político, trouxeram à tona fragilidades da economia e criaram uma crise de confiança que prossegue até o momento”, avalia o presidente da Usiminas, Sergio Leite.

A receita líquida do segundo trimestre ficou em R$ 3,2 bilhões, estável em relação ao primeiro trimestre, destacando-se os maiores preços do aço no mercado doméstico e na exportação, que compensaram os menores volumes de venda de aço e de minério de ferro. Foram comercializadas 977 mil toneladas de aço no 2T18 contra 1,08 milhão no trimestre anterior. Já a venda de minério de ferro, de abril a junho, atingiu 1,4 milhão ante 1,8 milhão no primeiro trimestre do ano.

Mesmo num cenário adverso, a Usina de Ipatinga elevou a produção de aço das 715 mil toneladas registradas nos três primeiros meses do ano para 813 mil toneladas no trimestre encerrado em junho. A produção de laminados nas usinas de Ipatinga e Cubatão totalizou 1,06 milhão de toneladas, estável em relação a do primeiro trimestre, quando foram produzidas 1,07 milhão de toneladas.

Os investimentos (Capex) totalizaram R$ 66,8 milhões no período, contra os R$ 64,9 milhões dos três primeiros meses de 2018.

Resultados por unidade de negócio

O destaque entre as unidades de negócio da Usiminas foi a Soluções Usiminas, que registrou aumento de 31% no Ebitda Ajustado. O resultado foi de R$ 37,3 milhões, contra R$ 28,5 milhões no primeiro trimestre do ano.  A margem de Ebtida Ajustado da unidade de transformação industrial do aço e gerenciamento de serviços da cadeia metalmecânica foi de 4,8% (2T18) contra 4,1% nos três primeiros meses de 2018. A receita líquida no segundo trimestre foi de R$ 770,6 milhões e registrou uma alta superior a 9,6%, quando comparada ao trimestre anterior (R$ 702,8 milhões), em função, principalmente, do maior preço médio praticado no período (6,1%), bem como do maior volume de vendas e serviços (3,3%).

A Mineração Usiminas teve redução de 32% no Ebitda Ajustado – R$ 33,3 milhões contra R$ 49 milhões no 1tri18. A margem de Ebitda Ajustado foi de 16,5% no 2T18 contra 19,5% nos três primeiros meses do ano. O volume de produção no período atingiu 1,3 milhão de toneladas, estável em comparação ao trimestre anterior. Já o volume de vendas foi de 1,4 milhão de toneladas, contra 1,8 milhão do primeiro trimestre, em função do menor volume exportado no trimestre. Os números se devem, ainda, a uma queda da ordem de 12% na cotação média do preço do minério de ferro no mercado internacional e uma forte elevação no valor do frete marítimo, que flutuou em até 60% para a referência Brasil-China, impactando o volume de embarques para o exterior.

No caso da Usiminas Mecânica – empresa de bens de capital que atua no mercado de estruturas metálicas, naval e offshore, óleo e gás e montagens industriais -, segue o reflexo negativo causado pela estagnação dos investimentos e grandes projetos de engenharia no Brasil. Somado a isso, houve também o impacto pontual de um projeto de fabricação de vagões, levando o Ebitda Ajustado do negócio a ficar negativo em R$ 19,9 milhões e a uma margem de 19,6% negativa. Nos primeiros três meses de 2018, a margem Ebitda da Mecânica havia atingido 28,9%.

Entregas e novos projetos

O segundo trimestre foi marcado ainda por importantes conquistas para a Usiminas. Em abril, a empresa retomou as operações do Alto-Forno 1, após 34 meses desativado. Com a retomada, a Usina de Ipatinga contabilizou um acréscimo de 650 mil toneladas à sua capacidade anual de produção de ferro-fusa em mais um indicativo da curva ascendente do processo de recuperação iniciado pela companhia em meados de 2016. Foram R$ 80 milhões investidos e uma obra que durou cerca de 11 meses e gerou cerca de 600 empregos.

Em maio, a Fitch, uma das principais agências internacionais de avaliação de risco elevou a nota de crédito da Usiminas, de B para B+ com perspectiva positiva. Na sequência, em junho, foi a vez da Standard and Poors elevar a nota de crédito da companhia, de B- para B, também com perspectiva positiva. Segundo a agência, a melhora do rating reflete a recuperação gradual da empresa nos quesitos econômico-financeiros e a estratégia acertada da companhia de focar sua atuação em produtos de maior valor agregado que trazem margens mais altas.

Ainda vale destacar entre os marcos do período o início, no mês de junho, do processo de licenciamento ambiental da Musa para adoção de uma nova tecnologia para a disposição de rejeitos gerados no processo produtivo de sua unidade localizada em Itatiaiuçu (MG). O novo sistema prevê a filtragem e o empilhamento do material a seco em substituição ao método tradicional das barragens de rejeitos.

O projeto de Disposição de Rejeitos Filtrados deve consumir um investimento da ordem de R$ 140 milhões e, uma vez licenciado, será um dos primeiros grandes empreendimentos do gênero no país a utilizar essa tecnologia para a produção em larga escala. A expectativa é que sejam gerados cerca de 300 postos de trabalho durante as obras e outras 50 em caráter permanente.

Uma Solução para a Indústria Aeronáutica e Aeroespacial

A máquina de dobra com mandril da transfluid fornece melhores processos através do controle sequencial.

A Sincronização de eixos através de controle sequencial inteligente segurança é uma questão extremamente importante na indústria aeronáutica e aeroespacial, talvez mais do que em qualquer outra indústria, e, portanto, as demandas são muito elevadas e no processamento de tubos, como explica a diretora de gestão Stefanie Flaeper: ” muitas vezes a demanda para processos de produção rápida de pequenos lotes de componentes complexos, é claro. Além disso, os materiais de alta e ultra alta resistência são uma questão importante para os tubos que são mais leves e que podem ser submetidos a maior carga. O que torna o desenvolvimento de tecnologias de processamento de tubos para a indústria aeronáutica e aeroespacial particularmente interessante é que há sempre novos marcos técnicos que requerem soluções sofisticadas. ” Como o projeto que a empresa está trabalhando atualmente para um fabricante líder de aviões.  O novo, especialmente projetado t bend máquina de dobra com mandril da transfluid é capaz de dobrar titânio, alumínio e tubos de aço inoxidável com um diâmetro de até 60mm e uma espessura de parede de 0,5-1.5 mm.  Além disso, o projeto torna possível alcançar um raio de 1xD.

O outro recurso que o torna especial é a opção de controlar o afinamento da parede. Este é o lugar onde a segurança desempenha um papel fundamental no que diz respeito à posterior aplicação dos tubos processados nos aviões. A espessura da parede deve atender às especificações após a dobra também; o fluxo através da peça de trabalho e sua estabilidade devem ser preservados. É por isso que os engenheiros de transfluid desenvolveram a opção de flexão para o processo. A curva controlada é aplicada durante a última dobra através de um tubo interno controlado.

“Todos os eixos elétricos são equipados com motores servo-elétricos e seus acionamentos podem ser perfeitamente sincronizados”, explica Stefanie Flaeper sobre os detalhes técnicos. “Um dos principais benefícios é a sincronização completa de todos os eixos móveis em diferentes sequências, o que torna possível nosso novo controle sequencial.” Isso separa cada movimento de todos os eixos e move as diferentes unidades no momento certo. Dessa forma, é possível introduzir gradualmente uma curva com facilidade e empurrar ou desacelerar com a potência necessária.

Armazenamento personalizado de dados de produção e recuperação protegida

Todas as sequências nesta inovadora dobradeira de mandril são fáceis de programar. O operador pode alocá-los ao produto e recuperá-los como e quando necessário. Além do processo real, o sequenciamento também levará em conta o material, os raios e os processos de fabricação do produto.

Todos os aspectos de controle podem ser acessados através da rede. Isso permite que as geometrias desejadas sejam obtidas do software CAD e que os dados do teste de impacto sejam registrados da mesma maneira. A unidade de medição também pode ser conectada ao sistema, dependendo do tamanho dos lotes e lotes. O controle de sequência também armazenará os dados relevantes para a produção, conforme definido pelo cliente. Eles podem ser chamados e processados com uma senha e a autorização correta. Além disso, o software da máquina e todos os componentes de controle, bem como o painel de controle (MMI), são compatíveis com o Industry 4.0. Estas características particulares tornam possível configurar a máquina quase sem intervenção do operador. Melhoria do processamento de tubos que está no alvo da indústria de aviação e aeroespacial.

Acesse: www.transfluid.net

Fronius Lança Máquina de Soldagem de pequeno porte e mais resistente

A multinacional austríaca Fronius apresenta sua nova geração de máquinas de soldas Transpocket 150 e Transpocket 180 (foto abaixo).

Elas possuem um design mais moderno e ergonômico, quando comparada a anterior, além de serem mais eficientes e fáceis na operação.

Por ter uma construção elétrica do tipo inversora tem um aproveitamento de mais de 90% em relação ao extraído da tomada e entregue durante a soldagem. Por este motivo também pode ser ligada em qualquer tomada doméstica, industrial ou até mesmo de um pequeno gerador sem causar sobrecarga na rede.

Dentre inúmeros benefícios, por se tratar de um inversor, ela garante as características perfeitas de soldagem para diversos tipos de eletrodos, propiciando regulagem mais rápida e precisa. Como resultado, a máquina oferece maior facilidade na abertura de arco, menos respingos além um arco voltaico extremamente estável.

O equipamento possui grau de proteção IP 23, isso significa que está protegido contra água aspergida a um ângulo de até 45 graus e contra objetos sólidos com Ø maior que 12mm. Ainda tem proteção reforçada nos cantos contra abrasão e pequenos impactos. Por serem resistentes são indicadas para canteiros de obras; construções; oficinas; depósitos e etc.

Segundo o gerente da Unidade de Negócio de Soldagem da Fronius, Cláudio Sá, estas ferramentas são ideais para aplicações que requerem mais praticidade, mobilidade e precisão.

“ Ela é leve, portátil, robusta e única disponível no mercado que solda eletrodo celulósico. Pode ser usada com TIG também e possui tecnologia Arc Force (recurso para facilitar abertura do arco em eletrodo no qual somente máquinas grandes possuem esta função no mercado), ” explica.

Acesse: www.fronius.com.br

Primeira Garra Industrial Certificada para Operação Colaborativa

A SCHUNK Co-Act EGP-C já é protótipo em uma estação de trabalho colaborativa humano-robô (HRC), na Alemanha

A SCHUNK, empresa familiar multinacional alemã, líder em competência em sistemas de garras e tecnologia de fixação, está consolidando seu pioneirismo quando o assunto é garras para operação colaborativa, com a garra SCHUNK Co-Act EGP-C.

Com ela é apresenta pela primeira vez uma garra industrial inerentemente segura, certificada e aprovada para operação colaborativa pelo órgão DGUV (seguro social Alemão contra acidentes de trabalho). O certificado simplifica a certificação de segurança para aplicações colaborativas e reduz o tempo de implantação de um projeto seguramente certificado.

A garra paralela compacta de dois dedos, montada com uma capa com proteção contra colisão, abrange uma ampla gama de aplicações, desde montagem de componentes pequenos em produtos eletrônicos e de bens de consumo, até aplicações de montagem no setor automotivo.

Na SCHUNK, a Co-Act EGP-C já é protótipo em uma estação de trabalho colaborativa humano-robô (HRC) na montagem de garras. Nela, o trabalhador assume o controle de montagem e qualidade, enquanto o robô com a garra remove os resíduos de adesivo em uma placa de extração afiada. Isso melhora a ergonomia e minimiza o risco de ferimentos ao empregado.

A garra satisfaz os requisitos da norma ISO/TS 15066 e é projetada para que não possa ferir uma pessoa. Dessa maneira, é totalmente garantido que as aplicações colaborativas sejam confiavelmente seguras, satisfazendo as exigências da norma. A garra pode ser controlada de forma extremamente simples e por meio de sinal digital I/O. Também é adequada para aplicações móveis, devido a tensão de operação ser de 24 VDC.

Certificação de segurança simplificada para aplicações em geral

A Co-Act EGP-C é fornecida como uma unidade completamente pré-montada com a interface adequada para os cobots dos fabricantes KUKA, Fanuc ou Universal Robots. Interfaces para robôs de outros fabricantes podem ser fornecidas mediante solicitação.

Além disso, são previstos módulos de programação para todos os cobots convencionais que reduzirão ainda mais os esforços realizados na fase de instalação.

Toda a regulagem e eletrônica de potência são instaladas no interior da garra, o que significa que não ocupam espaço no gabinete elétrico. A garra é livre de manutenção, devido ao seu acionamento ser um servo motor sem escova, além disso, sua robusta guia de roletes garante um alto nível de eficiência e a transforma em um equipamento dinâmico e de alto desempenho para o manuseio exigente de peças pequenas e médias.

Os dedos da garra mantêm uma força de agarre constante e a mesma velocidade em todo o curso de abertura e fechamento. Para tornar a colaboração com o operador fluída e intuitiva ao máximo possível, a garra é equipada com iluminação LED em cores de semáforo, por isso o usuário consegue reconhecer a respectiva condição do sistema.

A garra certificada para pequenos componentes está disponível a partir do primeiro trimestre de 2018 no tamanho 40 com um curso por dedo de 6 mm e adequada para uma peça com peso máximo de 0,7 kg. A força de fixação pode ser ajustada por meio de um interruptor rotativo lateral.

SCHUNK apresenta sistemas de tecnologia de fixação 24 V

Com o slogan “inteligente, conectivo e sensível”, a empresa traz os últimos desenvolvimentos para produção inteligente.

A SCHUNK, empresa familiar multinacional alemã, líder competente em sistemas de garras e tecnologias de fixação, espera a mesma animação contagiante, com os lançamentos da FEIMEC 2018 no Brasil, que teve em torno de seu estande na feira internacional SPS IPC Drives no fim de 2017, na Alemanha. Com o slogan “inteligente, conectivo e sensível”, a companhia traz os últimos desenvolvimentos para produção inteligente.

A tecnologia 24 V para sistemas de montagem, em particular, provou ser um grande atrativo ao público. “As discussões com a nossa equipe do estande mostraram que o mercado está realmente contemplando as oportunidades oferecidas por um mundo universalmente de 24 V”, resume o CEO da SCHUNK,  Henrik A Schunk.

Ele está convencido de que ao lado das redes pneumáticas e > 400 V, a tecnologia 24 V será um forte terceiro pilar na automação de montagem. “Houve uma grande surpresa ao redor do stand quando os usuários experimentaram a facilidade com que os componentes são operados e com a flexibilidade e a fluidez que correm ao longo do processo”, informa o empresário.

Potência inteligente de 24 V com certificação PROFINET

Além de o programa 24 V ser o novo padrão de automação de montagem, os visitantes também terão acesso a garra SCHUNK EGL PROFINET.

A primeira garra universal certificada PROFINET com eletrônica integrada reúne potência, diversidade e inteligência. Sua interface PROFINET de alto desempenho cria os pré-requisitos ideais para a regulação do processo em tempo real e o máximo desempenho.

Com o controle integrado e a eletrônica de potência, a garra padrão de catálogo tem todas as características principais para moldar de forma flexível as cadeias de processo e, ao mesmo tempo, monitorar todas as etapas.

A garra SCHUNK EGP-C Co-act é outro destaque, como a primeira garra industrial certificada DGUV no mundo para operação colaborativa. Especialmente em montagem em pequenas peças, isso facilita a colaboração humano-robô e pode ser usada em todos os robôs comuns de aplicações colaborativas: como base, está equipada com a interface certa para co-bots KUKA, FANUC ou Universal Robots. Além disso, as interfaces para outros fabricantes de robôs estão disponíveis mediante solicitação.

Acesse: www.schunk.com

Novo Potencial na América Latina

A SSAB Special Steels tem o objetivo de alcançar 1,35 milhões de toneladas de volume de vendas até 2020. Parte disso virá do upgrade e também da expansão das vendas nos mercados emergentes, que também desempenharão um papel importante para alcançar esse objetivo. A América Latina é uma área geográfica com potencial para crescimento. Queremos manter e fortalecer nossa posição como líderes globais em aços resistentes a desgaste, estruturais, de proteção e aços ferramenta, bem como nos serviços relacionados de valor agregado.

“Em comparação com os mercados mais tradicionais, tais como os EUA e a Europa, ainda há muito potencial na América Latina no uso de aços de alta resistência. Em alguns casos, isso também significa desafios para nós, já que muitos OEMs (fabricantes de equipamentos originais) e usuários finais não têm experiência em aços de alta resistência e pouco conhecimento de seus benefícios ou de como trabalhar com os nossos aços premium”, afirma o diretor de vendas Luiz Monegatto da SSAB Special Steels.

“Fomos muito ativos nos últimos anos e estamos trabalhando muito para aumentar a nossa presença na área. O crescimento da rede Hardox Wearparts, gerentes de vendas regionais mais experientes e uma estreita cooperação técnica com os principais OEMs e usuários finais criaram demanda por nossos aços de alta resistência. Esse aumento no volume também nos permitiu aperfeiçoar a nossa logística e vendas internas, criando valor agregado aos nossos clientes”, prossegue Monegatto.

Suporte técnico, marcas fortes e programas de marketing para proporcionar o crescimento

Queremos desenvolver a nossa presença em segmentos e países menos tradicionais, ao mesmo tempo em que mantemos a nossa atual posição de mercado diante de alguns concorrentes tradicionais e algumas novas alternativas, como centros de serviços e siderúrgicas locais. Para isso, continuaremos falando sobre as vantagens de nossas fortes marcas e programas de marketing, tais como o My Inner Strenx e o Hardox In My Body.

A SSAB Services também é uma parte importante da nossa estratégia para a América Latina. A rede Hardox Wearparts cresceu de 8 centros em 2014 para mais de 30 centros em 2017, sendo que toda a região apresenta um bom potencial. O Centro Wearparts em Santiago, por exemplo, tem um papel fundamental no apoio ao nosso crescimento no mercado chileno e no fornecimento de um importante valor aos clientes. No Brasil, um novo centro Shape acaba de ser inaugurado e criará mais oportunidades de crescimento futuro.

Muitos países e mercados diferentes, mas também com muitas semelhanças.

Embora cada país tenha um perfil diferente, os setores de Mineração e Implementos Rodoviários são, de maneira geral, segmentos fortes na maioria dos países da América Latina. Mais recentemente, o aumento da participação do Brasil e do México no setor agrícola nos proporcionou a oportunidade de utilizar o nosso portfólio aperfeiçoado, incluindo as chapas de QT (temperadas e revenidas) e os tubos estruturais.

“Posso lhe dar um exemplo bem-sucedido do Chile, onde nossa equipe trabalhou por muitos anos para desenvolver a aplicação da chapa grossa Hardox 500, 550 e 600 para a SAG/fresa de esferas como uma alternativa às moldagens. Este projeto começou a transformar o mercado de moinhos de bola/SAG na região, expandindo-o para o Peru, Argentina e Brasil. Este fenômeno também está sendo apoiado pelo nosso centro Hardox Wearparts em Santiago, que investiu recentemente em uma terceira mesa de corte e também em um forno de pré-aquecimento, para melhorar a qualidade e a capacidade local”, conta Luiz Monegatto.

A SSAB México apresentou taxas de crescimento surpreendentes nos últimos quatro anos e, considerando os projetos atuais e as oportunidades que prevemos, a unidade continuará a superar as expectativas nos próximos dois anos. A Argentina e a Colômbia também apresentaram um grande crescimento, tanto em volumes quanto em números de clientes para a SSAB – adicionando mais de 120 novas empresas desde 2016.

Acesse: www.ssab.com.br

SSAB participa da Mec Show 2018

Marcando presença pela primeira vez na feira, siderúrgica sueca vai expor os aços de alta resistência Hardox e Strenx para o setor metalmecânico

A SSAB, multinacional sueca líder mundial na fabricação de aços de alta resistência, participa pela primeira vez da 11ª edição da Mec Show – Feira da Metalmecânica + Inovação Industrial, em Serra (Espírito Santo) – considerado o evento mais completo do setor por mostrar o que há de mais inovador dos mercados metalmecânico, mineração, siderurgia, automação, energia e petróleo e gás. A SSAB vai apresentar a linha de aços especiais para desgaste, o Hardox, e de aços especiais estruturais, o Strenx.

“O segmento metalmecânico é um importante mercado para o estado do Espírito Santo e com muito espaço para absorver novas tendências e tecnologias. A SSAB tem como objetivo ajudar o desenvolvimento desse mercado trazendo para as fabricantes e para o usuário final as vantagens do uso de aços de alta resistência, que proporcionam soluções mais leves, duradouras e sustentáveis”, afirma Diego Rigoletto, Gerente de Vendas Regional da SSAB.

A siderúrgica sueca levará ao evento o aço antidesgaste Hardox, que foi desenvolvido para proporcionar maior vida útil e melhor desempenho, tornando máquinas e equipamentos mais resistentes ao desgaste. Além dele, a SSAB também vai expor o aço de alta resistência Strenx, que possibilita a fabricação de máquinas e outras grandes estruturas mais resistentes, mais leves e mais eficientes.

Considerada a chapa antidesgaste mais resistente do mercado, as chapas Hardox® são de fácil processamento e permitem excelentes soldas, dobras e cortes, além de ser a chapa de aço de alta resistência mais indicada para aplicações que precisam suportar as mais severas condições, sem trincar ou deformar. Com diversas grades de durezas (350 a 650 Brinell), uma ampla faixa de espessuras e dimensões e com características próprias e únicas, as chapas de aço Hardox® oferecem ao mercado brasileiro opções para reduzir o desgaste de produtos ou equipamentos, assim como para reduzir o tempo de fabricação, aumentar a vida útil e aumentar a produtividade das operações.

O Strenx é projetado para os setores em que a alta resistência estrutural e a redução de peso são fatores competitivos importantes, especialmente na indústria de elevação de carga, movimentação, estruturas de máquinas de grande porte, transporte ferroviário, setores offshore e de construção. Com um aço como o Strenx, é possível reduzir o peso do equipamento, mantendo sua resistência por meio da utilização de chapas mais finas. O Strenx possui no mundo a maior variedade de aços estruturais de alta resistência, tanto em termos de resistência como em dimensões. Limites de escoamento que variam de 600 Mpa a 1300 Mpa tornam este o aço mais resistente do mercado.

 

Power and Utilities Forum – Transformação Digital no Setor Elétrico

A Osisoft, líder global em inteligência operacional, promoveu no mês de maio/2018 em São Paulo, o evento Power & Utilities Forum 2018.

Foi uma oportunidade de assistir a palestras e a debates com especialistas da indústria de geração, transmissão e distribuição de energia sobre assuntos como Indústria 4.0, IIoT, Eficiência Energética e outros assuntos. Além do Networking e entenda por que 1 em cada 3 das maiores empresas de energia e de serviços do mundo utilizam a arquitetura de coleta de dados em tempo real do PI System para resolver os maiores desafios do setor.

  • Enfrentar as dificuldades da convergência IT-OT
  • Alinhar suas principais operações com os objetivos gerais da sua empresa
  • Descobrir como a adição de contexto aos dados pode reduzir os custos e mitigar os riscos
  • Maximizar o valor do seu PI System economizando tempo e dinheiro
  • Reduzir barreiras de implementação com informações que podem ser compartilhadas e processadas

O Caminho para a Excelência Operacional

A Osisoft mostrou como os dados em tempo real podem potencializar seu negócio. E como as maiores empresas de energia estão acelerando e melhorando a tomada de decisão.

Bruno Fontes, gerente da divisão de Engenharia Eletrônica e Sistemas de Controle de Itaipu explica como a usina utiliza o PI System para reduzir falhas e paradas desnecessárias

Apresentaram soluções durante o evento:

  • Anfitrião do FORUM

Paula Lisandra Reichert – OSIsoft

  • Transformação Digital no Setor Elétrico (ISA / OSIsoft)

João Bassa – MAHAM e Miguel Chavero – OSIsoft

  • Uso do PI System na consolidação de 8 milhões de dados do Esquema Regional de Alívio de Carga – ERAC. (CPFL)

Luciana Oliveira – CPFL Energia

  • Operação Online: Produção em Tempo Real na palma da mão (Itaipu)

Rafael Deitos – Itaipu Binacional

  • Projeto piloto Copel Distribuição e OSIsoft para monitoramento de equipamentos e gestão de ativos (Copel)

Lincoln Weigert Venancio – Copel Distribuição

  • Uso do PI System no monitoramento de barragens (PTI)

Luis Eugenio Espinosa Aranha – PTI

Andre da Silva Barbosa – PTI

  • Implantação do PI System e seu uso para a otimização dos processos de geração (Engie Brasil Energia)

Luisa Guenther – Engie Brasil Energia

  • Big data ou little data, o que importa é a sua análise dos dados

Felipe Rejes – OSIsoft