A Starrett, uma das maiores fabricantes de serras, ferramentas e instrumentos de medição do mundo, presente em mais de 100 países e com plantas fabris nos Estados Unidos, Reino Unido, China e Brasil, anunciou a aquisição do seu controle acionário feita pelo fundo de investimentos MiddleGround Capital, com sede em Lexington, Kentucky (EUA).
De acordo com o presidente da Starrett Brasil e vice-presidente internacional do Grupo Starrett, Christian Arntsen, o MiddleGround é um grupo moderno e dinâmico, com expertise no investimento em empresas industriais focadas no setor metal mecânico. “A atuação da Starrett no Brasil e na América Latina é consolidada e vem, nos últimos anos, apresentando resultados muito positivos. Sendo assim, neste momento não teremos nenhum tipo de alteração no dia a dia da empresa, já que o modus operandi do MiddleGround é atuar como conselheiro”, enfatiza.
Para o presidente do Conselho de Administração, CEO e presidente da Starrett Global, Douglas A. Starrett, ao sair da Bolsa de Valores e ser adquirida pelo grupo, a empresa proporcionará um retorno significativo aos seus acionistas, sem contar o profundo conhecimento do MiddleGround na indústria de manufatura. “Como empresa privada, a Starrett terá maior flexibilidade financeira e operacional para continuar fornecendo serviços e produtos líderes do setor, além de manter a sua orgulhosa tradição entre seus colaboradores e comunidades”, declara.
“A Starrett é uma marca que admiramos há muito tempo e uma empresa que acompanhamos no mercado de ações há vários anos. A maior parte da equipe de operações do MiddleGround adquiriu familiaridade com os produtos Starrett ao longo de suas carreiras no ramo industrial, e estamos entusiasmados com a oportunidade de posicioná-la na linha de frente da inovação, manufatura de ponta e otimização da cadeia de suprimentos”, conclui o sócio-gerente da MiddleGround, John Stewart.
Sobre a Starrett
A Starrett, uma das maiores fabricantes de serras, ferramentas e instrumentos de medição do mundo, tem mais de 140 anos de expertise no desenvolvimento de produtos, oferecendo soluções em corte e medição para segmentos como indústria automobilística, aviação, marinha, até equipamentos agrícolas, ferramentas para trabalhos manuais, também sendo destinados para construtores, carpinteiros, encanadores, eletricistas etc. Com fábricas localizadas nos principais polos econômicos do mundo, Estados Unidos, Reino Unido, China e Brasil, na cidade de Itu (SP), mais de 100 países recebem as ferramentas produzidas pela empresa, por meio de uma rede de distribuidores preparada para atender seus clientes com precisão, qualidade e inovação.
Clientes do setor que aderem a planos de manutenção preventiva alcançam, em média, 12% mais disponibilidade de ativos em suas operações
São Paulo, 02 de julho de 2024 – No dinâmico cenário do transporte rodoviário, os caminhões desempenham um papel crucial na sustentação da economia global, garantindo o fluxo ininterrupto de bens e serviços. Para assegurar a operação contínua e segura desses veículos, a manutenção preventiva se apresenta como uma prática indispensável. Na Localiza Empresas Pesados, constata-se que clientes que adotam diligentemente planos de manutenção preventiva desfrutam, em média, de 12% mais tempo de ativos disponíveis em suas operações. Veículos novos registram disponibilidade próxima a 100% no primeiro ano de uso, enquanto aqueles que mantêm uma rotina de manutenção regular alcançam cerca de 95% de disponibilidade após quatro anos de operação.
Segundo Marco Túlio, diretor executivo da Localiza Empresas Pesados, a manutenção preventiva envolve inspeções regulares e reparos programados, geralmente a cada 20 a 50 mil quilômetros percorridos, antecipando-se a falhas ou contratempos inesperados. “Trata-se de um investimento proativo que não apenas prolonga a vida útil dos caminhões, mas também fortalece a segurança viária, reduz os custos operacionais e aumenta a produtividade”, afirma.
Principais benefícios da Manutenção Preventiva:
Redução do tempo de inatividade: caminhões bem mantidos são menos propensos a quebras inesperadas, evitando interrupções nas entregas, danos às mercadorias e atrasos nos prazos, o que é crucial para operações logísticas e reputação empresarial.
Segurança viária: dados da Polícia Rodoviária Federal indicam que cerca de 25% dos acidentes em 2023 envolveram veículos de carga pesada. A manutenção preventiva reduz significativamente o risco de acidentes devido a falhas mecânicas, protegendo vidas e evitando multas e litígios.
Impacto financeiro positivo: embora represente um custo adicional a curto prazo, a manutenção preventiva resulta em economia significativa a longo prazo. Reparos emergenciais são mais dispendiosos e a perda de receita devido à indisponibilidade do veículo é minimizada. Estudos da Confederação Nacional de Transportes (CNT) mostram uma economia de aproximadamente 30% com manutenções preventivas em comparação com as corretivas.
Sustentabilidade ambiental: Veículos bem mantidos consomem menos combustível e têm um desempenho mais consistente, alinhando-se aos imperativos da sustentabilidade ambiental. A economia pode chegar a até 15% no final do mês.
Para implementar uma estratégia eficaz de manutenção preventiva, é essencial contar com profissionais qualificados, utilizar peças originais com garantia do fabricante e empregar tecnologias de diagnóstico avançadas. Isso inclui inspeções abrangentes, trocas regulares de óleo, verificação dos sistemas de freios e pneus, entre outros procedimentos específicos.
A manutenção preventiva transcende a mera recomendação, erguendo-se como uma necessidade premente para qualquer empresa que busca eficiência operacional, segurança e estabilidade financeira. Este investimento não só protege os ativos da empresa, mas também fortalece os alicerces do comércio global, garantindo a fluidez das cadeias de suprimentos e a segurança de todos os envolvidos no transporte de mercadorias.
Sobre a Localiza Empresas Pesados
Localiza Empresas Pesados é especializada em terceirização de frotas de veículos pesados, oferecendo soluções de mobilidade que impulsionam o crescimento dos negócios. Está presente nas principais cidades do país e conta com uma rede de mais de 1.500 fornecedores para atender todas as necessidades dos clientes. Como parte da plataforma Localiza&Co, com 51 anos de experiência, disponibiliza soluções personalizadas para atender às necessidades específicas de cada tipo de negócio no Brasil.
Ao optar pelo aluguel de veículos pesados com a Localiza Empresas Pesados, as empresas têm acesso a uma frota zero quilômetro, 100% customizável, assim como a gestão de todo o ciclo de vida dos caminhões, desde a documentação até a gestão de multas, visando reduzir custos operacionais e aumentar a produtividade. O amplo portfólio de serviços inclui planos de manutenção e proteção para a frota, serviços de rastreamento e entrega em todo o território nacional.
Conferência internacional da Consultoria Staufen reuniu centenas de executivos para discutir como melhorias operacionais impactam os resultados das empresas e garantem maior competitividade
“Os ganhos de produtividade são o grande motor do crescimento de longo prazo. A baixa produtividade é resultado de um ambiente hostil no qual nossas empresas estão inseridas, lidando com dificuldades como infraestrutura precária, contencioso tributário e judicialização excessiva, o que acaba desviando o foco da gestão. As empresas precisam investir hoje em ganhos de produtividade para fortalecer sua resiliência”. Com esta frase, a economista Zeina Latif abriu o Best Practice Day 2024, Conferência Internacional de Excelência Operacional promovida pela Consultoria Staufen, nos dias 18 e 19 de junho, no Centro de Convenções Santo Amaro, em São Paulo.
Com recorde de público desde a sua última edição no Brasil, em 2019, centenas de executivos, gestores e líderes de grandes empresas nacionais e multinacionais estiveram presentes nos dois dias de evento, que contou com apresentações de executivos de gigantes como Embraer, Suzano, Gerdau, Siemens Energy, BRF, São Martinho, Grupo Carrefour, WEG, Marcopolo, Construtora Tenda, CI&T, Dürr Brasil, Agrosuper, entre outras.
A agenda incluiu dezenas de palestras, fóruns de debate, workshops e visitas guiadas a empresas parceiras de boas práticas. O evento também trouxe o autor canadense e mentor de executivos Pascal Dennis, que compartilhou com o público seus aprendizados descritos em dois de seus principais livros: “Getting the right things done” (“Fazendo acontecer a coisa certa”) e “Harnessing Digital Disruption” (“Dominando a Disrupção Digital”).
Melhorar as operações impacta diretamente o resultado do negócio
André Machado, CFO da Siemens Energy no Brasil, avalia os impactos positivos do novo modelo de gestão nos números da companhia | Foto: Ruy Hizatugu
Segundo André Machado, CFO da Siemens Energy no Brasil, a jornada de excelência operacional que a empresa iniciou em 2020, quando começou a desenhar seu novo modelo de gestão, já resultou em melhorias significativas nos prazos de entrega e na produtividade da subsidiária brasileira. “Isso, sem dúvida, contribuiu para transformar a rentabilidade da companhia de negativa para positiva em poucos anos”, avalia Machado.
De acordo com o vice-presidente de operações da Embraer, Luis Carlos Marinho, em 2007, a empresa enfrentava um período financeiro bastante positivo com muitas vendas, mas sofria com dificuldades na entrega de aeronaves. “Foi dessa necessidade de melhorar as entregas que surgiu o Programa de Excelência Empresarial da Embraer, o P3E, que está em vigor há 16 anos devido aos excelentes resultados que alcançamos. Desde então, com o suporte desse programa, conseguimos expandir significativamente em outros mercados além da aviação comercial, como defesa e aviação executiva”, comenta o VP.
Para o vice-presidente executivo de operações da Embraer, Luis Marinho, Programa de Excelência Empresarial foi um dos grandes impulsionadores do crescimento da companhia | Foto: Ruy Hizatugu
WEG combina melhoria contínua e desdobramento de custos
Sérgio Wonczewski, diretor industrial da WEG Motores: “O segredo da WEG é aliar as ações de melhoria contínua ao desdobramento de custos” | Foto: Ruy Hizatugu
No caso da brasileira WEG, fundada em 1961 em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, e hoje uma das maiores fabricantes globais de equipamentos elétricos, o crescimento do lucro líquido tem sido atribuído, entre outros fatores, à eficiência das operações no Brasil e no exterior. Segundo Sérgio Wonczewski, diretor de operações da WEG Motores, o modelo atual de gestão permite monitorar os parâmetros de produtividade e eficiência, identificando o nível de maturidade de cada fábrica ao redor do mundo, garantindo assim ações precisas para cada uma delas. “O segredo da WEG está na combinação de melhorias contínuas com o desdobramento de custos, o que reduz o custo de transformação e, consequentemente, melhora o resultado financeiro”, explica.
O aumento da rentabilidade por meio da eficiência está ao alcance de todas as empresas
Para Dário Spinola, diretor geral da Consultoria Staufen no Brasil, organizadora da conferência, o aumento de rentabilidade através da melhoria da eficiência e da inovação para o crescimento sustentável está ao alcance de todas as empresas, sejam industriais ou de serviços, grandes ou pequenas. “Os investimentos em Excelência Operacional são baixos e os retornos podem ser altíssimos. Investir na melhoria da gestão dos processos e no desenvolvimento das pessoas faz toda a diferença para as empresas, como pudemos observar aqui hoje. Não dá para ficar de fora”, conclui o diretor da Staufen.
Alto custo de mão de obra também impacta a competitividade brasileira
Ainda segundo a economista Zeina Latif, o alto custo da mão de obra brasileira é outro fator que impacta a competitividade. “A agenda de redução do custo da mão de obra deveria ser o próximo passo para o Brasil, já que esta pode ser uma importante vantagem competitiva para o país, que não possui uma sofisticação tecnológica para competir internacionalmente. Para isso, é preciso reduzir a carga tributária sobre a folha, o que só será possível com contenção de gastos”, avalia a economista.
Ela também destaca a importância de os executivos terem momentos para refletir e trocar experiências fora de seus escritórios, visando o longo prazo. “A competitividade é o grande tema do Brasil, e não será o setor público que irá guiar o caminho. É o setor privado que deve liderar, inclusive para ajudar a moldar políticas públicas. Empresas conscientes de seus desafios e vulnerabilidades conseguem gerar demandas para ajustes nas políticas públicas. Não será um burocrata sentado em seu gabinete que saberá o que é melhor para o setor produtivo. Fomentar esse debate é um ingrediente essencial”, conclui a economista.
Sobre a Staufen
Há mais de 30 anos no mercado e presente em mais de 10 países, a Staufen é uma consultoria de gestão líder e premiada em excelência operacional, estabelecendo novos padrões na maneira como as empresas podem alcançar melhorias significativas de desempenho ao longo de toda a cadeia de valor e, ao mesmo tempo, estabelecer uma cultura de melhoria que potencialize o desempenho.
O enfoque holístico para a excelência operacional abrange as competências de Melhoria de Desempenho, Indústria 4.0, Gestão da Cadeia de Suprimentos e Desenvolvimento Organizacional. Quando combinadas habilmente, essas competências garantem resultados rapidamente mensuráveis e otimizam continuamente todas as áreas ao longo da cadeia de valor.
A Belgo Arames, maior produtora de arames de aço na América Latina, abriu as portas de suas operações em Contagem (MG) na última sexta-feira (28/6) para receber 29 mulheres negras participantes do Pacto Transforma, programa de formação de mulheres negras para cargos de liderança, uma iniciativa realizada pela Associação Pacto de Promoção da Equidade Racial em conjunto com a B3, bolsa de valores brasileira.
Durante o encontro, as participantes puderam conhecer mais sobre a jornada em Diversidade e Inclusão da metalúrgica, trocaram experiências com lideranças negras da empresa e visitaram a sede e a fábrica de solda da unidade.
O evento reforçou o compromisso da Belgo com as pautas de equidade de gênero e racial. A empresa tem o compromisso de aumentar para 30% a representatividade de mulheres em seu quadro até 2030 e estabelece metas anuais para cargos ocupados por elas. Em 2024 a meta é ter 17,5% de mulheres em cargos de liderança. Das 3.378 pessoas empregadas atualmente, 18% são mulheres e destas, 17,4% ocupam cargos de liderança. Já as pessoas que se declaram pretas e pardas são 56,4% e destas, 22% estão em cargos de lideranças, sendo 26,5% de mulheres.
A jornada executiva do Pacto Transforma em Belo Horizonte e região metropolitana aconteceu de 27 a 29 de junho e contou com a participação de profissionais da área da educação, indústria, tecnologia, representantes governamentais e terceiro setor, tais como a Fundação Dom Cabral, Consulado Britânico, Belgo Arames e Negra Rosa Farmax.
Sobre a Belgo Arames
A Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes.
Sobre o Pacto
O Pacto de Promoção da Equidade Racial é uma iniciativa que implementa um Protocolo ESG Racial para o Brasil, trazendo a questão racial para o centro do debate econômico brasileiro. A associação é formada por 72 empresas signatárias: 99Jobs, ADP, Aegea, Afterverse Games, Alicerce Educação, Ambev, Animale, Arezzo, B3, Bayer, Banco Pan, Banco Fibra, Belgo Arames, Bene, BMG, BNP Paribas, CESAR, CSN, Dasa, Firjan, Galena, Gerdau, GOL, Grupo Fleury, Grupo Soma, Ifood, Jive, Kraft, Movile, Movile Pay, Nesst, Pinheiro Neto, PWC, Senai, Sesi, Super Rico, Suzano, Sympla, Vale, Vivo, Vox, XP, Zoop, BrightMed, Sistema B. Para mais informações acesse o site.
Cerimônia marca a concretização de investimentos de R$ 300 mi da companhia na expansão da capacidade logística da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA);
Evento contará com a presença do secretário nacional do Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, e do vice-governador do estado de Minas Gerais, Mateus Simões.
No dia 05 de julho, a VLI, companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, promove a cerimônia de entrega das primeiras das 12 (doze) locomotivas ES-43BBI adquiridas junto à Wabtec Brasil que incrementarão a frota atual da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) sob sua administração. O evento, que contará com a presença do secretário nacional do Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, e do vice-governador do estado de Minas Gerais, Mateus Simões, acontecerá na planta industrial da fabricante (Av. General David Sarnoff, 28 – Cidade Industrial) em Contagem (MG).
Adquiridas a partir de um investimento de R$ 300 milhões feito pela VLI, as locomotivas atenderão ao aumento da demanda por transporte de cargas no corredor Sudeste da companhia, por onde grãos, açúcar, fertilizantes e outros produtos são escoados entre Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Estas foram projetadas especificamente para ferrovias de bitola métrica e produzidas na indústria mineira, com tecnologia de ponta, que confere às mesmas maior capacidade de transporte com menor consumo de combustível, gerando alta produtividade aos trens.
Com a concretização deste negócio, a VLI acumula a aquisição de 23 locomotivas em um período de pouco mais de um ano, com investimentos que ultrapassam R$ 500 milhões. Em um exemplo recente, em março deste ano, a companhia anunciou a aquisição de oito novos modelos, também fabricados no Brasil, com previsão de entrega para o final de 2025.
SERVIÇO
O que: Entrega das primeiras locomotivas Wabtec ES-43BBI à VLI Quando: 05 de julho (sexta-feira) Onde: Av. General David Sarnoff, 28 – Cidade Industrial, Contagem (MG) Horário: 9h
Novos implementos foram entregues recentemente e complementarão a frota de caminhões movidos 100% a biodiesel (B100) da gigante do agronegócio
Produtos possuem pintura personalizada para destacar o projeto de sustentabilidade ambiental da AMAGGI
A Librelato, fabricante de implementos rodoviários, entregou recentemente novos conjuntos de Rodotrens Basculantes Premium Seis Eixos para a AMAGGI, uma das principais empresas de agronegócio do Brasil. Os implementos irão equipar caminhões movidos 100% a biodiesel (B100), combustível sustentável produzido pela própria AMAGGI. A iniciativa reforça a estratégia de descarbonização da gigante do agronegócio, que tem planos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa até 2035.
A pedido da AMAGGI, os rodotrens foram pintados com o mesmo tom de verde, que remete à sustentabilidade e meio ambiente, dos cavalos mecânicos. Com revestimento em aço de ultrarresistência, sistema de enlonamento mecanizado, engate esférico e suspensão mecânica avançada, esses implementos tornarão as operações da empresa mais eficientes e seguras. Isso resultará em menor consumo de combustível e menos desgastes, fatores que contribuem para a redução da pegada de carbono. Além disso, o uso do biodiesel produzido pela própria AMAGGI promoverá um ciclo sustentável de produção e consumo.
“A AMAGGI é uma empresa alinhada aos nossos valores de inovação e sustentabilidade. Por isso mesmo, estamos extremamente orgulhosos de fazer parte dessa iniciativa sustentável”, diz José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato.
Cliente da implementadora desde 2021, a AMAGGI possui mais de 500 implementos da marca em sua frota. A escolha pela Librelato se deve à qualidade e à confiabilidade dos produtos da fabricante, projetados para operações que prezam por eficiência e durabilidade.
LIBRELATO – Fundada em 1969, a Librelato destaca-se como uma das três principais fabricantes brasileiras de implementos rodoviários, além de ser a segunda maior exportadora desses produtos.Atualmente,possui quatro plantas em Santa Catarina, sendo três delas no município de Içara e uma em Criciúma, onde emprega cerca de dois mil profissionais. Sua rede de concessionárias e representantes têm ampla cobertura, com 33 pontos de venda Libreparts estrategicamente instalados em quase todas as regiões brasileiras, além de unidades em países da América do Sul, como Paraguai, Uruguai, Bolívia, Colômbia e Chile.A Librelato possui um dos mais completos portfólios de produtos. São reboques, semirreboques, bitrens, tritrens e rodotrenspara aplicações em carga seca, graneleiro, basculante, carrega tudo, tanque aço carbono, florestal, furgão alumínio, furgão lonado e porta-contêiner, entre outros de linhas especiais.
Evento realizado na região de Campinas reuniu 70 participantes dos mais diferentes segmentos; empresa está estruturada para enfrentar desafios
O seminário Conexão Opersan, realizado na cidade de Itupeva, mostrou a importância dos investimentos em reúso de água para as indústrias da região de Campinas e Jundiaí. “É uma área altamente industrializada, mas algumas cidades enfrentam dificuldades na captação de água, enquanto as empresas devem seguir padrões rigorosos no descarte de efluentes”, enfatizou o diretor-presidente do grupo, Fernando Carvalho.
O executivo ressaltou que “o núcleo de operações do Grupo Opersan está muito bem estabelecido para oferecer um tempo de resposta adequado para cada contrato em sistemas de grande impacto e reúso”. A empresa possui um Centro de Tratamento Offsite (CTO) na cidade de Jundiaí e atende diversas grandes empresas na região. “Temos operações importantes tanto onsite quanto offsite. É um cluster que pode crescer e se desenvolver mais ainda”, estimou.
Um dos maiores desafios do Grupo Opersan, lembrou Carvalho, é atender aos altos padrões exigidos na qualidade no descarte de efluentes realizado pelas empresas da região do Rio Jundiaí, que está totalmente despoluído desde 2017. “É preciso atender a essas qualificações. Quanto mais restrito o descarte, maior a necessidade de tecnologia e conhecimento. Isso é o nosso grande diferencial, com a qualificação técnica do time da Opersan”, destacou.
O seminário Conexão Opersan, realizado no último dia 13, reuniu cerca de 70 representantes de empresas e de instituições públicas e privadas dos mais diversos setores econômicos. Foi o caso de Luiz Bezerra, que representou a Associação Latino-Americana de Dessalinização e Reúso de Água (Aladyr) e participou de painel sobre soluções e cases de reúso de água. “O seminário promoveu uma discussão plural sobre o tema do reúso. Eventos como o Conexão fomentam questões técnicas, políticas, de gestão e das dificuldades enfrentadas pelas indústrias”, detalhou.
Outro participante do painel foi Fernando Rocha, site head da indústria química de origem britânica Croda, com fábrica em Campinas. “Começamos há seis anos uma parceria com a Opersan, com uma estação de tratamento de efluentes. Fiquei muito satisfeito em participar de um painel que tratou de um tema tão importante para a sociedade e o mercado. Tive muitos aprendizados, além de realizar contatos com outras empresas”, ressaltou.
Clientes atuais e potenciais também aprovaram a iniciativa, como Luciano Pereira, supervisor de Manutenção e Utilidades da JSP Brasil, multinacional de origem japonesa fabricante de materiais plásticos, com fábrica em Santo Antonio de Posse. “Estamos desenvolvendo uma parceria com a Opersan. Este evento foi uma boa oportunidade para conhecermos melhor as atividades desempenhadas pela empresa”, finalizou.
Melhores soluções
O diretor de Novos Negócios do Grupo Opersan, Diogo Taranto, ressaltou que o objetivo do seminário foi levar aos participantes do evento as melhores soluções para a área de reúso. “Foi um evento de muito compartilhamento técnico, de grandes tecnologias, com empresas líderes de mercado. Queremos propor aos clientes a melhor relação de investimento e operação”, explicou.
Taranto também destacou como ponto alto do evento a realização do painel técnico, mediado por ele, que “proporcionou visão multidisciplinar e muito independente de um órgão privado, um empresário, o olhar do ente público sobre como enxerga as indústrias do entorno na questão ambiental, além de dois consultores, incluindo uma associação latino-americana de dessalinização e reúso. Isso fez com que surgissem novas ideias e conexões”, salientou. Participaram do painel, Luiz Panutti (Companhia de Saneamento de Jundiaí), Virgínia Sodré (Infinity Tech), Luiz Bezerra (Aladyr) e Fernando Rocha (Croda).
Painel com a participação de Fernando Rocha (Croda), Luiz Panutti (Companhia de Saneamento de Jundiaí), Diogo Taranto (Opersan), Luiz Bezerra (Aladyr) e Virgínia Sodré (Infinity Tech)
Taranto ressaltou, ainda que a Opersan apresentou seu posicionamento e sua relação com o mercado, além de um case de sucesso de reúso no estado de São Paulo: uma solução de tratamento de efluentes que foi desenvolvida para uma fábrica de latas de alumínio em Cabreúva.
Como foi a programação:
Abertura e boas-vindas com Fernando Carvalho, diretor-presidente do Grupo Opersan.
Apresentação Institucional do Grupo Opersan, com Diogo Taranto, diretor de Desenvolvimento de Negócios.
Case sobre Reúso Industrial em Fábrica de Latas de Alumínio, com Marcel Sandoval, especialista do Grupo Opersan.
Palestra e case: “Tratamento de Água, Efluentes e Reúso para Indústria Alimentícia com Membranas”, com o gerente regional da empresa Toray, Marcelo Bueno.
Painel com representantes e parceiros: participação de Luiz Panutti (Companhia de Saneamento de Jundiaí), Virgínia Sodré (Infinity Tech), Luiz Bezerra (Aladyr) e Fernando Rocha (Croda), com mediação de Diogo Taranto, diretor de Novos Negócios da Opersan.
Palestra e case: “Sistema MBR de Tratamento de Efluentes com a Tecnologia de Placas Planas”, com o gerente regional da empresa Kubota, Daniel Paiva Pava.
Palestra e case: “Tratamento Terciário Avançado com Ultrafiltração e Osmose Reversa”, com a engenheira química Alessandra Piaia e a bacharel em química Juliana Morganti, da empresa DuPont.
Encerramento com Diogo Taranto, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Opersan, e Fernando Carvalho, diretor-presidente do Grupo Opersan.
Sobre a Opesan:
Com mais de 35 anos de experiência em projetos ambientais, o Grupo Opersan atua com foco em gestão de águas e efluentes para o mercado corporativo. Oferecemos soluções integradas, eficientes e economicamente vantajosas através de modelos de negócios OnSite, que incluem desde a elaboração de projetos, construção e operação de sistemas de tratamento de águas e efluentes nas unidades de nossos clientes, e OffSite quando recebemos os efluentes através de caminhões ou tubulações para tratamento em nossas unidades, onde são analisados, armazenados e tratados, conforme as leis e exigências ambientais.
Mudanças ocorrem na formulação dos produtos e nos equipamentos da fábrica, aumentando a resistência, facilitando a aplicação e reduzindo custos
A Promaflex, maior fabricante de filmes de proteção de superfície da América Latina, aprimorou sua linha de produtos destinados ao mercado de aço inoxidável (inox). A empresa promoveu mudanças tanto na formulação dos filmes quanto nos equipamentos usados na fabricação. “Investimos na melhoria dos nossos produtos voltados ao mercado de inox por causa da relevância do setor e o alto nível de exigência dos clientes”, explica o gerente industrial da Promaflex, Cristiano Nicolau Martins.
“As mudanças têm o objetivo de facilitar aplicação do filme pelos clientes, mas, ao mesmo tempo, entregar um produto com nível de proteção mais reforçado. Dessa forma, há ganhos de performance e, simultaneamente, redução nos custos de produção. Com isso, ganhamos ainda mais competitividade”, complementou.
Para chegar a esses resultados, a Promaflex realizou, dentre outras ações, um retrofit nas coextrusoras. Outros fatores relevantes foram as alterações feitas nos polímeros dos filmes e nas formulações dos adesivos. Os avanços já estão chegando ao mercado e a previsão é que todas as linhas estejam disponíveis nos próximos meses. A Promaflex produz as linhas de produtos com adesivos de borracha natural, acrílico e adesivo coextrusado.
Formulados com alta tecnologia, que está sendo ainda mais aprimorada, os filmes da Promaflex oferecem superproteção contra danificações provocadas por agentes químicos não corrosivos ou arranhões. Outra vantagem é a redução significativa de perdas durante a fabricação das peças, assim como no decorrer dos processos de estampagem, dobra, repuxo, polimento, fresa e corte. Os filmes também são essenciais no transporte e instalação de produtos acabados.
O aço inoxidável é usado em equipamentos da indústria, em áreas como alimentos, refrigeração e tubulações. Na construção civil, é utilizado em fachadas, coberturas, janelas, portas, revestimento dos azulejos, móveis e decoração de interiores. Nos utensílios domésticos, encontra-se o inox em pias, panelas, talheres e eletrodomésticos. No setor automotivo, é usado regularmente nos escapamentos, por exemplo.
Fotos: Divulgação
Gerente industrial da Promaflex, Cristiano Nicolau Martins: Mercado exigente
Os principais compradores da Promaflex são as usinas e os transformadores/distribuidoras, embora a empresa também venda, em alguns casos, para o cliente final. “Fabricantes de produtos da linha branca, por exemplo, em geral compram a chapas de inox das distribuidoras já protegidas com o filme. Os fabricantes de pias adquirem os filmes diretamente para instalação”, explica Martins.
Máquina coextruspora da linha de produção da Promaflex: Inovação
Proteção eficiente
Uma proteção eficiente, como as oferecidas pelos filmes da Promaflex, mantém e agrega valor aos produtos de inox. “Quando se fala em inox, pensamos em beleza, brilho e o fato de não enferrujar. Em qualquer aplicação no qual esse tipo de acabamento seja exigido, é importante a proteção. Em um fogão, mesa de pia ou chapa que venha a revestir a parede ou fachada de um prédio, é fundamental que o material esteja intacto, sem arranhões, contaminações ou qualquer marca que o afete”, detalha o diretor-executivo da Associação Brasileira de Aço Inox (Abinox), Paulo Ricardo Coelho de Andrade.
“Por isso, a importância do plástico que reveste o aço. Assim, a proteção só é retirada quando o produto estiver transformado e pronto para a aplicação”, complementa o dirigente da Abinox, entidade que reúne grandes empresas que atuam no setor de aço inoxidável no País, muitas das quais clientes da Promaflex. A associação tem o objetivo de promover e desenvolver a utilização do inox no Brasil, nos mais diversos segmentos de mercado.
Andrade avalia que a preocupação crescente com a sustentabilidade vai estimular cada vez mais o consumo do aço inoxidável, inclusive no Brasil. “Os produtos de inox não são descartáveis. Têm grande durabilidade e alto índice de qualidade. Isso explica o porquê, por uma questão cultural, de o consumo per capita no Japão ser maior do que nos Estados Unidos, já que os japoneses costumam optar por produtos mais duráveis”, diz.
Paulo Ricardo Coelho de Andrade – Abinox
“Quando essa cultura é impregnada na sociedade, os custos, por mais que sejam maiores em relação a outros materiais, acabam valendo a pena no médio e longo prazo”, assinala.
O executivo acredita que haja espaço para o consumo de inox crescer no Brasil. “Comparando com outros países de economia semelhante, como África do Sul e México, o consumo médio brasileiro ainda está abaixo do potencial. Mas, a tendência é de crescimento, conforme as vantagens desse material ficarem cada vez mais conhecidas”, finaliza.
Sobre a Promaflex
Fundadaem 1988, a partir de joint venture entre uma companhia multinacional do setor e um grupo brasileiro, a Promaflex é pioneira e líder na área de filmes para proteção de superfície em toda a América Latina. Sua sede localiza-se em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, onde funciona o parque industrial, com duas unidades. A empresa atua em diversos segmentos da indústria, além da construção, filmes de proteção, mantas de proteção e termoacústicas, rótulos, embalagens e filme óptico são alguns dos seus principais produtos. Em seu laboratório, no qual atuam engenheiros de produção, físicos e químicos, são realizados testes e pesquisas para o lançamento de produtos que atendam às mais altas expectativas do mercado.
A empresa também fabrica produtos para o consumidor final, como o Xô Mofo, manta bactericida antifungos 100% atóxica, produzida com nanotecnologia de prata na camada de espuma e no adesivo.
Desde 1998, possui a certificação ISO 9001 e mantém parceria com organizações nacionais e internacionais, visando garantir acesso ao que há de mais avançado em tecnologia na sua área de atuação. A Promaflex foi uma das empresas brasileiras pioneiras em aderir ao Pacto Global da ONU, a partir de 2010.
Fábrica da Promaflex na Grande São Paulo: Líder na América Latina
Após reorganização estratégica na diretoria da Belgo Arames, o executivo Hamilton Lana assume o cargo de diretor de Produtos Comerciais e será responsável pelas linhas de Agronegócio, Belgo Cercas e Cercamento Urbano. Edson Takagi, antes nessa função, assume a Diretoria de Produtos Especiais e a área de exportação.
Hamilton iniciou sua trajetória na Belgo como estagiário, em 2003, e tem experiência nas áreas de produção, logística, marketing, vendas e produto. Nos últimos anos, atuou como gerente de vendas na regional São Paulo e, em 2023, assumiu a gerência de vendas do Sudeste. É formado em Marketing, pós-graduado em Marketing e Mídias Digitais pela Fundação Getúlio Vargas e em Liderança e Inovação pela mesma instituição.
Uso pioneiro de técnica importada dos Estados Unidos possibilita a execução de projetos em solos de menor resistência
A Incotep, empresa do Grupo Açotubo, foi buscar nos Estados Unidos uma solução inédita no Brasil para viabilizar a construção de estruturas que serão utilizadas para fomentar a educação e para armazenamento de água potável em uma comunidade quilombola na região do rio Amazonas. A equipe técnica da empresa, em parceria com o departamento de engenharia da Elecnor, aplicou pela primeira vez no país a técnica para execução de fundações em solos moles às margens do rio Igarapé Muratubinha, um dos afluentes do rio Amazonas, na região de Óbidos, no estado do Pará.
O procedimento empregou estacas helicoidais com a utilização de graute (argamassa de alta resistência) para compensar a baixa capacidade portante do solo, e consequentemente o baixo torque e comprimento excessivo das fundações.
“Acoplamos uma ferramenta de perfuração ao tubo da estaca helicoidal, para que enquanto o equipamento perfura o terreno, este acessório especial auxilie na injeção do graute”, explica Marcelo Starling, gerente de Engenharia da Incotep. “Além disso, a solução auxilia na formação de fuste, que auxiliará na absorção dos esforços atuantes”, completa o executivo.
O desafio encontrado pela empresa na análise do terreno foi um solo de baixa resistência e não drenado. A fundação foi entregue em novembro e agora a obra se encontra em fase de andamento, das etapas seguintes. “Fomos a campo e acompanhamos a execução e ensaios para validação da performance. Todo este processo de suporte técnico foi realizado sem custos adicionais para o cliente. A Elecnor é uma parceira de longa data da Incotep e o projeto veio solidificar este relacionamento”, finaliza Starling.
Sobre o Grupo Açotubo
Com 49 anos de atividades, o Grupo Açotubo é reconhecido pelo portfólio, serviços e soluções em distribuição siderúrgica. A empresa tem cinco divisões de negócios, sendo Tubos e Aço, Conexões, Aços Inoxidáveis, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep), com unidades estratégicas posicionadas em diferentes regiões para atendimento em todo o Brasil e presença na América Latina, com atuação no Peru e na Colômbia. Com investimentos constantes em tecnologia e infraestrutura, o Grupo tem como meta atender aos clientes com agilidade e qualidade em todas as suas necessidades, sem restrição de volume. Valoriza seus colaboradores como força motriz de desenvolvimento, tem a responsabilidade social como um de seus principais pilares e também possui a certificação ISO 14001 pela prática de um sistema de gestão ambiental eficiente. Mais informações no site.
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