quinta-feira, maio 21, 2026
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Belgo Arames apoia formação de mulheres negras para cargos de liderança

A Belgo Arames, maior produtora de arames de aço na América Latina, abriu as portas de suas operações em Contagem (MG) na última sexta-feira (28/6) para receber 29 mulheres negras participantes do Pacto Transforma, programa de formação de mulheres negras para cargos de liderança, uma iniciativa realizada pela Associação Pacto de Promoção da Equidade Racial em conjunto com a B3, bolsa de valores brasileira.

Durante o encontro, as participantes puderam conhecer mais sobre a jornada em Diversidade e Inclusão da metalúrgica, trocaram experiências com lideranças negras da empresa e visitaram a sede e a fábrica de solda da unidade.

O evento reforçou o compromisso da Belgo com as pautas de equidade de gênero e racial. A empresa tem o compromisso de aumentar para 30% a representatividade de mulheres em seu quadro até 2030 e estabelece metas anuais para cargos ocupados por elas. Em 2024 a meta é ter 17,5% de mulheres em cargos de liderança. Das 3.378 pessoas empregadas atualmente, 18% são mulheres e destas, 17,4% ocupam cargos de liderança. Já as pessoas que se declaram pretas e pardas são 56,4% e destas, 22% estão em cargos de lideranças, sendo 26,5% de mulheres.

A jornada executiva do Pacto Transforma em Belo Horizonte e região metropolitana aconteceu de 27 a 29 de junho e contou com a participação de profissionais da área da educação, indústria, tecnologia, representantes governamentais e terceiro setor, tais como a Fundação Dom Cabral, Consulado Britânico, Belgo Arames e Negra Rosa Farmax.

Sobre a Belgo Arames

A Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes.

Sobre o Pacto

O Pacto de Promoção da Equidade Racial é uma iniciativa que implementa um Protocolo ESG Racial para o Brasil, trazendo a questão racial para o centro do debate econômico brasileiro. A associação é formada por 72 empresas signatárias: 99Jobs, ADP, Aegea, Afterverse Games, Alicerce Educação, Ambev, Animale, Arezzo, B3, Bayer, Banco Pan, Banco Fibra, Belgo Arames, Bene, BMG, BNP Paribas, CESAR, CSN,  Dasa, Firjan, Galena, Gerdau, GOL, Grupo Fleury, Grupo Soma, Ifood, Jive, Kraft, Movile, Movile Pay, Nesst, Pinheiro Neto, PWC, Senai, Sesi, Super Rico, Suzano, Sympla, Vale, Vivo, Vox, XP, Zoop, BrightMed, Sistema B. Para mais informações acesse o site.

VLI recebe as primeiras locomotivas Wabtec em Contagem (MG)

  • Cerimônia marca a concretização de investimentos de R$ 300 mi da companhia na expansão da capacidade logística da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA);
  • Evento contará com a presença do secretário nacional do Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, e do vice-governador do estado de Minas Gerais, Mateus Simões.

No dia 05 de julho, a VLI, companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, promove a cerimônia de entrega das primeiras das 12 (doze) locomotivas ES-43BBI adquiridas junto à Wabtec Brasil que incrementarão a frota atual da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) sob sua administração. O evento, que contará com a presença do secretário nacional do Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, e do vice-governador do estado de Minas Gerais, Mateus Simões, acontecerá na planta industrial da fabricante (Av. General David Sarnoff, 28 – Cidade Industrial) em Contagem (MG).

Adquiridas a partir de um investimento de R$ 300 milhões feito pela VLI, as locomotivas atenderão ao aumento da demanda por transporte de cargas no corredor Sudeste da companhia, por onde grãos, açúcar, fertilizantes e outros produtos são escoados entre Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Estas foram projetadas especificamente para ferrovias de bitola métrica e produzidas na indústria mineira, com  tecnologia de ponta, que confere às mesmas maior capacidade de transporte com menor consumo de combustível, gerando alta produtividade aos trens.

Com a concretização deste negócio, a VLI acumula a aquisição de 23 locomotivas em um período de pouco mais de um ano, com investimentos que ultrapassam R$ 500 milhões. Em um exemplo recente, em março deste ano, a companhia anunciou a aquisição de oito novos modelos, também fabricados no Brasil, com previsão de entrega para o final de 2025.

SERVIÇO

O que: Entrega das primeiras locomotivas Wabtec ES-43BBI à VLI
Quando: 05 de julho (sexta-feira)
Onde: Av. General David Sarnoff, 28 – Cidade Industrial, Contagem (MG)
Horário: 9h

Librelato reforça frota sustentável da AMAGGI com Rodotrens Basculantes

  • Novos implementos foram entregues recentemente e complementarão a frota de caminhões movidos 100% a biodiesel (B100) da gigante do agronegócio
  • Produtos possuem pintura personalizada para destacar o projeto de sustentabilidade ambiental da AMAGGI

A Librelato, fabricante de implementos rodoviários, entregou recentemente novos conjuntos de Rodotrens Basculantes Premium Seis Eixos para a AMAGGI, uma das principais empresas de agronegócio do Brasil. Os implementos irão equipar caminhões movidos 100% a biodiesel (B100), combustível sustentável produzido pela própria AMAGGI. A iniciativa reforça a estratégia de descarbonização da gigante do agronegócio, que tem planos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa até 2035.

A pedido da AMAGGI, os rodotrens foram pintados com o mesmo tom de verde, que remete à sustentabilidade e meio ambiente, dos cavalos mecânicos. Com revestimento em aço de ultrarresistência, sistema de enlonamento mecanizado, engate esférico e suspensão mecânica avançada, esses implementos tornarão as operações da empresa mais eficientes e seguras. Isso resultará em menor consumo de combustível e menos desgastes, fatores que contribuem para a redução da pegada de carbono. Além disso, o uso do biodiesel produzido pela própria AMAGGI promoverá um ciclo sustentável de produção e consumo.

“A AMAGGI é uma empresa alinhada aos nossos valores de inovação e sustentabilidade. Por isso mesmo, estamos extremamente orgulhosos de fazer parte dessa iniciativa sustentável”, diz José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato.

Cliente da implementadora desde 2021, a AMAGGI possui mais de 500 implementos da marca em sua frota. A escolha pela Librelato se deve à qualidade e à confiabilidade dos produtos da fabricante, projetados para operações que prezam por eficiência e durabilidade.

LIBRELATO – Fundada em 1969, a Librelato destaca-se como uma das três principais fabricantes brasileiras de implementos rodoviários, além de ser a segunda maior exportadora desses produtos. Atualmente, possui quatro plantas em Santa Catarina, sendo três delas no município de Içara e uma em Criciúma, onde emprega cerca de dois mil profissionais. Sua rede de concessionárias e representantes têm ampla cobertura, com 33 pontos de venda Libreparts estrategicamente instalados em quase todas as regiões brasileiras, além de unidades em países da América do Sul, como Paraguai, Uruguai, Bolívia, Colômbia e Chile. A Librelato possui um dos mais completos portfólios de produtos. São reboques, semirreboques, bitrens, tritrens e rodotrens para aplicações em carga seca, graneleiro, basculante, carrega tudo, tanque aço carbono, florestal, furgão alumínio, furgão lonado e porta-contêiner, entre outros de linhas especiais. 

Mais informações:

MM EDITORIAL
Natielly Santos – natielly@mmeditorial.com.br
WhatsApp: (11) 9 1293-6029

Grupo Opersan mostra importância do reúso de água na indústria

Evento realizado na região de Campinas reuniu 70 participantes dos mais diferentes segmentos; empresa está estruturada para enfrentar desafios

O seminário Conexão Opersan, realizado na cidade de Itupeva, mostrou a importância dos investimentos em reúso de água para as indústrias da região de Campinas e Jundiaí. “É uma área altamente industrializada, mas algumas cidades enfrentam dificuldades na captação de água, enquanto as empresas devem seguir padrões rigorosos no descarte de efluentes”, enfatizou o diretor-presidente do grupo, Fernando Carvalho.

O executivo ressaltou que “o núcleo de operações do Grupo Opersan está muito bem estabelecido para oferecer um tempo de resposta adequado para cada contrato em sistemas de grande impacto e reúso”. A empresa possui um Centro de Tratamento Offsite (CTO) na cidade de Jundiaí e atende diversas grandes empresas na região. “Temos operações importantes tanto onsite quanto offsite. É um cluster que pode crescer e se desenvolver mais ainda”, estimou.

Um dos maiores desafios do Grupo Opersan, lembrou Carvalho, é atender aos altos padrões exigidos na qualidade no descarte de efluentes realizado pelas empresas da região do Rio Jundiaí, que está totalmente despoluído desde 2017. “É preciso atender a essas qualificações. Quanto mais restrito o descarte, maior a necessidade de tecnologia e conhecimento. Isso é o nosso grande diferencial, com a qualificação técnica do time da Opersan”, destacou.

O seminário Conexão Opersan, realizado no último dia 13, reuniu cerca de 70 representantes de empresas e de instituições públicas e privadas dos mais diversos setores econômicos. Foi o caso de Luiz Bezerra, que representou a Associação Latino-Americana de Dessalinização e Reúso de Água (Aladyr) e participou de painel sobre soluções e cases de reúso de água. “O seminário promoveu uma discussão plural sobre o tema do reúso. Eventos como o Conexão fomentam questões técnicas, políticas, de gestão e das dificuldades enfrentadas pelas indústrias”, detalhou.

Outro participante do painel foi Fernando Rocha, site head da indústria química de origem britânica Croda, com fábrica em Campinas. “Começamos há seis anos uma parceria com a Opersan, com uma estação de tratamento de efluentes. Fiquei muito satisfeito em participar de um painel que tratou de um tema tão importante para a sociedade e o mercado. Tive muitos aprendizados, além de realizar contatos com outras empresas”, ressaltou.

Clientes atuais e potenciais também aprovaram a iniciativa, como Luciano Pereira, supervisor de Manutenção e Utilidades da JSP Brasil, multinacional de origem japonesa fabricante de materiais plásticos, com fábrica em Santo Antonio de Posse. “Estamos desenvolvendo uma parceria com a Opersan. Este evento foi uma boa oportunidade para conhecermos melhor as atividades desempenhadas pela empresa”, finalizou.

Melhores soluções

O diretor de Novos Negócios do Grupo Opersan, Diogo Taranto, ressaltou que o objetivo do seminário foi levar aos participantes do evento as melhores soluções para a área de reúso. “Foi um evento de muito compartilhamento técnico, de grandes tecnologias, com empresas líderes de mercado. Queremos propor aos clientes a melhor relação de investimento e operação”, explicou.

Taranto também destacou como ponto alto do evento a realização do painel técnico, mediado por ele, que “proporcionou visão multidisciplinar e muito independente de um órgão privado, um empresário, o olhar do ente público sobre como enxerga as indústrias do entorno na questão ambiental, além de dois consultores, incluindo uma associação latino-americana de dessalinização e reúso. Isso fez com que surgissem novas ideias e conexões”, salientou. Participaram do painel, Luiz Panutti (Companhia de Saneamento de Jundiaí), Virgínia Sodré (Infinity Tech), Luiz Bezerra (Aladyr) e Fernando Rocha (Croda).

Painel de Sustentabilidade com Especialistas
Painel com a participação de Fernando Rocha (Croda), Luiz Panutti (Companhia de Saneamento de Jundiaí), Diogo Taranto (Opersan), Luiz Bezerra (Aladyr) e Virgínia Sodré (Infinity Tech)

Taranto ressaltou, ainda que a Opersan apresentou seu posicionamento e sua relação com o mercado, além de um case de sucesso de reúso no estado de São Paulo: uma solução de tratamento de efluentes que foi desenvolvida para uma fábrica de latas de alumínio em Cabreúva.

Como foi a programação: 

  • Abertura e boas-vindas com Fernando Carvalho, diretor-presidente do Grupo Opersan.
  • Apresentação Institucional do Grupo Opersan, com Diogo Taranto, diretor de Desenvolvimento de Negócios.
  • Case sobre Reúso Industrial em Fábrica de Latas de Alumínio, com Marcel Sandoval, especialista do Grupo Opersan.
  • Palestra e case: “Tratamento de Água, Efluentes e Reúso para Indústria Alimentícia com Membranas”, com o gerente regional da empresa Toray, Marcelo Bueno.
  • Painel com representantes e parceiros: participação de Luiz Panutti (Companhia de Saneamento de Jundiaí), Virgínia Sodré (Infinity Tech), Luiz Bezerra (Aladyr) e Fernando Rocha (Croda), com mediação de Diogo Taranto, diretor de Novos Negócios da Opersan.
  • Palestra e case: “Sistema MBR de Tratamento de Efluentes com a Tecnologia de Placas Planas”, com o gerente regional da empresa Kubota, Daniel Paiva Pava.
  • Palestra e case: “Tratamento Terciário Avançado com Ultrafiltração e Osmose Reversa”, com a engenheira química Alessandra Piaia e a bacharel em química Juliana Morganti, da empresa DuPont.
  • Encerramento com Diogo Taranto, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Opersan, e Fernando Carvalho, diretor-presidente do Grupo Opersan.

Sobre a Opesan:

Com mais de 35 anos de experiência em projetos ambientais, o Grupo Opersan atua com foco em gestão de águas e efluentes para o mercado corporativo. Oferecemos soluções integradas, eficientes e economicamente vantajosas através de modelos de negócios OnSite, que incluem desde a elaboração de projetos, construção e operação de sistemas de tratamento de águas e efluentes nas unidades de nossos clientes, e OffSite quando recebemos os efluentes através de caminhões ou tubulações para tratamento em nossas unidades, onde são analisados, armazenados e tratados, conforme as leis e exigências ambientais.

Vídeo institucional Grupo Opersan:

Promaflex aperfeiçoa linha de filmes destinados ao mercado de inox

Promaflex - 35 AnosMudanças ocorrem na formulação dos produtos e nos equipamentos da fábrica, aumentando a resistência, facilitando a aplicação e reduzindo custos

A Promaflex, maior fabricante de filmes de proteção de superfície da América Latina, aprimorou sua linha de produtos destinados ao mercado de aço inoxidável (inox). A empresa promoveu mudanças tanto na formulação dos filmes quanto nos equipamentos usados na fabricação. “Investimos na melhoria dos nossos produtos voltados ao mercado de inox por causa da relevância do setor e o alto nível de exigência dos clientes”, explica o gerente industrial da Promaflex, Cristiano Nicolau Martins.

“As mudanças têm o objetivo de facilitar aplicação do filme pelos clientes, mas, ao mesmo tempo, entregar um produto com nível de proteção mais reforçado. Dessa forma, há ganhos de performance e, simultaneamente, redução nos custos de produção. Com isso, ganhamos ainda mais competitividade”, complementou.

Para chegar a esses resultados, a Promaflex realizou, dentre outras ações, um retrofit nas coextrusoras. Outros fatores relevantes foram as alterações feitas nos polímeros dos filmes e nas formulações dos adesivos. Os avanços já estão chegando ao mercado e a previsão é que todas as linhas estejam disponíveis nos próximos meses. A Promaflex produz as linhas de produtos com adesivos de borracha natural, acrílico e adesivo coextrusado.

Formulados com alta tecnologia, que está sendo ainda mais aprimorada, os filmes da Promaflex oferecem superproteção contra danificações provocadas por agentes químicos não corrosivos ou arranhões. Outra vantagem é a redução significativa de perdas durante a fabricação das peças, assim como no decorrer dos processos de estampagem, dobra, repuxo, polimento, fresa e corte. Os filmes também são essenciais no transporte e instalação de produtos acabados.

O aço inoxidável é usado em equipamentos da indústria, em áreas como alimentos, refrigeração e tubulações. Na construção civil, é utilizado em fachadas, coberturas, janelas, portas, revestimento dos azulejos, móveis e decoração de interiores. Nos utensílios domésticos, encontra-se o inox em pias, panelas, talheres e eletrodomésticos. No setor automotivo, é usado regularmente nos escapamentos, por exemplo.

Fotos: Divulgação

Gerente industrial da Promaflex, Cristiano Nicolau Martins: Mercado exigente
Gerente industrial da Promaflex, Cristiano Nicolau Martins: Mercado exigente

Os principais compradores da Promaflex são as usinas e os transformadores/distribuidoras, embora a empresa também venda, em alguns casos, para o cliente final. “Fabricantes de produtos da linha branca, por exemplo, em geral compram a chapas de inox das distribuidoras já protegidas com o filme. Os fabricantes de pias adquirem os filmes diretamente para instalação”, explica Martins.

Máquina coextruspora da linha de produção da Promaflex: Inovação
Máquina coextruspora da linha de produção da Promaflex: Inovação

Proteção eficiente

Uma proteção eficiente, como as oferecidas pelos filmes da Promaflex, mantém e agrega valor aos produtos de inox. “Quando se fala em inox, pensamos em beleza, brilho e o fato de não enferrujar. Em qualquer aplicação no qual esse tipo de acabamento seja exigido, é importante a proteção. Em um fogão, mesa de pia ou chapa que venha a revestir a parede ou fachada de um prédio, é fundamental que o material esteja intacto, sem arranhões, contaminações ou qualquer marca que o afete”, detalha o diretor-executivo da Associação Brasileira de Aço Inox (Abinox), Paulo Ricardo Coelho de Andrade.

“Por isso, a importância do plástico que reveste o aço. Assim, a proteção só é retirada quando o produto estiver transformado e pronto para a aplicação”, complementa o dirigente da Abinox, entidade que reúne grandes empresas que atuam no setor de aço inoxidável no País, muitas das quais clientes da Promaflex. A associação tem o objetivo de promover e desenvolver a utilização do inox no Brasil, nos mais diversos segmentos de mercado.

Andrade avalia que a preocupação crescente com a sustentabilidade vai estimular cada vez mais o consumo do aço inoxidável, inclusive no Brasil. “Os produtos de inox não são descartáveis. Têm grande durabilidade e alto índice de qualidade. Isso explica o porquê, por uma questão cultural, de o consumo per capita no Japão ser maior do que nos Estados Unidos, já que os japoneses costumam optar por produtos mais duráveis”, diz.

Paulo Ricardo Coelho de Andrade - Abinox
Paulo Ricardo Coelho de Andrade – Abinox

“Quando essa cultura é impregnada na sociedade, os custos, por mais que sejam maiores em relação a outros materiais, acabam valendo a pena no médio e longo prazo”, assinala.

O executivo acredita que haja espaço para o consumo de inox crescer no Brasil. “Comparando com outros países de economia semelhante, como África do Sul e México, o consumo médio brasileiro ainda está abaixo do potencial. Mas, a tendência é de crescimento, conforme as vantagens desse material ficarem cada vez mais conhecidas”, finaliza.

Sobre a Promaflex

Fundada em 1988, a partir de joint venture entre uma companhia multinacional do setor e um grupo brasileiro, a Promaflex é pioneira e líder na área de filmes para proteção de superfície em toda a América Latina. Sua sede localiza-se em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, onde funciona o parque industrial, com duas unidades. A empresa atua em diversos segmentos da indústria, além da construção, filmes de proteção, mantas de proteção e termoacústicas, rótulos, embalagens e filme óptico são alguns dos seus principais produtos. Em seu laboratório, no qual atuam engenheiros de produção, físicos e químicos, são realizados testes e pesquisas para o lançamento de produtos que atendam às mais altas expectativas do mercado.

A empresa também fabrica produtos para o consumidor final, como o Xô Mofo, manta bactericida antifungos 100% atóxica, produzida com nanotecnologia de prata na camada de espuma e no adesivo.

Desde 1998, possui a certificação ISO 9001 e mantém parceria com organizações nacionais e internacionais, visando garantir acesso ao que há de mais avançado em tecnologia na sua área de atuação. A Promaflex foi uma das empresas brasileiras pioneiras em aderir ao Pacto Global da ONU, a partir de 2010.

Fábrica da Promaflex na Grande São Paulo: Líder na América Latina
Fábrica da Promaflex na Grande São Paulo: Líder na América Latina

Mais informações: www.promaflex.com.br

Novo diretor na Belgo Arames

Após reorganização estratégica na diretoria da Belgo Arames, o executivo Hamilton Lana assume o cargo de diretor de Produtos Comerciais e será responsável pelas linhas de Agronegócio, Belgo Cercas e Cercamento Urbano. Edson Takagi, antes nessa função, assume a Diretoria de Produtos Especiais e a área de exportação.

Hamilton iniciou sua trajetória na Belgo como estagiário, em 2003, e tem experiência nas áreas de produção, logística, marketing, vendas e produto. Nos últimos anos, atuou como gerente de vendas na regional São Paulo e, em 2023, assumiu a gerência de vendas do Sudeste. É formado em Marketing, pós-graduado em Marketing e Mídias Digitais pela Fundação Getúlio Vargas e em Liderança e Inovação pela mesma instituição.

Incotep aplica solução inédita em fundação de solo mole em região ribeirinha

Uso pioneiro de técnica importada dos Estados Unidos possibilita a execução de projetos em solos de menor resistência

A Incotep, empresa do Grupo Açotubo, foi buscar nos Estados Unidos uma solução inédita no Brasil para viabilizar a construção de estruturas que serão utilizadas para fomentar a educação e para armazenamento de água potável em uma comunidade quilombola na região do rio Amazonas. A equipe técnica da empresa, em parceria com o departamento de engenharia da Elecnor, aplicou pela primeira vez no país a técnica para execução de fundações em solos moles às margens do rio Igarapé Muratubinha, um dos afluentes do rio Amazonas, na região de Óbidos, no estado do Pará.

O procedimento empregou estacas helicoidais com a utilização de graute (argamassa de alta resistência) para compensar a baixa capacidade portante do solo, e consequentemente o baixo torque e comprimento excessivo das fundações.

“Acoplamos uma ferramenta de perfuração ao tubo da estaca helicoidal, para que enquanto o equipamento perfura o terreno, este acessório especial auxilie na injeção do graute”, explica Marcelo Starling, gerente de Engenharia da Incotep. “Além disso, a solução auxilia na formação de fuste, que auxiliará na absorção dos esforços atuantes”, completa o executivo.

O desafio encontrado pela empresa na análise do terreno foi um solo de baixa resistência e não drenado. A fundação foi entregue em novembro e agora a obra se encontra em fase de andamento, das etapas seguintes.  “Fomos a campo e acompanhamos a execução e ensaios para validação da performance. Todo este processo de suporte técnico foi realizado sem custos adicionais para o cliente. A Elecnor é uma parceira de longa data da Incotep e o projeto veio solidificar este relacionamento”, finaliza Starling.

Sobre o Grupo Açotubo

Com 49 anos de atividades, o Grupo Açotubo é reconhecido pelo portfólio, serviços e soluções em distribuição siderúrgica. A empresa tem cinco divisões de negócios, sendo Tubos e Aço, Conexões, Aços Inoxidáveis, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep), com unidades estratégicas posicionadas em diferentes regiões para atendimento em todo o Brasil e presença na América Latina, com atuação no Peru e na Colômbia. Com investimentos constantes em tecnologia e infraestrutura, o Grupo tem como meta atender aos clientes com agilidade e qualidade em todas as suas necessidades, sem restrição de volume. Valoriza seus colaboradores como força motriz de desenvolvimento, tem a responsabilidade social como um de seus principais pilares e também possui a certificação ISO 14001 pela prática de um sistema de gestão ambiental eficiente. Mais informações no site.

Grupo Açotubo celebra aniversário de 50 anos com parceiros, fornecedores e colaboradores

Empresa celebrou seu jubileu com duas festas, sendo uma voltada para celebrar a trajetória de sucesso do grupo, e outra com os funcionários da matriz e filiais

O Grupo Açotubo completou 50 anos de atuação na terça-feira (20/2). E para celebrar a data especial, a empresa organizou dois eventos para compartilhar o momento histórico com profissionais que fazem parte da trajetória da companhia.

O primeiro deles aconteceu no dia do aniversário, com jantar realizado no espaço 033 Rooftop, localizado no Teatro Santander, em São Paulo,  e contou com as presenças dos três irmãos fundadores e atuais conselheiros Luiz, Wilson e José Ribamar Bassi, com os representantes da segunda geração da família: Bruno Bassi (CEO), Nathalia Bassi (Coordenadora de Governança Corporativa e Familiar), Vinicius Bassi (Gerente de Marketing), Larissa Bassi (HR Business Partner), Caroline Bassi (Acionista) além da presença de gestores de empresas do setor siderúrgico como Gerdau, Aperam, Vallourec, Tenaris, entre outras.

A noite foi marcada por discursos dos administradores, homenagens à trajetória de sucesso da empresa e de seus fundadores, e a exibição de depoimentos de parceiros comerciais nacionais e internacionais, como, por exemplo, a ArcelorMittal.

Durante o discurso, Bruno Bassi, destacou a importância das relações sólidas para os negócios e conquistas da empresa. “Eu tenho a certeza que as parcerias que construímos aqui, entre família, parceiros, colaboradores e clientes, tem nos movido e vão nos mover para o futuro. Certamente, com coragem e a colaboração de todos, vamos crescer ainda mais, inovar e atingir novos patamares”, disse.

O espaço foi decorado nas cores vermelho e branco que remetem à identidade da empresa, e painéis com datas que remetem a fatos importantes da empresa. O evento teve o som da Jazz São Paulo.

Já no sábado (24), a celebração foi com aproximadamente mil funcionários do grupo, incluindo profissionais da matriz e de todas as filiais, localizadas em diferentes regiões do país. O evento foi realizado no espaço Komplexo Tempo, em São Paulo, com apresentação musical da dupla sertaneja Marcos & Belutti.

Sobre o Grupo Açotubo

Com 50 anos de atividades, o Grupo Açotubo é reconhecido pelo portfólio, serviços e soluções em distribuição siderúrgica. A empresa tem cinco unidades de negócio, sendo Tubos e Aços, Conexões, Aços Inoxidáveis, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep), com unidades estratégicas posicionadas em diferentes regiões para atendimento em todo o Brasil, Peru e Colômbia. Com investimentos constantes em tecnologia e infraestrutura, a empresa tem como meta oferecer soluções aos clientes com agilidade e qualidade em todas as suas necessidades, independentemente de volume. Valoriza seus colaboradores como força motriz de desenvolvimento e tem a responsabilidade social como um de seus principais pilares, mantendo controlados os impactos ambientais das operações visando a sustentabilidade do negócio.

Estudo realizado pela TÜV Rheinland viabiliza oferta vencedora do leilão do Trem Intercidades em São Paulo

Consórcio liderado pelo Grupo Comporte vence certame em São Paulo após elaborar proposta baseada na avaliação realizada pelos engenheiros da empresa alemã

O consórcio C2 Mobilidade Sobre Trilhos liderado pelo Grupo Comporte, em parceria com a estatal chinesa CRRC, maior fabricante mundial de suprimentos ferroviários, conquistou a vitória no leilão do Trem Intercidades que conectará as cidades de São Paulo e Campinas. A obra será concretizada por meio do modelo de Parceria Público-Privada (PPP), com um investimento estimado em R$ 14,2 bilhões.

A proposta vitoriosa foi elaborada com base nos estudos de engenharia conduzidos pelos especialistas da TÜV Rheinland, empresa global de consultoria, testes e certificação de sistemas metroferroviários. A avaliação fornecida pela empresa alemã desempenhou um papel fundamental na decisão da Comporte de participar do leilão, resultando em sua vitória.

“A expertise técnica da TÜV Rheinland foi fundamental para nossa estratégia e sucesso neste empreendimento. Com base em sua avaliação, conseguimos formular uma proposta competitiva e robusta, culminando na conquista deste importante projeto para São Paulo e região”, afirma José Efraim Neves, diretor do Grupo Comporte.

Além do trem intercidades São Paulo – Campinas, a Comporte ampliará suas responsabilidades, assumindo também a gestão da Linha 7-Rubi, que conecta a estação Barra Funda a Jundiaí, ao longo de suas 17 estações.

Os estudos de engenharia realizados pela TÜV Rheinland contemplaram uma análise abrangente e detalhada das necessidades técnicas e operacionais envolvidas na implementação do sistema ferroviário. Os engenheiros da TÜV Rheinland conduziram uma avaliação completa dos aspectos estruturais, de segurança e de eficiência do projeto, considerando desde a infraestrutura das vias até os sistemas de sinalização e controle. Além disso, foram avaliados critérios de sustentabilidade e impacto ambiental, garantindo que o projeto esteja alinhado com as melhores práticas globais. “O estudo proporcionou à equipe do consórcio liderado pela Comporte uma compreensão profunda dos desafios e das oportunidades envolvidas, permitindo a formulação de uma proposta competitiva e tecnicamente sólida para o leilão do Trem Intercidades”, explica Marcos Camelo, Gerente Geral de Ferrovias da TÜV Rheinland.

Este sucesso soma-se à vitória da Comporte no leilão de privatização do Metrô de Belo Horizonte (MG) no final de 2022, onde a empresa também apresentou uma proposta embasada em um estudo de viabilidade realizado pela TÜV Rheinland.

Lars Walther, Diretor Global de Ferrovias da TÜV Rheinland, acrescenta que “Estamos orgulhosos por termos contribuído para mais uma conquista significativa na infraestrutura ferroviária brasileira. Nossa parceria com a Comporte demonstra o impacto positivo que a expertise técnica pode ter na viabilização de projetos desafiadores”.

Boston Metal do Brasil inicia revolução na metalurgia mundial em Minas Gerais

Empresa vai recuperar metais de alto valor a partir de rejeitos de mineração 

A Boston Metal do Brasil, sediada em Coronel Xavier Chaves (MG), inaugurou hoje (7/3) a primeira unidade mundial com a tecnologia Eletrólise de Óxido Fundido (MOE, na sigla em inglês). Com ela, vai extrair seletivamente metais de alto valor, como nióbio e tântalo, a partir de rejeitos de mineração, transformando materiais complexos e de baixa concentração de metais em uma fonte de receita e promovendo o uso mais eficiente dos recursos naturais.

Por utilizar eletricidade de fonte renovável para o processamento do rejeito e a separação dos metais de alto valor, a Boston Metal do Brasil em Coronel Xavier Chaves vai operar com baixa emissão de CO2. 

A inauguração contou com a presença do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, de representantes de mineradoras e empresas metalúrgicas brasileiras e internacionais, além de investidores da Boston Metal global.  

“A MOE de Coronel Xavier Chaves é um vislumbre do futuro, o exemplo real de uma solução inédita, escalável, econômica e sustentável para a produção de metais e ligas a partir de uma grande variedade de matérias-primas”, diz o brasileiro Tadeu Carneiro, presidente e CEO de Boston Metal global, sediada em Woburn, nos Estados Unidos. “A MOE promoverá a economia circular e o progresso sustentável da metalurgia.” 

Boston Metal Brasil - Foto aérea fábrica

Expansão prevista

A Boston Metal do Brasil prevê a produção de 720 toneladas de metais de alto valor em 2024. Até 2026 a capacidade será ampliada para até 10 mil toneladas/ano, com o que a empresa passará dos atuais 80 para 250 empregados. Outras unidades como a de Coronel Xavier Chaves deverão ser instaladas no Brasil. “Essas operações vão gerar receita e não nos desviarão de nosso objetivo maior, que é descarbonizar a produção de aço”, diz Tadeu Carneiro.  

Coronel Xavier Chaves, de 3.500 habitantes, foi escolhida para sediar a primeira operação por oferecer boa combinação entre a oferta de matéria-prima e de energia limpa, e por estar inserida em um ambiente sociocultural favorável, com profissionais familiarizados com a atividade de mineração. A planta foi erguida em tempo recorde. “Nossa instalação é uma prova da dedicação e experiência de nossa equipe”, diz o brasileiro Itamar Resende, presidente da subsidiária brasileira. 

Como funciona a MOE

Matéria-prima (rejeito, em Coronel Xavier Chaves) é inserido na célula MOE e submetido a uma corrente elétrica de elevada amperagem entre um anodo positivo, no topo da célula, e um catodo negativo, na parte inferior. A corrente elétrica promove a obtenção do metal desejado, liberando oxigênio e, ao mesmo tempo, gerando altíssimas temperaturas que derretem o material, que é então vazado pela parte inferior, com alto grau de pureza 

A célula MOE é modular e escalável de acordo com o volume de produção projetado. Para aumentar a capacidade, basta adicionar novas células ao processo. É também flexível. “Ela é viável mesmo a partir de minério ou rejeitos com níveis de concentração de metais muito abaixo do mínimo exigido hoje pelas indústrias do setor”, comenta Itamar Resende.  

A tecnologia MOE exige menor necessidade de capital quando comparadas a instalações metalúrgicas tradicionais. “Ela abre a possibilidade para que sejam instaladas unidades produtivas de pequena ou grande escala em qualquer lugar com acesso à matéria-prima e eletricidade, incluindo mercados emergentes, nos quais aumentará a demanda por metais nas próximas décadas devido à rápida urbanização”, afirma Tadeu Carneiro. 

Interesse mundial

A tecnologia MOE chamou a atenção de investidores de grande relevância no mundo corporativo. Em três etapas bem-sucedidas de captação de funding, a Boston Metal levantou mais de US$ 350 milhões, atraindo investidores como a ArcelorMittal, maior siderúrgica global, as mineradoras BHP e Vale, a Microsoft e o Breakthrough Energy Ventures, fundo do bilionário Bill Gates para o investimento em soluções de energia sustentável. A Boston Metal é a única empresa que recebeu investimentos do IFC (braço privado do Banco Mundial) antes mesmo de começar a gerar receitas.

Mais informações
Marco Piquini – piquini@piquini.com.br(31) 98769-2704
Marcelo Moreira – marcelo@piquini.com.br(31) 99511-0702
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