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Tube 2024: As indústrias de petróleo e gás são capazes de lidar com a pressão

Feira Tube 2024: Dusseldorf – Alemanha

As indústrias de petróleo e gás são capazes de lidar com a pressão de 1.200 expositores, 52.000 metros quadrados ocupados em oito salas de exposição

Tube Düsseldorf 2024 está pronto para decolar em abril! O número de visitantes já está bem acima do nível pré-pandemia, um sinal claro de que a oferta e a procura para a principal feira comercial do mundo para a indústria de tubos são uma combinação perfeita! Um programa de apoio emocionante acompanhará os eventos nas salas de exposição e está disponível em www.tubetradefair.com/en/Programme/Conferences_Forums.

O sucesso contínuo só é possível para as empresas que olham mais profundamente. Uma declaração de missão que se aplica hoje mais do que nunca às indústrias de petróleo e gás. Cada vez mais, a extracção dos recursos naturais deve ser executada em profundidades até 10.000 metros para obter um rendimento rico – os campos de petróleo e gás facilmente acessíveis localizados no mar, por outro lado, estão a secar lentamente. A consequência: os requisitos aumentam consideravelmente para tubos através dos quais o fluido flui para cima.

O desenvolvimento de depósitos de petróleo e gás em locais marinhos mais profundos tornou-se um dos maiores desafios para a indústria de extração: Os tubos têm de suportar altas pressões, temperaturas de até 300 graus centígrados, meios agressivos e água salgada na área offshore com aumento constante. profundidades. Ao mesmo tempo, os padrões de segurança e as expectativas de eficiência permanecem elevados. A saúde e a segurança no trabalho e a proteção ambiental são também indispensáveis para as indústrias do petróleo e do gás. Assim, a pressão continua a aumentar – e de várias maneiras simultaneamente.

Um caso para os especialistas da indústria de tubos Mas as indústrias de petróleo e gás são capazes de lidar com a pressão.

Os fornecedores de sistemas de tubulações responderão aos desafios fornecendo projetos otimizados e uma seleção precisa de materiais. Quanto mais fundo os tubos tiverem de ser baixados no mar e no fundo do mar, menor deverá ser o peso do tubo. Este é o caso também dos especialistas do setor de tubos, que mais uma vez responderão às dúvidas do público trader que estará presente no Tube.

As últimas tendências e destaques dos setores industriais de fios, cabos e tubos serão apresentados na principal feira mundial de fios e tubos, de 15 a 19 de abril de 2024, em Düsseldorf.

Informações atuais sobre o setor e os produtos podem ser encontradas no portal da Internet em www.wire-tradefair.com e www.tubetradefair.

Randoncorp está entre empresas Mais Ágeis do Brasil com iniciativa que promove a cultura da decisão baseada em dados

Reconhecimento foi concedido nesta semana, no Agile Trends, principal evento sobre abordagens empresariais ágeis

A Randoncorp, juntamente com uma de suas controladas, a DB, está entre as 10 empresas Mais Ágeis do Brasil. O reconhecimento foi concedido nesta semana durante o principal evento sobre abordagens empresariais ágeis. O Agile Trends é pioneiro na premiação daqueles que praticam agilidade, valorizando e oferecendo mais visibilidade às empresas e profissionais que contribuem para o desenvolvimento do mercado brasileiro. A Companhia participa da premiação compartilhando um de seus cases de experiências sobre o uso de abordagens ágeis desenvolvido ao longo de 2023, na categoria Tribos da premiação, voltada para iniciativas que envolvam até 200 colaboradores.

No case inscrito, estiveram envolvidos cerca de 70 profissionais diretos, que atuam em diferentes unidades de negócio da Randoncorp, como a DB, a Randon, a Frasle Mobility e a Rands, além de áreas como centro corporativo, negócios digitais, TI, hiperautomação e o Centro de Soluções Compartilhadas (CSC). As decisões e ações encaminhadas pelo grupo tem potencial de impactar todo o conjunto da Companhia, que hoje conta com mais de 16 mil colaboradores.

Entre os aprendizados da jornada desenvolvida, esteve a implementação do processo de mudança para uma cultura orientada por dados de forma sistêmica, com ciclos de trabalho e feedbacks constantes e sinergia entre os diferentes profissionais. Dos desafios ainda por serem enfrentados no percurso, o principal ponto foi a retenção de talentos nos times que atuam com as metodologias ágeis e a gestão e operação dos dados, tendo em vista o contexto industrial do grupo.

“A construção da nossa jornada tem um importante desafio de apoiar a transformação de um contexto de trabalho ainda tradicional, tanto nos nossos ambientes das indústrias, como nos negócios de serviços e áreas administrativas. Acreditamos que os resultados obtidos até aqui materializam a estratégia de dados das empresas por meio da promoção do conhecimento, evolução da maturidade analítica, governança e agilidade. Temos ainda um caminho a trilhar, renovados agora com esse reconhecimento, que nos estimula a seguir apostando nisso”, avalia o diretor de Estratégias Digitais da Randoncorp, Mateus de Abreu.

Alcoa Wheels lança a roda com maior capacidade de carga do mercado para transporte comercial

Com capacidade para 3.750 kg, nova Ultra ONE® continua sendo mais leve que as rodas de aço ou as concorrentes de alumínio, sendo a melhor escolha para operações on e off road

São Paulo, 5 de março de 2024 – A Alcoa® Wheels, líder mundial na fabricação de rodas forjadas de alumínio, acaba de lança mais um produto da família Ultra ONE® de rodas ultraleves. Trata-se do modelo de 8,25” x 22,50” com capacidade de carga de 3.750 kg, a maior capacidade disponível no mercado na categoria de rodas ultraleves para veículos comerciais.

Aprimorando a geração anterior, a nova Ultra ONE® apresenta uma redução significativa de peso, ao mesmo tempo em que ganha resistência. Perfeita para atender às exigências extremas do mercado sul-americano, a nova Ultra ONE® para aplicações severas utiliza a liga patenteada Alcoa® MagnaForce®, proporcionando uma resistência 17% superior às atuais ligas disponíveis no mercado.

Essa tecnologia permite reduzir peso do produto sem comprometer a sua capacidade máxima de carga, tornando-o a escolha ideal para operações mistas de transporte – on road e off road. Sua impressionante capacidade de carga de até 3.750 kg atende às necessidades de operações que demandam maior resistência sem sacrificar a redução de peso em comparação com rodas de aço e outras de alumínio atualmente comercializadas no mercado regional.

As dimensões da nova Ultra ONE® permitem que ela seja utilizada em uma ampla variedade de veículos, incluindo caminhões, ônibus e implementos rodoviários.

“A Alcoa Wheels® está atenta às necessidades do mercado sul-americano de transporte comercial. A nova roda forjada de alumínio Ultra ONE® para aplicações severas representa mais um avanço tecnológico que ajudará nossos clientes a transportar mais carga por viagem sem comprometer a segurança na operação de seus veículos”, afirma Rodrigo Leal, diretor-presidente da Alcoa® Wheels para a América do Sul e África do Sul.

A nova Ultra ONE® equipa veículos no mercado Europeu desde o início de 2023, sendo fornecida a todos os fabricantes de caminhões, ônibus e implementos rodoviários, reforçando o alto nível de confiança dos clientes em relação às tecnologias lançadas pela Alcoa® Wheels.

Para mais informações sobre a Ultra ONE® e outras inovações da Alcoa®, visite o site da empresa ou entre em contato por e-mail.

Sobre a Alcoa® Wheels

A Alcoa® Wheels, uma unidade de negócios da Howmet Inc., atende o mercado de veículos comerciais com produtos usados em uma variedade de aplicações, incluindo rodas de alumínio forjado, produtos premium como rodas Ultra ONE® com liga MagnaForce®, Dura-Black ™, Dura- Bright®, Dura-Flange®, tecnologia LvL ONE® e rodas de caminhões de aplicação leve M-Series®, bem como uma variedade de outros componentes de alumínio para esses mercados. Para mais informações visite Alcoa Rodas e siga @AlcoaRodas no Twitter, Instagram, Facebook e YouTube.

Sobre a Howmet Aerospace

A Howmet Aerospace Inc., com sede em Pittsburgh, Pensilvânia, é fornecedora líder global de soluções avançadas de engenharia para os setores aeroespacial e de transporte. Os principais negócios da empresa concentram-se em componentes de motores a jato, sistemas de fixação aeroespaciais e componentes estruturais de fuselagem necessários para desempenho e eficiência de missão crítica em aplicações aeroespaciais e de defesa, bem como rodas de alumínio forjadas para o transporte comercial. Com aproximadamente 1.150 patentes concedidas e pendentes, as tecnologias diferenciadas da Empresa permitem que aeronaves e caminhões comerciais sejam mais leves e consequentemente mais eficientes em termos de combustível, desse modo reduzindo as emissões de carbono. Para mais informações, clique aqui.

Mais informações:
F2 Conteúdo
Fernanda Angelo – (11) 99619-7749

VLI atinge recorde histórico no Corredor Norte e no Terminal Portuário de São Luís

Além do recorde sobre trilhos, a companhia também computou a maior movimentação histórica na operação do Terminal Portuário de São Luís, com 5,6 milhões de toneladas

Com 14,5 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil) movimentadas ao longo de 2023, a VLI quebrou seu recorde histórico de transporte ferroviário no Corredor Norte. O resultado mais alto até então havia sido registrado em 2022, com 14,1 bilhões de TKU. Além do recorde sobre trilhos, a VLI também computou a maior movimentação histórica na operação do Terminal Portuário de São Luís, com 5,6 milhões de toneladas, contra 5,4 milhões registradas no ano anterior – até então, o melhor resultado.

“Os recordes são resultados do nosso foco no atendimento à demanda de nossos clientes, planejamento e estabilidade operacional, além de investimentos recentes, que nos permitiram ampliar a capacidade de transporte. O resultado é gratificante para todo o nosso time, pois reflete o nosso compromisso de entregar o nível de serviço que nossos clientes desejam”, afirma Alessandro Gama, diretor-executivo de Operações da VLI.

O corredor Norte atende clientes dos segmentos do agronegócio, mineração, celulose e combustíveis. Ele cobre importantes áreas produtoras do Brasil, em especial o Matopiba e os Estados de Mato Grosso, Pará e Goiás. Sua estrutura inclui o tramo norte da Ferrovia Norte-Sul, controlado pela VLI, e a Estrada de Ferro Carajás, por onde a VLI opera por direito de passagem para acessar o sistema portuário de São Luís. Também compõem o corredor três terminais integradores estrategicamente posicionados nas cidades de Palmeirante e Porto Nacional, no Tocantins, e Porto Franco, no Maranhão. Os terminais realizam o transbordo das cargas dos caminhões para as ferrovias, além de oferecer capacidade de armazenagem aos produtores.

Investimentos e novos negócios

Em 2023, a VLI iniciou a operação de transporte de fertilizantes no corredor Norte, em uma parceria com a Companhia Operadora Portuária do Itaqui (Copi). O projeto é resultado de investimentos conjuntos que somaram de mais de R$ 400 milhões e nasce com capacidade para movimentar 1,5 milhão de toneladas por ano.

A inauguração do corredor é o primeiro passo para uma grande transformação regional, possibilitando a criação de um grande polo industrial no Terminal Integrador de Palmeirante e áreas adjacentes, com possibilidade de arrendamento de terreno para players de fertilizantes, tradings de agronegócio e outros setores. A principal vantagem é o ganho em eficiência, pela proximidade com a operação ferroviária e capacidade de armazenagem oferecida. No último ano, Mosaic e Ultracargo anunciaram investimentos para instalação no local.

Também no último ano, a VLI investiu em material rodante para aumentar sua capacidade de transporte de carga no corredor. No segundo semestre, a companhia anunciou o pedido de compra de 168 vagões Hopper HTT e três locomotivas, em um negócio que movimentou um total aproximado de R$ 200 milhões.

Para mais informações, acesse: https://www.vli-logistica.com.br/

VLI
Contato com a imprensa
InPress Porter Novelli
vli@inpresspni.com.br

Sobre a VLI

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Por quatro anos consecutivos entre as três companhias mais inovadoras do setor de Transporte e Logística no ranking do Valor Inovação, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

Acro Cabos expande operação para atender segmento offshore

Nova unidade em Macaé-RJ amplia portfólio da empresa com soluções especializadas e maior expertise na área

A Acro Cabos, empresa especializada em produtos e serviços para amarração, elevação e movimentação de cargas, expande suas atividades e passa a operar uma nova unidade no município de Macaé, no Rio de Janeiro. Com isso, a companhia amplia a qualificação do seu portfólio ao atender o segmento offshore de forma mais estruturada.

Macaé se torna a terceira unidade da empresa e se junta à operação da capital paulista e à de Curitiba, no Paraná. A expansão inclui um novo galpão de 1000 m² como parte da infraestrutura necessária para dar suporte às demandas do setor.

Para Rafael Garcia Simon, sócio-diretor da Acro Cabos, a entrada no segmento offshore posiciona a empresa como uma fornecedora completa: “A operação de Macaé nos trouxe mais expertise para atender a este setor, que é estratégico, mas no qual ainda não tínhamos uma presença forte. Este crescimento ajuda também a impulsionar a qualidade e as especificações de nosso portfólio, que agora se adequa também às exigências deste mercado”, pontua.

Para operar junto a empresas offshore, um setor fortemente regulado por normas técnicas e de segurança, a Acro Cabos investiu em capacitação. Uma delas foi a certificação Type Approval Certificate DNV 2.7.1, obrigatória para que se possa atuar junto ao segmento.

“Nos submetemos aos processos de avaliação de qualidade e excelência na produção de cabos para operações offshore e passamos por uma rigorosa auditoria para conquistar esta certificação”, conclui Simon.

Sobre a Acro Cabos

Especialista em soluções para elevação, amarração e movimentação de cargas, a Acro Cabos atua no mercado há mais de 25 anos. A empresa é reconhecida pela excelência de seus produtos e serviços, que atendem às mais rígidas exigências do mercado com certificações que atestam seu compromisso com a segurança e a qualidade.

Agenda CNI: pesquisa Investimentos na Indústria na sexta-feira (8) às 10h

A pesquisa aponta o cenário de investimento das grandes indústrias para este ano, além de balanço do ano passado e percentual de recursos destinados à inovação, tecnologia, pessoal e eficiência energética

Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga, na sexta-feira (8) às 10h, a pesquisa Investimentos na Indústria. O levantamento identifica as intenções de investimento da indústria brasileira e os principais entraves enfrentados pelas empresas na realização de seus planos de investimento. Essa pesquisa de opinião empresarial é realizada anualmente.

O pacote de divulgação conta com release, vídeo com entrevista do porta-voz e imagens de apoio. Os dados serão publicados na Agência de Notícias da Indústria, na página de Estatísticas e no Twitter da CNI (@CNI_br). Também serão encaminhados, por e-mail, aos jornalistas cadastrados.

Indústria defende retomada do financiamento à exportação de serviços pelo BNDES

CNI considera urgente a aprovação do PL 5.719/2023 pelo Congresso, que alinha o sistema de crédito à exportação de serviços às melhores práticas internacionais e a retomada do apoio público à modalidade

 Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera que o Projeto de Lei no 5.719/2023, em análise no Congresso Nacional, representa um passo importante para a retomada e o fortalecimento do financiamento à exportação de serviços no Brasil. A proposta permite ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) retomar o apoio ao financiamento de obras e serviços no exterior, prática comum dentre os grandes exportadores mundiais.

Segundo a CNI, a recuperação do crescimento econômico do Brasil está diretamente ligada a uma inserção mais efetiva no mercado global, e as exportações – de bens e de serviços – funcionam como catalisadores de inovação, criação de emprego, diversificação econômica e aumento de renda. Esses fatores reforçam a importância das políticas públicas voltadas para o financiamento e garantias de crédito para as exportações.

Apesar da prática mundial reiterada e do potencial da indústria brasileira, o apoio à exportação de serviços no Brasil está paralisado desde 2015, especialmente para serviços de engenharia. “A lei é fundamental para o Brasil ter um marco legal apoiado nas melhores práticas internacionais, que estimule o aumento das exportações de serviços, como a maioria dos países fazem”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial e Economia da CNI, Rafael Lucchesi.

A importância do crédito oficial à exportação de serviços

A retomada do apoio brasileiro às exportações de serviços melhoraria as condições de as empresas brasileiras competirem em um mercado global em plena expansão. Segundo dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), em 2022, o total de serviços exportados mundialmente alcançou US$ 7,1 trilhões. Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos exportaram cerca de US$ 929 bilhões no mesmo ano (13%, do mercado mundial), seguidos pelo Reino Unido com cerca de US$ 494 bilhões (6,9%).

Em 2022, o Brasil começou a se reposicionar no mercado de exportações de serviços, atingindo um valor de serviços exportados de cerca de US$ 39 bilhões. O total representa uma participação de mercado de 0,6% no mercado mundial, com taxa de crescimento anual de 25,3%. Mesmo assim, o país segue em desvantagem competitiva em comparação com economias desenvolvidas e em desenvolvimento.

Segundo estudo da LCA, a cada dólar exportado de serviços há adição de 30% de renda. Nas exportações de serviços de engenharia 70% são provenientes de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMES).

A retomada do financiamento à exportação de serviços significa, também, apoiar outras indústrias na cadeia. As exportações de serviços de engenharia promovem a criação de canais de distribuição a exportadores de bens, que passam a fornecer de modo constante mesmo após o fim dos projetos. Mais de 4,8 mil empresas brasileiras participaram como subfornecedoras das operações de exportação de serviços apoiadas pelo BNDES, entre 1998 e 2017. Dos US$ 10,5 bilhões financiados, praticamente um terço (32%), US$ 3,4 bilhões, consistiam em bens e US$ 449 milhões em serviços fornecidos por outras empresas brasileiras.

Fortalecimento das práticas internacionais e da transparência

O sistema de crédito oficial brasileiro opera alinhado com as melhores práticas internacionais. Por exemplo, quando comparado as políticas de financiamento público às dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) o sistema brasileiro é até mais conservador não permitindo a cobertura de gastos locais o que gera uma desvantagem para os exportadores brasileiros. Tais políticas são um instrumento relevante, pois países competem entre si para oferecer aos clientes estrangeiros de suas empresas nacionais condições competitivas com as condições ofertadas por outros países.

A proposta do PL fortalece o alinhamento às melhores práticas internacionais de crédito à exportação de serviços e possibilita a retomada do apoio público a essa modalidade, uma vez que incorpora na legislação referências explícitas de que os instrumentos de crédito à exportação estão em conformidade com as definições internacionais de serviços, conforme estabelecido pelo Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços (GATS) da Organização Mundial do Comércio (OMC), que está em vigor. Além disso, consolida o entendimento de que as condições de operação e os valores máximos de crédito devem seguir as práticas internacionais.

Outro destaque do PL é o reforço do compromisso do BNDES com a transparência, com a apresentação anual de informações sobre a carteira de financiamentos ao Congresso. A proposta também reitera a proibição de financiar projetos em países inadimplentes, a menos que haja uma renegociação de dívida formalizada, e alinhamento às expectativas do Congresso.

I Encontro Nacional da Indústria e Serviços reúne representantes do setor para discutir a nova política industrial

Promovido pela ApexBrasil, o evento integrou entidades governamentais a mais de 30 setores produtivos parceiros da Agência. Tendências e perspectivas para o futuro da indústria e dos serviços dominaram os debates na manhã desta terça-feira (5)

A primeira edição do Encontro Nacional de Indústria e Serviços, organizado pela ApexBrasil e ocorrido nesta terça-feira (5) na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), reuniu governo e setor produtivo brasileiro com intuito de discutir perspectivas e estratégias para o futuro da indústria. Os debates foram realizados no contexto da Nova Indústria Brasil, apresentada em janeiro pelo vice-presidente da República e ministro do Ministério de Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin. O ministro também participou do evento na Fiesp, onde anunciou medidas e projetos de lei que tramitam no Congresso para impulsionar indústria, serviços e comércio exterior.

De acordo com o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, o Brasil vive momento positivo para o setor. “A gente está virando a chave. O Brasil estava travado, mas um país continental como o nosso, que cresce 2,9% no ano, isso tem que acender a luz verde em todas as empresas, em todos os lugares, para dizer: olha, gente, vai ter uma corrida de novo, os carros estão andando, e se não fizermos por onde, a gente pode ficar para trás”, destacou. Comprometida com os objetivos da Nova Indústria Brasil, a ApexBrasil tem alinhado suas estratégias com as políticas públicas do governo federal, rumo a uma nova fase dedicada à promoção da indústria no mercado internacional.

Além das autoridades, mais de 30 entidades setoriais parceiras da ApexBrasil foram representadas no encontro, em setores produtivos das áreas de Casa e Construção; Economia Criativa; Máquinas e Equipamentos; Moda; Saúde; Tecnologia; e Serviços, entre outros. Os debates foram desenvolvidos em torno de dois eixos temáticos: Agendas Estratégicas para Indústrias e Serviços, e Perspectivas dos Complexos Setoriais de Indústria e Serviços no contexto da Nova Política Industrial.

Agendas Estratégicas para Indústrias e Serviços

O primeiro painel de debates envolvendo as entidades setoriais abordou as agendas estratégicas para a indústria e os serviços brasileiros, e contou com a participação de representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do MDIC, e da Câmara de Comércio Exterior (Camex).

O diretor do Instituto Guimarães Rosa/MRE, Marco Nakata, falou sobre o setor da Economia Criativa, que, segundo ele, contribui significativamente para o PIB brasileiro. “É um setor dinâmico que combina cultura, economia e tecnologia; é um motor essencial para o desenvolvimento sustentável, inovação e diversificação econômica. No Brasil, com nossa rica tapeçaria cultural e artística, o potencial para expandir e internacionalizar nossa economia criativa é imenso”, defendeu.

De acordo com o diretor, o setor emprega cerca de 7,5 milhões de pessoas, o que representa 7% do total da economia brasileira, com 130 mil empresas atuantes no país. “O Instituto Guimarães Rosa está empenhado em participar desse esforço conjunto de governos, setor privado, acadêmicos, artistas e sociedade civil. Juntos podemos transformar a economia criativa em uma força ainda mais poderosa para o desenvolvimento do Brasil”, afirmou.

Representando a Camex, a secretária executiva Marcela Carvalho frisou a importância de medidas que priorizem a geração de emprego e renda, defendendo instrumentos de apoio oficial às exportações. “A nossa ideia é sempre trazer medidas de facilitação de investimentos e apoio ao investidor estrangeiro, em se tratando de temas que se relacionam ao governo federal, de uma forma mais ampla. Temos interlocução com 47 órgãos da administração; então, trazemos sempre a questão do investimento como extremamente importante e relevante nesse momento”, destacou.

O superintendente de Negócios Internacionais da CNI, Frederico Lamego, falou sobre a necessidade de se uma criar agenda público-privada articulada para promover a Nova Indústria Brasil, ou seja, uma agenda de neoindustrialização voltada ao fortalecimento de uma economia de baixo carbono. “A gente precisa criar uma agenda na área de saúde, por exemplo, na área de defesa, de infraestrutura, etc, e, ao mesmo tempo, contemplando as agendas das diversas associações industriais brasileiras”, apontou Lamego.

O diretor do Departamento de Novas Economias do MDIC, Lucas Maciel, também reforçou as potencialidades do setor verde e destacou a questão ambiental como centro da agenda de articulação de políticas públicas. “A questão da iminência climática é algo estarrecedor de grave. Essa dupla crise de ebulição climática e de exclusão social dramática nos coloca com o imperativo de uma transição energética justa e inclusiva”, pontuou. Maciel frisou ainda que existem grandes fluxos de capitais direcionados à Agenda Verde, e que eles podem e devem ser atraídos para o Brasil. “O Brasil tem uma posição muito estratégica, muito privilegiada. Eu acho que isso é cerne para uma agenda de atração de investimentos e para a conquista de novos mercados”.

Perspectivas

No evento, também houve um painel dedicado às perspectivas dos complexos setoriais industriais no contexto da Nova Indústria Brasil. Representantes de entidades parceiras da ApexBrasil contribuíram com o debate.

Haroldo Ferreira, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, a Abicalçados, lembrou que o Brasil é o único local de produção do mundo com certificação de sustentabilidade. “Nosso país é o que produz o calçado mais sustentável do mundo. Nós éramos o terceiro maior produtor e hoje, infelizmente, somos o quinto. Mas com essa pegada da sustentabilidade, que é um diferencial de toda a cadeia, desde a produção de couros e da produção dos insumos, nós temos como agregar muito e aumentar a exportação, gerando mais postos de trabalho no Brasil. Através da ApexBrasil, nós poderemos voltar a crescer a exportação do calçado brasileiro”, destacou.

Representando a Associação Brasileira das Indústrias de Móveis, Abimóvel, a diretora Cândida Cervieri lembrou que o Brasil também é o sexto maior produtor de móveis no mundo. “Até muito pouco tempo, durante a pandemia, nós tivemos uma quebra nas nossas indústrias de 76%, o que também foi uma grande oportunidade. Se não fosse o apoio da ApexBrasil, as indústrias não teriam atingido grandes volumes de exportação, e nós não estaríamos no mundo inteiro falando do Brasil, da qualidade dos nossos produtos e daquilo temos de melhor”, frisou a diretora. Segundo Cândida, hoje o brasileiro exporta sem financiamento e sem garantia, e a Nova Indústria Brasil vem para mudar este cenário.

Patrícia Gomes, diretora da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, a Abimaq, chamou a atenção para os desafios do setor. “A gente hoje não tem, ou tem ainda de forma muito limitada, instrumentos de apoio para financiar e garantir as exportações. As empresas do setor utilizam recursos próprios para financiar e garantir as suas operações. Quando isso acontece, outras agendas importantes para o setor são um pouco deixadas de lado. Então a gente precisa ter esse fortalecimento do sistema oficial de apoio às exportações e garantias para que a gente possa, de fato, tirar proveito dessa nova política industrial que a gente celebra”, ponderou.

Por fim, fechando a mesa de debates dedicada aos diversos setores produtivos apoiados pela ApexBrasil, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos, Abiquifi, Norberto Prestes, falou sobre a importância da nova política industrial para o mercado. Segundo Prestes, apesar de a indústria nacional farmacêutica produzir 65% dos medicamentos consumidos aqui, ela ainda não está inserida no mapa da inovação mundial do setor. “Nós não temos um medicamento, registrado e desenvolvido aqui no Brasil, que o mundo inteiro reconhece. Então o trabalho com esse projeto não é só atrair investimentos por si, mas desenvolver um sistema de inovação radical no país para dar solidez para quem vai vir e incentivar quem está produzindo aqui a desenvolver esses novos medicamentos”, pontuou o presidente.

Hoje, a ApexBrasil mantém mais de 30 projetos setoriais apoiados pela Gerência de Indústria e Serviços da Agência, dedicados ao desenvolvimento de diferentes complexos econômicos. Todos são executados em parceria com entidades de referência nos setores produtivos em que atuam em âmbito nacional.

Assessoria de Imprensa ApexBrasil
imprensa@apexbrasil܂com܂brP

Fundada e dirigida por uma executiva, TAKAO reflete o protagonismo feminino no mercado automotivo

  • Marca, fundada por uma mulher, tem 34% de presença feminina em seu quadro de colaboradores
  • CEO, Fátima Soares, dá dicas para as mulheres que querem empreender no mercado de reparação automotiva

São Paulo, 8 de maio de 2024 – Em 2011, a economista Fátima Soares apresentou ao mercado a TAKAO, marca de componentes para motor comercializada pela Goop Distribuidora, e referência no mercado de reparação automotiva, que prima pelo compromisso com a alta qualidade de seus produtos e com a diversidade e a igualdade de gênero. A empresa se destaca no mercado por ter uma das maiores representatividades de mulheres entre as empresas automotivas, com 34% do total do quadro de colaboradores.

Com capital 100% brasileiro, é uma das líderes no segmento de componentes automotivos, sendo a única a oferecer 95% das peças existentes para a manutenção de motores à combustão. Sua história está ligada à Goop, responsável pela comercialização de seus produtos em todo o território nacional. Criada por Fátima, no ano 2000, a distribuidora surgiu a partir de uma deficiência que empresária encontrava na obtenção de peças de reposição para alguns automóveis importados, em sua retífica, no bairro paulistano da Vila Guilherme. Hoje, a empresa conta com 18 centros de distribuição, localizados em 13 diferentes estados, oferecendo mais de 6.000 itens para o mercado de reposição automotiva.

“A presença feminina no segmento automotivo ainda é tímida, mas vem ganhando espaço ao longo dos anos”, afirma Fátima. “A promoção da igualdade de oportunidades cria um ambiente onde todas as pessoas podem prosperar. Acreditamos que a diversidade de perspectivas é fundamental para impulsionar a inovação e o sucesso empresarial”, complementa.

Empreendedorismo Feminino

O aumento do protagonismo feminino também está sendo sentido em outros segmentos. Conforme estudo apresentado pelo SEBRAE em 2023, o número de donas de negócios atingiu 10,3 milhões no Brasil no terceiro trimestre de 2022, nível recorde de uma série histórica que se iniciou no terceiro trimestre de 2016. Desse total, 53% estavam no setor de serviços, onde estão as oficinas mecânicas, distribuidores e varejistas de autopeças.

Como empreendedora há mais de 20 anos, Fátima compartilha algumas dicas para as mulheres que pretendem adentrar e se destacar neste setor:

  • Valorize a diversidade: aproveite diferentes pontos de vista para cada assunto e não tenha medo de olhar as coisas sob uma nova perspectiva, sem pré-julgamentos.
  • Construa uma rede de apoio: procure mentores, associações e grupos de networking voltados para o empreendedorismo feminino, para obter conselhos, orientações e oportunidades de colaboração.
  • Tenha instinto “oportunista”: fique atenta a novas oportunidades de negócios. Uma situação adversa pode mostrar uma demanda não atendida, onde você será pioneira e obterá uma vantagem sobre seus concorrentes.
  • Foque em especialização: em um mercado altamente competitivo, como o automotivo, ser especializado em um determinado produto, serviço ou negócio é um importante diferencial. Identifique nichos em que puder se destacar e invista em se tornar uma especialista neles. Isso permitirá que se destaque junto à concorrência, fidelizando uma clientela que busca por um atendimento diferenciado.
  • Priorize a qualidade e a inovação: priorize a excelência em todos os aspectos do seu negócio. Invista na inovação e esteja à frente das tendências do setor para demonstrar seu compromisso em promover mudanças positivas.
  • Supere estereótipos: o mercado automotivo ainda é um ambiente predominantemente masculino e carregado com preconceitos. Ao invés de se abater com esses obstáculos, utilize-os como combustível para superá-los, enfrentando-os com confiança, resiliência e determinação. Ao permanecer fiel a si mesma e à sua visão, você pode quebrar paradigmas e inspirar outras pessoas a seguirem seus passos.

“Continuamos investindo em iniciativas para promover a inclusão e o empoderamento feminino, reconhecendo os benefícios tangíveis que a diversidade traz para a empresa e para a sociedade como um todo. No Dia Internacional da Mulher, reafirmamos o compromisso com a igualdade de gênero, celebrando as conquistas até então, mas reconhecendo que ainda temos um longo caminho para atingirmos a plena igualdade de direito de gênero em nossa sociedade”, finaliza a executiva.

Sobre a TAKAO

A TAKAO, marca para componentes para motor, comercializada pela Goop Distribuidora, empresa com 22 anos de tradição no mercado do aftermarket automotivo. De capital 100% nacional, é a segunda marca de componentes para motor mais lembrada pelos mecânicos. Atende 95% da frota circulante, com mais 6300 itens, dispostos em 23 famílias de produtos para aplicação em automóveis, picapes, comerciais leves e vans. Conta com 18 centros de distribuição, localizados estrategicamente em 13 estados e 18 diferentes cidades. Essa estrutura permite atender à demanda dos clientes com agilidade e pontualidade em todo o território nacional.

TAKAO
Atendimento à Imprensa
Grupo Printer Comunicação

Marcel Salgueiro
Celular: (11) 99830-5595
E-mail: marcel.salgueiro@grupoprinter.com.br

Juliana Cabrini
Celular: (11) 97227-4668
E-mail: juliana.cabrini@grupoprinter.com.br

PHINIA investe na capacitação e desenvolvimento de mulheres na indústria automotiva

  • Mulheres ocupam 50% das vagas na área de Aftermarket da empresa
  • Programa “Woman in Leadership” prepara e promove mulheres para cargos de liderança

Piracicaba, 08/03/2024 – Apesar dos avanços significativos alcançados nos últimos anos, com a inclusão de mulheres na indústria automotiva, os desafios persistem. No Dia Internacional da Mulher, a PHINIA, líder em sistemas de combustível premium, sistemas elétricos e produtos de reposição, reforça seu compromisso com a promoção da diversidade, inclusão e igualdade de gêneros, destacando suas iniciativas para o avanço da presença feminina em suas operações.

Com um olhar atento para esse tema, a empresa destaca que atualmente 27% dos cargos de liderança em sua planta fabril, em Piracicaba/SP são ocupados por mulheres. Além disso, há uma significativa presença de trabalhadoras em diversas áreas, como administrativa, comercial, tecnológica e manufatura, contribuindo para um ambiente diverso e inclusivo. Isso também aumenta as oportunidades de movimentação e promoção profissional para as diversas vagas disponíveis na companhia.  Ressaltando esse compromisso, Amaury Oliveira, vice-presidente de Aftermarket da PHINIA, enfatiza que “metade do quadro de colaboradores no aftermarket da empresa é composto por mulheres.”

Para incentivar ainda mais o protagonismo feminino em posições de decisão, a empresa mantém o programa de mentoria “Woman in Leadership”, que capacita profissionais em cargos executivos, proporcionando oportunidades de crescimento e desenvolvimento dentro da organização. “Trabalhamos para preparar, capacitar e reter talentos, por meio do incentivo ao protagonismo das mulheres no ambiente de trabalho, proporcionando um ambiente onde elas se sintam apoiadas e incentivadas a atingir seus objetivos”, explica Selma Pinto, Gerente de RH da PHINIA.

Camila Rocha

O sucesso desta ação já é visto no quadro de executivos da companhia. Camila Rocha, Gerente Global de Eventos da PHINIA, foi uma das participantes do programa. “Um dos pontos de destaque é a oportunidade de estarmos em contato com mentoras e mentores de diferentes áreas de atuação e regiões do globo. Essa amplitude de informações e experiências nos oferece uma bagagem importantíssima para o nosso desenvolvimento, como profissionais e como pessoas, permitindo que possamos replicar o conhecimento adquirido para ajudarmos outras mulheres a também seguirem em busca de seus objetivos”.

Com mais de uma década de carreira, Camila é um exemplo e uma referência para muitas colegas, tendo iniciado sua trajetória na empresa como estagiária na área comunicação, e progredindo hierarquicamente, em cargos de supervisão, coordenação e gerência, até chegar ao atual posto.

“Sou muito feliz por fazer parte de uma corporação que investe na diversidade e inclusão. Sendo uma empresa GPTW (Great Place to Work), temos um direcionamento muito forte para iniciativas que promovam um ambiente de trabalho acolhedor e participativo. Isso certamente contribui bastante para a grande presença de mulheres em praticamente todos os departamentos”.

Participação feminina na Indústria Automotiva

Uma pesquisa realizada em 11 países, pela Gi Group, evidenciou que apenas 50,3% das empresas consultadas têm ações para garantir igualdade de remuneração e oportunidades para mulheres, enquanto somente 40,8% oferecem trabalho flexível, licença maternidade e auxílio alimentício.

Por outro lado, em média, 80% das empresas pesquisadas informaram ter programas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) com foco nas mulheres, para incentivá-las a entrar no setor.

Nesse cenário, o Brasil se destaca como líder na promoção da igualdade de gênero, com 96,4% das empresas atuando para eliminar disparidades.

A PHINIA, em parceria com a comunidade global, continua comprometida em criar um ambiente de trabalho inclusivo e diversificado, onde o talento e a capacidade sejam reconhecidos, independentemente do gênero.

A empresa reconhece que há desafios a serem superados, mas está determinada a liderar pelo exemplo e inspirar mudanças positivas dentro e fora do setor automotivo.

“As mulheres ainda precisam se esforçar para buscar seu espaço no mercado. Nem sempre isso é fácil, mas com dedicação, persistência e determinação conseguimos atingir os nossos objetivos. É muito gratificante poder contribuir para o sucesso do time e ver que todo o esforço valeu à pena. E ainda, ser procurada por outras mulheres para falar sobre os desafios do dia a dia”, finaliza a executiva.

Sobre a PHINIA

A PHINIA é líder de mercado e fornecedora independente de soluções e componentes de alta qualidade com mais de 100 anos de experiência em fabricação e relacionamentos com o setor, com um forte portfólio de marcas que inclui Delphi, Delco Remy® e Hartridge. Com 12.900 funcionários em 44 locais em 20 países, a PHINIA tem sede em Auburn Hills, Michigan, EUA. Trabalhando em veículos comerciais e aplicações industriais (caminhões pesados e médios, construção fora de estrada, aplicações marítimas, agrícolas e industriais) e veículos leves de passageiros, caminhões, vans e veículos utilitários esportivos, desenvolvemos sistemas de combustível e peças de reposição que mantêm motores de combustão operando com máximo desempenho, do modo mais limpo e eficiente possível, ao mesmo tempo em que investimos em futuras tecnologias que irão liberar o potencial de combustíveis alternativos.

Ao fornecer o que o mercado precisa hoje para se tornar mais eficiente e sustentável, ao mesmo tempo em que desenvolvemos produtos e soluções inovadores para um amanhã mais limpo, somos o parceiro de escolha para uma gama diversificada de clientes industriais e de aftermarket, ao impulsionar nossa jornada compartilhada rumo a um futuro neutro em carbono e livre de carbono.

PHINIA

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