terça-feira, março 3, 2026
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Fiscalizações de 2025 apontam tendência de endurecimento do Fisco em 2026

O comportamento das fiscalizações tributárias ao longo de 2025 indica que Receita Federal, estados e municípios devem adotar uma postura mais rigorosa em 2026, especialmente durante a migração para o novo modelo de tributação. O cruzamento eletrônico de dados, a ampliação de ferramentas de monitoramento e a maior integração entre entes federativos criaram um ambiente de auditoria mais sensível para empresas que ainda não revisaram seus processos.

A tributarista Edna Dias, com mais de 22 anos de experiência na área, identifica dois movimentos claros nas fiscalizações de 2025. “O primeiro é o uso intensivo de análises automatizadas. O Fisco está cruzando notas, declarações e dados de fornecedores com mais profundidade. O segundo é o aumento da atenção sobre empresas de médio porte, que passaram a ser monitoradas com mais rigor durante a transição”, explica.

Para Edna, o fortalecimento da fiscalização não é acidental. “O Fisco quer reduzir inconsistências antes da implementação plena do novo sistema. O objetivo é evitar que erros acumulados contaminem a entrada do IBS e da CBS. Por isso, 2026 deve ser marcado por auditorias mais técnicas e detalhadas”, afirma.

A tributarista alerta que, para muitos setores, 2025 já serviu como espécie de ensaio geral. Empresas que não revisaram NCMs, regimes de apuração, regras de crédito, benefícios fiscais ou obrigações acessórias foram mais expostas a autuações e notificações eletrônicas. Esse padrão deve se intensificar no próximo ano, já que o Fisco utilizará dados de 2025 como referência para identificar comportamentos recorrentes.

Para Edna, o maior risco para 2026 é justamente o acúmulo de erros. “Muitas empresas não têm processos integrados entre área fiscal, contábil, financeira e tecnologia. Isso aumenta o risco de perder crédito, recolher de forma incorreta ou sofrer notificações eletrônicas em série”, afirma.

A recomendação da tributarista é usar os meses finais de 2025 para revisar processos e simular cenários. “Entrar em 2026 sem auditoria interna é arriscado. A preparação reduz autuações e garante maior previsibilidade na transição. A reforma exige uma postura mais integrada e preventiva”, conclui.

Hytera destaca soluções avançadas em comunicação à mineração

A Hytera, referência global em soluções de comunicação profissional, participou da 3ª edição do Expominério, um dos principais eventos do setor de mineração no Brasil. Reunindo os principais players da área, a feira acontece no final de novembro, em Cuiabá, capital do Mato Grosso.

Com presença consolidada no Brasil e liderança no mercado de rádios DMR, a Hytera participou por meio de uma parceria com seu revendedor TecPoint Soluções em Comunicação e Tecnologia. Durante o evento, o público pode conhecer um portfólio completo de dispositivos desenvolvidos para entregar robustez, alto desempenho e tecnologia avançada para aplicações críticas, inclusive em áreas com risco de explosão.

A Hytera destaca sua linha de rádios mais procurada pelo setor, incluindo os modelos portáteis HP506, HP71x e HP79x EX, desenvolvidos para ambientes de alta exigência. Entre os diferenciais tecnológicos para mineração, os equipamentos oferecem proteção contra poeira, água e quedas, além de manterem o funcionamento mesmo em túneis ou áreas sem cobertura de celular.

Outros recursos de segurança reforçam o portfólio que será apresentado, como o Man Down, que identifica quando o operador permanece imóvel por um período prolongado, e o Lone Worker, que monitora profissionais que trabalham sozinhos e exige respostas periódicas.

“A comunicação confiável é um elemento estratégico na gestão de locais perigosos, como os de minas e extração, independentemente do seu porte. Nossos equipamentos atendem todos os grupos industriais, garantindo segurança, agilidade nas decisões e integração entre as equipes. Esta ação reforça nosso compromisso em apoiar a mineração com inovação real e aplicável”, explica Flávio Fuchs, vice-presidente da Hytera Brasil.

Sobre a Hytera Communications Corporation Limited (SZSE: 002583) é uma fornecedora global de destaque em tecnologias e soluções de comunicação profissional. Com recursos integrados de voz, vídeo e dados, oferece conectividade mais rápida, segura e versátil para usuários corporativos e de missões críticas. Assim, busca tornar o mundo mais eficiente e seguro ao permitir que os clientes alcancem mais — tanto em operações do dia a dia quanto em situações de emergência. Saiba mais <clicando aqui>.

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Máquina de CORTE para Bobinas de Aço

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Grupo MS cresce 76% e consolida Liderança no setor de Guindastes

A TRUMPF, líder global em soluções de alta tecnologia para máquinas-ferramenta e laser, celebra o sucesso da sua parceria com o Grupo MS, uma empresa de Farroupilha (RS), que se tornou uma potência no mercado de guindastes.

Com um crescimento impressionante de 76% no último ano, a empresa gaúcha atribui parte de seu sucesso e estabilidade ao investimento contínuo em equipamentos TRUMPF, reconhecidos por sua precisão e longevidade.

Fundado em 2017, o Grupo MS é uma empresa jovem, mas com ambições claras. Seus CEOs, Gleison da Cruz e Gilberto Sonaglio Junior, iniciaram a jornada da empresa focada em se tornar a maior do segmento de guindastes da América Latina, um objetivo que está sendo rapidamente alcançado no Brasil.

Gleison da Cruz, CEO do Grupo MS

Longevidade e Qualidade: A Jornada com a TRUMPF

O relacionamento de Gleison com a TRUMPF começou antes mesmo da fundação do Grupo MS, onde ele já admirava a marca como referência de qualidade no mercado. Após um período inicial de terceirização, a busca por um parceiro de equipamentos chegou na empresa alemã.

“A gente tem que tentar achar uma TRUMPF, porque é máquina que a gente não vai se incomodar,” relata o CEO. A primeira aquisição, uma TruLaser Série 3000 usada, provou o valor da decisão, entregando velocidade e precisão que superavam as expectativas. Essa máquina acompanhou a empresa em sua fase inicial até ser substituída.

Sede do Grupo MS, em Farroupilha/RS

Com o rápido crescimento, o Grupo MS decidiu dar um salto de qualidade, adquirindo um equipamento novo. O investimento estratégico mais recente é a TruLaser 1060 fiber, que solidificou a capacidade produtiva da empresa e marcou um novo patamar de excelência.

O equipamento, escolhido após uma análise de portfólio, conta com 12 kW de potência e uma mesa de 6 metros de comprimento. Gleison conta que a decisão de investir no equipamento foi guiada pela confiança: “Nós entramos com o processo de comprar uma nova máquina. Quando a gente mandou o nosso cadastro para a Alemanha, ele foi aprovado. Bom, se confiaram em nós, nós temos que pegar, né? E a gente fez a aquisição da máquina nova.”

A chegada da nova TruLaser gerou um impacto positivo: “Chegar uma carreta com uma máquina zero fez um barulho muito grande em toda a região. Esse equipamento fez muita diferença no nosso crescimento. Quando você fala para o mercado que tipo de máquinas você tem dentro de casa, a conversa muda.”, destaca o CEO.

“O Divisor de Águas é Não Ter Problema”

Para o Grupo MS, o foco está na longevidade do negócio. Gleison enfatiza que a qualidade TRUMPF garante que os equipamentos acompanhem a empresa por 15 a 20 anos. Um exemplo disso é a máquina anterior, que foi vendida em 2022 e “corta 19 milímetros como nenhuma outra máquina chinesa corta até hoje.”

“O divisor de águas é não ter problema,” afirma Gleison, que também elogia o rápido e eficaz suporte técnico da TRUMPF, muitas vezes resolvido remotamente. “A gente entende o porquê da qualidade ao visitar as fábricas, a complexidade que é o produto, o valor agregado. Olhar para equipamento desse nível e olhar para TRUMPF, e conhecer a história por trás, é muito legal.”

À medida que o Grupo MS continua seu ciclo de crescimento, a parceria com a TRUMPF está firmemente estabelecida, com planos de futuras aquisições tanto para novas máquinas laser quanto para dobradeiras.

Gilberto Sonaglio Junior e Gleison da Cruz, CEOs do Grupo MS, em evento comemorativo da TRUMPF

Sobre a TRUMPF – É uma empresa de alta tecnologia que oferece soluções de fabricação nas áreas de máquinas-ferramenta e tecnologia laser. Atua como líder em conectividade digital na manufatura por meio de consultoria, plataformas e softwares. Reconhecida como líder de mercado e tecnologia, a TRUMPF se destaca em máquinas-ferramenta altamente versáteis para processamento de chapas metálicas e no campo de lasers industriais. Em 2023/24, a empresa empregou cerca de 18.550 colaboradores e alcançou vendas de aproximadamente 5,2 bilhões de euros (dados preliminares). Com cerca de 90 subsidiárias, o Grupo TRUMPF está presente em quase todos os países europeus, além da América do Norte, América do Sul e Ásia. A companhia possui instalações de produção na Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Áustria, Suíça, Polônia, República Tcheca, Estados Unidos, México e China.

Em 2025, a TRUMPF comemora 44 anos de presença no Brasil. Com sede em Barueri, a empresa possui uma operação solidificada e com abrangência para prover assistência técnica a seus clientes em diferentes regiões, sendo responsável também em dar suporte às operações na América do Sul.

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Adoção de robótica é chave para vantagem competitiva na indústria

* Por Luiz Paulo, Gerente de Automação do SiDi

robótica industrial deu um salto marcante na atual década. Graças aos recentes avanços em tecnologias digitais, sensoriamento e Inteligência Artificial (IA), a automação está cada vez mais presente na indústria e, consequentemente, os processos produtivos estão alcançando novos patamares de eficiência, flexibilidade, agilidade e qualidade.  Considerada a nova fronteira da automação industrial, a robótica aliada a Inteligência Artificial está alterando o patamar competitivo das fábricas, produzindo produtos sob demanda e com alto índice de padronização. 

Na década de 50, George Devol e Joseph Engelberger criaram o primeiro robô industrial, chamado de Unimate. A inovação, claro, ganhou muito destaque e, em 1961, foi instalada pela primeira vez em uma fábrica da General Motors. A partir de então, iniciou-se a discussão sobre como a robótica auxiliaria os processos produtivos e qual o limite da capacidade dela, também chamada de automação industrial. Após muitos avanços e 64 anos depois, estamos presenciando a sua adoção em larga escala, com milhares de sistemas robóticos espalhados por fábricas em todo mundo, integrando redes inteligentes, robôs colaborativos e trabalhadores humanos. Ao final de 2024, a World Robotics registrou 4.281.585 unidades de robôs em operação em fábricas de todo o mundo.

Segundo estudo da Statista Market Insights, plataforma global de dados e inteligência de negócios, a receita do mercado de robótica industrial deve atingir US$ 372,80 milhões até 2028. A China já planeja liderar essa corrida, com a meta de atender 50% da demanda global até o final deste ano, de acordo com relatório recente divulgado pela Leaderobot, empresa de tecnologia chinesa. Os ótimos números apenas reforçam que a indústria já entendeu que a automação não apenas acelera o ritmo de produção, mas também fornece inteligência e padronização aos processos, reduz variações e minimiza desperdícios – ou seja, eleva a qualidade da entrega, o que faz com que o mercado viva um novo momento. 

Antes de implementar um projeto de robótica, é natural que surja a pergunta sobre o ROI. A redução de custos com trabalho humano parece o fator mais óbvio para esse cálculo, mas a verdade é que a automação está associada também à qualidade – e esse é o seu pilar fundamental. A insatisfação de um cliente ao receber um produto com defeito ou um alimento danificado, por exemplo, pode significar a perda de consumidores. Com a difusão da robótica no mercado, há um salto de qualidade, ao ponto de chegarmos em um processo produtivo que não registrará defeitos no produto final. Esse é o fator correto para o cálculo do ROI, e a indústria parece ter entendido esse raciocínio que representa um ganho para eles e para o cliente.

O mercado está agressivo: o consumidor compra um produto e quer receber rápido e se sentir satisfeito. O ganho de velocidade produtiva e a garantia de qualidade colocam a automação como a solução que imaginava-se em 1960, alcançando a evolução prevista por aqueles que sempre buscaram progresso e valor para o mercado. Isso se comprova ao vermos que não é somente o setor produtivo das empresas que têm se beneficiado dessas tecnologias. A robótica vem crescendo em áreas que dão suporte ao sistema produtivo, como galpões logísticos, departamentos de qualidade e de manutenção de equipamentos de produção. 

Outro ponto que justifica a propagação da automação são os ganhos diretos na produção. A robótica redefine o ambiente de trabalho e a própria gestão da operação. Tarefas perigosas, repetitivas ou que exigem esforço ergonômico excessivo são transferidas para os robôs, preservando a saúde e a segurança dos colaboradores. Isso libera a força de trabalho humana para atuar em funções mais estratégicas, como a supervisão dos sistemas automatizados e o aprimoramento contínuo dos processos – não é uma substituição, mas uma integração inteligente. Essa colaboração entre humanos e robôs, aliada à capacidade dos equipamentos de coletar dados precisos em tempo real, cria um ciclo virtuoso de otimização, permitindo manutenções preditivas e ajustes finos na produção que antes eram impossíveis de se alcançar.

Os robôs já não são meros executores de tarefas repetitivas: eles já são capazes de aprender o trabalho para guiar operações e tomadas de decisões. A indústria já compreendeu o valor de tal tecnologia e não há mais retorno. O crescimento será cada vez maior, afinal ainda há muita oportunidade de expansão da robótica, especialmente no Brasil. A fábrica que não aderir, terá desvantagem competitiva. Já as que estiverem abertas à inovação e utilização das tecnologias, verão o ROI desse investimento ser cada vez mais curto e principalmente, ter uma alta satisfação dos seus clientes perante a alta qualidade e padronização.

Aproaço alerta para risco de colapso na Indústria do Aço RJ

Alerj vota na próxima semana Projeto de Lei que reduz incentivos fiscais garantidos até 2032. Associação das Indústrias Processadoras de aço fala em perda de competitividade, desindustrialização e risco de demissões em massa

A indústria de processamento de aço – ou indústria de transformação – do Estado do Rio de Janeiro corre o risco de entrar em colapso a partir de janeiro de 2026. A afirmação foi feita pela Aproaço – Associação das Indústrias Processadoras de Aço do Estado do Rio de Janeiro, a qual conta com quase 40 indústrias filiadas e acompanha com muita preocupação a tramitação do projeto de Lei 6.034/2025, que altera a contribuição sobre o Fundo Orçamentário Temporário (FOT). O projeto, que deve ser votado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), já na próxima semana, causou insegurança jurídica no segmento ao propor uma drástica redução dos incentivos fiscais, garantidos anteriormente até 2032.

O novo texto prevê um aumento triplicado do imposto pago pelas indústrias já para 2026, saltando de 10% para 30%, e ainda um aumento gradual nos anos subsequentes; 40% em 2027; 50% em 2028, até chegar em 90% em 2032, último ano de vigência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o qual será extinto devido à Reforma Tributária.

De acordo com o presidente da Aproaço, Haroldo Filho, com a aprovação da Lei do Aço (8.960/2020), que entrou em vigor em janeiro de 2024, diversas indústrias procuraram o interior do estado para investir no segmento. Outras já instaladas, principalmente no Sul Fluminense – um grande polo metalmecânico no Estado – realizaram a expansão das suas operações, investindo em tecnologia, ampliando a produção, além de gerar cerca de 1.500 mil novos empregos desde janeiro de 2024.

“É muito importante que os deputados tenham sensibilidade nesta votação para preservar a vocação da indústria do aço no estado e, principalmente, o emprego de milhares de trabalhadores do setor metalmecânico. A Lei do Aço veio para trazer segurança jurídica para as empresas. E muitas apostaram nesta estabilidade, investindo até 70 milhões na construção de galpões, equipamentos de ponta, mão de obra qualificada. A indústria do aço depende de planejamento de longo prazo para amortização de ativos, adoção de tecnologias de modernização e maturidade para solidez de suas plantas. Não estamos pedindo benefícios, mas apenas que possamos seguir com as regras do jogo já acordadas”, destacou Haroldo Filho.

Atualmente, o Estado do Rio de Janeiro é o segundo maior produtor de aço do país, com 6,6 milhões de toneladas até setembro de 2025, o que representa 27,4% da produção nacional. Com uma arrecadação estimada pela Aproaço de R$ 4,5 bilhões em ICMS, setor agrega cerca de 100 mil trabalhadores na cadeia do aço no Estado do Rio de Janeiro, entre a siderurgia, produção, logística e na ponta, com o comércio de ferro e aço.

Na última semana, uma Audiência Pública na Alerj debateu junto a representantes do Governo do Estado e representantes de diversas entidades representativas, uma emenda parlamentar que propôs a retirada das leis 6.979 e 8.960, que representam o setor metalmecânico, da pauta do novo FOT.

“Entendemos a necessidade de adoção de medidas para adequação do equilíbrio nas contas públicas. E o governo do estado tem tido uma postura elogiável na abertura do diálogo junto ao setor produtivo. Por isso, essa Audiência Pública teve um papel muito importante para esclarecermos que o estado tem muito mais benefícios com o setor produtivo incentivado e aquecido até 2032, do que em uma redução gradual neste momento, onde os investimentos, produção e arrecadação também serão reduzidos com a desindustrialização”, explicou o presidente da Aproaço.

Congelamento de Investimentos

A Associação dos Processadores de Aço destacou que desde a apresentação do projeto de lei, em agosto, muitas empresas decidiram esperar por uma resolução para definir pela expansão ou realocar suas operações.

“O aumento da alíquota do FOT significa um maior custo tributário para as empresas e isso encarece a operação em relação a outros estados, onde qualquer oneração extra significa perda da competitividade e fechamento de mercados. A previsibilidade da carga tributária e dos incentivos fiscais são itens-chave na tomada de decisão de instalação, expansão ou modernização de plantas. A trajetória ascendente da alíquota de FOT compromete o futuro do setor no Estado do Rio de Janeiro, que já vem sofrendo frequentes prejuízos com a invasão do aço importado e com a crise de consumo provocada pelas altas taxas de juros. Neste momento não podemos sofrer também com a insegurança jurídica ao usufruir da Lei do Aço que levou quatro anos para entrar em vigor e sem seu segundo ano já pode perder os efeitos”, finaliza Haroldo Filho.

Mais informações acesse: https://www.instagram.com/aproacorj/

Preparados para a Transformação: GIFA, METEC, THERMPROCESS e NEWCAST 2027

Quatro feiras líderes mundiais, um objetivo comum: moldar o futuro da indústria global de metais e fundição. De 21 a 25 de junho de 2027, “O Mundo Brilhante dos Metais”, em Düsseldorf, reunirá líderes de mercado internacionais, campeões ocultos e novos participantes – do ferro e aço ao alumínio e outros metais não ferrosos. O foco estará nos principais temas que a indústria enfrenta: sustentabilidade e descarbonização, digitalização e automação, eficiência de recursos e economia circular, jovens talentos e networking global e transferência de conhecimento. Esses temas moldarão a programação, as áreas de exposição e os fóruns, formando a estrutura para inovação, transformação e viabilidade futura da indústria internacional de metais e fundição.

As empresas já podem se inscrever online para garantir sua vaga:
https://www.gifa.com/gifa_online_application
https://www.metec-tradefair.com/metec_online_application
https://www.thermprocess-online.com/thermprocess_online_application
https://www.newcast.com/newcast_online_application

O impacto do quarteto de feiras no setor já era evidente em 2023: 2.200 expositores de 56 países, 63.300 visitantes profissionais de 116 nações, sendo 58% deles tomadores de decisão e 68% vindos do exterior. Após as restrições impostas pela pandemia, a GIFA, a METEC, a THERMPROCESS e a NEWCAST figuraram entre as feiras de bens de capital mais bem-sucedidas do mundo, mantendo sua posição como eventos globais líderes e vitrines para inovações e soluções sustentáveis, consolidando-se no cenário internacional. “A GIFA, a METEC, a THERMPROCESS e a NEWCAST reúnem empresas e decisores, inovações e mercados. Os expositores em Düsseldorf em 2027 não só se posicionarão tecnologicamente, como também farão parte de uma plataforma que impulsiona ativamente a mudança no setor. Ao mesmo tempo, as empresas participantes beneficiarão da nossa experiência global e das onze feiras internacionais do ‘Mundo Brilhante dos Metais'”, explica Malte Seifert, Diretor de Metais e Tecnologias Autónomas da Messe Düsseldorf.

Quatro feiras líderes mundiais – uma cimeira conjunta do setor

O quarteto de feiras reúne as principais feiras internacionais que, juntas, criam um palco global para tecnologias, tendências e encontros na indústria metalúrgica. Como a principal feira mundial, a GIFA apresenta todo o espectro da tecnologia de fundição – desde processos inovadores de fundição e manufatura aditiva até soluções de produção com uso eficiente de recursos. Uma ampla gama de materiais e inovações tecnológicas em engenharia mecânica e de plantas completa a oferta. A METEC é a plataforma central para metalurgia, produção e processamento de metais, com foco em processos sustentáveis ​​ao longo de toda a cadeia de valor – do aço verde, alumínio e cobre à reciclagem. A THERMPROCESS apresenta soluções inovadoras para tratamento térmico industrial e, como plataforma global de inovação, impulsiona a transformação das tecnologias de processos térmicos – da eletrificação e hidrogênio a sistemas de combustível energeticamente eficientes. A NEWCAST concentra-se em produtos inovadores de fundição de precisão e soluções de construção leve. Ela reflete a dinâmica da manufatura moderna, oferecendo uma vitrine para a força inovadora do setor.

Rede global – com feiras e parceiros em todo o mundo

Essa orientação global forma a espinha dorsal do “Mundo Brilhante dos Metais”. Além das principais feiras mundiais em Düsseldorf, inúmeros eventos internacionais fortalecem a presença internacional e a transferência de conhecimento entre os mercados. Eventos como ANKIROS e ALUEXPO em Istambul, METEC Índia em Mumbai, GIFA/METEC Indonésia em Jacarta, GIFA/METEC Sudeste Asiático em Bangkok, THERMPROCESS China em Xangai, GIFA México em Monterrey, GIFA/METEC Oriente Médio e África no Cairo e GIFA/METEC Arábia Saudita em Riade, estão criando uma rede que conecta inovações em todo o mundo e traz um novo impulso para o setor. Uma nova adição é a cooperação com a Inter Foundry em Coimbatore, Índia, com início em 2026.

Mais informações:

www.gifa.com

www.metec.com

www.thermprocess-online.com

www.newcast.com

Informações sobre a iniciativa de sustentabilidade ecoMetals:

www.gifa.de/de/Programm/ecoMetals_2027

Últimas notícias do setor no LinkedIn:

www.linkedin.com/showcase/the-bright-world-of-metals

Ciser, Sebrae e startups comemoram conclusão do 4º Desafix, programa de inovação aberta

Vinte jovens empresas foram selecionadas para a 4ª edição do programa, que nos últimos cinco meses proporcionou mentoria qualificada e oportunidades de negócios aos empreendedores

A Ciser concluiu a 4ª edição do Desafix, programa de inovação aberta com foco em soluções para a indústria, realizado em parceria com o Sebrae. Foram cinco meses de uma intensa trilha de aprendizado e fomento junto a líderes de 20 startups selecionadas. A celebração de encerramento ocorreu na sexta-feira, 24 de outubro, no auditório da Escola SESI de Referência, em Joinvile (SC), reunindo especialistas em inovação, executivos e lideranças empresariais.

“O programa tem impulsionado jovens empreendimentos por meio de mentorias, ferramentas de gestão e orientação especializada para que acelerem seu crescimento e desenvolvam novas tecnologias e modelos de negócios para a indústria como um todo. Foram cinco meses de muitas atividades presenciais e online para ampliar a visão desses empreendedores e alavancar a inovação na indústria”, afirma Luidgi Paolo Pedrazza, gerente de Inovação da Ciser.

O programa de pré-aceleração é realizado por meio do Hub #Colmeia, o centro de inovação da Ciser, maior fabricante de fixadores da América Latina. As inscrições para o Desafix 4.0 aconteceram em abril, seguidas de um processo seletivo em que todas as startups foram analisadas por um time de profissionais especializados.

“Avaliamos uma a uma para entender em que estágio estão. Na pré-aceleração, trabalhamos com startups que já têm negócio e produto e estão iniciando o faturamento, para ajudá-las a adquirir velocidade e voar mais alto, com crescimento consistente”, explica Luidgi.

Nesta edição, foram selecionadas startups de diversas temáticas, atuando em indústria 4.0, soluções ESG, logística, manufatura inteligente, tecnologia digital e fixação inteligente, baseadas em diferentes cidades do Sul e Sudeste.

As startups foram a Joinville uma vez por mês para dois dias de workshops, além de participarem de uma série de atividades online durante o programa, com objetivo de preparar as equipes para pensar em negócios e estratégia, entender a experiência do cliente e em torno dela moldar produtos, além de aprofundar em atividades de gestão, como marketing, vendas e captação de recursos.

O programa também proporcionou mentorias direcionadas às questões de cada participante. Os mentores foram selecionados em um pool de 400 especialistas, entre executivos da Ciser, técnicos do Sebrae e parceiros da TXM Methods.

Mentoria e network

“Além do conhecimento e da mentoria específica para seus negócios, as startups ficam mais visíveis para outras indústrias, durante o programa. Essa proximidade permite que se conheçam e possam estabelecer parcerias que geram crescimento para todos em seus respectivos segmentos”, comenta Pedrazza.

Isso aconteceu com a equipe da 4FeedStock, empresa de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em valorização de resíduos industriais por meio da economia circular. Fundada em 2022 em Florianópolis, a startup participou da 3ª edição do Desafix, em 2024, quando a Ciser identificou a oportunidade de desenvolver, em conjunto com a mentorada, um projeto de gestão de resíduos sólidos que resulta em maior eficiência operacional e sustentabilidade.

Willian Farias, CEO da 4Feedstock, relata que o Desafix proporcionou desenvolvimento em empreendedorismo, validação de negócio, criatividade e vendas. “A experiência resultou em uma evolução significativa do nosso negócio, desdobrando em parceria com a Ciser e implementação de projetos. Também fizemos conexões valiosas com outras startups, gerando indicações e soluções complementares. Foi uma jornada intensa, rica em aprendizados e com resultados concretos em nossos negócios”, destaca.

Em quatro anos, mais de 50 startups foram beneficiadas pelo Desafix, resultando em inovação em produtos e processos, além de parcerias com indústrias consolidadas no mercado nacional e global, como é o caso da Ciser. A empresa, que acaba de completar 66 anos, leva seu portfólio de mais de 27 mil produtos a 25 países.

A Ciser é uma das empresas mais longevas da indústria nacional e também a maior fabricante de fixadores na América Latina. A inovação é um dos valores que fizeram a companhia construir a trajetória de liderança de mais de seis décadas e hoje compartilhar seu conhecimento com novos empreendimentos, fomentando toda a indústria”, destaca Pedrazza.

Próxima edição – Desafix já está em planejamento e deverá enfatizar temáticas voltadas a hardtech e deeptech, adianta Pedrazza. Os interessados podem acompanhar todas as informações sobre o Desafix nos canais do Hub #Comeia no LinkedIn e no Instagram.

Sobre a Ciser

Maior fabricante de fixadores da América Latina, a Ciser há mais de seis décadas que acompanha o desenvolvimento de Santa Catarina e do Brasil. A empresa é parte do Grupo H. Carlos Schneider, que iniciou suas atividades em Joinville em 1881. Hoje, a Ciser é reconhecida por sua confiabilidade, eficiência, diferenciação e inovação em seu amplo portfólio, atendendo clientes em mais de 25 países ao redor do mundo. A empresa tem mais de 2 mil colaboradores em suas unidades localizadas em Joinville e Araquari (SC), Sarzedo (MG), no Peru e na China. Com uma história sólida, se destaca também pelo compromisso contínuo com a comunidade e o meio ambiente. Seus produtos têm ampla utilização em setores como agronegócio, automotivo, energia, indústria moveleira, metalomecânico, construção civil, linhas branca e marrom, linha amarela, eletrônica e varejo da construção civil.

Gerdau, parceira de aço do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1

Gerdau é, pelo terceiro ano consecutivo, parceira de aço do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1

Maior empresa brasileira produtora de aço e organização da etapa brasileira da maior e mais popular competição automobilística do mundo renovam parceria com destaque para ampliação da presença do aço Gerdau 100% reciclável no Autódromo de Interlagos

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço e uma das líderes globais na produção de aços especiais para o mercado automotivo, renova, pelo terceiro ano consecutivo, sua parceria com o Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1, etapa brasileira da maior e mais popular competição automobilística mundial. Neste ano, a união ganha um novo capítulo com a ampliação da presença do aço Gerdau 100% reciclável na estrutura da competição. O evento acontecerá nos dias 7, 8 e 9 de novembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

Dando continuidade à parceria iniciada em 2023 e em alinhamento com os parâmetros de sustentabilidade do GP de São Paulo, o aço 100% reciclável e de baixo carbono da Gerdau será utilizado na modernização de mais estruturas do Autódromo de Interlagos, um ícone do automobilismo brasileiro e mundial.

Nos últimos anos, a Gerdau contribuiu com a instalação de equipamentos no autódromo como um sistema fixo de estruturas em aço para a transmissão audiovisual da prova, abrangendo todo o circuito, bem como dos mastros onde estão hasteadas as bandeiras do Brasil, do estado de São Paulo e da cidade de São Paulo.

“Após o sucesso da parceria com o Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 nos últimos dois anos, a Gerdau está orgulhosa de retornar a esse evento tão icônico para a cultura e o esporte brasileiros. Estamos muito satisfeitos em levar, mais uma vez, o aço Gerdau 100% reciclável e de baixo carbono, para um dos maiores eventos esportivos do mundo, oferecendo uma alternativa mais sustentável para a prova e deixando as novas estruturas de legado para a capital paulista”, afirma Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.

A parceria também dá luz ao modelo de produção de aço da Gerdau, pauta por inovação, reciclagem e economia circular, reforçando a identidade da companhia como a maior recicladora da América Latina, que transforma cerca de 10 milhões de toneladas de sucata metálica anualmente em produtos que contribuem para o desenvolvimento da sociedade. A reciclagem envolve mais de um milhão de pessoas, incluindo catadores e cooperativas e, também, tem efeitos positivos na mitigação das mudanças climáticas, uma vez que reduz a emissão de gases de efeito estufa.

  • Mais de 1 milhão de pessoas, incluindo catadores e cooperativas envolvidas no processo de reciclagem da Gerdau.
  • Cerca de 70% do aço da Gerdau é produzido a partir da reciclagem da sucata metálica.
  • 10 milhões de toneladas por ano: a Gerdau é a maior recicladora da América Latina.
  • Uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,85 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global de seu setor, de 1,92 t de CO₂e por tonelada de aço.

 

Sobre a Gerdau – Com 124 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em vários países e conta com mais de 30 mil colaboradores em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: cerca de 70% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 10 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 230 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,85 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,92 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,82 t de CO₂e por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3) e Nova Iorque (NYSE).

Sobre o GP São Paulo de F1 – O GP São Paulo de F1 é o principal evento recorrente do calendário esportivo brasileiro. Uma das etapas do Campeonato Mundial de pilotos e construtores, acontece anualmente no Autódromo de Interlagos, na cidade de São Paulo. A última edição reuniu público de 291,7 mil pessoas no autódromo nos três dias de evento e injetou mais de R$1,96 bilhão na economia local, além de proporcionar cerca de 20 mil empregos. Transmitido ao vivo para mais de 180 países, gera US$447,3 milhões em retorno de mídia para a cidade de São Paulo. Além de proporcionar entretenimento de qualidade, o GP São Paulo de F1 coloca à disposição de seus parceiros uma poderosa plataforma para divulgação de marcas e para relacionamento. Em total alinhamento com as diretrizes da F1, o GP São Paulo é agente disseminador da cultura da sustentabilidade ambiental, do respeito à diversidade e da inclusão social.

KIFIX: PARCERIA ESTRATÉGICA COM A TRUMPF IMPULSIONA EMPRESA GAÚCHA À LIDERANÇA COM QUALIDADE E INOVAÇÃO

Com as máquinas de corte laser da TRUMPF, a empresa gaúcha KIFIX, de Caxias do Sul, especializada em grampos de fixação, conseguiu o salto de qualidade para chegar à liderança no segmento.

A Kifix, líder de mercado na venda de grampos de fixação no Brasil, destaca a parceria estratégica e de longa data com a multinacional alemã TRUMPF, especialista em máquinas-ferramenta e tecnologia laser. Iniciada em 2012, com a aquisição da primeira máquina laser, essa união foi crucial para o salto de qualidade e produtividade que transformou a Kifix em uma empresa de atuação global.

A Kifix nasceu em 2004 em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, de um recomeço na vida de seu fundador.

“Eu acabei ficando desempregado, alguma coisa a gente teria que fazer. Começamos a fabricar grampos e foi dando certo”, relembra Juarez Santini, diretor da Kifix. “Com um bom crescimento todo ano, optamos por fazer o investimento e comprar uma máquina laser – daí conhecemos a TRUMPF.”

Juarez Santini, diretor da Kifix

Tecnologia TRUMPF: O coração da qualidade e inovação

Com cerca de 90% dos seus produtos sendo fabricados com chapa cortada a laser, a adoção da tecnologia TRUMPF foi um marco.

“Compramos a primeira máquina em 2012. O salto de qualidade e de produtividade permitiu que pudéssemos inovar em muitos produtos. Deu um “up” na qualidade, novos produtos, produtos especiais com mais agilidade,” afirma Santini.

A Kifix expandiu seu parque fabril e hoje opera com mais duas máquinas laser TRUMPF — uma TruLaser 1030 fiber de 4 kW e uma Trulaser 1030 fiber de 10 kW. Elas trabalham em tempo integral, sendo o coração da produção. A precisão no corte é fundamental para a alta qualidade dos grampos.

“Acredito que a TRUMPF nos auxiliou muito na qualidade do produto com a agilidade, a rapidez, a qualidade do corte, nos deixando muito satisfeitos,” explica Santini, destacando que, sem essa tecnologia, a Kifix estaria fora do mercado em termos de preço e qualidade.

Alcance global e suporte confiável

Além do mercado nacional, a Kifix exporta para a Europa, América do Sul e Estados Unidos. A qualidade do produto final está intimamente ligada ao corte a laser.

“Hoje, a gente preza muito pela qualidade, tanto do nosso produto como das máquinas que compramos para a produção. Somos líderes de mercado na venda de grampos. No Brasil, acredito que, se não temos 80% do mercado, estamos perto,” garante o diretor.

A fidelidade à marca TRUMPF é reforçada pela qualidade do pós-venda e da assistência técnica. A Kifix realiza manutenção anual preventiva, garantindo que as máquinas raramente parem.

“Sempre fomos muito bem atendidos. As nossas máquinas nunca ficaram paradas por falta de peça ou de técnico. O atendimento é muito bom, temos um técnico muito competente na nossa região. É um dos motivos que nos deixa muito contentes com a TRUMPF. Se formos comprar outra máquina, com certeza será TRUMPF,” conclui Santini.

Com a confiança na tecnologia e suporte TRUMPF, a Kifix não apenas assegura a qualidade e a agilidade que a tornaram líder de mercado, mas também solidifica sua posição para conquistar novos horizontes globais.

Link para o vídeo: Link

Sobre a TRUMPF – é uma empresa de alta tecnologia que oferece soluções de fabricação nas áreas de máquinas-ferramenta e tecnologia laser. Atua como líder em conectividade digital na manufatura por meio de consultoria, plataformas e softwares. Reconhecida como líder de mercado e tecnologia, a TRUMPF se destaca em máquinas-ferramenta altamente versáteis para processamento de chapas metálicas e no campo de lasers industriais. Em 2023/24, a empresa empregou cerca de 18.550 colaboradores e alcançou vendas de aproximadamente 5,2 bilhões de euros (dados preliminares). Com cerca de 90 subsidiárias, o Grupo TRUMPF está presente em quase todos os países europeus, além da América do Norte, América do Sul e Ásia. A companhia possui instalações de produção na Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Áustria, Suíça, Polônia, República Tcheca, Estados Unidos, México e China.

Em 2025, a TRUMPF comemora 44 anos de presença no Brasil. Com sede em Barueri, a empresa possui uma operação solidificada e com abrangência para prover assistência técnica a seus clientes em diferentes regiões, sendo responsável também em dar suporte às operações na América do Sul.