quinta-feira, maio 21, 2026
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Matérias-primas nacionais ganham relevância para a indústria diante de tensões geopolíticas

A escalada de tensões no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, volta a colocar pressão sobre rotas estratégicas do comércio internacional. O risco de bloqueios em corredores marítimos essenciais para o transporte de petróleo tem provocado impactos que vão além do preço do barril, afetando diretamente a logística global de importação e exportação.

Entre os efeitos imediatos estão o aumento do seguro marítimo, a alta do frete internacional e a redução da disponibilidade de navios em rotas consideradas sensíveis. Para a indústria de transformação — altamente dependente de cadeias logísticas globais — esses fatores podem representar elevação de custos, atrasos operacionais e riscos financeiros em operações internacionais.

Diante desse cenário, especialistas do setor apontam que uma das estratégias mais eficazes de mitigação de riscos é ampliar o uso de matérias-primas disponíveis no próprio país, reduzindo a dependência de fornecedores externos e a exposição a instabilidades geopolíticas.

O tema também deve ganhar espaço em discussões do setor ao longo do ano, com soluções e opções diversas serão apresentadas na Latam Wire + Steel, feira que ocorrerá entre 10 a 12 de agosto de 2026, no Expo Center Norte, na cidade de São Paulo, dedicada à cadeia produtiva de toda indústria metalmecânica na América Latina.

A Latam Wire + Steel reunirá empresas de toda a cadeia industrial — incluindo produtores de matérias-primas, fabricantes, distribuidores, laboratórios e instituições de pesquisa. Para representantes da feira, o atual contexto internacional reforça a importância de fortalecer a integração entre os diferentes elos da indústria e ampliar o debate sobre soluções nacionais para desafios logísticos e produtivos.

Iniciativas que aproximam fornecedores e compradores da cadeia metalúrgica da transformação, tendem a ganhar relevância, especialmente em momentos de instabilidade no comércio global.

Se quiser aprofundar o tema ou ouvir representantes do setor, a Latam Wire + Steel está à disposição para comentar a importância do evento e discutir os impactos do atual cenário geopolítico sobre a cadeia produtiva da indústria multisetorial.

www.wiresteel.com.br

SKF reposiciona operação no Brasil e fortalece atuação industrial

Movimento envolve investimentos corporativos e logísticos e marca nova fase da companhia, que completa 111 anos no País

A SKF avançou no Brasil em um amplo processo de reorganização operacional, passando a estruturar de forma independente as atividades voltadas aos segmentos automotivo e industrial, mantendo, no entanto, a atuação sob a marca SKF em ambos os mercados. O movimento representa uma nova etapa da estratégia local da companhia, ao preparar a operação brasileira para um modelo mais segmentado, em consonância com as diretrizes globais do grupo.

A reestruturação teve como objetivo ampliar o foco, a eficiência e a agilidade de negócios com dinâmicas distintas, sem alterar a identidade da marca no País. Em um mercado marcado pelo equilíbrio entre os segmentos automotivo e industrial, o novo desenho organizacional permitiu a criação de estruturas mais especializadas, com governança dedicada e processos alinhados às especificidades de cada frente de atuação.

Como parte desse movimento, a SKF inaugurou, em março, seu novo escritório em Jundiaí (SP), no condomínio Delta Park, consolidando a transferência de parte da operação para a cidade. A iniciativa envolveu investimentos em infraestrutura corporativa, tecnologia e logística — acima de 30 milhões de reais — e teve como marco operacional a emissão da primeira nota fiscal da nova estrutura, evidenciando a robustez da gestão do projeto e a atuação integrada das equipes.

“O novo desenho organizacional posiciona a operação industrial em um patamar mais adequado para responder às demandas do mercado brasileiro. A separação permitiu acelerar decisões e estruturar ainda mais os investimentos em serviços e capacidades técnicas. Com as novas instalações, nossa meta é aumentar a capacidade produtiva em 50% nos próximos três anos”, afirmou o CEO da SKF Brasil, Alex Pereira.

Industrial com mais independência

Com a divisão, a SKF Industrial passou a operar no Brasil com uma estrutura dedicada e mais ágil. A operação segue baseada majoritariamente em importações e direciona seus esforços à expansão de serviços, análise de dados e manutenção preditiva. Mais da metade da equipe industrial atua diretamente nas instalações dos clientes, em contratos contínuos de monitoramento de ativos, análise de vibração e lubrificação.
Em 2025, a operação brasileira já havia registrado crescimento de dois dígitos, sustentado principalmente pelos segmentos de mineração, cimento e alimentos, com uma base recorrente superior a 2 mil empresas industriais. Em 2026, com a cisão concluída e a nova infraestrutura em operação, a SKF consolida o Brasil como um dos mercados estratégicos para a expansão do negócio industrial do grupo.

O espaço ocupa uma área de 10 mil metros quadrados, distribuídos em piso fabril e três pavimentos de escritório. A nova estrutura tem capacidade para suportar a expansão prevista da operação industrial nos próximos anos.

Esse movimento deve gerar impacto proporcional direto nos indicadores de sustentabilidade da companhia, com potencial de elevar no mesmo percentual o volume de toneladas de CO₂ atualmente reduzidas por meio de suas operações e soluções industriais, reforçando a estratégia de crescimento alinhada à descarbonização da cadeia produtiva.

O executivo Fabio Matos, Cajamar Factory Manager & Country MD Brazil da SKF Automotive, destaca o compromisso de continuar fortalecendo o protagonismo que o Brasil já exerce nas Américas, com uma representatividade significativa nos negócios globais, no que tange o automotivo. “Com a divisão das operações, reforçamos nosso foco estratégico no segmento automotivo, um mercado cuja evolução caminha lado a lado com os avanços da indústria e das novas demandas de mobilidade. Nossa trajetória no Brasil sempre esteve associada à inovação e ao fortalecimento da cadeia automotiva, e seguiremos investindo para gerar valor de forma consistente — impulsionando o crescimento, a digitalização dos negócios e a geração de demanda em todo o ecossistema”, afirma.

Ampliação logística

Na área logística, a companhia consolidou um centro de distribuição em Garuva (SC), estrategicamente localizado próximo ao porto privado de Itapoá e operado pela TECADI no modelo 3PL. A SKF destaca que a nova estrutura abre a possibilidade de expansão de até 25% nos negócios da empresa, ampliando a capacidade operacional e sustentando o crescimento da operação nos próximos ciclos.

A estrutura, com 4 mil metros quadrados, passou a funcionar como hub inbound voltado ao mercado interno. A localização estratégica ampliou a previsibilidade do abastecimento e a eficiência do fluxo de importações destinadas à operação industrial.

111 anos no país
A SKF celebra 111 anos de atuação no País, trajetória construída de forma integrada pelos negócios industrial e automotivo. Ao longo desse período, a companhia acompanhou diferentes ciclos da economia brasileira, expandiu e adaptou suas operações aos avanços tecnológicos e às demandas de cada segmento, consolidando uma presença industrial diversificada e contínua, sustentada pela evolução de processos, engenharia e capacidade operacional em ambos os mercados.

Sobre a SKF
Fundada em 1907, na Suécia, a SKF é líder global em soluções para toda a indústria, está presente em cerca de 130 países, com mais de 70 fábricas e aproximadamente 43 mil colaboradores
No Brasil desde 1915, a companhia está localizada em Jundiaí (SP) e seu centro de distribuição está em Garuva (SC). A empresa conta com dois Circular Solution Centres (CSC) no país — em Jundiaí (SP) e Parauapebas (PA) — dedicados a soluções de remanufatura e manutenção para ativos industriais, reforçando sua estratégia de economia circular, eficiência operacional e redução de emissões.

Saiba mais em skf.com.br

Abimetal-Sicetel reforça papel estratégico na defesa da cadeia do aço durante a Latam Wire+Steel 2026

Parceira do evento, associação representa o segundo elo da cadeia produtiva e atua em defesa comercial, concorrencial e do fortalecimento da indústria nacional

A Latam Wire+Steel 2026 acaba de fechar uma parceria institucional com a Abimetal-Sicetel (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço e o Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço), com o objetivo de ampliar a integração e o diálogo entre os diferentes elos da cadeia de arames, cabos, aço e tecnologias associadas no Brasil e na América Latina.

A associação tem se consolidado como uma das principais vozes da indústria do aço no país, com foco no segundo elo da cadeia produtiva, responsável pelo processamento do aço bruto proveniente das siderúrgicas. Segundo o presidente da Abimetal-Sicetel, Ricardo Martins, o trabalho desenvolvido vai além da representação institucional. “Empregamos nossos esforços e recursos na defesa comercial própria, com processos antidumping, salvaguardas e solicitações de elevação de alíquotas”, afirma.  Ele ressalta que a atuação não tem caráter protecionista, mas visa garantir isonomia concorrencial. “O que buscamos é a aplicação das mesmas condições e exigências ao produto importado”, complementa.

A organização exerce um papel fundamental defesa concorrencial, enfrentando a fabricação de produtos fora das normas técnicas brasileiras, prática que, conforme o presidente, “rebaixa preços e prejudica um mercado que já está estabelecido”.

Fundada há 92 anos, inicialmente como sindicato da trefilação, a Abimetal-Sicetel ampliou sua atuação institucional há cerca de oito anos, quando passou a adotar a atual denominação e a representar uma gama mais ampla de segmentos, que vai de fabricantes de arames, eletrodos de solda e telas a componentes industriais e aplicações ligadas à mobilidade elétrica e à energia eólica.

Hoje, seria impossível nos restringirmos a um único rótulo. A ampliação da Abimetal-Sicetel ocorreu justamente para dar mais representatividade a toda essa cadeia”, explica o presidente.

De acordo com o diretor da feira, Marcelo Lopes, o apoio da Abimetal-Sicetel ao evento é fundamental para reforçar a representatividade e a união da cadeia de aços longos, planos e serviços no Brasil e na América Latina.

“Como uma das principais entidades atuantes na defesa dos interesses do setor, a Abimetal-Sicetel contribui para elevar o nível técnico do evento, promover debates estratégicos e aproximar fabricantes, fornecedores e empresas usuárias de aço. Sua participação fortalece o peso aos negócios, amplia oportunidades de inovação e consolida a feira como o principal ponto de encontro para o desenvolvimento e competitividade da indústria metalmecânica”, afirma Lopes.

Marcelo Lopes, diretor da feira Latam Wire + Steel

A participação da associação na Latam Wire+Steel 2026 reforça esse posicionamento e contribui para qualificar o debate setorial, reunindo indústria, fornecedores e especialistas em torno dos desafios e oportunidades da cadeia do aço.

A Latam Wire + Steel é organizada pela Emme Brasil e será realizada de 10 a 12 de agosto de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Para mais informações sobre a feira, acesse: www.wiresteel.com.br e www.emmebrasil.com.br.

Para expor, fale com Marcelo Lopes:

E-mail: marcelo@emmebrasil.com.br

Telefone: +55 (11) 2365-4313 (Escritório)

Celular: +55 (11) 97417-5433 (também WhatsApp)

Sobre a Latam Wire + Steel:

A Latam Wire + Steel é o ponto de encontro de toda a cadeia produtiva de arames, fios, cabos, vergalhões + aços, tubos, perfis, chapas, incluindo máquinas, equipamentos, tecnologias e serviços. Além de reunir os dois setores em um só evento, a feira proporcionará um ambiente estratégico para negócios, apresentação de inovações tecnológicas e networking. Os visitantes terão acesso às principais tendências e soluções sustentáveis, fortalecendo a conexão entre os diferentes elos. O evento ocorrerá de 10 a 12 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

Mais informações em: www.wiresteel.com.br.

Sobre a Abimetal-Sicetel:

A Abimetal-Sicetel representa a indústria processadora do aço no Brasil.  Sua base reúne 350 indústrias de pequeno, médio e grande portes, de capital nacional e estrangeiro, que integram o segundo elo da cadeia produtiva do aço no país. A organização promove a competitividade, a inovação e o crescimento sustentável do setor, além de atuar em defesa de políticas públicas que incentivem o desenvolvimento econômico e a integração da indústria nacional.

A Abimetal:

A Abimetal (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço) surgiu no final de 2018 para atender às necessidades de suas representadas por um modelo moderno de atuação associativa. Seu objetivo é focado no fortalecimento e desenvolvimento do setor, promovendo a defesa dos interesses das empresas associadas.

O Sicetel:

O Sicetel (Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço) é uma entidade de classe patronal sem fins lucrativos, fundada em setembro de 1934. Desde 1979, representa exclusivamente as empresas processadoras de aço, sendo responsável pela defesa de seus interesses e pelo fortalecimento do setor.

Mais informações em: https://sicetel-abimetal.com.br/

Modelo de serviços brasileiro da SKF vira referência global

Criada há 25 anos no país, solução para transformar manutenção industrial tem foco em performance, sustentabilidade e relações de longo prazo com os clientes

Em um momento em que a indústria mundial discute o papel das pessoas na era 5.0, a SKF, multinacional líder global em soluções industriais e automotivas, celebra 25 anos da sua área de serviços no Brasil. Atualmente, a companhia atua com diferentes modelos de contratos — desde a manutenção preditiva, inspeções em rotativos até engenharia de aplicação e confiabilidade, alinhamentos, balanceamentos, dentre outras atividades — que atendem grandes players dos setores de papel e celulose, mineração, marine, cimentos, químicos, siderurgia, agroindústria, alimentos e bebidas.

A área de serviços abrange contratos de performance e sustentabilidade até os de somente de execução, nos quais a companhia assume metas de redução de custos e otimização da operação de seus clientes. Uma das primeiras marcas atendidas pela companhia, uma indústria de papel e celulose, permanece na carteira de clientes até hoje.

O modelo de negócio que deu origem à empresa foi desenvolvido em setembro de 2000, justamente nesse setor, e desde então vem sendo ampliado para áreas como mineração e siderurgia. Ao longo dos anos, o formato foi sendo adaptado e customizado para atender às necessidades específicas de cada cliente.

“O valor da SKF está nas pessoas. A indústria 5.0 é centrada nelas, e o nosso trabalho em serviços reflete exatamente isso. Ao longo desses 25 anos, mostramos que somos mais do que um braço técnico, temos um modelo de parceria e inovação industrial, transformando a manutenção de equipamentos em um serviço de performance, eficiência e sustentabilidade”, destaca Alex Pereira, Managing Director da SKF do Brasil.

“É curioso porque, num primeiro olhar, parece contraditório: uma empresa de rolamentos oferecendo contratos para usar menos rolamentos, uma manutenção mais adequada, uma montagem mais adequada e uma lubrificação baseada na condição. Mas o objetivo da SKF é justamente garantir a longevidade e a confiabilidade dos equipamentos, construindo relações de longo prazo”, complementa Eduardo Martins, Gerente de Vendas de Serviços da SKF.

Tecnologia e dados no centro das operações

Com o avanço tecnológico, o modelo de serviços da SKF incorporou recursos de monitoramento remoto e análise em nuvem. Os dados de preditiva coletados são processados e analisados por engenheiros e técnicos qualificados da SKF, e ainda, hospedados pela própria companhia, permitindo que clientes acompanhem a performance de suas máquinas em tempo real.

“Hoje, grande parte das coletas são feitas de forma digital, por tablets ou sensores inteligentes. E temos softwares próprios, como REP Center, que monitora a condição de equipamentos rotativos e fornece um diagnóstico das máquinas industriais em operação, que pode elevar a produtividade em até 70%. Este acompanha a operação de mais de 550 mil máquinas no Brasil, realizando diagnóstico de mais de 1,7 milhão de rolamentos”, destaca Martins.

Essas informações alimentam o Painel de Gestão de Ativos, um sistema próprio que identifica anomalias, orienta ações preventivas como realinhamentos e trocas programadas e mensura o desempenho operacional. O tempo de máquina parada — conhecido no setor industrial como downtime — representa um dos custos mais críticos para as empresas. Em alguns casos, as perdas podem chegar a cerca de US$ 150 mil por hora de inatividade, o que evidencia a importância de manter os equipamentos em plena operação.

Sustentabilidade e eficiência como resultado

A eficiência obtida pelos serviços da SKF vai além da redução de custos operacionais. Segundo a companhia, o uso correto dos rolamentos e boas práticas de lubrificação diminuem o desperdício de materiais e ampliam a vida útil dos equipamentos, contribuindo diretamente com metas de sustentabilidade industrial.

“Quando você usa um rolamento de forma adequada, estende a vida dele e evita descarte prematuro. Quando aplica evita desperdício de óleo e impacto ambiental. Sustentabilidade é consequência de uma operação eficiente. Para a SKF, eficiência e sustentabilidade caminham juntas”, afirma Pereira.

Modelo de serviços brasileiro da SKF vira referência global. Foto: Divulgação/SKF

Do Brasil para o mundo

O pioneirismo brasileiro na criação dessa área atraiu atenção global dentro da SKF. A área de serviços veio da necessidade prática: oferecer suporte técnico contínuo aos clientes, indo além da simples venda de rolamentos.

“Outros países vêm até aqui para entender os modelos de contratos que trabalhamos. É um exemplo de como o Brasil foi além da venda de componentes, oferecendo soluções integradas de confiabilidade e performance”, detalha Gerson Quinhone, Gerente de Operações.

Sobre a SKF – Fundada em 1907 pelo inventor do rolamento autocompensador, Sven Wingquist, a SKF é líder global em soluções para toda a indústria. A empresa conta com mais de 70 fábricas, 43 mil funcionários e 17 mil representantes de vendas em 130 países.

No Brasil, a empresa iniciou suas atividades em 1915, oito anos após sua fundação na Suécia, com uma loja instalada no Rio de Janeiro. Já em 1963, a primeira fábrica nacional foi instalada em Guarulhos, e atualmente a moderníssima fábrica da SKF do Brasil está situada na Rodovia Anhanguera, km 30, no município de Cajamar, São Paulo, onde também está localizada uma área de serviços, chamada “Solution Factory”, que desenvolve soluções de reparos e manutenção. E, desde fevereiro de 2013, seus escritórios de vendas e centro de distribuição estão na Rodovia Anhanguera, km 36.

Recorde em 2025, importação de aço já custou 5 mil vagas e R$ 2,5 bilhões em investimentos ao país

Produção cai 2,2%, afetada pelo maior ingresso de laminados em 15 anos. Situação requer medida urgente para evitar colapso do setor

Sob o impacto de importações recordes, a produção de aço no Brasil cairá 2,2% em 2025, em relação a 2024, fechando em 33,1 milhões de toneladas, prevê o Instituto Aço Brasil. Com alta de 20,5%, o ingresso de produtos laminados atingirá 5,7 milhões de toneladas, o maior volume em 15 anos. Práticas concorrenciais predatórias que estão ocorrendo no comércio mundial do aço já causaram o fechamento de 5 mil vagas e corte de R$ 2,5 bilhões em investimentos, no setor.

As vendas internas, segundo as projeções, recuarão 0,5% em 2025, para 21, 2 milhões de toneladas. O consumo aparente crescerá 2,4%, para 26,7 milhões de toneladas, devido, principalmente, às importações. Exportações crescerão 6,9%, fechando em 10,2 milhões de toneladas.

O volume de laminados de aço que entra no país, atualmente, é 168% superior à média das importações entre 2000 e 2019, de 2,2 milhões de toneladas. Esse crescimento levou a penetração de importados (“import penetration”) para 21%, ante o patamar histórico de 9,7%. “O atual import penetration é inaceitável. Essas importações já tomam um terço das vendas internas do setor”, afirma Marco Polo de Mello Lopes, Presidente Executivo do Instituto Aço Brasil. Os níveis elevados de importações de aço têm se mantido a despeito de medida de defesa comercial adotada pelo governo por meio do mecanismo Cota-Tarifa, que abrange 16 NCMs (Nomenclatura Comum do Mercosul para classificação de produtos) em um universo de 273 NCMs para produtos de aço.

A China, que responde por 64% das importações brasileiras de aço, adota política de incentivos e subsídios, o que possibilita a venda para outros países a preços abaixo do custo de produção. “Nenhum país que pratique economia de mercado consegue competir com tais condições”, explica Lopes. Adicionalmente, acordos de comércio celebrados pelo Brasil com outros países ou regiões, regimes aduaneiros especiais e incentivos fiscais que baixam ICMS nos estados aliviam significativamente as alíquotas para importação de aço, de tal forma que a tarifa efetiva para importação, calculada pelo Aço Brasil com base em dados públicos, é de apenas 7,2%, muito abaixo dos 25% do mecanismo ou mesmo da tarifa de 12,8% que vale para os produtos não enquadrados no mecanismo Cota-Tarifa.

A persistir a tendência atual, e sem mudanças visíveis no cenário externo, as importações terão mais um ano de alta em 2026, com variação de 10%, para 6,3 milhões de toneladas, prevê o Aço Brasil. A produção deverá amargar outro tombo de 2,2%, para 32,4 milhões de toneladas. As vendas internas devem cair 1,7%, para 20,8 milhões de toneladas. O consumo aparente crescerá 1%, para 27 milhões de toneladas.

Ante a perspectiva de que as importações devam permanecer em níveis muito elevados, a indústria do aço acredita que o governo adotará, de forma célere, mecanismos de defesa comercial mais efetivos. Caso contrário, alerta o setor, a concorrência desleal praticada por alguns países não cessará, levando a um risco de maior paralisação de plantas e perda de empregos.

“Os empregos e investimentos cortados na indústria do aço brasileira são o preço que o Brasil paga por não conseguir reagir contra as importações predatórias na mesma velocidade verificada em países como Estados Unidos, União Europeia e México”, afirma André B. Gerdau Johannpeter, Presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil e presidente do Conselho de Administração da Gerdau. “Confiamos que o Brasil fará o mesmo, para que evitemos a transferência de empregos para os países que produzem o aço que inunda nosso mercado de forma desleal”.

https://www.acobrasil.org.br

Abimetal-Sicetel conclui etapa preliminar e aguarda decisão do Inmetro sobre inclusão de quatro produtos processados de aço para 2026/2027

Setor celebra avanço, mas entidade adota cautela enquanto aguarda a análise técnica do Inmetro

A Abimetal-Sicetel (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço e o Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço) concluiu integralmente as exigências preliminares solicitadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para que quatro categorias de produtos da indústria processadora de aço sejam avaliadas para possível inclusão na Agenda Regulatória 2026/2027.

Com a entrega da documentação técnica, o processo segue agora para análise do Inmetro, que decidirá se os itens avançam para a fase de estudos regulatórios prevista para o próximo biênio. O envio completo das informações indica que, em princípio, os produtos atendem aos critérios iniciais definidos pelo Instituto, mas a decisão final será exclusiva do órgão.

Quatro categorias de produtos da indústria processadora de aço foram submetidas para avaliação do Inmetro, sendo elas:

– Cabos de aço para usos gerais (atualização do RAC existente);

– Cabos e cordoalhas de aço para estaiamento de torres de transmissão (proposta de elaboração de RAC);

– Perfis (guias) de aço para elevadores (proposta de elaboração de RAC);

– Telas de aço soldadas nervuradas para estruturas de concreto (proposta de elaboração de RAC).

A demanda está alinhada às discussões sobre isonomia concorrencial e segurança estrutural no mercado nacional. Segundo o presidente da Abimetal-Sicetel, Ricardo Martins, a ausência de requisitos regulatórios mínimos abre espaço para a circulação de produtos que não seguem normas técnicas.

Nossa indústria investe em qualidade, mas a entrada de produtos que não atendem às especificações técnicas compromete não apenas a integridade e a segurança estrutural do item, mas, principalmente, expõe a riscos a vida do consumidor”, afirma o executivo.

A entidade acompanha atentamente o andamento do processo e continuará dialogando com o Inmetro para contribuir tecnicamente, sempre que necessário. A expectativa é de que a análise traga maior clareza sobre os próximos passos e sobre o potencial início dos estudos regulatórios.

Caso aprovados, os produtos passam a integrar formalmente a programação da Agenda Regulatória 2026/2027, etapa que orienta futuras decisões do setor.

Sobre a Abimetal-Sicetel: representa a indústria processadora do aço no Brasil.  Sua base reúne 350 indústrias de pequeno, médio e grande portes, de capital nacional e estrangeiro, que integram o segundo elo da cadeia produtiva do aço no país. A organização promove a competitividade, a inovação e o crescimento sustentável do setor, além de atuar em defesa de políticas públicas que incentivem o desenvolvimento econômico e a integração da indústria nacional.

A Abimetal: (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço) surgiu no final de 2018 para atender às necessidades de suas representadas por um modelo moderno de atuação associativa. Seu objetivo é focado no fortalecimento e desenvolvimento do setor, promovendo a defesa dos interesses das empresas associadas.

O Sicetel: (Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço) é uma entidade de classe patronal sem fins lucrativos, fundada em setembro de 1934. Desde 1979, representa exclusivamente as empresas processadoras de aço, sendo responsável pela defesa de seus interesses e pelo fortalecimento do setor.

Mais informações:

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Instagram: @abimetal.sicetel
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LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/abimetal-sicetel/

OMT-VEYHL e TRUMPF consolidam relação estratégica no Brasil

A OMT-Veyhl nasceu em 2013, em Caxias do Sul/RS, como uma joint venture com a alemã NWI, líder mundial em estruturas de mesas de escritório com regulagem de altura. Reconhecendo o potencial do mercado agrícola brasileiro — em contraste com o setor de móveis de escritório ergonômicos, ainda restrito no país —, a OMT decidiu  estrategicamente mudar seu foco de produção.

Para essa transformação, a empresa precisava de máquinas mais potentes e com automação. A escolha pela TRUMPF foi natural e estratégica, baseada na forte relação do sócio alemão. O grupo NWI possui um parque industrial com cerca de 200 máquinas TRUMPF, representando mais de 80% do seu maquinário global.

A OMT-Vehyl considerou a reputação de marca, a robustez e o histórico de qualidade da TRUMPF, fatores que se mostraram decisivos. A proximidade da assistência técnica da TRUMPF, que dispõe de técnicos residentes, também foi um ponto crucial, assegurando a continuidade do negócio.Fabio Romani, Diretor da OMT

Automação e Desempenho no Centro do Negócio

Hoje, as máquinas TRUMPF são protagonistas no negócio de corte e dobra da OMT, que também engloba solda, caldeiraria, conformação e pintura.

A TruLaser 3030 fiber com automação é um equipamento chave, proporcionando grande agilidade e versatilidade. O sistema automatizado de carga e descarga permite manter até 30 modelos de chapas simultaneamente prontas para o corte, otimizando o dia a dia da produção. Com 10 kW de potência, a máquina entrega a capacidade necessária para atender às demandas da companhia.

A forte relação comercial e o suporte técnico da TRUMPF são fatores determinantes que garantem à OMT a tranquilidade e a eficiência necessárias para manter o ritmo de expansão no agronegócio. Fabiano Romani, diretor da OMT, destaca: “A gente percebe uma grande diferença no que diz respeito à robustez do equipamento, o perfeccionismo alemão aparece também no equipamento. É muito pouco provável que quando a gente investir em um novo equipamento, a gente não invista em TRUMPF.“

OMT-Vehyl Brasil, em Caxias do Sul/RS

Sobre a TRUMPF – é uma empresa de alta tecnologia que oferece soluções de fabricação nas áreas de máquinas-ferramenta e tecnologia laser. Atua como líder em conectividade digital na manufatura por meio de consultoria, plataformas e softwares. Reconhecida como líder de mercado e tecnologia, a TRUMPF se destaca em máquinas-ferramenta altamente versáteis para processamento de chapas metálicas e no campo de lasers industriais. Em 2023/24, a empresa empregou cerca de 18.550 colaboradores e alcançou vendas de aproximadamente 5,2 bilhões de euros (dados preliminares). Com cerca de 90 subsidiárias, o Grupo TRUMPF está presente em quase todos os países europeus, além da América do Norte, América do Sul e Ásia. A companhia possui instalações de produção na Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Áustria, Suíça, Polônia, República Tcheca, Estados Unidos, México e China.

Em 2025, a TRUMPF comemora 44 anos de presença no Brasil. Com sede em Barueri, a empresa possui uma operação solidificada e com abrangência para prover assistência técnica a seus clientes em diferentes regiões, sendo responsável também em dar suporte às operações na América do Sul.

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Investimentos, geopolítica e reforma tributária devem impulsionar contratações na Indústria em 2026

Infraestrutura, mineração e óleo e gás concentram maior demanda por profissionais técnicos e de gestão

O mercado de trabalho da indústria brasileira deve entrar em 2026 com forte ritmo de contratações, influenciado pelos efeitos contínuos da reforma tributária, pela volatilidade cambial e pela expectativa de queda da curva de juros. Esses fatores devem elevar a demanda por especialistas capazes de lidar com a transição das regras fiscais, aumentar eficiência produtiva e estruturar novos investimentos. A análise é do Grupo Hub, consultoria de recrutamento e seleção de pessoas, com mais de 10 anos de atuação no mercado.

Segundo Breno Arantes, sócio gerente de Indústria, Mineração e Agro do Grupo Hub, 2026 deve marcar um ano de oportunidades no mercado de trabalho. “A reforma tributária seguirá exigindo profissionais preparados para interpretar impactos diretos e indiretos. A volatilidade do câmbio pressionará os custos das manufaturas e obrigará empresas a buscarem especialistas em eficiência industrial. E a queda dos juros deve abrir espaço para investimentos, o que aumenta a demanda por profissionais ligados a suprimentos estratégicos e CAPEX”, afirma.

Nesse contexto, a indústria, em todas as suas ramificações, deve buscar com mais intensidade:

  • Especialista e gerentes de tributos diretos e indiretos;
  • Especialista financeiro com foco em custos industriais, diante da volatilidade cambial e da necessidade de eficiência;
  • Gerentes de suprimentos e CAPEX, impulsionados pela retomada de investimentos em 2026;

Com essas tendências gerais, três setores específicos devem concentrar o maior volume de contratações no próximo ano: infraestrutura, mineração e óleo e gás. A seguir, os cargos em alta e o que explica esse movimento.

Infraestrutura

Para 2026, o Brasil tem um total previsto de mais de R$ 300 bilhões em concessões rodoviárias e ferroviárias, segundo a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), o que deve impulsionar a abertura de vagas para:

  • Gerente de operação de concessões rodoviárias, responsável por supervisionar indicadores e desempenho;
  • Analista financeiro, essencial para estruturação e acompanhamento de projetos;
  • Gerente contratual, focado em gestão de obrigações, riscos e pleitos;
  • Profissionais de Relações Institucionais, críticos para interação com órgãos reguladores.

Mineração

Com preços em alta de diversas commodities e busca de menor dependência geopolítica da Ásia, o setor deve ampliar suas estruturas técnicas. Entre os cargos mais demandados estarão:

  • Gerente de beneficiamento de minério, responsáveis por otimização e produtividade;
  • Gerente de exploração, que lidera novos projetos de pesquisa mineral;
  • Profissionais de PCP (Planejamento e Controle da Produção), fundamentais para equilíbrio entre produção e logística;
  • Geotécnicos e geólogos, essenciais para segurança e viabilidade;
  • Especialista em controle de processos, apoiando automação e eficiência.

A alta histórica do ouro também deve sustentar novos investimentos. A busca global por proteção em meio a conflitos e a compra de ouro por bancos centrais reforçam a alta do metal nobre.

Terras Raras também têm atraído interesse internacional de investimentos no Brasil para menor dependência da China. “O Brasil ainda conta com reservas relevantes de terras raras, o que deve atrair projetos nos próximos anos”, complementa Breno.

Óleo e gás

Com novas reservas identificadas e autorização para exploração em áreas próximas à Amazônia, o setor deve intensificar contratações. Entre os cargos mais procurados estarão:

  • Especialistas de RH focados em grandes volumes, necessários para contratar equipes completas de plataformas offshore;
  • Engenheiros de petróleo, responsáveis por planejamento e execução;
  • Geólogos e geofísicos, fundamentais para análise de perfis e definição de frentes de exploração.

Sobre o Grupo Hub: Fundado em 2014 enquanto consultoria de Recursos Humanos, o Grupo Hub cresceu e hoje desenvolve soluções one stop shop para Recrutamento e Seleção, desenvolvimento e tecnologia, com a missão de conectar empresas com os melhores talentos. Partindo da premissa de que a contratação está comoditizada, o Grupo se destaca na preocupação com as pessoas do início ao fim do processo, reconhecendo as diferenças entre as gerações e o potencial de cada uma para impulsionar a performance das empresas. Com alto nível de flexibilidade, desenvolveu uma metodologia consultiva escalável que ao longo de mais de 10 anos já atendeu 400 companhias, alcançou 282 mil candidatos entrevistados e quase 9 mil posições trabalhadas, com 99,5% de assertividade, índice de recompra do cliente de 90% e NPS de 98%. Em seu portfólio, estão grandes marcas como Natura, Itaú, iFood, Stellantis e Vale.

Mais informações: https://grupohub.com/

Polytec North America inaugura o Centro de Treinamento Tecnológico em Houston, Texas

Centro de Treinamento dedicado à memória do colega Filippo Guenzani

A Polytec North America anuncia com orgulho a inauguração do Centro de Treinamento Tecnológico da Polytec, um novo polo estratégico localizado em sua sede em Houston e projetado para fortalecer o treinamento técnico, a inovação e a colaboração em todo o mercado norte-americano.

O novo centro, equipado com tecnologias avançadas de automação, robótica e sistemas de visão, reflete o compromisso da Polytec em apoiar os clientes com habilidades altamente  especializadas e programas de aprendizado prático.

As instalações já atraíram grande interesse de instituições locais e representantes da comunidade italiana no Texas.

Durante a cerimônia de inauguração, Mauro Lorenzini, Cônsul Geral da Itália em Houston, expressou seu apreço pela excelência tecnológica da Polytec, pela qualidade do novo centro de treinamento e pelo impacto que ele pode gerar no ecossistema industrial local. Sua  visita marca o início de um relacionamento fortalecido entre a Polytec North America e a  rede diplomática italiana nos Estados Unidos.

Nicola Bertoni, CEO da Polytec North America: “Ver o que a Polytec North America  conquistou de 2016 até hoje me enche de orgulho. O crescimento da nossa organização nos EUA é resultado direto de uma equipe excepcional, profissionais que trabalham diariamente com paixão, competência e um comprometimento que é verdadeiramente apreciado pelos nossos clientes americanos. A cada um deles, estendo minha sincera gratidão.

Hoje marca o início de um novo capítulo. Juntamente com o Consulado Italiano, estamos planejando algumas iniciativas para 2026. Essas oportunidades fortalecerão ainda mais o relacionamento entre a Polytec, as instituições e a comunidade, dando novo impulso à nossa trajetória de crescimento.”

O Centro de Treinamento Tecnológico da Polytec foi dedicado à memória de Filippo Guenzani, um colega estimado cujo profissionalismo, qualidades humanas e paixão deixaram uma marca profunda na empresa e além dela. Seu nome acompanhará as futuras gerações de técnicos e engenheiros enquanto eles se capacitam e crescem dentro desta nova instalação.

Com esta inauguração, a Polytec North America dá um importante passo em direção à expansão de sua presença, capacidades e parcerias nos Estados Unidos, fortalecendo a ponte entre a excelência tecnológica italiana e o cenário industrial norte-americano.

Açotubo expande portfólio com lançamento de barras de inox 303

Os novos produtos são de fácil usinagem e permitem que o grupo atenda a nichos específicos e aumente sua participação no mercado

O Grupo Açotubo, um dos principais distribuidores de produtos siderúrgicos do país, acaba de ampliar o seu portfólio com o lançamento das barras de inox 303. A nova linha, que já está disponível para os clientes, deve aumentar a participação da companhia no mercado.

“A novidade reforça o posicionamento da empresa como referência no desenvolvimento de soluções siderúrgicas de alto desempenho. A inclusão no portfólio de componentes é resultado de um trabalho estratégico de nossos profissionais para atender às demandas do mercado com qualidade e eficiência”, explica Fernando Del Roy, Diretor de Marketing, Suprimentos e Inteligência de Mercado do Grupo Açotubo.

Com características técnicas que aliam alta usinabilidade e resistência à corrosão, a novidade é ideal para aplicações que exigem precisão, produtividade e durabilidade. Isso porque sua composição química possui um percentual de enxofre que atua como lubrificante durante o processo, reduzindo o atrito, melhorando o acabamento superficial e garantindo maior velocidade de produção, além de prolongar a vida útil das ferramentas.

Vale destacar que o inox 303 oferece resistência similar à do 304, permitindo aplicações em ambientes agressivos sem comprometer a integridade. “Essas são características que nos permitem atender a nichos específicos do mercado, especialmente os industriais, onde a fabricação de peças exige procedimentos como corte, torneamento e fresagem. É importante ressaltar que esse tipo de inox foi desenvolvido para otimizar os processos de usinagem e é recomendado para os setores mecânicos, metalúrgicos, automotivos, entre outros”, afirma Raphael Rodrigues Correia, Gerente de Produto Inox e inteligência de Mercado.

Para Fernando Del Roy, o lançamento dos novos produtos “destaca o compromisso da empresa em oferecer um portfólio cada vez mais completo e adequado às necessidades da indústria”.

A nova linha de barras de inox 303 conta com 11 variações de diâmetro, que vão de 6mm a 25,4mm, e está disponível para pronta-entrega em nível nacional.

Mais informações sobre o portfólio de produtos do Grupo Açotubo estão disponíveis em: https://acotubo.com.br/