terça-feira, março 3, 2026
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1ª Corrida Aperam Sipat movimenta o Vale do Aço e arrecada 6 toneladas de alimentos

Colaboradores e familiares percorrerem o trajeto de 5 km pelas ruas de Timóteo no domingo (21/9)

O município de Timóteo, no Vale do Aço, foi palco da 1ª Corrida Aperam Sipat no domingo (21/9). A ação reuniu cerca de 2 mil participantes, entre colaboradores próprios, terceiros, estagiários, aprendizes e familiares, e marcou a abertura da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho 2025 (Sipat), que segue até 26/9/2025.

Para se inscrever, cada participante doou 3 kg de arroz, feijão ou 3 litros de leite. Ao todo, foram arrecadadas aproximadamente 6 toneladas de alimentos, que serão destinados a entidades assistidas pela Fundação Aperam Acesita. O percurso total foi de 5 km e o trajeto incluiu a Usina da Aperam. A partida e a chegada aconteceram na Praça 1º de Maio.

“Mais uma vez gostaria de deixar meu agradecimento à Cipa e a todos os colaboradores que participaram desse evento maravilhoso. Saúde e segurança são valores inegociáveis para nossa empresa. Vocês podem ver aqui toda essa alegria que estamos curtindo. Acabamos de completar essa corrida de 5 km e que venham as próximas”, celebrou Rodrigo Heronville, diretor de Gente e Gestão da Aperam.

Quem também já pensa na próxima edição é Jediel Lucas, supervisor da Gestão de Contratos da Aperam. “É super mágico o momento quando começamos a largar e a correr juntos. A gente encontra os colegas no meio do caminho, encontra os familiares. É um momento de muita gratidão e a gente tem que seguir com esse evento. Vamos juntos”, vibrou Jediel.

Ação inclusiva

A experiência também foi marcante para os familiares dos colaboradores. Shirlleny Garcia, da área de Suprimentos da Aperam, participou da corrida em família e ao lado dos filhos. “Esse clima gostoso começou algumas semanas atrás e continuou aqui no evento. Está muito bom. É um momento de família também. E as crianças ficaram super empolgadas”, relatou. A programação incluiu a Corridinha Kids, que contou com a participação de 150 crianças de até 13 anos em um percurso de 50 a 600 metros.

O evento também foi aberto para pessoas com deficiência (PCDs), que tiveram todo apoio da Aperam para participarem da ação, como aconteceu com a Chaiane Almeida. “Eu me senti acolhida e incluída. Sou representante do grupo PCD e eu estou aqui para mostrar que nós podemos ir onde a gente quer. À Aperam, agradeço por ter colocado o triciclo para me ajudar”, disse Chaine.

Além das corridas, a programação contou ainda com a 1ª Feira de Adoção do Projeto Acão chego em Timóteo. Todos os cães acolhidos estavam castrados, vacinados e prontos para encontrar novos lares.

Sipat 2025

Com o tema “Escolhas que salvam vidas”, a Sipat 2025 com uma programação interna extensa, que envolve palestras, minicursos e workshops sobre segurança no trabalho, bem-estar e qualidade de vida. A iniciativa reforça o compromisso da Aperam com a promoção de ambientes cada vez mais seguros e saudáveis para seus colaboradores.

SKF resolve falhas críticas em equipamento essencial para siderurgia no RJ

Intervenção técnica buscou corrigir falhas estruturais em equipamento essencial para o processo siderúrgico

A empresa sueca SKF, referência mundial em soluções industriais, realizou um serviço técnico em uma unidade siderúrgica no Rio de Janeiro após identificar falhas em uma peneira vibratória de grande porte. O equipamento, com potência de 30 CV e rotação de 885RPM, apresentou níveis de vibração acima do esperado na estrutura civil e metálica desde o início da operação, em 2021.

Durante o trabalho em campo, que foi concluído em 50 dias, os consultores da SKF verificaram que a frequência de funcionamento da peneira estava muito próxima da chamada “frequência natural” da estrutura de apoio — condição que gera ressonância, aumenta os esforços mecânicos e acelera o desgaste. Para isso, além da coleta de dados, realizou-se uma análise de vibração convencional, totalizando 372 coletas para Vibração convencional e ODS (Operational Deflection Shape – modo operacional).

O problema já havia provocado trincas em vigas de sustentação e afrouxamento de elementos de fixação. Ou seja, foram identificadas altas amplitudes vibracionais que geraram cargas cíclicas também elevadas, na qual não é prevista em projeto.

Com o objetivo de corrigir as falhas identificadas e aumentar a confiabilidade do sistema, a SKF realizou um estudo de análise dinâmica, do qual resultaram recomendações como a de reforços estruturais na peneira principalmente para rotações de operações próxima ou na rotação nominal do sistema (15Hz). Também foram feitas correções nas trincas, medidas que afastaram o risco de vibração excessiva e deu maior estabilidade a máquina.

Segundo Henrique Severino, coordenador de engenharia de serviços da SKF, “nosso trabalho foi identificar as causas das vibrações excessivas e propor soluções para aumentar a confiabilidade do equipamento. A recomendação de reforços estruturais garante maior estabilidade operacional e contribui para prolongar a vida útil da peneira”.

Já Thiago Lima, coordenador regional de contratos e engenharia da SKF, destacou que esse tipo de serviço avançado evidencia a expertise da empresa na integração de técnicas como análise de vibração, ODS e simulação numérica. Segundo ele, o trabalho em conjunto de um time multidisciplinar permite pensar e calcular as melhores soluções para problemas complexos. Ao corrigirmos as falhas antes que se agravem, ajudamos a reduzir riscos, evitar paradas não programadas e manter a produção em níveis seguros e eficientes”.

“Além de resolver um problema específico, a redução nas vibrações também contribuiu para aumentar a confiabilidade de todo conjunto do equipamento, mantendo operacional e alinhando-se às normas”, acrescenta Lima.

Os reforços inseridos na estrutura alteraram a rigidez do modo de vibrar no sentido de carga e descarga na peneira e como consequência deslocou da região de frequência natural. O trabalho utilizou uma combinação de técnicas de análise dinâmica para identificar as causas das elevadas amplitudes de vibração. Entre os métodos aplicados, destacam-se a Análise de Vibração, a Análise de ODS e a Simulação Numérica, que forneceram dados precisos para compreender o comportamento do sistema avaliado.

Peneira vibratória e como ela é essencial no beneficiamento mineral

A peneira vibratória é um equipamento utilizado para separar materiais de acordo com critérios de classificação específicos. Em setores industriais, como a mineração, esse processo não pode ser realizado manualmente, pois além de demandar muito tempo, poderia causar riscos à saúde dos trabalhadores. Por isso, recorrem-se às peneiras vibratórias industriais, que garantem eficiência e segurança.

Outro benefício direto é a melhora na qualidade do produto. A classificação precisa assegura que o minério beneficiado atinja a granulometria e a pureza exigidas pelo mercado, agregando maior valor ao material.

Sobre a SKF – Fundada em 1907 pelo inventor do rolamento autocompensador, Sven Wingquist, a SKF é líder global em soluções para toda a indústria. A empresa conta com mais de 70 fábricas, 43 mil funcionários e 17 mil representantes de vendas em 130 países.

No Brasil, a empresa iniciou suas atividades em 1915, oito anos após sua fundação na Suécia, com uma loja instalada no Rio de Janeiro. Já em 1963, a primeira fábrica nacional foi instalada em Guarulhos, e atualmente a moderníssima fábrica da SKF do Brasil está situada na Rodovia Anhanguera, km 30, no município de Cajamar, São Paulo, onde também está localizada uma área de serviços, chamada “Solution Factory”, que desenvolve soluções de reparos e manutenção. E, desde fevereiro de 2013, seus escritórios de vendas e centro de distribuição estão na Rodovia Anhanguera, km 36.

Segurança industrial sob pressão: setor enfrenta entraves na proteção ao trabalhador e especialistas apontam soluções

Profissionais da Tagout revelam os bastidores da implantação do sistema LOTO, os erros mais comuns, os impactos financeiros da negligência e como transformar a segurança no trabalho em valor estratégico — com tecnologia, capacitação e mudança de comportamento.

A proteção nas indústrias brasileiras vive um paradoxo: embora regulamentada por normas rigorosas e reconhecida como essencial, ainda é tratada como um protocolo burocrático — e não como um valor organizacional. A implantação do sistema LOTO (Lockout/Tagout), que garante o bloqueio de fontes de energia durante manutenções e intervenções em máquinas, escancara esse dilema. Mais do que cadeados e etiquetas, o LOTO exige cultura, disciplina e envolvimento humano.

Para entender os bastidores dessa transformação, ouvimos três profissionais da Tagout — empresa referência em segurança do trabalho e especialista em soluções inovadoras para bloqueio e isolamento de energias perigosas. Confira os principais insights, desafios e estratégias que estão moldando o futuro da segurança nas operações industriais.

Sistema LOTO: quando o bloqueio falha, o risco é fatal

O Lockout/Tagout (LOTO) é um procedimento obrigatório para garantir que máquinas e equipamentos estejam completamente desenergizados durante manutenções. No entanto, sua aplicação ainda é falha em muitas plantas industriais. “É comum encontrarmos dispositivos improvisados, ausência de mapeamento das fontes de energia e falta de padronização nos procedimentos”, afirma Ricardo Augusto, engenheiro de aplicação da Tagout.

Essas falhas podem resultar em acidentes graves, como religamentos inesperados de máquinas, além de multas e interdições por parte da fiscalização. Um estudo interno da empresa mostra que companhias que implementaram corretamente o sistema LOTO reduziram em até 80% os incidentes relacionados à manutenção.

Ricardo compartilha um caso marcante: “Durante um treinamento, um colaborador relatou que, se não fosse o bloqueio correto, quatro pessoas poderiam ter morrido dentro de um tanque de mistura. A válvula foi acionada remotamente, mas estava bloqueada. Isso salvou vidas.”

Ricardo explica que o processo começa com resistência — mas termina com transformação. “A implementação do LOTO exige mudança de cultura. No início, muitos colaboradores veem o procedimento como perda de tempo. Mas quando aplicado corretamente, ele evita acidentes graves e protege vidas.”

Quando a segurança vira valor — e não custo

João Marcio Tosmann, fundador e CEO da Tagout, acompanha de perto os desafios enfrentados pelas empresas. Segundo ele, o maior gargalo está na forma como a proteção é percebida.

A grande maioria das companhias, inclusive grandes indústrias, ainda trata o tema de forma amadora. Os profissionais da área infelizmente são mal remunerados, a formação técnica deixa a desejar e falta apoio da alta direção. A mudança só acontece quando a liderança decide priorizar o tema”, afirma.

João defende que a segurança deve ser tratada como qualquer outro processo estratégico — com diagnóstico, planejamento e metas. “É como a gestão da qualidade. A empresa precisa mapear riscos, definir indicadores e trabalhar com melhoria contínua. Só assim a cultura muda.”

Ele reforça que investir em segurança é proteger o futuro da operação. “Acidentes geram perdas humanas, materiais, processos judiciais, indenizações e até falência. Grandes empresas já entenderam que segurança é prioridade estratégica.”

Erros recorrentes — e como evitá-los

Os profissionais da Tagout apontam os erros mais comuns na implantação do LOTO:

  • Começar pelos dispositivos, sem mapear os riscos
  • Falta de envolvimento da alta gestão
  • Treinamentos genéricos e desconectados da operação
  • Máquinas antigas sem possibilidade de bloqueio
  • Ausência de auditorias e padronização
  • Ignorar energia residual e prestadores de serviço

Emerson Tempesta, promotor técnico da Tagout e especialista em Segurança do Trabalho,  alerta que muitas empresas começam pelo fim. “Compram cadeados e etiquetas sem mapear as fontes de energia ou definir os processos. Isso compromete toda a estrutura do programa.”

Outro erro crítico é a falta de apoio da liderança. “Sem envolvimento da gestão, não há cultura de segurança, nem recursos, nem motivação. A Tagout oferece treinamentos específicos para gestores, mostrando que segurança é uma decisão estratégica.”

A ausência de capacitação adequada também é recorrente. “Os colaboradores precisam de formação específica para os equipamentos e procedimentos da empresa. E isso exige atualização constante, auditorias e reciclagens.”

Treinamento que transforma: da teoria à prática no chão de fábrica

Emerson Tempesta reforça que o sucesso do LOTO depende de treinamentos que vão além da teoria. “Treinamentos tradicionais falham porque são passivos e desconectados da realidade dos trabalhadores. A Tagout aplica treinamentos práticos, com simulações reais e acompanhamento contínuo”, explica.

O programa é estruturado em etapas: diagnóstico do parque industrial, mapeamento das fontes de energia, elaboração dos mapas de bloqueio, definição dos profissionais autorizados e capacitação teórica e prática. “Os colaboradores precisam entender os riscos, os conceitos de energia residual e os procedimentos de emergência. Só assim o conhecimento se transforma em comportamento seguro”, afirma Emerson.

Ele também aponta os principais fatores de resistência:

  • Falta de cultura de segurança
  • Pressão por produtividade
  • Treinamento inadequado
  • Equipamentos sem possibilidade de bloqueio
  • Ausência de fiscalização e padronização

“A segurança é tratada de forma reativa. E muitos colaboradores não se sentem parte do processo. A mudança só acontece quando a empresa mostra, com atitudes, que o que importa são as pessoas”, afirma.

Os custos invisíveis da negligência: quando o erro humano pesa no orçamento

Quando os procedimentos não são seguidos, os riscos são altos — e os prejuízos, ainda maiores. Emerson lista os principais impactos:

Exposição a acidentes graves e fatais

  • Multas, autuações e ações trabalhistas
  • Indenizações e paralisações operacionais
  • Interdição de equipamentos e ambientes
  • Desgaste da imagem institucional
  • Comprometimento da cultura de segurança

“A Tagout atua com dispositivos de alta qualidade, consultoria especializada, software de gestão do programa LOTO, auditorias e uma solução completa e integrada. Nosso objetivo é evitar que o erro humano se torne um problema recorrente e caro”, explica.

Mais do que vender produtos, a Tagout se posiciona como parceira estratégica na construção de uma cultura de segurança. Segundo o executivo João Tosmann, muitas empresas só tomam medidas efetivas após acidentes graves. “É quando a dor chega que começam a buscar soluções. E a consolidação dos resultados exige tempo para transformar comportamento, disciplina e cultura.”, explica.

Mudança de mentalidade: como superar a resistência interna e consolidar hábitos seguros

João compartilha casos em que a resistência interna foi superada com apoio técnico e envolvimento da liderança. “Já acompanhei clientes que começaram desacreditados, achando que não ia funcionar. Mas com método, tempo e cobrança, conseguimos transformar o chão de fábrica. A parte comportamental é a mais difícil. Se não cobra, não acontece”, diz.

A empresa aposta em treinamentos personalizados, campanhas de engajamento e suporte contínuo para consolidar hábitos seguros. “Primeiro vem o uso dos EPIs e EPCs, depois o comportamento, depois a disciplina. É um processo. E precisa de controle constante”, reforça o CEO.

“O principal gargalo é a falta de foco. Já fui gerente e diretor em várias indústrias e posso afirmar: quando a empresa decide priorizar a segurança, tudo muda. Mas muitas ainda se preocupam apenas com a legislação, e não com a proteção real das pessoas”, afirma João.

Segundo ele, o primeiro passo é formar um time dedicado, realizar auditorias internas e mapear as deficiências de cada área. “É preciso entender as condições reais de trabalho e planejar melhorias com metodologia. Segurança não é diferente de qualidade — exige processo, disciplina e cobrança”, explica.

Procedimento LOTO como cultura organizacional: disciplina, liderança e transformação contínua

A Tagout é referência nacional em soluções de bloqueio e etiquetagem, com foco no procedimento LOTO (Lockout/Tagout). Mas João faz questão de esclarecer: “Não é tecnologia, é procedimento. Os produtos têm inovação, claro, mas o que importa é a disciplina de aplicar o bloqueio corretamente, todos os dias.”

“Não adianta ter software se o pessoal não sabe bloquear. Não adianta ter os produtos se não há cultura. E essa cultura só se constrói com disciplina. E se a empresa não cobra, não acontece. Isso é fato”, reforça.

A visão de futuro da Tagout é clara: transformar o chão de fábrica por meio de hábitos seguros e consistentes. “Disciplina e hábito fazem parte da cultura. E essa cultura precisa estar presente em tudo — segurança, qualidade, manutenção, produção. Está tudo relacionado”, diz João.

Ele reforça que não há fórmula mágica, mas sim um conjunto de processos que precisam ser integrados. “Política clara, metodologia de auditoria, busca pela causa raiz, ações culturais e envolvimento da liderança. Quando tudo isso se soma, a empresa muda.”

SOBRE A TAGOUT  – é uma empresa referência em segurança do trabalho e especialista em soluções inovadoras para bloqueio e isolamento de energias perigosas (LOTO). Com foco na prevenção de acidentes, desenvolve produtos, serviços e treinamentos alinhados às mais rigorosas normas regulamentadoras, promovendo ambientes mais seguros e fortalecendo a cultura de segurança nas empresas.

Entre suas soluções, o destaque é o Tagout Pro, software 100% em nuvem que centraliza a gestão de todo o Programa de Bloqueio e Etiquetagem LOTO, eliminando a dependência de planilhas e documentos dispersos, promovendo maior controle, rastreabilidade e eficiência operacional.

Com tecnologia própria, expertise técnica e um forte compromisso com a vida, a Tagout lidera o mercado de bloqueio e sinalização de segurança, com soluções especializadas, personalizadas e 100% nacionais. A empresa segue inovando, investindo no desenvolvimento de novos produtos e na oferta de serviços personalizados, com uma equipe de suporte técnico formada por engenheiros especialistas, garantindo a excelência na implementação de cada solução.

Para mais informações, acesse www.tagout.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/tagoutbr/

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/tagout/

Aço é destaque como solução para o futuro das embalagens sustentáveis

Material 100% reciclável ganha protagonismo na busca de escolhas mais conscientes

A preocupação com a sustentabilidade tem transformado a forma como indústrias, varejistas e principalmente consumidores enxergam as embalagens e os destinos delas pós-consumo. Com isso, cresce cada vez mais a busca por alternativas que combinem eficiência, segurança, preservação ambiental e circularidade, abrindo espaço para soluções inovadoras e responsáveis.

Essa demanda por embalagens sustentáveis deve continuar em forte expansão nos próximos anos, impulsionada por consumidores mais atentos às questões ambientais e pela exigência de práticas alinhadas à economia circular. Nesse contexto, o aço vem ganhando protagonismo como um material estratégico e altamente competitivo.

As embalagens de aço apresentam vantagens únicas: são 100% recicláveis infinitas vezes, sem perda de qualidade ou propriedades, e contam com uma das maiores taxas de reciclagem do mundo. Além disso, garantem resistência, segurança dos alimentos e dos produtos e longa vida útil, contribuindo diretamente para a redução do desperdício. Outro ponto relevante é que o aço já faz parte de uma cadeia estruturada de logística reversa, o que facilita seu reaproveitamento.

Segundo a Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço), esse movimento reflete não apenas a evolução do setor, mas também a necessidade de alinhar inovação, eficiência e responsabilidade socioambiental. “As embalagens de aço oferecem um equilíbrio perfeito entre performance e sustentabilidade. Trata-se de um material que acompanha a transformação dos hábitos de consumo e atende às expectativas de uma sociedade que valoriza escolhas mais conscientes”, destaca Thais Fagury, presidente executiva da Abeaço.

Assim, o aço se consolida como um protagonista no futuro das embalagens, sendo uma alternativa que alia tecnologia, circularidade e compromisso real com o meio ambiente.

Sobre a Abeaço – Fundada em maio de 2003, a Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) foi criada com o objetivo de fortalecer a imagem da embalagem de aço, além de dar suporte técnico e mercadológico aos seus fabricantes. Sem fins lucrativos, a entidade investe e apoia iniciativas de gestão ambiental e economia circular, sobretudo quando associadas a finalidade social, e aproxima os interesses de toda a cadeia produtiva. A instituição soma esforços para fomentar pesquisas, desenvolver campanhas de esclarecimento, participar de eventos e divulgar as características das latas de aço. Hoje, a Associação reúne empresas do setor interagindo intensamente com entidades empresariais, fabricantes de embalagens, organizações ambientalistas e o governo.

Saiba mais sobre a Abeaço acessando o site www.abeaco.org.br.

Importação de produtos laminados de aço cresce 29,7%

Importação de produtos laminados de aço cresce 29,7% entre janeiro e agosto
Produção de aço bruto cai 1,6%, aponta Aço Brasil

A produção brasileira de aço bruto entre janeiro e agosto de 2025 totalizou 22,2 milhões de toneladas, uma queda de 1,5% frente a igual período de 2024, segundo o Instituto Aço Brasil. Na mesma comparação, as importações de aço laminado cresceram 29,7%, para 4,1 milhões de toneladas; as vendas internas atingiram 14,2 milhões de toneladas, com leve alta de 0,6%; as exportações cresceram 1,9%, totalizando 7,1 milhões de toneladas; e o consumo aparente chegou a 18,2 milhões de toneladas, avanço de 5,3%.

Na comparação de agosto de 2025 com agosto de 2024, a produção de aço bruto foi de 2,9 milhões de toneladas, queda de 4,6%; as vendas internas somaram 1,8 milhão de toneladas, recuo de 6,9%; as importações caíram 24,0%, fechando em 491 mil toneladas; e as exportações foram de 861 mil toneladas, crescimento de 4,0%.

Cabe ressaltar que os dados de exportação de agosto de 2025 podem ter sido impactados por operações com embarque antecipado, o que pode distorcer a base de comparação mensal. A correção desses dados poderá ocorrer nas próximas divulgações do Comex.

ICIA – Setembro

O Índice de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) cresceu 3,1 pontos em relação a agosto, alcançando 27,5 pontos. Esse é o segundo movimento de alta após uma sequência de nove meses de retração. Apesar da elevação, o índice permanece 23,4 pontos abaixo da média histórica de 50,9, indicando persistente falta de confiança entre os CEOs do setor.

Açotubo investe R$ 5 milhões em rebobinadeira e amplia e moderniza portfólio de soluções

Equipamento está em operação na matriz e permite atender às demandas relacionadas a bobinas

A Açotubo deu mais um passo importante na ampliação de portfólio de produtos e serviços e, consequentemente, de expansão de mercado. A empresa incorporou ao parque operacional uma rebobinadeira. O novo equipamento já está em funcionamento e teve investimento de R$ 5 milhões.

“O maquinário possui capacidade de processar bobinas de até 6,35 mm de espessura, o que amplia significativamente a gama de produtos que podem ser trabalhados. Isso garante maior flexibilidade na resposta às demandas do mercado, sobretudo de setores que necessitam de bobinas em tamanhos personalizados, inclusive as de maior espessura”, explica Raphael Rodrigues Correia, Gerente de Produtos Inox e Inteligência de Mercado da companhia.

Os componentes podem ser aplicados em diversos segmentos, como os de bens de consumo, metalmecânico, implementos rodoviários e outras áreas que necessitam das soluções. “O equipamento é de fabricação nacional, o que reduz custos logísticos e prazos de entrega”, afirma o profissional.

A nova rebobinadeira reforça a automação da empresa e contribui para aumentar a sua competitividade no mercado. O equipamento também está integrado à tecnologia de monitoramento operacional. Dessa forma, sua performance é acompanhada em tempo real por meio de sensores embarcados que coletam dados de produtividade, disponibilidade e qualidade.

A nova rebobinadeira está instalada na matriz do Grupo Açotubo, localizada em Guarulhos (SP). A empresa tem atendimento em nível nacional.

Belgo Arames reforça dormentes de concreto com fios de aço para protensão

Solução de alta resistência garante mais durabilidade da malha ferroviária

A Belgo Arames, líder brasileira na transformação de arames, tem contribuído para a modernização da infraestrutura ferroviária nacional por meio do fornecimento de fios de protensão, para reforço de dormentes de concreto. Essa tecnologia – aplicada no Brasil desde 1975 – aumenta a durabilidade das vias, traz mais capacidade de carga e mais velocidade operacional.

Segundo a Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), a malha ferroviária brasileira tem uma extensão de mais de 30 mil km e, no último ano, 75% dela ainda se constituía em dormentes de madeira, o que aponta a necessidade de práticas mais sustentáveis para o setor. Os dormentes de concreto protendido podem substituir os tradicionais dormentes de madeira para aumentar a expectativa de vida útil de uma linha em até 3 vezes. É esperado que um trecho com dormentes de concreto dure de 30 a 50 anos, porém essa durabilidade depende de vários fatores externos, como a frequência de manutenção da linha e o tipo e quantidade de materiais que entram em contato com esses dormentes.

“Somos líderes e únicos produtores de fios de aço para protensão aplicados em dormentes no mercado nacional. Nossos fios são produzidos com as especificidades para o concreto e o método de fabricação de cada cliente deste mercado, o que garante a previsibilidade do desempenho mecânico”, afirma Jeferson Rocha, gerente de Construção Civil da Belgo Arames. De acordo com Rocha, a tecnologia é um avanço para a infraestrutura ferroviária brasileira, proporcionando dormentes que são fabricados em ambiente fabril controlado, com matéria-prima certificada e entregues prontos para a instalação, garantindo eficiência e qualidade. “Nosso compromisso é com a inovação que gera valor e contribui para um futuro mais sustentável”, reforça.

A substituição dos dormentes de madeira tem diversos casos de sucesso. Na obra de duplicação da Estrada de Ferro Carajás (EFC), operada pela Vale, por exemplo, a Cavan, empresa de estruturas pré-fabricadas de concreto, forneceu aproximadamente 3 milhões de dormentes de concreto com fios de protensão Belgo para um trecho de 892 km, para aprimorar o transporte de minério de ferro entre as minas de Carajás (PA) até o porto de São Luís (MA). A Cavan foi pioneira em projetar um dormente de 40 toneladas por eixo, a 100 km, conferindo mais capacidade de carga e velocidade para a via.

“A Cavan trabalha com a Belgo há mais de 40 anos e em todos esses anos a empresa foi parceira fundamental para que nos tornássemos o principal fornecedor de dormentes do Brasil”, reforça Pedro Massucato, diretor operacional da Cavan. Segundo o executivo, a empresa tem capacidade de fornecer mais de 1 milhão de dormentes de concreto por ano e atende outros grandes players do mercado como a VLI, MRS, Rumo, CCR e CPTM.

Sobre a Belgo Arames – Com 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Tem oito unidades pelo país, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Bahia, e sede em Contagem (MG).

Sobre a Cavan – Há 84 Anos, a Cavan é referência no mercado de estruturas pré-fabricadas de concreto e acumula larga expertise na produção de postes, estruturas para linhas de transmissão e subestações de energia, estacas protendidas e centrifugadas, torres para telefonia celular e dormentes. Diante da necessidade do Brasil de modernizar e expandir o setor ferroviário, a empresa introduziu no mercado nacional os dormentes de concreto, fabricados com alta tecnologia, a fim de oferecer um produto de elevada qualidade e longa duração. Desde então, já fabricou mais de 4 milhões de dormentes de concreto, usados na expansão das linhas férreas em todo o país.

Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço lança Anuário 2025 com panorama do setor

A Abimetal-Sicetel (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço e Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço) lança a edição 2025 do Anuário Abimetal-Sicetel. O evento acontecerá em um jantar exclusivo para convidados, na capital paulista, e reunirá os principais líderes do setor no país.

Há mais de uma década, a publicação se consolidou como referência estatística e analítica para empresas, governo e imprensa, trazendo dados exclusivos sobre o mercado do aço no Brasil e no mundo. A nova edição apresenta informações de mercado, comparativos internacionais e um panorama detalhado do comércio exterior, fator decisivo para o desempenho e a competitividade da indústria nacional.

O jantar de lançamento também trará uma visão sobre os principais desafios, oportunidades do segmento e tendências para os próximos anos.

Para a associação, o avanço das importações segue como uma das maiores preocupações. “No anuário, é possível observar de forma clara esse movimento: a produção nacional recuando enquanto a importação aumenta, o que causa prejuízo à indústria brasileira. Além disso, existe o aço contido nos produtos importados, que não entra nas estatísticas oficiais. Esse acompanhamento evidencia o tamanho da perda enfrentada pela indústria nacional”, defende Ricardo Martins, presidente da Abimetal-Sicetel.

“Quando reunimos esses dados, o anuário se torna uma referência estatística e analítica para a indústria, usado por empresas, governo e imprensa. É fundamental acompanhar as importações, já que temos uma disputa constante contra a entrada de aço importado no Brasil, tanto na siderurgia quanto no processamento. Esses números ajudam no planejamento, na compreensão do mercado, do volume e do tamanho do setor”, complementa Martins.

Com o lançamento do Anuário Abimetal-Sicetel 2025, a entidade reforça seu papel de promover o debate qualificado sobre os rumos da indústria processadora de aço, fornecendo dados que apoiam a tomada de decisão de empresas e autoridades públicas.

Sobre a Abimetal – Sicetel: representa a indústria processadora do aço no Brasil.  Sua base reúne 350 indústrias de pequeno, médio e grande portes, de capital nacional e estrangeiro, que integram o segundo elo da cadeia produtiva do aço no país. A organização promove a competitividade, a inovação e o crescimento sustentável do setor, além de atuar em defesa de políticas públicas que incentivem o desenvolvimento econômico e a integração da indústria nacional.

O Sicetel: (Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço) é uma entidade de classe patronal sem fins lucrativos, fundada em setembro de 1934. Desde 1979, representa exclusivamente as empresas processadoras de aço, sendo responsável pela defesa de seus interesses e pelo fortalecimento do setor.

A Abimetal: (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço) surgiu no final de 2018 para atender às necessidades de suas representadas por um modelo moderno de atuação associativa. Seu objetivo é focado no fortalecimento e desenvolvimento do setor, promovendo a defesa dos interesses das empresas associadas.

Mais informações:

https://sicetel-abimetal.com.br/
Instagram: @abimetal.sicetel
Facebook: https://www.facebook.com/sicetel.abimetal
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/abimetal-sicetel/

Tenaris fornecerá tubos e revestimentos para Búzios 11

Durante evento Rio Pipeline 2025, no Rio de Janeiro, foi o cenário para a Tenaris anunciar sua participação no projeto Búzios 11, reforçando o papel da empresa como fornecedora essencial para os desenvolvimentos offshore do Brasil.

A Tenaris garantiu o fornecimento de tubos de linha sem costura para risers e flowlines, além dos revestimentos TenarisShawcor para isolamento térmico. “Este projeto destaca nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento do Pré-Sal”, disse Renato Catallini, presidente da Tenaris no Brasil, durante o coquetel Rio Pipeline, patrocinado pela Tenaris.

Este será o décimo primeiro módulo do campo de Búzios, localizado a 180 km da costa do Rio de Janeiro, na Bacia de Santos, em lâmina d’água de 2.100 metros. Esta fase prevê a construção de 15 poços conectados a uma embarcação flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO). O sistema de coleta dependerá exclusivamente de linhas rígidas (risers e flowlines) para produção e injeção.

O contrato inclui o fornecimento de 18 mil toneladas (115 km) de tubos sem costura, a serem produzidos em Dalmine, o centro de fabricação da Tenaris na Itália. Além disso, 112 km de tubos serão isolados com os revestimentos TenarisShawcor Marine Sintático de 5 Camadas e Marine Sólido de 5 Camadas, a serem aplicados na Confab, a fábrica da Tenaris em Pindamonhangaba, Brasil.

O projeto será fornecido sob o modelo de serviço One Line®, que integra o gerenciamento de projetos para agilizar processos e garantir adaptabilidade às mudanças ao longo da duração do projeto.

Estamos orgulhosos de, mais uma vez, apoiar o desenvolvimento do campo de Búzios, com base na experiência positiva das fases anteriores . Este prêmio demonstra o valor que entregamos ao integrar nossas tecnologias de produtos com serviços especializados, ao mesmo tempo em que alavancamos nossa capacidade global de fabricação e nossa forte presença local no Brasil”, disse Catallini.

Tenaris fornecerá tubos e revestimentos para Búzios 11

Indústria 4.0: tratamento térmico com novas tecnologias reduz custos das operações na metalurgia

Tecnologia da Air Products otimiza processos, reduz falhas e melhora o desempenho da metalurgia com atmosferas controladas e resfriamento criogênico

O avanço da Indústria 4.0 tem impactado diretamente o tratamento térmico na metalurgia. A automação e o monitoramento inteligente dos processos garantem maior previsibilidade, reduzem perdas e aumentam a eficiência das operações. Empresas que adotam essas inovações conseguem produzir peças com maior precisão, economizam nos insumos utilizados e diminuem a necessidade de retrabalho.

A Air Products, referência global no fornecimento de gases industriais, desenvolveu a Smart Nitrogen-Methanol Lance (lança de metanol), uma tecnologia que melhora a estabilidade da atmosfera dentro dos fornos, reduz o consumo de gases e impede falhas na carbonização e endurecimento de peças metálicas. Essa solução ajusta a injeção de metanol, evita a formação de resíduos que bloqueiam os equipamentos e mantém a homogeneidade do tratamento térmico.

“A tecnologia elimina variações que comprometem o desempenho das peças e garante um processo mais uniforme e econômico”, explica Regis Maciel, Engenheiro de Aplicação e Desenvolvimento da Air Products.

De acordo com a especialista, a automação trouxe maior precisão no controle da atmosfera dos fornos. Sensores instalados na Smart Lance medem pressão e temperatura do nitrogênio e do metanol, asseguram o craqueamento correto dos gases e evitam a formação de CO₂ e H₂O,subprodutos formados na atmosfera, que comprometem a qualidade das peças, além de gerar aumento no consumo dos gases. A redução dessas impurezas mantém a integridade da superfície metálica e evita a necessidade de ajustes posteriores, diminuindo custos operacionais e melhorando a qualidade final dos produtos.

Além disso, a tecnologia também aprimora a eficiência energética dos fornos. O ajuste preciso da atmosfera reduz o uso de gases de enriquecimento como propano, reduzindo o impacto ambiental e os custos com insumos. Empresas que adotaram a solução da Air Products registraram menos interrupções no processo, maior controle sobre a temperatura e queda no volume de peças que precisavam ser descartadas ou retrabalhadas.

Para além do tratamento térmico, a Air Products também desenvolveu uma solução de resfriamento criogênico aplicada em processos como revestimento térmico por spray. O sistema de resfriamento com nitrogênio criogênico melhora a adesão dos revestimentos, mantém as propriedades mecânicas das peças e reduz o tempo necessário para o processo. Empresas que utilizam essa tecnologia conseguem reduzir o tempo total de aplicação em até 50% e melhorar a qualidade da superfície das peças, reduzindo falhas estruturais e aumentando a resistência ao desgaste.

O controle detalhado da temperatura e da atmosfera dentro dos fornos é um dos grandes desafios do setor metalúrgico. A Indústria 4.0 permitiu que os processos tivessem maior previsibilidade, evitando perdas e melhorando a performance das peças tratadas termicamente. “A tecnologia garante um processo mais confiável, que atende às exigências das indústrias automotiva, aeroespacial e metalúrgica com menor desperdício e maior eficiência”, afirma o especialista.

Sobre a Air Products – É uma empresa global líder em soluções de gases industriais e está presente em diversos segmentos industriais em todo o mundo. Com uma história de inovação e excelência em seus produtos e serviços, a empresa continua buscando impulsionar a indústria com soluções de alta qualidade e sustentáveis. A companhia atende clientes em toda a América do Sul e está comprometida em fornecer soluções que contribuam para o progresso e crescimento de seus clientes e parceiros.