domingo, abril 12, 2026
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A AGENA, líder no fornecimento de lubrificantes para o segmento de laminação e trefilação de cobre no Brasil

      A AGENA, líder no fornecimento de lubrificantes para o segmento de laminação e trefilação de cobre no Brasil, dispõe de uma linha completa para atender às necessidades dos clientes, tanto de produtos para cobre, como de alumínio.

Indicar o produto apropriado para as necessidades de lubrificação, permitir a maior vida útil possível, manter a melhor qualidade de limpeza das máquinas e fios, melhorar a performance das fieiras, garantir maior produtividade e reduzir os custos é a principal função do Representante Técnico da AGENA.

As principais empresas de trefilação do Brasil trabalham com os produtos AGENA e usufruem do seu competente suporte.

A AGENA também fabrica e comercializa produtos para usinagem, estampagem, tratamento de superfície, desengraxantes industriais, protetivos e produtos Private Label.

A AGENA RESINAS E COLAS LTDA. tem mais de 50 anos de excelência, certificada ISO 9002, e se localiza no estado do Rio de Janeiro.

Acesse: www.agena.com.br

Fronius apresenta soluções inovadoras para baterias de tração

Destaque da feira Intermodal será a família Selectiva

Com uma vasta experiência na área, a empresa exibirá seus equipamentos e serviços que são capazes de garantir economia, sustentabilidade e praticidade aos usuários da intralogística. Mariana Kroker, gerente de vendas da unidade de negócios de baterias da multinacional estará presente dando informações sobre as últimas tecnologias e novidades para o setor. “A Intermodal é uma feira que utilizamos como sinalizador. Percebemos que o mercado está reagindo, ainda que de forma gradual, mas temos grandes expectativas para fecharmos bons negócios durante o evento. Nossa meta é ampliar nossa participação no segmento de logística em diversos setores, inclusive o automobilístico. Temos tecnologias avançadas que atendem ao mercado com eficiência e qualidade”. Explica a gerente.

Destaques

O grande destaque da feira vai para o carregador Selectiva 2kW, uma solução inteligente e econômica para baterias tracionarias menores. Os usuários de empilhadeiras elétricas podem, com isto, reduzir consideravelmente o consumo de energia e os custos operacionais e, ao mesmo tempo, prolongar de forma significativa a vida útil das baterias

Ao contrário de processos convencionais, o carregamento Ri não fixa a curva característica a uma corrente predeterminada, ou seja, a sobrecarga que é responsável por grande perda de energia e pelo aquecimento nocivo da bateria, mantém-se reduzida no nível mínimo.

Graças à inteligente tecnologia Ri, a Fronius alcança um grau de eficiência de carregamento de aproximadamente 90%. Em comparação com outros métodos de carregamento, os clientes finais podem economizar até 30% do seu custo de energia para carregar a bateria.

No estande da Fronius também estará disponível o Cool Battery Guide Easy  –  solução que otimiza a utilização da bateria através do sistema de informação e gerenciamento. Sintetiza-se em uma unidade de controle ligada a uma faixa de LED em cada sistema de carregamento da bateria, que informa ao usuário qual bateria foi carregada há mais tempo. Isto garante que todas as baterias serão utilizadas igualmente com a mesma frequência e com tempo suficiente para resfriar.

Baterias carregadas permanentemente

Geralmente é comum o armazenamento de baterias, o problema é que quando são estocadas por muito tempo elas acabam sendo descarregadas e muitas vezes perdem sua eficiência. Para resolver este problema, foi desenvolvido o Switch Box .

Quando conectado a um sistema de carregamento de bateria da linha Selectiva, o sistema é capaz de conectar até 10 baterias, que são carregadas sucessivamente, graças ao recurso de detecção automática de voltagem da família Selectiva. O Switch Box pode cobrar de forma flexível as baterias com 12 a 80 volts e com diferentes capacidades.

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Acesse:  www.fronius.com/pt-br/brasil

Que tal colocar um Tubarão no seu aquário?

A opção de contratar um executivo experiente de forma interina ainda é incipiente em nosso mercado, seja por motivação histórica, insegurança jurídica ou simples desconhecimento.

Até poucos anos atrás tínhamos uma população insuficiente de bons executivos comparado a demanda da época, somado a um crescimento acelerado em diversos setores da economia. Isso motivou um ambiente de empregabilidade seguro e estável, com ótimos pacotes de remuneração, benefícios e bonificações. Quem se aventuraria em uma posição interina, se tinha a mão uma proposta de emprego estável e com ótimos benefícios? Difícil dizer. Arrisco um palpite, tipo alguém movido por questões pessoais ou ideológicas.

Mas os tempos mudaram, e como mudaram. O Brasil experimentou nestes últimos anos um cenário econômico nunca visto em nossa história recente, com uma profunda recessão em conjunto com uma crise política que torna ainda mais difícil a retomada do crescimento.

Os pontos abaixo criaram uma oportunidade singular para as pequenas e médias empresas, assim como para o surgimento de novos negócios:

  • A forte recessão iniciada há três anos tirou o emprego de milhões de trabalhadores, incluindo milhares de executivos;
  • A falta de perspectiva de retorno das vagas de emprego impulsionou os mais arrojados a empreender, buscando uma alternativa de sustento para as suas famílias;
  • Na média, o prazo de recolocação de executivos se estendeu de meses para anos, levando estes a buscarem alternativas dentro de suas especializações;

E é neste quadro que surgiram as oportunidades para empresas menores, antes incapazes de pagarem a alta remuneração, benefícios e encargos exigidos para terem executivos experientes e capazes de solucionar as barreiras que limitavam o crescimento ou até a sobrevivência de seus negócios.

Surgiu e tem crescido a modalidade onde estes executivos tem vendido a sua experiência na forma de consultoria ou como um executivo interino, por projeto ou prazo determinado.

Pode surpreender, mas o formato desta relação de negócio, é diferente de um processo de recrutamento e contratação de alguém que virá a fazer parte da empresa, e que deverá influenciar, se não conduzir estratégias e solução de problemas e gargalos.

Relaciono a seguir alguns dos desencontros que mais tem gerado confusão nesta ainda nova modalidade no Brasil. Vale mencionar que a mesma se desenvolveu fortemente após a crise do estouro da bolha de “sub prime” em mercados do hemisfério norte.

Não é um casamento, é uma tentativa – Um dos principais erros cometidos é o excesso de ênfase que se coloca na “aderência” do candidato com a cultura da organização. Não merece ser uma prioridade na seleção, pois este executivo está sendo contratado para resolver problemas num curto espaço de tempo. É determinante que cumpra as atividades que veio executar. Se tiver o perfil adequado para a organização, pode num segundo momento compor o quadro da companhia.

Nenhuma empresa tem um “Problema Geral” – Um generalista é raramente a escolha certa para um executivo interino, que entra para resolver problemas específicos. Empresas não tem “problemas gerais”. Seja cauteloso com aqueles que tem atuação generalista. Será necessária uma árdua curva de aprendizado para entender e atender as necessidades especificas da empresa. O candidato necessita ter a especialização que o problema precisa para ser solucionado. Contratar um executivo interino não é similar a contratar um funcionário operacional.

Esteja preparado para contratar mais – A maioria das contratações de executivos interinos são resultado da identificação de um problema ou uma oportunidade da empresa que não tem pessoal devidamente qualificado para atuar naquela frente. Um executivo interino deverá ser capaz de rapidamente entender a situação, identificar as ações a serem tomadas e começar a tomar decisões. Um executivo sênior é usualmente capaz de dar a velocidade necessária com mais agilidade.

Consultores de carreira raramente são bons executivos interinos – As atividades de um executivo interino envolvem decisões estratégicas e ações sobre estas decisões. A maioria dos consultores de carreira desenvolveram suas experiências aconselhando e recomendando soluções. Quase nunca são responsáveis pelas implementações e resultados gerados por elas. Executivos experientes conseguem desempenhar muito melhor pois foram executores (“hands on”) e não conselheiros.

Não pague preços de consultoria por um gerente interino – A pesada carga tributária que incide sobre a folha de pagamento torna esta modalidade bem atrativa no Brasil (observado o modelo fiscal desta contratação). Diferente da remuneração de consultorias, que trabalham em base-hora, um executivo interino deverá prestar serviço para uma empresa em período integral por diversos meses, o que torna o custo por hora extremamente oneroso. Considere também que numa eventual futura efetivação deste executivo, a negociação salarial será muito mais produtiva se já estiver alinhada com a politica de remuneração da empresa, e não for necessário um substancial corte nos ganhos do executivo para a contratação se efetivar.

Não é a quantidade da base de candidatos; é a aderência à solução do problema – O recrutamento de um executivo interino precisa ser mais que uma grande base de candidatos. Precisa ter um processo que identifique a capacidade de entregar os resultados que o problema exige. Priorize um processo que garanta que os candidatos a serem apresentados vivenciaram problemas similares aos que a empresa enfrenta, não somente palavras chave na identificação de currículos em uma busca na base de dados.

Finalizando, o Brasil experimentou com vários traumas a “onda” da terceirização ao longo das décadas passadas. Não faltaram pontos cegos na legislação e mau uso desta iniciativa. Outro dado importante foi o momento econômico, início da década de 90, com altíssimos índices inflacionários, que fizeram com que a principal premissa fosse a redução de custo a qualquer preço. As iniciativas focaram muito pouco na manutenção ou até melhoria da qualidade que esta modalidade poderia trazer aos clientes corporativos. Consequentemente, uma grande sombra paira sobre iniciativas que visam a redução de custo nas relações de trabalho, e aversão a modelos que foram vencedores em outras economias.

Com a atualização da legislação trabalhista, recentemente sancionada, um importante movimento nestas relações será percebido, num processo de amadurecimento e aperfeiçoamento, trazendo maior segurança jurídica para as partes.

Na outra ponta temos um batalhão de executivos disponíveis, um capital intelectual pulsante e esperando ser aproveitado pelo mercado. Algo difícil e lento, se for considerado o modelo tradicional de emprego.

Neste contexto, o executivo interino surge como uma oportunidade para as empresas melhorarem os processos e setores que podem aumentar a sua produtividade e rentabilidade, elevando o patamar de competividade e qualidade de gestão de se negócio.

Roberto Lobo – executivo de Finanças e sócio da innovativa Executivos Associados

A verdade sobre o uso do aço em seu equipamento de reciclagem

Chapa de desgaste Hardox®: O núcleo duro dos equipamentos de reciclagem

A reciclagem cria alguns dos ambientes operacionais mais difíceis para componentes de equipamentos e maquinários. As máquinas podem enfrentar cargas extremas, contaminação por poeira, queda de detritos e variações de temperatura. E muitos desses “burros de carga” precisam muito daquele cuidado carinhoso chamado manutenção apropriada.

As próprias empresas de reciclagem e recuperação também estão em dificuldades. Margens de lucro menores, preocupações com a segurança dos trabalhadores, regulamentos ambientais mais rígidos e o crescimento na quantidade de sucata e resíduos: tudo isso cria uma carga completa de desafios.

Eliminar desperdícios não é uma questão apenas de lidar com os resíduos que o equipamento absorve todos os dias. É também uma questão de perda de tempo e dinheiro devido ao tempo de inatividade do equipamento. Muitos profissionais de reciclagem estão descobrindo que uma fonte de desperdício que eles podem controlar é a qualidade do equipamento que operam. Em um setor em que a produtividade é essencial, o aço utilizado como matéria-prima para fabricar o equipamento merece um olhar mais cuidadoso. Na verdade, as propriedades do aço, combinadas com a seleção do tipo de aço certo com base na aplicação ou processo, pode determinar o sucesso ou fracasso do equipamento.

Neste artigo, analisamos o Hardox®, a “chapa de aço antidesgaste dura e tenaz” da fabricante de aço SSAB, reconhecida como líder em aço resistente ao desgaste e à abrasão para os setores de construção, demolição e reciclagem.

O que são a dureza e a resistência do aço?

O aço Hardox® vem em uma ampla variedade de classificações, larguras e espessuras. Mas, independentemente do grau ou da espessura, o equilíbrio certo entre dureza, resistência e trabalhabilidade é essencial para viabilizar o projeto ideal dos equipamentos e acessórios e para alcançar alto desempenho em ambientes agressivos.

Dureza e tenacidade não são apenas palavras de Marketing. São termos de engenharia mecânica que descrevem propriedades do material. Aqui estão algumas definições importantes.

Dureza: A resistência do aço à penetração e à deformação permanente (na forma de entalhe, arranhão, abrasão, corte, etc.) quando a fricção é aplicada em sua superfície. Quanto mais duro o aço, menor a penetração. Benefício: Bordas de material abrasivo têm dificuldade em cortar uma superfície dura, de modo que o desgaste é minimizado.

Endurecimento total: Um tratamento térmico em que o aço é exposto a aquecimento em alta temperatura seguido de resfriamento controlado. Isso melhora a dureza não apenas da camada externa, mas do núcleo do aço. Benefício: O endurecimento total resulta em melhor desempenho do que o endurecimento apenas de superfície.

Tenacidade: A capacidade do aço de absorver energia e resistir à fratura. Ele exige tanto resistência e ductilidade de modo que ele possa se deformar sob tensão em vez de fraturar. Benefício: Um material resistente que cede, de modo que possa resistir a trincas caso seja sujeito à deformação plástica.

Um olhar mais duro sobre o aço Hardox® em equipamentos de reciclagem

Com uma combinação exclusiva de dureza em toda a espessura e resistência, o aço Hardox® possui propriedades estruturais que o diferenciam do aço tradicional resistente à abrasão, que é suscetível a rachaduras e desgaste e exige substituições frequentes. Normalmente, conforme a dureza aumenta, a formabilidade e a soldabilidade do aço diminuem. Mas, devido à sua tenacidade, a chapa de desgaste Hardox® pode ser usada como aço estrutural, de modo que os fabricantes podem dobrá-la, formá-la e soldá-la sem que perca suas propriedades. Juntamente com sua alta resistência, isso permite projetos mais inteligentes, que usam menos aço sem deixar de manter a resistência do produto e aprimorar seu desempenho.

A Pacific Shredder, empresa australiana de equipamentos de reciclagem usa o aço Hardox® para fabricar trituradoras que podem transformar um carro em sucata em segundos. A trituradora é, basicamente, um tambor de 60 toneladas, composto por 11 discos, com 12 ou 16 martelos de manganês conectados. O rotor gira a 500 rpm, e os martelos destroem os carros contra uma série de bigornas, barras de impacto e grelhas. O interior é blindado com placas de desgaste, que impedem que o metal que é arremessado cause erosão em toda a estrutura.

A chapa de desgaste Hardox® ajuda a maximizar o tempo de trabalho e a reduzir a manutenção e os custos operacionais da empresa no longo prazo. Para eles, uma quebra significa não apenas uma perda de produtividade; isso significa levar um guindaste de 200 toneladas para elevar o rotor e consertá-lo. Portanto, a durabilidade é tudo. E, devido à natureza dos negócios, uma das únicas maneiras de aumentar o lucro é melhorando a vida útil da trituradora. “A maior espessura e a resistência adicional dão às nossas trituradoras uma vida útil muito mais longa”, diz o proprietário, Joe Beentjes. “Nossas chapas de desgaste e discos continuam funcionando quando outras já se transformaram em sucata”.

A SSAB tem um programa de chapa grossa, que oferece a chapa de desgaste Hardox® em espessuras de até 160 mm (6,25″) e resistência de até 350-600 HBW. Dimensões grossas estão em alta demanda em setores como equipamentos de construção, mineração e reciclagem – onde quer que haja grandes componentes de desgaste como trituradores, moinhos, caçambas e aplicações em estrada de ferro. Um aço limpo e de baixa liga, como o Hardox®, é essencial para obter excelentes propriedades de processamento (corte, solda e dobra), dureza homogênea em toda espessura da chapa e alta tenacidade.

Hardox in My Body® traz valor mais alto ao equipamento

Muitos fabricantes exibem com orgulho o logotipo Hardox in My Body® no equipamento, nas máquinas ou nos acessórios como prova de que têm certificação do programa Hardox in My Body® da SSAB. Esse logotipo certifica que o produto foi fabricado usando chapa de desgaste Hardox® e não uma imitação. Isso significa que as carrocerias de caminhões, caçambas, contêineres, equipamento de demolição e reciclagem e outras aplicações passaram por rígidas inspeções de qualidade e foram aprovados pela SSAB em termos de soldagem, projeto e processo de fabricação.

A MB Crusher, que produz caçambas trituradoras para reciclagem e demolição que estão entre as mais vendidas do mundo, é um dos mais de 400 membros do programa no mundo. Todas as suas caçambas trituradoras são feitas com chapa de desgaste Hardox®. Outro membro, a Genesis Attachments, produz as maiores tesouras do mundo para processamento de sucata e demolição. As tesouras, em sua monstruosa máquina de demolição de 420 toneladas, podem cortar vigas de aço de 2 metros de altura e 85 milímetros de espessura, e mesmo assim os operadores dizem que podem controlar o equipamento sem problemas.

Como muitos outros fabricantes, essas empresas colaboram com os produtores de aço em projetos inovadores que melhorarão o desempenho e o valor de seus produtos como equipamentos usados. Outros membros do programa são: Trevi Benne, VTN Europe, Indeco e OSA Demolition Equipment.

O programa funciona da seguinte forma: os clientes se inscrevem na SSAB. Em seguida, os especialistas em desgaste e tecnologia estrutural da SSAB analisam a qualidade da soldagem, os processos de produção e o projeto do produto. Quando é aprovado, o produto recebe um símbolo e um ID exclusivo, que permite rastreá-lo de volta à fonte de produção, incluindo a chapa de aço específica que foi usada para fabricá-lo.

Acesse: www.hardoxinmybody.com / www.ssab.com