quarta-feira, março 4, 2026
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FEI inaugura Laboratório de Manufatura Digital

Como forma de apoiar o ensino e a pesquisa na área de projetos, planejamento e gestão do ciclo de vida de um produto, a Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) inaugurou recentemente um Laboratório de Manufatura Digital. É uma forma de aproximar o meio acadêmico das empresas que atuam nesse setor a partir da realização de pesquisas e projetos em conjunto. A idealização do laboratório se deu porque a Instituição identificou a tendência para os sistemas de manufatura e a carência de pesquisas e formação de mão de obra qualificada para este setor. “O novo laboratório deve colocar a FEI na vanguarda do estudo de sistemas de manufatura. O projeto tem um caráter altamente multidisciplinar, permitindo o envolvimento de alunos e professores de praticamente todos os cursos da Instituição”, conta um dos coordenadores do projeto e professor do curso de Engenharia de Produção da FEI, Fabio Lima. A instalação do laboratório contou com a parceria da Siemens PLM Software, unidade de negócios da Siemens Digital Factory Division, que forneceu 100 licenças do portfólio Tecnomatix (no valor de mais de R$ 3 milhões), que inclui softwares para planejamento de processos de manufatura, com soluções para validar processos robotizados como manipulação, solda a ponto e pintura. A SPI Integração de Sistemas conduziu a fase de definição da concepção e implantação do projeto, agregando diversas empresas do setor nas discussões. Além disso, a empresa contribuiu com um robô industrial Fanuc que trará uma visão mais próxima da realidade industrial.

Falta de aço

Um acidente fez com que a Toyota suspendesse a produção no Japão durante uma semana por falta de aço. A suspensão aconteceu no início de fevereiro e atingiu as 16 linhas de montagem da fabricante automóvel. O acidente aconteceu em uma fábrica da filial da Toyota Aichi Steel, localizada no centro do Japão. Foi a primeira vez que a Toyota parou a produção no Japão desde o terramoto que atingiu o país em março de 2011. Com esta paragem, a empresa deixou de produzir entre 70 e 80 mil automóveis, o que poderá ter um impacto nas suas contas anuais, segundo comunicado divulgado pela própria empresa. A medida não afetou as fábricas da empresa na América, Europa e noutros países da Ásia, que são responsáveis por cerca de metade da produção total do grupo.

Previsões do setor de autopeças

O Sindipeças atualizou as previsões de desempenho do setor para este ano e trabalha com perspectivas também para 2017. As projeções indicam faturamento nominal de R$ 64 bilhões em 2016, com crescimento de 1,3% sobre o registrado no ano anterior. Importante considerar que o crescimento nominal previsto é bastante inferior à inflação e à variação cambial passadas e projetadas. Portanto, esse crescimento nominal significa provável retração do faturamento real (ajustado à inflação e ao câmbio). Outro indicador que demonstra as dificuldades que a indústria de autopeças instalada no País tem enfrentado, independentemente da origem do capital, é o investimento. Segundo levantamento da entidade, as cerca de 470 empresas associadas devem investir R$ 575 milhões este ano, valor 7,6% inferior ao investido em 2015. O nível de emprego também vem caindo e deve chegar a 156,5 mil trabalhadores ao final deste ano, 5,1% menos que em 2015. Não se prevê melhora relevante em 2017. Apenas o resultado da balança comercial das autopeças, embora ainda deficitária, tem apresentado evolução favorável, ainda assim essencialmente pela queda das importações. O saldo negativo em 2015 atingiu US$ 5,6 bilhões, 37,8% inferior ao de 2014. Este ano, espera-se que caia mais 28%, chegando a US$ 4 bilhões. As exportações devem crescer cerca de 5% este ano, para US$ 8 bilhões, enquanto que as importações devem cair cerca de 9%, para US$ 12 bilhões.

Crédito mais fácil

Participando pela primeira vez da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), em Brasília, o presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, Carlos Pastoriza (foto), avalia que as medidas de incentivo ao crédito devem ajudar as empresas. “Acredito que teremos um pouco de fôlego e a economia poderá ser destravada. O aumento do crédito é fundamental para que consigamos ajudar a retomada do Brasil”, ressalta. O executivo destaca também o anúncio de que haverá o refinanciamento das dívidas contraídas junto ao BNDES. “Além de dar fôlego neste momento tão agudo da crise, contribuirá para que as empresas estejam preparadas e equipadas para o momento em que houver a retomada da economia brasileira”.

Novo site da Saint-Gobain Abrasivos

O novo portal tem foco nos mais diferentes públicos, aproxima profissionais, parceiros e consumidores das marcas da Saint-Gobain Abrasivos e traz em detalhes conteúdos técnicos com informações dos milhares de produtos que integram os portfólios da Carborundum, Norton e Winter. Informações sobre os mais recentes lançamentos, sobre as novas tecnologias e sobre as diversificadas soluções que podem ser obtidas através dos abrasivos produzidos pela empresa.

China quer reduzir produção de aço

O Conselho Estatal da China, ou gabinete, anunciou que planeja cortar a capacidade de produção de aço bruto do país entre 100 milhões e 150 milhões de toneladas nos próximos cinco anos. Com a medida, Pequim tenta ajudar sua indústria de aço e ferro, que enfrenta o problema de excesso de capacidade. Segundo diretrizes divulgadas no site federal, governos locais devem interromper a produção de siderúrgicas defasadas e ajudá-las a aperfeiçoar sua tecnologia. O gabinete também determinou que o fim das chamadas empresas “zumbi” seja acelerado, por meio de fusões e aquisições, reestruturações de dívida e liquidações. O governo central prometeu ampliar o apoio fiscal e financeiro a siderúrgicas que tenham de cortar funcionários. No ano passado, o lucro líquido das siderúrgicas chinesas sofreu queda de 68% ante 2014, segundo dados oficiais.

Nova plataforma integra cadeia de produção à Indústria 4.0

AXOOM é uma nova prestadora de serviços de TI para empresas de manufatura que cobre toda a cadeia produtiva, independentemente do fabricante. A empresa tem a TRUMPF como a sua fundadora e constrói soluções de TI para otimizar os processos de produção. A nova plataforma de negócios digitais operada pela AXOOM utiliza módulos customizados ao longo da cadeia de valor para ajudar a otimizar o caminho rumo à Indústria 4.0. A plataforma AXOOM dá suporte aos usuários de forma contínua – desde o fornecedor até o cliente final. O software oferecido é modular na sua concepção e pode ser montado conforme a necessidade da empresa. Os interessados em conhecer a plataforma podem se pré-registrar através do link www.axoom.com. Durante essa fase, os usuários serão capazes de experimentar os primeiros módulos, gratuitamente. O primeiro módulo integrado para conhecimento inclui ordem e gestão de recursos, logística, planejamento de produção e chão de fábrica, bem como elaboração de relatórios. O módulo de gestão de recursos administra todos os recursos.

Mais informações, visite: www.axoom.com.

Mudanças na ArcelorMittal

Medidas de reestruturação entram em cena na ArcelorMittal depois que a siderúrgica teve perdas de quase 8 bilhões de dólares em 2015 pela queda dos preços do aço e do minério de ferro. No ano passado, as depreciações de ativos da empresa, principalmente no setor da mineração, somaram 4,8 bilhões de dólares. O presidente da companhia, Lakshmi Mittal, disse que reduzir a dívida é prioridade. Com esse objetivo foi anunciada a redução de investimentos neste ano e a suspensão do pagamento de dividendos. Além disso, a venda por 875 milhões de euros (cerca de 1 bilhão de dólares) da participação de 35% que possuía no fabricante espanhol de autopeças Gestamp. O grupo anunciou também um plano de ação a médio prazo, que aponta melhorar sua margem bruta de exploração estrutural em cerca de 3 bilhões de dólares de agora até 2020. A empresa prevê para este ano uma nova queda de sua EBITDA a 4,5 bilhões de dólares, algo inferior a de 2015. A expectativa agora é que a demanda de aço fique “estável” em 2016, graças ao crescimento da economia nos Estados Unidos e na Europa, que compensarão a desaceleração de outros mercados.

Equipamentos

A Fobrasa é uma empresa do Grupo Delga, que atua há mais de 50 anos na comercialização de máquinas operatrizes e acessórios para os segmentos Metal-Mecânico e de Plástico da marca Calvi. Entre os produtos oferecidos estão Guilhotinas Hidráulicas, Prensas Viradeiras, Calandras, Fresadoras, Mandrilhadoras, Metaleiras, Tornos Universais e CNC, Furadeiras, Retíficas, Centros de Usinagem e Injetoras de Plástico, entre outros. A empresa esteve na 8ª Feira Corte & Conformação de 2015, expondo um casal de máquinas composto de uma Prensa Viradeira com força de 200 toneladas e 3200 mm de ferramenta e uma Guilhotina Hidráulica com capacidade de corte de chapas, espessura de 10 mm em aço carbono e com 3100 mm de comprimento de corte.

Informações: www.fobrasa.com.br

Alto desempenho

A OPEN MIND Technologies AG anunciou a versão 2016.1 do hyperMILL®. O pacote de desempenho hyperMILL® MAXX Machining oferece três poderosos módulos que ajudam as empresas a conseguir potencial de otimização em aplicações de desbaste, acabamento e furação. O módulo de desbaste do pacote de desempenho inclui vários ciclos para fresamento em percursos de ferramentas trocoidais, resultando em usinagem HPC rápida e confiável. O ajuste dinâmico do avanço com as condições de corte reais garante que o fresamento é sempre realizado com o avanço mais elevado possível. Isso resulta em percursos de fresamento ideais, com máxima remoção de material e os menores tempos de produção possíveis. É suportado o desbaste de alta velocidade de faces de componentes prismáticas e curvadas. A OPEN MIND desenvolve soluções CAM otimizadas para proporcionar desempenhos melhores tanto na programação como na usinagem.