domingo, setembro 20, 2026
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IZDA apresenta soluções para eficiência energética na hidráulica industrial

A líder nacional em hidráulica industrial IZDA leva soluções que garantem eficiência energética, com integração para a indústria 4.0, para a INTERMACH. A linha de produtos BOSCH REXROTH abrange hidráulica industrial, pneumática, Factory Automation FA (servomotores, fusos e guias lineares, inversores de frequência).

A empresa conta com serviços especializados de assistência técnica e profissionais capacitados pelas fabricantes. Outro diferencial é a linha de filtros hidráulicos de alta performance, que reduz o impacto ao meio ambiente, com o lançamento internacional de novos materiais filtrantes. Além disso, sensores para diagnóstico controle e medição das marcas alemã GHM GROUP e inglesa WEBTEC estarão em exposição.

Há 37 anos no mercado, a IZDA é especialista em hidráulica e automação industrial. Distribuidora e prestadora de serviço autorizado da Bosch Rexroth para a indústria metalmecânica. É especializada em instrumentos de medição e controle, e a única distribuição autorizada das marcas GHM GROUP da Alemanha e WEBTEC do Reino Unido. Possui bancada para testes e emissão de laudos além de atendimento a campo em serviços hidráulicos desde o diagnóstico até a manutenção.

WEG firma parceria com a EPLAN, plataforma mundial de dados para engenharia

Conhecida internacionalmente por oferecer inúmeras soluções de softwares para o planejamento de projeto, documentação, gerenciamento de projetos elétricos e pela sua vasta biblioteca de arquivos para a área de engenharia elétrica e software CAE, a EPLAN agora conta também com o banco de dados de componentes da WEG em seu portfólio. Com a parceria, os usuários terão disponíveis, de maneira fácil e ágil, as informações de drives e componentes elétricos para comando e proteção de motores elétricos, otimizando os processos de desenvolvimento de projetos de engenharia.

Uma importante ferramenta para montadores de painéis e fabricantes de máquinas, o EPLAN Data Portal conta agora com mais de 650 componentes WEG, com todas as informações necessárias para utilização em projetos elétricos. Além dos dados técnicos dos produtos da WEG, como descrição dos componentes, ligação, imagens, itens de compra, códigos de barras, macros para layout 2D e 3D e detalhes de fixação, os usuários podem também fazer o download de arquivos em formato DXF e TXT.

Acesse o link http://eplandata.de/portal/pt_BR/catalog/WEG e acesse todas as informações dos produtos WEG no portal de dados do EPLAN. Continuamente, a biblioteca de produtos da WEG está sendo ampliada e em breve toda a linha estará disponível no EPLAN Data portal.

Acesse: www.weg.net

Norton leva novas tecnologias para ferramentas abrasivas e superabrasivas

Comprometida em criar novas soluções para o aumento contínuo da produtividade industrial, a Norton, marca da Saint-Gobain Abrasivos, investe fortemente no desenvolvimento de ferramentas abrasivas e superabrasivas com destaque para discos de corte e desbaste, lixas, rebolos, máquinas e acessórios utilizados nas indústrias de manutenção, aeroespacial, em fundições, siderurgias, montadoras, cutelarias e fabricantes de ferramentas entre outras. Os lançamentos, que ampliarão ainda mais o portfólio de ferramentas da marca para 2017.

Dentre as novidades, um dos destaques é o disco de desbaste Norton Quantum³, lançamento mundial da marca que agora chega ao Brasil e aos países da América do Sul. Foi desenvolvido levando-se em consideração as necessidades e pedidos dos mercados industrial e de construção por discos mais agressivos e rápidos, que proporcionassem melhor conforto aos operadores.

Fabricado com grãos abrasivos cerâmicos de alta tecnologia, o novo disco da Norton é indicado para desbaste, rebarbação de ligas de alta resistência, na remoção de soldas de alta dureza e em todo e qualquer tipo de aço carbono e aço inoxidável. O Quantum³ é mais agressivo devido ao grão cerâmico que desbasta o metal com maior facilidade além de possuir uma maior durabilidade devido à sua robusta camada com elevada taxa de retenção do grão. Desta maneira, uma quantidade menor de discos é necessária no processo, o que reduz custos e mão de obra.

Características técnicas:

• Maior conforto. Grãos cerâmicos mais agressivos reduzem a pressão necessária para o desbaste.

• Elevada taxa de remoção (MRR). As micro fraturas dos grãos geram arestas de cortes ainda mais afiadas e prontas para o desbaste.

• Maior vida útil. Camada de alta resistência desenvolvida exclusivamente para o Quantum³.

• Disponível nos diâmetros de 180 e 230mm, com 7,0mm de espessura – 180×7,0x22,23mm e 230×7,0x22,23mm.

• Mercados: manutenção e reparação industrial/usinas de álcool, estaleiros, óleo & gás, offshores e desbaste de soldas especiais.

Acesse: www.nortonabrasives.com/pt-br

Gases de Proteção para Soldagem ao Arco Elétrico

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Este descreve uma pesquisa experimental elaborada no laboratório de Soldagem da FATEC unidade deSão Paulo, buscando demonstrar a influência dos gases de proteção em suas varias combinações no processo de soldagem. O processo de soldagem aplicado foi o MIG/MAG, com a utilização de gases puros e misturas variadas. Os equipamentos utilizados foram:

O conjunto Lincoln Eletricfonte S 350 e alimentador de arame LF 45. A leitura do relatório do equipamento de soldagem foi demonstrado pelo Laptop. A proteção gasosa foi feita através do conjunto de misturador ternário CO2/Ar/O2 de gases WITT.

INTRODUÇÃO

Gases de Proteção para Soldagem ao Arco ElétricoO conhecimento da função de cada gás e como poderá influenciar sobre o processo de soldagem que está sendo aplicado poderá beneficiar muito o desempenho da produção. O gás de proteção tem um efeito significativo sobre vários parâmetros do cordão de solda como exemplo podemos citar que é determinante:

• Na velocidade de soldagem;

• No perfil de penetração;

• No aspecto do cordão;

• Além de influenciar no aporte térmico, quantidade de respingos.

Os gases de proteção fornecem uma vantagem competitiva na redução dos custos de fabricação e através do aumento da produção reduzindo taxas de rejeição e melhoria da qualidade.

Muitos profissionais que trabalham com soldagem não conhecem as contribuições vantajosas dos gases de proteção para o processo de soldagem. Os gases de proteção podem influenciar também no modo de transferência metálica, no teor de liga, na geração de fumos e em muitas outras características.

A seleção adequada do gás de proteção para o processo MIG/MAG, ou soldagem com arame tubular, e com TIG pode trazer melhoria na velocidade de soldagem, na qualidade do cordão de solda, bem como na taxa de deposição (kg/h).

Gases de Proteção para Soldagem ao Arco ElétricoPara se ter um conhecimento das propriedades dos gases apresenta-se a Tabela 1

Qual o impacto na qualidade, produtividade e qualificação de soldagem?

OBJETIVOS DA PESQUISA

Identificar a influência dos gases de proteção no processo de Soldagem, demonstrando através de relatórios e da confecção de corpos de provas no laboratório de soldagem do departamento de soldagem da FATEC-SP, a qualidade dos cordões de solda, quantidade de respingos.

CONCEITOS GERAIS

1. Gases Puros

Os gases puros são utilizados para proteção do arco elétrico para a soldagem. Os principais são: Argônio, Hélio e Dióxido de Carbono. Estes gases podem ter efeitos tanto positivos como negativos no arco de elétrico de soldagem.

Argônio

É um gás monoatômico comumente utilizado para o processo de soldagem TIG empregado em todos os materiais base, já no processo MIG é empregado na soldagem de metais não ferrosos. O argônio é quimicamente inerte, tornando-o adequado para a soldagem em metais reativos ou refratários.

Este gás tem uma condutividade térmica e potencial de ionização baixo, essas propriedades resultam em uma baixa transferência de calor para as zonas externas do arco, isso forma uma coluna estreita no arco elétrico proporcionando dessa forma um perfil de penetração profundo e relativamente estreito veja Figura 2. No processo MIG o argônio puro promove a transferência tipo spray.

Figura 2 – Gás argônio perfil de penetração profundo e relativamente estreito.

Hélio

O gás He é também um gás inerte monoatômico, mais comumente utilizado para o processo de soldagem TIG nos USA em materiais não ferrosos. Em contraste com Argônio, o Hélio tem um elevado potencial de ionização e condutividade elétrica. O Hélio fornece um perfil de cordão com maior largura, boa molhagem na margem da solda, e promove um aporte de calor mais elevada do que Argônio puro.

O alto potencial de ionização pode criar dificuldades para se iniciar o arco elétrico, dessa forma indica-se o uso de alta frequência ou capacitiva para abertura de arco no TIG.

Devido ao baixo peso atômico do Hélio ele é consequente mais leve do que o ar, é recomendado vazões de gás ligeiramente mais elevadas, porque o gás tende a elevar-se acima do ar. O gás Hélio puro promove uma transferência globular e é raramente utilizado para MIG/MAG, com a exceção da soldagem de cobre puro.

Gases de Proteção para Soldagem ao Arco ElétricoFigura 3 – Gás hélio fornece um perfil de cordão largo e média penetração.

Dióxido de Carbono

O dióxido de carbono, também conhecido como CO2, geralmente é utilizado para o processo de soldagem MIG/MAG e Arame Tubular com transferência em curto-circuito. O CO2 é uma molécula composta com interações bem complexas na coluna do arco elétrico, quando esse gás entra em contato com as altas temperaturas do arco; o CO2 é dissociado em CO e O2, isso cria um potencial de oxidação do metal base e essa adição provoca perda de elementos de liga na poça de solda, ao mesmo tempo em que ocorre a dissociação e também a recombinação do CO e O2; isso provoca um baixo potencial de ionização e condutividade térmica, tendo como consequência uma zona quente no centro da coluna do arco. Este fenômeno tende geralmente a fornecer um perfil equilibrado de largura e profundidade de penetração.

Para aplicações MIG/MAG, o CO2 puro é incapaz de produzir transferência spray em fontes convencionais, e promove a transferência globular, o que pode causar uma grande quantidade de respingos.

Já para aplicações de arame tubular o CO2 puro é produz transferência globular e em combinação com alguns fluxos transferência por spray, promovendo menor penetração da solda do que quando comparado com misturas gasosas.

Gases de Proteção para Soldagem ao Arco ElétricoFigura 4 – Gás CO2 fornece um perfil equilibrado de largura e profundidade de penetração

2. Gases utilizados em Misturas

Misturas gasosas utilizadas podem combinar vantagens separadas de dois ou mais gases. A alta porcentagem de gás inerte em misturas gasosas tem como consequências altas eficiências de transferência. Combinações contendo argônio possibilitam proteção da possa de fusão na temperatura de soldagem.

A seguir temos a tabela de Misturas gasosas usuais na soldagem, relacionando os processos de soldagem com o tipo de gás e material a ser soldado.

Oxigênio

O gás O2 é uma molécula com dois átomos, geralmente é adicionado como componente ativo no gás de proteção utilizado no processo MIG/MAG, e as misturas têm concentrações de O2 com menos de 10 por cento.

O oxigênio tem um aporte de calor maior, pois é o resultante da sua energia de ionização e sua energia de dissociação (energia liberada pela divisão da molécula em átomos individuais no arco), por este motivo o oxigênio promove uma melhor penetração, menos profunda, mas com maior largura de cordão, devido ao seu elevado aporte de calor na superfície.

A explicação para esse fenômeno é que uma vez que a geração de calor é mais intensa a tensão superficial do metal em fusão tende a ser reduzida.

Com a geração de calor mais intensa, a tensão superficial do metal em fusão tende a ser reduzida e a transferência por spray é facilitada, dessa forma o cordão fica mais espalhado e plano.

A aplicação mais comum para o uso da mistura Oxigênio/Argônio para o processo MIG/MAG em aço carbono é a necessidade de perfil de penetração mais largo.

O oxigênio é também utilizado em misturas ternarias em pequenas porcentagens junto com CO2 com o objetivo de melhorar a molhagem do cordão e pulverização das gotas em modo spray.

Hidrogênio

O hidrogênio H2 é um gás diatômico, é adicionado intencionalmente para ser ativo, utiliza-se em misturas com concentrações inferiores a 10% favorecendo uma boa penetração.

O Hidrogênio é usado principalmente na soldagem de aços inoxidáveis austenítico para promover a remoção de óxido e aumentar o aporte de calor. Tal como acontece com todas as moléculas diatômicas esta tem grande poder de aquecimento, porém deve ser utilizado cuidadosamente, pois como é amplamente conhecido o hidrogênio não é adequado para os aços ferríticos ou martensíticos por causa de problemas de trincas a frio.

Nitrogênio

O N2 é pouco usado em proteção gasosas, este é usado principalmente para promover a formação de austenita e melhorar a resistência à corrosão em aços inoxidáveis duplex e super-duplex, pois, devido as caraterísticas do ciclo térmico dos processos de soldagem, tende a formar mais ferríta.

Por ser um gás relativamente mais barato que o Argônio em algumas circunstâncias ele é usado como gás de proteção da raiz de soldas no processo TIG em aços inoxidáveis, porém da mesma forma que ele induz a formação de austenita e também pode inibir a formação de ferríta, sabe-se que a soldagem com o número de ferríta (FN) menor do que FN 4 deve ser evitada, pois causa uma grande propensão de trincas a quente em aços austenítico.

MISTURA GASOSA

80% Ar + 20% CO2

Gases de Proteção para Soldagem ao Arco ElétricoEsta mistura tem desempenho semelhante ás adições de 22% e 25% Pode soldar aço de carbono indicado para transferência curto circuito ou spray.

85% Ar + 15% CO2

Esta mistura é indicada para uma variedade de aplicações em carbono e aços de baixa liga no modo de transferência curto-circuito de, principalmente indicada para espessuras finas e onde se quer altas velocidades de soldagem, menor quantidade de respingos com consequente aumento das taxas de deposição. Isso se deve a redução da quantidade dióxido de carbono com transferência spray.

90% Ar + 10% CO2

Esta mistura tem quase o mesmo desempenho que a mistura com 5% e podem ter composições de 8%, mas com o aumento do aporte de calor deixa o cordão mais plano e a poça de solda mais fluida, indicada para transferência em curto-circuito ou spray.

95% Ar + 5% CO2

Esta mistura é indicada para a transferência por pulso ou spray e também por transferência curto-circuito em uma variedade de espessuras de material bem grande. Muito utilizada para soldagem de aços baixa liga Aços e soldagem fora de posição, esta mistura tem menos respingos e uma poça mais controlável do que uma mistura de argônio e oxigênio.

95% Ar + 5% O2

Esta mistura proporciona uma poça de fusão mais fluida, mas com melhor controle da poça de fusão, indicado para soldar aço de carbono em geral, O oxigênio permite velocidades de soldagem mais elevadas.

90% Ar + 5% CO2 + 5% O2

Pouco utilizada, somente em aplicações especiais onde se procura um balanceamento entre velocidade de soldagem e qualidade de cordão.

80% Ar + 15% CO2 + 5% O2

Pouco utilizada, somente em aplicações especiais onde se procura um balanceamento entre velocidade de soldagem e qualidade de cordão.

98% Ar + 2% O2

Esta mistura é indicada para soldar com arco de spray aços baixa liga, Aços Inoxidáveis. O oxigênio fornece maior ação de molhagem do que a mistura de oxigênio de 1%. As Propriedades mecânicas e a resistência à corrosão com adições 1% e 2% são semelhantes, mas aparência será mais escuro e mais oxidado para as misturas 2%.

EXPERIMENTO

A seguir apresentamos os cordões de solda com vários perfis com penetração e aparência de cordão obtidos no experimento realizado no laboratório de Soldagem – FATEC/SP.

Podemos analisar nas fotos acima que há diferenças no processo pelos cordões feitos com curva características convencional e curva características pulsada. Observando os cordões quanto a variação gasosa podemos verificar:

• Quantidade de metal depositado;

• Largura do cordão;

• Quantidade de respingos;

• Aparência do cordão.

Gases de Proteção para Soldagem ao Arco ElétricoO CO2 pode ser usado sozinho para aplicações no processo GMAW como gás de proteção. OCO2 é um gás reativo, dissocia-se em monóxido de carbono e oxigênio livre no calor do arco. O Oxigênio, em seguida, combina-se com elementos de transferência através do arco para formar óxido sob a forma de escória, e também ajuda a gerar uma grande quantidade de fumaça. Embora o CO2 seja um gás ativo e produz à oxidação do material de solda, a aparência das soldas pode ser obtida de forma consistente com a seleção cuidadosa do metal de adição.

O gás CO2 é geralmente utilizado para soldagem de aço carbono, porque é prontamente disponível e produz boas soldas a um baixo custo. Contudo, o baixo custo por unidade de gás nem sempre é traduzido para o menor custo de solda depositada. Outros fatores, como menor eficiência de deposição é devido à perda por respingos, geram altos níveis de fumo de solda, produzindo soldas pobres por conta de perfil do cordão e redução da força de tração que podem influenciar o custo de soldagem final, e deverá ser cuidadosamente considerada.

Peças soldadas podem necessitar de uma operação de limpeza antes da pintura, que pode mais do que compensar o menor custo do gás de proteção CO2. As vantagens de gásCO2 são:

• Boa profundidade e largura da fusão e a obtenção de propriedades mecânicas aceitáveis.

Programa socioambiental Usiminas é premiado em evento da FIEMG

Projeto Caminhos do Vale foi um dos destaques da Semana de Produção e Consumo Sustentáveis, realizada na sede da entidade em Belo Horizonte.

Por inovar ao reunir empresa, poder público e comunidade como parceiros em favor do desenvolvimento socioambiental, o programa Caminhos do Vale, da Usiminas, foi homenageado na última semana com o troféu e a certificação do Banco de Boas Práticas Ambientais da Indústria de Minas Gerais. A iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM) incentiva e divulga o desenvolvimento de projetos voltados para a ecoeficência dos processos produtivos, com uso menos intensivo de recursos naturais e menor degradação ambiental.

A entrega do prêmio foi realizada durante a abertura da “Semana de Produção e Consumo Sustentáveis” da FIEMG, evento que reuniu representantes de entidades do setor, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, do Pacto Global e de diversas empresas do estado. O gerente-geral de Meio Ambiente da Usina de Ipatinga, Pedro Luís Pereira Ribeiro, recebeu o troféu das mãos do gerente de Meio Ambiente da FIEMG, Wagner Soares Costa, e destacou o orgulho da Usiminas pelo reconhecimento. “A companhia sempre se pautou pelo compromisso junto às comunidades nas quais está presente. Ouvir depoimentos dos beneficiados pelo programa, de que não estão mais isolados ou de que o índice de assiduidade das crianças nas escolas passou para 100% depois da pavimentação das estradas é motivo para todos nós comemorarmos.”

A premiação ocorreu logo após um painel sobre o Caminhos do Vale, em que o coordenador do Grupo de Trabalho Coprodutos da Usiminas, Henrique Hélcio dos Santos, mostrou os principais resultados conquistados pelo programa de coparticipação socioambiental em dois anos de existência. Desde 2015, foram doadas mais de 1 milhão de toneladas de agregado siderúrgico – material originado do processo siderúrgico – para a pavimentação de cerca de 700 quilômetros de estradas rurais no Vale do Aço, beneficiando 650 mil pessoas. “Além disso, como contrapartida à doação feita pela Usiminas para as prefeituras, já foram recuperadas 680 nascentes nos municípios participantes”, comemorou Henrique.

Durante a apresentação, o coordenador despertou uma reflexão sobre a importância e a urgência da adoção de iniciativas sustentáveis por parte de empresas, organizações e da própria sociedade. “Daqui a algumas gerações, provavelmente não seremos lembrados por nossos bisnetos e tataranetos, mas eles certamente sofrerão os impactos das nossas ações”, finalizou.

Sobre Usiminas

Líder e presente em toda a cadeia siderúrgica – da extração do minério, passando pela produção de aço até sua transformação em produtos e bens de capital customizados para o mercado. Possui, hoje, o maior e mais inovador Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em siderurgia da América Latina. Por sua gestão ambiental, foi a segunda siderúrgica do mundo certificada com a ISO14001, gerando maior produtividade com menor consumo. A companhia contribui ainda para o desenvolvimento das comunidades onde atua, por meio do Instituto Cultural Usiminas e da Fundação São Francisco Xavier, oferecendo projetos nas áreas de saúde, educação e cultura. As ações são negociadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque (ADR nível I) e Madri.

Placas de torno SCHUNK ROTA NCE com baixo peso, alta rigidez e mínimo tempo de ciclo

A partir do segundo semestre de 2017, a SCHUNK disponibilizará o equipamento que trará, além de ganho de produtividade, eficiência energética

A SCHUNK Intec-Br., subsidiária brasileira da empresa familiar alemã SCHUNK GmbH & Co. KG, líder competente em sistemas de garras e tecnologia de fixação, trouxe para o Brasil a SCHUNK ROTA NCE, placa de torno de alta tecnologia e eficiência energética.

A SCHUNK é a primeira fabricante a combinar de forma bem-sucedida, o baixo peso com máxima capacidade de carga e um design extraordinário em uma única placa de torno. Ela tem como característica uma alta capacidade de carga combinada, com um peso baixíssimo. Comparada às placas de tornos convencionais, o momento de inércia foi reduzido em até 30% em relação a alguns modelos.

A placa de torno SCHUNK ROTA NCE é ideal para processos altamente dinâmicos e produtivos com mínimo consumo de energia, que pode alcançar significantes economias por meio da redução de tempo nos ciclos, especialmente na produção em larga escala.

Tanto econômica quanto sustentável

Dentro da estrutura da iniciativa sustentável da VDMA (Associação Alemã dos Engenheiros Mecânicos) chamada de “Blue Compentence”, a SCHUNK vem demonstrando seu compromisso de longa data em soluções de produção altamente eficientes.

Avançadas guias de garras, micro válvulas integradas e sistemas de fixação com eficiência energética, permitem relação de ganho mútuo entre economia e conservação de recursos. Com a placa de torno de baixo peso, SCHUNK ROTA NCE, a inovadora empresa familiar definiu uma nova referência para as placas de torno.

Os especialistas no centro de competência de tecnologia de placas de torno e sistemas de fixação estacionários da SCHUNK, em Mengen, na Alemanha, investiram cerca de 700 horas em pesquisas, desenvolvimento e modelagem, para adaptar a geometria da placa à máxima rigidez do fluxo de força, apesar do design de baixo peso. Uma estrutura de coroa entre as guias das castanhas, um recuo circular entre as guias e um contorno cônico permitem uma redução de peso substancial sem que haja um efeito notável na rigidez da placa. Ao invés disso, as forças são desviadas diretamente para o suporte do fuso. O baixo peso permite uma aceleração significantemente mais rápida e desaceleração da placa com menor consumo de energia em comparação às placas de torno convencionais.

Vencedora do prêmio de melhor design

A placa de torno SCHUNK ROTA NCE é projetada para tornos CNC com cilindros de baixo curso e é completamente compatível com os tornos convencionais das fabricantes asiáticas. A placa de torno de baixo peso estará disponível a partir do segundo semestre de 2017 em quatro tamanhos, com diâmetros de 165 mm, 210 mm, 260 mm e 315 mm, respectivamente, com forças de fixação de 65 kN, 100 kN, 125 kN e 150 kN. A placa recebeu o prêmio iF DESIGN 2016, um dos mais conceituados e completos prêmios de design do mundo, por sua funcionalidade especial, eficiência e estética.

Processos utilizados, conceitos metalúrgicos e identificação dos metais na Soldagem de Manutenção

A utilização do processo Mig/Mag, teve uma grande expansão nos últimos anos motivada pelo desenvolvimento de arames sólidos e tubulares que alteram a metalurgia do depósito melhorando os aspectos protetivos do revestimento com uma maior velocidade de deposição.

Outro tipo de processo importante no setor de manutenção é o conjunto oxiacetilênico muito utilizado no setor de manutenção industrial para a soldagem de vários materiais pelo processo de brasagem. Uma evolução desse processo é o sistema gás flux que proporciona soldas limpas com maior qualidade final.

O sistema de metalização utiliza materiais metálicos e cerâmicos em pó ou arames que são fundidos e aplicados sobre superfícies preparadas. Este processo é de grande versatilidade nos setores de manutenção, revestindo peças cilíndricas e planas com baixa transferência térmica.

Atualmente é indicado o uso do sistema de corte plasma de ar comprimido nos setores de manutenção por sua versatilidade no corte dos diversos metais.

Os técnicos e soldadores de manutenção, necessitam estar sempre atentos e atualizados para poder escolher o processo de soldagem, os equipamentos e acessórios ideais, o metal de adição e a técnica adequada para cada aplicação.

Conceitos metalúrgicos

As várias ligas metálicas aplicadas na prevenção e recuperação de partes e peças são desenvolvidas através da metalurgia dos metais. A matéria conforme encontrada na natureza é constituída por várias composições químicas e mecânicas. Na soldagem de manutenção, devemos reconhecer os materiais das peças recuperadas aplicando a liga ideal.

Identificação dos metais

Existem diversos procedimentos para identificação dos metais. Os mais utilizados são:

• Aparência;

• Testes de faiscamento ou de laboratórios que determinam sua dureza;

• Composição química;

• Estrutura metalográfica.

A aparência visual fornece as primeiras informações do tipo de metal, identificando os aços ou a oxidação que poderá definir os diferentes tipos de materiais.

Um dos testes mais simples que facilita a identificação da maioria dos metais é a visualização do tipo, comprimento, quantidade e a cor da faísca desprendida da peça esmerilhada.

Tipos de desgastes

Podemos classificar os principais tipos de desgastes por:

• Abrasão;

• Erosão;

• Fricção;

• Impacto;

• Corrosão;

• Cavitação.

Conforme o metal base o tipo de desgaste selecionamos o processo e o material base ideal para cada aplicação.

Acesse: www.alusolda.com.br

Qual a sua produtividade por segundo rodado?!

Sempre procurei ser um colaborador eficiente, no entanto, até há pouco tempo eu centralizava todas as atividades em mim, sem delegar. De fato, eu consegui entregar o que era requisitado, as vezes de maneira rápida ou as vezes com o prazo estourado, mas sem o acabamento adequado. Essa publicação começa em formato de confissão, afinal foi um dos meus grandes desafios nos últimos anos, delegar! Passar pela disruptura de abrir mão do “Ei, mas só eu sei fazer isso assim”. Assim consegui produzir mais e melhor.

Envolto em um ambiente de tecnologia e inovação, hoje eu vejo que acabei acertando em corrigir isso o quanto antes. Cada dia mais eu vejo o discurso da colaboração social, team work online, empresas planas (sem hierarquia) que apostam na inovação e no erro controlado para conquistar coisas novas. Isso só é possível quando os CEO’s abrem mão de ter direito e razão e decidem permitir-se que as ideias venham de outras formas.

David Velez, CEO da Nubank, comentou recentemente em uma entrevista que nas empresas financeiras tradicionais, seus concorrentes tomam decisões porque alguém diz: “Eu tenho 40 anos de experiência nisso, por isso digo que o caminho que devemos seguir deve ser esse”. Já na Nubank, empresa que ele lidera, ninguém poderia tomar decisões assim porque poucos tem sequer 40 anos de vida, em compensação seus colaboradores de 25 nacionalidades diferentes estão envoltos em uma gestão que delega as ideias… Então eu me pergunto: e a capacidade de tomada de decisão, resultado?! Bom, o Nubank tem uma fila de espera de 70 mil pessoas querendo ser clientes de seu cartão de crédito.

O ganho de produtividade é imenso, em vez de você ser o único responsável por fazer a máquina rodar, o todo trabalha em conjunto por você. Empresas de tecnologia criam células de conflito de propósito, a diversidade de opiniões gera conflito automaticamente, mas o saldo final é inovação. Passo por esta experiência todo dia. No meu ambiente corporativo temos colaboradores de vários níveis de graduação, idades, com pouca e muita experiência. Como trabalhamos todos juntos sem divisória ou salas, deparamos com problemas da engenharia que por sua vez foi sanado pelo marketing, ou ainda, do comercial que foi atendido diretamente pelos CEO’s que compartilham do mesmo espaço.

Estamos caminhando cada vez mais para uma sociedade que não se preocupa mais em “quem sou”, mas “o que posso fazer melhor”. Recentemente, também em uma entrevista, Wilson Ferreira JR, presidente da Eletrobrás, conta que assumiu há seis meses uma estatal com uma dívida 9 vezes maior que seu ebitda (geração operacional de caixa da companhia), por quê?! “Primeiro foi a honra do convite. Eu sou do tempo em que se você fosse chamado para a seleção brasileira, ficaria orgulhoso, receber o convite para a Eletrobrás me fez sentir da mesma forma”, comentou Wilson na matéria, e qual a primeira frase que ele menciona na reportagem como sendo seu plano de ação para mudar a empresa?! “Nós precisamos implementar uma mudança cultural…mobilizar as pessoas para encontrar uma solução. A solução está lá dentro”.

Toda cultura devora no café da manhã, sejam planos estratégicos de seus CEO’s. Se eles não forem os grandes agentes da mudança, começando por delegar a inovação e tomada de decisão e passando a gerenciar erros controlados, de fato, não haverá relógio que de conta de tudo o que precisará ser feito para atingir resultados satisfatórios. Todo grande líder compreende que precisa de um grande time e um grande time precisa de autonomia aliada a confiança de seus gestores para executar tarefas com responsabilidade. Conseguir formar um time de alta performance, com certeza vai fazer você ser mais produtivo do que sozinho embebido em suas certezas e afirmações. Talvez o primeiro passo seja como disse o próprio David Velez: “Contrate pessoas que tem a cabeça muito aberta e cheias de perguntas, do que pessoas que tem muita experiência e a cabeça cheia de respostas”.

Acesse: www.winov.com.br

Okuma comemora 20 anos de Brasil

Lidera na incorporação de tecnologias da indústria 4.0 no segmento de máquinas-ferramenta

Empresa japonesa é uma das maiores fornecedoras de máquinas-ferramenta premium do setor na América do Sul

Oferecer todo o suporte necessário às fabricantes japonesas no Brasil. Foi com esse objetivo que, em abril de 1997, a Okuma iniciou suas atividades no País e, por extensão, em toda a América do Sul. A empresa especializada na fabricação das chamadas máquinas mães (utilizadas para a construção de novas máquinas) para usinagem de alta precisão completa 20 anos de atuação como uma das líderes de mercado e pioneira no processo de automação do segmento.

“A Okuma construiu uma história de duas décadas de sucesso no mercado brasileiro e tornou-se uma das grandes referências na produção, manutenção e suporte para o segmento de maquinas-ferramentas. Comemoramos os nossos 20 anos já nos preparando para futuro. Acreditamos que os novos desafios apontam para a incorporação de tecnologias da indústria 4.0, Internet Industrial de Coisas (IIoT), Smart Manufacturing e outras. Com esse movimento estamos nos preparando para a indústria do futuro com infinitas possibilidades”, afirma Mohseen Hatia, diretor geral da Okuma Latino Americana”.

De acordo com Hatia, o direcionamento para oferecer não somente máquinas, mas equipamentos inteligentes e mais eficientes é fundamental para consolidar ainda mais a presença e a referência da Okuma. “Há alguns anos, lideramos as iniciativas regionais em automação e desenvolvimento de soluções completas aos clientes, proporcionando alto nível de customização e eficiência na utilização dos equipamentos. Assim, mais do que máquinas, vendemos a solução completa, com programação e opcionais incluídos. É só virar a chave e esperar os bons resultados”, garante.

Atualmente, a Okuma Latino Americana possui mais de 2000 máquinas instaladas em território nacional e mantém um departamento de peças sobressalentes, que hoje cobre cerca de 90% dos casos de manutenção preventiva e corretiva. As principais áreas de atuação da empresa são: Automotivo; Óleo & Gás; Agrícola; Médico; Aeroespacial e Moldes & Matrizes.

“Os números do primeiro trimestre indicam que o mercado automotivo voltou a crescer na casa dos dois dígitos, o que necessariamente vai gerar maior demanda por máquinas-ferramenta, suporte técnico e peças de reposição”, observa Hatia. Já o setor agrícola, que manteve bons números mesmo durante a crise, está aumentando a demanda por máquinas de precisão, que exigem alto grau de customização e automação.

Apesar das várias crises enfrentadas nas últimas duas décadas, o número de clientes e base instalada da Okuma no País sempre cresceram de forma consistente e com total apoio da matriz no Japão. A empresa acredita no potencial de recuperação, mantendo um otimismo cauteloso para o próximo triênio. “Ainda há muitos fatores políticos e econômicos a serem definidos, mas estamos confiantes de que o País vai voltar a crescer. O mercado das Américas é o segundo maior para a Okuma no mundo, atrás apenas da Ásia. E a nossa matriz acredita muito no potencial do Brasil para a manutenção do desenvolvimento dos negócios”, conclui.

20 anos de história

Até 1997, os equipamentos da Okuma chegavam ao Brasil apenas para a indústria automobilística, por meio de uma única distribuidora. No entanto, ainda não havia a estrutura de suporte ou a assistência que os clientes necessitavam. Neste contexto, a empresa decidiu iniciar as operações na América do Sul e inaugurou o escritório brasileiro no dia 1º de abril.

No ano seguinte, a Okuma passou a contar com mais um distribuidor e diversificou o canal de vendas, conquistando novos clientes. “Esse movimento foi importante para expandirmos nossa atuação para os segmentos de Óleo & Gás, Agrícola, Médico, Aeroespacial e Moldes & Matrizes”, relembra Hatia.

A primeira grande transformação da empresa aconteceu no fim do ano 2000, quando desenvolveu um modelo de negócios específico para o Brasil: canal direto de vendas, sem a participação de intermediários, realizando todas as atividades de pré e pós-venda. “Essa é uma questão cultural. Os clientes brasileiros preferem manter um relacionamento direto, pois entendem que assim terão uma atenção do fabricante. A Okuma entendeu o mercado brasileiro e criou aqui o único modelo de vendas diretas da corporação em termos mundiais”, conta o executivo.

A primeira equipe de vendas da Okuma contava com quatro pessoas. A iniciativa deu certo e a empresa manteve um crescimento sustentável desde então. Como resultado, o número de máquinas instaladas no País cresceu significativamente, com uma grande variedade de modelos, incluindo os grandes Centros de Usinagem Dupla Coluna, Tornos Multitarefas, Centros de Usinagem 5 eixos, etc. A equipe total também aumentou pelo menos seis vezes, chegando a cerca de 50 profissionais.

Atualmente, os colaboradores de vendas estão distribuídos em São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Amazonas e Pernambuco. A atuação no restante do continente é feita por meio de distribuidores na Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.

A Okuma acompanhou o desenvolvimento da economia brasileira nas últimas décadas, ampliando o fornecimento de máquinas junto com o crescimento da indústria. Um dos projetos de maior destaque aconteceu em 2005, quando a companhia firmou parceria com o Senai para o desenvolvimento de peças para o Programa Espacial Brasileiro, hoje utilizadas tanto pela NASA quanto pela Estação Espacial Internacional. “Foi uma experiência muito positiva e que serviu para comprovar a capacidade e qualidade dos produtos desenvolvidos pela Okuma”, completa Hatia.

Sempre buscando a excelência nos serviços prestados, em 2012 a Okuma inaugurou um novo Centro de Tecnologia em São Paulo, com um Show Room adequado para exposição de novas máquinas e promoção de eventos. O espaço é utilizado para treinamentos de clientes e testes avançados de usinagem.

Acesse: www.okuma.com.br

Usiminas é recomendada para certificação em nova norma da qualidade do setor automotivo

Companhia é uma das primeiras empresas brasileiras a obter a recomendação para a certificação na IATF 16949:2016

A Usiminas acaba de se tornar uma das primeiras empresas brasileiras – além de uma das siderúrgicas pioneiras no mundo – a obter a recomendação para a certificação na nova norma de gestão da qualidade para fornecedores do setor automotivo, a IATF 16949:2016. A conquista reforça o protagonismo da companhia no atendimento qualificado às demandas da exigente indústria automotiva, o que inclui também o desenvolvimento de soluções customizadas para o cliente.

A oficialização da recomendação aconteceu por meio de relatório enviado pela empresa Bureau Veritas Certification (BVC), à International Automotive Task Force (IATF), responsável pela certificação. O documento atende a uma solicitação de grande parte do setor automotivo mundial, que, para garantir o alto nível de qualidade, exige de seus fornecedores a certificação na norma. Desenvolvida pela IATF, ela estimula o desenvolvimento do mercado automotivo e é tida por muitos como um pré-requisito para se fazer negócios.

A extensa e abrangente auditoria que credenciou a Usiminas para a certificação foi realizada pela BVC entre 29 de maio e 23 de junho deste ano e cobriu os processos desenvolvidos na sede da companhia, em Belo Horizonte; nas usinas de Ipatinga e Cubatão; no Centro Empresarial do Aço (CEA), em São Paulo; no Porto de Vitória e Cubatão e nos Centros de Distribuição TESP, Utinga, Imbiruçu e Santa Luzia.

Eduardo Côrtes Sarmento, gerente-geral de Atendimento ao Cliente, Garantia da Qualidade e Produto da Usiminas, destaca o resultado conquistado pela empresa. “A Usiminas se coloca mais uma vez como pioneira nas certificações da Qualidade, graças à atualização de nosso Sistema de Gestão da Qualidade, colocando-o em linha com as mais recentes normas editadas no mundo. Chegamos à frente de muitas empresas, no Brasil e no mundo, e demonstramos nossa força de trabalho com capacidade para alcançar resultados importantes e inovadores”, comemora.

Além da auditoria, o projeto de certificação da Usiminas na nova norma envolveu um planejamento que incluiu o estudo da norma, o treinamento das equipes envolvidas, a identificação das lacunas existentes e das ações para eliminação de cada uma delas, por fim, o ciclo completo de auditorias internas e as correções necessárias.

Agilidade

A norma IATF 16949:2016, que substitui e anula a ISO/TS 16949:2009, antiga regra voltada para o setor automotivo, foi publicada em outubro do ano passado. A Usiminas não perdeu tempo e atualizou o seu Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) para atender às mudanças. Todas as organizações certificadas na antiga norma precisarão migrar para a nova versão até setembro de 2018. A empresa, portanto, está mais de um ano adiantada nesse projeto.

Na reunião de encerramento do processo de auditoria, o presidente da companhia, Sergio Leite, destacou a agilidade de toda a equipe. “É uma satisfação enorme celebrar esse resultado. A Usiminas possui 54 anos de operação e coloca a qualidade no atendimento ao cliente como prioridade desde a fundação da empresa”, destacou.

Cuidado no fornecimento

Em 2016, a Usiminas lançou quatro novos produtos para o segmento, alguns deles inéditos e exclusivos no país, em um esforço para produzir localmente aços de alto conteúdo tecnológico. Até o fim deste ano, a previsão é que outros dois produtos sejam lançados com foco nesse mercado.

Entre os diferenciais da Usiminas no atendimento ao setor automotivo – um dos principais mercados consumidores da indústria do aço – está o máximo rigor no desenvolvimento de produtos destinados a esse segmento, que tem a segurança dos veículos como premissa. A companhia desenvolveu o Processo de Segurança de Produto, com o objetivo de fornecer itens efetivamente seguros para a fabricação de peças críticas como longarinas, amortecedores, rodas, travessas, para-choques e tanques de combustível.

Uma das principais ferramentas utilizadas nesse processo é a FMEA (Análise de Modos de Falhas e Efeitos), em que o controle dos riscos identificados é feito por meio de robustos projetos de aços, direcionados especificamente para a segurança na aplicação do produto; pelo atendimento aos requisitos do processo de manufatura e pela avaliação da conformidade do material, utilizando amostragem diferenciada e critérios de aceitação mais rígidos.

Acesse: www.usiminas.com