domingo, setembro 20, 2026
Início Site Página 74

Wenger melhora performance industrial com ERP Omega da ABC71

Visando aperfei-çoar processos e aumentar a produtividade, a Wenger do Brasil, respon-sável por atender aos principais fabricantes de alimentos extrusados (alimentos que são submetidos a variações de pressão e temperatura em um curto espaço de tempo, com o objetivo de preservar suas características nutricionais), decidiu investir na aquisição do sistema de gestão empresarial da ABC71, o ERP Omega. Com o novo sistema é possível eliminar a carência na roteirização do processo industrial, melhorar a aderência das informações e oferecer mais coerência e eficácia nos resultados. “A solução da ABC71 melhorou nossa performance em geral, mas o maior ganho que observamos foi obtido com o módulo industrial”, informa a diretora administrativa da Wenger do Brasil, Lais Betty de Souza. Com a instalação do ERP Omega o trabalho é compartilhado com todos os departamentos. “Não temos mais serviço duplicado, o que já gerou importante redução de tempo e eficiência nos processos. Como a empresa opera com a customização de alguns produtos para atender demandas específicas de determinados clientes, frequentemente são geradas inúmeras tratativas fiscais nacionais, de importação e exportação que exigem informações precisas e confiáveis. O ERP Omega nos atendeu com excelência em mais essa demanda”, finaliza Lais Betty.

FEI inaugura Laboratório de Manufatura Digital

Com 75 anos de tradição, o Centro Universitário FEI é referência entre as instituições universitárias no Brasil nas áreas de Gestão e Tecnologia, e excelência no ensino da Administração, Ciência da Computação e Engenharia nos vários cursos de graduação e pós-graduação (especialização, mestrado e doutorado). A Instituição já formou mais de 50 mil profissionais, entre engenheiros, administradores de empresas e bacharéis em Ciência da Computação. Atualmente, a FEI desenvolve estudos nas áreas de gestão da inovação, processos de inovação, além de metodologias aplicadas às organizações, automobilística, robótica, inteligência artificial, engenharia de produção, biocombustíveis e energia. Mantida pela Fundação Educacional Inaciana “Pe. Sabóia de Medeiros”, a FEI integra a Rede Jesuíta de Educação e agrega instituições históricas de ensino de São Paulo: Faculdade de Engenharia Industrial, Escola Superior de Administração de Negócios e Faculdade de Informática.

SCHUNK lança produtos

A produtividade é um fator decisivo para que a indústria brasileira supere a crise e retome ao nível de competitividade em termos mundiais. De acordo com esse direcionamento a SCHUNK Intec-BR, subsidiária brasileira da multinacional alemã SCHUNK GmbH & Co. KG, líder competente em tecnologia de fixação e sistemas de garras, com lançamentos mundiais voltados para um nível de automação maior no setor metal mecânico. A SCHUNK que é líder em tecnologia de fixação e sistemas de garras acaba de elevar ainda mais a superioridade da garra com a nova PGN-plus Permanent. Outro produto a ser lançado, é um porta-ferramenta de expansão hidráulica, TENDO E compact, instrumento contra altos custos de usinagem e com potencial de eficiência e desempenho comprovado por meio de estudos técnicos.

www.schunk.com.br

Hardox da SSAB possui ampla gama de espessuras

“O setor agrícola brasileiro oferece um vasto potencial para o desenvolvimento de equipamentos mais leves, produtivos, duráveis e eficientes e é um mercado no qual a aplicação de aços de alta resistência ainda é muito recente, mas com amplo potencial de crescimento”, disse o gerente técnico da SSAB Américas Fabio Silva, durante a participação da empresa na Agrishow, feira que aconteceu no mês de abril, em Ribeirão Preto (SP). A SSAB, empresa produtora de aço de alta resistência com unidades produtivas na região nórdica e nos Estados Unidos, apresentou na mostra quatro cases do aço de alta performance Strenx aplicados às máquinas agrícolas, além de amostras das chapas antidesgaste Hardox. Utilizando o Strenx em equipamentos é possível ter guindastes com maior alcance, implementos com carga útil maior e equipamentos que economizam combustível. Já o Hardox é sinônimo de durabilidade e qualidade em âmbito mundial no setor do aço. Com a maior gama de espessuras e dimensões do mercado, o Hardox é a chapa de aço de alta resistência mais indicada para aplicações que precisam suportar as mais severas condições, sem trincar ou deformar. A empresa também participou da Feira Bauma em Munique (Alemanha) também em abril.

www.ssab.com.br

Metal Work apresenta o funcionamento de uma fábrica dotada de manufatura Avançada

Atenta às inovações do setor e às oportunidades que a indústria 4.0 oferece, a Metal Work, tradicional indústria fornecedora de equipamentos para automação industrial, apresentam na prática o funcionamento de uma fábrica dotada de manufatura avançada. Na oportunidade, a Metal Work vai exibir no demonstrador soluções para manipulação utilizando produtos: Serie VLock que possui sistema de interface rápida, permitindo construir braços e ou manipuladores sem a necessidade de construções mecânicas. “Todos esses itens estarão fixados através dos acessórios da série VLock diretamente a uma estrutura em perfis de alumínio, mostrando que podemos fornecer a solução completa”, explica o diretor da empresa, Hernane Cauduro. O conceito da indústria 4.0, indústria inteligente ou Manufatura Avançada, ganhou força durante a última edição da Feira Hannover Messe, na Alemanha, pois utiliza como base os conceitos de IoT (Internet of Things – Internet das coisas) e M2M (Machine 2 Machine – Máquina a Máquina).

www.metalwork.com.br

China registra crescimento em importações de cobre de 30%

No primeiro trimestre deste ano as importações de cobre da China tiveram acréscimo de 30%, a 1,43 milhão de toneladas, as de minério de ferro atingiram 6,5%, a 241,56 milhões de toneladas, e as de petróleo bruto registraram 13% ante o mesmo período de 2015, a 91,1 milhões de toneladas. Na comparação anual de março, as importações chinesas de minério de ferro subiram 6,5%, a 85,77 milhões de toneladas, enquanto as de cobre atingiram 39%, a 570 mil toneladas. Os dados também mostraram que a China exportou 630 mil toneladas de petróleo bruto em março, 16% menor do que no mesmo período registrado no ano anterior. Informações da Dow Jones Newswires.

www.tramontina.com.br

TWIST, o aplicativo da Norton e da Carborundum para Usuários

Todas as dúvidas que os usuários de discos de corte e desbaste da Norton e da Carborundum, marcas da Saint-Gobain Abrasivos, possam ter a respeito dos usos e aplicações desses produtos já podem ser solucionadas em um click. É que as empresas acabam de lançar o aplicativo TWIST, ferramenta interativa de acesso fácil e rápido com informações sobre qualquer tema relacionado aos discos de corte e desbaste.

O TWIST foi desenvolvido para atender às necessidades de pessoas que trabalham com discos abrasivos como: engenheiros, técnicos de segurança, líderes de produção, vendedores e usuários finais que buscam auxílio na hora de escolher o produto ou informações sobre como aumentar a produtividade e reduzir custos de produção.

www.norton-abrasivos.com.br / www.carborundum-abrasivos.com.br.

TRUMPF recebe prêmio de gigante de máquinas agrícolas

Há 35 anos no Brasil, a TRUMPF, foi eleita Fornecedora Partner 2015 no 11º Encontro de Fornecedores da América do Sul realizado pela John Deere, campeã no fornecimento de serviços e produtos avançados.

O encontro com fornecedores é um evento anual estruturado para reconhecer a importância estratégica da cadeia de fornecimento para a John Deere. João Carlos Visetti, diretor da TRUMPF do Brasil, marcou presença na cerimônia e foi chamado ao palco para receber a premiação. Segundo ele, a John Deere está entre os 5 maiores clientes globais. “No ano passado, vendemos 80% das máquinas, de nossa linha de produtos, compradas por eles.” A TRUMPF fornece à John Deere máquinas de corte a laser, puncionadeiras e dobradeiras.

O prêmio é considerado uma enorme conquista para a TRUMPF, já que a filial brasileira foi a primeira a al¬cançar esse status. De acordo com Visetti, atingir esse patamar através de um cliente como a John Deere é algo bastante complexo, uma vez que, ao contrário de fornecedores da cadeia produtiva, a TRUMPF não está diretamente envolvida no dia a dia da empresa.

www.trumpf.com.br

Hypertherm lança tecnologia SureCut® na Mecânica

Referência em corte industrial, a Hypertherm lança tecnologia SureCut®. A novidade integra toda a expertise da Hypertherm – fabricação de equipamentos, produtos de automação e softwares de agrupamento – num mesmo pacote, facilitando o dia a dia das empresas que trabalham com corte plasma ou jato d´água.

Uma das ferramentas que fazem parte da SureCut® é a tecnologia True Hole®, que possibilita a realização de furos em aço carbono com qualidade excepcional, combinando parâmetros de corte e gases com uma metodologia específica de perfuração. A True Bevel®, por sua vez, configura de maneira automática os padrões de corte, a partir de tabelas previamente testadas pela Hypertherm. “Permite a realização de cortes chanfrados com mais qualidade e agilidade, eliminando as despesas com os materiais usados nos testes”.

Outra integrante da SureCut®, a tecnologia Rapid Part® eleva em até 100% a produtividade do equipamento, graças à otimização das rotas de corte. “Esse novo pacote tecnológico da Hypertherm também ajuda a aumentar a vida útil dos consumíveis, ajustando automaticamente as alturas de corte e perfuração”, observa Lima, lembrando que os usuários da SureCut® ainda contam com a ferramenta Remote Help®, que localiza e diagnostica problemas no corte por meio de acesso remoto ao CNC.

Informações, acesse: www.hypertherm.com.br

Uma luz no fim do túnel

0

O novo presidente da Anfavea espera que com o fim do impasse da crise política,o setor ganhe fôlego até o final deste ano

Uma luz no fim do túnelIndependente dos desdobramentos que o momento político impõe ao País, Antonio Carlos Botelho Megaleirá trabalhar pela recuperação do mercado de veículos até o final deste ano. Este foi um dos anúncios feitos pelo executivo,no dia 25 de abril,por ocasião da sua posse à presidência da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e do Sindicato Nacional da Indústria de Tratores, Caminhões, Automóveis e Veículos Similares (Sinfavea). Para tanto,Megale queé diretor de assuntos governamentais na Volkswagen do Brasilafirmou a necessidade da associação se reunir com técnicos do Ministério do Desenvolvimento, da Indústria edo Comércio (MDIC), Ministério das Cidades e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).A Anfavea reúne 32 empresas fabricantes de autoveículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) e máquinas agrícolas (tratores de rodas e de esteiras, colheitadeiras e retroescavadeiras) com instalações industriais e produção no País.

Outra preocupação donovo presidente – que já exerceu funções em diversas montadoras e, inclusive, presidiu a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA),nas gestões 2011-2014, é a manutenção da mão-de-obra brasileira especializada e, neste sentido, defende o Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Ele enfatizou que na sua gestão dará sequência ao esforço de unir todos os elos que formam a cadeia automotiva, pois isto é fundamental para fortalecer a indústria automobilística nacional. “Buscaremos também ampliar nossas exportações e promover uma nova política industrial que contemple eficiência energética, fortalecimento da cadeia produtiva e pensamento de mobilidade”, frisou.

Uma luz no fim do túnelEle reconhece que terá um grande desafio pela frente. Dados de abril da própria Anfavea revelam que indústria automobilísticalicenciou no primeiro trimestre 481,3 mil veículos, o que significa retração de 28,6% frente as 674,4 mil unidades vendidas no mesmo período do ano passado. Nos três primeiros meses foram produzidas482,3 mil unidades, baixa de 27,8% frente as 667,6 mil do ano anterior. No acumulado, a queda registrada foi de32,1% em licenciamento de caminhões, com 13,1 mil unidades este ano perante as 19,3 mil em 2015. No trimestre, o total de unidades produzidas ficou 43,5% abaixo do mesmo período do ano passado, com 4,3 mil unidades este ano ante 7,7 mil do ano passado.

Já as vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias encerraram março com acréscimo de 17,3% ao se comparar as 2,7 mil unidades no mês com as 2,3 mil negociadas em fevereiro. No comparativo contra março do ano passado, a retração foi de 43%, com 4,8 mil unidades naquele período. Até março deste ano a diminuição foi de 44%, quando comparados as 6,7 mil unidades com as 11,9 mil no ano anterior.

Impacto no aço

Tais números adquirem maior projeção quando os transportamos para a indústria do aço, destacando que o setor automobilístico é um dos mais competitivos no desenvolvimento e aplicação do produto. Principalmente levando em consideração o automobilístico (carros de passeio e motos) e o rodoviário (caminhões, ônibus e reboques/semirreboques) com suas demandas específicas.

Uma luz no fim do túnelNo que diz respeito ao transporte público, por exemplo, há uma inercia na renovação de veículos, opina o professor da Faculdade de Engenharia da Universidade Santa Cecília (UNISANTA) e do departamento técnico da Inspebras, Willy Ank de Morais. A Inspebras atua no setor metal-mecânico e possui larga experiência em obras industriais, treinamentos técnicos e inspeções.

Para quem acompanha muito de perto o desenvolvimento do aço ao longo de 15 anos de vivência na área, Morais afirma que a atual crise que acomete não só o segmento automobilístico reflete negativamente no produto aço, puxando-o para baixo na escala da economia. “Trata-se de um setor que tende a consumir produtos mais nobres em aço, mas as restrições econômicas impõem não apenas um ritmo menor de consumo, como também maior agressividade na margem dos preços praticados”, analisa o professor.

Renovação da frota

Não é de hoje que os ventos não estão soprando favoravelmente. Já em 2013 como estímulo à renovação da frota de nacional de veículos, pela primeira vez na história, as principais entidades envolvidas com o transporte rodoviário de carga,em conjunto, apresentaram uma proposta para de estabelecimento do Programa Nacional de Renovação de Frota. Dez entidades, incluindo o Instituto Aço Brasil, estabeleceram as diretrizes básicas da renovação e melhoria da frota que, na época, contava com aproximadamente 200 mil caminhões com mais de 30 anos de uso. O projeto foi entregue ao MDIC, porém não apresentou resultados.

Outrora ocupando um lugar satisfatório no ranking da produção mundial de veículos, o Brasil perdeu posições e, atualmente, aparece atrás do México, sendo o nono da lista. Nesse cenário, o ramo autopeças tem sido favorecidoem função da diminuição da venda de veículos novos. Além disso, se beneficia do tamanho da frota nacional e da contínua necessidade de manutenção. Daí a justificativa para a estabilidade que se verificano mercado de peças e serviços.

Uma luz no fim do túnelMorais prevê que com a melhora na situação econômica, o mercado automobilístico e rodoviário, ora em retração, irá apresentar grande e rápida expansão, “com forte pressão na demanda interna e em toda a cadeia de fornecimento, especialmente nos produtos siderúrgicos. Hoje a demanda tende a manter-se apenas no setor de peças de reposição, que consome aços mais simples e comuns”, sentencia.

O especialista explica que especialmente os novos açostornam-se as bases dessa indústria, constituindo-se os componentes principais na estrutura dos veículos. Do mesmo modo, o material empregado está presente nos motores de combustão interna e o nos mais modernos motores elétricos. Neste contexto, Moraisidentifica três tipos de aços empregados:

* Aços mais nobres, de grande valor agregado -veículos mais seguros,econômicos e de melhor desempenho empregam grande quantidade de aços conhecidos como avançados, especialmentede alta resistência.

* Aços com proteção anticorrosiva – a consolidação do uso de aço com proteção anticorrosiva (com ênfase os galvanizados com zinco, liga zinco-ferro e liga zinco-alumínio) oferece maior longevidade aos veículos, possibilitando aos fabricantes estender o prazo de garantia de 1 para até 6 anos.

* Aços tradicionais – o barateamento e acessibilidade dos veículos foi obtida graças à redução dos custos de produção dos aços mais tradicionais

Destaque no segmento de transporte

Em época de economia conturbada, empresas que encontram uma luz no fim do túnel, nem que seja uma pequena válvula de escape, conseguem melhor posicionamento no mercado. Este é o caso da Tanesfil, empresa que nasceu como oficina de reforma e produção de tanques de asfalto, estacionários e filtros e, hoje, passados 40 anos é referência na excelência em fabricação de tanques especiais, apresentando soluções de transporte para sua carteira de clientes.

“O principal mercado atendido pela Tanesfil é o de transporte de asfalto interno” diz o diretor Renato Lena, ressaltando que no passado a empresa exportou equipamentos para Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chile. “Agora, com a crise, observamos que tem aumentado a procura dos nossos produtos por empresas estrangeiras, provavelmente em função do preço atrativo e em razão da desvalorização da nossa moeda”, admite.

A empresa oferece soluções no transporte de cargas líquidas, plataformas autos socorro e perfilados. No setor de implementos rodoviários atende o segmento de transporte de produtos químicos, petroquímicos e alimentício. No setor de perfilados a utilização do produto é bem ampla, sendo que os principais mercados são implementos rodoviários, implementos agrícolas, construção civil e autopeças.

A Tanesfil se utiliza como matéria-prima o aço inox e aço carbono adquiridos no mercado interno. O diretor da empresa comenta, ainda, que a oferta do produto continua alta com preço estável, desconsiderando pequenas variações (aumento/diminuição).