domingo, abril 5, 2026
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Importação de ferro e aço cresce 27% no primeiro trimestre de 2025

Segundo estudo da Vixtra, Brasil importou US$ 2,69 bilhões em produtos

No primeiro trimestre de 2025, o Brasil importou US$ 2,69 bilhões em produtos de ferro fundido, ferro e aço. A soma é um aumento de 27,18% em relação ao mesmo período de 2024, de acordo com levantamento exclusivo da Vixtra, fintech especializada em soluções para importadores, com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior.

Em volume, foram importadas 1,95 milhões de toneladas somente no primeiro trimestre, alta de 27,18% comparado a 2024.Segundo Leonardo Baltieri, co-CEO da Vixtra, embora o primeiro trimestre tenha sido marcado por grandes incertezas políticas, as importações seguem fortes.

“As notícias sobre as políticas tarifárias internacionais neste começo do ano levantaram diversas hipóteses sobre o cenário de exportação e importação do ferro, aço e similares que poderiam abalar o mercado. O que vemos, porém, é uma resiliência. Mas do que isso: tendência de crescimento, aproveitando-se também dos preços”, explica Baltieri.

O valor médio do quilograma caiu 41,48% frente a 2023, o que pode explicar a queda de 58,62% do preço na comparação com o primeiro trimestre de 2023. Entre os motivos para o fenômeno, estão o excesso da demanda global e o enfraquecimento do mercado imobiliário chinês, em crise há dois anos.

A China manteve sua posição de principal fornecedora, respondendo por 45,79% de todas as importações brasileiras do setor, com um volume de US$ 1,14 bilhão. No âmbito interno, São Paulo liderou as compras com 25,87% do total, seguido de perto por Santa Catarina (24,85%) e Rio de Janeiro (11,15%).

Em 2024, o Brasil acumulou importações de ferro e aço na ordem de US$ 10 bilhões, totalizando 6,93 milhões de toneladas. Entre os produtos mais importados, destacam-se: parafusos e pinos, produtos semimanufaturados não ligados e produtos laminados planos.

Sobre a Vixtra – é a primeira Fintech especializada em Importação para empresas no Brasil e América Latina. Oferecemos soluções financeiras de crédito, financiamento e câmbio, assim como soluções tecnológicas que facilitam, simplificam e unificam em uma única plataforma. A Vixtra é composta por especialistas em finanças, tecnologia e importação dedicados a ajudar importadores a fazerem melhores negócios, ter acesso a crédito suplementar e gerir com maior eficiência as suas importações.

O Crédito Rotativo Vixtra, por exemplo, é um modelo de crédito exclusivo e inovador onde qualquer importador que tenha mercadorias em trânsito, pode ampliar seu capital de giro usando sua carga como garantia. Com o Financiamento para Importação Vixtra, você capta dinheiro com a Vixtra para pagar antecipadamente o seu fornecedor internacional, ganha tempo para girar seu estoque sem impactar suas outras linhas de crédito. Sem custos de IOF, em moeda local e sem afetar sua posição no Sisbacen.

Indústria: Como a IA está otimizando linhas de produção e reduzindo desperdícios

A inteligência artificial está deixando de ser tendência para se tornar realidade nas indústrias brasileiras.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), 69% das empresas já utilizam alguma tecnologia digital. No Dia da Indústria, comemorado no dia 25 de maio, é oportuno discutir como a IA está redesenhando o chão de fábrica e abrindo novas possibilidades para empresas de todos os portes. Um estudo realizado pelo SENAI e pela ABDI aponta que a adoção de tecnologias inteligentes pode reduzir em até 20% o desperdício de matéria-prima e aumentar em mais de 15% o tempo útil de operação das máquinas. No cenário global, o Fórum Econômico Mundial projeta que a IA deve gerar mais de US$ 1 trilhão em valor na manufatura até 2030 — com destaque para a América Latina.

No Brasil, empresas como a FWK, especializada em transformação digital e inovação industrial, têm acompanhado de perto essa evolução. Eduardo Freire, que é estrategista de inovação e CEO da FWK, comenta que soluções como visão computacional, manutenção preditiva, gêmeos digitais e IA generativa já estão sendo aplicadas com ótimos resultados, em pequenas, médias e grandes indústrias.

Segundo Eduardo, o impacto é visível na redução de perdas, aumento de produtividade e até na eficiência energética. Além disso, o investimento em IA pode ser acessível mesmo para PMEs, especialmente com o uso de soluções modulares e computação em nuvem.

Brasil precisa priorizar a manufatura na relação com a China

* Ricardo Alban

O estreitamento da relação comercial entre o Brasil e a China precisa vir acompanhado de um protagonismo da nossa indústria de transformação, que hoje está em enorme desvantagem na balança comercial com o país asiático. A chamada indústria manufatureira – que engloba as atividades de transformar matérias-primas e insumos em produtos intermediários ou finais – é a responsável por desenvolver e disseminar tecnologia no país e pelos maiores investimentos e salários. Embora represente apenas 14,4% do PIB nacional, a manufatura responde por 47,6% das exportações de bens e serviços do país, por 62,4% do investimento empresarial em pesquisa e desenvolvimento, e por 25,6% da arrecadação de tributos federais.

Esses dados ilustram a importância da indústria de transformação para o desenvolvimento do país e mostram que a agropecuária não pode ser a única protagonista na relação com a China. Esse setor tem fundamental importância para o Brasil. Não se trata de reduzir a participação do agro, mas de ampliar o leque de atração de investimentos para a indústria da manufatura e de buscar espaço para que o nosso produto entre no mercado chinês.

A China foi o principal destino das exportações brasileiras em 2024, com US$ 94,4 bilhões, o que significa 28% do que exportamos no ano passado. O país asiático foi também a principal origem das nossas importações, com US$ 63,6 bilhões, o equivalente a 24,2% do que importamos. No entanto, quando falamos da indústria de transformação, a balança está longe, muito longe do equilíbrio: temos um déficit de R$ 45 bilhões entre o que vendemos e o que compramos de bens industriais.

O crescimento sustentado da China aumenta a demanda por produtos agropecuários, minerais e insumos industriais, favorecendo especialmente os setores de commodities no Brasil, mas também há espaço para o produto manufaturado. Precisamos de uma estratégia consistente e arrojada para abrir mais espaço para o produto de maior valor agregado da indústria brasileira na China.

Reafirmo. A indústria brasileira precisa ganhar espaço na relação bilateral com a China. As oportunidades estão surgindo, mas é imprescindível que o governo brasileiro impulsione políticas industriais e priorize a manufatura para equilibrar a balança comercial de produtos manufaturados, hoje muito desfavorável ao país.

Uma estratégia é focar em inovação, qualidade e diferenciação de produtos, em vez de competir apenas pelo preço. Precisamos investir em design, branding e atendimento especializado para agregar valor e criar nichos de mercado onde a simples vantagem de custo não é determinante. Além disso, a adoção de tecnologias avançadas de automação e gestão da produção, bem como a busca de parcerias comerciais mais amplas, fortalecerão a nossa competitividade.

Precisamos atrair investimentos produtivos da China, de forma que a presença asiática não se baseie apenas em exploração do nosso mercado para consumo de bens, mas em encadeamento produtivo, de forma que a parceria contribua para a neoindustrialização do Brasil e para a integração das nossas empresas a cadeias mais complexas e tecnológicas.

Recentemente, atraímos empresas chinesas do setor automotivo e de eletrônicos na Bahia, em Goiás e no Amazonas. Esse movimento é essencial, mas ainda mais importante é garantir o encadeamento produtivo de forma que peças e equipamentos sejam fabricados no Brasil. A instalação de polos de pesquisa e desenvolvimento e a criação de novos parques fabris com parceiros chineses no país, como anunciados durante a visita do presidente Lula à China recentemente, precisam ganhar escala e integrar, irrevogavelmente, a agenda de negociações entre os países.

Outro exemplo do que o Brasil precisa nessa relação bilateral é o acordo que prevê a instalação do grupo Windey Energy Technology Group Co. no campus do SENAI CIMATEC, na Bahia. A parceria busca soluções em energia eólica, hidrogênio verde e sistemas de armazenamento de energia em baterias, com inovação aplicada e investimento para a instalação de fábricas de turbinas eólicas e sistemas para armazenamento de energia em baterias. Essa é mais uma medida que pode fortalecer a cadeia produtiva nacional e contribuir para a geração de empregos.

Podemos e devemos fabricar máquinas agrícolas em vez de importar esses equipamentos na China, como também precisamos explorar cada vez mais o nosso potencial para atender a elevada demanda mundial por minerais críticos, especialmente no contexto da transição energética.

A atração de Data Centers também é uma outra oportunidade que bate a nossa porta. Temos enorme disponibilidade de energias renováveis e podemos desenvolver em conjunto com parceiros comerciais tecnologias como super baterias para serem usadas em polos tecnológicos. Muitos países, como a China e os EUA, usam pequenas termelétricas para abastecer os Data Centers, enquanto nós temos condições de fazer centros de dados realmente verdes com energia totalmente renovável.

A ampliação do uso de políticas industriais ativas pós-pandemia e a recente guerra tarifária provocada pelos Estados Unidos mostraram ao mundo a extrema necessidade de os países protegerem e fortalecerem suas indústrias, sob o risco de perderem espaço e serem engolidos pelas tecnologias e investimentos de outras economias. Nesse cenário, precisamos manter diálogo aberto com países que querem acordos e relações de ganha-ganha.

O anúncio esta semana de acordos de cooperação entre Brasil e China, assinados durante visita do presidente Lula a Pequim, preocupa setores da indústria brasileira. Os investimentos chineses em infraestrutura são bem-vindos, mas não podemos abrir mão de produzir e exportar para a China, em detrimento de comprar produtos manufaturados chineses – o que enfraquece a indústria brasileira.

A baixa capacidade de agregação de valor no Brasil pode ser evidenciada pela realidade de que vamos exportar etanol para a China transformar em combustível da aviação e revender para o mundo. Esse não é o caminho. Precisamos ter capacidade e tecnologia para produzir e vender o produto final.

Os empresários industriais brasileiros entendem que o Brasil corre o risco de deixar a indústria da manufatura em segundo plano diante das oportunidades de estreitamento do comércio com a China. Precisamos aproveitar essa onda. Caso contrário, quem perderá será a indústria nacional.

* Ricardo Alban é empresário e presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Gerdau é a única produtora de aço no Ranking Merco Responsabilidade ESG

Companhia também lidera o ranking na categoria “mineração, siderurgia e metalurgia” e destaca em todos os pilares de sustentabilidade

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, é a única produtora de aço entre as 100 empresas mais bem posicionadas na 11ª edição do Ranking Merco Responsabilidade ESG, ocupando a 40ª colocação geral. A companhia também lidera o ranking, que destaca as organizações com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança, na categoria “mineração, siderurgia e metalurgia”.

Além disso, a Gerdau esteve entre as 50 empresas que compõem os rankings específicos de cada pilar de sustentabilidade, ocupando a 27ª posição em ambiental, a 39ª em social e a 44ª em governança.

De acordo com Gustavo Werneck, CEO da Gerdau, o reconhecimento é o resultado do compromisso da empresa em ser parte das soluções aos desafios da sociedade. “Esses reconhecimentos reforçam o compromisso da Gerdau com a geração de valor para a sociedade. O ranking indica que estamos no caminho certo para construir um futuro ainda mais sustentável e impactar positivamente as regiões em que estamos presentes. Divido esse reconhecimento com os mais de 30 mil colaboradores e colaboradoras da Gerdau, que atuam diariamente na construção do futuro”.

A companhia transforma, por ano, mais de 10 milhões de toneladas de sucata metálica em novos produtos de aço. Cerca de 70% do aço produzido nas usinas da companhia tem como matéria-prima a sucata, e a cada tonelada produzida com ela equivale a deixar de emitir 1,5 toneladas de gases de efeito estufa.

Em função de uma matriz de produção sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,85 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,91 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da organização é diminuir as emissões de carbono para 0,82 t de CO₂e por tonelada de aço.

Além do impacto ambiental, a reciclagem de sucata afeta positivamente mais de 1 milhão de pessoas no Brasil, sendo uma importante fonte de renda e geração de empregos. Este setor não apenas contribui para a redução de resíduos e a preservação dos recursos naturais, mas também desempenha um papel crucial no desenvolvimento econômico e social do país, proporcionando oportunidades de trabalho e melhorando a qualidade de vida de muitas famílias.

A Gerdau ainda contribui com a comunidade em que a companhia está inserida por meio de investimentos em projetos sociais das áreas de educação, habitação e reciclagem. Entre os programas estão o ‘Gerdau Transforma’, de capacitação e mentoria para o empreendedorismo, e o ‘Reforma que Transforma’, iniciativa que tem como objetivo a transformação do panorama da habitação de baixa renda no Brasil.

A pesquisa de campo do Ranking Merco Responsabilidade ESG no Brasil ocorre anualmente entre julho e dezembro. Assim como anteriormente, apresenta as 100 melhores empresas em um cenário geral de responsabilidade ESG, além das empresas que se destacam nas práticas de cada um de seus pilares, resultando em mais três rankings de acordo com as siglas (em inglês) Environmental (E), Social (S) e Governance (G). A metodologia de análise engloba 14 diferentes fontes de informação, consolidadas em 3.874 entrevistas.

Sobre a Gerdau – Com 124 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em vários países e conta com mais de 30 mil colaboradores em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: cerca de 70% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 10 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 250 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂), de 0,85 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,91 t de CO₂ por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,82 t de CO2 por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3) e Nova Iorque (NYSE).

Corte robótico a plasma da Hypertherm Associates contribui para avanços na indústria automotiva

Fabricante de peças automotivas na Coreia do Sul obteve resultado impressionante no número de cortes e vida útil de consumíveis após troca pelo sistema Powermax SYNC

O desafio geral da indústria automotiva é permanecer lucrativa diante dos custos crescentes, das demandas por componentes mais leves e da contínua escassez de mão de obra qualificada. Para superar esses desafios, os fabricantes devem se adaptar e adotar novos métodos e tecnologias, como fundição sob pressão de alta pressão, automação, robótica e inteligência artificial que aumentam a produtividade.

Neste cenário, novas estratégias de fabricação exigem que as montadoras alterem os processos atuais para finalizar os componentes maiores. É o caso dos sistemas de corte robótico a plasma, como o Powermax SYNC, desenvolvido pela Hypertherm Associates, uma alternativa versátil e econômica para aparar fundidos, especialmente quando incorporados em operações de fundição sob pressão de alta pressão (às vezes chamadas de giga ou mega fundição).

“O plasma é mais econômico do que o laser de fibra para desgaseificação de grandes peças estruturais, porque o corte a laser de fibra oferece o risco de colisão com o componente”, comenta Fernando Moreira, Engenheiro de Aplicações da Hypertherm Associates. “Os fabricantes de automóveis podem contar com o corte de plasma robótico para se adaptar facilmente a uma variedade de designers de fundição e configurações de componentes” acrescenta.

Ele explica ainda que “os sistemas de corte de plasma Powermax SYNC se integram a uma variedade de robôs industriais existentes para implementação perfeita para fabricantes de automóveis. “É o método mais eficiente para suprir a escassez de mão de obra qualificada na indústria automobilística com precisão e fácil implementação. A tecnologia Powermax SYNC define automaticamente os processos e parâmetros do sistema para que os fabricantes de automóveis eliminem erros e coletem dados de desempenho para otimização do sistema”, afirma Fernando.

Eficiência no corte e case de sucesso na Coreia do Sul

Um fabricante de peças automotivas com sede na Coreia do Sul, cortando principalmente alumínio de 3 mm, precisava cortar até 20 mm, mas registravam dificuldades como baixa vida útil de consumíveis, trocas frequentes e muitas operações secundárias.

Com a troca para um sistema Hypertherm Powermax105 SYNC, montado em um robô, a empresa obteve resultados positivos imediatos, incluindo sete vezes mais a vida útil dos consumíveis, corte de 143 peças em um único cartucho, em comparação aos 20 cortes do seu fornecedor de plasma anterior.

“O corte de plasma fundido robótico economiza recursos, espaço no chão e custos operacionais para os fabricantes de automóveis ao cortar material fundido sob alta pressão e pode ser rapidamente adaptado a mudanças no design e ferramental das peças. A tecnologia de corte a plasma, acessórios e cartuchos da Hypertherm é um passo revolucionário no corte e desgaseificação de grandes componentes fundidos sob alta pressão no setor de fabricação automotiva. Montada em robôs industriais, poder cortar uma variedade de designs de fundição em células robóticas, o que a torna uma solução versátil, eficiente e escalável para métodos de corte tradicionais”, completa Fernando.

Powermax SYNC – O cortador de plasma Powermax105 SYNC, tochas robóticas e cartuchos Powermax integram-se facilmente com uma variedade de robôs para formar uma célula de corte de robô única ou múltipla para peças pequenas e grandes componentes de fundição de alumínio de alta pressão.

A plataforma fornece uma alternativa confiável e precisa para prensas de corte, métodos de degating manual e corte a laser de fibra que são caros, ineficientes e perigosos. O Powermax SYNC está disponível em 65 amp, 85 amp e 105 amp para cortar uma variedade de aplicações de espessura de metal. As tochas robóticas SmartSYNC simplificam a configuração e estão disponíveis em configurações de 45, 90 e 180 graus.

O cartucho Powermax SYNC possui benefícios como:

  • Consumível de peça única
  • Elimina empilhamentos tradicionais
  • Melhora a eficiência
  • Possui corte preciso
  • Mais eficiente e seguro
  • Melhora a segurança ao eliminar o potencial de poeira
  • Reduz grandes despesas de capital

Sobre a Hypertherm Associates é uma fabricante norte-americana de produtos e software de corte industrial. Seus produtos, incluindo os sistemas de jato de água OMAX e de plasma da Hypertherm, são usados por empresas do mundo inteiro para construir navios, aviões e trens, fabricar estruturas em aço e equipamentos pesados e produzir turbinas eólicas, e muito mais. Além dos sistemas de corte, a empresa cria CNCs e softwares que proporcionam níveis de desempenho e confiabilidade que resultam em maior produtividade e lucratividade para centenas de milhares de empresas. Fundada em 1968 a Hypertherm Associates é uma empresa 100 por cento de propriedade dos seus funcionários e emprega aproximadamente 2.000 profissionais, com operações e representações por parceiros no mundo inteiro. Saiba mais em www.HyperthermAssociates.com.

Belgo Arames reafirma liderança no agronegócio ao conquistar o prêmio Top of Mind pela 12º vez

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No ano em que celebra 50 anos de história, a Belgo Arames, referência nacional no mercado de arames, conquista pela 12ª vez o prêmio Top of Mind na categoria “Arames”, consolidando sua presença marcante na mente e no dia a dia do produtor rural brasileiro.

O reconhecimento é resultado de uma pesquisa conduzida pela Revista Rural, que ouviu produtores e produtoras rurais de todo o país, reforçando a confiança do setor agropecuário na marca.

“Em cinco décadas de trajetória, a Belgo construiu uma reputação baseada na qualidade e na inovação do seu portfólio. Este prêmio representa mais do que lembrança de marca: é a confirmação da satisfação dos nossos clientes e parceiros, que reconhecem o diferencial dos nossos produtos no dia a dia do campo”, celebra Hamilton Lana, diretor de Produtos Comerciais da Belgo Arames.

Segundo o executivo, a conquista é reflexo do compromisso contínuo da empresa com soluções tecnológicas e eficientes para o agronegócio. “Seguiremos investindo em inovação para oferecer produtos cada vez mais eficazes, que realmente facilitem a vida do produtor rural e nos mantenham como referência no setor”, completa Lana.

Entre os destaques da Belgo Arames está o Instabov AutoTag, tecnologia lançada na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), em parceria com a startup Instabov. A solução utiliza Inteligência Artificial para o monitoramento de bovinos de corte, integrando brinco eletrônico, antenas e um aplicativo que automatiza o inventário do rebanho, rastreia o comportamento animal e oferece análises em tempo real.

Além da inovação tecnológica, a empresa oferece um portfólio completo de soluções em cercamento, fundamentais para o manejo e a segurança nas propriedades rurais. Um exemplo é a cerca pronta Belgo Javaporco®, desenvolvida para proteger as lavouras contra a invasão de animais silvestres e exóticos, como javaporcos, javalis e porcos-do-mato — uma das principais preocupações do campo atualmente.

“O Top of Mind é mais do que um prêmio: é a prova da confiança que construímos ao longo de meio século. Celebramos não apenas nosso legado, mas também nossa capacidade de inovar, crescer e conectar pessoas e negócios no agronegócio brasileiro”, conclui Hamilton Lana.

Sobre a Belgo Arames  – Com 50 anos de história, a Belgo Arames é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com expertise e tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Com oito unidades pelo país, sua sede é em Contagem (MG).

Gerdau abre mais de 230 vagas para programa de estágio

Mais de 115 vagas são voltadas para estudantes de Engenharia; inscrições do G.Start são válidas até 22 de junho

Estão abertas as inscrições para o programa de estágio universitário da Gerdau, a maior empresa brasileira produtora de aço. O G.Start tem como objetivo atrair talentos, oferecendo uma trilha de desenvolvimento elaborada para potencializar o futuro de cada integrante. As pessoas interessadas em participar do programa terão até o dia 22 de junho para se inscrever pelo site.

São 232 vagas disponíveis para atuar nas unidades da companhia nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal. Mais de 115 oportunidades são voltadas aos estudantes dos cursos de Engenharia, uma das áreas mais demandadas pela companhia diante dos desafios de formação e contratação no setor.

Para se inscrever, é necessário que os candidatos e candidatas estejam matriculados em cursos de bacharelado ou tecnólogo nas seguintes áreas: Administração, Agronomia, Arquitetura, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Biologia, Ciência da Computação, Ciência de Dados, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Comunicação Social, Design, Direito, Economia, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Cartográfica, Civil, de Agrimensura, da Computação, de Controle e Automação, de Materiais, de Minas, de Produção, de Software, Elétrica, Florestal, Mecânica, Mecatrônica, Metalúrgica, Química, Comunicação Social, Estatística, Fisioterapia, Gestão Financeira, Gestão de Recursos Humanos (RH), Geografia, Jornalismo, Logística, Marketing, Nutrição, Pedagogia, Processos Metalúrgicos, Processos Gerenciais, Psicologia, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Segurança do Trabalho, Sistemas da Informação e Tecnologia da Informação.

Os interessados devem ter a conclusão do curso prevista entre junho de 2026 e junho de 2029, disponibilidade para uma carga horária de 6 horas diárias e residir nas proximidades da unidade escolhida. O programa de estágio está programado para começar em agosto de 2026 e pode ter duração de um a dois anos.

De acordo com a diretora global de Pessoas e Responsabilidade Social da Gerdau, Flávia Nardon, todas as pessoas que atendam aos pré-requisitos serão bem-vindas e não há um limite de idade para se inscrever. “Estamos abrindo as portas para os talentos que tenham curiosidade, vontade de aprender e que queiram crescer com a gente. Com o G.Start, queremos proporcionar uma jornada de desenvolvimento conectada ao dia a dia da nossa operação, com uma troca contínua com tutores e líderes. Somos uma empresa brasileira, com 124 anos de trajetória, e seguimos renovando com quem chega para construir o futuro conosco”, afirma.

O programa G.Start proporciona não apenas suporte e desenvolvimento profissional, mas também um pacote de benefícios completo, que abrange uma bolsa-auxílio, transporte fretado ou auxílio transporte (dependendo da região), vale-refeição nas unidades sem refeitório, além de plano de saúde, plano odontológico e seguro de vida, Einstein Conecta, auxílio-farmácia e o Programa +Cuidado, que disponibiliza profissionais especializados para apoiar colaboradores da companhia e seus dependentes em questões psicológicas e financeiras.

Ao todo, a companhia possui vagas de estágio abertas para as cidades de Maceió (AL), Barreiras (BA), Salvador (BA), Simões Filho (BA), Caucaia (CE),  Brasília (DF), Serra (ES), Vitória (ES), Aparecida de Goiânia (GO), Goiânia (GO), Contagem (MG), Divinópolis (MG), Itabirito (MG), Ouro Branco (MG), Ouro Preto (MG), Três Marias (MG), Uberlândia (MG), Cuiabá (MT), Sinop (MT), Caruaru (PE), Recife (PE), Araucária (PR), Cascavel (PR), Londrina (PR), Caxias do Sul (RS), Charqueadas (RS), Panambi (RS), Pelotas (RS), Porto Alegre (RS), Sapucaia do Sul (RS), Rio de Janeiro (RJ), Chapecó (SC), Florianópolis (SC), Joinville (SC), Araçariguama (SP), Araçatuba (SP), Guarulhos (SP), Pindamonhangaba (SP), Pirituba (SP), Praia Grande (SP), Ribeirão Preto (SP), São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP).

A Gerdau está presente em 7 países nas Américas e conta com mais de 30 mil colaboradores e colaboradoras em suas operações. A empresa é a maior recicladora da América Latina e tem na sucata uma importante matéria-prima: cerca de 70% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 10 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço.

Serviço: Programa de Estágio G.Start 2025

Inscrições até 22 de junho

Para mais informações, acesse o site.

Sobre a Gerdau – Com 124 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em vários países e conta com mais de 30 mil colaboradores em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: cerca de 70% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 10 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 250 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂), de 0,85 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,91 t de CO₂ por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,82 t de CO2 por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3) e Nova Iorque (NYSE).

Grupo ALLTECH lança máquina “Uber”

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Grupo ALLTECH lança primeira máquina do mundo com inteligência artificial nativa

O modelo é comparável à transformação do celular em smartphone e oferece o sistema JOB FÁCIL, no qual empresas que precisam produzir podem encontrar máquinas disponíveis para realizar seus trabalhos de forma segura, prática e remota

O Grupo ALLTECH, distribuidor de máquinas e equipamentos industriais, lança um marco global: a Okamura, uma máquina inovadora, totalmente conectada, equipada com inteligência artificial embarcada e preparada para a Indústria 4.0. Uma das novidades mais curiosas do dispositivo é o sistema “Uber”, que permite que empresas que precisam produzir utilizem máquinas de parceiros cadastrados na plataforma integrada ao ecossistema Allconnect.

“Lançamos uma máquina digital 100% conectada, com inteligência artificial nativa embarcada, comparável ao momento em que o celular virou smartphone: a máquina tradicional se transformou em uma smart factory por si só. Essa inovação vai muito além da produtividade: conecta, integra, aprende e eleva a manufatura a outro nível, criando um verdadeiro ecossistema de soluções industriais que coloca o Brasil na vanguarda da neoindustrialização”, explica Jean Cardoso, CEO da ALLTECH.

Com digital twin, conectividade total via IoT, aplicativos integrados, assistente virtual 24/7 (Edison IA) e uma plataforma Academy para capacitação contínua, a solução foi desenvolvida para atender à crescente demanda por automação inteligente e maior eficiência no chão de fábrica. A Okamura já sai de fábrica conectada ao ecossistema digital ALLCONNECT, integrando monitoramento remoto, manutenção preditiva e gestão de produção sob demanda. Os diferenciais incluem conectividade nativa, suporte remoto direto no painel (On Call), gestão preditiva (NCAM e Digital Twin), além da plataforma NOMAD, que permite programação CAM em nuvem.

“Com o lançamento do aplicativo Nomad, estamos transformando o modo como operadores e máquinas se conectam. Imagine saber, em tempo real, se uma máquina está disponível — como quando você vê no WhatsApp se alguém está on-line — e poder enviar trabalhos diretamente ou até se oferecer para operá-la remotamente. Essa conexão, aliada ao sistema NCAM, nos permite monitorar dados de produtividade em tempo real, algo que simplesmente não existia no mercado até agora. Estamos tirando a indústria do escuro: os empresários finalmente poderão saber exatamente quanto a máquina produz, qual turno performa melhor e qual é o verdadeiro nível de eficiência. Isso não é apenas inovação — é uma revolução na gestão fabril”, conclui Cardoso.

Sobre o Grupo ALLTECH – Grupo ALLTECH registra um crescimento de 50% ao ano, sustentado por parcerias globais com países como Japão, Taiwan, Coreia, China, Estados Unidos e Alemanha, além de investimentos contínuos em startups.

Henkel apresenta solução sustentável e exclusiva no mercado de latas durante LATAMCAN

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Tecnologia reduz custos operacionais e aumenta a segurança na produção de latas

A Henkel, líder em soluções industriais, estará presente na LATAMCAN 2025, principal feira da América Latina para fabricantes de latas, que acontece entre 21 e 23 de maio, em Atibaia, cidade localizada a 60 quilômetros de São Paulo.

Durante a participação, a marca apresentará uma tecnologia exclusiva e sustentável que promete revolucionar o processo de lavagem de latas de alumínio. Em um mercado com produção crescente – somente no último ano, o Brasil fabricou 34,8 bilhões de unidades, segundo a Abralatas – a inovação da Henkel surge como resposta à demanda por processos mais eficientes, econômicos, seguros, inovadores e ambientalmente sustentáveis.

“O Brasil recicla 100% das latas que são produzidas no país e ter um processo mais sustentável também na produção é acompanhar a evolução do setor, sem contar que isso reduz custos e as pessoas correm menos riscos, uma vez que trabalhar com uma temperatura mais baixa é mais seguro”, comenta Jeferson Segantini, gerente de vendas da Henkel.

O aumento da produção de latas no Brasil tem despertado interesse por novas tecnologias na área de metal que atendam a essa enorme demanda e que aliem eficiência, sustentabilidade e otimização de tempo e custos. Uma das novidades levadas pela Henkel ao evento será o BONDERITE C-IC 72003 Pre-Cleaner (70203), para a lavagem das latas.

A solução desenvolvida pela companhia e inédita no mercado atua em baixa temperatura, 50°C (em vez de 60°C dos processos convencionais), o que traz ainda maior segurança aos trabalhadores no processo produtivo. Além disso, conta com uma redução média no consumo de gás no patamar de 50% e uma economia de água entre 5% e 20%.

“Além de desenvolver soluções para o segmento em todas as partes da fabricação da lata, a Henkel também oferece suporte para os clientes e parceiros, sempre com o objetivo de um crescimento com propósito e sustentável”, completa Jeferson.

Serviço:
LATAMCAN – 21 a 23 de maio – Hotel Bourbon Atibaia, em Atibaia-SP

Sobre a Henkel – Com suas marcas, inovações e tecnologias, a Henkel ocupa posições de liderança em todo o mundo em negócios industriais e de consumo. A unidade de negócios de Adhesive Technologies é líder global nos mercados de adesivos, selantes e revestimentos funcionais. Em seus negócios de Consumer Brands, a empresa ocupa posições de liderança, especialmente nos segmentos de cuidados capilares e com a casa, em muitos mercados e categorias em todo o mundo. As três marcas mais fortes da empresa são Loctite, Persil e Schwarzkopf. No ano fiscal de 2024, a Henkel reportou vendas de mais de 21,6 bilhões de euros e lucro operacional ajustado de cerca de 3,1 bilhões de euros. As ações preferenciais da Henkel estão listadas no índice de ações alemão DAX. A sustentabilidade tem uma longa tradição na Henkel, e a empresa tem uma estratégia clara de sustentabilidade com metas específicas. A Henkel foi fundada em 1876 e hoje emprega uma equipe diversificada de cerca de 47.000 pessoas em todo o mundo – unidas por uma forte cultura corporativa, valores compartilhados e um propósito comum: “Pioneers at heart for the good of generations”. Mais informações no site.

Sobre a Henkel Brasil – A Henkel está no Brasil há 70 anos e atua nas áreas de Adesivos, Selantes e Tratamento de Superfícies e Consumer Brands, com principais marcas como Cascola, Loctite, Pritt, Bonderite e Schwarzkopf Professional. A Henkel Brasil conta com cerca de 1.000 profissionais distribuídos nas plantas de Itapevi e Jundiaí, além de um Centro de Distribuição em Jundiaí, um escritório central na Lapa e uma ASK Academy localizada na Avenida Paulista, em São Paulo. No ano de 2024, a Henkel alcançou um crescimento orgânico de vendas de 2,6%. Na América Latina, as vendas foram de 1, 636 bilhão de euros, o que representa 8% do total do grupo.

ABM se moderniza e apresenta nova identidade visual

Rebranding reforça compromisso com inovação e tradição no setor

A Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM) acaba de apresentar sua nova identidade visual, marcando um importante passo em sua trajetória de modernização. A nova marca foi lançada no último dia 6 de maio, durante a cerimônia de que conduziu Marcelo Rodolfo Chara e Frederico Ayres Lima aos postos de presidente e vice-presidente, respectivamente, do Conselho de Admnistração.

O rebranding reflete o compromisso da entidade com a inovação, consolidando seu papel como uma instituição que apoia profissionais, empresas e o meio acadêmico. A mudança inclui a adoção de uma fonte mais moderna e o destaque da letra “M” em vermelho, que simboliza os três setores atendidos pela ABM: metalurgia, materiais e mineração.

Outra novidade é a tagline, “Conhecimento que gera valor”, que reforça a missão da ABM de ir além da difusão do conhecimento, criando oportunidades de crescimento para todos que participam de sua rede. “Essa mudança visual representa um marco na história da ABM. Estamos nos reinventando para continuar relevantes e conectados com as novas gerações, sem perder de vista nossas raízes e tradição”, afirma Horacidio Leal Barbosa Filho, presidente executivo da ABM.

Carlos Coelho, co-CEO da Gotcha, agência parceira que auxiliou no processo de rebranding, destaca: “O novo visual da ABM traduz a essência de uma entidade que olha para o futuro, mas mantém viva sua história. A escolha da fonte e das cores foi cuidadosamente pensada para transmitir inovação e solidez.”

Valdomiro Roman, diretor de Operações da ABM, complementa: “A modernização da nossa identidade visual é um reflexo da evolução constante que buscamos em todos os nossos processos. Queremos mostrar que estamos prontos para os desafios do futuro, sempre com foco em gerar valor para.”

Hideyuki Hariki, diretor Administrativo e Financeiro, ressalta: “Essa mudança é mais do que estética; é um sinal de que a ABM está em constante movimento, buscando novas formas de contribuir para o desenvolvimento dos setores em que atua.”

Com essa nova identidade, a ABM reafirma seu compromisso de ser uma entidade dinâmica, inovadora e conectada com as demandas do presente e do futuro, sem abrir mão de sua tradição e expertise acumulada ao longo de décadas.

Além da mudança na identidade visual, a Associação publicou seu novo portal da ABM – que traz mais funcionalidades e uma interface intuitiva para melhor atender seus associados e parceiros –, lançou novos livros, consolidou as revistas técnico-científicas e está em processo de digitalização do seu acervo. Juntas, as iniciativas simbolizam um novo capítulo na história da ABM, marcado pela inovação e pela busca constante por gerar valor para todos os seus públicos.