quinta-feira, maio 21, 2026
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Unidade da Termomecanica em Manaus é certificada com a ISO 14001

– Norma obtida pela unidade de Manaus reconhece práticas ambientais conforme diretrizes internacionais de gestão

– Somente nos últimos cinco anos, a companhia já investiu cerca de R$ 350 milhões em iniciativas de modernização, P&D e novas tecnologias em suas unidades e centros de distribuição

A Termomecanica da Amazônia (TMA), unidade industrial da Termomecanica instalada em Manaus (AM), acaba de obter a certificação ISO 14001 após auditoria conduzida pela Société Générale de Surveillance (SGS), órgão certificador reconhecido internacionalmente. A norma estabelece critérios para a implementação de sistemas de gestão ambiental, com foco na identificação, controle e mitigação dos impactos gerados pelas atividades operacionais.

A certificação reforça a conformidade da TMA com práticas reconhecidas internacionalmente para o gerenciamento de aspectos ambientais. A adoção da norma envolve uma abordagem sistemática para atender obrigações legais e operacionais, com monitoramento contínuo de indicadores e processos focados no meio ambiente.

De acordo com o Gerente de Engenharia de Processos e Produtos da Termomecanica, Ricardo de Luca, a certificação representa um marco importante na trajetória de fortalecimento da governança ambiental da companhia. “A Termomecanica conduz suas operações com base em uma gestão ambiental estruturada, orientada por rigorosos padrões de conformidade legal e por uma cultura de melhoria contínua. Nosso compromisso vai além do atendimento às exigências regulatórias, buscamos continuamente elevar o desempenho ambiental de nossas unidades, em linha com as melhores práticas internacionais, fortalecendo o nosso tripé ESG”, destaca.

A unidade da Termomecanica em Manaus passou por um processo de avaliação que incluiu análise documental, entrevistas e inspeções em campo. A auditoria concluiu que a TMA atende aos requisitos da ISO 14001, o que permite sua inclusão no conjunto de unidades certificadas da Termomecanica.

Com essa conquista, a companhia consolida sua política de gestão ambiental em toda a cadeia industrial. As demais fábricas da companhia no Brasil, localizadas em São Bernardo do Campo (SP), já são certificadas pela ISO 14001, além de outras normas técnicas, como ISO 9001 (gestão da qualidade), ISO 45001 (saúde e segurança ocupacional – unidades 01 e 02), ISO 50001 (gestão de energia), AS9100D (indústria aeroespacial – unidade 01) e ISO/IEC 17025 (ensaios laboratoriais – unidade 01).

A unidade de Manaus integra a divisão de semielaborados, e é responsável pela produção de tubos de Cobre voltados principalmente ao setor de refrigeração. Com forte presença nesse segmento, a Termomecanica passou a produzir localmente para ampliar o abastecimento da cadeia produtiva da região, tradicionalmente dependente da importação de insumos.

Para o executivo, o reconhecimento é fruto direto de uma estratégia industrial bem delineada e do engajamento das equipes locais na execução desse plano. “A unidade de Manaus foi pensada com foco em excelência operacional, responsividade às demandas do mercado e aderência aos mais elevados padrões de conformidade ambiental. A certificação é um desdobramento natural desse direcionamento estratégico”, ressalta Luca.

Ao todo, nos últimos cinco anos, cerca de R$ 350 milhões foram aplicados no parque fabril da Termomecanica em iniciativas de modernização, pesquisa e desenvolvimento, implantação de tecnologias alinhadas à Indústria 4.0 e expansão da presença internacional, incluindo centros de distribuição no Brasil, Estados Unidos e México.

Luca acrescenta que o envolvimento das equipes operacionais foi um fator determinante para o sucesso do processo de certificação, refletindo a maturidade da cultura organizacional da companhia no que diz respeito à gestão ambiental. “A mobilização dos colaboradores da unidade da Amazônia durante todas as fases do projeto, desde a preparação inicial até as auditorias finais, foi decisiva para garantir a conformidade com os requisitos técnicos da norma. Esse engajamento demonstra não apenas alinhamento com as diretrizes corporativas, mas também o compromisso diário das equipes com a excelência operacional e a sustentabilidade”, conclui o executivo.

Sobre a Termomecanica – É líder no setor de transformação de Cobre e suas ligas, em produtos semielaborados e acabados, e atua, desde 2016, na fabricação de produtos em Alumínio. Fundada em 1942 pelo engenheiro Salvador Arena, é altamente capitalizada, com um patrimônio líquido superior a 3,2 bilhões de reais. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, mantém programas de modernização e expansão que definem sua tradicional estratégia de reinvestimento de lucros e geração de empregos. A Termomecanica destaca-se no cenário brasileiro, pois parte de seus resultados são direcionados para transformação social por meio da sua controladora, Fundação Salvador Arena.

Uma das maiores indústrias privadas brasileiras, desde 1974 está entre as “Maiores e Melhores” da Revista Exame e, por dois anos (2017 e 2018), em primeiro lugar no ranking “As Melhores da Dinheiro”, no setor Mineração, Siderurgia e Metalurgia.

Brasmin 2025 e 9º Encontro Nacional da Média e Pequena Mineração reúnem setor mineral em Goiânia

A capital goiana se prepara para sediar a terceira edição da BRASMIN – Feira da Indústria da Mineração, que ocorrerá de 24 a 26 de junho no Centro de Convenções da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). O evento reunirá mais de 200 marcas expositoras e espera atrair mais de 5 mil visitantes, consolidando-se como um dos principais encontros do setor mineral no país.

Paralelamente à feira, será realizado o 9º Encontro Nacional da Média e Pequena Mineração, promovido pela Brasil Mineral e pela Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM). O encontro abordará temas cruciais para o desenvolvimento sustentável do setor, com painéis que discutirão políticas públicas, inovação tecnológica, financiamento e comunicação estratégica.

A programação do Encontro inclui debates sobre a necessidade de uma nova política mineral brasileira, modernização ambiental, aplicação responsável da CFEM, alternativas de financiamento para pequenas e médias mineradoras, dinâmica de mercados e processos autorizativos, integração de cadeias produtivas e estratégias de comunicação para melhorar a imagem do setor junto à sociedade.

A solenidade de abertura contará com a presença de autoridades como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, e representantes do Ministério de Minas e Energia, da FIEG e da ABPM.

As inscrições para a BRASMIN 2025 e para o 9º Encontro Nacional da Média e Pequena Mineração são gratuitas e podem ser feitas pelo site oficial do evento: www.brasmin.com.br

IABr – Nota sobre nova tarifa para o aço importado pelos Estados Unidos

O Instituto Aço Brasil recebeu com grande preocupação a elevação da tarifa de importação de aço para 50%, oficializada ontem (3), pelo presidente dos Estados Unidos, Donald
Trump. A medida agrava o já delicado cenário global do setor, caracterizado pelo excesso
de capacidade na ordem de 620 milhões de toneladas.
A medida intensifica práticas protecionistas e compromete a estabilidade do comércio
internacional de aço. Em 2024, os Estados Unidos importaram 5,6 milhões de toneladas de
placas de aço, sendo 3,4 milhões de toneladas provenientes do Brasil. Os dados evidenciam que a demanda por esse insumo não será suprida internamente de forma imediata, tornando a imposição de tarifas adicionais prejudicial, tanto para exportadores brasileiros
quanto para setores industriais norte-americanos.
Diante da decisão, ressaltamos a importância da atuação do governo brasileiro, por intermédio dos Ministérios das Relações Exteriores (MRE) e do Desenvolvimento, Indústria,
Comércio e Serviços (MDIC), visando o reestabelecimento do acordo bilateral estabelecido
em 2018, que permitia a exportação de aço brasileiro aos EUA dentro de cotas, sem a aplicação de tarifas adicionais.
Reafirmamos a disposição da indústria brasileira do aço em contribuir para a construção
de um ambiente de comércio internacional pautado por regras claras, previsibilidade e respeito mútuo. Seguimos confiantes de que, por meio do diálogo e da cooperação entre os
governos, será possível encontrar soluções que fortaleçam as relações e beneficiem as
cadeias produtivas dos dois países.

www.acobrasil.org.br

EUA aumentará para 50% tarifas do aço e alumínio

O presidente dos Estados Unidos, disse que vai duplicar as tarifas à importação de aço e de alumínio, até 50%, para defender a produção nacional.

Em um evento, na última sexta 31/05, na planta da US Steel no estado de Pensilvânia, reduto da indústria siderúrgica americana. Diante dos trabalhadores.

O principal motivo, seria a proteção da “indústria siderúrgica dos EUA”.

Ele o fez na Pensilvânia, um estado do nordeste estratégico em termos eleitorais e berço da siderurgia nacional.

Somente lembrando que cerca de 50% do aço e alumínio utilizados nos Estados Unidos são importados e o Brasil é o 2º maior parceiro comercial exportador e será bastante impactado, se este pronunciamento for concretizado.

O países mais impactados serão: 1º Canadá , 2º Brasil e 3º México. E as industrias que mais demando estes metais são: Automotiva, aeronáutica, petroquímica e de produtos básicos de consumo, como embalagens de alimentos.

Ainda não temos a certeza desta ação, mas não obstante tivemos o mesmo posicionamento, que se concretizou…Fiquemos no aguardo e acompanhando tais desdobramentos.

Porto Itapoá atinge marco histórico com 10 milhões de TEUs movimentados

Perfil de cargas movimentadas, assim como origem e destino de importações e exportações, mudaram ao longos dos anos

O Porto Itapoá alcançou um marco significativo em sua trajetória: 10 milhões de TEUs (unidades equivalentes a um contêiner de 20 pés) movimentados desde o início de suas operações, em 2011. “Este é um momento de grande orgulho para toda nossa equipe e parceiros. Chegar a 10 milhões de TEUs em pouco mais de uma década comprova a eficiência de nossas operações e a importância estratégica do Porto Itapoá para o comércio exterior brasileiro”, comemora Ricardo Arten, CEO do terminal.

A história de sucesso do Porto Itapoá começou há 14 anos, e seus números mostram uma trajetória ascendente. Em 2014, apenas três anos após a inauguração, o terminal atingiu 1 milhão de TEUs acumulados. Dois anos depois, em 2016, dobrou esse volume, chegando a 2 milhões, e em 2017 ultrapassou a marca de 3 milhões de TEUs. “Cada marco alcançado foi fruto de muito trabalho e investimentos contínuos em infraestrutura e tecnologia”, destaca Arten.

O ano de 2023 trouxe outro recorde: pela primeira vez, o porto movimentou 1 milhão de TEUs em um único ano, demonstrando sua crescente relevância no cenário logístico nacional. “Estamos preparados para os próximos desafios e seguiremos investindo para manter nosso padrão de excelência”, afirma o executivo.

Ao analisar os dados dos últimos dez anos, é possível observar mudanças significativas no perfil das operações do Porto Itapoá. Em 2015, as exportações representavam 64% da movimentação do Terminal, enquanto as importações representavam 36%. Atualmente, o cenário é bem mais equilibrado, com as exportações representando 41% e as importações representando 59%. “Essa mudança reflete as transformações no mercado global e nossa capacidade de adaptação às novas demandas”, analisa Arten.

A composição das cargas também mudou. Na importação, em 2015, as cadeias mais movimentadas foram “Automóveis e seus componentes” e “Eletrônicos”. Dez anos depois, as cadeias mais movimentadas são “Plásticos e suas obras” e “Maquinário e Siderurgia”. “Observamos uma diversificação importante na pauta de importações, com produtos de maior valor agregado ganhando espaço”, comenta o CEO.

A lista de países-origem de onde mais se importou continua parecida. Os três principais em 2015 são os mesmos de hoje: China, EUA e Alemanha. “Temos em nosso portfólio linhas de navegação para todos os principais mercados mundiais”, ressalta Arten.

No sentido das exportações, em 2015, liderava a movimentação as cadeias de “Carnes congeladas e refrigeradas” e “Maquinário geral e seus componentes”. Já em 2025, lideram as cadeias de “Produtos Florestais” e “Alimentos e Bebidas”.

Os três principais destinos das exportações que passaram pelo Porto Itapoá foram, em 2015, EUA, Venezuela e China. Em 2025, até o momento, são EUA, China e Itália. “A consolidação dos EUA e China como nossos principais mercados compradores reforça a integração da economia brasileira com as maiores potências globais”, finaliza Ricardo Arten.

Maior do Sul do Brasil

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), divulgou os dados de movimentações portuárias do primeiro trimestre de 2025. Segundo a agência, o Porto Itapoá foi o 2º maior movimentador de contêineres do Brasil no período, com mais de 202 mil unidades registradas. O resultado coloca o Terminal catarinense atrás apenas do complexo de Santos e na liderança no Sul do País.

O aumento da movimentação do trimestre foi de 37% quando comparado ao mesmo período de 2024, quando o Terminal havia movimentado pouco mais de 146 mil contêineres. O número é mais do que três vezes o crescimento médio nacional, que foi de 10% no comparativo entre os períodos.

CBMM acelera sua jornada de inovação com SAP S/4HANA

A CBMM, líder global na produção e comercialização de produtos de Nióbio, concluiu com êxito a implementação do SAP S/4HANA como parte de sua estratégia de transformação digital. O projeto foi marcado por um alto nível de engajamento dos colaboradores e uma forte governança, posicionando a companhia em um novo patamar de eficiência, transparência e sustentabilidade.

Daniel Lopes Martins, CIO da CBMM, aponta que o projeto tem como diferencial a mobilização interna e o alinhamento entre áreas. “Desde o início, buscamos garantir que todas as áreas estivessem envolvidas, com o apoio da alta liderança e protagonismo dos próprios usuários. Esse não foi um projeto da TI, mas sim da CBMM como um todo”, destaca.

O projeto envolveu a migração completa para o SAP S/4HANA, contemplando os principais processos de negócio, como gestão de materiais, produção, manutenção, finanças, controladoria, pessoas, supply chain e vendas. “Essa decisão exigiu uma preparação intensa. Investimos fortemente na capacitação das equipes, realizamos extensos testes integrados e utilizamos dados reais para garantir segurança e assertividade. Todo esse rigor nos deu confiança para executar uma virada robusta e sem grandes incidentes”, explica Martins.

Para apoiar a implementação, a companhia formou uma estrutura robusta de governança com comitês executivos, de projeto e de operação, além de um time interno multifuncional. “Tivemos mais de 100 colaboradores diretamente envolvidos no projeto, o que facilitou o processo de transição e reduziu a resistência à mudança. O sistema foi desenhado com a CBMM e para a CBMM”, completa o executivo.

Além da modernização tecnológica, a solução trouxe ganhos significativos em integração de dados, rastreabilidade e controle de processos. Segundo Martins, “o SAP S/4HANA nos permitiu consolidar uma base única e confiável de informações, que será essencial para as próximas etapas da nossa transformação digital”.

ESG e uso de novas tecnologias

A escolha da plataforma também está conectada aos compromissos de sustentabilidade da CBMM. “Hoje, temos metas claras de ESG e soluções como o SAP S/4HANA nos permitem ter indicadores mais precisos e em tempo real, apoiando decisões que vão desde a gestão de resíduos até a eficiência energética”, reforça Daniel.

Com a fundação digital já estabelecida, a empresa se prepara para novos avanços, com iniciativas voltadas para automação de processos e o uso de inteligência artificial, conforme a maturidade dos processos e da organização evolui. “Estamos pavimentando o caminho para uma CBMM ainda mais digital, inovadora e sustentável”, afirma.

Para Adriano Testoni, vice-presidente de Vendas da SAP Brasil, a CBMM demonstra como a adoção da solução vai além da tecnologia, promovendo uma verdadeira transformação cultural e operacional. “Ver uma equipe tão engajada e um projeto tão bem estruturado reforça o nosso compromisso de ser um parceiro estratégico na jornada de inovação e sustentabilidade de nossos clientes”, conclui o executivo.

Sobre a SAP – Como líder global em aplicações e inteligência artificial empresariais, a SAP (NYSE:SAP) está no centro dos negócios e da tecnologia. Por mais de 50 anos, organizações confiaram na SAP para extrair o seu melhor ao unir operações críticas que abrangem finanças, compras, RH, cadeia de suprimentos e experiência do cliente. Para mais informações, visite www.sap.com.

Sobre a CBMM  - Líder mundial na produção e comercialização de produtos de Nióbio, a CBMM completa 70 anos em 2025, com mais de 500 clientes em 50 países. Com sede no Brasil e escritórios regionais na China, Holanda, Singapura, Suíça e Estados Unidos, a CBMM fornece tecnologia para setores como infraestrutura, mobilidade, aeroespacial, saúde e energia. Para suportar seus planos de crescimento, a Companhia está alinhada às tendências mundiais de eletrificação, urbanização e sustentabilidade, promovendo a pesquisa, o desenvolvimento e a adoção do Nióbio em diversas indústrias. A CBMM tem firmado parcerias e realizado investimentos estratégicos em empresas como a Echion Technologies e Battery Streak, visando novos desenvolvimentos em materiais com Nióbio para baterias de íons de lítio. Para mais informações, visite o media center.

Gabiões modulares da Belgo Arames aumentam produtividade e sustentabilidade na construção civil

Estudo da universidade Feevale (RS) constatou que o gabião Belgo Easy® teve produtividade superior ao gabião tradicional, além de reduzir resíduos no canteiro de obras

A Belgo Arames, maior produtora brasileira de arames de aço, tem registrado resultados expressivos em relação ao uso dos gabiões modulares de malha soldada Easy em obras de contenção. Pesquisa da Federação dos Estabelecimentos de Ensino Superior em Novo Hamburgo (Feevale), do Rio Grande do Sul, acompanhou a performance do gabião Belgo Easy® aplicado em obra do Grupo Beatek, fazendo mensurações acerca da mão-de-obra envolvida em todo o processo construtivo, revelando um sistema construtivo limpo e de elevada produtividade.

Em 43 dias de obra de contenção no complexo industrial do Grupo Beatek, empresa referência nacional em sinos, relógios, sirenes escolares e de segurança, localizado no distrito de Viamão, Porto Alegre (RS), foram erguidos dois muros de gravidade com mais de mil metros cúbicos de gabiões, em um terreno inclinado, envolvendo três platôs. Conforme a pesquisa da Feevale, a utilização do gabião de malha soldada gabião Belgo Easy® demonstrou um rendimento operacional de 1,90 hora-homem por m³ de caixas totalmente executadas. Esse rendimento, se comparado às referências publicadas de índices de mão-de-obra para gabiões convencionais, representa um ganho de 30% de produtividade. Ganhos de produtividade implicam em redução substancial do tempo de execução e, consequentemente, minimizam custos diretos com locação de equipamentos e custos indiretos de obra.

De acordo com Daiana Cristina Metz Arnold, professora da Feevale, foi realizado o acompanhamento técnico da construção pelos gabionistas. Durante esse processo, foram observadas as etapas construtivas, medidos e aferidos os tempos de execução das principais tarefas, além do registro das facilidades e dificuldades no processo construtivo. “Foram identificadas quatro tarefas básicas na execução: a montagem das caixas no próprio local, a inserção dos tirantes, a montagem do gabarito e o preenchimento das caixas com rochas. A partir desse acompanhamento, foi possível constatar uma redução no tempo total do processo construtivo em comparação com o método tradicional de gabiões”, destaca. Além disso, observou-se vantagens no uso do gabião Belgo Easy® devido à melhor ergonomia e à intuitividade na montagem. “São utilizados elementos pré-fabricados interligados, com maior padronização na execução, o que confere maior rigidez às estruturas”, finaliza.

O gerente de negócios de Construção Civil da Belgo Arames Jeferson Rocha explica que, por ser fabricado em fios de maior resistência mecânica e em malha soldada, o gabião Belgo Easy® garante maior rigidez estrutural, alta capacidade de carga e menor deformação. “As conexões pré-formadas transformam o processo de montagem. O que antes era um trabalho manual intensivo de costura e amarração, agora se torna um sistema de montagem intuitiva e rápida, permitindo que a mão de obra seja mais eficiente e trabalhe sob uma condição ergonomicamente mais favorável”, afirma.  “Gabiões trazem os benefícios de uma construção predominantemente seca, gerando estruturas de contenção integralmente drenantes, relativamente flexíveis e muito bem integradas à arquitetura e ao meio ambiente, conferindo ao projeto uma solução mais verde”, completa.

O arame desta tecnologia é revestido com Bezinal®, com uma alta gramatura da liga ZnAl (zinco-alumínio), o que contribui para o aumento da durabilidade, dada a elevada resistência à corrosão. “Não se trata apenas de um produto, mas de uma solução completa que agrega valor desde a concepção do projeto até a sua entrega. Os resultados da pesquisa da Feevale reforçam o que já observamos em campo: estamos entregando mais agilidade, mais segurança e um compromisso real com a sustentabilidade. É a engenharia evoluindo para atender às demandas de um mercado cada vez mais desafiador”, finaliza Rocha.

Confira aqui o vídeo que mostra a utilização do gabião Belgo Easy® em obra do Grupo Beatek.

Sobre o gabião Easy – É uma solução inovadora para muros de contenção urbanos, projetados para oferecer propriedades físicas superiores e otimizar o processo construtivo.  É o primeiro gabião em malha soldada produzido na América Latina e leva um nome que remete à principal característica, que é oferecer facilidade de montagem e alta performance.

O gabião Belgo Easy é fruto de cinco anos de estudos e pesquisas realizadas pela equipe técnica da Belgo Soluções Geotech. Gabiões modulares de malha soldada é uma tecnologia já consagrada pelo uso em grande parte da Europa, nos EUA, Japão e China.

Sobre a Belgo Arames – Que está celebrando 50 anos no Brasil em 2025, é líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação e fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de agronegócios, cercamentos, construção civil, automotivo, solda, aplicações especiais e indústria petrolífera, oferecendo um mix de produtos e serviços que atendem com tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes. Possui unidades em Minas Gerais, São Paulo e Bahia.

Sobre a Feevale – Com 55 anos, a Universidade Feevale se propõe a ser um agente fundamental de transformação para a sociedade, promovendo o empreendedorismo nas diferentes áreas do conhecimento, sempre na perspectiva da promoção de uma cultura inovadora. A Instituição possui 10 mil estudantes em todos os níveis de ensino e também se projeta internacionalmente em função de parcerias com instituições estrangeiras, distribuídas em dezenas de países, inclusive naqueles que são referência em Educação, como é o caso da Finlândia. Mantida pela Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), a Universidade possui uma moderna estrutura, que inclui três câmpus; Feevale Techpark, com unidades em Campo Bom, Novo Hamburgo e Porto Alegre; Teatro Feevale; e polos em nove cidades.

Estudo revela os CINCO SETORES PRIORITÁRIOS para Investir na Economia Circular no Brasil

  • Brazil State of Circularity’ foi lançado pelo Instituto Brasileiro de Economia Circular e pela Exchange 4 Change Brasil;
  • Resultado de uma experiência de 10 anos de trabalho no setor, com cerca de 90 reuniões estratégicas, o documento traz um raio-x do avanço e dos desafios da economia circular no Brasil a partir da indústria e de políticas públicas.

O Instituto Brasileiro de Economia Circular (Ibec) e a Exchange 4 Change Brasil (E4CB) lançaram o ‘Brazil State of Circularity’, documento que traz um raio-x do avanço e dos desafios da economia circular no Brasil a partir da indústria e de políticas públicas. Segundo a análise, há cinco setores prioritários e estratégicos para a transição econômica no país atualmente: Metais e Minerais; Plástico; Têxtil; Eletroeletrônicos; e Energia. No entanto, alguns gargalos, como falta de letramento entre atores importantes e dificuldade de definir estratégias que vão além de uma única empresa, ainda são pontos de atenção.

O ‘Brazil State of Circularity’ é resultado de 10 anos de trajetória da Exchange 4 Change Brasil, organização pioneira na articulação da agenda circular no Brasil, e consolida um extenso processo de escuta, análise e colaboração multissetorial. Foram mais de 25 encontros formais com representantes do setor público e privado, mais de 90 reuniões estratégicas, 4 grupos de trabalho ativos, envolvendo mais de 30 empresas, 10 setores econômicos e conexões com 12 países. Em seu escopo, está o Hub de Economia Circular Brasil, que reúne empresas de diversos setores e portes para desenvolver negócios circulares.

Já o Ibec foi criado com a missão de ampliar o alcance da economia circular por meio de educação qualificada, alinhada às diretrizes globais; da interação com órgãos governamentais; e da construção de parcerias internacionais voltadas à realização de estudos, pesquisas e roadmaps. O instituto faz parte do fórum de especialistas criado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para definir a Estratégia Nacional de Economia Circular, e foi a primeira organização do Brasil a entrar na Coalizão de Economia Circular para a América Latina e o Caribe.

O relatório foi lançado na programação do Fórum Mundial de Economia Circular, que aconteceu em São Paulo, e aponta que existem três gargalos principais na construção de uma agenda comum de economia circular para o Brasil.

Primeiro, o letramento, que torna necessária uma mudança no mindset de negócios para engajar e educar todos os atores envolvidos. Além disso, existe a dificuldade de definir estratégias que extrapolem os limites de uma única empresa ou setor, e a transição exigirá o desenvolvimento de novas habilidades, competências e indicadores. O terceiro gargalo está no próprio mercado: a adoção de novos valores e comportamentos por parte da sociedade é essencial para que produtos e serviços circulares sejam valorizados e demandados.

– Com frequência, somos procurados por especialistas e investidores internacionais que querem entender o cenário da economia circular no Brasil, e por stakeholders brasileiros que não sabem por onde começar a transição. Foi dessa demanda que surgiu o ‘Brazil State of Circularity’. Estamos com os olhos voltados para a COP30 e a economia circular é um elemento-chave no debate sobre descarbonização, porque traz uma nova forma de desenvolver produtos e serviços em equilíbrio com o planeta. É um convite para empresas e governos revisarem seus compromissos de redução de emissões – declara a presidente do Ibec e diretora da E4CB, Beatriz Luz.

Neste sentido, os cinco setores prioritários assumem um papel de grande relevância econômica e ambiental na indústria e estão em diferentes estágios na construção de um país mais circular. Foram ouvidos especialistas da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), do SENAI CETIQT, da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) e da Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (ABEEólica).

Diretrizes para avançar na transição circular

Com base nos principais gargalos identificados, o report destaca sete ações consideradas fundamentais para avançar com a circularidade no Brasil, a fim de criar uma agenda comum entre indústria, empresas, poder público e sociedade civil.

– Nenhum país, nenhuma empresa e nenhuma cidade fará a transição sozinha. Precisamos nos unir para definir uma economia global que funcione sob novas regras, valores e comportamentos – enfatiza Beatriz Luz.

Um ponto considerado fundamental é a inserção da economia circular nos currículos, da educação básica ao ensino superior, trazendo uma perspectiva da nova economia ao longo da formação. Além disso, também é essencial a criação de um modelo de financiamento circular, com mecanismos adequados à realidade brasileira, e o letramento das lideranças públicas e privadas, para facilitar a construção de uma agenda comum.

Entre as diretrizes, está ainda o fomento a redes de colaboração, a fim de estimular ecossistemas de trocas multissetoriais e internacionais. O design circular é tido como uma prioridade para redesenhar produtos e garantir a reparabilidade dos mesmos, e o documento destaca que roadmaps regionais podem definir metas e prioridades para cada estado específico.

Por fim, o ‘Brazil State of Circularity’ enfatiza que é preciso mobilizar e conscientizar a sociedade com campanhas de sensibilização, consolidando uma nova perspectiva de valor, baseada em experiências, produtos e serviços circulares.

Confiança sobe em 21 setores industriais, aponta CNI

Movimento, no entanto, foi insuficiente para mudar quadro geral de pessimismo dos empresários. Grandes indústrias foram as únicas a demonstrar otimismo

Em maio, os resultados setoriais do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) apontam que a confiança subiu em 21 dos 29 segmentos da indústria, revela levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (28). Por outro lado, o indicador caiu em oito setores.

Com o resultado, três setores passaram de um estado de falta de confiança para um estado de confiança. São eles: impressão e reprodução (+5,8 pontos, para 52,6 pontos); produtos diversos (+2,5 pontos, para 51,6 pontos); e máquinas e materiais elétricos (+0,7 ponto, para 50,2 pontos).

Outros três segmentos fizeram a transição contrária e, agora, apresentam pessimismo: biocombustíveis (-2,5 pontos, para 49,8 pontos); calçados e suas partes (-3,3 pontos, para 48,9 pontos); e veículos automotores (-3,9 pontos, para 47,9 pontos). Vale lembrar que o ICEI vai de 0 a 100 pontos. Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança dos empresários e, acima, confiança.

Com isso, o balanço final do mês de maio repete o resultado de abril, ou seja, 23 de 29 setores continuam sem confiança, enquanto seis seguem confiantes. Segundo Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI, a falta de confiança prejudica o setor e a atividade econômica.

“A confiança do empresário está ligada à sua capacidade de investir e desenvolver novos projetos. Quando o empresário demonstra incerteza, ele investe menos e executa menos iniciativas. Uma luz vermelha se acende quando observamos falta de confiança”, explica a economista.

ICEI por porte de empresa

O ICEI aumentou entre todos os portes de empresas na passagem de abril para maio. O destaque fica por conta das pequenas indústrias, cujo índice subiu 2 pontos. Nas indústrias de médio porte, o indicador aumentou 0,4 ponto, enquanto nas grandes, cresceu 0,5 ponto.

Com a alta, as indústrias de grande porte migraram de falta de confiança para confiança, ainda que moderada. As pequenas e médias indústrias continuam abaixo dos 50 pontos, demonstrando pessimismo. 

ICEI por região geográfica

A confiança da indústria subiu nas regiões Sudeste (+1,8 ponto), Sul (+1 ponto) e Centro-Oeste (+0,7 ponto), mas caiu nas regiões Nordeste (-0,6 ponto) e Norte (-0,3 ponto). O movimento foi insuficiente para alterar o cenário geral na passagem de abril para maio.

Os empresários do Sul e do Sudeste continuam pessimistas. Já os industriais no Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem otimistas.

  • Nordeste: 51,7 pontos;
  • Norte: 51,3 pontos;
  • Centro-Oeste: 50,9 pontos;
  • Sul: 48,2 pontos;
  • Sudeste: 47,7 pontos.

 Mais sobre o ICEI Setorial

Para esta edição, a CNI consultou 1.800 empresas: 771 de pequeno porte; 648 de médio porte; e 441 de grande porte, entre os dias 5 e 14 de maio de 2025.

Randoncorp é destaque no 13º Colloquium SAE BRASIL de Suspensões e Implementos Rodoviários

Representantes da companhia e do Instituto Hercílio Randon conquistaram distinções em nível nacional

Três pesquisas ligadas à Randoncorp e ao Instituto Hercílio Randon, instituição de ciência e tecnologia apoiada pela companhia, receberam o prêmio de “melhor trabalho técnico” durante o 13º Colloquium SAE BRASIL de Suspensões e Implementos Rodoviários, principal evento brasileiro dedicado ao setor, realizado neste mês, em Farroupilha (RS). A distinção foi concedida entre os 16 trabalhos apresentados durante o encontro, que reuniu mais de 300 profissionais da indústria da mobilidade.

Os estudos premiados abordam inovações aplicadas à segurança, inteligência artificial e otimização de sistemas de eletrônica embarcada, que refletem avanços e desafios do setor. O primeiro destaque foi concedido ao trabalho “Controle de Estabilidade de um Semirreboque 3 Eixos: Integração entre Comportamento Dinâmico e Modelagem Virtual”, de Carlos Eduardo Henke Viganico, Juliano Marques Rodrigues, Joel Vicente Ciapparini e Eduardo Carraro, todos do Centro Tecnológico Randon (CTR). O estudo propõe uma análise crítica dos processos de validação veicular frente às resoluções CONTRAN 954 e 915, evidenciando limitações nos modelos matemáticos em situações de variações nas condições de teste já que, na legislação atual, os testes podem ser aprovados com 70% de correlação entre os métodos.

A segunda distinção foi dada ao artigo “Aplicações de Machine Learning no Desenvolvimento e Análise de Sistemas de Suspensão de Implementos Rodoviários”, assinado por Leonardo Roso Colpo e Maicon Molon, do Instituto Hercílio Randon (IHR), e Hebert Martins Gomes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A pesquisa propõe o uso de inteligência artificial para modelagem e monitoramento em tempo real de suspensões, abrindo caminho para sistemas preditivos de falhas e manutenção baseada em dados, o que representa um passo importante rumo à modernização e digitalização da frota nacional.

O terceiro trabalho reconhecido foi “Otimização de sistema EBS e controle de rolagem para aplicação em combinações de trailers Rodotrem com suspensão mecânica”, desenvolvido por Vinícius Dreher Barbon e Pedro Humberto Gândara Orlando, integrantes da área de eletromobilidade da Suspensys – empresa do grupo referência em suspensões e eixos para veículos comerciais e pioneira em soluções de eletromobilidade para o segmento.

O estudo está diretamente conectado com o mais recente lançamento da Suspensys e que marca a entrada da empresa no segmento de eletrônica embarcada. A pesquisa aborda o processo de otimização do sistema EBS e da atuação do controle de estabilidade em rodotrens com suspensão mecânica e o foco em atender a nova legislação brasileira ao promover mais eficiência e segurança operacional.

O Colloquium é promovido pela SAE BRASIL e se consolida como espaço essencial para o intercâmbio de conhecimento técnico e o fortalecimento da inovação na área de transportes pesados.

Sobre a Randoncorp – Multinacional brasileira referência em soluções que facilitam a vida das pessoas por meio da mobilidade, a Randoncorp tem presença global fundamentada na qualidade, na inovação e na ética nos negócios. Com mais de 50 operações ao redor do mundo, alcança mais de 125 países com a comercialização de suas soluções e mantém liderança nos mercados de suas cinco verticais de negócios complementares. São cerca de 19 mil colaboradores.

A Randoncorp desenvolve, produz e comercializa autopeças e serviços para o controle de movimentos, com portfólio completo para sistemas de frenagem, suspensão, transmissão e direção, por meio da Frasle Mobility, e para aplicações em veículos comerciais, por meio das marcas Suspensys, Castertech, Master e JOST Brasil. A Companhia também atua como montadora e está entre as dez maiores fabricantes de semirreboques do mundo, por meio da marca icônica Randon, com a mais completa linha de equipamentos para o transporte terrestre de cargas.

A Companhia conta, ainda, com a Rands, Plataforma de Soluções Financeiras e Serviços, que atende aos setores de transporte e logística, mercado de reposição, agronegócio, varejo, tecnologia e inovação.

O grupo impulsiona pesquisas em materiais, nanotecnologia e eletromobilidade e cria soluções em automação e robótica industrial com o Centro Tecnológico Randon (CTR), a NIONE e a Auttom.

Com o propósito de conectar pessoas e riquezas, gerando prosperidade, atua na transformação social com iniciativas realizadas pelo Instituto Elisabetha Randon e incentiva a pesquisa científica por meio do apoio ao Instituto Hercílio Randon. Faz parte do Nível 1 de Governança Corporativa da B3, figurando entre as maiores empresas privadas brasileiras.