sexta-feira, abril 3, 2026
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Grupo Açotubo celebra aniversário de 50 anos com parceiros, fornecedores e colaboradores

Empresa celebrou seu jubileu com duas festas, sendo uma voltada para celebrar a trajetória de sucesso do grupo, e outra com os funcionários da matriz e filiais

O Grupo Açotubo completou 50 anos de atuação na terça-feira (20/2). E para celebrar a data especial, a empresa organizou dois eventos para compartilhar o momento histórico com profissionais que fazem parte da trajetória da companhia.

O primeiro deles aconteceu no dia do aniversário, com jantar realizado no espaço 033 Rooftop, localizado no Teatro Santander, em São Paulo,  e contou com as presenças dos três irmãos fundadores e atuais conselheiros Luiz, Wilson e José Ribamar Bassi, com os representantes da segunda geração da família: Bruno Bassi (CEO), Nathalia Bassi (Coordenadora de Governança Corporativa e Familiar), Vinicius Bassi (Gerente de Marketing), Larissa Bassi (HR Business Partner), Caroline Bassi (Acionista) além da presença de gestores de empresas do setor siderúrgico como Gerdau, Aperam, Vallourec, Tenaris, entre outras.

A noite foi marcada por discursos dos administradores, homenagens à trajetória de sucesso da empresa e de seus fundadores, e a exibição de depoimentos de parceiros comerciais nacionais e internacionais, como, por exemplo, a ArcelorMittal.

Durante o discurso, Bruno Bassi, destacou a importância das relações sólidas para os negócios e conquistas da empresa. “Eu tenho a certeza que as parcerias que construímos aqui, entre família, parceiros, colaboradores e clientes, tem nos movido e vão nos mover para o futuro. Certamente, com coragem e a colaboração de todos, vamos crescer ainda mais, inovar e atingir novos patamares”, disse.

O espaço foi decorado nas cores vermelho e branco que remetem à identidade da empresa, e painéis com datas que remetem a fatos importantes da empresa. O evento teve o som da Jazz São Paulo.

Já no sábado (24), a celebração foi com aproximadamente mil funcionários do grupo, incluindo profissionais da matriz e de todas as filiais, localizadas em diferentes regiões do país. O evento foi realizado no espaço Komplexo Tempo, em São Paulo, com apresentação musical da dupla sertaneja Marcos & Belutti.

Sobre o Grupo Açotubo

Com 50 anos de atividades, o Grupo Açotubo é reconhecido pelo portfólio, serviços e soluções em distribuição siderúrgica. A empresa tem cinco unidades de negócio, sendo Tubos e Aços, Conexões, Aços Inoxidáveis, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep), com unidades estratégicas posicionadas em diferentes regiões para atendimento em todo o Brasil, Peru e Colômbia. Com investimentos constantes em tecnologia e infraestrutura, a empresa tem como meta oferecer soluções aos clientes com agilidade e qualidade em todas as suas necessidades, independentemente de volume. Valoriza seus colaboradores como força motriz de desenvolvimento e tem a responsabilidade social como um de seus principais pilares, mantendo controlados os impactos ambientais das operações visando a sustentabilidade do negócio.

Estudo realizado pela TÜV Rheinland viabiliza oferta vencedora do leilão do Trem Intercidades em São Paulo

Consórcio liderado pelo Grupo Comporte vence certame em São Paulo após elaborar proposta baseada na avaliação realizada pelos engenheiros da empresa alemã

O consórcio C2 Mobilidade Sobre Trilhos liderado pelo Grupo Comporte, em parceria com a estatal chinesa CRRC, maior fabricante mundial de suprimentos ferroviários, conquistou a vitória no leilão do Trem Intercidades que conectará as cidades de São Paulo e Campinas. A obra será concretizada por meio do modelo de Parceria Público-Privada (PPP), com um investimento estimado em R$ 14,2 bilhões.

A proposta vitoriosa foi elaborada com base nos estudos de engenharia conduzidos pelos especialistas da TÜV Rheinland, empresa global de consultoria, testes e certificação de sistemas metroferroviários. A avaliação fornecida pela empresa alemã desempenhou um papel fundamental na decisão da Comporte de participar do leilão, resultando em sua vitória.

“A expertise técnica da TÜV Rheinland foi fundamental para nossa estratégia e sucesso neste empreendimento. Com base em sua avaliação, conseguimos formular uma proposta competitiva e robusta, culminando na conquista deste importante projeto para São Paulo e região”, afirma José Efraim Neves, diretor do Grupo Comporte.

Além do trem intercidades São Paulo – Campinas, a Comporte ampliará suas responsabilidades, assumindo também a gestão da Linha 7-Rubi, que conecta a estação Barra Funda a Jundiaí, ao longo de suas 17 estações.

Os estudos de engenharia realizados pela TÜV Rheinland contemplaram uma análise abrangente e detalhada das necessidades técnicas e operacionais envolvidas na implementação do sistema ferroviário. Os engenheiros da TÜV Rheinland conduziram uma avaliação completa dos aspectos estruturais, de segurança e de eficiência do projeto, considerando desde a infraestrutura das vias até os sistemas de sinalização e controle. Além disso, foram avaliados critérios de sustentabilidade e impacto ambiental, garantindo que o projeto esteja alinhado com as melhores práticas globais. “O estudo proporcionou à equipe do consórcio liderado pela Comporte uma compreensão profunda dos desafios e das oportunidades envolvidas, permitindo a formulação de uma proposta competitiva e tecnicamente sólida para o leilão do Trem Intercidades”, explica Marcos Camelo, Gerente Geral de Ferrovias da TÜV Rheinland.

Este sucesso soma-se à vitória da Comporte no leilão de privatização do Metrô de Belo Horizonte (MG) no final de 2022, onde a empresa também apresentou uma proposta embasada em um estudo de viabilidade realizado pela TÜV Rheinland.

Lars Walther, Diretor Global de Ferrovias da TÜV Rheinland, acrescenta que “Estamos orgulhosos por termos contribuído para mais uma conquista significativa na infraestrutura ferroviária brasileira. Nossa parceria com a Comporte demonstra o impacto positivo que a expertise técnica pode ter na viabilização de projetos desafiadores”.

Boston Metal do Brasil inicia revolução na metalurgia mundial em Minas Gerais

Empresa vai recuperar metais de alto valor a partir de rejeitos de mineração 

A Boston Metal do Brasil, sediada em Coronel Xavier Chaves (MG), inaugurou hoje (7/3) a primeira unidade mundial com a tecnologia Eletrólise de Óxido Fundido (MOE, na sigla em inglês). Com ela, vai extrair seletivamente metais de alto valor, como nióbio e tântalo, a partir de rejeitos de mineração, transformando materiais complexos e de baixa concentração de metais em uma fonte de receita e promovendo o uso mais eficiente dos recursos naturais.

Por utilizar eletricidade de fonte renovável para o processamento do rejeito e a separação dos metais de alto valor, a Boston Metal do Brasil em Coronel Xavier Chaves vai operar com baixa emissão de CO2. 

A inauguração contou com a presença do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, de representantes de mineradoras e empresas metalúrgicas brasileiras e internacionais, além de investidores da Boston Metal global.  

“A MOE de Coronel Xavier Chaves é um vislumbre do futuro, o exemplo real de uma solução inédita, escalável, econômica e sustentável para a produção de metais e ligas a partir de uma grande variedade de matérias-primas”, diz o brasileiro Tadeu Carneiro, presidente e CEO de Boston Metal global, sediada em Woburn, nos Estados Unidos. “A MOE promoverá a economia circular e o progresso sustentável da metalurgia.” 

Boston Metal Brasil - Foto aérea fábrica

Expansão prevista

A Boston Metal do Brasil prevê a produção de 720 toneladas de metais de alto valor em 2024. Até 2026 a capacidade será ampliada para até 10 mil toneladas/ano, com o que a empresa passará dos atuais 80 para 250 empregados. Outras unidades como a de Coronel Xavier Chaves deverão ser instaladas no Brasil. “Essas operações vão gerar receita e não nos desviarão de nosso objetivo maior, que é descarbonizar a produção de aço”, diz Tadeu Carneiro.  

Coronel Xavier Chaves, de 3.500 habitantes, foi escolhida para sediar a primeira operação por oferecer boa combinação entre a oferta de matéria-prima e de energia limpa, e por estar inserida em um ambiente sociocultural favorável, com profissionais familiarizados com a atividade de mineração. A planta foi erguida em tempo recorde. “Nossa instalação é uma prova da dedicação e experiência de nossa equipe”, diz o brasileiro Itamar Resende, presidente da subsidiária brasileira. 

Como funciona a MOE

Matéria-prima (rejeito, em Coronel Xavier Chaves) é inserido na célula MOE e submetido a uma corrente elétrica de elevada amperagem entre um anodo positivo, no topo da célula, e um catodo negativo, na parte inferior. A corrente elétrica promove a obtenção do metal desejado, liberando oxigênio e, ao mesmo tempo, gerando altíssimas temperaturas que derretem o material, que é então vazado pela parte inferior, com alto grau de pureza 

A célula MOE é modular e escalável de acordo com o volume de produção projetado. Para aumentar a capacidade, basta adicionar novas células ao processo. É também flexível. “Ela é viável mesmo a partir de minério ou rejeitos com níveis de concentração de metais muito abaixo do mínimo exigido hoje pelas indústrias do setor”, comenta Itamar Resende.  

A tecnologia MOE exige menor necessidade de capital quando comparadas a instalações metalúrgicas tradicionais. “Ela abre a possibilidade para que sejam instaladas unidades produtivas de pequena ou grande escala em qualquer lugar com acesso à matéria-prima e eletricidade, incluindo mercados emergentes, nos quais aumentará a demanda por metais nas próximas décadas devido à rápida urbanização”, afirma Tadeu Carneiro. 

Interesse mundial

A tecnologia MOE chamou a atenção de investidores de grande relevância no mundo corporativo. Em três etapas bem-sucedidas de captação de funding, a Boston Metal levantou mais de US$ 350 milhões, atraindo investidores como a ArcelorMittal, maior siderúrgica global, as mineradoras BHP e Vale, a Microsoft e o Breakthrough Energy Ventures, fundo do bilionário Bill Gates para o investimento em soluções de energia sustentável. A Boston Metal é a única empresa que recebeu investimentos do IFC (braço privado do Banco Mundial) antes mesmo de começar a gerar receitas.

Mais informações
Marco Piquini – piquini@piquini.com.br(31) 98769-2704
Marcelo Moreira – marcelo@piquini.com.br(31) 99511-0702
https://br.bostonmetal.com
https://www.bostonmetal.com

Tube 2024: As indústrias de petróleo e gás são capazes de lidar com a pressão

Feira Tube 2024: Dusseldorf – Alemanha

As indústrias de petróleo e gás são capazes de lidar com a pressão de 1.200 expositores, 52.000 metros quadrados ocupados em oito salas de exposição

Tube Düsseldorf 2024 está pronto para decolar em abril! O número de visitantes já está bem acima do nível pré-pandemia, um sinal claro de que a oferta e a procura para a principal feira comercial do mundo para a indústria de tubos são uma combinação perfeita! Um programa de apoio emocionante acompanhará os eventos nas salas de exposição e está disponível em www.tubetradefair.com/en/Programme/Conferences_Forums.

O sucesso contínuo só é possível para as empresas que olham mais profundamente. Uma declaração de missão que se aplica hoje mais do que nunca às indústrias de petróleo e gás. Cada vez mais, a extracção dos recursos naturais deve ser executada em profundidades até 10.000 metros para obter um rendimento rico – os campos de petróleo e gás facilmente acessíveis localizados no mar, por outro lado, estão a secar lentamente. A consequência: os requisitos aumentam consideravelmente para tubos através dos quais o fluido flui para cima.

O desenvolvimento de depósitos de petróleo e gás em locais marinhos mais profundos tornou-se um dos maiores desafios para a indústria de extração: Os tubos têm de suportar altas pressões, temperaturas de até 300 graus centígrados, meios agressivos e água salgada na área offshore com aumento constante. profundidades. Ao mesmo tempo, os padrões de segurança e as expectativas de eficiência permanecem elevados. A saúde e a segurança no trabalho e a proteção ambiental são também indispensáveis para as indústrias do petróleo e do gás. Assim, a pressão continua a aumentar – e de várias maneiras simultaneamente.

Um caso para os especialistas da indústria de tubos Mas as indústrias de petróleo e gás são capazes de lidar com a pressão.

Os fornecedores de sistemas de tubulações responderão aos desafios fornecendo projetos otimizados e uma seleção precisa de materiais. Quanto mais fundo os tubos tiverem de ser baixados no mar e no fundo do mar, menor deverá ser o peso do tubo. Este é o caso também dos especialistas do setor de tubos, que mais uma vez responderão às dúvidas do público trader que estará presente no Tube.

As últimas tendências e destaques dos setores industriais de fios, cabos e tubos serão apresentados na principal feira mundial de fios e tubos, de 15 a 19 de abril de 2024, em Düsseldorf.

Informações atuais sobre o setor e os produtos podem ser encontradas no portal da Internet em www.wire-tradefair.com e www.tubetradefair.

Randoncorp está entre empresas Mais Ágeis do Brasil com iniciativa que promove a cultura da decisão baseada em dados

Reconhecimento foi concedido nesta semana, no Agile Trends, principal evento sobre abordagens empresariais ágeis

A Randoncorp, juntamente com uma de suas controladas, a DB, está entre as 10 empresas Mais Ágeis do Brasil. O reconhecimento foi concedido nesta semana durante o principal evento sobre abordagens empresariais ágeis. O Agile Trends é pioneiro na premiação daqueles que praticam agilidade, valorizando e oferecendo mais visibilidade às empresas e profissionais que contribuem para o desenvolvimento do mercado brasileiro. A Companhia participa da premiação compartilhando um de seus cases de experiências sobre o uso de abordagens ágeis desenvolvido ao longo de 2023, na categoria Tribos da premiação, voltada para iniciativas que envolvam até 200 colaboradores.

No case inscrito, estiveram envolvidos cerca de 70 profissionais diretos, que atuam em diferentes unidades de negócio da Randoncorp, como a DB, a Randon, a Frasle Mobility e a Rands, além de áreas como centro corporativo, negócios digitais, TI, hiperautomação e o Centro de Soluções Compartilhadas (CSC). As decisões e ações encaminhadas pelo grupo tem potencial de impactar todo o conjunto da Companhia, que hoje conta com mais de 16 mil colaboradores.

Entre os aprendizados da jornada desenvolvida, esteve a implementação do processo de mudança para uma cultura orientada por dados de forma sistêmica, com ciclos de trabalho e feedbacks constantes e sinergia entre os diferentes profissionais. Dos desafios ainda por serem enfrentados no percurso, o principal ponto foi a retenção de talentos nos times que atuam com as metodologias ágeis e a gestão e operação dos dados, tendo em vista o contexto industrial do grupo.

“A construção da nossa jornada tem um importante desafio de apoiar a transformação de um contexto de trabalho ainda tradicional, tanto nos nossos ambientes das indústrias, como nos negócios de serviços e áreas administrativas. Acreditamos que os resultados obtidos até aqui materializam a estratégia de dados das empresas por meio da promoção do conhecimento, evolução da maturidade analítica, governança e agilidade. Temos ainda um caminho a trilhar, renovados agora com esse reconhecimento, que nos estimula a seguir apostando nisso”, avalia o diretor de Estratégias Digitais da Randoncorp, Mateus de Abreu.

Alcoa Wheels lança a roda com maior capacidade de carga do mercado para transporte comercial

Com capacidade para 3.750 kg, nova Ultra ONE® continua sendo mais leve que as rodas de aço ou as concorrentes de alumínio, sendo a melhor escolha para operações on e off road

São Paulo, 5 de março de 2024 – A Alcoa® Wheels, líder mundial na fabricação de rodas forjadas de alumínio, acaba de lança mais um produto da família Ultra ONE® de rodas ultraleves. Trata-se do modelo de 8,25” x 22,50” com capacidade de carga de 3.750 kg, a maior capacidade disponível no mercado na categoria de rodas ultraleves para veículos comerciais.

Aprimorando a geração anterior, a nova Ultra ONE® apresenta uma redução significativa de peso, ao mesmo tempo em que ganha resistência. Perfeita para atender às exigências extremas do mercado sul-americano, a nova Ultra ONE® para aplicações severas utiliza a liga patenteada Alcoa® MagnaForce®, proporcionando uma resistência 17% superior às atuais ligas disponíveis no mercado.

Essa tecnologia permite reduzir peso do produto sem comprometer a sua capacidade máxima de carga, tornando-o a escolha ideal para operações mistas de transporte – on road e off road. Sua impressionante capacidade de carga de até 3.750 kg atende às necessidades de operações que demandam maior resistência sem sacrificar a redução de peso em comparação com rodas de aço e outras de alumínio atualmente comercializadas no mercado regional.

As dimensões da nova Ultra ONE® permitem que ela seja utilizada em uma ampla variedade de veículos, incluindo caminhões, ônibus e implementos rodoviários.

“A Alcoa Wheels® está atenta às necessidades do mercado sul-americano de transporte comercial. A nova roda forjada de alumínio Ultra ONE® para aplicações severas representa mais um avanço tecnológico que ajudará nossos clientes a transportar mais carga por viagem sem comprometer a segurança na operação de seus veículos”, afirma Rodrigo Leal, diretor-presidente da Alcoa® Wheels para a América do Sul e África do Sul.

A nova Ultra ONE® equipa veículos no mercado Europeu desde o início de 2023, sendo fornecida a todos os fabricantes de caminhões, ônibus e implementos rodoviários, reforçando o alto nível de confiança dos clientes em relação às tecnologias lançadas pela Alcoa® Wheels.

Para mais informações sobre a Ultra ONE® e outras inovações da Alcoa®, visite o site da empresa ou entre em contato por e-mail.

Sobre a Alcoa® Wheels

A Alcoa® Wheels, uma unidade de negócios da Howmet Inc., atende o mercado de veículos comerciais com produtos usados em uma variedade de aplicações, incluindo rodas de alumínio forjado, produtos premium como rodas Ultra ONE® com liga MagnaForce®, Dura-Black ™, Dura- Bright®, Dura-Flange®, tecnologia LvL ONE® e rodas de caminhões de aplicação leve M-Series®, bem como uma variedade de outros componentes de alumínio para esses mercados. Para mais informações visite Alcoa Rodas e siga @AlcoaRodas no Twitter, Instagram, Facebook e YouTube.

Sobre a Howmet Aerospace

A Howmet Aerospace Inc., com sede em Pittsburgh, Pensilvânia, é fornecedora líder global de soluções avançadas de engenharia para os setores aeroespacial e de transporte. Os principais negócios da empresa concentram-se em componentes de motores a jato, sistemas de fixação aeroespaciais e componentes estruturais de fuselagem necessários para desempenho e eficiência de missão crítica em aplicações aeroespaciais e de defesa, bem como rodas de alumínio forjadas para o transporte comercial. Com aproximadamente 1.150 patentes concedidas e pendentes, as tecnologias diferenciadas da Empresa permitem que aeronaves e caminhões comerciais sejam mais leves e consequentemente mais eficientes em termos de combustível, desse modo reduzindo as emissões de carbono. Para mais informações, clique aqui.

Mais informações:
F2 Conteúdo
Fernanda Angelo – (11) 99619-7749

VLI atinge recorde histórico no Corredor Norte e no Terminal Portuário de São Luís

Além do recorde sobre trilhos, a companhia também computou a maior movimentação histórica na operação do Terminal Portuário de São Luís, com 5,6 milhões de toneladas

Com 14,5 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil) movimentadas ao longo de 2023, a VLI quebrou seu recorde histórico de transporte ferroviário no Corredor Norte. O resultado mais alto até então havia sido registrado em 2022, com 14,1 bilhões de TKU. Além do recorde sobre trilhos, a VLI também computou a maior movimentação histórica na operação do Terminal Portuário de São Luís, com 5,6 milhões de toneladas, contra 5,4 milhões registradas no ano anterior – até então, o melhor resultado.

“Os recordes são resultados do nosso foco no atendimento à demanda de nossos clientes, planejamento e estabilidade operacional, além de investimentos recentes, que nos permitiram ampliar a capacidade de transporte. O resultado é gratificante para todo o nosso time, pois reflete o nosso compromisso de entregar o nível de serviço que nossos clientes desejam”, afirma Alessandro Gama, diretor-executivo de Operações da VLI.

O corredor Norte atende clientes dos segmentos do agronegócio, mineração, celulose e combustíveis. Ele cobre importantes áreas produtoras do Brasil, em especial o Matopiba e os Estados de Mato Grosso, Pará e Goiás. Sua estrutura inclui o tramo norte da Ferrovia Norte-Sul, controlado pela VLI, e a Estrada de Ferro Carajás, por onde a VLI opera por direito de passagem para acessar o sistema portuário de São Luís. Também compõem o corredor três terminais integradores estrategicamente posicionados nas cidades de Palmeirante e Porto Nacional, no Tocantins, e Porto Franco, no Maranhão. Os terminais realizam o transbordo das cargas dos caminhões para as ferrovias, além de oferecer capacidade de armazenagem aos produtores.

Investimentos e novos negócios

Em 2023, a VLI iniciou a operação de transporte de fertilizantes no corredor Norte, em uma parceria com a Companhia Operadora Portuária do Itaqui (Copi). O projeto é resultado de investimentos conjuntos que somaram de mais de R$ 400 milhões e nasce com capacidade para movimentar 1,5 milhão de toneladas por ano.

A inauguração do corredor é o primeiro passo para uma grande transformação regional, possibilitando a criação de um grande polo industrial no Terminal Integrador de Palmeirante e áreas adjacentes, com possibilidade de arrendamento de terreno para players de fertilizantes, tradings de agronegócio e outros setores. A principal vantagem é o ganho em eficiência, pela proximidade com a operação ferroviária e capacidade de armazenagem oferecida. No último ano, Mosaic e Ultracargo anunciaram investimentos para instalação no local.

Também no último ano, a VLI investiu em material rodante para aumentar sua capacidade de transporte de carga no corredor. No segundo semestre, a companhia anunciou o pedido de compra de 168 vagões Hopper HTT e três locomotivas, em um negócio que movimentou um total aproximado de R$ 200 milhões.

Para mais informações, acesse: https://www.vli-logistica.com.br/

VLI
Contato com a imprensa
InPress Porter Novelli
vli@inpresspni.com.br

Sobre a VLI

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Por quatro anos consecutivos entre as três companhias mais inovadoras do setor de Transporte e Logística no ranking do Valor Inovação, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

Acro Cabos expande operação para atender segmento offshore

Nova unidade em Macaé-RJ amplia portfólio da empresa com soluções especializadas e maior expertise na área

A Acro Cabos, empresa especializada em produtos e serviços para amarração, elevação e movimentação de cargas, expande suas atividades e passa a operar uma nova unidade no município de Macaé, no Rio de Janeiro. Com isso, a companhia amplia a qualificação do seu portfólio ao atender o segmento offshore de forma mais estruturada.

Macaé se torna a terceira unidade da empresa e se junta à operação da capital paulista e à de Curitiba, no Paraná. A expansão inclui um novo galpão de 1000 m² como parte da infraestrutura necessária para dar suporte às demandas do setor.

Para Rafael Garcia Simon, sócio-diretor da Acro Cabos, a entrada no segmento offshore posiciona a empresa como uma fornecedora completa: “A operação de Macaé nos trouxe mais expertise para atender a este setor, que é estratégico, mas no qual ainda não tínhamos uma presença forte. Este crescimento ajuda também a impulsionar a qualidade e as especificações de nosso portfólio, que agora se adequa também às exigências deste mercado”, pontua.

Para operar junto a empresas offshore, um setor fortemente regulado por normas técnicas e de segurança, a Acro Cabos investiu em capacitação. Uma delas foi a certificação Type Approval Certificate DNV 2.7.1, obrigatória para que se possa atuar junto ao segmento.

“Nos submetemos aos processos de avaliação de qualidade e excelência na produção de cabos para operações offshore e passamos por uma rigorosa auditoria para conquistar esta certificação”, conclui Simon.

Sobre a Acro Cabos

Especialista em soluções para elevação, amarração e movimentação de cargas, a Acro Cabos atua no mercado há mais de 25 anos. A empresa é reconhecida pela excelência de seus produtos e serviços, que atendem às mais rígidas exigências do mercado com certificações que atestam seu compromisso com a segurança e a qualidade.

Agenda CNI: pesquisa Investimentos na Indústria na sexta-feira (8) às 10h

A pesquisa aponta o cenário de investimento das grandes indústrias para este ano, além de balanço do ano passado e percentual de recursos destinados à inovação, tecnologia, pessoal e eficiência energética

Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga, na sexta-feira (8) às 10h, a pesquisa Investimentos na Indústria. O levantamento identifica as intenções de investimento da indústria brasileira e os principais entraves enfrentados pelas empresas na realização de seus planos de investimento. Essa pesquisa de opinião empresarial é realizada anualmente.

O pacote de divulgação conta com release, vídeo com entrevista do porta-voz e imagens de apoio. Os dados serão publicados na Agência de Notícias da Indústria, na página de Estatísticas e no Twitter da CNI (@CNI_br). Também serão encaminhados, por e-mail, aos jornalistas cadastrados.

Indústria defende retomada do financiamento à exportação de serviços pelo BNDES

CNI considera urgente a aprovação do PL 5.719/2023 pelo Congresso, que alinha o sistema de crédito à exportação de serviços às melhores práticas internacionais e a retomada do apoio público à modalidade

 Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera que o Projeto de Lei no 5.719/2023, em análise no Congresso Nacional, representa um passo importante para a retomada e o fortalecimento do financiamento à exportação de serviços no Brasil. A proposta permite ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) retomar o apoio ao financiamento de obras e serviços no exterior, prática comum dentre os grandes exportadores mundiais.

Segundo a CNI, a recuperação do crescimento econômico do Brasil está diretamente ligada a uma inserção mais efetiva no mercado global, e as exportações – de bens e de serviços – funcionam como catalisadores de inovação, criação de emprego, diversificação econômica e aumento de renda. Esses fatores reforçam a importância das políticas públicas voltadas para o financiamento e garantias de crédito para as exportações.

Apesar da prática mundial reiterada e do potencial da indústria brasileira, o apoio à exportação de serviços no Brasil está paralisado desde 2015, especialmente para serviços de engenharia. “A lei é fundamental para o Brasil ter um marco legal apoiado nas melhores práticas internacionais, que estimule o aumento das exportações de serviços, como a maioria dos países fazem”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial e Economia da CNI, Rafael Lucchesi.

A importância do crédito oficial à exportação de serviços

A retomada do apoio brasileiro às exportações de serviços melhoraria as condições de as empresas brasileiras competirem em um mercado global em plena expansão. Segundo dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), em 2022, o total de serviços exportados mundialmente alcançou US$ 7,1 trilhões. Entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos exportaram cerca de US$ 929 bilhões no mesmo ano (13%, do mercado mundial), seguidos pelo Reino Unido com cerca de US$ 494 bilhões (6,9%).

Em 2022, o Brasil começou a se reposicionar no mercado de exportações de serviços, atingindo um valor de serviços exportados de cerca de US$ 39 bilhões. O total representa uma participação de mercado de 0,6% no mercado mundial, com taxa de crescimento anual de 25,3%. Mesmo assim, o país segue em desvantagem competitiva em comparação com economias desenvolvidas e em desenvolvimento.

Segundo estudo da LCA, a cada dólar exportado de serviços há adição de 30% de renda. Nas exportações de serviços de engenharia 70% são provenientes de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMES).

A retomada do financiamento à exportação de serviços significa, também, apoiar outras indústrias na cadeia. As exportações de serviços de engenharia promovem a criação de canais de distribuição a exportadores de bens, que passam a fornecer de modo constante mesmo após o fim dos projetos. Mais de 4,8 mil empresas brasileiras participaram como subfornecedoras das operações de exportação de serviços apoiadas pelo BNDES, entre 1998 e 2017. Dos US$ 10,5 bilhões financiados, praticamente um terço (32%), US$ 3,4 bilhões, consistiam em bens e US$ 449 milhões em serviços fornecidos por outras empresas brasileiras.

Fortalecimento das práticas internacionais e da transparência

O sistema de crédito oficial brasileiro opera alinhado com as melhores práticas internacionais. Por exemplo, quando comparado as políticas de financiamento público às dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) o sistema brasileiro é até mais conservador não permitindo a cobertura de gastos locais o que gera uma desvantagem para os exportadores brasileiros. Tais políticas são um instrumento relevante, pois países competem entre si para oferecer aos clientes estrangeiros de suas empresas nacionais condições competitivas com as condições ofertadas por outros países.

A proposta do PL fortalece o alinhamento às melhores práticas internacionais de crédito à exportação de serviços e possibilita a retomada do apoio público a essa modalidade, uma vez que incorpora na legislação referências explícitas de que os instrumentos de crédito à exportação estão em conformidade com as definições internacionais de serviços, conforme estabelecido pelo Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços (GATS) da Organização Mundial do Comércio (OMC), que está em vigor. Além disso, consolida o entendimento de que as condições de operação e os valores máximos de crédito devem seguir as práticas internacionais.

Outro destaque do PL é o reforço do compromisso do BNDES com a transparência, com a apresentação anual de informações sobre a carteira de financiamentos ao Congresso. A proposta também reitera a proibição de financiar projetos em países inadimplentes, a menos que haja uma renegociação de dívida formalizada, e alinhamento às expectativas do Congresso.