quarta-feira, abril 8, 2026
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Dardi – UHP Lança Dobradeira CNC na Intermach 2019

Estreando na feira, a empresa apresenta um equipamento com diferenciais de mercado, além de baixo consumo de energia

O principal evento internacional de tecnologia de máquinas, equipamentos, automação e serviços para a indústria metalmecânica da região sul do País, a Intermach 2019 que acontece em Joinville, Santa Catarina, este ano será palco para a DARDI – UHP lançar no Brasil uma máquina Dobradeira CNC (Controle Numérico Computadorizado), cujos diferenciais tecnológicos vão impactar o mercado nacional.

Estreando na Intermach, feira que na última edição há 2 anos movimentou R$ 110 milhões, a DARDI – UHP  apresenta uma Dobradeira CNC com Controle Numérico Computadorizado no idioma Português. O Eng. Marcos Ribeiro, diretor geral da UHP no Brasil, explica que  se trata de uma máquina mais veloz e produtiva se comparada aos demais modelos existentes. “Outra vantagem técnica do equipamento é o baixo consumo de energia, graças à tecnologia com servo motor”, destaca Ribeiro. Além do mais, é dotado ainda de várias medidas e tamanhos para atender todas as potências que o cliente necessitar.

Ressalta-se que UHP oferece suporte técnico para todo território brasileiro.

Dividindo o espaço do estande na Intermach 2019, a DARDI – CORTE COM JATO DE ÁGUA & LASER, empresa do Grupo Dardi International Corporation, está participando com  a máquina de corte a laser, com tecnologia de corte com fibra óptica, a DLCM3015-BF. Trata-se de uma máquina que pode ser aplicável ao corte e ao processamento de materiais, tais como: aço carbono, aço inoxidável e aço galvanizado, alumínio, cobre e latão.

A DARDI também comercializa máquinas de corte com jato de água, lider do segmento em fabricação de máquinas de corte com jato de água, com mais de 100 equipamentos instalados no Brasil, estaremos esperando os visitantes para entender as nossas tecnologias disponíveis.

Acess: www.dardi.com.br

Mesmo com Altos Estoques Internos, Cresce a Importação de Sucata de Ferro e Aço

Apesar dos altos estoques nas mãos das usinas siderúrgicas e nos pátios das empresas que comercializam sucata de ferro e aço, as importações da matéria-prima, usada na fabricação de aço, continuam a crescer. Em julho (últimos dados disponíveis), conforme números divulgados pelo Siscomex, o total de sucata importada superou em 6 mil toneladas a quantidade exportadora, o que indica uma compra maior das usinas no exterior. Em janeiro, a importação também já havia superado a exportação (ver quadros abaixo) em 25 mil toneladas.

A exportação em julho foi de 73,2 mil toneladas, em relação às 79,1 mil importadas. Em janeiro, foram, respectivamente, 15,6 mil e 40,9 mil. Não existe uma explicação clara por que as usinas têm comprado tanta sucata no exterior diante da boa oferta interna e preços mais baixos no Brasil.

Conforme o Instituto Nacional das Empresas de Sucata de Ferro e Aço (Inesfa), que se baseia em levantamento feito pela S&P Global Platts, agência americana especializada em fornecer preços-referência e benchmarks para os mercados decommodities, as usinas  conseguem comprar a sucata no mercado interno em média por R$ 800 a tonelada, enquanto na importação pagam cerca de US$ 322 a mesma quantidade (R$ 1.288, ao câmbio atual), ou seja, quase R$ 500 mais cara. “Nada justifica esse aumento de importação”, afirma Clineu Alvarenga, presidente do Inesfa.

“É inaceitável esse aumento da importação de sucata exatamente quando as empresas tentam se manter vivas, ao lado de toda a cadeia do segmento”, diz. Alvarenga refere-se a um setor que reúne cerca de 5,6 mil empresas em todo o país, a maioria pequenas, e que garante a sobrevivência de mais de 1,5 milhão de pessoas, a maioria catadores (mais de 800 mil), que vivem da coleta de sucata e venda às empresas.

Acesse: www.comexstat.mdic.gov.br

Setor Automotivo não está Preparado para Transformação Digital, Aponta Pesquisa

Índice elaborado pelo CESAR revela que apenas um terço das empresas do segmento têm plano de ação em curso para modernizar modelo de negócios

As novas tecnologias já permitem carros sem motorista e aplicativos que promovem uma direção mais segura. As possibilidades para o setor automotivo são infinitas, mas o progresso ainda esbarra no desconhecimento das empresas, que sequer criaram estratégias para promover a transformação digital. É que revela o recém-lançado ICTd – Índice CESAR de Transformação Digital.

Numa escala de zero a 100, as empresas do setor automotivo marcam 57,34 pontos, ou seja, atendem a 57,34% dos quesitos necessários para a transformação digital. Para chegar a essa média, foram avaliados o nível de maturidade das empresas a partir de oito eixos: Cultura & Pessoas, Consumidores, Concorrentes, Inovação, Processos, Modelo de Negócios, Dados & Ambiente Regulatório e Tecnologias Habilitadoras. Destes, o mais maduro no setor automotivo é o eixo de Modelo de Negócios (61,58), seguido por Consumidores (61,05). Já os eixos que estão mais distantes da transformação digital estão Tecnologias (52,96) e Inovação (54,37).

Transformação Digital é a destruição criativa, em rede, dos modelos de negócios tradicionais provocada pela maturidade das plataformas digitais. “Há incorporações tecnológicas importantes no produto, no entanto estas empresas não mudaram a forma como inovam, como trabalham com seus consumidores, como competem entre si e com outros setores. Tanto é que estão sendo atacadas pelo setor de transporte via apps, como Uber e 99”, destaca o CDO – Chief Design Officer do CESAR, Eduardo Peixoto

O estudo mostra ainda que apenas 37,36% das empresas brasileiras do setor automotivo estão se preparando para lidar com essa nova realidade. A maioria sequer deu os primeiros passos nesse sentido. E ao se analisar as empresas que de fato já têm ações em curso ou planejadas, o que a pesquisa apresenta é que ainda existe uma grande expectativa de que o digital traga melhorias mais operacionais e pouco transformacionais.

A pesquisa do CESAR, centro de inovação, educação e empreendedorismo com sede em Recife e regionais em Manaus, Curitiba e Sorocaba, foi realizada em parceria com a Automotive Business entre os meses de abril e junho de 2019 e abrangeu 138 empresas do setor automotivo de todo o país. “De uma forma geral, quando a gente fala de Transformação Digital, não se pode olhar apenas para um aspecto”, destaca o CDO do CESAR.

Acesse: www.auto.transformacao.cesar.org.br

Randon e Marcopolo Juntas na Mercopar 2019

Empresas querem divulgar o projeto Hélice no evento que ocorre de 1º a 3 de outubro em Caxias do Sul

Caxias do Sul/RS – Uma importante parceria chega para fortalecer ainda mais a 28ª Mercopar, que acontece de 01 a 03 de outubro no Centro de Eventos da Festa da Uva, em Caxias do Sul. As empresas Marcopolo e Randon confirmaram o patrocínio da feira que é realizada com a união estratégica entre o Sebrae RS e a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS).

A Mercopar apresenta novidades e tendências em diversos setores, especialmente no metalmecânico, eletroeletrônico, automação, movimentação e armazenagem de materiais, serviços, borracha, plásticos, energia e meio ambiente, Tecnologia da Informação (TI) e startups. A Randon e a Marcopolo também integram estas ações, quando estarão participando com a divulgação do Projeto Hélice – Movimento pela inovação, que une grandes empresas da região, entidades representativas, universidades, Poder Público e agentes de fomento. A iniciativa surge com o objetivo de se integrar a outras existentes na região, fortalecendo o perfil empreendedor e inovador da Serra Gaúcha.

“Acredito que o futuro da indústria passa pela construção de debates efetivos sobre inovação, tecnologia e novas soluções. Iniciativas como a Mercopar se somam ao DNA empreendedor de Caxias do Sul e região, pois promovem troca de conhecimentos, discussões sobre os desafios do futuro, geração de novos negócios nos mais variados setores da economia e aumento da competitividade do Rio Grande do Sul”, destaca Daniel Randon, presidente das Empresas Randon.

Para o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Vanoni de Godoy, o envolvimento e a participação na Mercopar de duas players mundiais em seus setores, ambas de Caxias do Sul, materializam a retomada da feira. “No momento em que empresas deste porte percebem valor em estar na Mercopar, inclusive  com um projeto de conexão importante como o Hélice, evidencia-se o caráter inovador do evento, e o quanto as empresas que participarão da feira poderão se beneficiar deste clima de otimismo e recuperação da economia, fazendo relacionamentos de qualidade com atuais e potenciais parceiros, e, principalmente, ampliando suas possibilidades de realização de negócios. Além disso, a participação em um ambiente de inovação abre caminhos para as empresas poderem analisar a adequação de seus atuais modelos de negócio, conectando-se com outras empresas, em especial às startups em busca de soluções baratas e inovadoras”, considera Godoy.

Projetos Brasileiros que Usam Galvanização a Fogo São Premiados em São Paulo

Organizado pelo ICZ e patrocinado pela Nexa, Prêmio Brasil Galvanizado reuniu todos os elos da cadeia; vencedores competirão na Itália

Projetos de todo o Brasil comprometidos com sustentabilidade, durabilidade e inovação foram premiados nesta semana na quarta edição do Prêmio Brasil Galvanizado.

Idealizado pelo ICZ (Instituto de Metais Não Ferrosos), o evento ocorreu na última terça-feira (10) em São Paulo e reconheceu o uso exemplar de aço galvanizado por arquitetos, engenheiros, construtoras, empresas de estruturas metálicas entre outros.

Ao todo, 39 obras concluídas de junho de 2017 a agosto deste ano foram inscritas em três categorias: Construção e Arquitetura, Industrial e Novas Aplicações. Há, ainda, a categoria Obra Emblemática, cujo ganhador é escolhido entre todas as obras inscritas. Os vencedores participarão do prêmio Global Galvanizing Awards 2021, que será realizado na Itália.

“É uma grande honra para nós organizar e promover o Prêmio Brasil Galvanizado. A cada ano este evento vem se consolidando fortemente com a participação de todos os elos da cadeia de galvanização reunidos em um só local. O objetivo da premiação é reconhecer os profissionais que utilizam a galvanização por imersão a quente em suas obras, garantindo um futuro sustentável para o nosso país”, afirma Daniele Albagli, presidente do ICZ e gerente-geral de marketing e desenvolvimento de mercado global da Nexa Resources.

“Em 2019, o número de projetos inscritos superou o das edições passadas, o que indica um maior conhecimento das vantagens da utilização desta tecnologia na proteção do aço contra a corrosão. O ICZ e a Nexa acreditam e investem no desenvolvimento deste mercado”, diz Daniele.

Vencedores

O  grande prêmio da noite, de Obra Emblemática, foi entregue ao restaurante Mangai, localizado em Natal (RN) e galvanizado pela Galvanisa. A obra foi escolhida por um jurado internacional, o diretor da EGGA (European General Galvanizers Association), Murray Cook. Também foi finalista o projeto da Vila Terraço, da Brafer Construções Metálicas.

O restaurante Mangai foi também agraciado na categoria Construção e Arquitetura, que na votação final concorreu com o Clube Tamboré Jaguariúna, da Ztec Galvanização, e do Edifício Corporate Eugenio Casillo, da Galvanização Betel.

Na categoria Industrial, o vencedor foi o Galpão de Compostagem CSJ da BBosch, que integrava o grupo de finalistas com a Fazenda Progresso e a Unoeste, ambos da Ztec Galvanização.

Na categoria mais inusitada da noite, de Novas Aplicações, ganhou a galvanização de toboáguas AquaDream, da BBosch. Também estavam na disputa os projetos do Trem do Romeiro (Galvanização Beretta) e do veículo lançador de esterco LEC (BBosch).

Galvanização

A galvanização consiste no processo de imergir aço em um banho de zinco fundido. Com essa nova camada, o metal fica protegido contra a corrosão, ganhando resistência e durabilidade. Além de estender a vida útil do aço ou ferro fundido, a técnica permite economia ao minimizar gastos com manutenção.

O Prêmio Brasil Galvanizado reconhece o uso transformador do aço galvanizado desde 2012, quando ocorreu a primeira edição. O evento também ocorreu em 2014, 2017 e, agora, 2019.

A premiação tem como patrocinadora a Nexa Resources e como apoiadores a IZA (International Zinc Association), ABCEM (Associação Brasileira da Construção Metálica), a ABTS (Associação Brasileira de Tratamentos de Superfície), o Instituto Aço Brasil, o CBCA (Centro Brasileiro da Construção em Aço), a EGGA (European General Galvanizers Association), W. Pilling e K.D.Feddersen.

Acesse: www.icz.org.br

Nova Linha de Bombas Lubrificadas a Óleo é Destaque da Edwards Vaccum

Lançamento apresenta alta capacidade de bombeamento em baixas pressões com um sistema eficaz de retorno de óleo

São Paulo, 15 de agosto de 2019 – Seguindo a sua tendência de 2019, a Edwards Vacuum, desenvolvedora e fabricante líder de produtos de vácuo e soluções de abatimento de gases, anuncia o terceiro lançamento em menos de três meses. Dessa vez, a empresa investiu em bombas lubrificadas a óleo, com sua nova linha nES.

“A série Edwards nES se destaca pelo desempenho consistente de bombeamento com excelente estabilidade a vácuo”, explica Will Robson, gerente de linha de negócios da Edwards Vacuum. “Além disso, a nova linha também apresenta ótimos resultados em situações de bombeamento em baixas pressões e possui excelente capacidade de bombeamento de vapores”.

Com design compacto, a novidade possui motores refrigerados, retenção de óleo otimizada, baixas temperaturas na bomba e manutenção mínima – o que proporciona um melhor aproveitamento de vida útil. “A nES também apresenta sistema de retorno de óleo eficaz e filtro de névoa integrado afim de aumentar a vida útil do óleo”, completa o gerente. “Além disso, baixos níveis de ruído e vibração minimizam seu impacto ambiental”.

No mês passado, a Edwards já havia anunciado o lançamento de sua nova linha de bombas secas, a nXLi, que além de um layout pequeno, possui alta capacidade de bombeamento e isenção de óleo. Em junho, a empresa anunciou o lançamento de sua nova linha de bombas de parafuso seco, a EDS, que possui refrigeração a partir de água ou ar e apresenta grande capacidade de manuseio de contaminantes, mesmo nas mais adversas condições industriais e químicas.

Saint-Gobain Abrasivos tem Novo Diretor de Vendas

Fernando Cezar Santos Fraga é o novo Diretor de Vendas Brasil (Doméstico e Exportação) da Saint-Gobain Abrasivos empresa do grupo Saint-Gobain. O executivo, que é formado em Administração de Empresas, está no grupo há 30 anos, período em que teve oportunidade de atuar durante dez anos fora do Brasil, na Argentina e Peru.

Com larga experiência em desenvolvimento de relações com clientes, tanto em canais de distribuição como em distribuidores industriais, revendedores, atacadistas e indústrias diretas, sempre visando melhores resultados, Fraga está pronto para esta nova etapa da carreira.

“Trabalhar na Saint-Gobain Abrasivos é uma oportunidade contínua de crescimento e aprendizado em função principalmente do dinamismo dos mercados em que a companhia está presente, e da extensa linha de produtos com aplicação nos mais diversificados segmentos no qual estamos organizados: AAM (reparação automotiva), MRO (manutenção, reparo e operação), B&C (construção) e Indústria (indústria direta e distribuição Industrial) ”, avalia o novo diretor de Vendas.

“Este desafio está sendo mais uma oportunidade para contribuir diretamente com o trabalho, tendo como foco clientes e equipe, de maneira a motivar a transformação e crescimento de todos os mercados, produtos e serviços em que a Saint-Gobain Abrasivos atua”, conclui Fraga.

Acesse: www.saint-gobain-abrasives.com

Como Projetar Soldas em Aço

Prof. Luiz Gimenes
Professor da FATECSP
Departamento de Soldagem
Gerente do Site INFOSOLDA


Prof. Edson Urtado
Professor do Curso de Pós-Graduação Engenharia de Soldagem SENAISP – OSASCO

Este artigo é voltado para profissionais que utilizam a soldagem para construção de máquinas e equipamentos, prensas, máquinas agrícolas, equipamentos de movimentação de carga, máquinas para indústria de papel, usinagem, estruturas em aço, cilindros hidráulicos, equipamentos rotativos, bombas, compressores etc.

O desenvolvimento do projeto como qualquer atividade de engenharia deve ser feita sempre através da utilização de Norma ou Código de construção, ou seja, deve ser baseado em sólidos conceitos de engenharia onde o profissional poderá utilizar os cálculos estruturais de uma maneira confiável e permanente.

Um dos ganhos imediato ao adotar um código de construção é a redução de custos, deixando o projeto mais enxuto sem comprometer seu desempenho estrutural.

Vamos dar um exemplo prático de como são utilizadas as Normas ou códigos de construção AISC, AWS e NBR.

Você pode utilizar imediatamente no cotidiano da sua empresa, através de tabelas para consulta rápida e/ou equações simples, o leitor terá ferramentas práticas para resultados imediatos.

Para dominar os cálculos de solda pode-se começar por calcular uma solda em ângulo.

Na construção de equipamentos industriais, navios, edifícios, estruturas metálicas em geral, existe uma grande quantidade de solda em ângulo, ou também conhecidas como solda de filete.

Esse tipo de junta é muito utilizada devido ser mais econômicaa que as soldas de topo, as juntas soldadas em filete são simples de serem prepararas, do ponto de vista da montagem e ajuste.

A resistência de uma solda de filete é baseada, no projeto, e é dado pelo produto da área efetiva da garganta teórica conhecida pela dimensão da garganta de projeto E multiplicado pelo comprimento L. Ilustram como se deve dimensionar o comprimento de solda efetivo.

A resistência de solda em Ângulo (filete) é calculada pelo comprimento das pernas do maior triângulo retângulo que pode ser inscrito dentro da seção transversal da solda de filete, veja as Figura 1 e 2.

Figura 1 Medidas da solda em Angulo (filete) Côncava
Figura 2 – Medidas da solda em Angulo (filete) Convexa

As pernas da solda de filete devem ser o suficiente para suportar a carga aplicada, mas esta medida não deve ser especificada com excesso para se minimizar a distorção e aumentar os custos de soldagem. A AWS D 1.1 o Código de Soldagem Estrutural – Aço especifica o tamanho mínimo de solda de filete para cada espessura de metal base: por ex. na tabela 1 o tamanho da perna de 6 mm é indicado para espessuras acima de 12,7 até 19,0 mm. A AWS D1.1 também especifica a convexidade máxima, porque a convexidade excessiva pode causar concentração de tensão na margem da solda, o que pode resultar em falha prematura da junta.

Conforme a norma AISC 360-16

Para garantir que as soldas tenham as dimensões projetadas é muito importante que o controle de qualidade de soldas de filete, a perna ou garganta, a convexidade ou concavidade sejam inspecionadas usando vários tipos de calibres de solda. A Figura 3 mostra um exemplo desses instrumentos.

Figura .3 Calibres de medição

O códigos também permitem que você faça seus próprios Cálculos da resistência da solda, há duas configurações as juntas de penetração parcial PJP (partial joint penetration) e as juntas de penetração total CJP (complete joint penetration).

Para o cálculo de juntas de topo com penetração parcial o código AWS indica a a profundidade mínima do chanfro que deverá ser unido a tabela 2 indicam as dimensões.

Conforme a norma AISC 360-16

Para o cálculo de juntas CJP sendo as ligações sujeitas a tensões de tração ou compressão normal à área efetiva: resistência da metal base (AISC, ABNT) temos a fórmula:

Rd = 0,9 x A x σy

Onde:

                        l Rd: resistência de cálculo.

                        l Aw : área da solda (A = L x tw)

                        l tw: espessura da chapa ou profundidade de penetração.

                        l L: comprimento da solda.

                        l σy: tensão de escoamento do metal base.

Para as ligações sujeitas a tensões de cisalhamento e tensões atuando em direções perpendiculares ao eixo de solda (AISC, ABNT) temos as fórmulas indicadas para o metal base e metal de adição:

b1) Metal base: Rd = 0,9 x Amb x 0,6 x σy

b2) Metal de solda: Rd = 0,75 x Aw x 0,6 x σw

Onde:

A: área da solda  Aw= L x tw.

σw: tensão de ruptura do metal de solda (eletrodo, arame).

Se você tiver juntas PJP ou Juntas Combinadas (PJP + Filete) e quando as ligações forem sujeitas a tensões de tração, compressão ou cisalhamento, atuando paralelas ou perpendiculares ao eixo de solda (AISC, ABNT):

c1) Metal base: Rd = 0,9 x AMB x 0,6 x σy

c2) Metal de solda: Rd = 0,75 x Aw x 0,6 x σw

Onde:

AMB: área da solda (AMB = L x w) (w: perna da solda).

AW: área da solda (AW = L x tw) (tw garganta da solda = w X 0,707).

Para uma aplicação prática, elegemos uma situação simples de um olhal de içamento com carga axial perpewndicular de 3 ton. de carga, a figura 4 mostra as dimensões do olhal.

Figura 4 – detalhe do olhal

Cálculo da seção resistente do metal base:

A_mb=93-60-26/2=20

=20∙12,7=254mm²

tω=94∙63,35∙0,707=422mm²

tω=2 soldas=422=844mm²

Propomos duas situações de utilização de metais base um aço não qualificado como aço estrutural SAE 1020 e outro aço qualificado com aço estrutural ASTM A 36, veja que para resistir a ação da carga necessita-se de no mínimo 30 KN e o aço não especificado não atende a solicitação, em seguida verifica-se a utilização de um eletrodo  revestido E 7018 e o qual supera em mais de 3x a resistência mínima exigida em um lado se fosse os dois lados com 2 soldas seriam  aproximadamente 180KN.

〖Rd〗_1020=0,9∙254∙0,6∙205=28KN

〖Rd〗_A36=0,9∙254∙0,6∙220=30KN

〖Rω〗_E7018=0,75∙422∙0,6∙485=92KN

Pensando em uma redução de custos optamos por escolher a perna mínima de solda conforme  AISC  tω=5,0mm(esp½”)  e colocamos soldas intermitente com 30 mm que é o comprimento mínimo exigido além de começar e terminar nas extremidades como boa prática de engenharia para não temos inicio prematura de trincas. Dessa forma ainda temos três vezes a exigência mínima de resistência. Conforme solução mostrado na figura abaixo:

Figura 5 detalhe da solda no olhal

Rd=0,75(30∙4∙5∙0,707)0,6∙485=92KN

Referencias

Manual do Soldador, Gimenes&Urtado 196 pgs Infosolda set/2019 Osasco/SP

Apostila de Engenharia e Projetos de Construções Soldadas Gimenes&Urtado 54 pgs Infosolda fev/2019 Osasco/SP

Manual Técnico Manutenção Industrial Tabelas e Informações pg 142 Jul/2011 Paulínia/SP

ABNT NBR 8800 Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios Associação Brasileira de Normas Técnicas Rio de janeiro/RJ 2008

AISC 360 -16 Specification for Structural Steel Buidings American Institute of steel construction – jul/2106 Chicago/USA

AWS D1.1-2015 Structural Welding Code Steel. American Welding Society. Miami/USA

AWS D14.3-2010 Specification for Welding Earthmoving, Construction, Agricultural, Equipment. American welding Society. Miami/USA

Tecnologia com Mercado Garantido

As vendas da Trumpf Brasil cresceram 68% no último ano fiscal e dados preliminares apontam uma alta de 51% na entrada de pedidos

 Por Ricardo Torrico

João Carlos Visetti, diretor-presidente da Trumpf Brasil

A Trumpf Brasil registrou um aumento de vendas em torno de 68% ao fim do ano fiscal 2018/2019, encerrado em 30 de junho. Os dados apontam vendas totais de R$ 177 milhões, contra R$ 105 milhões no período anterior. A entrada de pedidos atingiu R$ 172 milhões, tendo crescido 51% sobre os R$ 114 milhões registrados no ano fiscal  2017/2018. O resultado confirma a liderança da Trumpf como fornecedora de soluções em máquinas e tecnologia laser para o corte, dobra, puncionamento e marcação de chapas metálicas no Brasil.

A divisão de máquinas-ferramenta teve alta de 190%, o melhor resultado dos últimos anos.“Embora a economia não tenha crescido como era esperado no primeiro semestre, os empresários querem investir”, afirma João C. Visetti, diretor-presidente da Trumpf Brasil. “Eles estão preocupados com o custo operacional e com a produtividade, e a Trumpf está hoje melhor preparada do que a concorrência para oferecer isso, seja na linha de máquinas laser de alta performance, seja auxiliando os empresários que querem começar a trabalhar no segmento ou precisam de uma segunda máquina para melhorar sua produção.”

A divisão de Services da Trumpf também teve um crescimento significativo: 45%. “Muitas máquinas que estavam desativadas voltaram a operar. Isso demanda a reposição de peças e consumíveis, gera novos contrados de manutenção etc.”, explica Visetti. Para o diretor-presidente da Trumpf Brasil, o sucesso obtido entre julho de 2018 a junho de 2019 “coroa o trabalho de uma equipe diferenciada de representantes comerciais e vendedores, engenheiros de aplicação e técnicos de serviço, única no Brasil”.

Ano fiscal aquecido

O novo ano fiscal começou movimentado para a Trumpf Brasil, com grandes projetos em estudo. Segundo Visetti, os desafios continuam presentes, mas a expectativa é melhor do que no início do ano. “A aprovação das reformas previdenciária e tributária deve melhorar o ambiente de negócios, estimulando mais empresários e empresas a investir no Brasil”, afirma. Para ele, o acordo Mercosul-União Europeia ainda deve demorar para dar frutos, devido às muitas negociações e ajustes que ainda precisam ser feitos entre os países. O Brasil, porém, não pode esperar. “As indústrias brasileiras dispostas a ser competitivas, como o setor metalmecânico e a indústria de transformação, precisam ter acesso à tecnologia de ponta para entrar na indústria 4.0, competindo em igualdade com o resto do mundo. É onde os nossos produtos e soluções têm larga vantagem, dada a liderança mundial da Trumpf nesse segmento”.

Reformas indispensáveis

“A reforma da Previdência  tem o objetivo de  colocar as contas de médio e longo prazo do governo sob controle, e assim recobrar a confiança dos investidores. É um sinal de que há uma conscientização quanto à necessidade de controlar as despesas, para que possa haver mais dinheiro disponível para investimento. A reforma tributária vem para simplificar o pagamento de impostos e diminuir parte do chamado Custo Brasil”, detalha o diretor-presidente da Trumpf Brasil. “Existem várias comparações possíveis, mas, só para dar um exemplo, enquanto nos Estados Unidos o departamento tributário de uma empresa tem 8 pessoas, aqui, no Brasil, uma empresa de porte semelhante e atuando no mesmo setor, tem 200. Quando a gente fala de produtividade, isto já prejudica bastante.”

Além dessas reformas, Visetti também considera importantes as reformas política e administrativa para completar a modernização do Estado brasileiro, tornando-o mais ágil, transparente e produtivo. “Também nessa questão eu sou otimista, porque existe uma geração de políticos jovens, eleitos pela primeira vez, que estão demonstrando muito dinamismo e objetividade no exercício do cargo. Participei recentemente de um fórum, onde tive a oportunidade de ouvir alguns desses jovens deputados e vereadores, e fiquei bem impressionado. Quem sabe, em breve teremos um projeto de desenvolvimento sustentável de longo prazo para o nosso país, que transcenda partidos e governantes”, completa João Carlos Visetti.

Acesse: www.trumpf.com

 

 

Aço Fornecido com Responsabilidade

Investindo em alta tecnologia e em capacitação profissional, a Amazon Aço tem consolidado sua condição de grande fornecedor do segmento de ferro e aço da Região Norte.

Por Ricardo Torrico

Fundada em março de 2003, em Manaus, a Amazon Aço começou sua trajetória como uma empresa distribuidora de ferro e aço. Em 2008, inaugurou sua primeira unidade industrial, situada na área central do Pólo Industrial de Manaus, com cerca de 21 mil metros quadrados, sendo a única da Região Norte dedicada à produção de tubos de aço, perfis, chapas, telhas onduladas, trapezoidais, slitters e conformados de aços planos em geral.

Em seus 16 anos de existência, a Amazon Aço tem investido em equipamentos com alta tecnologia e na capacitação dos seus colaboradores para processar matérias primas diferenciadas, buscando dessa forma manter um alto grau de excelência nos seus produtos e no atendimento prestado aos seus clientes. “Dada a grande demanda do mercado pelos nossos produtos, no ano de 2013 sentimos a necessidade de mudar nossa unidade industrial para uma estrutura mais ampla e moderna, ocupando uma área construída de 80 mil metros quadrados, no mesmo Pólo Industrial e estrategicamente localizada próximo ao encontro das águas dos rios Negro e Solimões”, explica o diretor presidente da Amazon Aço, Valdenir Magalhães.

Segundo Magalhães, a Amazon Aço atua no mercado pautada por valores éticos de credibilidade, transparência, comprometimento, valorização e responsabilidade social e ambiental, seguindo as diretrizes do Sistema de Gestão Integrada (SGI). Dessa maneira, tem assegurado: 1) a conformidade no atendimento dos requisitos dos clientes, das partes interessadas e dos requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis; 2) o desempenho ambiental e o compromisso com a prevenção da poluição; 3) o atendimento da conformidade legal aplicável ao meio ambiente; 4) a disponibilidade de recursos para atender o conhecimento organizacional de seus processos e 5) a elevada competência de seus colaboradores.

Novos produtos

Disposta a enfrentar a crise com mais trabalho, em 2018, a Amazon Aço expandiu sua linhas de produtos com aços longos, passando a produzir telas painel, telas coluna, treliça e CA-60, devidamente certificados e com qualidade garantida. Para manter seu bom desempenho financeiro, conta com uma equipe comercial interna e representantes espalhados por todo o Brasil, capacitados a atender os mais diversos tipos de clientes, buscando oferecer-lhes um atendimento mais exclusivo e individualizado. “Nossos processos são pensados para contemplar não só as necessidades de nossos clientes, mas para nos tornarmos uma referência no segmento do aço com muito dinamismo, qualidade e inovação”, completa Valdenir Magalhães.

Acesse: www.amazonaco.com.br