quinta-feira, maio 21, 2026
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HARTING projeta €500 milhões nas Américas até 2030 e aponta Brasil como hub estratégico

Empresa familiar alemã celebra 30 anos no Brasil e mira crescimento com foco em energia limpa, data centers e conectividade industrial

A HARTING, referência global em soluções de conectividade industrial, completa 30 anos de atuação no Brasil reforçando a aposta estratégica no país: alcançar um faturamento de €500 milhões nas Américas até 2030. A meta faz parte do plano global Rota 2030, que estabelece o Brasil como responsável por 20% desse montante, consolidando o país como hub estratégico da companhia na América do Sul. Em 2023/24, a empresa registrou receita global de €940 milhões.

Presente em 42 países e com mais de 6 mil colaboradores no mundo, a empresa familiar alemã vê no mercado brasileiro um aliado essencial para sua visão de futuro: a All Electric Society — um mundo baseado na energia renovável, eletrificação e digitalização.

No dia 11 de junho, a companhia realizou um evento para marcar as três décadas de atuação no Brasil, que contou com a participação de clientes, distribuidores, parceiros, colaboradores e jornalistas.

“O Brasil é fundamental para a nossa estratégia de crescimento global. É peça-chave em nossa visão de um futuro totalmente eletrificado, digitalizado e baseado em energia renovável”, afirma Philip Harting, CEO global da companhia.

Importância do Brasil na estratégia global
A operação brasileira da HARTING, inaugurada em 1995, evoluiu de fornecedora para o setor de telecomunicações para atender também indústrias de automação, máquinas, energia renovável e transporte metroferroviário, com participação em projetos como os metrôs de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte. Entre os clientes atendidos estão empresas como WEG, Romi, Siemens, Alstom, Polimold e Schneider.

Com um portfólio voltado para esses setores, a HARTING planeja expandir suas operações no Brasil com foco em inovação e sustentabilidade. A companhia, que registrou faturamento global de €940 milhões em 2023/24, já reduziu 58% de suas emissões de CO₂ desde 2021 e tem como meta alcançar a neutralidade climática até 2030.

“A matriz energética renovável do Brasil, sua base industrial sólida e a proximidade com grandes players fazem do mercado brasileiro um dos mais promissores para os próximos anos”, afirma Philip Harting.
Além da produção local de soluções personalizadas para energia limpa, a empresa também está de olho na crescente demanda por infraestrutura inteligente e pretende aplicar sua expertise global no setor de data centers no Brasil.

“Estamos na vanguarda da digitalização industrial e, no Brasil, entregamos soluções para diversas cadeias produtivas, sempre com foco em inovação e sustentabilidade”, reforça Philip Harting.

Sobre a HARTING – Com mais de 6.000 colaboradores e presença em 42 países, a HARTING é referência internacional em soluções de conectividade para os setores de automação, transporte, energia e eletromobilidade. Guiada pelo conceito de All Electric Society, a companhia alia inovação tecnológica ao compromisso ambiental para impulsionar a indústria do futuro.
Fundada em 1945 na Alemanha, a HARTING completará 80 anos em 2025. A operação brasileira, iniciada em 1995, expandiu sua presença para os segmentos de telecomunicações, automação, transporte ferroviário e energia renovável. Atualmente, a HARTING Brasil atende empresas globais como Siemens, ABB, Alstom e Schneider Electric, além de líderes nacionais como WEG, Romi e Polimold.

Brasmin 2025 – Presença global: PCP Steel reforça marca e amplia mercados em eventos internacionais e nacionais

Nos últimos meses o Grupo já esteve presente em eventos estratégicos na França, Canadá, Argentina e Brasil

O Grupo PCP Steel tem intensificado sua presença em eventos de negócios nacionais e internacionais como parte de sua estratégia de expansão de mercado e fortalecimento de marca. Recente retorno da França, onde participaram do FOREXPO – Salon de la filière forêt-bois, entre os dias 19 e 21 de junho. No evento a marca Raptor participou dando destaque para o fueiro de hastes removíveis. O objetivo foi ampliar a presença da marca no mercado europeu, levando soluções florestais de alta performance para novos públicos. 

Antes disso, ao longo do mês de maio, a empresa participou de importantes feiras e encontros do setor, consolidando sua atuação em segmentos como mineração, transporte, automotivo e florestal. Nos dias 9 e 10 de maio, a marca Raptor, pertencente ao grupo, marcou presença na Atlantic Truck Show, no Canadá. A participação buscou fortalecer o reconhecimento da marca e gerar novos negócios, apresentando os produtos que já são referência em outras regiões. A iniciativa também reforça o caráter internacional do grupo, que aposta em soluções de alta performance com foco em aplicações severas.

Na sequência, entre os dias 14 e 15 de maio, o Grupo PCP Steel esteve presente no 13º Colloquium SAE Brasil, realizado em Farroupilha (RS). Reconhecido como o principal encontro técnico da engenharia automotiva no país, o evento foi uma oportunidade de aprofundar o diálogo com especialistas do setor, compartilhar visões sobre inovação e reiterar o compromisso da empresa com a engenharia nacional. A parceria de longa data com a SAE Brasil reafirma o posicionamento do grupo em setores que exigem precisão, segurança e sustentabilidade.

Fechando o mês de maio, entre os dias 20 e 22, a PCP Steel participou da Arminera 2025, maior feira do setor de mineração da América Latina, realizada em Buenos Aires, na Argentina. No evento, que reuniu os principais players internacionais do setor, a empresa apresentou suas soluções em aços especiais voltados a aplicações severas, como RAVUR450, RAVUR500 e SINCRON-WHS800T, com espessuras de até 76,2 mm. A participação na Arminera reforçou o compromisso da PCP com a inovação e com a ampliação de sua presença no mercado de mineração, consolidando parcerias e gerando oportunidades de negócios em novos territórios.

A participação estratégica nesses eventos está alinhada à campanha institucional da empresa para 2025: “Transformando aço, construindo o futuro”. Cada chapa, projeto e inovação em aço representam um passo em direção a um futuro mais forte e sustentável. Para a PCP Steel, produzir aço é também transformar realidades com qualidade, tecnologia e visão global.

Segundo Eduardo Cervelin, gerente geral da PCP Steel, a presença ativa em eventos como esses fortalece a marca e amplia horizontes comerciais, mantendo a empresa conectada às demandas mais atuais da indústria. “Estamos construindo parcerias sólidas, abrindo caminhos em novos mercados e reafirmando nosso compromisso com a excelência técnica e a sustentabilidade. Nossa expectativa é continuar avançando com inovação e propósito, levando a força do aço brasileiro para cada vez mais lugares”, afirma.

E o mais recente evento foi na semana de 24 até 26 de junho, a PCP Steel participou da Brasmin, em Goiânia (GO), onde apresentou ao mercado de mineração seus aços de alta resistência, como a linha RAVUR (classes 400, 450 e 500 Brinell de dureza) e o SINCRON WHS 800T, desenvolvido com tecnologia CLC – Continuous on-line. A presença na feira busca fortalecer as relações da empresa com o setor mineral, ampliando sua atuação em um segmento estratégico para o futuro da indústria.

Brasmin 2025 consolida protagonismo de Goiás e reforça diretrizes nacionais para o fomento à mineração responsável

A Brasmin – III Feira da Indústria da Mineração reafirmou seu papel como catalisadora de iniciativas estratégicas voltadas ao desenvolvimento sustentável do setor mineral no Brasil. Realizada no Centro de Convenções da PUC – Campus II, em Goiânia, a feira reuniu empresários, pesquisadores, gestores públicos e investidores do país, consolidando-se como um espaço de articulação, negócios e diretrizes para o presente e o futuro da mineração nacional.

Um dos pontos altos desta edição foi o segundo encontro interestadual de lideranças da mineração, conduzido por Livia Parreira, gerente de projetos estratégicos da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços do Estado de Goiás e coordenadora geral do Plano Estadual de Recursos Minerais. O encontro reuniu representantes dos estados da Bahia, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, marcando a continuidade de um diálogo iniciado em 2023, durante a II edição da feira. Desde então, os participantes mantêm articulação constante por meio de um grupo dedicado no WhatsApp.

“O estado de Goiás está em uma fase avançada de planejamento mineral, apoiado por um governo forte e por uma ampla articulação entre atores públicos e privados. Isso é determinante para a consolidação de um ecossistema de atração de investimentos e de crescimento sustentável da mineração”, destacou Livia Parreira, antecipando os fundamentos que motivam a criação de Fórum de Secretários estaduais com foco no setor.

Os presentes reforçaram a importância da mineração não apenas por sua participação de 4% no PIB nacional, mas sobretudo por seu papel estruturante na cadeia produtiva, gerando impactos diretos e indiretos em múltiplos setores da economia. Tornar a atividade reconhecida como estratégica para o desenvolvimento sustentável do Brasil foi o eixo comum das discussões.

A programação da Brasmin também incluiu a palestra de Luís Maurício Ferraiuoli de Azevedo, presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM), sobre Modalidades de Financiamento para PMEs e empresas “junior” de Mineração. Azevedo apresentou um panorama abrangente das linhas de crédito disponíveis, com destaque para o papel de bancos de desenvolvimento, cooperativas de crédito, fundos privados e modelos como farm-in/farm-out, além de exemplos internacionais inspiradores, como Canadá e Austrália.

Complementando os debates, o gerente comercial da expositora Embracon em Goiás, Mário Borges, ressaltou o interesse crescente do setor por modalidades alternativas de financiamento: “Apresentamos soluções via consórcio para aquisição de máquinas e equipamentos, com prazos flexíveis e taxas mais competitivas frente aos financiamentos tradicionais. A receptividade foi excelente e mostrou como o consórcio pode se tornar um aliado estratégico para o crescimento da indústria.”

Com forte adesão e conteúdo técnico de alto nível, a Brasmin 2025 se encerra com o compromisso de seguir promovendo a integração entre os diversos elos do setor mineral e impulsionar, com responsabilidade e inovação, um setor vital para o futuro do Brasil.

www.brasmin.com.br

Mineração é desenvolvimento. Com estratégia, inovação e diálogo, é futuro.

XCMG Brasil apresentou inovações para o mercado de mineração na Brasmin 2025

Entre os destaques estavam a carregadeira LW700KV, a escavadeira XE380DK, a mini escavadeira XE27U e o caminhão pipa rodoviário E7-29R 100% elétrico

A XCMG Brasil, líder no setor de máquinas pesadas na China e uma das principais do segmento no mundo, apresentou inovadores equipamentos na Brasmin 2025, importante feira para a indústria de mineração no País, que aconteceu de 24 a 26 de junho, no Centro de Convenções PUC – Pontifícia Universidade Católica de Goiás, em Goiânia/GO.

Entre os destaques apresentados pela empresa, estavam:

A carregadeira LW700KV possui grande porte e é projetada para desempenho robusto e eficiente em operações pesadas em mineração. Com peso operacional de 24.000 kg, motor com potência de 303 hp a 2.100 rpm, a carregadeira tem capacidade de caçamba de 4,2 m³, sendo ideal para movimentação de grandes volumes de material. A tração 4×4 confere excelente controle e manobrabilidade para os mais diversos tipos de terrenos.

A escavadeira XE380DK é uma máquina robusta e confiável, de 38,2 toneladas de peso operacional, motor de 287 hp de potência e caçamba com capacidade de 2.1 m³. Além de mineração, essa escavadeira é projetada para atuar em diversas operações, como obras de construção civil e projetos de energia, portuários e marítimos, entre outros.

A mini escavadeira XE27U apresenta peso operacional de 2.780 kg, motor com potência de 20,6 hp e caçamba com capacidade de 0,06 m³. Por conter um design compacto com raio de giro menor, libera a parte traseira de impactos ao operar em espaços estreitos. O dispositivo de trabalho pode ser direcionado para a esquerda e direita em 75 e 55 graus, respectivamente, fazendo operações de giro compostas com estrutura superior, permitindo que a máquina escave o solo paralelamente à parede.

Novidade: Caminhão pipa 100% elétrico rodoviário

A grande novidade da XCMG na Brasmin 2025 foi o caminhão pipa 100% elétrico, primeiro a ser lançado no mercado nacional para atender os mais altos padrões técnicos com eficiência e segurança da operação. A empresa levou o caminhão pipa rodoviário E7-29R com capacidade volumétrica de 25.000, destinado ao transporte de água, controle de poeira, compactação, umectação de solo e controle de incêndio, atendendo, além do setor de mineração, os segmentos agro, sucroalcooleiro, construção civil, florestal e saneamento.

Os principais diferenciais técnicos do caminhão pipa 100% elétricos são bomba centrífuga com vazão de 1.000 litros por minuto; caminhão com alcance de até 50 metros controlados por joystick; sistema de controle eletrônico desenvolvido para realizar o acionamento eletropneumático dos espargidores; quebra-ondas transversais e longitudinais para maior estabilidade; espargidor traseiro e laterais para umectação de solo e controle de poeira e chamas.

Sobre a XCMG: Presente no Brasil desde 2014, a XCMG Brasil é uma das cinco maiores fabricantes de máquinas pesadas do mercado nacional. A empresa produz equipamentos voltados para construção civil, mineração e agronegócios em sua unidade brasileira, oferecendo linhas completas e competitivas, incluindo guindastes, máquinas de terraplenagem, equipamentos para pavimentação, perfuratrizes e soluções para elevação e concretagem.

Com uma fábrica estrategicamente localizada em Pouso Alegre, Minas Gerais, a XCMG estreitou laços com o mercado nacional, caracterizado pela alta demanda por qualidade, tecnologia e inovação. Por meio de uma ampla rede de distribuidores, a empresa atende a clientes em todo o território brasileiro.

Para mais informações sobre a empresa e produtos acesse: www.xcmg-america.com

Brasmin 2025 – Goiás na vanguarda da mineração sustentável

Feira BRASMIN 2025 destaca protagonismo nacional em tecnologia, economia verde e oportunidades para o Brasil

A cidade de Goiânia será palco, entre os dias 24 e 26 de junho, de um dos eventos mais estratégicos para o futuro do Brasil: a Feira BRASMIN 2025. Mais do que uma exposição, trata-se de um verdadeiro fórum de soluções, onde serão debatidas inovações tecnológicas, sustentabilidade, segurança operacional, licenciamento ambiental e o papel da mineração como motor do desenvolvimento regional e nacional.

Por que esta pauta merece destaque em Goiás?

Goiás ocupa hoje posição de destaque no cenário mineral brasileiro, sendo o 1º estado do Brasil a produzir terras raras, essenciais para a tecnologia de ponta e transição energética global. Além disso, lidera projetos em ouro, níquel, cobre, fosfato e bauxita, fundamentais para a indústria, o agronegócio e a balança comercial.

Temas de alto interesse público:

  • Segurança nas operações e impactos das mudanças climáticas na mineração.
  • Licenciamento ambiental: entraves e soluções legislativas.
  • Investimentos em tecnologia de baixo impacto ambiental.
  • O papel dos pequenos mineradores e a reestruturação de empresas públicas.
  • Planos de desenvolvimento mineral e novas oportunidades de emprego.
  • Educação, pesquisa e integração com universidades.
  • Aplicações práticas de ESG no setor mineral.

Fontes de conteúdo:

A Feira reunirá empresas líderes (https://brasmin.com.br/expositores/), além de autoridades locais e federais. A pluralidade de visões propicia reportagens aprofundadas para veículos de economia, política, meio ambiente e comportamento.

Por que cobrir a BRASMIN 2025?

Trata-se de uma oportunidade única de mostrar como a mineração pode — e deve — estar a serviço da sociedade, da ciência e do planeta. Goiás tem protagonismo e voz nessa agenda. E a BRASMIN é o palco ideal para essa conversa nacional começar.

Contato para imprensa e credenciamento:
Luiz Henrique Miranda
lhmiranda@agenciaamigo.com.br
WhatsApp: 11 99658-8766
Faça contato via WhatsApp para antecipar seu crachá e ter livre acesso à feira

Endereço do evento: Centro de Convenções PUC

Pontifícia Universidade Católica de Goiás – Câmpus II
Av. Engler, 507 – Jardim Mariliza
Goiânia/GO

Nova feira para o setor de cabos e aços estreia no Brasil em 2026

Feira Internacional da Cadeia Produtiva de Arames, Fios, Cabos, Vergalhões + Aços, Tubos, Perfis, Chapas, Máquinas, Equipamentos, Tecnologias e Serviços une os dois setores estratégicos em um único ambiente para fortalecer negócios e apresentar inovações

A Emme Brasil anunciou, no dia 17 de junho, a realização da Latam Wire + Steel, o mais novo evento dedicado à cadeia produtiva de arames, fios, cabos, vergalhões + aços, tubos, perfis, chapas, máquinas, equipamentos, tecnologias e serviços. Com o conceito de unir dois setores estratégicos em um só ambiente, a feira surge como um ponto de encontro essencial para negócios, inovação e networking. A primeira edição acontecerá de 10 a 12 de agosto de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, e a planta com espaços disponíveis para expositores já está liberada.

“Quando falamos em América Latina, precisamos considerar a nossa proximidade. O Brasil é um verdadeiro hub, tanto para os setores da América do Sul quanto para muitos outros da América Latina como um todo. O que percebemos é que os eventos que existem hoje no mercado ou não conseguem atrair o público certo, ou são feiras muito grandes, que acabam abrangendo setores demais. O resultado é um investimento alto, que muitas vezes não traz exatamente o visitante que vocês procuram”, disse a CEO da Emme Brasil, Malu Sevieri, durante o lançamento que aconteceu na cidade de São Paulo.

Segundo o diretor da Latam Wire+Steel, Marcelo Lopes, o mercado atualmente conta com muitas feiras voltadas para nichos específicos, o que dificulta a atração de novos públicos. Na avaliação dele, para que um evento seja sustentável, é fundamental ter uma base diversificada de indústrias e visitantes. Feiras segmentadas tendem a reunir sempre as mesmas pessoas, o que, do ponto de vista de investimento, não é vantajoso. Ele reforça que o grande objetivo de participar de uma feira é gerar novos leads e estabelecer novos relacionamentos, já que, em um negócio dinâmico como os que envolvem a indústria metal-mecânica, é preciso faturar diariamente, e isso só é possível com a conquista de novos clientes.

“Nosso objetivo com a Latam Wire + Steel é falar com toda a América Latina, até porque o Brasil é um grande centro, um verdadeiro hub para esse mercado. Sabemos que há um enorme potencial, não só aqui, mas também na Argentina, Colômbia, Bolívia, Equador e Chile. Precisamos nos posicionar e atrair esses profissionais e essas indústrias para fazer negócios”, afirmou Lopes.

Segundo a Mordor Intelligence, o mercado de fios e cabos na América Latina, estimado em USD 8,86 bilhões em 2024, deve alcançar USD 11,60 bilhões até 2029, com um crescimento médio anual (CAGR) de 5,5%. A expansão reflete o avanço da infraestrutura elétrica e de telecomunicações, a adoção de tecnologias de redes inteligentes, o aumento na geração de energia renovável e a demanda crescente por cabos resistentes ao fogo, cada vez mais exigidos em grandes empreendimentos industriais e comerciais.

Paralelamente, o setor da construção civil também tem ganhado protagonismo, o que reforça a expectativa de crescimento no consumo de aços longos nos próximos anos. Em 2024, o setor registrou alta de 4,3% e um PIB de R$ 359,523 bilhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A tendência é de continuidade no ritmo de crescimento e ampliação da demanda por insumos estruturais, essenciais para sustentar esse novo ciclo de desenvolvimento.

Esse cenário positivo também se refletiu na cadeia produtiva da construção, com destaque para a produção de insumos típicos do setor, que avançou 5,5% em 2024, uma reversão importante frente à queda de 2,8% registrada no ano anterior. O aumento acompanha a demanda impulsionada pela retomada de projetos habitacionais e de infraestrutura.

Já o setor de aço no Brasil, especialmente, também se destaca por sua relevância estratégica, com uma capacidade instalada de 51,5 milhões de toneladas anuais e uma produção de 33,7 milhões de toneladas em 2024, posicionando o país como o 9º maior produtor global. Com um consumo aparente de 24 milhões de toneladas, o segmento emprega mais de 121 mil pessoas e mantém um saldo comercial positivo de US$ 3,9 bilhões.

De acordo com o diretor da Latam Wire+Steel, a feira de negócios é a melhor oportunidade de visibilidade, por reunir um grande número de pessoas dispostas a fazer novos contatos. No dia a dia, as empresas enfrentam dificuldades comuns, como agendas cheias e a demora de meses para uma simples troca de cartões. Em um evento bem organizado, três dias equivalem a até dois anos de prospecção comercial.

A Latam Wire+Steel proporcionará um palco para a exposição das principais marcas e fornecedores do setor, além de promover painéis e conferências com especialistas. É a oportunidade perfeita para as empresas ampliarem sua presença de mercado, consolidarem suas marcas e se conectarem com um público altamente qualificado, composto por especificadores, decisores e compradores de toda a cadeia produtiva. Além disso, também será um espaço estratégico para a geração de leads qualificados, novidades do mercado, fortalecimento de parcerias comerciais e acesso às mais recentes tendências e percepções estratégicas do setor.

“Estamos criando um ambiente dinâmico, onde a inovação encontra as oportunidades de negócios. É um cenário que permite às empresas se posicionarem como protagonistas do mercado de arames, fios, cabos, vergalhões, aços, tubos, perfis, chapas e toda a cadeia produtiva”, complementa Malu.

Confira os benefícios de expor na Latam Wire + Steel:

  • Acesso direto a compradores e decisores estratégicos
  • Consolidação da marca em um evento de relevância internacional
  • Geração de leads qualificados e novas parcerias
  • Lançamento de produtos e inovações tecnológicas
  • Atualização sobre as principais tendências do mercado

 

A Latam Wire + Steel é organizada pela Emme Brasil. Para mais informações sobre a feira, acesse: www.wiresteel.com.br e www.emmebrasil.com.br.

 

Para expor, fale com Marcelo Lopes

E-mail: marcelo@emmebrasil.com.br

Telefone: +55 (11) 2365-4313 (Escritório)

Celular: +55 (11) 97417-5433 (também WhatsApp)

 

SOBRE A LATAM WIRE + STEEL – A Latam Wire + Steel é o ponto de encontro de toda a cadeia produtiva de arames, fios, cabos, vergalhões + aços, tubos, perfis, chapas, incluindo máquinas, equipamentos, tecnologias e serviços. Além de reunir os dois setores em um só evento, a feira proporcionará um ambiente estratégico para negócios, apresentação de inovações tecnológicas e networking. Os visitantes terão acesso às principais tendências e soluções sustentáveis, fortalecendo a conexão entre os diferentes elos. O evento acontecerá de 10 a 12 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

SOBRE A EMME BRASIL – A Emme Brasil é referência internacional em feiras profissionais, reconhecida por sua capacidade de promover conexões estratégicas e fomentar negócios em um mercado em constante transformação. Representante, há mais de dez anos, da Messe Düsseldorf, maior organizadora de feiras profissionais do mundo, é intermediária do portfólio do grupo alemão, conectando empresas brasileiras ao mercado internacional.

Atua promovendo a participação de expositores brasileiros em feiras como a Wire (maior feira da indústria de fios e cabos e suas tecnologias do mundo), Tube (maior feira da indústria de tubos e suas tecnologias do mundo), GIFA (maior evento de fundição, metalurgia e tecnologias térmicas do mundo) e Valve World Expo (principal feira profissional de válvulas e controle de fluxo do mundo). Além disso, também abrange setores como embalagem, plástico, médico-hospitalar e outras indústrias estratégicas.

Especializada na organização e produção de eventos, conta com uma equipe experiente e apaixonada pelo que faz. A empresa se destaca pela inovação, atenção aos detalhes e compromisso com a excelência.

Belgo Arames lança arame com revestimento Bezinal® para gancho esticador fio FE em redes de telefonia e energia

Belgo Arames lança arame com revestimento Bezinal® para gancho esticador fio FE em redes de telefonia e energia

Os cabos de telefone, de internet ou energia ancorados nos postes da rua são sustentados por um componente metálico essencial chamado gancho FE. É uma peça simples, mas muito importante porque mantém o cabo de comunicação fixado à estrutura do poste. Para melhorar esse item indispensável nos setores das telecomunicações e energia, a Belgo Arames lançou um novo produto: o arame Bezinal® para gancho esticador fio FEutilizando um revestimento inovador que pode prolongar a vida útil do componente em até três vezes mais, comparado com as soluções existentes no mercado. Esse avanço é um importante marco para setor de telecomunicações no Brasil pois reduz tempo de fabricação do produto final e custos de manutenção.

O uso do Arame Bezinal® para gancho esticador fio FE oferece também vantagens sustentáveis, pois reduz o número de substituições por conta de corrosão. Além disso, melhora a disponibilidade e qualidade do serviço de telefonia para o assinante, evitando interrupções do serviço. “O arame é utilizado na estrutura do gancho que segura os cabos de telefonia ou de energia e uma falha pode comprometer toda a instalação. Em caso do gancho enferrujar e romper, o cabo pode cair ou arrebentar, gerando riscos à segurança e custos com manutenção emergencial. O uso de materiais com maior resistência, como o Bezinal®, reduz esse risco”, afirma o diretor de produtos especiais, Edson Takagi da Belgo Arame.

“Estamos preparados com tecnologia para levar às empresas essa solução pioneira. É um excelente custo-benefício para o cliente, uma vez que, recebendo um produto já com o revestimento que oferece uma proteção exclusiva e aumenta a vida útil de materiais em situações extremas, não precisará investir em nenhum processo de galvanização”, garante Sidnei Martins, gerente de negócios da Belgo Arames. O arame Bezinal® para gancho esticador fio FE atende as especificações da Norma Brasileira Regulamentadora (NBR) 16051 e 16052.

Maior resistência às mudanças climáticas e eficiência na instalação

Um estudo comparativo sobre o uso do revestimento Bezinal® em produto metálico resiste mais à corrosão do que uma camada galvanizada com zinco comum, durante a exposição na câmara de névoa salina, que simula a exposição do material em ambiente marinho. Os pesquisadores também testaram a resistência dos materiais à tração (força física) antes e depois da exposição ao ambiente marinho e o resultado foi o mesmo: o revestimento Bezinal® é superior ao produto galvanizado apenas com zinco. “Em locais como o litoral nordestino, onde a corrosão de estruturas metálicas é um problema crítico, o uso do Bezinal® pode prolongar a vida útil dos ganchos FE. O mesmo vale para todo o tipo de exposição, como poeira, sol, chuva, e outras alterações climáticas”, diz Martins.

Sobre a Belgo Arames – Líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. A empresa atua nos segmentos de Energia, Telecomunicações, Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera, oferecendo um portfólio de produtos e serviços que atendem com tecnologia de ponta, confiabilidade e qualidade aos mais diversos perfis de clientes.

Alunorte reduz emissões de CO2 em 700 mil toneladas

Maior refinaria de alumina em planta única do mundo, que completa 30 anos de operação em 2025, estima diminuir emissões em 35% este ano

Em primeiro plano válvulas de segurança, ao fundo sistema de filtração, na Estação do Gás Natural da Alunorte

Cerca de 700 mil toneladas de carbono deixaram de ser emitidas por ano na Alunorte, maior refinaria de alumina em planta única do mundo, após um ano do início da implementação do gás natural na operação de 13 equipamentos. O gás natural substituiu completamente o óleo combustível utilizado na planta. Com isso, a refinaria começou 2025, ano do seu 30º aniversário de operação, liderando a indústria do alumínio na jornada pela descarbonização.

A Alunorte investiu 1,3 bilhão de reais em infraestruturas, sistemas de segurança e operação para a introdução do gás na refinaria no município de Barcarena, onde a planta está localizada. Com essa e outras iniciativas, a Alunorte estima uma redução de 35% nas emissões de CO2 da refinaria em 2025, o que equivale a cerca de 1,4 milhão de toneladas de emissões de carbono em relação à referência de emissões de 2017.

Carlos Neves, vice-presidente sênior e COO da Hydro Bauxita & Alumina, destaca o compromisso da empresa: “A Hydro se comprometeu em reduzir suas emissões e tem se tornado uma referência global. A descarbonização é uma prioridade e já é realidade na Hydro. Para descarbonizar uma indústria como a Alunorte, é necessário investimento financeiro e tecnológico, mas, acima de tudo, exige compromisso pela liderança na transformação das operações na busca do carbono zero”.

A meta global da Hydro é diminuir suas emissões de carbono em 30% até 2030 e alcançar emissões líquidas zero (net-zero) na produção de alumínio até 2050 ou antes. A substituição do óleo combustível por gás natural representa um avanço relevante nesta jornada da descarbonização da empresa. O uso do gás natural emite até 50% menos gases de efeito estufa e poluentes atmosféricos quando comparado a fontes como o petróleo e o carvão, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar e a mitigação das mudanças climáticas. Este projeto é um exemplo concreto de como a inovação e a tecnologia podem impulsionar a sustentabilidade na indústria.

A implementação do projeto envolveu cerca de 330 empregados, especialistas e parceiros, garantindo a eficiência e a segurança da implantação e conversão para o gás natural. Atualmente, já em plena operação, a Alunorte, que conta com um efetivo de mais de 7 mil empregados próprios e contratados, continua a monitorar e aprimorar o sistema, mantendo a operação segura e sempre em busca de reduzir ainda mais as emissões.

“Assim como fomos os pioneiros no uso do gás natural em refinaria de alumina no Norte e Nordeste do país, também lideramos o uso da tecnologia do filtro prensa, levando para outro patamar o tratamento do resíduo de bauxita possibilitando a disposição por compactação de resíduo seco. A Alunorte é uma operação madura que chega aos seus 30 anos de história gerando emprego e renda em toda a região sempre buscando a vanguarda de novas tecnologias. Vamos continuar a transformação da indústria do alumínio liderando a jornada pelo carbono zero e como bons vizinhos”, reforça Carlos Neves.

Redução das emissões de carbono

A Alunorte já é uma das refinarias mais eficientes no consumo de energia do mundo, figurando entre as 25% mais eficientes em baixa emissão de carbono. Além do gás natural, a refinaria introduziu três caldeiras elétricas que substituíram o carvão e são responsáveis por uma redução nas emissões de até 550 mil toneladas de CO2 anualmente.

Para a operação desses equipamentos, a refinaria investe em parques de geração de energia renovável: o complexo de energia solar de Mendubim, no Rio Grande do Norte, e energia eólica do complexo Ventos de São Zacarias, na divisa de Pernambuco e Piauí — ambos são projetos da Hydro REIN, braço de energias renováveis da empresa, e de parceiros estratégicos. Somadas, essas duas unidades têm a capacidade de produzir cerca de 1000 MW de energia, potencial que será consumido em mais de 50% pela Alunorte.

Sobre a Hydro: É uma empresa líder em alumínio e energia renovável, comprometida com um futuro sustentável. Com o objetivo de criar sociedades mais viáveis, desenvolve indústrias que importam para as pessoas e para a sociedade. Desde 1905, a Hydro transforma recursos naturais em soluções e negócios relevantes de forma inovadora, criando um local de trabalho seguro para 33.000 empregados em mais de 140 unidades e 40 países. No Brasil, a Hydro está presente em toda a cadeia de valor do alumínio, com quase 7 mil empregados. Atuando desde a extração de bauxita, geração de energia renovável, refino de alumina, produção de alumínio e extrusão, oferece conhecimentos e competências únicas para indústrias da construção, automotiva e de embalagens, entre outras.

A descarbonização da siderurgia é uma realidade viável?

Baixa emissão de carbono na siderurgia: utopia ou realidade próxima?

Por Sandro Raposo, Diretor de Sustentabilidade e Novos Negócios da Aço Verde do Brasil

A siderurgia, historicamente, é uma das indústrias mais intensivas em emissões de carbono, responsável por cerca de 7% das emissões globais de CO₂, de acordo com a Worldsteel Association. Com o avanço do Acordo de Paris e a crescente pressão por metas de neutralidade até meados deste século, surge uma questão: descarbonizar a siderurgia é uma utopia ou uma realidade próxima? A resposta, embora complexa, indica um cenário cada vez mais factível, especialmente diante da evolução tecnológica e do potencial brasileiro nesse contexto.

Grandes grupos siderúrgicos internacionais já definiram compromissos de redução de emissões, estabelecendo metas para 2030 e mirando a neutralidade líquida até 2050. No entanto, o percurso para alcançar esses objetivos requer uma profunda transformação, que envolve o desenvolvimento e a adoção de tecnologias disruptivas, mudanças estruturais nos processos produtivos e investimentos significativos. O hidrogênio verde é frequentemente apontado como uma solução definitiva, sobretudo como agente redutor nos altos-fornos, substituindo o carvão mineral. Mas, seu uso em larga escala ainda enfrenta obstáculos importantes relacionados à competitividade econômica, infraestrutura e disponibilidade em diferentes mercados, especialmente fora dos centros industriais mais desenvolvidos.

Diante dessa realidade, soluções alternativas, tecnologicamente maduras e economicamente viáveis, tornam-se protagonistas. O Brasil, por sua vez, possui um diferencial competitivo, que é a possibilidade concreta de substituir o carvão mineral pelo carvão vegetal renovável, oriundo de florestas plantadas e manejadas de forma sustentável. Essa abordagem, se conduzida sob rigorosos padrões ambientais e associada a certificações de origem, transforma um processo historicamente emissor em uma operação de baixíssima pegada de carbono. Além de mitigar as emissões, essa rota produtiva fortalece a bioeconomia nacional, gera empregos em áreas florestais e promove o desenvolvimento sustentável de territórios, especialmente no interior do país.

Naturalmente, além do uso de biomassa renovável, a jornada para uma siderurgia de baixas emissões passa também pela incorporação de outras tecnologias complementares. A eletrificação de processos com base em fontes renováveis é um caminho promissor para reduzir ainda mais a pegada de carbono das operações. A captura e armazenamento de carbono, por sua vez, surge como solução estratégica para processos que, ainda hoje, dependem de fontes fósseis e cujas emissões são difíceis de eliminar completamente. A busca por eficiência energética, apoiada pela digitalização e automação dos processos produtivos, permite otimizar o consumo de recursos, reduzir perdas e, consequentemente, minimizar emissões. A economia circular também desempenha papel fundamental nesse contexto, com o incremento do uso de sucata metálica como matéria-prima, diminuindo a necessidade de novos processos redutores e contribuindo para a sustentabilidade da cadeia como um todo.

O Brasil possui condições únicas para liderar a transição para uma siderurgia de baixas emissões. O país conta com vasta disponibilidade de terras para florestas plantadas, detém expertise reconhecida internacionalmente em manejo florestal sustentável e dispõe de uma matriz elétrica majoritariamente renovável, fator essencial para a eletrificação dos processos industriais. Além disso, temos capacidade tecnológica comprovada na implementação de processos baseados em biomassa e um mercado interno expressivo, que combinado à força exportadora do setor, oferece condições ideais para escalar soluções sustentáveis e competitivas para o mercado global.

O fortalecimento de políticas públicas que reconheçam e valorizem essas práticas sustentáveis, que estimulem mecanismos de precificação de carbono e que ampliem o acesso a financiamentos verdes, pode acelerar significativamente essa transição. Se trata de uma oportunidade econômica e de uma responsabilidade estratégica: o Brasil pode, e deve, assumir protagonismo global na descarbonização da siderurgia.

A baixa emissão de carbono no setor siderúrgico, portanto, já não é mais um tema restrito ao campo das utopias ou das especulações futuras. Ela é uma realidade tangível, em plena construção, sustentada por iniciativas pioneiras que demonstram, na prática, que é possível conciliar produtividade e preservação ambiental. O desafio global, naturalmente, é enorme, mas a experiência brasileira comprova que existem caminhos viáveis, sustentáveis e competitivos.

Neste momento, a pergunta que devemos fazer não é se a descarbonização da siderurgia será possível, mas quem está efetivamente disposto a liderar essa transformação. O Brasil reúne todas as credenciais para assumir essa liderança global, e nós temos o orgulho de mostrar ao mundo que é plenamente possível produzir aço com responsabilidade, inovação e visão de futuro.

Vallourec finaliza a aquisição da Thermotite do Brasil

A Vallourec, líder mundial em soluções tubulares premium sem costura, anuncia hoje a conclusão do processo de aquisição da Thermotite do Brasil da Mattr (MATR.TO), conforme os termos do acordo anunciado no dia 16 de setembro de 2024.

Essa operação dará suporte à estratégia de premiumização da Vallourec, com a integração de uma expertise tecnológica diferenciada em revestimentos térmicos isolantes para dutos de condução. Com essa oferta integrada, a Vallourec reforça o valor agregado fornecido para os projetos offshore na indústria de óleo e gás.

Philippe Guillemot, Presidente do Conselho de Administração e CEO do Grupo, declarou: “Essa aquisição fortalece ainda mais nossa presença na cadeia de valor industrial no Brasil, um mercado-chave para a indústria offshore de óleo e gás. Ela nos permitirá avançar mais um passo em nossa estratégia de oferecer aos nossos clientes soluções integradas com altíssimo valor agregado.”

A transação recebeu todas as aprovações regulatórias necessárias e foi concluída dentro do prazo previsto.

Sobre a Vallourec – Está entre os líderes mundiais em soluções tubulares premium para os mercados de energia e para aplicações industriais exigentes, como poços de petróleo e gás, nas condições mais adversas; usinas de energia de nova geração; projetos arquitetônicos desafiadores; e equipamentos mecânicos de alto desempenho. O espírito pioneiro e a pesquisa e desenvolvimento de ponta da Vallourec abrem novas fronteiras tecnológicas. Com cerca de 16 mil empregados dedicados e motivados em mais de 20 países, a Vallourec trabalha lado a lado com seus clientes para oferecer mais do que apenas tubos: oferece soluções tubulares inovadoras, seguras, competitivas e inteligentes para tornar cada projeto possível.

No Brasil, a Vallourec possui oito unidades. Em Minas Gerais, as unidades Barreiro e Jeceaba são focadas na produção de tubos de aço sem costura; a unidade Florestal é responsável pela produção do carvão vegetal que abastece o Alto-Forno das unidades produtoras de tubos; e a unidade Mineração supre as necessidades de abastecimento internas de minério de ferro.

A empresa conta, ainda, com uma unidade de Negócios no estado, provedora de serviços administrativos. Com linhas de produção em Minas Gerais e em São Paulo, a Vallourec Tubos para Indústria (VTI) fornece tubos de aço com e sem costura e soluções tubulares para a indústria em geral, especialmente para os mercados automotivo, de energia, máquinas e equipamentos industriais. No Rio de Janeiro, a Vallourec Tubular Solutions (VTS) presta serviços especializados para o setor de óleo e gás. E, no Espírito Santo, fornece serviços de revestimento anticorrosivo.