segunda-feira, setembro 21, 2026
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Vallourec é destaque no prêmio Ser Humano com cinco trabalhos vencedores

A Vallourec foi destaque na entrega do 18º Prêmio Ser Humano promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos – Minas Gerais. A Empresa teve cinco projetos vencedores em três categorias na solenidade que aconteceu na noite de ontem (9), no SICEPOT-MG.

Segundo a superintendente de Recursos Humanos, Giovanna Real, a premiação é um reconhecimento de grande importância. “Para a Vallourec, no sentido de mostrar que estamos no caminho certo, cuidando da saúde organizacional. Para os empregados, pois eles são os beneficiados diretamente pelas ações e, para a sociedade, na medida em que possibilita que outras empresas sigam as boas práticas adotadas e mais pessoas sejam alcançadas”, comemora.

Os trabalhos vencedores foram: Capacitando Jovens Aprendizes; Programa de Qualificação de Reabilitados para Inclusão; Meta de Gestão de Pessoas: Uma alavanca para o desenvolvimento de Líderes; Digitalização do RH e Sistema de Gestão de Desempenho de Horistas, premiados nas categorias Administração, Desenvolvimento e Sustentabilidade. Giovanna Real lembra que este ano o prêmio teve recorde de inscrições e é a primeira vez que uma empresa ganha tantos prêmios em uma mesma edição. Ela destaca também que alguns processos foram desenvolvidos em conjunto com outras áreas, como Tecnologia da Informação, Medicina do Trabalho, Comunicação e Laminação, mostrando a força do arquétipo “Um Só Time” e a importância da colaboração.

A premiação foi instituída pela ABRH Brasil em 1993 e se consolidou como instrumento de valorização das melhores iniciativas dedicadas ao desenvolvimento das pessoas dentro e fora das organizações, assim como de estímulos ao pensamento criativo e identificação de novos talentos. O objetivo é ampliar as possibilidades para a realização de práticas de gestão que favoreçam a participação e a iniciativa das pessoas, contribuindo com ideias que transformem.

Acesse: www.vallourec.com

Parceria entre ArcelorMittal Brasil e Minas Tênis Clube é renovada

A ArcelorMittal Brasil e o Minas Tênis Clube renovaram os seus convênios na última semana, em Belo Horizonte. Eles incluem projetos nas áreas de Cultura e Esporte ao longo de 2020. O Diversão em Cena ArcelorMittal – programa que oferece espetáculos infantis a preços populares nos finais de semana – continuará no palco do Teatro do Centro Cultural Minas Tênis Clube entre os meses de abril e novembro.

Além disso, por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, a ArcelorMittal apoiará o prosseguimento do projeto “Formação e Desenvolvimento de Atletas por meio da integração das ciências do esporte”. A ação incentiva a formação de atletas de diversas modalidades das categorias de base. Parte do recurso destinado ao clube está relacionado à arrecadação do Cidadãos do Amanhã, que mobiliza empregados, clientes, fornecedores, familiares e empresas do Grupo ArcelorMittal a destinarem parte do Imposto de Renda a projetos aprovados na Lei do Esporte.

Acesse: www.arcelormittal.com.br

Produto inovador impede arraste de carvão pelo vento em siderúrgica

Artefato aplicado no pátio de matérias-primas impede emissão de particulado para o ar e contribui com a proteção do meio ambiente

Pensando no compromisso ambiental, que é um dos pilares da empresa, a Ternium, maior siderúrgica da América Latina, investiu em um produto inovador que evita que particulas de carvões e aditivos sejam arrastados pelo vento. O produto chamado de Bioaglopar tem um tom esverdeado, e funciona como um supressor de poeira que, quando aplicado sobre as pilhas de materiais que ficam no pátio de matérias-primas, forma uma película impedindo o arraste pelo vento e também minimizando a umidade no interior. A iniciativa começou em dezembro de 2019.

“A Ternium tem como valor primordial desenvolver e procurar inovações para preservar o meio ambiente. Após muita pesquisa no Brasil e em outros países, conseguimos encontrar um fornecedor com um supressor a base de celulose que nos dá proteção contra arraste eólico e chuvas moderadas, e diminui a oxidação dos carvões estocados, resultando em um impacto positivo na qualidade das matérias-primas”, comenta Alber Toledo, assessor de Operação e Green Partner do Pátio de Matérias-primas e Sinterização.

De acordo com Alber, a aplicação do Bioaglopar tem impacto positivo na segurança da operação e nas comunidades. “A quantidade menor de água no interior das pilhas em tempos chuvosos diminui consideravelmente a possibilidade de desmoronamento, não expondo nossos colaboradores e evitando impacto em nossas operações com a parada dos equipamentos. Além disso, sua efetividade reduz as chances de qualquer material fino se deslocar pela atmosfera para a comunidade”, completou.

Este produto também permite economizar equipamentos para limpar canaletas, diminuindo a quantidade de material depositado e, assim, a frequência de limpeza.

Acesse: www.ternium.com.br

Flextech lança dispositivo de segurança para máquina de serra fita

Lançamento no País, o produto tem como diferencias fácil instalação e baixa manutenção

No mercado nacional há apenas 7 anos, a Flextech Soluções Industriais e Comércio Ltda já é referência nas áreas de segurança e automação industrial. Fabricante de equipamentos eletromecânicos e painéis elétricos e   fornecedora de soluções customizadas de proteção mecânica para máquinas operatrizes, a empresa está lançando  o dispositivo de segurança DP-3-0043-0 ajustável para máquinas de serra fita.

Desenvolvido com o objetivo de impedir o acesso acidental e não intencional à zona de trabalho (na lâmina da serra de fita, pelo lado frontal, traseiro ou pela parte superior), “o dispositivo de segurança DP-3-0043-0 é ajustável para máquinas de serra fita, garantindo a segurança do operador, graças a sua estrutura rígida de aço e  proteção transparente em policarbonato espesso de 8mm”, informa Edilson Gonçalves, diretor comercial e de planejamento da Flextech.

Segundo Gonçalves, uma chave de segurança tem a função de desabilitar eletricamente a máquina, se o operador desejar operá-la com a parte frontal travada, na posição superior. “Nesse caso, a chave de segurança é monitorada por interface de segurança”, justifica. De fácil instalação e baixa manutenção, o dispositivo de segurança DP-3-0043-0 é desenvolvido de acordo com os princípios da ABNT.

Acesse: www.flextechsolucoes.com.br

Cidadãos do Amanhã arrecada mais de R$ 1,7 milhão

Realizado pela Fundação ArcelorMittal há 20 anos, o programa Cidadãos do Amanhã arrecadou mais de R$ 1,7 milhão em 2019. A iniciativa incentiva empregados, familiares, comunidade, clientes, fornecedores e empresas do Grupo ArcelorMittal a destinarem parte do Imposto de Renda devido ou fazer uma doação aos Fundos Municipais da Infância e Adolescência (FIA) e a projetos aprovados na Lei de Incentivo ao Esporte.

Mais de 7,4 mil pessoas participaram da ação. O programa repassará aproximadamente R$ 1,5 milhão a 34 Fundos Municipais da Infância e Adolescência (FIA) – locais onde a empresa tem atuação –  e de R$ 204 mil ao Fundo do Esporte.

Acesse: www.arcelormittal.com.br

Usiminas obtém patente do aço extra limpo

A Usiminas acaba de conquistar um novo certificado de patente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O projeto, que é a produção de aço laminado extra limpo, foi idealizado por uma equipe técnica da Gerência-Geral de Laminação a Frio da Usina de Cubatão e atende uma exigência do mercado, pois oferece mais qualidade ao produto final. O processo para a obtenção da patente foi iniciado em 2013.

Para a produção desse tipo de material, tradicionalmente na Siderurgia, a maioria das instalações utiliza uma linha de limpeza eletrolítica, que gera resíduos e aumenta o custo de produção. No caso da Usiminas, o processo reconhecido como inovador elimina a necessidade de instalação de uma linha especifica, reduzindo o custo da fabricação e diminuindo a quantidade de resíduos gerados, sem alterar a qualidade do produto final.

“O invento surgiu a partir das demandas percebidas no mercado por materiais com alto valor agregado, principalmente na linha branca e a indústria automotiva. Esses segmentos também demostram a necessidade de receber materiais com baixo resíduo. Pensando nisso, a Usiminas denominou esse material como ‘Extra Limpo’ e desenvolveu o processo”, detalhou José Dias Blanco, líder da equipe do projeto.

 Certificação Engenharia da Qualidade

A Usiminas fechou o ano de 2019 com 15 novos profissionais certificados como Engenheiros da Qualidade pela American Society for Quality (ASQ), entidade internacional dedicada à promoção do tema e que reúne cerca de 80 mil membros em todo o mundo. Atualmente, em todo o Brasil, 615 profissionais possuem o título de Certified Quality Engineer (CQE). Destes, 298 atuam em alguma das cinco empresas Usiminas.

A companhia iniciou o trabalho de formação de seus colaboradores há 30 anos e todo o processo de formação desses profissionais é realizado com recursos internos. Os profissionais participam de um curso com duração de 240 horas, distribuídas entre os meses de março e novembro. Os professores são ex-alunos do curso que obtiveram a certificação e foram destaques em turmas anteriores. Ao longo do ano, a turma trabalha temas como Gestão e Liderança, Sistema da Qualidade, Gestão de Fornecedores e Clientes e Gerenciamento de Riscos, todos abrangidos pela certificação.

“O Engenheiro da Qualidade detém conhecimentos e habilidades profissionais que permitem a disseminação interna de práticas que aumentam a competitividade da organização. Para a Usiminas, a presença de profissionais certificados pela ASQ sinaliza para o mercado, principalmente para os clientes, que somos uma organização que investe na capacitação dos nossos colaboradores e que temos funcionários com alto grau de qualificação. Essa qualificação reflete na qualidade dos produtos e serviços”, destaca Luiz Cláudio de Oliveira Meyer, gerente-geral de Atendimento ao Cliente, Garantia da Qualidade e Produto e profissional certificado em Engenharia da Qualidade desde 1994.

 Segurança de Processos

Eduardo Barbosa, gerente-geral de Segurança de Processos da Usiminas.

A Usiminas é a primeira siderúrgica brasileira e a segunda no mundo a se associar ao Centro para Segurança de Processos Químicos (CCPS), organização com sede nos Estados Unidos e atuação mundial na área da indústria. A CCPS é hoje a maior referência mundial do tema e a que mais produz e publica material técnico de segurança de processos, confiabilidade e projetos inerentemente mais seguros. A expectativa é que a parceria garanta mais subsídios para os profissionais da empresa que atuam na Segurança de Processos, área implantada de forma pioneira na siderurgia brasileira em 2018 com foco na prevenção de acidentes de grandes proporções.

O CCPS é referência mundial no assunto e reúne fabricantes, agências governamentais, consultores, universidades e seguradoras de diversos países. Atua na padronização de processos, treinamentos, análises, entre outros trabalhos de suporte. “Associar ao CCPS traz várias oportunidades de aprendizado e conhecimento que poderemos aplicar para tornar nossa empresa cada vez mais segura. A World Steel Association também é associada e tem incentivado as siderúrgicas a se desenvolverem no tema”, informa o gerente-geral de Segurança de Processos da Usiminas, Eduardo Barbosa.

 Investimento e controle dos riscos

Durante este primeiro ano de trabalho, a área de Segurança de Processos da empresa avançou em temas importantes, como avaliação de riscos dos processos nas plantas das usinas de Ipatinga e Cubatão e treinamento das lideranças.  “Em 2020 avançaremos ainda mais com implantação de normas de gestão de segurança de processo, treinamento em todos os níveis bem como ferramentas operacionais e gerenciais para garantir que as barreiras de prevenção e proteção estejam sempre ativas, bem como uma gama de indicadores de performance do processo de gestão”, acrescenta Barbosa.

Acesse: www.usiminas.com.br

Usiminas reverte prejuízo e registra lucro de R$ 268 milhões no quarto trimestre

A Usiminas apresentou neste fevereiro passado, os resultados referentes ao quarto trimestre de 2019. A companhia encerrou o período com um lucro líquido de R$ 268 milhões, contra um resultado líquido negativo de R$ 139 milhões no terceiro trimestre do ano passado.  O Ebitda Ajustado Consolidado (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) no quarto trimestre atingiu R$ 468 milhões e a margem Ebitda Ajustado alcançou 12%. No trimestre anterior (3T19), esses indicadores atingiram, respectivamente, R$ 441 milhões e 11%.  No ano, a empresa contabilizou lucro líquido de R$ 377 milhões, Ebitda Ajustado Consolidado de R$ 2 bilhões e margem Ebitda de 13%.

Entre os principais indicadores de 2019 estiveram também o volume de vendas de aço, de 4,1 milhões de toneladas e o volume recorde de vendas de minério de ferro, de 8,6 milhões de toneladas. Destaque ainda para a receita líquida (R$ 14,9 bilhões), que registrou uma elevação de 8,8% quando comparada com 2018 (R$ 13,7 bilhões), em função, principalmente, de maiores volumes e preços de venda na Unidade de Mineração e aos maiores preços praticados na Unidade de Siderurgia.

O presidente da Usiminas, Sergio Leite, ressalta o novo perfil de endividamento conquistado pela empresa, com melhores prazos e custos financeiros. “Demos importantes passos no final do ano passado no que diz respeito ao endividamento da companhia. Em operações muito bem-sucedidas, emitimos bonds no valor de US$ 750 milhões em julho e, em outubro, emitimos debêntures no valor de R$ 2 bilhões. Além disso, com recursos recebidos de uma ação judicial, quitamos cerca de R$ 750 milhões da nossa dívida”, afirma Leite.

Na avaliação do CEO, apesar dos desafios de uma economia que continua apresentando resultados aquém do esperado, todos os esforços da Usiminas vêm sendo concentrados na busca da perenidade e sustentabilidade dos resultados.

 Outros Indicadores

Na Siderurgia, o Ebitda Ajustado atingiu R$ 184 milhões no quarto trimestre de 2019, com redução de 13,5% em relação ao 3T19 (de R$ 213 milhões). No mesmo período, a margem Ebitda Ajustado foi de 6%, em linha com o registrado no trimestre anterior (3T19). No acumulado do ano de 2019, o Ebitda Ajustado da Siderurgia atingiu R$ 1,1 bilhão, contra R$ 2,4 bilhões no ano anterior. A margem Ebitda Ajustado em 2019 alcançou 8,7%, contra 19,3% em 2018.

No quarto trimestre de 2019, a Mineração Usiminas (Musa) registrou um Ebitda Ajustado de R$ 209 milhões, aumento de 11,3% em comparação ao terceiro trimestre (R$ 188 milhões). A margem Ebitda Ajustado no período ficou em 36,4%, contra 33,9% no terceiro trimestre de 2019. No ano, a Musa registrou o maior Ebtida Ajustado de sua história, R$ 740 milhões, um aumento de 264,4% quando comparado a 2018 (R$ 203 milhões). A margem Ebitda Ajustado registrou 37,2% no ano passado e 18,7% em 2018.

Reflexo da estagnação de projetos nos setores de óleo e gás e infraestrutura no país, o Ebitda Ajustado da Usiminas Mecânica ficou negativo em R$ 10 milhões no quarto trimestre de 2019, contra R$ 6 milhões negativos no terceiro trimestre. A margem Ebitda Ajustado no quarto trimestre de 2019 foi de 7,6% negativa, e de 4,6% negativa no trimestre anterior (3T19). No acumulado de 2019, o Ebitda Ajustado da Usiminas Mecânica foi negativo em R$ 16 milhões, contra os R$ 21 milhões negativos de 2018. A margem Ebitda Ajustado ficou negativa em 3,9% no ano de 2019 e em 6,1% negativos em 2018.

Na Soluções Usiminas, que atua no mercado de distribuição e processamento de aço, além de serviços e fabricação de tubos de pequeno diâmetro, o Ebitda Ajustado no quarto trimestre do ano passado foi de R$ 34 milhões, uma elevação de 7,9% quando comparado aos três meses anteriores (3T19), quando atingiu R$ 32 milhões. Já a margem Ebitda Ajustado ficou em 3,6% no período, contra 3,2% no terceiro trimestre. No acumulado do ano de 2019, o Ebitda Ajustado da Soluções Usiminas atingiu R$ 120 milhões, alta de 2,1% em relação a 2018 (R$ 118 milhões), resultando em um Ebitda recorde na Unidade de transformação do aço. A margem Ebitda Ajustado atingiu 3,2% no ano de 2019 e 3,6% em 2018.

A relação entre políticas, normas e procedimentos

Por Carlos Macedo 1

Carlos Macedo

Muitos confundem os fundamentos de políticas, normas e procedimentos e dizem até que as políticas corporativas nada têm a haver com procedimentos.

A verdade é que nenhum dos três vive sem o outro e são extremamente complementares e fundamentais nas organizações, pois é necessário que elas possuam políticas, normas e procedimentos claramente definidos, aprovados e publicados, a fim de balizar e orientar as ações de seus colaboradores, parceiros e terceiros em direção a seus objetivos e metas. Estão diretamente ligados:

  • A política descreve a visão e as diretrizes a serem seguidas para atingir o objetivo estabelecido pela organização;
  • A norma estabelece as regras mínimas e aceitáveis a serem cumpridas para se atingir o objetivo proposto pela organização;
  • Os procedimentos descrevem a forma como se deve executar as atividades necessárias para se atingir o objetivo proposto pela organização.

O que é política?

A ISO 9000:2015 define política como intenções e direção de uma organização expressos formalmente pela alta direção.

A política também pode ser compreendida como um documento que estabelece as diretrizes que se aplicam numa organização e que ajudam a direcioná-la para seus objetivos. São orientações que definem e regulam um caminho a seguir para se estabelecer um plano, uma ação, etc..

A política norteia as ações da organização e serve como referência para o estabelecimento de normas e procedimentos. Normalmente estão relacionadas e alinhadas à missão, visão e valores da organização.

O que são normas?

São regras que devem ser respeitadas e que permitem ajustar determinadas condutas ou atividades.

As normas são um documento estabelecido por consenso e aprovado por pessoa(s), departamentos ou órgãos com autoridade reconhecida.

As normas asseguram as características desejáveis de produtos, serviços e comportamentos, visando a qualidade, segurança, confiabilidade e eficiência.

Regra é aquilo que regula procedimentos ou atos.

O que é procedimento?

De acordo com a ISO 9000:2015, procedimento é uma forma específica de executar uma atividade ou processo.

O procedimento define em que momento cada pessoa deve realizar cada atividade para que haja a entrega do produto ou serviço de acordo com o esperado.

Procedimento é uma descrição detalhada de todas as operações necessárias para a realização de uma tarefa.

Tem por objetivo garantir, mediante uma padronização, os resultados esperados por cada tarefa executada.

Como os três se relacionam?

Resumindo, as políticas norteiam as ações como referência para as normas e procedimentos, enquanto as normas permitem ajustar condutas nas políticas e as atividades através dos procedimentos.

Acesse: www.innovativa.com.br

Presidente da Abeaço e coordenadora da Prolata, participa do Painel II: Experiências de Logística Reversa e Destinação Final de Resíduos de seminário que acontecerá em Brasília.

Prolata recicla mais de 8 mil toneladas de aço em 2019

Por Thais Fagury 1

Thais Fagury

A Prolata, associação sem fins lucrativos criada em 2012 pela cadeia de valor dos fabricantes de latas de aço no Brasil, reciclou 8.059,6 toneladas de aço em 2019 por meio de 51 cooperativas e 37 Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) espalhados pelo país.

Para o meio ambiente, os resultados também são relevantes: no acumulado do ano, a extração de minério de ferro foi reduzida em 9.188 toneladas e a de carvão mineral em 1.241.240 toneladas. Além disso, a emissão de gases do efeito estufa diminuiu em 29.822 m³. Esses números representam 164.247 mil árvores que deixaram de ser cortadas e uma economia de 70% de água na fabricação de novo aço. Desde sua criação, em 2012, a Prolata soma quase 33 mil toneladas de aço reciclado.

Outra ação feita pela Prolata em 2019 foi a implantação dos primeiros PEVs na Baixada Santista. Os PEVs fazem parte da estratégia da cadeia de produção e comercialização de tintas para cumprir todas as etapas da chamada logística reversa, garantindo que as embalagens de tinta vazias possam ser coletadas e recicladas da forma correta, sem serem descartadas no meio ambiente, e gerando valor para toda a cadeia de reciclagem, especialmente para os catadores.

A instalação dos nove postos da Prolata na Baixada Santista faz parte do plano de ação definido no Termo de Cooperação Ambiental celebrado, em novembro de 2018, entre o Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (GAEMA), do Ministério Público de São Paulo; a Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço), criadora e coordenadora da Prolata; a Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (ABRAFATI); e a Associação dos Revendedores de Tintas do Estado de São Paulo (Artesp).

Nesse local os consumidores podem entregar latas de aço vazias de tintas e de outros produtos, que são classificadas, separadas e posteriormente enviadas para a siderúrgica parceira do projeto, que as reutilizará como matéria-prima em seu processo de produção de novas chapas de aço. “Hoje o país recicla 47% do aço consumido. Com a Prolata queremos chegar a 60% em 15 anos”, destaca Thais Fagury, presidente da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) e coordenadora da Prolata.

Acesse: www.prolata.com.br

1 – presidente da Abeaço e coordenadora da Prolata, participa do Painel II: Experiências de Logística Reversa e Destinação Final de Resíduos de seminário que acontecerá em Brasília

Abeaço destaca case da Prolata em seminário sobre logística reversa e gestão de resíduos

A Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) fala do case da Prolata no “VIII Seminário O Ministério Público e a Gestão de Resíduos Sólidos e Logística Reversa”, que aconteceu em março, no auditório do edifício-sede do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em Brasília. O seminário é uma realização da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa).

Thais Fagury, presidente da Abeaço e coordenadora da Prolata, participa do Painel II: Experiências de Logística Reversa e Destinação Final de Resíduos, que será realizado às 11h. Associação que tem como foco a correta destinação de latas de aço para reciclagem, a Prolata foi a primeira entidade gestora para logística reversa de embalagens reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente. Além de contar com mais de 30 Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) em todo o País, a Prolata mobiliza hoje mais de 50 cooperativas de reciclagem. Desde a fundação da associação, já foram coletadas e recicladas mais de 33 mil toneladas de aço.

“Nosso objetivo é criar condições para que a cadeia de reciclagem da lata de aço se complete, envolvendo os fabricantes de latas, fabricantes de produtos, cooperativas, consumidor final e indústria siderúrgica”, explica Thais. Hoje 100% das embalagens coletadas pela Prolata são recicladas por uma única siderúrgica parceira. “Mas estamos buscando mais parcerias na indústria siderúrgica”, diz a executiva.

As inscrições para o “VIII Seminário O Ministério Público e a Gestão de Resíduos Sólidos e Logística Reversa” são gratuitas e devem ser feitas até 9 de março no site https://seminario.abrampa.org.br/inscricoes.php.

Produção industrial registra melhor resultado em oito anos

Crescimento ao longo do ano foi de 5,7%, o maior do país e o melhor do estado desde 2011, puxado principalmente pelo bom desempenho do setor automotivo

O Paraná encerrou 2019 com crescimento de 5,7% na produção industrial, que é a quantidade de itens fabricados no estado de janeiro a dezembro do ano passado. O melhor índice desde 2011, quando a indústria registrou alta de 11,2%, e o maior do país de acordo com dados divulgados hoje (11/2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estado liderou o ranking nacional ao longo do ano, enquanto o indicador nacional registrou queda acumulada de -1,1% no mesmo período.

Quando se avalia o resultado, o setor automotivo foi o que puxou o crescimento da produção industrial paranaense, com alta acumulada de 25,7% em relação a 2018. Em seguida, ficou máquinas e equipamentos, com 9,5%; alimentos, com 8,8%; fabricação de produtos de metal, 7,1%; e máquinas, aparelhos e materiais elétricos somaram 5,3%.

Produtos que mais influenciaram o crescimento desses setores estão produção de automóveis, de caminhão-trator para reboques e semirreboques; caminhões, reboques e semirreboques no segmento de máquinas e equipamentos. Na área de alimentos, destaque para carnes e miudezas de aves congeladas, rações para animais, bovinos congelados e leite esterilizado. Máquinas para colheita, ar condicionado e equipamentos para refrigeração; E, ainda, torres e pórticos de ferro e aço, produtos de ferro e aço para a indústria automotiva, esquadrias de alumínio e parafusos.

Os setores que mais enfrentaram dificuldades são os da madeira, com queda acumulada de -7%; produtos derivados do petróleo -3,8%; produtos químicos, -2,2; e fabricação de móveis, -1%.

De acordo com o economista da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Evânio Felippe, o desempenho positivo da indústria paranaense em 2019 mostra que, aos poucos, o setor vem recuperando as perdas acumuladas no período de crise. “Algumas medidas adotadas pelo Governo Federal, principalmente no segundo semestre, contribuíram para melhorar o ambiente de negócios no país. A liberação do saque do FTGS, as sucessivas quedas da Selic e a expansão do crédito, o controle da inflação e a melhora na oferta de empregos se refletiram em aumento do consumo”, avalia.

Ele completa dizendo ainda que o crescimento acumulado na produção industrial, puxado principalmente pelo setor automotivo, é resultado da mudança de estratégia do segmento no país, em razão da acentuada queda nas vendas para o mercado argentino. “Com a melhora na economia brasileira e ao perceber a queda de 30% a 35% nas vendas de produtos automotivos para a Argentina no ano passado, o setor se reorganizou e focou seus esforços para atender o aumento da demanda do mercado interno. E deu certo”, comenta o economista.

Mercado de trabalho

Os dados de emprego também contribuíram para os bons resultados da produção industrial no Paraná. A indústria de transformação do Paraná fechou 2019 com saldo positivo na oferta de empregos. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram criados 1.462 novos postos de trabalho na indústria do estado. A indústria da construção civil também teve bom desempenho, com criação de 6.036 novos empregos, contra 2.301 registrados durante todo o ano de 2018, gerando um crescimento de 162%.

Os segmentos da indústria de transformação que mais contrataram foram indústria mecânica, com oferta de 1.811 novas vagas; alimentos, com 1.448; e metalúrgico, 1.085. “Com mais pessoas trabalhando e com renda, o consumo aumenta, o que favorece diversos segmentos da indústria, impulsionando a produção”, comenta o Felippe.

De acordo com o economista da Fiep, a expectativa para este ano também é positiva, mas depende da manutenção do crescimento da atividade econômica e de medidas a serem adotadas para estimular o setor produtivo. “A aprovação das reformas tributária e administrativa, as privatizações e os investimentos em infraestrutura podem contribuir para um cenário mais positivo para os negócios e aumento da confiança dos empresários para retomar os investimentos. E tudo isso pode se refletir em maior competitividade no setor e geração de mais empregos”, conclui.

Acesse: www.agenciafiep.com.br

Laser escâner 3D: ferramenta para a metodologia BIM

Por Débora Locatelli 1
Por Maria Eduarda de Melo Altenburg Pierri 2

O laser escâner é uma tecnologia não destrutiva utilizada para capturar digitalmente objetos físicos que, através da emissão de feixes de raio laser, é capaz de medir a distância entre o aparelho e as superfícies que o cerca. O equipamento captura as coordenadas XYZ dos objetos à sua volta e as converte em uma nuvem de pontos com precisão milimétrica. Mediante esta réplica virtual, é possível extrair informações planimétricas e altimétricas de estruturas visíveis. Há aplicações para o laser escâner em todos os setores que de alguma forma envolvem o processo de engenharia, com o objetivo de otimizar o trabalho dentro de uma empresa ou potencializar o processo de decisão – considerando que há um maior volume de informações.

Débora Locatelli

A tecnologia laser escâner 3D é uma forma de adquirir e registrar, com acurácia, dados geométricos e geográficos de objetos, edificações e centros urbanos, podendo ser aplicada de maneira a detectar conflitos, obter controle de qualidade, criar modelos as built, as is, entre outras. O uso do BIM (Building Information Modeling) vem à tona como forma de representar e manipular essas informações adquiridas pelo escaneamento de maneira mais consistente e integrada, permitindo a realização de uma série de estudos e simulações da construção.

A metodologia BIM abrange o planejamento, o projeto, o modelo da edificação, o cronograma, as análises de riscos, os orçamentos, como também a execução. Proporciona, de maneira eficiente, a união de todas as informações de uma construção de forma integrada e organizada. Seu uso possibilita a participação de diversos especialistas simultaneamente que propõem a produzir, gerenciar e alterar toda a informação do ciclo de vida de uma edificação.

O BIM permite maior qualidade no projeto, visto que é composto de objetos inteligentes, atrelados entre si, garantindo maior confiança das informações. Quando é feita uma alteração no projeto BIM, este já realiza automaticamente as mudanças em elevações, cortes, plantas e detalhes. A integração das disciplinas de projeto estrutural, arquitetônico, elétrico e hidráulico, auxilia na identificação de conflitos – como um tubo atravessando uma viga, ou uma porta não possuindo espaço suficiente para abertura.

Maria Eduarda de Melo
Altenburg Pierri

Levando em consideração que a execução da obra é o gargalo do projeto, o BIM também auxilia antecipando alterações de cronogramas, diagramas, planejamento, estimativas e documentações, possibilitando maior controle de qualidade com a identificação e correção de possíveis erros na etapa de planejamento – momento de menor valor agregado.

Os escâneres a laser estão sendo cada vez mais utilizados como auxílio à modelagem BIM de edificações, agilizando seu desempenho – já que a captura da nuvem de pontos de um ambiente é extremamente mais precisa do que a medição manual convencional, tornando esse processo mais consistente. Deste modo, é possível visualizar as diferenças do projeto em relação à réplica virtual, como a planicidade e níveis de lajes, prumo de paredes, rotação de pilares, prumo da caixa de elevador, locação de tubulações elétricas e hidráulicas, entre outros.

O escâner, aliado ao BIM, auxilia como matriz na fase de análise, podendo citar como exemplo, a necessidade de alocação de máquinas ou equipamentos de grande porte em canteiro de obra, que possam sofrer alguma interferência da edificação – sendo possível prever a necessidade de intervenções para a liberação do fluxo. Outro exemplo da complementação destes dois sistemas, ainda na fase de análise, é o estudo de simulações da eficiência energética de uma edificação – facilitando a identificação de melhorias para redução de consumo energético. Já para situações de ampliação, reforma e adaptação, a modelagem baseada na nuvem de pontos serve como guia para atualizações do modelo as built. Desta forma, o profissional possui uma grande quantidade de informações disponível, poupando seu tempo em medições e deslocamento – atividades que não agregam valor ao produto.

Assim sendo, verifica-se que é possível utilizar a tecnologia do escâner aliada ao modelo BIM para diversas finalidades, em distintas fases de um projeto e diferentes escalas de abrangência e nível de detalhamento. Essas soluções e tecnologias tendem a proporcionar uma exacerbada mudança nas atuais concepções de práticas, formas de trabalho e gestão de uma empresa. Apesar da grande demanda pelo uso do escâner a laser aliado à metodologia BIM e seu significativo interesse para a área da construção civil, da documentação do patrimônio histórico e setor industrial – essa técnica ainda tem muito a ser explorada no Brasil.

¹Engenheira de produção da WRodacki.
²Estagiária de arquitetura e urbanismo da WRodacki.