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Metalurgia supera expectativas e deve gerar R$ 350 milhões em negócios

Feira recebe 13 mil visitantes de 17 estados brasileiros e de outros 11 países

Joinville, setembro de 2018 – O clima de satisfação foi geral entre as 120 marcas expositoras da Metalurgia 2018 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia para Fundição, Siderurgia, Forjaria, Alumínio e Serviços, realizada de 18 a 21 de setembro, em Joinville, SC. A estimativa de negócios deve ultrapassar os R$ 350 milhões em contratos assinados durante a feira ou de contatos iniciados no evento e que deverão ser consolidados nos próximos 18 meses, superando a expectativa inicial da organização.

O número de visitantes atingiu a marca de 13 mil pessoas, vindas de 17 estados, de 344 diferentes cidades, abrangendo todas as regiões do país, incluindo representantes da maioria das fundições do Brasil.  Além disso, foram registrados visitantes de outros 11 países, três da Europa – Alemanha, Itália e Suíça – e oito das Américas – Argentina, Bolívia, Colômbia, EUA, Equador, México, Paraguai e Uruguai. A qualidade dos visitantes está evidente no perfil identificado no evento. 16% são presidentes, vice, sócios ou diretores, 21% ocupam cargos gerenciais, 50% funções técnicas e 13% estudantes. O maior grupo de visitantes, 25% vem do segmento de fundição, 10% do automotivo e 18% de engenharia, siderurgia, agrícola e tratamento térmico. A maioria veio em busca de máquinas e equipamentos, seguido de fundições e peças fundidas, automação, controle de processos e medição, fornos, caldeiras e tratamento térmico.

Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil avalia que o clima entre os expositores é altamente positivo. “A feira cumpriu o seu papel de relacionamento, negócios e capacitação, consolidando-se como o investimento em marketing B2B mais completo por ser a ferramenta que gera mais credibilidade nas negociações. Nada substitui o face a face”, argumenta.

O presidente da ABIFA – Associação Brasileira da Fundição, Afonso Gonzaga, reforça a importância das empresas se posicionarem em feiras de negócio. “É um indutor de desenvolvimento, gestão, inovação e tecnologia, pois possibilita as empresas investirem na inovação tecnológica dos parques fabris”, destaca. Gonzaga lembra que o setor tem uma significativa participação no desenvolvimento do país, por agregar 64 mil empresas e acumular um faturamento anual de 6,5 bilhões de dólares. “O momento do mercado sinaliza um crescimento de 6,5% em volume de produção em 2018, em comparação a 2017”, acrescenta.

Para os expositores, a feira trouxe o retorno esperada e, na maioria das vezes, foi até superior. Mário Di Caterina, diretor da Deumex, diz que a Metalurgia surpreendeu pela qualidade do público. “São profissionais focados em processos, equipamentos e negócios. Conseguimos contatar pelo menos cinco possibilidades de negócios em curto prazo”, aposta.

Benedito Catneiro, diretor da norte-americana LECO, que já foi expositor da Metalurgia, veio para especular o ambiente do evento e avaliar a possibilidade de voltar a expor na próxima ediçãoem 2020s. “Encontrei empresa de ponta e de qualidade o que deve nos motivar a retornar como expositores”, conclui.

Fernando Mauri, gerente da Inductotherm, a líder mundial em aquecimento por indução, pondera a melhora do evento em relação à edição de 2016. “É um reflexo de que o mercado está aquecendo e que teremos boas oportunidades de negócio nos próximos meses. Além disso, ficamos satisfeitos com a qualidade técnica do público, que visita o evento com objetivos claros, busca por inovação, tecnologia e foco em negócios”, reforça.

Fred Ziegler, diretor da Ztech, recebeu um público qualificado desde o primeiro dia. “São profissionais com interesse em inovações e estamos na expectativa de consolidar grandes negócios pós-feira, considerando a procura por inovação e a qualidade dos profissionais que nos visitaram”, avalia.

Eventos simultâneos com foco em profissionalização

Pela primeira vez a Metalurgia contou com programação de workshops técnicos sobre inovações e tecnologias para o setor, apresentados por expositores. Foram 16 palestras gratuitas que contaram com a participação de 480 profissionais.

O Espaço Portal do Aquecimento Industrial, integrado à feira, abordou assuntos relacionados à indústria 4.0, aquecimento industrial e tecnologias voltadas às fundições. Foram 18 palestras gratuitas que reuniram 285 pessoas na feira, além dos que acompanharam a transmissão online.

O palestrante Bruno Marques Macedo, gerente técnico da Contemp, observou que foi uma oportunidade para os clientes esclarecerem as dúvidas sobre processos de tratamento térmico. “O público trouxe novas ideias e demandas de produtos que podem ser desenvolvidos”, completa. Juntos, os workshops e palestras gratuitas somaram 36 horas de capacitação.

Um dos temas mais comentados atualmente no meio industrial, em todo o mundo, esteve no debate central do CINTEC 2018 Fundição. As 12 palestras e minicursos foram contemplados 560 profissionais.

Rodada de Negócios

A Rodada de Negócios realizada durante a feira, ampliou a possibilidade de consolidar parcerias e contratos. Foram promovidas 275 reuniões de negócios entre empresários que demandam e ofertam produtos e serviços, com a participação de 84 pessoas. Na mesa de negociações participaram oito empresas compradoras, incluindo as grandes fundições da região – Tupy, Embraco, Schulz Automotive, LS Tractor, ArcelorMittal, Ciser, Fremax e Marcopolo – e 39 fornecedores. Durante o evento foram consolidados R$ 3,65 milhões em negócios, o que deve ser ampliado para R$ 18 milhões nos próximos seis meses.

Rafael Kozoski, da KNX Alumínio, participou pela primeira vez da rodada e avalia a oportunidade como muito produtiva para os fornecedores. “Fazemos o contato direto com o comprador. O caminho é encurtado porque chegamos na pessoa certa. Estou animado com as possibilidades de negócios”, acrescenta.

Gustavo Zattar, da área de Suprimentos Indiretos da Embraco, avaliou boas oportunidades em microfundidos e processos químicos. “Foi produtivo para conhecer novos fornecedores e opções inovadoras de produtos no mercado”, reforça.

GIGANTE em busca de um rumo SEGURO

Agora que o Brasil já sabe quem o governará nos próximos quatro anos, só falta saber quais são as soluções do novo governo para a recessão econômica que assola o país há quatro anos

Por Ricardo Torrico

Nunca antes na história deste país’ se viu uma eleição tão polarizada, polêmica e tumultuada. O processo eleitoral deste ano de 2018 surpreendeu não só os brasileiros como a opinião pública internacional, que olha com especial interesse o que ocorre no país que tem a quinta superfície e população mundial, e que costuma ser qualificado como “o gigante da América Latina”. Esse processo, que culminou no dia 28 de outubro com a eleição de Jair Messias Bolsonaro para a Presidência da República, foi marcado por um inusitado conflito ideológico que desenterrou alguns mitos que se supunha que já tivessem ficado obsoletos, como o medo do comunismo, de um lado, e da ditadura, do outro.

Agora, porém, com os palanques já desmontados, cabe deixar os discursos de lado e enfrentar a vida como ela é, combatendo os verdadeiros ‘monstros’ que assombram o país, que nada têm a ver com ideologias, mas têm tudo a ver com a economia, como o déficit fiscal, a falta de investimentos, a estagnação e o desemprego, que persistem há quatro anos. Definida a situação política, nota-se claramente o alívio do empresariado com a vitória do candidato ‘mais favorável ao mercado’, o que deve permitir a volta da confiança e, consequentemente, a disposição em voltar a investir. Por outro lado, porém, ainda prevalece a incerteza sobre quais serão as medidas efetivas para que as promessas de campanha se tornem realidade. Desafios não faltam ao presidente eleito, sendo o mais imediato e emblemático a tão propalada reforma da Previdência.

Enquanto o presidente eleito não toma posse, os principais setores da economia buscam se adequar à nova realidade política do país, delineando suas potencialidades e equacionando as possíveis soluções para os problemas que têm inibido seu crescimento nos últimos quatro anos. Antevendo nas pesquisas a grande possibilidade de Bolsonaro ser eleito − como de fato acabou acontecendo−, diretores das principais entidades representativas do setor industrial se reuniram no dia 22 de outubro com o ainda candidato para lhe entregar um documento denominado Cartilha aos Presidenciáveis, que resume as premissas consideradas imprescindíveis para a retomada do desenvolvimento. “Para gerar emprego e renda, o Brasil precisa retomar o crescimento econômico. E, como concordam dez em dez economistas, o investimento de hoje é o crescimento de amanhã. Impostos menores sobre o sistema produtivo, um sistema tributário simples, juros compatíveis com o retorno das indústrias e um câmbio que garanta a competitividade dos produtos brasileiros são essenciais para a retomada dos investimentos e do crescimento econômico. É disto que o Brasil precisa!”, diz o documento, que também faz críticas à proposta de abertura da economia da forma como vem sendo elaborada pelos assessores de Bolsonaro.

Se as sugestões ou reivindicações da indústria nacional vão ser plena ou parcialmente atendidas pelo candidato eleito, isso é algo que só o tempo dirá. Por enquanto, os principais setores industrias − entre eles, os grandes demandantes de aço − vivenciam um clima de prudente otimismo, como pode ser visto pelos levantamentos feitos pelas entidades que os representam.

Recuperação do mercado automotivo

No início de outubro, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou os resultados positivos da indústria automobilística. Nos dez primeiros meses deste ano, o licenciamento de veículos novos totalizou 2,10 milhões de unidades, volume 15,3% superior aos 1,82 milhão no mesmo período do ano passado. Somente em outubro, 254,7 mil unidades foram comercializadas, o que representa um crescimento de 19,4% sobre as 213,3 mil unidades vendidas no mês anterior e de 25,6% em comparação com as 202,9 mil vendidas em outubro de 2017. Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, o balanço mostra uma sólida recuperação do setor em 2018: “O número de vendas nos surpreendeu com uma média diária de mais de 11,5 mil unidades, o que garante a recuperação da indústria automotiva este ano em relação ao ano passado. Certamente fecharemos o ano com resultado bastante positivo e animador tanto para os fabricantes quanto para a cadeia como um todo.”

Gráfico 1 - Licenciamento total de autoveículos novos
Gráfico 1 – Licenciamento total de autoveículos novos

Em outubro foram produzidos 263,3 mil veículos, o que representou um aumento de 17,8% sobre os 223,4 mil produzidos em setembro e de 5,2% em relação aos 250,2 mil de outubro de 2017. O acumulado nos dez primeiros meses deste ano aponta um aumento de 9,9 %, com 2,45 milhões de unidades sobre os 2,23 milhões no mesmo período de 2017.

Exportações − O balanço mostra uma retração de 1,8% das exportações em outubro, com 38,7 mil unidades no mês em relação às 39,5 mil em setembro, e de 37,3% sobre as 61,8 mil unidades exportadas em outubro de 2017. Nos dez meses já transcorridos de 2018, a redução foi de 10,9%, com 563,0 mil veículos este ano e 631,8 mil no ano passado.

Tabela 1 - Projeções 2018
Tabela 1 – Projeções 2018

Caminhões e ônibus − No segmento de caminhões, as vendas atingiram 7,9 mil unidades, volume 17,7% superior às 6,7 mil unidades vendidas no mês anterior e 57% também superior às 5,0 mil unidades vendidas em setembro de 2017. O acumulado aponta um crescimento de 50,2%, com 60,7 mil unidades até outubro contra as 40,4 mil do ano passado. A produção no segmento ficou em 10,9 mil unidades em outubro, o que representa acréscimo de 19,1% se comparado com as 9,1 mil de setembro e de 31,8% frente as 8,2 mil de outubro do ano passado. No acumulado do ano, com 88,1 mil unidades, a elevação é de 30,6% sobre as 67,4 unidades produzidas no mesmo período de 2017.

Máquinas agrícolas e rodoviárias − As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias atingiram 5,0 mil unidades em outubro, volume 2,6% superior às 4,9 mil de vendidas em setembro e 35,3% sobre as 3,7 mil de outubro de 2017. No período de janeiro a outubro, as vendas de máquina cresceram 10,6%, com 39,6 mil unidades em 2018 e 35,8 mil em 2017. A produção terminou o mês com 7,4 mil máquinas em outubro, volume 28,9% superior às 5,8 mil produzidas em setembro e 72,1% sobre as 4,3 mil de outubro do passado. No acumulado do ano, foram produzidas 53,6 mil unidades, o que significou um aumento de 14,9% sobre as 46,6 mil máquinas produzidas no mesmo período de 2017.

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* vide tabela 1

Lenta recuperação na indústria de máquinas

O levantamento divulgado em outubro pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) indica que, no mês de setembro, a receita líquida totalizou R$ 7,09 bilhões, o que significou uma retração de 4,1% em relação ao mês imediatamente anterior, mas manteve a tendência de recuperação em relação ao ano passado, registrando um crescimento de 13,4% sobre o mês de setembro de 2017. O resultado acumulado nos nove primeiros meses do ano manteve a firme tendência de recuperação, totalizando R$ 57,63 bilhões, valor 7,4% ao do mesmo período de 2017. No entanto, com relação ao período pré-crise, quando a indústria de máquinas e equipamentos vendia, em média, R$ 11 bilhões por mês, ainda existe uma queda acumulada de 37%. A Abimaq estima que o último trimestre deste ano deverá ser de queda das vendas em relação ao terceiro trimestre, mais isso não deve impedir o setor de encerrar 2008 com um crescimento ao redor de 7% nas suas vendas em relação a 2017.

Exportações − As exportações de máquinas e equipamentos vêm registrando fortes oscilações nos últimos meses. No mês de setembro, após um crescimento de 43,5% no mês de agosto, as exportações registraram uma queda de 24,7% e de 9,4% em relação ao mês de setembro de 2017. Com este número, o crescimento acumulado em 2018 recuou um pouco e chegou a 10,9%, sendo que, até o mês de agosto, o setor acumulava um crescimento de 13,9%.

Tabela 2 - Resumo de Desempenho
Tabela 2 – Resumo de Desempenho

Os principais destinos das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos foram, pela ordem, América Latina, Estados Unidos e Europa. As exportações para América Latina e Mercosul registraram uma redução da ordem de 5,4% e 9,3% respectivamente, devido basicamente à redução das exportações à Argentina. No desempenho anual, a maior contribuição para o crescimento continua sendo do mercado norte-americano e dos países europeus, que ampliaram suas compras no Brasil em 50,6% e 30,8%, respectivamente, no período de janeiro a setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2017.

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*vide gráfico 2

Construção civil anda de lado

Em tempos de crise, ‘andar de lado’ é um resultado a se comemorar, já que a alternativa seria ‘andar para trás’. A consagrada expressão, colhida do modo de andar dos caranguejos e outros crustáceos, define bem o desempenho recente da construção civil, duramente atingida pela recessão generalizada que vem afetando a economia desde 2014. Grande mercado de aço e criadora de empregos, a construção civil, pelo seu efeito multiplicador, é um setor-chave em qualquer plano de recuperação da economia. A questão, porém, é como dar o ponta-pé inicial desse processo − e as entidades representativas do setor têm-se mobilizado nesse sentido.

No dia 31 de outubro, o deputado Onyx Lorenzoni, futuro chefe da Casa Civil, recebeu da indústria da construção um documento com sugestões para ações imediatas para uma rápida retomada da geração de empregos e o consequente reaquecimento da economia. Se forem realizadas, as medidas propostas têm o potencial de criar 1 milhão de empregos já no primeiro ano do novo governo. Entregue durante a reunião do Conselho de Administração da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), e com a presença de entidades da Coalizão pela Construção e de outros setores industriais, o documento trata da retomada de obras paralisadas, da melhoria nas condições do crédito imobiliário, da execução de um programa de concessões municipais e da aceleração do licenciamento ambiental. Um levantamento da entidade mostra que de 3 mil obras paradas no país, 671 estão em condições de ser retomadas com uma simples assinatura de contrato, por meio de empréstimos do FGTS às prefeituras.

Gráfico 2 - NUCI - Carteira de Pedidos
Gráfico 2 – NUCI – Carteira de Pedidos

O setor de construção civil está apostando na retomada do emprego como uma primeira ação importante e necessária do novo governo. “Acreditamos piamente que o nosso setor tem grande contribuição para isso. E também acreditamos no que está sendo proposto: que prevaleçam a livre iniciativa, a transparência e a competência. Combina com nossos paradigmas”, disse o presidente da CBIC, José Carlos Martins. Onyx Lorenzoni respondeu mencionando que o novo governo será pautado por novas relações com o setor privado. “Temos a chance rara de refundar o Brasil com os princípios e valores que norteiam a relação entre o setor público e o setor privado.”

Além do presidente da CBIC, estiveram presentes ao encontro dirigentes do Instituto Aço Brasil (IABr), do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), da Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos (Abimaq), Associação Brasileira da Indústria Téxtil e de Confecção (Abit), Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

 

 

TRUMPF aumenta vendas para 3,6 bilhões de euros

Grupo divulga dados preliminares do ano fiscal 2017/2018, com resultado global positivo tanto nas vendas (~15%) como na entrada de pedidos (~12%). Brasil registrou alta de 20% no faturamento e 30% na entrada de pedidos, mantendo a liderança no setor.

João Carlos Visetti
João Carlos Visetti

A subsidiária brasileira da TRUMPF encerrou o ano fiscal com faturamento de 116 milhões de reais e 130 milhões de reais na entrada de pedidos. Esses volumes representam aumento de 20% e 30%, respectivamente, frente ao ano anterior. As máquinas da divisão LT (Laser Technology) tiveram o melhor ano da sua história no País.”Mais de 35% das vendas totais foram voltadas para novas tecnologias”, afirma João C. Visetti, presidente da TRUMPF do Brasil. Segundo o executivo,a modernização da indústria automobilística, diretamente ligada a carros mais seguros e eficientes, contribuiu decisivamente para esta performance.

Visetti explica que carros mais eficientes e seguros demandam tecnologia laser, especialmente nos processos de hotforming e solda. “Nosso hotforming (tecnologia de conformação a quente) tem aplicação e serviços como nenhum outro; além disso, fizemos um bom trabalho em solda e desenvolvimento de integradores. O sucesso que obtivemos foi resultado de uma equipe diferenciada de aplicação e serviço, única no Brasil”, afirma.

O início do ano fiscal 2018/2019 traz um fator de insegurança muito grande, fomentado pela incerteza no cenário eleitoral, segundo Visetti. Qualquer que seja o futuro presidente da República será necessário abrir o País para a importação de tecnologia, segundo o diretor-presidente da TRUMPF, se quisermos ter, de fato, competitividade industrial: “O Brasil precisa abrir o mercado. Precisa importar tecnologia, para que as indústrias que têm vocação de serem competitivas, como o setor metalmecânico e a indústria de transformação, tenham acesso à tecnologia de ponta e possam entrar, efetivamente, na indústria 4.0, competindo em igualdade com o resto do mundo”.

CRESCIMENTO GLOBAL

O Grupo TRUMPF registrou aumento de vendas em torno de 15%, ao fim do ano fiscal 2017/18, encerrado no último dia 30 de junho. Dados preliminares apontam vendas totais de 3.6 bilhões de euros (3.1 bilhões de euros no ano fiscal 2016/17). A entrada de pedidos cresceu ao redor de 12%, chegando a 3.8 bilhões de euros (3.4 bilhões de euros no ano fiscal 2016/17). Do faturamento total, aproximadamente 400 milhões de euros foram investidos em pesquisa e desenvolvimento.

Alemanha foi o maior mercado individual, com vendas acima de 700 milhões de euros, seguido dos Estados Unidos e China, cada um com vendas ao redor de 500 milhões de euros. As vendas para clientes europeus também foram animadoras. Houve expansão ainda no negócio EUV (Extreme Ultra-High Violet), ligado à produção de processadores que permitirá a fabricação de chips ainda mais potentes, mais rápidos e com maior capacidade de memória.

No médio prazo, a TRUMPF estima vendas na casa dos seis dígitos para a área de manufatura aditiva. Esse também é o plano para os fornecedores das fábricas de chips. Todos os grandes fabricantes de chips já consideram que a tecnologia dos superchips com estruturas muito finas usando radiação EUV está amadurecida, o que animou a TRUMPF a se tornar parceira em um consórcio de tecnologia com a Zeiss e a ASML.

Nicola Leibinger-Kammüller - CEO da TRUMPF
Nicola Leibinger-Kammüller – CEO da TRUMPF

“Em muitos mercados, nós excedemos as metas, em quase todas as categorias de produtos. Nós registramos crescimento na tecnologia de manufatura aditiva – ou seja, em impressão 3D industrial – e no segmento de laser para microchip,” disse a CEO da TRUMPF, Nicola Leibinger-Kammüller.

FÁBRICAS NOVAS E MODERNAS

No último ano fiscal, o Grupo TRUMPF continuou investindo na conectividade digital e começou a otimizar seus processos em chapas metálicas, visando ter uma produção totalmente automatizada.

Grande parte dos investimentos foi, novamente, para a expansão de plantas, dentro e fora da Alemanha. A companhia ampliou a sede de Ditzingen com salas limpas especialmente para expandir sua capacidade de produção de alta tecnologia – lasers usados em litografia EUV para microchips. O Grupo investiu também em novos prédios para as fábricas de Teningen e Schramberg. A maior planta de produção do Grupo TRUMPF foi estabelecida na China. A maioria dos investimentos foi para locações na Alemanha. Investimentos significativos foram feitos também nas plantas dos Estados Unidos e na Ásia.

O número total de funcionários cresceu mais de 10%, chegando a 13.500. Destes, 6.700 estavam empregados na Alemanha, até 30 de Junho, com aproximadamente 3.900 trabalhando na sede de Ditzingen.

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FALECEU EM STUTTGART, ALEMANHA, O PROFESSOR BERTHOLD LEIBINGER, SÓCIO SÊNIOR E ACIONISTA DA TRUMPF

O antigo Presidente do Conselho de Administração edo Conselho de Supervisão da TRUMPF GmbH + Co. KG atuou, ao longo da vida, como empresário e patrono.

O professor Berthold Leibinger faleceu em 16 de outubro de 2018, após uma longa doença, em sua cidade natal, Stuttgart. Ele completaria 88 anos no dia 26 de novembro.

Depois de estudar engenharia mecânica em Stuttgart e passar dois anos nos EUA, Berthold Leibinger se juntou à ainda pequena fábrica de máquinas TRUMPF em 1961. Por suas inúmeras invenções, úteis aos interesses da empresa, ele recebeu como gratificação ações da companhia.Ele tornou-secoproprietário em 1966, ao mesmo tempo em que atuava como diretor administrativo.

Sob sua liderança, a TRUMPF tornou-se um dos principais fabricantes de máquinas-ferramenta do mundo. Como visionário, Leibinger reconheceu o potencial da ferramenta da luz, e é considerado um dos pioneiros do laser em aplicações industriais.

Em 2005, pai de três filhos, entregou a liderança do negócio da família para sua filha mais velha, Nicola Leibinger-Kammüller. Seu filho, Peter Leibinger é vice-presidente do Conselho de Administração do grupo. Sua filha, Regine Leibinger, trabalha como arquiteta em Berlim.

Além de seu trabalho para a TRUMPF, o professor Berthold Leibinger também ocupou vários cargos na economia alemã. Entre outros, ele era membro dos conselhos de supervisão do Deutsche Bank AG, da BMW AG e presidente do Conselho de Supervisão da BASF SE. Foi Presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Sttutgart e, de 1990 a 1992, Presidente da Associação Alemã da Indústria de Engenharia Mecânica ( VDMA). Leibinger esteve ainda envolvido em atividades culturais e sociais, entre ela como presidente do Círculo de Amigos do Arquivo Alemão de Literatura Marbach e Presidente do Conselho de Administração da Academia Internacional de Bach. Foi ainda membro da União Democrata Cristã da Alemanha (CDU).

A Fundação Berthold Leibinger, sem fins lucrativos, criada por ele em 1992, apoia financeiramente iniciativas culturais, científicas, religiosas e beneficentes. Desde o ano 2000, a Fundação promove o internacionalmente respeitado Prêmio Berthold Leibinger de Inovação, que contempla pesquisas com tecnologia laser aplicadaspara fins industriais, a cada dois anos.A Fundação promove também o prêmio anual Comic Book.

“Berthold Leibinger era um engenheiro e empresário apaixonado. Seu trabalho sempre foi focado no bem-estar das pessoas e da sociedade. Ele foi um grande modelo para todos nós”, diz Jürgen Hambrecht, Presidente do Conselho de Supervisão do Grupo TRUMPF.

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Grossl Adesivos, Colas e Selantes Industriais reforça Região Sul

Empresa catarinense planeja crescimento de 22% na região

A Grossl, empresa catarinense de soluções em abrasivos e adesivos, está ampliando sua área de atuação, com investimentos na região Sul do país. Buscando ampliar a produção para um mercado mais abrangente, a expectativa é de aumentar as vendas em 22% na região, com ênfase na comercialização de abrasivos, adesivos e selantes destinados aos segmentos de construção civil, metal mecânico, automotivo, indústria madeireira moveleira. Para alcançar esse objetivo, a empresa investiu na renovação do design da marca, na ampliação do número de representantes e além disso, vem buscando novas revendas na região.

A Grossl conta com 35 anos de história, e já possui ampla atuação na região Sul. Além da expectativa de crescimento em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, a empresa projeta também um incremento de 30% no faturamento para este ano. Os bons números condizem com o alto desempenho do setor moveleiro. De acordo com a pesquisa Desempenho do Mercado de Móveis, do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi), o segmento apresentou alta em praticamente todas as áreas – produção e emprego industrial, produtividade, varejo e exportação – no comparativo com 2016.

A produção de móveis no ano passado cresceu cerca de 4,6% em volume de itens fabricados e 11,2% em valores comercializados, com relação ao ano anterior. A empregabilidade na indústria moveleira também obteve números satisfatórios, chegando a 2,2% em 2017. Além disso, a produtividade média do setor evolui 5,7% na base anual.

“Temos uma extensa linha de produtos específicos para grandes indústrias e consumidores finais com atendimento por meio de revendas, como por exemplo, a linha exclusiva de colas e selantes da Titebond, marca distribuída exclusivamente pela Grossl no Brasil. Estamos muito otimistas em levar ainda mais novidades e inovações para a região Sul, tendo em vista o cenário otimista deste ano”, destaca o presidente da empresa, Jair Grossl.

Grossl

Fundada em 1982, em São Bento do Sul (SC), a Grossl oferece soluções completas em abrasivos e adesivos para as indústrias moveleira, madeireira, metal mecânico, automotiva, naval, couro e óptico.

Entre os principais produtos comercializados estão abrasivos, adesivos, colas, selantes, discos de corte, desbaste e esponjas abrasivas, limas rotativas, aplicadores manuais de Hot Melt, suporte para lixadeiras, entre outros acessórios e itens.

Os produtos de alta qualidade estão divididos em diferentes grandes marcas distribuídas exclusivamente pela Grossl, são elas: Titebond, Franklin International, Ekamant, Starcke e Horse.

Sustentabilidade avança no mercado de adesivos, colas e selantes industriais

Empresa catarinense utiliza práticas para diminuir o impacto no meio ambiente

As iniciativas relacionadas à sustentabilidade são um diferencial importante das empresas, pois o nível de exigência do consumidor vem aumentando a cada dia e demanda também cuidados com o meio ambiente. Por esse motivo, grandes indústrias estão aderindo a estratégias ambientais e investindo cada vez mais em produções de itens mais responsáveis e sustentáveis.

De acordo com uma pesquisa realizada pela UniEthos, cerca de 69% das empresas reconhecem que a inserção da sustentabilidade no planejamento estratégico é uma necessidade. Estudos apontam que, mais de 70% dos consumidores preferem marcas e produtos envolvidos em algum tipo de ação social, e que quanto menor for o impacto das linhas de produção sobre o meio ambiente, maior o valor da marca e do negócio perante o consumidor, mesmo ações pequenas se tornam um grande diferencial, além de contribuir para um planeta mais limpo e saudável para todos.

A Grossl, empresa catarinense de soluções em abrasivos e adesivos, é uma das indústrias que está atenta a esse movimento em prol do planeta. A empresa trabalha com fornecedores internacionais da América do Norte e Europa, áreas que já contam com programas de alto nível de comprometimento com desenvolvimento sustentável e que buscam se associar em parcerias com empresas que estejam no mesmo nível de conscientização. Pensando nisso, a Grossl possui ações voltadas à preservação do meio ambiente e ao bem-estar da comunidade em que está inserida, adotando procedimentos que visam ao alto nível de processos sustentáveis. Uma das principais ações da empresa é de redução do desperdício.

“A Grossl aposta em planejamento da produção, objetivando a melhor utilização das matérias primas e insumos, de maneira a reduzir a geração de sobras ou resíduos para descarte, sendo que os existentes são devidamente classificados e descartados de acordo com a orientação e normas dos órgãos ambientais”, destaca o vice-presidente, Sergio Luiz Jankowski.

EXAIR – Algumas Maneiras de Esfriar Seu Ar COMPRIMIDO

O tubo de vórtice deixa o ar frio pela mesma razão que uma lata de ar comprimido fica fria quando eu limpo meu teclado de computador, certo?

O tubo de vórtice deixa o ar frio pela mesma razão que uma lata de ar comprimido fica fria quando eu limpo meu teclado de computador, certo?

Essa é uma pergunta comum, e uma vez que ambos começam com ar comprimido e terminam com o ar mais frio, não é uma suposição errada. Mas a resposta é não; eles não são iguais. Ambos são fenômenos físicos curiosos, no entanto:

As latas de ar comprimido ficam frias quando elas estão descarregando por causa de um princípio termodinâmico conhecido como o efeito adiabático. Quando você pressionar um gás ao comprimi-lo em um recipiente, você está colocando todas essas moléculas em um volume menor de espaço…e você está adicionando energia potencial pela compressão. Então, quando você libera o gás de volta a pressão atmosférica, aquela energia tem que ir para algum lugar … por isso é emitida na forma de calor – a partir do ar no interior da lata, como a pressão dentro da lata diminui. Agora, o ar que não está sob tanta pressão como quando você apertou o botão na parte superior da lata vai começar a sair da lata muito em breve. Quer dizer, há tanto ar lá dentro, certo? Então, como a energia é desprendida imediatamente após a queda de pressão, quando ele sai da lata, está a uma temperatura mais baixa do que antes de começar a pulverizar.

Os tubos de vórtice, por outro lado, geram um fluxo de ar frio por um fenômeno completamente diferente da física chamado de Princípio de Tubo de Vórtice (Vortex):

Você pode obter muito mais ar frio – e uma temperatura muito mais baixa – a partir de um tubo de vórtice do que a partir de uma lata de ar comprimido.

Se você precisa de um fluxo seguro e confiável de ar frio, encontrou a solução com os Equipamentos de Resfriamento Exair. Nós temos 24 modelos de tubos de vórtices para escolher, assim como soluções para aplicações de resfriamento inovadoras como o Spot Cooler Ajustável, Mini Cooler, Sistemas Resfriadores de Painéis Cabinet Cooler. Para saber mais, entre em contato conosco.

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ALACERO Inaugura sua Nova Sede

Depois de quase seis décadas instalada na capital chilena, a Alacero tornou efetiva sua decisão estratégica de transferir sua sede a São Paulo

No dia 1º de outubro, a Alacero − Asociación Latinoamericana del Acero (Associação Latino-Americana do Aço) inaugurou sua nova sede, em São Paulo, considerada um hub da América Latina e o endereço operacional de alguns dos seus principais associados. Segundo o presidente da Alacero e CEO da ArcelorMittal Aços Longos América do Sul Central & Caribe, Jefferson de Paula, “ter nossa base em São Paulo é uma decisão estratégica em vários aspectos. É estar presente no principal mercado siderúrgico da região e em um centro industrial de classe mundial. Isso nos permitirá intensificar e fortalecer o relacionamento com toda nossa cadeia de valor”.

A inauguração da nova foi marcada pelo lançamento do relatório América Latina em cifras 2018, publicação que, dentre outros dados da indústria siderúrgica na região, ressalta os números robustos e as boas perspectivas o Brasil, apesar do atual quadro de incertezas. Sendo o maior produtor de aço bruto da região, com 53% da produção latino-americana, estima-se que o país vai fechar o ano com uma produção de 35 milhões de toneladas de aço bruto, 2% a mais que em 2017.

Panorama da siderurgia regional

Durante 2017, o mercado siderúrgico latino-americano começou a dar sinais de condições mais favoráveis para a recuperação produtiva e um moderado aumento nos preços. Embora ainda longe dos patamares ideais de crescimento, há otimismo com relação a uma recuperação mais consistente do PIB da região e, por consequência, da demanda de aço. A expectativa é de que 2018 seja encerrado com uma produção de aço bruto de cerca de 66 milhões de toneladas, o que significa uma alta de 3,2% em relação ao ano passado.

Mesmo com as dúvidas que predominam no cenário político nas principais economias da região, agravadas pelas crescentes tensões comerciais decorrentes da política de protecionismo comercial adotada pelos Estados Unidos e a forte crise financeira da Argentina, a América Latina tem se beneficiado com o crescimento econômico global e os altos níveis de preços das commodities. Segundo estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento do PIB da região em 2018 será de 1,2%, mantendo praticamente o mesmo ritmo do ano passado. Seria o segundo ano consecutivo de recuperação moderada desde o período recessivo de 2015-2016.

Para 2019, é esperado um crescimento de 2,1% na região, principalmente como resultado de recuperações econômicas mais consistentes no Brasil, México e Colômbia. Francisco Leal, que acaba de assumir a direção geral da Alacero, destaca a importância do setor. “Nós, da Alacero, acreditamos que a indústria siderúrgica é um dos pilares do desenvolvimento econômico e social da América Latina. Sabemos também que os níveis atuais de consumo de aço per capita no continente continuam bem abaixo da média mundial e que temos um longo caminho a trilhar na direção da mudança desse cenário”.

Para a Alacero, embora positivos, os dados econômicos da América Latina continuam muito tímidos quando comparados com o potencial da região. Em 2018, o consumo aparente de aço alcançará 68,5 milhões de toneladas (Mt), enquanto a produção de aços laminados alcançará 55,9 milhões, 1,3% e 5,6% maiores que em 2017, respectivamente. As previsões incluem um aumento no consumo mundial de 3,9% e 6,0% na China.

As importações de aço na região continuam sendo um dos principais problemas. As importações totais de aços laminados da América Latina atingirão 23,5 Mt, uma retração de 6% em relação a 2017, devido principalmente ao menor saldo exportador da China. No entanto, a participação das importações sobre o consumo permanece elevada, e estima-se que atinja 34% até o final de 2018. Essa situação ocorre e se agrava ano após ano, gerando desincentivos para a indústria local, atritos comerciais e ameaças de desemprego.Além disso, em muitos casos, esses produtos entram na região a preços de dumping, de países com economias “não-mercantis”, que subsidiam a produção de aço e fornecem facilidades financeiras, fora das diretrizes da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em 2017, a China exportou sete milhões de toneladas de aço para a região.

Desde 2015, os governos da região fortaleceram seus esforços para nivelar o campo de atuação, estabelecendo ações antidumping e de defesas comerciais, buscando assegurar a competitividade internacional do setor siderúrgico. Atualmente, a América Latina tem 66 ações de defesa comercial em vigor, sendo 44 delas contra a China.

Acesse: www.alacero.org

TABANO Investe em TECNOLOGIA de Ponta

O braço de medição tridimensional a laser adquirido pela Tabano Curvamento da Hexagon Tecnologia, vai ajudar a garantir a precisão no detalhamento das peças industriais e no design diferenciado no setor de móveis.

Maior precisão e produtividade são as principais vantagens que a Tabano Curvamento pretende colher da recente aquisição de um braço de medição tridimensional a laser da Hexagon, com o objetivo de manter seu compromisso de oferecer ao segmento industrial e moveleiro com qualidade superior. Instalado e em fase de treinamento operacional, o novo equipamento também já demonstrou seu diferencial, permitindo melhorar a qualidade pretendida nas estruturas tubulares utilizadas para a fabricação de peças, acessórios e dos móveis da Tabano, em um tempo menor do que com o método convencional. “Algumas peças podem ser medidas com um paquímetro ou trena, mas outras não.

Com esses instrumentos não é possível medir os tubos curvados que nós utilizamos em nossos produtos. Já o braço a laser da Hexagon deve nos ajudar muito a obter a qualidade que nós pretendemos alcançar, porque nós vamos ter uma precisão maior nas medidas”, explica Michelangelo Tabano – Diretor Geral. “Medir com esse equipamento é muito mais prático e rápido do que com os equipamentos convencionais. Só para ilustrar essa vantagem, enquanto negociávamos a compra do equipamento, nós contratamos uma empresa terceira para realizar um serviço de medição, mas após medir 14 peças, o técnico dessa empresa não conseguiu resolver o erro que vinha ocorrendo. Quando recebemos o primeiro treinamento com o equipamento NOVO, isso foi possível já na terceira peça.”

Segundo o diretor da Tabano Curvamento, o braço tridimensional é produzido nos Estados Unidos e tem um software desenvolvido na Alemanha. Um equipamento como esse implica um investimento elevado para uma empresa de médio porte, mas Michelangelo Tabano acredita que deverá ser compensado pelos bons resultados que planeja colher. “Nós já dispomos de máquinas modernas em nossa linha de produção e, agora, com esse braço de medição a laser teremos condições de garantir a qualidade que nosso clientes exigem, principalmente agora que estamos ampliando nossa carteira de clientes industriais e da linha automotiva”, diz Tabano.

A melhoria na produtividade da empresa vai também ao encontro do seu projeto de, num futuro próximo, passar a prestar serviços a terceiros. “Nós achamos que o novo equipamento não só atenderá às nossas necessidades de produção, como também terá uma certa ociosidade que nos permitirá prestar esses serviços a empresas que não dispõem de um equipamento tão avançado, na medição de peças complexas”, completa Michelangelo Tabano.

Trina Solar expande negócios no Brasil ampliando parcerias e preparando o terreno para a Trina 3.0

A Trina Solar, líder mundial no fornecimento de soluções em energia solar que atua há apenas um ano no Brasil, participou da maior feira de negócios em energia do Brasil, a Intersolar, realizada em São Paulo.

O diretor geral para a América Latina e Região do Caribe da Trina Solar, Álvaro García-Maltrás, falou sobre o mercado de energia solar e o crescimento  vertiginoso do setor no mundo enquanto os preços dos painéis solares vêm baixando a cada dia ( Dados de Bloomberg FInance) .

80% dos negócios da companhia chinesa são derivados da venda de painéis fotovoltaicos e 20% de plantas fotovoltaicas (FV).    Hoje a Trina Solar tem  10% do marketshare global de fornecimento de soluções de energia solar sendo que seus produtos estão   em mais de 100 países e regiões. “A companhia também vem apostando cada vez mais  em IoT no setor de energia solar e lançou recentemente a  “Trina Era 3.0: Líder Global de Energia na Internet das Coisas”, que terá impacto na indústria energética nas próximas duas décadas. “Esse processo já está em andamento ”, disse.

O diretor geral também falou sobre os planos para o mercado brasileiro. Segundo García-Maltrás, a Trina Solar vai expandir suas atividades no  mercado brasileiro que caminha para uma maturidade que permite pensar em investimentos a longo prazo.

“ Temos uma presença forte na América Latina. Nosso plano é expandir de um dígito de penetração para dois em breve. Aqui, no Brasil, estamos operando desde 2017, finalizando nossa rede de distribuidores e nos preparando para participar cada vez mais com nossas soluções”, explicou.

García-Maltrás também disse que a empresa estuda participar de leilões no Brasil. “Os leilões são uma atividade muito boa pois atraem a atenção de investidores internacionais. Estamos desenvolvendo nossa rede de distribuidores no país para poder contar com um time que atenda cada vez melhor os nossos clientes e faça frente às nossas necessidades de expansão”

O estande da Trina Solar trouxe o conceito de Provedor de Soluções e mostrou os painéis solares DUOMAX, SPLITMAX and TALLMAX. Andrea Perez de Ramer, Diretora de Marketing e Comunicações para a América Latina explicou que a diferenciação da Trina está na inovação de suas soluções.  “A Trina, disse ela, tem 802 patentes registradas e estabeleceu 74 normas internacionais além de estar na liderança da Internet das Coisas para a energia com a Era Trina 3.0.

Emissão zero de carbono — Relatório de Responsabilidade Social Corporativa

 A Trina Solar também divulgou recentemente o seu Relatório de Sustentabilidade Social Corporativa, de 2017. Os relatórios são divulgados desde 2011, seguindo as diretrizes e os padrões do relatório de sustentabilidade da GRI (Global Reporting Initiative) — o primeiro e o mais utilizado pelas corporações do mundo todo.

O relatório traz as ideias, as estratégias e as práticas concretas da empresa estabelecidas para as fábricas e as unidades de negócios que estão sob o seu gerenciamento global, cobrindo as áreas de governança e desenvolvimento, questões relacionadas ao planeta, cadeia de fornecedores, colaboradores e as contribuições em Educação, doações e voluntariado.

A Trina Solar também apoia e toma medidas para atingir os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) das Nações Unidas. Desde 2016, registra emissões zero de carbono em suas operações na China e o consumo de eletricidade por MW na produção de módulos em 2017 foi reduzida em 20,8%, comparado com 2012. Além disso, em 2016 e 2017, as usinas solares da empresa na China contribuíram com 1,1 bilhão de kWh adicionais de energia limpa para o mundo, reduzindo a emissão de CO2 em aproximadamente em 900.000 toneladas.

Durante 4 anos consecutivos – de 2014 a 2017 – a Trina Solar coletou um total de 12 milhões de toneladas de efluentes industriais e tratou e reutilizou 7,6 milhões de toneladas de água nova (ou água reciclada) que poderiam atender ao consumo anual de água para 41.500 residências na China.

No acumulado de módulos transportados, a empresa registrou 32GW, o que a torna a líder global no seu segmento — somente no ano passado, foram 9GW. A Trina Solar possui mais de 14.660 colaboradores no mundo todo.

Sobre a Trina Solar Limited

A Trina Solar é líder global no fornecimento de soluções para energia solar. Fundada em 1997 como integradora de sistemas fotovoltaicos, a Trina Solar gera energia inteligente junto com instaladores, distribuidores, provedores de serviços e desenvolvedores do mundo todo. A posição de liderança no setor está baseada na excelência em inovação, na qualidade superior de seus produtos, nas capacidades   verticais integradas e no compromisso com  a responsabilidade ambiental.

Para mais informações, visite www.trinasolar.com

 

Yorgos Ambiental apresenta solução exclusiva para segurança da indústria 4.0

Empresa desenvolveu um painel de automação para monitorar todos os detectores fixo de gás da planta

Atenta às mudanças da indústria, a Yorgos Ambiental, empresa especializada em projetos de detecção de gás, apresentando pela primeira vez um painel de monitoramento de detectores de gás, que traz mais segurança para as plantas brasileiras.

O painel tem como principal função concentrar em uma única tela o monitoramento de todos os detectores fixos instalados em pontos críticos na unidade. Esse monitoramento é imprescindível para segurança dos trabalhadores, que estão sujeitos a possíveis vazamentos.

A solução é totalmente personalizada e focada na conectividade. Mesmo distante da unidade, as pessoas responsáveis podem acessar as informações de como o sistema de detecção de gases está operando em tempo real. Em caso de alarme de vazamento, é possível emitir SMS, E-mails, acessar, via internet, todas as funções disponíveis no equipamento remotamente.

No local onde o painel está instalado é possível trabalhar com inúmeros alarmes, inclusive com mensagens de voz programadas, com as devidas ações que devem ser tomadas de acordo com cada situação. Assim é possível orientar os colaboradores expostos a realizar as manobras de segurança de acordo com os procedimentos de cada cliente.

O sistema ainda permite automações que acionam dispositivos de segurança instalados no maquinário e no processo, graças a inserção da planta da unidade no painel com os pontos exatos de localização dos detectores fixos, facilitando a ação de resposta e emergência.

“Nossa equipe criou essa solução para atender às necessidades dessa indústria moderna e inovadora que está se transformando no Brasil. Sabemos que a automação e a segurança são fatores fundamentais para o sucesso de uma indústria 4.0”, reforça Ricardo Yorgos, diretor da Yorgos Ambiental e um dos maiores especialistas em gás do país.

Por meio do painel é possível prevenir acidentes dentro das indústrias, principalmente aquelas ligadas aos segmentos de Petróleo e Gás, Frigorífico, Agropecuário e Siderúrgico.

Acidentes no trabalho envolvendo vazamento de gás

Infelizmente os acidentes de trabalho envolvendo o vazamento de gás em companhias brasileiras ainda é frequente e perigoso. Um dos setores que mais sofre com esse tipo de problema são os frigoríficos, que utilizam a amônia como componente principal de resfriamento do ambiente.

Devido a toxicidade do gás, quando existe vazamento de amônia deve-se esvaziar o ambiente imediatamente. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o volume de acidentes envolvendo inalação de substância tóxica vem caindo, mas ainda é preocupante. Em 2016, foram registrados 14.979 acidentes em frigoríficos, com 37 óbitos. Desse total, 87 acidentes foram causados por inalação de substância cáustica, tóxica ou nociva.

Mas, não é apenas a indústria de frigoríficos que sofre com acidentes envolvendo inalação de gás, a agroindústria também enfrenta problemas, principalmente envolvendo a manutenção dos silos de grãos. Segundo levantamento da rede notícias BBC, o estado que registrou mais ocorrências envolvendo esses espaços confinados foi Mato Grosso, com 28 acidentes, seguido do Paraná com 20 registros de mortes. O volume foi tão alto que despertou o olhar do Ministério Público do Trabalho paranaense, que ameaça entrar com ação civil pública, caso as empresas não se adequem a NR 33, legislação que rege a segurança do trabalho em espaços confinados.

Treinamento Gratuito

Para ensinar como lidar com os gases em espaços confinados, a Yorgos Ambiental ministra periodicamente workshops e treinamentos gratuitos para ensinar técnicos de segurança do trabalho e gestores de plantas industriais a lidar com a presença de gases tóxicos e inflamáveis. Esses eventos têm como principal objetivo aprofundar os conhecimentos sobre detecção de gases e técnicas de monitoramento para dar as pessoas envolvidas um conhecimento mais aprofundado sobre o risco trazendo mais segurança nas tarefas diárias.

“Para cada gás é preciso uma medida diferente, cada gás possui uma identidade que deve ser conhecida para medidas corretas de segurança”, explica Ricardo. É ele quem ministra esses treinamentos pessoalmente, oferecendo certificados aos participantes.

Para maiores informações acesse: www.yorgos.com.br

Nacional de Grafite expõe seu produto Supergraf

O Supergraf, carburante fabricado a partir do grafite natural cristalino, é o destaque da Nacional de Grafite em seu estande da Metalurgia. É um produto especialmente desenvolvido para adição de carbono em aço e ferro fundido e está disponível em diversos perfis granulométricos e com diferentes teores de concentração de carbono. O teor de carbono do Supergraf é controlado e monitorado na linha de produção, garantindo as exigências da aplicação e os baixíssimos níveis de impurezas. Por não absorver umidade, possibilita a armazenagem por longos períodos, desde que alocado em estrados e protegido da umidade.

O Supergraf diferencia-se pela rápida capacidade de absorção, alta concentração de carbono, baixíssimo teor de enxofre, nitrogênio e outras impurezas, é resistente a oxidação e a produtos químicos. Tem a vantagem de não ser um subproduto proveniente de outros processos, não causa danos ao meio ambiente ou riscos à saúde e não oferece riscos de explosão. É distribuído em embalagens seguras e adequadas, por meio de paletes em sacos de 25kg ou big bags. É utilizado principalmente em ferro cinzento, nodular, branco, maleável e vermicular, cored wire (tubo recheado), aços especiais, pastilhas e sapatas de freio.

A Nacional de Grafite é uma empresa brasileira, fundada em 1939, que concentra suas atividades na mineração e no beneficiamento do grafite natural cristalino de alta qualidade. Em suas três plantas, todas localizadas próximas a importantes jazidas, no estado de Minas Gerais, gera cerca de 70.000 toneladas anuais de grafite de diferentes características. Todos os processos, desde a prospecção do minério até a entrega do produto final, são certificados pela ISO 9001. Os produtos da Nacional de Grafite são comercializados nos cinco continentes diretamente pela empresa ou por meio de distribuidores, com presença em diversas aplicações na indústria mundial. Na unidade de Itapecerica, Minas Gerais, a Nacional de Grafite conta com um moderno centro de pesquisa e desenvolvimento, operado por uma equipe de profissionais altamente qualificada, onde novos produtos e processos são desenvolvidos, sempre em sintonia com as necessidades do mercado.

Acesse: www.supergraf.com.br