sexta-feira, abril 3, 2026
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Cobertura garante conforto térmico e economiza até 70% em estrutura

Solução TermoRoof, da Dânica, tem a maior largura útil do mercado e é ideal para projetos de construção civil e arquitetura que buscam sustentabilidade, economia e vida útil prolongada

Joinville, setembro de 2022 – A Dânica, fabricante de soluções modulares termoisolantes para projetos de arquitetura e construção civil comercial, industrial e residencial, apresenta a cobertura TermoRoof. O produto tem a maior largura útil do mercado, permitindo uma economia de até 70% em estrutura. A camada superior é feita em aço galvalume pintado, com núcleo termoisolante em PUR. A face inferior vem em duas opções: revestimento em filme de polietileno ou galvalume, e  dispensa o uso de forro. 

O TermoRoof ainda é resistente a choques, pequenos impactos e intempéries, além de oferecer excelente estanqueidade (fixação pelos trapézios fora da linha da água). A solução é de fácil instalação e atende às demandas de edificações industriais, comerciais e residências, garantindo segurança e conforto térmico. 

“O TermoRoof é uma solução que economiza tempo, evita gastos desnecessários e garante um canteiro de obras limpo, sem desperdícios”, ressalta Pedro Echegaray, CEO da Dânica. “Ele faz parte da nossa estratégia de oferecer ao mercado produtos inovadores que aliam qualidade, segurança e sustentabilidade”, conclui. 

A companhia segue com seu processo de recuperação, com excelente desempenho no primeiro semestre de 2022, dando continuidade aos bons resultados de 2021. No ano passado, teve um crescimento de 10% em receita e uma geração de caixa operacional (Ebitda) de 21,7 milhões de reais, algo que não acontecia nos últimos 4 anos.

Sobre a Dânica

Com 43 anos de experiência no mercado latino-americano, a Dânica é reconhecida como principal referência em soluções completas de sistemas termoisolantes para construção civil e arquitetura. É remanescente de uma divisão da Tupy para fabricação de isopor. Na década de 1970, começou a construção de grandes câmaras frigoríficas, desenvolvidas principalmente depois da compra de tecnologia para fabricação de termoisolantes. Em 1998, a marca foi consolidada. Atualmente, com fábricas em Aparecida do Taboado (MS), Toluca (México) e sede administrativa em Joinville (SC), a empresa gera 250 empregos diretos e mais de 100 empregos indiretos. Saiba mais em: www.danica.com.br

CONTATOS IMPRENSA – Engaje! Comunicação 

Jair Morellojair.morello@engajecomunicacao.com (55) 47 99172.3140

Graziele Marronatograziele.marronato@engajecomunicacao.com (55) 11 95312.3316

Especialista ressalta importância de nova mentalidade sobre hiperautomação nas empresas

Fundador de companhia com unidades no Brasil e nos Estados Unidos diz que hiperautomação não é bicho-papão: pequenas e médias empresas podem e devem fazer, e algumas até já fazem

Se automação de processos (o uso de robotização e inteligência artificial) pode soar algo caro, distante, para pequenas e médias empresas, um novo conceito em voga, o da hiperautomação, tende a parecer inacessível para elas. Mas não é. Na verdade, não raro a hiperautomação está presente em empreendimentos menores. O que falta é incorporar esse entendimento e implementar ações de maneira estratégica.

A avaliação é do pós-graduado em Tecnologia da Informação (TI) e em Análise e Projetos de Sistemas Emauri Gomes Gaspar Junior, que acumula experiência de mais de 25 anos na área. Investidor em empresas de Tecnologia e Cofundador da Run2biz, fabricante de software com unidade nos Estados Unidos e desenvolvedora de soluções em gestão de serviços de TI para empresas, Emauri Gaspar defende a simplificação do conceito e a importância de se construir uma nova mentalidade sobre o assunto.

“Podemos definir ‘hiperautomação’ como o uso de um conjunto de tecnologias combináveis, voltadas a eliminar, ou minimizar, o trabalho manual. Com isso, acelerando e intensificando tarefas, e diminuindo o risco de erros”, define o especialista. “E a hiperautomação não é algo caro, absurdo, inacessível a pequenas e médias empresas”, acrescenta.

Para Emauri Gaspar, o que precisa haver é a compreensão de que gastar com boas tecnologias deve ser entendido como investimento que dá resultados. Assim, para pequenas e médias empresas, que dispõem de menor potencial de aportes, o recomendável é partir para a hiperautomação de forma estratégica e, gradativamente, por etapas.

Emauri Gaspar, Co-Founder da Run2biz

“Não é de uma hora para outra. É aos poucos. Identificar aquelas tarefas prioritárias, que podem ter sua execução manual ou operacional substituídas para serem incrementadas por soluções em robotização e inteligência artificial. Ir combinando as tecnologias, as soluções, de acordo com as necessidades imediatas”, afirma.

O passo seguinte na estratégia de se tornar um empreendimento hiperautomatizado é aplicar o retorno do investimento inicial na hiperautomação de uma outra tarefa ou setor dentro do negócio. “Então, o pequeno empresário investe numa primeira etapa, alcança resultados, e com esses resultados investe mais”, orienta o especialista.

Com a hiperautomação implementada, o pequeno e médio empresário pode direcionar os funcionários encarregados das antigas tarefas burocráticas, manuais ou repetitivas, para atribuições estratégicas. “Por exemplo, um colaborador deixar de ter o tempo tomado por essas tarefas ‘chatas’ e poder se dedicar à fidelização de clientes por contatos diretos e personalizados”, ilustra Emauri Gaspar.

Outro ponto a ser ressaltado, sublinha o executivo: a incorporação de tecnologias combináveis não demanda a presença de programadores, experts em TI. “Exceto para grandes corporações, com atuação e negócios muito específicos, as ferramentas costumam ser adaptáveis a empresas diferentes.” Além disso, muitas ferramentas geralmente têm funcionamento autoexplicativo.

Na prática, aponta o fundador e sócio da Run2biz, muitos pequenos negócios já lidam com certo grau de hiperautomação. Por exemplo, quando usam pacotes de software baseados em nuvem, que fazem integração de dados e operações. Os chamados SaaS (Software como Serviço), já bastante recorrentes, representam esse passo rumo à hiperautomação.

“Antes de mais nada, é preciso romper com a cultura de que investir em tecnologia da informação em uma empresa menor é ‘gastar demais’, ou seja, representa uma grande despesa. Não. É preciso mudar o olhar, como um investimento que diminui tarefas repetitivas, diminui erros e reduz o tempo das atividades que fazem a empresa funcionar. Ou seja, tem retorno”, sintetiza Emauri Gaspar.

Saiba mais sobre a Run2biz

A Run2biz é especialista em oferecer a empresas de variados portes e segmentos a melhora de ganhos em gestão, eficiência e produtividade, bem como na solução de problemas que poderiam ser evitados. Se o objetivo é fazer com que o futuro seja o agora, o portfólio de produtos digitais contido na plataforma 4Biz (que é desenvolvida pela Run2biz) vai ajudar a jornada de Transformação Digital da sua empresa.

Conheça mais em: run2biz.com

 

Decreto reduz IPI da Zona Franca de Manaus, mas mantém insegurança jurídica na região

Por Fábio Bernardo

O Governo Federal publicou no dia 24/08/2022 o Decreto nº 11.182/2022, elevando as alíquotas de IPI de 109 produtos, com objetivo de atender à decisão do STF de preservar a Zona Franca de Manaus, mas a insegurança jurídica ainda parece não ter acabado.

O imbróglio em torno da desoneração do IPI começou com uma redução linear de 25% na alíquota do imposto promovida pelo Governo Federal no início do ano. No mês de maio, essa redução foi aumentada para 35%, sendo excepcionados apenas alguns produtos produzidos na Zona Franca de Manaus e somente em relação à redução adicional de 10%.

Essa desoneração tributária motivou o ajuizamento de uma ação direta de inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal por parte do Partido Solidariedade. As alegações eram de que a redução do IPI prejudicava as empresas que se instalaram na Zona Franca de Manaus.

A Zona Franca foi criada com o objetivo de desenvolver a região norte do País e as empresas que investem naquele polo industrial obterem diversos benefícios fiscais. Nesse contexto, a alegação que foi feita ao STF era de que uma desoneração geral do IPI faria com que empresas, de todo o país, tivessem benefícios fiscais sem terem investido na Zona Franca.

O Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, ao analisar a ação direta de inconstitucionalidade, concedeu uma medida cautelar suspendendo a redução do IPI para todos os produtos dos concorrentes de empresas instaladas na Zona Franca – ou  seja, empresas instaladas nas demais localidades do País que comercializem produtos fabricados na Zona Franca de Manaus não poderiam se beneficiar da redução do imposto.

A decisão do STF, proferida em maio desse ano, causou uma enorme insegurança jurídica, pois não há uma lista oficial e exaustiva de produtos fabricados na Zona Franca de Manaus em relação aos quais não se aplicaria a redução do IPI.

Para que a decisão pudesse ser cumprida, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) enviou várias listas de produtos fabricados na Zona Franca ao Ministério da Economia e, desde então, o Governo vem analisando e filtrando cada uma delas para tentar se adequar à decisão do STF.

Por meio da Nota Técnica SEI nº 22223/2022/ME, o Ministério da Economia sugeriu que fossem restabelecidas as alíquotas cheias de aproximadamente 60 produtos, que seriam responsáveis por 95% do faturamento das empresas estabelecidas na Zona Franca.

Com base nessa nota técnica, foi editado o Decreto 11.158/2022, restabelecendo a alíquota normal de 61 produtos. A intenção do Governo era de cumprir a decisão do STF, entretanto, foi proferida uma nova decisão pela Corte Suprema, suspendendo os efeitos do Decreto 11.158/2022, pois ele ainda estaria prejudicando a Zona Franca de Manaus.

Em agosto desse ano, foi publicado um novo Decreto (nº 11.182/2022), também com o objetivo de cumprir a decisão, restabelecendo a alíquota de mais 109 produtos. O discurso do Governo é que agora há uma efetiva proteção à competitividade da Zona Franca de Manaus, pois foi alcançado um total de 170 produtos com alíquotas restabelecidas.

O fato é que a decisão do STF de suspensão dos decretos presidenciais ainda está válida e não há segurança jurídica para afirmar quais são produtos produzidos na Zona Franca, em relação à aplicação da alíquota do IPI normal ou reduzida. As listas da SUFRAMA englobam mais de 2 mil produtos e só foram restabelecidas as alíquotas de 170 até o momento.

Ao mesmo tempo em que há argumentos para os contribuintes considerarem que apenas esses 170 produtos são produzidos na Zona Franca, pois o próprio Ministério da Economia assim está considerando, há uma lista muito maior da SUFRAMA e enquanto não for revogada a decisão do STF, há um risco de, no futuro, ser questionado o uso da alíquota reduzida.

Diante dessa situação de insegurança, cabe a cada contribuinte avaliar junto a uma consultoria jurídica especializada qual postura deve adotar quanto à redução do IPI, mapeando todos os cenários possíveis e seus respectivos riscos, pois a controvérsia em torno dessa questão parece não ter terminado.

Fábio Bernardo é advogado da área tributária do Marcos Martins Advogados.

Sobre o Marcos Martins Advogados: https://www.marcosmartins.adv.br

Fundado em 1983, o escritório Marcos Martins Advogados é altamente conceituado nas áreas de Direito Societário, Tributário, Trabalhista e Empresarial. Pautado em valores como o comprometimento, ética, integridade, transparência, responsabilidade e constante especialização e aperfeiçoamento de seus profissionais, o escritório se posiciona como um verdadeiro parceiro de seus clientes.

Tecnologias para rolamentos no setor de celulose e papel são temas de webinar gratuito

Especialista da NSK Brasil apresentará pontos importantes para utilização e manutenção das peças que resultam em maior vida útil e economia

Máquinas paradas no setor industrial significam perda de produtividade. No setor de celulose e papel, um dos mais expressivos da economia, os rolamentos são fundamentais para as operações. No dia 27 de setembro, às 09h, foi realizado um webinar gratuito apresentado por especialistas da NSK que teve foco no funcionamento ideal das peças para aumento da vida útil e, consequentemente, maior economia.

O treinamento “Tecnologias NSK voltadas ao segmento de Celulose & Papel”, foi direcionado para profissionais da área e os temas abordados forão sobre formação, prensas, secagem, calandras, enroladeira e rebobinadeira, entre outros.

Cenário do segmento celulose e papel

Entre tantas aplicações da celulose, a produção do papel ainda é maior e mais conhecida. Atualmente 100% da produção de papel e celulose no Brasil emprega matéria-prima de áreas de reflorestamento, o que mantém o Brasil como um dos grandes produtores mundiais de derivados de celulose. Em 2020, o Brasil liderou o ranking mundial, ao exportar mais de 15 milhões de toneladas de celulose, o que o torna um grande fornecedor global desse insumo. O país exporta cerca de 70% de sua produção.

Fontes do IBÁ – Indústria Brasileira de Árvores (2021), e FAO, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (2021), apontam que o Brasil se manteve como segundo maior produtor mundial, atingindo 21,0 milhões de toneladas fabricadas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. O Brasil é reconhecido pela qualidade e origem sustentável e certificada da sua celulose, o que contribuiu para manter a indústria nacional como uma grande referência no mundo.

Para participar do webinar, basta acessar o Link: Event Lobby (EVENT: 3846407) (on24.com)

Sobre a NSK

A NSK é uma das líderes mundiais na fabricação de rolamentos, tecnologia linear e sistemas de direção. Da indústria ao setor automotivo, suas dezenas de soluções, peças e serviços fazem parte do dia a dia das pessoas. A empresa está no Brasil desde a década de 70, com fábrica instalada na cidade de Suzano, em São Paulo, e atende diferentes mercados com qualidade comprovada pelas certificações ISO 9001, ISO/TS 16949 e ISO 14001. Globalmente, soma mais de um século de existência, 64 fábricas em 13 países, 16 Centros Tecnológicos, sendo um deles localizado no Brasil, 118 escritórios de vendas em 30 países e um total de 30,7 funcionários. Saiba mais em www.nsk.com.br.

Serviço

Treinamento: “Tecnologias NSK voltadas ao segmento de Celulose & Papel”

Data: 27 de setembro, 2022

Hora: 09:00 Brasília

Duração: 2 horas

Descrição do palestrante: Eng. Daniel Vieira de Almeida, Engenheiro Mecânico – FAAP 2002, Pós graduado em Administração Financeira/Gestão Empresarial – Oswaldo Cruz 2004 e MBA em Gestão empresarial/Controladoria – Oswaldo Cruz 2010 e Especialização em Marketing Pleno – MADIA 2013. Com 12 anos de experiência no ramo de Rolamentos com suporte e atuação nos principais fabricantes de papel, celulose e embalagens. Atualmente é Supervisor do Departamento de Engenharia de Aplicação e Serviços da NSK.

Quando passar da negociação para a precificação?

Saiba em que momento falar de preço com o cliente

Artigo por Beatriz Machnick*

A etapa da negociação exige inúmeras técnicas de persuasão em que é preciso demonstrar grande confiança e segurança do negócio oferecido. Quando se fala do setor de serviços, isso é ainda mais premente.

Trata-se de uma área em que é preciso mostrar que se conhece os mecanismos do segmento como ninguém, dominando todas as suas nuances. Além do conhecimento a fundo, é impossível negar que negociação também é a arte de vender o peixe. Mas isso não nos exime de demonstrar resultados por meio de indicadores gráficos, pois essa é uma ferramenta importante para comprovar o seu discurso.

De posse de todos esses instrumentos e realizada toda a negociação com o cliente que se deseja encantar, só se passa para a etapa da precificação, ou seja, “dar seu preço”, quando se tem certeza de que o cliente já “comprou” o serviço. E como saber se está na hora? Com o tempo, você irá saber a partir do feeling de vendedor e bom empresário…

Na hora de calcular o preço, é preciso lançar mão de vários recursos. A sua formação nunca vem de um “achismo”, e sim está baseada em técnicas. Vamos ver como?

Como calcular o preço do seu serviço

O preço não é ponto de partida de uma negociação, mas, sim, uma consequência natural dela. Juntamente com ele, é preciso fornecer uma rentabilidade esperada ao cliente, e com esse dado ele se sentirá muito mais confortável de investir. Primeiro, é preciso aprender a estruturar o fluxo de caixa, realizar a apuração de lucro e organizar um planejamento financeiro. Outro ponto importante é calcular o tempo alocado a cada tarefa e cada cliente, como indicador de seu esforço despendido.

Além disso, é preciso compilar todas essas informações de forma adequada e compreensível, para comprovar ao cliente a relação entre o que é cobrado e o que é entregue.

Estudei muito sobre a percepção do cliente em relação ao preço que oferecemos no setor de serviços. Antes de chegar à etapa de realmente enviar uma proposta ou sugerir o valor dos honorários, precisamos trabalhar, por meio da nossa comunicação, nos diferenciais que temos como profissional e como negócio. São estes diferenciais que elevam a percepção do consumidor positivamente quando ele validar o preço.

Você precisar listar ao menos três diferenciais do seu negócio que devem estar na ponta da língua. Algumas perguntas que gosto de fazer em minhas palestras são: você se contrataria? Você contrataria o seu escritório? Você está oferecendo um diferencial? Essas respostas são essenciais, porque só nós sabemos se a entrega realmente está sendo 100% e o melhor que podemos dar aos nossos clientes.

E tudo isso só funciona se você tiver em mente um propósito: nunca desista dos seus sonhos e valorize cada passo dado.

*Beatriz Machnick é professora, contadora, especialista em Controladoria e Finanças, mestre em Governança e Sustentabilidade. CEO e fundadora da BM Finance Group com sede em Curitiba e presença em 23 estados do Brasil. Pioneira da metodologia de Formação de Preços na Advocacia com a tríade dos livros de gestão na advocacia: Gestão Financeira na Advocacia – Teoria e Prática (2020), Valorização dos Honorários Advocatícios – O Fortalecimento da Advocacia através da Gestão (2016) e Honorários Advocatícios – Diretrizes e Estratégias na Formação de Preços para Consultivo e Contencioso (2014). Professora na Escola Superior da Advocacia e na Ordem dos Advogados do Brasil.

Exposibram recebe palestra da Mineração Usiminas sobre tecnologias de disposição de rejeitos

A edição de 2022 da Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (EXPOSIBRAM) movimentou o Expominas, em Belo Horizonte, na última semana. Além de ser, por mais um ano, patrocinadora do evento, a Mineração Usiminas também marcou presença, na quarta-feira, 14/9, com a palestra do gerente de Geologia e Planejamento de Lavra, Frederico do Carmo.

O gestor integrou o painel ‘Tecnologias de disposição de rejeitos – Empilhamento de rejeitos desaguados’, onde teve a oportunidade de apresentar para todos os participantes presentes como a companhia faz a gestão deste processo e os resultados já alcançados.

“É importante participarmos desse tipo de seminário para demonstrar e debater de forma técnica e coletiva os desafios e avanços na atividade minerária. As tecnologias que a Mineração Usiminas vem adotando para desaguar e dispor o rejeito gerado na produção  tem gerado resultados positivos que nos permitem colaborar com outras mineradoras que estão buscando alternativas. Além disso, essas ações reforçam o nosso compromisso com a segurança e sustentabilidade das operações”, afirmou o gerente de Geologia e Planejamento de Lavra.

Andréa Guimarães
Relações com a Mídia Usiminas
– LVBA Comunicação (31) 99975-1377

TRUMPF lança TruLaser 3080 fiber para corte de chapas extragrandes

A nova máquina TruLaser 3080 fiber foi particularmente projetada para cortar peças extragrandes (8,0X2,5 metros) e pesadas, graças à sua mesa de trabalho robusta, capaz de suportar até 7.850 Kg.

 A TruLaser 3080 fiber da TRUMPF corta chapas de até 8 metros de comprimento por 2,5 metros de largura e é particularmente apta para cortar peças grandes e pesadas de até 7.850Kg. Essa característica faz dela a máquina ideal para cortar componentes de  implementos rodoviários, como carrocerias e reboques para caminhões ou guindastes, além de implementos agrícolas e ferroviários

“A TRUMPF, mais uma vez atendendo as necessidades dos seus clientes, apresenta uma solução que realmente oferece uma vantagem competitiva para esse nicho de mercado”, afirma João C. Visetti., CEO da TRUMPF Brasil. Uma unidade desta máquina já foi vendida no Brasil, devendo chegar em meados de 2023.

Maior flexibilidade e produtividade

A TruLaser 3080 fiber vem com cabeçote universal, o que permite cortar chapas finas e grossas com a mesma qualidade e precisão.

É uma máquina extremamente flexível e dinâmica, possui um recurso que identifica de forma inteligente o tamanho e as posições das chapas na hora da produção, vem com um trocador automático de paletes, que insere automaticamente a nova mesa de trabalho assim que o laser completa sua primeira passagem de corte. Isso resulta em uma área de corte total de 40m² permitindo que a máquina corte peças por várias horas, sem a interferência de um operador.

Nanojuntas: reduzem o desperdício de material e aumentam a segurança no processo

A TruLaser 3080 fiber vem equipada de fábrica com a nova tecnologia “nanojuntas”, exclusiva da TRUMPF, que cria pontos de fixação entre peça e chapa sem deixar grandes marcas ou a necessidade de retrabalho. Além disso, essa tecnologia permite usar corte comum entre as peças em toda a extensão da chapa, reduzindo o desperdício de material e tempo de corte. Outro benefício das nanojuntas é que elas tornam mais rápido o processo de separação das peças, demandando menos esforço dos operadores. Ao contrário das “microjuntas” convencionais que, embora também tenham como princípio garantir que as peças não se inclinem durante o corte, evitando colisões, deixam marcas acentuadas nas peças, que demandam retrabalho posterior. Além disso, as microjuntas não podem ser aplicadas a qualquer espessura e não é possível combinar com o corte comum, sem que não fique uma marca na peça e ainda demandam um tempo maior de operação da máquina.

A TRUMPF oferece tecnologia de nanojunta em suas máquinas da série TruLaser 5000 fiber, TruLaser 3000 fiber e TruLaser 1000 fiber. A tecnologia pode ser adaptada às máquinas já existentes por meio de uma atualização de software.

Recursos tecnológicos que fazem a diferença

A TruLaser 3080 fiber conta com outros recursos tecnológicos disponíveis para as máquinas das série TruLaser 3000. Destaque para:

HighSpeed e HighSpeed Eco:. Permitem aumentar a produtividade em mais de 100% e reduzir o consumo de nitrogênio em 40% e 70% respectivamente. Mais um marco na redução dos custos e aumento da produtividade.

CoolLine: Ideal para empresas que trabalham com chapas grossas e com peças complexas, esta função aumenta significativamente a velocidade e qualidade do corte, otimizando o tempo da produção e reduzindo o desperdício de material – um grande divisor de águas para este segmento.

BrightLine fiber: Essa função permite resultados de corte de alta qualidade em qualquer espessura de chapa.

EdgeLine Bevel permite fazer chanfros e escarear os furos economizando etapas adicionais do processo.

Em 2022, a TRUMPF comemora 41 anos de presença no Brasil. Com sede em Barueri, a empresa possui uma operação solidificada e com abrangência para prover assistência técnica a seus clientes em diferentes regiões, sendo responsável também em dar suporte às operações na América do Sul.

Para mais informações, visite www.trumpf.com.br

Seminário TaiwanTech em Fixadores e Ferramentas apresentou a força de Taiwan no mercado de fixadores industriais para empresários brasileiros

Evento reuniu as maiores empresas do setor no Brasil para divulgar os avanços desta indústria em Taiwan e a Taiwan International Fastener Show – Fastener Taiwan, principal feira do segmento na Ásia, que acontecerá de 3 a 5 de maio de 2023 no formato híbrido (presencial e digital).

A TAITRA (Taiwan External Trade Development Council ou Conselho para o Desenvolvimento do Comércio Exterior de Taiwan) realizou hoje, 15/9, em São Paulo, o Seminário TaiwanTech em Fixadores e Ferramentas, com o objetivo principal apresentar aos empresários brasileiros do setor a evolução tecnológica desta indústria no país e as vantagens de fazer negócios com os fabricantes locais. A feira Taiwan International Fastener Show – Fastener Taiwan é a principal plataforma de negócios para o setor e será realizada de modo híbrido (presencial e digital), de 3 a 5 de maio de 2023, em Kaohsiung City, Taiwan, favorecendo a participação dos brasileiros

 Taiwan é um dos principais parceiros globais na exportação de fixadores, ocupando o segundo lugar no volume de peças e terceiro em valores, no mundo. Atualmente, o setor de fixadores (parafusos e afins) possui aproximadamente 1600 fabricantes, altamente inseridos no mercado internacional, com 80% de produção destinada para exportação. Cerca de 60% dos fixadores de Taiwan são adquiridos pelos Estados Unidos e a União Europeia. Em 2021, segundo o Ministério da Indústria e Comércio (Mdic), o Brasil importou de Taiwan 3,7% das cerca de 98 mil toneladas de fixadores metálicos que entraram no País, no valor de US457 milhões. Isso coloca Taiwan em sexto lugar no ranking brasileiro de importação destes produtos, pela balança comercial brasileira, demonstrando haver um grande espaço para intensificar as relações comerciais no segmento entre os dois países.

Palestras reforçam motivos para comercializar com Taiwan

O Seminário trouxe a participação de empresários brasileiros que já comercializam com Taiwan. Além da experiência individual, eles destacaram 5 bons motivos pelos quais recomendam negociar com o país asiático: 1) agilidade nos processos, 2) flexibilidade na negociação, 3) segurança jurídica nos contratos, 4) confiança nas relações comerciais, 5) a qualidade dos produtos.

Setor de construção civil registra maior índice de confiança do empresário desde outubro de 2021

Pesquisa aponta que o índice teve um crescimento significativo no último mês, com resultados acima do esperado

Segundo uma pesquisa divulgada em junho pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), é apontado que o índice de confiança do empresário subiu 1,3 pontos em junho, registrando um melhor índice de confiança para o setor de construção civil em relação aos últimos oito meses. Foram considerados pontos como a economia em relação à própria empresa.

A pesquisa aponta ainda, que o índice do nível de atividade ficou em 57,8 pontos em junho de 2022, sendo 1,3 pontos maior que maio, onde apresentou valor de 56,5 pontos, colocando assim a confiança do setor industrial em um outro nível desde outubro de 2021.

O avanço contínuo na construção civil é sentido em companhias do setor, como o Grupo Manchester, especializado na distribuição de ferro e aço, que procura investir constantemente na gestão da qualidade, fundamental para o crescimento e bom funcionamento da empresa. “Estamos sempre focando na capacitação dos nossos colaboradores e no atendimento humanizado. Somos feitos de pessoas, trabalhamos com pessoas e vendemos para pessoas. Valorizamos muito o trabalho em equipe, nosso crescimento depende de todos”, comenta Marcus Calixto Filho, executivo do Grupo Manchester.

O setor da construção civil influencia diretamente não só na economia local, mas de todo o país. “Nós do Grupo Manchester acreditamos na força desse setor, por isso, sempre investimos em maquinários de última geração, insumos e em profissionais cada vez mais capacitados, pois sabemos que quanto mais preparados estivermos, melhor poderemos atender o nosso cliente final, mantendo a confiança e credibilidade que já esperam”, afirma Marcus.

Ainda segundo o executivo, a empresa está evoluindo e se preparando cada dia mais para lidar e se adaptar às constantes mudanças do mercado, visto que o setor mobiliza boa parte da cadeia produtiva, desde o canteiro de obras até a fabricação de insumos. São milhões de pessoas empregadas direta e indiretamente na construção civil, possuindo um grande potencial de crescimento para os próximos anos.

Setor de construção civil segue avançando em 2022

Segmento obteve um crescimento de 2,7% só no segundo trimestre deste anoe

Mesmo durante a pandemia de covid-19 o setor de construção civil se mostrou resiliente e forte. Segundo resultados divulgados pelo produto interno bruto (PIB), o setor obteve um crescimento de 2,7% só no 2° trimestre do ano. Em comparação ao mesmo período de 2020, o setor cresceu 13,1%.

Em meio ao avanço da pandemia ao longo de dois anos, muitas pessoas optaram por não realizar grandes mudanças e investimentos, decidindo assim deixar essas decisões para os anos seguintes. É um aspecto que pode influenciar diretamente no avanço do setor para 2022.

A busca por novas oportunidades e possibilidades, como reformas, construções, pequenas mudanças estão voltando a se tornar opções mais frequentes no dia a dia da sociedade, deixando o consumidor mais seguro para tomar e optar por medidas e gastos maiores. Isso faz com que as expectativas do setor para o próximo ano sejam ainda melhores, com o aumento de demandas.

O fato de 2022 ser um ano de eleições também contribui para esse horizonte positivo. É um período em que as demandas de gastos públicos com obras de melhorias na infraestrutura tem um aumento significativo, portanto, os números trazidos para o setor também acabam sendo maiores.

“O grupo Manchester está confiante no crescimento da construção civil no Rio de Janeiro em 2022, tanto que o grupo acaba de inaugurar a sua filial em Três Rios, região serrana do estado, visando aumentar sua competitividade e alcance dentro do estado. O grupo MANCHESTER atende todos os portes de clientes em diversos segmentos da CC, tendo em seu DNA o atendimento de grandes obras com aço, serviço e cercas”.

Um setor que também ganhou muito destaque durante o ano foi o mercado imobiliário de luxo, que só em 2021 teve um crescimento de 247%. O fato de as pessoas passarem mais tempo dentro de casa, as fronteiras fechadas e a impossibilidade de viajar, estão entre os motivos que influenciaram no crescimento do investimento nesses espaços. O mercado de luxo foi o que menos sofreu com a pandemia, de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o número de lançamentos de imóveis de luxo foi de 30.322 no segundo trimestre de 2021.

“A Manchester é uma das maiores Distribuidoras do estado do Rio de Janeiro, que fornece ferro e aço, sendo eles os insumos principais para obras, atuando diretamente nesse quesito. Sendo fornecedores de obras prima para futuros empreendimentos”, afirma Sérgio Pereira, gestor comercial da empresa.