quarta-feira, março 4, 2026
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Aperam South America anuncia novo CEO no Brasil

A Aperam South America anuncia hoje uma transição estratégica em sua estrutura de liderança. A partir de 1º de outubro, Rodrigo Villela assumirá a presidência da Aperam South America, sucedendo a Frederico Ayres Lima, que passará a liderar a Aperam Stainless and Solutions Europe, divisão que hoje é a Aperam Stainless Europe e os ativos de Serviços e Soluções da Europa.

A movimentação marca um novo capítulo na jornada da Aperam, pautado na continuidade de seus fundamentos sólidos e no fortalecimento de uma estrutura de liderança preparada para acelerar a transformação em escala global.

Frederico Ayres Lima esteve à frente da Aperam South America por quase 10 anos. Durante sua gestão, a companhia consolidou-se como referência em integração industrial, performance operacional e cultura de resultados. Ele agora assume a missão de impulsionar a agenda de transformação da Aperam na Europa.

“Essa transição representa mais do que uma mudança de função: ela traduz a evolução natural da nossa estratégia global. O modelo construído no Brasil, com agilidade, consistência e espírito de time, é agora levado para apoiar a integração europeia. Tenho plena confiança na liderança do Rodrigo e muito orgulho da trajetória que seguimos construindo juntos,” afirma Frederico Ayres Lima.

Rodrigo Villela, que atua no grupo desde 2000, acumula ampla experiência nas operações do Brasil e da Europa, e mais recentemente liderava as áreas financeiras da unidade Stainless em ambos os continentes. Ele assume a presidência da Aperam South America com o desafio de manter o alto padrão de performance da operação e avançar nos pilares de eficiência, inovação e sustentabilidade.

“A Aperam South America é uma referência global. Conheço a cultura, respeito profundamente o time, e chego com foco em continuidade e evolução. Vamos seguir atuando como uma só Aperam e a ambição de fazer cada vez melhor,” afirma Rodrigo Villela.

Essas mudanças refletem tanto continuidade quanto renovação. Elas garantem que a Aperam permaneça fiel à sua visão, ser a principal criadora de valor na economia circular de materiais infinitos que transformam o mundo, enquanto capacita a próxima geração de líderes a impulsionar transformação, eficiência e crescimento sustentável.

Rodrigo Villela (à esquerda), ao lado de Frederico Ayres Lima
Aperam

Fluke apresenta soluções em calibração, termografia e qualidade de energia

Fluke apresenta soluções em calibração, termografia e qualidade de energia durante ABM Week 2025

– Empresa reforça presença no maior encontro técnico-científico da América Latina para os setores de metalurgia, materiais e mineração

– Equipamentos de última geração e rodadas de negócios com especialistas estarão entre os destaques da marca no evento

A Fluke, líder global em ferramentas de teste e medição eletrônica, participa de mais uma edição da ABM Week. Durante a feira, que visa fomentar a inovação e o desenvolvimento das indústrias de mineração, metalurgia e materiais, a companhia apresentará soluções de última geração em calibração, termografia, imageamento acústico e qualidade de energia, além de promover rodadas de negócios com especialistas.

De acordo com o Gerente de Contas Estratégicas da Fluke, Marco Gonçalves a participação na ABM Week é uma oportunidade de ampliar a proximidade com setores estratégicos e de reforçar o papel da empresa como parceira dessas indústrias. “Estar próximo dos setores de mineração, metalurgia e da indústria de materiais é importante porque nos permite ouvir de perto as necessidades e mostrar como nossas soluções podem apoiar a evolução desses segmentos. O evento é uma oportunidade para reforçar que inovação, no nosso caso, está diretamente ligada a ganhos de produtividade e segurança para o cliente”, comenta o executivo.

Soluções para manutenção e análise industrial

Na área de calibração, a Fluke apresentará o Fluke 754, calibrador multifuncional que permite baixar procedimentos e instruções de softwares de gestão e enviar dados de testes para análise posterior, o que garante maior rastreabilidade em processos críticos. Também será exibido o Fluke 729, calibrador portátil desenvolvido para simplificar medições de pressão. O modelo automatiza etapas manuais, oferecendo mais agilidade em campo.

Na área de termografia, a empresa trará a câmera de infravermelho Fluke Ti480 PRO que permite visualizar até mesmo pequenas diferenças de temperatura e gerar imagens detalhadas com marcadores de análise e ampla paleta de cores. Também em exposição estará a câmera Thermoview TV30 da linha Fluke Process Instruments, que possibilita monitoramento termográfico em ambientes industriais adversos, identificando problemas rapidamente com AOIs (Area Of Interest). Tais recursos apoiam monitoramentos preventivos, ajudando equipes a identificar falhas antes que causem paradas não programadas.

Já em qualidade de energia, o analisador trifásico Fluke 1775 será um dos principais equipamentos em exposição. O modelo mede potência e parâmetros de energia de maneira automática, auxiliando técnicos e engenheiros na identificação de distorções elétricas e na solução de problemas em sistemas complexos.

Segundo Gonçalves, os equipamentos apresentados reforçam a proposta da empresa de apoiar os profissionais em campo com ferramentas de aplicação prática. “O que estamos trazendo para a ABM Week são equipamentos que impactam diretamente a continuidade da produção. Quando falamos em calibração mais rápida, em medições elétricas confiáveis ou em imagens térmicas detalhadas, estamos falando em dar às equipes condições reais de reduzir paradas e tomar decisões com base em dados”, relata o executivo.

Rodadas de negócios e diálogo com o setor

Além da área de exposição, a Fluke participará das rodadas de negócios do evento. Nessas sessões, especialistas da empresa estarão disponíveis para dialogar com profissionais e empresas dos setores de mineração, metalurgia e materiais, compartilhar conhecimento técnico e compreender de forma direta os principais desafios enfrentados pela indústria.

Segundo o executivo, a iniciativa fortalece a proposta da Fluke de estar próxima dos clientes, associando tecnologia e troca de experiências para apoiar a modernização das operações industriais no Brasil e na América Latina. “Nosso objetivo ao participar da ABM Week é somar conhecimento e construir relações que tenham continuidade depois do evento. É dessa maneira que conseguimos alinhar o desenvolvimento das nossas ferramentas às demandas da indústria e gerar impacto real para os setores em que atuamos”, conclui Gonçalves.

Sobre a Fluke – Fundada em 1948, a Fluke Corporation é líder mundial em ferramentas de teste e medição profissionais. Os clientes da Fluke são técnicos, engenheiros, eletricistas e metrologistas que instalam, solucionam problemas e gerenciam equipamentos industriais, elétricos e eletrônicos e processos de calibração.

Fluke é uma marca registrada da Fluke Corporation. Os nomes das empresas e dos produtos reais mencionados neste documento podem ser marcas registradas de seus respectivos proprietários. Para obter mais informações, acesse o site da Fluke.

Gerdau marca presença na ABM Week 2025

Maior evento técnico-científico da América Latina nas áreas de metalurgia, materiais e mineração acontecerá em São Paulo

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, estará presente como patrocinadora na 9ª edição da ABM Week, o principal evento dedicado às áreas de metalurgia, materiais e mineração. O encontro, que acontece entre os dias 9 e 11 de setembro no Pro Magno Centro de Eventos, em São Paulo (SP) e é promovido pela Associação de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), visa promover o intercâmbio tecnológico, o desenvolvimento industrial e aumentar a competitividade das empresas do setor.

Neste ano, a companhia apresentará em seu estande seu portfólio completo de aços longos, planos e especiais, que atendem às necessidades dos diversos setores da indústria, e contará com a presença de um corpo técnico, formado por especialistas que estarão à disposição do público para tirar dúvidas. Além do seu estande, a Gerdau também estará no ABM-Gerdau, um espaço pensado para fortalecer o networking dos participantes do evento.

“Participar de mais uma edição da ABM Week é aprender, experimentar e imaginar o futuro da indústria. Além de compartilhar valor com todos os públicos com quem nos relacionamos, é uma oportunidade de nos conectarmos ao mercado de trabalho e atrair profissionais para áreas ligadas à operação industrial e à tecnologia. A Gerdau é uma empresa centenária e que está em constante transformação na qual engenheiros podem ser protagonistas da construção do futuro do aço e da indústria”, afirma Flávia Nardon, diretora global de Pessoas e Responsabilidade Social da Gerdau.

Engenheiros do Amanhã

Durante a ABM Week 2025, a Gerdau promoverá em seu estande uma interação direta entre estudantes e a companhia. Uma ativação especial inclui um quiz sobre a empresa, que além de engajar o público de forma divertida, gera um cadastro de futuros candidatos ao programa de estágio do ciclo 2027. Os participantes ainda concorrerão a ingressos para o festival The Town, onde a empresa marca presença com aço 100% reciclável, reiterando seu propósito com sustentabilidade e inovação.

O Programa Engenheiros do Amanhã é uma iniciativa estratégica da Gerdau que visa ampliar o número de estudantes nos cursos de Engenharia Metalúrgica e Engenharia de Materiais. A ação fortalece o pipeline de talentos da companhia, impulsiona o desenvolvimento do setor e se conecta diretamente aos programas de entrada da Gerdau, como o G.Start (estágio) e o G.Future (trainee).

O programa também atua com os pilares de fortalecimento da marca empregadora, posicionando a Gerdau como referência para jovens talentos; relacionamento com universidades, criando parcerias duradouras com instituições de ensino; desenvolvimento profissional dos estudantes, por meio de iniciativas como curso pré-vestibular, Summer Job e bolsas de iniciação científica em universidades; e o cuidado com o pipeline interno, com ações de engajamento e retenção voltada a colaboradores que participam do programa.

Mais conhecimento

A 9ª edição da ABM Week ainda contará com uma série de palestras de diferentes setores no Fórum de Líderes. Maurício Metz, Vice-Presidente da Operação Gerdau Aços Brasil, participará do painel “Estratégias para a competitividade do setor mínero-metalúrgico frente aos desafios globais” no dia 9 de setembro às 16h30, e Manoel Esteves Netto, Gerente Geral de Recursos Humanos de Aços Especiais Brasil da Gerdau, no painel “Oportunidades e desafios de carreira no setor mínero-metalúrgico”, no dia 11 de setembro às 8h30.

Além disso, colaboradores e colaboradoras da Gerdau apresentarão trabalhos técnicos relacionados aos processos de energia, automação, laminação e aciaria, compartilhando conhecimento e reforçando a importância da educação e capacitação dos profissionais do setor.

Sobre a Gerdau – Com 124 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em vários países e conta com mais de 30 mil colaboradores em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: cerca de 70% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 10 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 230 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,85 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,92 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,82 t de CO₂e por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3) e Nova Iorque (NYSE).

LAPP amplia portfólio no Brasil

LAPP amplia portfólio no Brasil e entra no mercado de chicotes e cordsets com aquisição da Eurocabos

O Grupo LAPP, referência global em soluções integradas de cabos e conexões, dá um passo estratégico no Brasil ao anunciar sua entrada no mercado de chicotes e cordsets com a aquisição da Eurocabos, empresa brasileira especializada em conectividade e montagem de cabos prontos para conexão.

Com a incorporação, a LAPP Brasil passa a oferecer soluções completas e customizadas para tecnologias de acionamento, robótica e automação industrial. Os chicotes e cordsets produzidos pela unidade brasileira são desenvolvidos sob medida, atendendo desde aplicações de alta movimentação e abrasividade até sistemas críticos que demandam robustez, repetibilidade e confiabilidade.

Essas soluções incluem cabos com conectores para alimentação e feedback compatíveis com fabricantes como Siemens, Bosch Rexroth, Fanuc, Heidenhain, Lenze, Rockwell, SEW e B&R, além de conjuntos prontos para conectar robôs de marcas como ABB, Kuka, Comau, Motoman e Fanuc a seus controladores e periféricos.

“A entrada da LAPP no mercado de chicotes e cordsets fortalece nossa capacidade de atender clientes brasileiros com soluções completas, da engenharia à entrega. Com a experiência da Eurocabos, unimos o conhecimento global da LAPP a um portfólio sob medida para as necessidades da indústria nacional, especialmente em setores como automotivo, manufatura, eletrodomésticos e automação”, afirma Aldo Martins, CEO da LAPP no Brasil.

A aquisição faz parte da estratégia global de expansão do Grupo LAPP, que vê no Brasil e na América Latina mercados com alto potencial de crescimento, especialmente em segmentos de manufatura avançada, robótica e energias renováveis.

Sobre a LAPP: Com sede em Stuttgart, a LAPP é uma das principais fornecedoras de soluções integradas e produtos de marca no campo da tecnologia de cabos e conexões. O portfólio da empresa inclui cabos e fios altamente flexíveis, conectores industriais, prensa-cabos, soluções personalizadas de montagem, tecnologias para automação e robótica voltadas para a fábrica inteligente do futuro, além de acessórios técnicos. O principal mercado da LAPP é a engenharia mecânica e de plantas industriais. Outros setores relevantes são a indústria alimentícia, logística, setor de energia e mobilidade.

Fundada em 1959, a empresa permanece de propriedade 100% familiar. No exercício financeiro de 2024, a LAPP registrou um faturamento consolidado de 1,82 bilhão de euros. A empresa emprega cerca de 5.700 pessoas em todo o mundo, possui 26 unidades de produção internacionais e está presente em mais de 80 países.

Formação em liderança: Abimetal-Sicetel oferece curso inédito com foco em soft skills no chão de fábrica

A Abimetal-Sicetel (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço e Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço), entidade representativa da indústria processadora de aço no país, está com inscrições abertas para o curso presencial “Técnicas e Práticas para Lideranças Chão de Fábrica”, que será realizado no dia 11 de setembro, na capital paulista. O programa é voltado a líderes e supervisores do chão de fábrica, mas também está aberto a profissionais que almejam cargos de liderança no setor industrial.

Com uma abordagem dinâmica, o curso busca fortalecer as habilidades comportamentais (soft skills) consideradas essenciais para motivar equipes, melhorar o ambiente de trabalho e aumentar a produtividade. Dados recentes apontam que 91% das demissões no Brasil têm como causa questões comportamentais, o que reforça a importância da chamada “alfabetização emocional” das lideranças.

A programação abordará temas como comunicação assertiva, empatia, inteligência emocional, feedback eficaz, assédio moral, salário emocional, mindset para mudanças e a importância da melhoria contínua. O conteúdo será trabalhado por meio de dinâmicas, exercícios práticos, debates e vivências que estimulam o envolvimento dos participantes.

As inscrições podem ser realizadas por meio do site da entidade, que também disponibiliza a programação completa e outros cursos oferecidos pela Abimetal-Sicetel.

Serviço:
Curso: Técnicas e Práticas para Lideranças Chão de Fábrica
Data: 11 de setembro de 2025, das 8h30 às 17h30
Local: Avenida Paulista, 1313, 8º andar, Conj. 807, Bela Vista, São Paulo/SP
Investimento: R$ 440 para associados (12x de R$ 45,51) e R$ 600 para não associados (12x de R$ 62,05)
Confira todos os cursos oferecidos pela Abimetal-Sicetel clicando aqui.

Sobre a Abimetal – Sicetel: Representa a indústria processadora do aço no Brasil.  Sua base reúne 350 indústrias de pequeno, médio e grande portes, de capital nacional e estrangeiro, que integram o segundo elo da cadeia produtiva do aço no país. A organização promove a competitividade, a inovação e o crescimento sustentável do setor, além de atuar em defesa de políticas públicas que incentivem o desenvolvimento econômico e a integração da indústria nacional.

O Sicetel:(Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço) é uma entidade de classe patronal sem fins lucrativos, fundada em setembro de 1934. Desde 1979, representa exclusivamente as empresas processadoras de aço, sendo responsável pela defesa de seus interesses e pelo fortalecimento do setor.

A Abimetal:(Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço) surgiu no final de 2018 para atender às necessidades de suas representadas por um modelo moderno de atuação associativa. Seu objetivo é focado no fortalecimento e desenvolvimento do setor, promovendo a defesa dos interesses das empresas associadas.

Mais informações:

https://sicetel-abimetal.com.br/
Instagram: @abimetal.sicetel
Facebook: https://www.facebook.com/sicetel.abimetal
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/abimetal-sicetel/

Aluexpo 2025 – Istambul se torna o centro internacional da indústria de metais não ferrosos

Istambul se tornará novamente o centro internacional da indústria de alumínio e metais não ferrosos: a ALUEXPO – 9ª Feira Internacional de Tecnologias, Máquinas e Produtos de Alumínio – abrirá suas portas no Centro de Exposições de Istambul. Como plataforma líder na região da Eurásia, a feira oferece inovação, intercâmbio e perspectivas tecnológicas ao longo de toda a cadeia de valor da indústria do alumínio.

Alta demanda por produtos metálicos – grandes oportunidades para a indústria do alumínio

Com cerca de 85 milhões de habitantes, a Turquia não é apenas um mercado em  crescimento dinâmico, com uma previsão de crescimento do PIB de 3,1% para 2025 (3,2% em 2024 e 2% no primeiro trimestre de 2025), mas também um ator-chave no comércio internacional de metais. Sua localização geopolítica favorável, a união aduaneira com a UE e a ampla indústria tornam o país um mercado-alvo atraente para empresas da indústria de alumínio e fundição. As tarifas de 50% sobre alumínio e aço introduzidas pelo governo dos EUA sob o presidente Trump alteraram significativamente os fluxos comerciais globais – uma tendência que está fortalecendo ainda mais a posição da Turquia como um local de negócios e aumentando sua importância no mercado mundial.

A demanda doméstica também está crescendo na indústria do alumínio. A crescente urbanização e a expansão da infraestrutura, instalações industriais e soluções de mobilidade estão impulsionando a demanda por metais leves. Os produtos de alumínio são muito procurados, especialmente nos setores de construção, transporte, engenharia elétrica, embalagens e defesa, devido à sua versatilidade, reciclabilidade e eficiência energética.

De acordo com a TALSAD, com uma produção anual de mais de 2 milhões de toneladas, a indústria de alumínio turca é uma das mais importantes da região. As exportações de alumínio e metais não ferrosos estão crescendo de forma constante, especialmente para a UE. Ao mesmo tempo, a demanda por máquinas de última geração, soluções de reciclagem e instalações de produção com eficiência energética está aumentando rapidamente.

As empresas estão investindo fortemente na descarbonização e na digitalização para se manterem competitivas. O Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética também está criando novos mercados, por exemplo, para materiais isolantes, tecnologia de construção inteligente e componentes leves no setor de transportes.

ALUEXPO 2025 como catalisadora de inovação e sustentabilidade

Na ALUEXPO 2025, 466 expositores de 29 países apresentarão suas inovações. Gigantes da indústria como ABP Induction Systems, Otto Junker, Asaş, Assan Alüminyum San. ve Tic. e Qatar Aluminium estarão presentes. Eles apresentarão as mais recentes tecnologias e soluções nas áreas de alumínio primário e secundário, máquinas de fundição, tecnologia de superfície, reciclagem e tecnologia ambiental.

O 12º Simpósio Internacional do Alumínio, que acontece paralelamente à feira, reunirá especialistas internacionais da ciência e da indústria para discutir as últimas descobertas científicas e desenvolvimentos tecnológicos e, em conjunto, moldar o futuro da indústria do alumínio. O simpósio abordará uma ampla gama de tópicos atuais do setor, como:
• Sustentabilidade, o Acordo Verde e reciclagem
• Tecnologias para a produção de alumínio
• Indústria global do alumínio, comércio internacional e tendências de mercado
• Tecnologias de fusão, fundição e reciclagem
• Tratamento térmico e melhoria de propriedades
• Processos de extrusão, laminação e conformação
• Ligas de alumínio novas e avançadas
• Produção de alumínio e suas aplicações
• Novas aplicações tecnológicas no setor do alumínio
• Novos produtos e novos mercados
• Tecnologias de manufatura aditiva
• Saúde e segurança ocupacional

Mais informações sobre o simpósio podem ser encontradas em: www.alusist.com/English
Seja na indústria automotiva, aeronáutica ou da construção civil, Istambul será o ponto de encontro para tomadores de decisão da indústria, pesquisa e política durante três dias.

A feira é voltada especificamente para fundições, fabricantes de plantas, fabricantes de máquinas e empresas metalúrgicas da Europa, Ásia, Oriente Médio e Norte da África.

A ALUEXPO 2025 faz parte do portfólio de feiras internacionais da Messe Düsseldorf “The Bright World of Metals”, que também inclui as principais feiras do mundo, como GIFA, METEC, THERMPROCESS e NEWCAST, além da Ankiros, na Turquia. Juntamente com sua parceira de joint venture Deutsche Messe AG, a Messe Düsseldorf está organizando o evento por meio da Hannover Messe Ankiros Fuarcılık A.S., a fim de expandir ainda mais sua liderança temática na área de metalurgia.

Mais informações em: www.aluexpo.com

Técnicos Industriais em soldagem fortalecem a indústria moderna

Profissionais registrados no Sistema CFT/CRTs aplicam conhecimento e experiência em processos de união de materiais em terra ou no fundo do mar.

Por trás de grandes estruturas metálicas, componentes automotivos e equipamentos de alta tecnologia, há sempre mãos habilidosas de homens e mulheres soldadores. Mas, para além do trabalho manual, existem os técnicos industriais habilitados em soldagem, profissionais com formação técnica e atribuições específicas que garantem a qualidade, segurança e eficiência dos processos de união de materiais em terra ou no fundo do mar.

Atribuições e campos de atuação

As atribuições, campos de atuação e prerrogativas profissionais são normatizadas pela Resolução n.º 107/2020, alterada pela Resolução n.º 114/2020 do Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT).  Saiba mais sobre o trabalho dos técnicos industriais nas áreas da soldagem

Planejam e executam processos de soldagem –  Fazem a seleção de materiais, equipamentos, processos e consumíveis, garantindo a conformidade com as normas técnicas e de segurança.

Supervisionam e inspecionam a qualidade da solda – Realizam ensaios visuais, dimensionais e não destrutivos, assegurando a integridade e a resistência das juntas soldadas.

Elaboram e interpretam documentação técnica – Planos de soldagem, especificações de procedimento de soldagem (EPS), registros de qualificação de procedimento de soldagem (RQPS) e relatórios de inspeção.

Gerenciam equipes de soldadores – Orientando, treinando e supervisionando a execução dos trabalhos, visando a produtividade e a segurança.

Manutenção – Realizam a manutenção preventiva e corretiva de máquinas, equipamentos e acessórios de soldagem.

Controle e garantia de qualidade – Implementam e acompanham sistemas de gestão da qualidade em processos de soldagem.

Os técnicos industriais habilitados em soldagem, fiscalizados pelos conselhos regionais que integram o Sistema CFT/CRTs são indispensáveis em setores como:

Indústria metalúrgica e siderúrgica – Fabricação de chapas, perfis, tubos e estruturas metálicas.

Indústria automobilística – Produção e reparo de veículos, chassis e componentes.

Construção civil – Estruturas metálicas para edifícios, pontes e outras infraestruturas.

Indústria naval e offshore – Construção e manutenção de embarcações, plataformas de petróleo e gás.

Setor de energia – Usinas termelétricas, hidrelétricas, eólicas e na fabricação de equipamentos para o setor nuclear.

Indústria petroquímica – Construção e manutenção de dutos, tanques e vasos de pressão.

Fabricação de máquinas e equipamentos – Diversos fins industriais.

Empresas de manutenção industrial – Reparos e reformas em equipamentos e estruturas.

Divulgação/CFT
Uma das especialidades mais desafiadoras e valorizadas na área da soldagem é a soldagem subaquática

Mergulhando nas profundezas da soldagem subaquática

Uma das especialidades mais desafiadoras e valorizadas na área da soldagem é a soldagem subaquática. Os técnicos industriais especializados nesse segmento atuam em ambientes hostis, onde a precisão e a segurança são ainda mais críticas.

  • Requisitos de formação e especialização
  • Para se tornar técnico(a) em soldagem subaquática, é necessário mais do que apenas o conhecimento em soldagem. Os requisitos incluem:
  • Formação técnica em soldagem ou mecânica – Sólida base nos processos de soldagem.
  • Certificação de mergulhador profissional – Essencial para a atuação em ambientes subaquáticos. Existem diferentes níveis de certificação, como o mergulhador de resgate, mergulhador de saturação e mergulhador para águas rasas, dependendo da profundidade e tipo de trabalho.
  • Cursos de especialização em soldagem subaquática – Abordam técnicas específicas para soldagem úmida (diretamente na água) e soldagem a seco (em câmaras hiperbáricas secas), equipamentos especializados e procedimentos de segurança para o ambiente subaquático.
  • Experiência prática – Muitos profissionais começam com soldagem em terra antes de se especializarem em soldagem subaquática.

Empresas e setores que contratam e os trabalhos que realizam

Os técnicos em soldagem subaquática são altamente demandados em setores como:

Indústria de petróleo e gás (offshore) – Plataformas de exploração e produção, dutos submarinos, poços e equipamentos de perfuração.

Construção naval – Reparos de cascos de navios, hélices e outras estruturas submersas.

Engenharia civil submarina – Construção e manutenção de pontes, pilares, barragens e outras estruturas submersas.

Empresas de salvamento e resgate marítimo – Operações de recuperação de embarcações ou estruturas afundadas.

Setor de energia eólica (offshore) – Na instalação e manutenção de turbinas eólicas em alto-mar.

Os trabalhos que esses profissionais realizam são variados e complexos, incluindo:

Reparos estruturais – plataformas de petróleo, navios, dutos e outras estruturas submersas que sofreram danos.

Instalação de equipamentos – Montagem de componentes, válvulas e instrumentação em sistemas submarinos.

Corte e remoção de estruturas – Desativação de equipamentos antigos ou danificados.

Inspeção e manutenção preventiva – Avaliação da integridade de estruturas e realização de reparos antes que problemas maiores ocorram.

Soldagem de dutos e risers – Conexão e reparo de tubulações para transporte de petróleo e gás.

Remuneração, desafios, riscos e oportunidades

A remuneração para técnicos em soldagem subaquática é consideravelmente alta em comparação com a soldagem em terra, devido aos riscos e à complexidade do trabalho. Os salários podem variar amplamente dependendo da experiência, certificações, tipo de projeto e localização, mas é comum que esses profissionais recebam remunerações atrativas, com adicionais de periculosidade e mergulho.

Apesar dos desafios, as oportunidades no mercado de trabalho para técnicos em soldagem subaquática são promissoras. Com a crescente demanda por energia e a expansão de projetos offshore em todo o mundo, a necessidade por profissionais qualificados nessa área continua alta.

A escassez de mão de obra altamente especializada garante boas perspectivas de emprego e desenvolvimento de carreira para aqueles dispostos a enfrentar os desafios dessa fascinante e vital modalidade técnica industrial.

Itaipu/Divulgação
Técnico industrial em processo de soldagem em turbina da Itaipu Binacional

Tramontina conhece a rota do Aço Verde Aperam

Empresa gaúcha utiliza aço inox na fabricação de panelas, talheres, pias, cubas, cozinhas industriais, entre outros utensílios domésticos e equipamentos

Representantes do Comitê Ambiental da Tramontina estiveram em Minas Gerais para conhecer de perto todas as etapas de produção do Aço Verde Aperam. O ponto de partida da visita foi a Aperam BioEnergia, no Vale do Jequitinhonha (MG), onde o carvão vegetal é produzido 100% a partir de florestas renováveis de eucalipto. Na sequência, seguiu para a Usina de Timóteo, no Vale do Aço (MG), onde é produzido o aço inox.

O inox é utilizado pela Tramontina em uma ampla variedade de produtos, como panelas, talheres, pias, churrasqueiras, baixelas, cozinhas industriais entre outros. “Nosso aço não chega diretamente ao consumidor final. Ele chega pelas mãos de clientes como a Tramontina, que o transforma em produtos presentes no dia a dia das pessoas. Quando empresas trabalham juntas, em sinergia e alinhadas em valores, elas conseguem oferecer ao mercado soluções cada vez mais responsáveis, inovadoras e sustentáveis”, afirma Rodrigo Damasceno, diretor Comercial e de Logística da Aperam.

“Queríamos entender a fundo a origem do aço inox que utilizamos em nossos produtos e reforçar esse elo de confiança com a Aperam, que compartilha dos mesmos valores ambientais e sociais que defendemos”, afirma Eduardo Portolan, diretor Industrial e membro do Comitê Ambiental da Tramontina. “Pudemos ver de perto como o Aço Verde Aperam é produzido a partir do manejo florestal responsável e da aplicação de tecnologia industrial de ponta”, ressalta.

Onde tudo começa: Vale do Jequitinhonha

No Vale do Jequitinhonha, o grupo conheceu as etapas da produção florestal, que incluem os viveiros clonais, o controle biológico de pragas, o melhoramento genético e os modernos fornos de carbonização equipados com queimadores de gases – tecnologias que reduzem emissões atmosféricas e tornam o processo mais limpo. Também foram apresentados outros produtos, como o bio-óleo e o biochar, que têm aplicação crescente na economia de baixo carbono.

A programação incluiu ainda a apresentação de projetos socioambientais apoiados pela Aperam BioEnergia, como o Raízes do Vale, que fomenta a agricultura familiar, o desenvolvimento rural sustentável e a geração de renda nas comunidades. Atualmente, o programa beneficia mais de 260 famílias e dedica mais de 100 hectares ao cultivo de alimentos nas terras da empresa. Em meio às plantações de eucalipto, os moradores realizaram a colheita de mais de 25 toneladas de feijão, milho, mandioca e outras culturas entre abril e maio deste ano.

“É gratificante ver como o desenvolvimento sustentável pode, de fato, transformar realidades. A integração entre a indústria e as comunidades do Vale do Jequitinhonha comprova que é possível aliar produtividade, inclusão social e preservação ambiental”, enfatiza Ézio Santos, diretor de Operações da Aperam BioEnergia.

Os visitantes também conheceram a Reserva Guapuruvu, área de conservação dedicada à preservação da biodiversidade local, acompanharam o trabalho realizado pelos artesãos da comunidade de Campo Buriti, em Turmalina, e participaram de um plantio simbólico de muda no Centro de Educação Ambiental Oikós Bio.

Onde tudo ganha forma: Vale do Aço

Na etapa final da jornada pelo ciclo produtivo do Aço Verde Aperam, os representantes da Tramontina visitaram a Usina de Timóteo, no Vale do Aço (MG). Foi o momento de acompanhar de perto a transformação do carvão vegetal sustentável – e outras matérias-primas como minério de ferro e ligas metálicas – em aço inoxidável com baixa pegada de carbono. A usina tem capacidade produtiva total de 900 mil toneladas de aço líquido por ano.

A programação contou com visitas técnicas à Aciaria, Altos-Fornos, Centro de Pesquisa, Laminação e Acabamento, além do centro de comando integrado da planta industrial, da Fundação Aperam e do Oikós Timóteo. O grupo conheceu iniciativas voltadas à eficiência energética, redução de emissões e reaproveitamento de coprodutos, como a moinha de carvão e briquetes, soluções alinhadas à política de economia circular da Aperam.

A agenda também contemplou palestras sobre gestão de carbono, inovação industrial e liderança sustentável.

10 anos do Comitê Ambiental

A visita técnica também marcou os 10 anos do Comitê Ambiental da Tramontina, criado em 2014 para coordenar e aprimorar as práticas de gestão ambiental da empresa. A celebração, que seria realizada no ano passado, foi adiada devido às enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. Formado por representantes de todas as unidades produtivas da empresa, o comitê desenvolve projetos e soluções em temas como resíduos, eficiência energética, emissões e gestão hídrica.

Os representantes da Tramontina visitaram a Usina de Timóteo, no Vale do Aço (MG), para conhecer a etapa final de produção do Aço Verde Aperam
Elvira Nascimento

Recorde de movimentação portuária expõe riscos de fadiga em Cabos de Aço

Portos brasileiros movimentaram 1,32 bilhão de toneladas em 2024; aumento das operações exige atenção extra com inspeções de segurança

O volume histórico de cargas movimentadas pelos portos brasileiros em 2024 – 1,32 bilhão de toneladas – e os novos picos mensais registrados no primeiro quadrimestre de 2025, elevam os riscos de fadiga em cabos de aço utilizados nas operações portuárias. Na visão de Fernando Fuertes, Engenheiro e Desenvolvedor de Novos Negócios da Acro Cabos de Aço, empresa especializada em equipamentos para elevação, amarração e movimentação de cargas, cenários como este pedem reforço no plano de inspeções de segurança dos equipamentos, que podem ter sua vida útil reduzida pelo aumento dos ciclos de utilização.

Segundo o especialista, uma eventual negligência em reforçar as rotinas de inspeção pode resultar em falhas graves, interrompendo operações e colocando em risco a segurança dos trabalhadores. “O aumento do fluxo operacional demanda atenção redobrada aos procedimentos de inspeção e manutenção dos cabos utilizados nos guindastes portuários”, explica Fuertes. “Mais movimentação de cargas gera ciclos mais frequentes de içamento, intensificando a fadiga por flexão”.

Quando se trata de cabos de aço, os principais riscos de acidentes na elevação e movimentação de carga são consequência de rupturas causadas por desgaste, fadiga de material, falta de manutenção, sobrecarga e uso fora do padrão. O especialista da Acro Cabos reforça que a adequação às exigências normativas é essencial e deve ser o norteador de todo o planejamento e execução de inspeções.

“Normas como a NR-29, NBR ISO 4309 e ABNT NBR 16073 já estabelecem procedimentos claros para inspeção, registro de manutenções e descarte seguro dos cabos. Cumpri-las é um passo essencial para prevenir acidentes e manter a operação eficiente”, explica. “O que muda no caso de aumento substancial na operação é adequar a frequência das inspeções e o controle do registro de ciclos de cada equipamento para que se respeite sua vida útil dentro dos padrões de segurança.”

Fuertes também lista as principais ações a serem colocadas em prática: “Seguir as normas começa com a inspeção visual diária antes do uso, buscando desgastes visíveis, corrosão ou arames partidos. Além disso, é essencial registrar cada manutenção em planilhas digitais, manter a lubrificação periódica com produtos adequados e instalar sensores de carga ou de ciclos nos equipamentos para garantir o respeito à vida útil dos cabos. Outro ponto é treinar continuamente a equipe para identificar sinais de desgaste e seguir os critérios de descarte definidos pela norma, como a quantidade máxima de arames rompidos em um trecho crítico”.

Atualmente, a norma técnica ABNT NBR 16073 regulamenta a inspeção eletromagnética em cabos de aço de equipamentos e estabelece os requisitos mínimos para a detecção de corrosão externa e interna, assim como arames rompidos e variações na área da seção metálica dos cabos de aço. Fuertes reforça que essa técnica é imprescindível para detectar falhas, com verificação de 100% dos arames, inclusive em áreas onde normalmente a inspeção visual e dimensional não alcança: “Essa tecnologia tem sido cada vez mais utilizada no acompanhamento da vida útil dos cabos de aço instalados nos descarregadores de contêineres, RTG´s, guindastes móveis portuários, carregadores e descarregadores de navios entre outros”.

IoT e IA já são utilizadas na segurança de cabos de aço

A aplicação de sensores IoT (Internet das Coisas) e Inteligência Artificial (IA) na segurança dos cabos de aço tem ganhado espaço em diferentes tipos de operações pelo mundo. Já existem equipamentos inteligentes que incorporam sensores de vibração, acelerômetros e extensômetros que monitoram em tempo real fatores críticos como redução de diâmetro, oxidação, arames rompidos, pernas fora de posição e quantidade de ciclos de trabalho. “Ao captarem alterações mínimas, os sensores conseguem detectar com antecedência sinais de fadiga ou desgaste que poderiam resultar em falhas graves, permitindo uma intervenção preventiva mais eficaz”, explica Fuertes.

Além disso, o uso da IA potencializa essa capacidade preditiva. Com a coleta contínua de dados pelos sensores, sistemas inteligentes realizam uma análise detalhada dos padrões de comportamento do cabo, identificando anomalias e gerando alertas antecipados sobre possíveis falhas.

Isso reduz significativamente o risco de acidentes e interrupções inesperadas, algo essencial em operações portuárias.Essas tecnologias já demonstram sucesso em diversos países e começam a ganhar relevância no Brasil, à medida que as empresas reconhecem os benefícios da manutenção preditiva baseada em dados. “Investir em cabos de aço de alta performance com a instalação destes sensores com IoT e IA representa uma evolução necessária para todos os setores que realizam operações complexas de movimentação de cargas, como é o caso do portuário, especialmente em contextos de demanda operacional crescente, onde segurança e eficiência são fundamentais para a competitividade”, finaliza Fuertes.

Sobre a Acro Cabos – Especialista em soluções para elevação, amarração e movimentação de cargas, a Acro Cabos de Aço atua no mercado há mais de 25 anos. A empresa é reconhecida pela excelência de seus produtos e serviços, que atendem às mais rígidas exigências do mercado com certificações que atestam seu compromisso com a segurança e a qualidade. Saiba mais: https://www.acrocabo.com.br/

TRUMPF reporta recuo global em vendas; Brasil apresenta estabilidade

A empresa referência em alta tecnologia anunciou resultados preliminares para o ano fiscal 2024/25, com vendas globais em queda de 17% (€4,3 bilhões) e a entrada de pedidos recuando 7% (€4,2 bilhões). Brasil registrou aumento de 24% na entrada de pedidos.

A TRUMPF encerrou o ano fiscal conforme o esperado, com queda nas vendas e na entrada de pedidos. De acordo com cálculos preliminares, no ano fiscal de 2024/25 (encerrado em 30 de junho de 2025), a empresa gerou vendas de 4,3 bilhões de euros (ano fiscal de 2023/24: 5,2 bilhões de euros), com uma entrada de pedidos de 4,2 bilhões de euros (ano anterior: 4,6 bilhões de euros).

As vendas no mercado doméstico alemão caíram 15%, para cerca de €700 milhões, mas a Alemanha se manteve como o maior mercado individual em termos de faturamento. Os EUA também registraram queda de 17% nas vendas, chegando a aproximadamente €660 milhões. Na Ásia, apesar de uma redução de 22%, a China continuou sendo o mercado mais forte, com vendas de cerca de €480 milhões.

Nicola Leibinger-Kammüller, CEO do Grupo TRUMPF, comentou o cenário: “Não houve sinais de uma r recuperação real no terceiro ano consecutivo de crise, seja econômica ou geopolítica. No entanto, acreditamos que já atingimos o ponto mais baixo. A entrada de pedidos e as vendas se estabilizaram no que, naturalmente, consideramos um nível excessivamente baixo”.

Diante dos desafios, a TRUMPF implementou medidas claras para melhorar os lucros. Leibinger-Kammüller destacou que a revisão do quadro de pessoal, a redução de serviços externos e a contenção de novos i investimentos em edifícios geraram uma economia impressionante de cerca de €350 milhões, descrevendo o esforço como uma “cura drástica” que trouxe resultados positivos. Os números finais detalhados serão apresentados em 22 de outubro de 2025.

BRASIL REGISTRA ALTA NA ENTRADA DE PEDIDOS

No Brasil, a TRUMPF teve um crescimento de 24% na entrada de pedidos. Essa alta reflete a crescente demanda por sistemas inteligentes, automatizados e integrados, com as máquinas de corte a laser 2D continuando a ser o carro-chefe da empresa no país.

João C. Visetti, CEO da TRUMPF do Brasil, enfatiza a tendência: “Isso é inevitável. O futuro da indústria de produção está na tecnologia aprimorada e na inovação dos processos, seja porque essas soluções garantem maior eficiência, seja porque suprem a carência de mão de obra especializada. No final, tudo se resume a fazer mais com menos, a maior produtividade.”

A TRUMPF do Brasil consolidou sua participação nos mercados de corte a laser e dobra. Visetti observa: “As TruLaser Série 1000 e TruBend Série 1000 abriram novos mercados. São dois produtos extremamente bem aceitos no segmento de entrada, por serem máquinas com preços acessíveis mesmo para pequenas empresas.” Máquinas de alta produtividade, como a TruLaser 5000, e de dobra automatizada (TruBend Cell 5000 e TruBend Flex Cell 7050) também ganham relevância.

Visetti afirma a expansão da competitividade da TRUMPF: “Somos competitivos no segmento de entrada, com a Série 1000 Basic Edition, no segmento intermediário, com a família 3000, e no segmento premium, com a Série 5000. Evoluímos nos três segmentos”.

O ano também foi marcado pela venda do primeiro sistema automatizado para chapas de 6 x 2,5 metros no Brasil, um dos poucos no mundo. O sistema é composto por duas máquinas de corte TruLaser 3060 fiber de 24 kW, um sistema de alimentação automática e um armazém de grande escala STOPA.

O novo ano fiscal começou promissor, mas Visetti observa um compasso de espera. Isso se deve às tarifas r recentemente impostas pelo governo americano a 25 países, incluindo a União Europeia. “Assim que essas negociações se estabilizarem, vai haver uma reordenação do mercado. Ainda não conseguimos prever o i impacto”, conclui.

Dr. phil. Nicola Leinberger-Kammüller, CEO Grupo TRUMPF
Crédito: Divulgação
João C. Visetti, CEO TRUMPF do Brasil
Crédito: Divulgação

Sobre a TRUMPF – é uma empresa de alta tecnologia que oferece soluções de manufatura nas áreas de máquinas- ferramentas e tecnologia laser. Ela impulsiona a conectividade digital na manufatura por meio de consultoria, produtos de plataforma e software. A TRUMPF é uma das líderes de mercado e tecnologia em máquinas- ferramentas altamente versáteis para processamento de chapas metálicas e na área de lasers industriais.

Em 2024/25, a TRUMPF empregou 17.750 pessoas e gerou vendas de 4,3 bilhões de euros (dados preliminares). Com cerca de 90 empresas, o Grupo TRUMPF está presente em quase todos os países europeus, bem como na América do Norte, América do Sul e Ásia. A empresa possui unidades de produção na Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Áustria, Suíça, Polônia, República Tcheca, Estados Unidos, México e China.

Em 2025, a TRUMPF comemora 44 anos de presença no Brasil. Com sede em Barueri, a empresa possui uma operação solidificada e com abrangência para prover assistência técnica a seus clientes em diferentes regiões, sendo responsável também em dar suporte às operações na América do Sul.