domingo, abril 5, 2026
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Estudo revela os CINCO SETORES PRIORITÁRIOS para Investir na Economia Circular no Brasil

  • Brazil State of Circularity’ foi lançado pelo Instituto Brasileiro de Economia Circular e pela Exchange 4 Change Brasil;
  • Resultado de uma experiência de 10 anos de trabalho no setor, com cerca de 90 reuniões estratégicas, o documento traz um raio-x do avanço e dos desafios da economia circular no Brasil a partir da indústria e de políticas públicas.

O Instituto Brasileiro de Economia Circular (Ibec) e a Exchange 4 Change Brasil (E4CB) lançaram o ‘Brazil State of Circularity’, documento que traz um raio-x do avanço e dos desafios da economia circular no Brasil a partir da indústria e de políticas públicas. Segundo a análise, há cinco setores prioritários e estratégicos para a transição econômica no país atualmente: Metais e Minerais; Plástico; Têxtil; Eletroeletrônicos; e Energia. No entanto, alguns gargalos, como falta de letramento entre atores importantes e dificuldade de definir estratégias que vão além de uma única empresa, ainda são pontos de atenção.

O ‘Brazil State of Circularity’ é resultado de 10 anos de trajetória da Exchange 4 Change Brasil, organização pioneira na articulação da agenda circular no Brasil, e consolida um extenso processo de escuta, análise e colaboração multissetorial. Foram mais de 25 encontros formais com representantes do setor público e privado, mais de 90 reuniões estratégicas, 4 grupos de trabalho ativos, envolvendo mais de 30 empresas, 10 setores econômicos e conexões com 12 países. Em seu escopo, está o Hub de Economia Circular Brasil, que reúne empresas de diversos setores e portes para desenvolver negócios circulares.

Já o Ibec foi criado com a missão de ampliar o alcance da economia circular por meio de educação qualificada, alinhada às diretrizes globais; da interação com órgãos governamentais; e da construção de parcerias internacionais voltadas à realização de estudos, pesquisas e roadmaps. O instituto faz parte do fórum de especialistas criado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para definir a Estratégia Nacional de Economia Circular, e foi a primeira organização do Brasil a entrar na Coalizão de Economia Circular para a América Latina e o Caribe.

O relatório foi lançado na programação do Fórum Mundial de Economia Circular, que aconteceu em São Paulo, e aponta que existem três gargalos principais na construção de uma agenda comum de economia circular para o Brasil.

Primeiro, o letramento, que torna necessária uma mudança no mindset de negócios para engajar e educar todos os atores envolvidos. Além disso, existe a dificuldade de definir estratégias que extrapolem os limites de uma única empresa ou setor, e a transição exigirá o desenvolvimento de novas habilidades, competências e indicadores. O terceiro gargalo está no próprio mercado: a adoção de novos valores e comportamentos por parte da sociedade é essencial para que produtos e serviços circulares sejam valorizados e demandados.

– Com frequência, somos procurados por especialistas e investidores internacionais que querem entender o cenário da economia circular no Brasil, e por stakeholders brasileiros que não sabem por onde começar a transição. Foi dessa demanda que surgiu o ‘Brazil State of Circularity’. Estamos com os olhos voltados para a COP30 e a economia circular é um elemento-chave no debate sobre descarbonização, porque traz uma nova forma de desenvolver produtos e serviços em equilíbrio com o planeta. É um convite para empresas e governos revisarem seus compromissos de redução de emissões – declara a presidente do Ibec e diretora da E4CB, Beatriz Luz.

Neste sentido, os cinco setores prioritários assumem um papel de grande relevância econômica e ambiental na indústria e estão em diferentes estágios na construção de um país mais circular. Foram ouvidos especialistas da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM), da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), do SENAI CETIQT, da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) e da Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (ABEEólica).

Diretrizes para avançar na transição circular

Com base nos principais gargalos identificados, o report destaca sete ações consideradas fundamentais para avançar com a circularidade no Brasil, a fim de criar uma agenda comum entre indústria, empresas, poder público e sociedade civil.

– Nenhum país, nenhuma empresa e nenhuma cidade fará a transição sozinha. Precisamos nos unir para definir uma economia global que funcione sob novas regras, valores e comportamentos – enfatiza Beatriz Luz.

Um ponto considerado fundamental é a inserção da economia circular nos currículos, da educação básica ao ensino superior, trazendo uma perspectiva da nova economia ao longo da formação. Além disso, também é essencial a criação de um modelo de financiamento circular, com mecanismos adequados à realidade brasileira, e o letramento das lideranças públicas e privadas, para facilitar a construção de uma agenda comum.

Entre as diretrizes, está ainda o fomento a redes de colaboração, a fim de estimular ecossistemas de trocas multissetoriais e internacionais. O design circular é tido como uma prioridade para redesenhar produtos e garantir a reparabilidade dos mesmos, e o documento destaca que roadmaps regionais podem definir metas e prioridades para cada estado específico.

Por fim, o ‘Brazil State of Circularity’ enfatiza que é preciso mobilizar e conscientizar a sociedade com campanhas de sensibilização, consolidando uma nova perspectiva de valor, baseada em experiências, produtos e serviços circulares.

Confiança sobe em 21 setores industriais, aponta CNI

Movimento, no entanto, foi insuficiente para mudar quadro geral de pessimismo dos empresários. Grandes indústrias foram as únicas a demonstrar otimismo

Em maio, os resultados setoriais do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) apontam que a confiança subiu em 21 dos 29 segmentos da indústria, revela levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (28). Por outro lado, o indicador caiu em oito setores.

Com o resultado, três setores passaram de um estado de falta de confiança para um estado de confiança. São eles: impressão e reprodução (+5,8 pontos, para 52,6 pontos); produtos diversos (+2,5 pontos, para 51,6 pontos); e máquinas e materiais elétricos (+0,7 ponto, para 50,2 pontos).

Outros três segmentos fizeram a transição contrária e, agora, apresentam pessimismo: biocombustíveis (-2,5 pontos, para 49,8 pontos); calçados e suas partes (-3,3 pontos, para 48,9 pontos); e veículos automotores (-3,9 pontos, para 47,9 pontos). Vale lembrar que o ICEI vai de 0 a 100 pontos. Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança dos empresários e, acima, confiança.

Com isso, o balanço final do mês de maio repete o resultado de abril, ou seja, 23 de 29 setores continuam sem confiança, enquanto seis seguem confiantes. Segundo Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI, a falta de confiança prejudica o setor e a atividade econômica.

“A confiança do empresário está ligada à sua capacidade de investir e desenvolver novos projetos. Quando o empresário demonstra incerteza, ele investe menos e executa menos iniciativas. Uma luz vermelha se acende quando observamos falta de confiança”, explica a economista.

ICEI por porte de empresa

O ICEI aumentou entre todos os portes de empresas na passagem de abril para maio. O destaque fica por conta das pequenas indústrias, cujo índice subiu 2 pontos. Nas indústrias de médio porte, o indicador aumentou 0,4 ponto, enquanto nas grandes, cresceu 0,5 ponto.

Com a alta, as indústrias de grande porte migraram de falta de confiança para confiança, ainda que moderada. As pequenas e médias indústrias continuam abaixo dos 50 pontos, demonstrando pessimismo. 

ICEI por região geográfica

A confiança da indústria subiu nas regiões Sudeste (+1,8 ponto), Sul (+1 ponto) e Centro-Oeste (+0,7 ponto), mas caiu nas regiões Nordeste (-0,6 ponto) e Norte (-0,3 ponto). O movimento foi insuficiente para alterar o cenário geral na passagem de abril para maio.

Os empresários do Sul e do Sudeste continuam pessimistas. Já os industriais no Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem otimistas.

  • Nordeste: 51,7 pontos;
  • Norte: 51,3 pontos;
  • Centro-Oeste: 50,9 pontos;
  • Sul: 48,2 pontos;
  • Sudeste: 47,7 pontos.

 Mais sobre o ICEI Setorial

Para esta edição, a CNI consultou 1.800 empresas: 771 de pequeno porte; 648 de médio porte; e 441 de grande porte, entre os dias 5 e 14 de maio de 2025.

Randoncorp é destaque no 13º Colloquium SAE BRASIL de Suspensões e Implementos Rodoviários

Representantes da companhia e do Instituto Hercílio Randon conquistaram distinções em nível nacional

Três pesquisas ligadas à Randoncorp e ao Instituto Hercílio Randon, instituição de ciência e tecnologia apoiada pela companhia, receberam o prêmio de “melhor trabalho técnico” durante o 13º Colloquium SAE BRASIL de Suspensões e Implementos Rodoviários, principal evento brasileiro dedicado ao setor, realizado neste mês, em Farroupilha (RS). A distinção foi concedida entre os 16 trabalhos apresentados durante o encontro, que reuniu mais de 300 profissionais da indústria da mobilidade.

Os estudos premiados abordam inovações aplicadas à segurança, inteligência artificial e otimização de sistemas de eletrônica embarcada, que refletem avanços e desafios do setor. O primeiro destaque foi concedido ao trabalho “Controle de Estabilidade de um Semirreboque 3 Eixos: Integração entre Comportamento Dinâmico e Modelagem Virtual”, de Carlos Eduardo Henke Viganico, Juliano Marques Rodrigues, Joel Vicente Ciapparini e Eduardo Carraro, todos do Centro Tecnológico Randon (CTR). O estudo propõe uma análise crítica dos processos de validação veicular frente às resoluções CONTRAN 954 e 915, evidenciando limitações nos modelos matemáticos em situações de variações nas condições de teste já que, na legislação atual, os testes podem ser aprovados com 70% de correlação entre os métodos.

A segunda distinção foi dada ao artigo “Aplicações de Machine Learning no Desenvolvimento e Análise de Sistemas de Suspensão de Implementos Rodoviários”, assinado por Leonardo Roso Colpo e Maicon Molon, do Instituto Hercílio Randon (IHR), e Hebert Martins Gomes, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A pesquisa propõe o uso de inteligência artificial para modelagem e monitoramento em tempo real de suspensões, abrindo caminho para sistemas preditivos de falhas e manutenção baseada em dados, o que representa um passo importante rumo à modernização e digitalização da frota nacional.

O terceiro trabalho reconhecido foi “Otimização de sistema EBS e controle de rolagem para aplicação em combinações de trailers Rodotrem com suspensão mecânica”, desenvolvido por Vinícius Dreher Barbon e Pedro Humberto Gândara Orlando, integrantes da área de eletromobilidade da Suspensys – empresa do grupo referência em suspensões e eixos para veículos comerciais e pioneira em soluções de eletromobilidade para o segmento.

O estudo está diretamente conectado com o mais recente lançamento da Suspensys e que marca a entrada da empresa no segmento de eletrônica embarcada. A pesquisa aborda o processo de otimização do sistema EBS e da atuação do controle de estabilidade em rodotrens com suspensão mecânica e o foco em atender a nova legislação brasileira ao promover mais eficiência e segurança operacional.

O Colloquium é promovido pela SAE BRASIL e se consolida como espaço essencial para o intercâmbio de conhecimento técnico e o fortalecimento da inovação na área de transportes pesados.

Sobre a Randoncorp – Multinacional brasileira referência em soluções que facilitam a vida das pessoas por meio da mobilidade, a Randoncorp tem presença global fundamentada na qualidade, na inovação e na ética nos negócios. Com mais de 50 operações ao redor do mundo, alcança mais de 125 países com a comercialização de suas soluções e mantém liderança nos mercados de suas cinco verticais de negócios complementares. São cerca de 19 mil colaboradores.

A Randoncorp desenvolve, produz e comercializa autopeças e serviços para o controle de movimentos, com portfólio completo para sistemas de frenagem, suspensão, transmissão e direção, por meio da Frasle Mobility, e para aplicações em veículos comerciais, por meio das marcas Suspensys, Castertech, Master e JOST Brasil. A Companhia também atua como montadora e está entre as dez maiores fabricantes de semirreboques do mundo, por meio da marca icônica Randon, com a mais completa linha de equipamentos para o transporte terrestre de cargas.

A Companhia conta, ainda, com a Rands, Plataforma de Soluções Financeiras e Serviços, que atende aos setores de transporte e logística, mercado de reposição, agronegócio, varejo, tecnologia e inovação.

O grupo impulsiona pesquisas em materiais, nanotecnologia e eletromobilidade e cria soluções em automação e robótica industrial com o Centro Tecnológico Randon (CTR), a NIONE e a Auttom.

Com o propósito de conectar pessoas e riquezas, gerando prosperidade, atua na transformação social com iniciativas realizadas pelo Instituto Elisabetha Randon e incentiva a pesquisa científica por meio do apoio ao Instituto Hercílio Randon. Faz parte do Nível 1 de Governança Corporativa da B3, figurando entre as maiores empresas privadas brasileiras.

Produção de aço bruto em abril de 2025

Fonte: WordSteel: https://worldsteel.org/media/press-releases/2025/april-2025-crude-steel-production/

A produção mundial de aço bruto dos 69 países que reportaram à Associação Mundial do Aço (worldsteel) foi de 155,7 milhões de toneladas (Mt) em abril de 2025, uma queda de 0,3% em comparação a abril de 2024.

Produção de aço bruto por região

A África produziu 1,9 Mt em abril de 2025, um aumento de 6,3% em relação a abril de 2024. A Ásia e a Oceania produziram 115,0 Mt, um aumento de 0,1%. A UE (27) produziu 11,1 Mt, uma queda de 2,6%. A Europa e Outros países produziram 3,4 Mt, uma queda de 0,5%. O Oriente Médio produziu 5,2 Mt, um aumento de 2,2%. A América do Norte produziu 9,0 Mt, um aumento de 0,2%. A Rússia e outros países da CEI + Ucrânia produziram 6,9 Mt, uma queda de 4,4%. A América do Sul produziu 3,3 Mt, uma queda de 2,4%.

Tabela 1. Produção de aço bruto por região

Os 69 países incluídos nesta tabela foram responsáveis ​​por aproximadamente 98% da produção mundial total de aço bruto em 2024.

Regiões e países abrangidos pela tabela:

  • África: Argélia, Egito, Líbia, Marrocos, África do Sul, Tunísia
  • Ásia e Oceania: Austrália, China, Índia, Japão, Mongólia, Nova Zelândia, Paquistão, Coreia do Sul, Taiwan (China), Tailândia, Vietnã
  • União Europeia (27): Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, República Checa, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Polónia, Portugal, Roménia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Suécia
  • Europa, Outros: Macedônia, Noruega, Sérvia, Turquia, Reino Unido
  • Oriente Médio: Bahrein, Irã, Iraque, Jordânia, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iêmen
  • América do Norte:  Canadá, Cuba, El Salvador, Guatemala, México, Estados Unidos
  • Rússia e outros países da CEI + Ucrânia: Cazaquistão, Rússia, Ucrânia
  • América do Sul:  Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela

Os 10 principais países produtores de aço

A China produziu 86,0 Mt em abril de 2025, o mesmo que em abril de 2024. A Índia produziu 12,9 Mt, um aumento de 5,6%. O Japão produziu 6,6 Mt, uma queda de 6,4%. Os Estados Unidos produziram 6,6 Mt, uma queda de 0,3%. Estima-se que a Rússia tenha produzido 5,8 Mt, uma queda de 5,1%. A Coreia do Sul produziu 5,0 Mt, uma queda de 2,5%. A Turquia produziu 3,0 Mt, um aumento de 7,0%. A Alemanha produziu 3,0 Mt, uma queda de 10,1%. O Brasil produziu 2,6 Mt, uma queda de 3,1%. O Irã produziu 3,3 Mt, um aumento de 4,6%.

Tabela 2. Os 10 principais países produtores de aço

Notas para os editores:

  • A Associação Mundial do Aço (worldsteel) é uma das maiores e mais dinâmicas associações industriais do mundo, com membros em todos os principais países produtores de aço. A worldsteel representa produtores de aço, associações nacionais e regionais da indústria siderúrgica e institutos de pesquisa do setor. Seus membros representam cerca de 85% da produção global de aço.
  • A worldsteel disponibiliza gratuitamente um conjunto limitado de dados através do Steel Data Viewer. Uma assinatura com acesso aos dados de produção de ferro e aço bruto de todos os outros países está disponível por € 1.545 na livraria worldsteel . Esta assinatura inclui acesso a 20 anos de dados do Steel Statistical Yearbook . Em caso de dúvidas, entre em contato com subscribers@worldsteel.org .
  • Informações sobre capacidade podem ser encontradas no  site da OCDE .

Vallourec conquista novo contrato para fornecimento de dutos de condução no offshore do campo de Búzios

A Vallourec, líder mundial em soluções tubulares premium sem costura, firmou um novo contrato com a Allseas para fornecer tubos de condução para o projeto offshore Búzios 10, localizado no campo de Búzios e operado pela Petrobras. O contrato representa cerca de 18 mil toneladas de tubos de condução de aço carbono premium sem costura para risers e flowlines. O acordo prevê um escopo opcional de quase 5 mil toneladas.

Localizado na costa do Rio de Janeiro, Búzios é um dos maiores campos de águas profundas do mundo e é onde está uma parte significativa das operações da empresa petrolífera brasileira. A produção no campo deve aumentar substancialmente, já que cinco unidades adicionais de produção estão previstas para iniciar operações até 2028.

O contrato também inclui a solução Pipe Navigator da Vallourec, um portal digital centralizado que oferece acesso instantâneo à documentos, dados e análises referentes aos tubos fornecidos no contrato. Toda a produção será realizada em nossa unidade ultramoderna localizada em Jeceaba (Minas Gerais), garantindo alto conteúdo local e uma pegada de carbono reduzida.

Philippe Guillemot, Presidente do Conselho e CEO da Vallourec, declarou: “Esse contrato reforça nosso posicionamento estratégico no Brasil, um de nossos principais mercados para projetos offshore complexos, e é mais uma demonstração da nossa capacidade de fornecer soluções tubulares premium com fabricação totalmente brasileira. O acordo também valida a estratégia de investimento implementada ao longo dos últimos três anos para aprimorar nosso desempenho industrial e atender aos requisitos mais exigentes de nossos clientes.”

Sobre a Vallourec – A Vallourec está entre os líderes mundiais em soluções tubulares premium para os mercados de energia e para aplicações industriais exigentes, como poços de petróleo e gás, nas condições mais adversas; usinas de energia de nova geração; projetos arquitetônicos desafiadores; e equipamentos mecânicos de alto desempenho. O espírito pioneiro e a pesquisa e desenvolvimento de ponta da Vallourec abrem novas fronteiras tecnológicas. Com cerca de 16 mil empregados dedicados e motivados em mais de 20 países, a Vallourec trabalha lado a lado com seus clientes para oferecer mais do que apenas tubos: oferece soluções tubulares inovadoras, seguras, competitivas e inteligentes para tornar cada projeto possível.

No Brasil, a Vallourec possui sete unidades. Em Minas Gerais, as unidades Barreiro e Jeceaba são focadas na produção de tubos de aço sem costura; a unidade Florestal é responsável pela produção do carvão vegetal que abastece o Alto-Forno das unidades produtoras de tubos; e a unidade Mineração supre as necessidades de abastecimento internas de minério de ferro.

A empresa conta, ainda, com uma unidade de Negócios no estado, provedora de serviços administrativos. Com linhas de produção em Minas Gerais e em São Paulo, a Vallourec Tubos para Indústria (VTI) fornece tubos de aço com e sem costura e soluções tubulares para a indústria em geral, especialmente para os mercados automotivo, de energia, máquinas e equipamentos industriais. No Rio de Janeiro, a Vallourec Tubular Solutions (VTS) presta serviços especializados para o setor de óleo e gás. E, no Espírito Santo, fornece serviços de revestimento anticorrosivo.

Sistema de extração de fumos de soldagem, qual é o melhor?

Embora a soldagem seja uma atividade que trouxe progresso para a humanidade, pois permite unir peças de metal para criar estruturas complexas e resistentes, também é um processo que, devido aos gases e vapores envolvidos, pode causar danos ao ser humano. Por esse motivo, em muitos locais onde a soldagem é um processo contínuo, é necessário um sistema de extração de fumaça.

Em alguns países, existem regulamentos muito rígidos em relação ao gerenciamento de fumos de soldagem. Em outros, nem tanto. Portanto, não é uma boa ideia confiar apenas em padrões para definir como os fumos de soldagem devem ser manuseados em nossa oficina. Por outro lado, cuidar do bem-estar dos operadores com a instalação de um sistema de extração de fumos de soldagem deve ser uma decisão empresarial.

O que é um sistema de extração de fumos de soldagem?

Como o próprio nome sugere, um sistema de extração de fumos de soldagem é um dispositivo que capta o ar contaminado e o filtra, coletando os compostos perigosos, para evitar que os operadores o respirem.

O sistema geralmente é projetado para capturar e remover fumaça de soldagem e fumaça na fonte. Isso é feito com o uso de exaustores, exaustores ou pistolas de fumaça que são colocados diretamente acima ou perto da operação de soldagem. O sistema então extrai os vapores e a fumaça por meio de uma rede de dutos e filtra o ar antes de ser liberado de volta ao ambiente. Esses sistemas podem ser portáteis, móveis ou estacionários.

Um sistema portátil de extração de fumaça de soldagem é um pequeno dispositivo que pode ser carregado com uma alça e geralmente pode ser encontrado na garagem de um hobby. Um sistema móvel de extração de fumos de soldagem é um dispositivo leve que pode ser usado por períodos de tempo em soldagem casual. Algumas marcas fabricam sistemas móveis de extração de fumaça de soldagem com recursos poderosos que podem ser usados ​​para trabalhos médios. Um sistema estacionário de extração de fumos de soldagem é um dispositivo de serviço pesado que requer instalação em uma parede ou coluna e possui um ou mais braços para capturar o ar. Vamos explicar todos eles em detalhes mais adiante neste artigo.

A soldagem não é a única atividade industrial que produz fumos tóxicos, por isso a necessidade de sistemas de extração é compartilhada com outras indústrias. Como a soldagem é uma de nossas áreas de especialização, focaremos nossa explicação na necessidade de sistemas de extração de fumaça de soldagem.

Algumas empresas instalaram ventilação de diluição, que é um sistema que visa reduzir a concentração de poluição no ar, introduzindo ar fresco em níveis de exposição aceitáveis. Embora seja uma forma de reduzir os riscos de fumaça, não é bem um sistema de exaustão, pois o ar não é totalmente exaurido da área de trabalho, mas sim misturado com ar limpo. Portanto, o sistema de ventilação de diluição não faria parte do escopo deste artigo.

Porque o que são necessários

A principal razão pela qual um sistema de extração de fumos de soldagem é necessário é proteger a saúde dos operadores. Os vapores de soldagem podem causar danos à saúde a curto e longo prazo. Danos à saúde a curto prazo que podem ocorrer incluem febre de fumaça de metal que pode ser tratada e o operador pode retornar ao trabalho em poucos dias, evitando a exposição a metais nocivos a partir de então.

No entanto, a exposição contínua a vapores de soldagem pode causar problemas neurológicos e respiratórios, doenças cardíacas e até mesmo câncer. Isso vem dos gases e vapores gerados pela soldagem. Gases e fumos não são os mesmos, mas ambos são perigosos para os humanos.

Todo processo de soldagem requer gases como dióxido de carbono, ozônio, argônio e óxido de nitrogênio, entre outros. Os fumos de soldagem são formados quando o metal é fundido e seus vapores se condensam em partículas sólidas muito pequenas. Por exemplo, os vapores da soldagem de aço inoxidável contêm partes de ferro, níquel e cromo.

Nos Estados Unidos existem 2 organizações que regulam a segurança no local de trabalho. Um é o OSHA (Administração de Segurança e Saúde Ocupacional). Eles definiram limites de exposição permissíveis (PEL) que podem ser alcançados por meio de sistemas de extração de fumaça. o outro é o Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional (NIOSH), que na verdade é um ramo do CDC. Outras organizações que lidam com essa importante questão são o Canadian Centre for Occupational Health and Safety – CCOHS (CAN) e o Health and Safety Executive – HSE (Reino Unido).

Agora, você precisa proteger não apenas os operadores, mas também toda a sua empresa dos fumos de soldagem. Para entender melhor isso, você precisa ter uma visão geral dos sistemas de extração de fumaça de soldagem.

A visão geral dos sistemas de extração de fumaça de soldagem

O pessoal diretamente envolvido na soldagem geralmente é cuidadosamente protegido dos vapores. É uma boa medida e nós encorajamos você a continuar fazendo isso.

Agora, no mesmo prédio, mais pessoas podem trabalhar. Provavelmente alguns deles são os que fornecem consumíveis aos operadores de soldagem, ou conduzem os robôs, supervisores ou mesmo funcionários de escritório que precisam realizar atividades no chão de fábrica de soldagem. Nenhum deles pode estar devidamente protegido dos fumos de soldagem, mas ainda assim estão expostos.

Em tais circunstâncias, pode ser útil estabelecer algum sistema de extração de fumos de soldagem para toda a área de trabalho ou pelo menos para a área de soldagem dentro do chão de fábrica. Obviamente, a necessidade de um sistema de extração de fumaça de soldagem estacionário ou móvel depende de sua área de trabalho específica. Levar em consideração a saúde de todos os seus funcionários e as leis que você deve cumprir o ajudará a reter funcionários, melhorar a eficiência (menos dias de doença) e evitar multas.

Para uma empresa socialmente responsável, o número de baixas por doença ou a compensação a pagar a um trabalhador não são o principal motivo para a instalação de um sistema de extração de fumos de soldadura. A ideia é evitar problemas de saúde e manter a segurança de todos.

Além disso, se um sistema de extração de fumaça de soldagem móvel ou estacionário estiver instalado, este é um modelo para os planos de produção de longo prazo da empresa. Portanto, ver o quadro geral disso pode ajudá-lo a tomar uma boa decisão e dar os primeiros passos para alcançá-lo. Vamos agora descrever sistemas estacionários e móveis de extração de fumos de soldagem, com vantagens e desvantagens.

Sistema estacionário de extração de fumaça de soldagem

Um sistema estacionário de extração de fumos de soldagem é um dispositivo montado na parede que pode ter um ou mais braços flexíveis para capturar o ar contaminado diretamente na fonte. Quando a soldagem robótica é aplicada, não é necessário mover o braço de decapagem. Normalmente é definido de 6 a 18 polegadas do ponto de solda, dependendo da capacidade do sistema de exaustão. A maioria deles tem filtros reutilizáveis ​​para economizar custos.

A maioria dos sistemas estacionários de extração de fumos de soldagem tem uma área de cerca de 15 polegadas para capturar o ar contaminado. Se o feixe de solda for mais longo do que isso, alguns dos fumos podem circular livremente pelo ambiente. Nesses casos, é bom verificar se o feixe de solda deve ser mais curto, para garantir que todo o ar contaminado seja removido.

Em muitas oficinas, esses sistemas estacionários de extração de fumaça de soldagem são instalados perto da área onde os soldadores executam seus projetos. Quando a soldagem manual é aplicada, o braço flexível pode ser movido para capturar imediatamente o ar contaminado. Quanto mais próximos estiverem do ponto de solda, melhor.

Mais adiante neste artigo, apresentaremos a você um sistema estacionário de extração de fumaça de soldagem de alta qualidade da Miller.

Vantagens do sistema estacionário de extração de fumos de soldagem

As principais vantagens dos sistemas estacionários de extração de fumos de soldagem são:

  • Eles são geralmente o sistema de extração de fumaça mais poderoso disponível
  • Eles podem ser configurados para lidar com vários braços e atender vários operadores ao mesmo tempo.
  • Eles são ideais para operações de soldagem contínua.
  • Eles não ocupam espaço no chão

Desvantagens do sistema estacionário de extração de fumos de soldagem

Apesar dos benefícios de um sistema estacionário, ainda existem algumas desvantagens a serem consideradas:

  • Eles não são portáteis ou móveis.
  • Eles são caros
  • Eles devem ser instalados por especialistas.
  • Eles estão limitados a uma área específica no local de trabalho.

Sistema móvel de extração de fumaça de soldagem

Continuando com a descrição dos sistemas de extração de fumos de soldagem, é hora de falar sobre dispositivos móveis. São sistemas leves que possuem rodas e vêm com um braço para captar o ar poluído. Eles devem ser usados ​​por um único operador. Dependendo do fabricante, eles podem ser considerados para serviços leves ou médios. A maioria deles tem filtros reutilizáveis ​​para economizar custos.

Dispositivos móveis são uma coisa e laptops são outra. Para explicar melhor esse conceito, você pode imaginar um aspirador de pó. Eles vêm em diferentes tamanhos e formas. Você os tem em tamanho industrial (que são para limpar áreas de tráfego intenso), tamanho normal (para limpar uma casa) e tamanho pequeno (que funcionam com bateria e são ideais para limpar carros). Você nunca tentará limpar uma área de tráfego intenso ou mesmo uma casa de tamanho pequeno.

Na mesma linha, um sistema portátil de extração de fumaça de soldagem pode ser uma boa ideia para um hobby que só solda de vez em quando e só precisa evitar fumaça nessas raras ocasiões. Mas se a soldagem faz parte do seu trabalho, pelo menos até certo ponto, o menor equipamento que você deve obter é um sistema móvel de extração de fumaça de soldagem.

Vantagens do sistema móvel de extração de fumos de soldagem

Os sistemas móveis de extração de fumos de soldagem são ideais por vários motivos diferentes, incluindo:

  • Eles podem ser usados ​​em diferentes lugares na área de trabalho e em outros locais devido à sua mobilidade
  • Eles são menos caros do que os sistemas estacionários.
  • Eles são fáceis de usar e não requerem instalação.
  • Eles são ideais para áreas confinadas ou de difícil acesso.

Desvantagens do sistema móvel de extração de fumos de soldagem

Apesar dos benefícios de um sistema móvel, ainda existem algumas desvantagens a serem consideradas:

  • Eles só podem ser usados ​​por um operador por vez.
  • Eles têm uma capacidade limitada, menor que os sistemas estacionários
  • Eles não devem ser usados ​​para soldagem robótica.
  • Eles podem se desgastar mais facilmente do que os sistemas estacionários, devido ao manuseio e realocação

Como definir o que é ideal para sua planta

Definir que você precisa de um sistema de extração de fumaça não é difícil. Se você solda, obviamente precisa de um dispositivo de extração de fumaça. O difícil é definir qual é o ideal para sua oficina.

A eficácia do sistema de extração de fumaça dependerá de vários fatores, como o tipo de processo de soldagem, os materiais a serem soldados e o tamanho da área onde a solda está sendo executada. Os fumos produzidos variam de acordo com essas variáveis.

Por exemplo, ele Organização Internacional para Padronização definiu 3 níveis de fumos de soldagem, dependendo dos materiais presentes na solda, como segue:

  • Classe W1: Eficiência de filtragem de pelo menos 95 por cento ou mais. Os filtros desta classe são adequados para aço sem liga ou de baixa liga (baixo teor de níquel e cromo no aço).
  • Classe W2: A eficiência da filtragem deve ser superior a 98 por cento. As ligas de aço a serem soldadas não devem ter mais de 30% de teor de níquel e cromo.
  • Classe W3: A eficiência da filtragem deve ser de 99% ou mais. As ligas de aço soldadas podem ter mais de 30% de teor de níquel e cromo.

Podemos te ajudar a definir qual seria o sistema ideal para você. Algumas das perguntas que qualquer um de nossos especialistas fará a você são as seguintes:

  • Qual o tamanho da oficina?
  • Quanta soldagem é feita?
  • Quantos soldadores existem?
  • Quantos outros funcionários estão na área?
  • Todas as soldas são realizadas na mesma área da oficina?
  • Existe uma célula de soldagem robótica?
  • Quais processos de soldagem estão em uso?
  • Quais metais estão sendo soldados?
  • Quanto espaço no chão e na parede há?
  • As operações de soldagem podem ser realocadas dentro do prédio?

Com suas respostas, uma solução (não apenas um equipamento) será personalizada para suas necessidades específicas. Vamos mostrar-lhe alguns equipamentos para extração de fumos.

Equipamento para sistemas de extracção de fumos de soldadura

Existem muitas opções quando se trata de sistemas de extração de fumaça de soldagem. É seguro dizer que cada fabricante de produtos de soldagem tem algo diferente a oferecer. Isso é bom porque mostra o quanto é importante. Mas também pode ser opressor ao decidir qual caminho seguir.

Depois de obter um sistema de extração de fumos de soldagem

Depois de definir que tipo de sistema de extração de fumaça de soldagem você obterá, é necessário configurá-lo. Se for móvel, basta aproximá-lo do local onde está sendo feita a soldagem e ensinar os operadores a utilizá-lo. Algumas instruções básicas são como identificar quando é hora de limpar os filtros, como fazê-lo e como mover os braços.

Se o sistema for montado na parede, você precisa definir onde ele deve ser instalado e provavelmente fazer alguns ajustes na área de soldagem. Se o sistema tiver vários braços, cada operador deve saber manusear aquele que vai utilizar. Alguém deve se encarregar de limpar ou trocar os filtros sempre que necessário.

Confira o artigo na integra: Sistema de extração de fumos de soldagem, qual é o melhor? – Codinter Brasil

Fonte: Site Infosolda:

Sistema de extração de fumos de soldagem, qual é o melhor?

 

AVB reforça infraestrutura com nova planta de gases do ar no Maranhão

Unidade será 100% alimentada por energia renovável e vai garantir autonomia e crescimento à operação de aço verde, com foco em eficiência e sustentabilidade

A Aço Verde do Brasil (AVB), referência mundial em siderurgia de baixo carbono, está ampliando sua estrutura industrial com a construção de uma nova planta de gases industriais em sua unidade de Açailândia (MA). A iniciativa está voltada a garantir estabilidade e crescimento à empresa. A operação deve ter início no primeiro trimestre de 2026 e a empresa poderá comercializar os gases excedentes.

A nova unidade produzirá oxigênio, nitrogênio e argônio, com alta pureza, abastecendo integralmente os processos internos da empresa. A planta será operada exclusivamente com energia renovável, reforçando o compromisso da AVB com práticas industriais de baixa emissão de gases poluentes. O projeto soma, até o momento, quase R$ 100 milhões em investimentos.

“Vamos utilizar tecnologia de separação criogênica por compressão interna — processo considerado o mais eficiente para a produção de gases industriais de alta pureza, o que reduz perdas energéticas e melhora a eficiência do sistema, garantindo maior confiabilidade e menor impacto ambiental na operação”, explica Ricardo Carvalho, membro do conselho de administração da Aço Verde do Brasil.

Eficiência e autossuficiência no centro da estratégia

Atualmente, cerca de 99% dos gases industriais utilizados pela AVB são empregados na aciaria, especialmente no refino do aço. Com a entrada da ASU-02 em operação, a companhia mais que dobrará sua capacidade de produção, garantindo maior autonomia, inclusive para planos de crescimento na produção do aço verde.

“Esse reforço não se traduz em aumento imediato de produção, mas sim em garantia operacional, mitigando riscos de desabastecimento, reduzindo a dependência externa e criando bases sólidas para eventuais movimentos de crescimento no futuro na nossa produção de aço verde. Esta expansão irá também fomentar a economia circular na AVB, incrementando o potencial de uso metalúrgico de finos de biocarbono, que serão produzidos na nova planta de biochar”, comenta Carvalho.

Cronograma e visão de longo prazo

A obra já alcançou cerca de 60% de execução e a expectativa é concluir até o primeiro trimestre de 2026.

A AVB opera com os menores índices de emissão de carbono do mundo, utilizando biocarbono de florestas plantadas, energia elétrica renovável e combustíveis gerados a partir de gases do processo siderúrgico, além do alto índice de reaproveitamento de seus resíduos.

Histórico de responsabilidade social e eficiência

A infraestrutura de gases da AVB já foi colocada à prova durante a pandemia e a crise de falta de oxigênio medicinal, no início do ano de 2021, principalmente no norte do Brasil. À época, a companhia doou o equivalente a 28 mil cilindros de oxigênio medicinal para o estado do Amazonas e quantidades ainda maiores para o Maranhão.

Com a nova planta, a empresa fortalece ainda mais sua base industrial, garantindo autonomia e continuidade para seguir liderando a produção de aço verde no Brasil.

Sobre a Aço Verde do Brasil  - A Aço Verde do Brasil (AVB), empresa do Grupo Ferroeste, é uma siderúrgica especializada em aços verdes longos, localizada em Açailândia (MA), com mais de 2.700 colaboradores diretos. Sua planta industrial tem capacidade para produzir 730.000 toneladas de aço por ano, atendendo a diversos mercados em todo o Brasil. Entre seus principais produtos estão o fio máquina, os vergalhões CA-50 e CA-60, e o tarugo de aço.  

Aço Verde do Brasil e Instituto AVB beneficiaram milhares de pessoas

A indústria siderúrgica com sede no sul do Maranhão ampliou ações em educação, saúde e cidadania após consolidação do instituto

Mais de 54 mil pessoas foram beneficiadas em 2024 pelas ações do Instituto AVB e da Aço Verde do Brasil, indústria siderúrgica com operação em Açailândia (MA). O número é quatro vezes maior em relação a 2021, quando os projetos sociais da AVB beneficiaram cerca de 10 mil pessoas. Após a consolidação do Instituto, as ações foram estruturadas com foco em impacto de longo prazo.

Projetos como o Parceiros da Escola, que atendeu mais de 3.400 alunos de 17 escolas da rede pública de ensino com kits de material escolar e de higiene. Além disso, os VoluntariAços — mutirões sociais promovidos em bairros periféricos — somaram mais de 1.100 atendimentos em saúde, assistência e cidadania.

Também como parte de sua estratégia desenvolvimento socioeconômico, a AVB investe continuamente na capacitação técnica e superior de seus colaboradores e jovens da região. Por meio de uma parceria com o SENAI, a empresa promove o compartilhamento de conhecimento, cooperação e desenvolvimento em processos de produção e gestão, ampliando as possibilidades de crescimento profissional.

Voltado à população do sul do Maranhão, são 15 cursos de especialização, técnico e pós-técnico que tem como foco ampliar a empregabilidade local e responder às demandas da indústria. Parte dos participantes foi contratada diretamente pela empresa, reforçando o vínculo entre qualificação profissional e oportunidades reais de trabalho.

“Em um contexto de desafios sociais persistentes, sobretudo em regiões com alta vulnerabilidade econômica, a atuação do Instituto reforça o papel do investimento social privado como ferramenta de transformação de longo prazo”, afirma Silvia Nascimento, Presidente da Aço Verde do Brasil, mantenedora do Instituto.

Modelo fortalece dignidade e desenvolvimento comunitário

O Instituto AVB adota um modelo de atuação que complementa políticas públicas e parcerias privadas, com o objetivo de contribuir para o fortalecimento das comunidades no entorno de suas operações e promover o desenvolvimento social sustentável.

Nos últimos anos, ampliou sua presença regional, com ações de combate à insegurança alimentar, valorização da cultura local, apoio à população idosa, campanhas de saúde e iniciativas de voluntariado. “Fechamos 2024 com resultados robustos e estratégicos, incluindo a distribuição de milhares de cestas básicas, atendimentos em saúde e ações. Nossas iniciativas são planejadas com foco no fortalecimento da dignidade das famílias atendidas, buscando mitigar os efeitos da vulnerabilidade social e ampliar o acesso a condições básicas de bem-estar”, destaca Luana Leandro Lima Ramalho, coordenadora de responsabilidade social do Instituto AVB.

O Instituto AVB é mantido e gerido pela Aço Verde do Brasil, como parte da sua estratégia de responsabilidade social.

Sobre a Aço Verde do Brasil  – A Aço Verde do Brasil (AVB), empresa do Grupo Ferroeste, é uma siderúrgica especializada em aços verdes longos, localizada em Açailândia (MA), com mais de 2.700 colaboradores diretos. Sua planta industrial tem capacidade para produzir 730.000 toneladas de aço por ano, atendendo a diversos mercados em todo o Brasil. Entre seus principais produtos estão o fio máquina, os vergalhões CA-50 e CA-60, e o tarugo de aço.

Indústria segue tendência de crescimento nos próximos meses, prevê novo indicador da ABDI

Índice ABDI de Sustentabilidade da Expansão Industrial vai auxiliar governo no monitoramento da indústria brasileira no curto prazo

A indústria brasileira deve continuar a crescer nos próximos meses. É o que aponta o Índice ABDI de Sustentabilidade da Expansão Industrial (ISEI), novo indicador criado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial para auxiliar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) no monitoramento do setor industrial no curto prazo. Além de auxiliar gestores públicos na tomada de decisões, o ISEI também fornece insights a empresários e pesquisadores interessados no tema.

Em janeiro deste ano, o ISEI atingiu 104,0 pontos – acima de 100, o cenário é considerado positivo e indica uma conjuntura onde o crescimento da demanda, o resultado do comércio exterior e as condições financeiras e produtivas das empresas industriais permanecem fortes. Na comparação com o mesmo mês em anos anteriores, o índice de janeiro de 2025 dá um salto significativo: o ISEI registrou 100,2 no ano passado; 100,5, em 2023. E 101,1 pontos no mesmo mês em 2022.

De acordo com a ABDI, esse salto demonstra a atual sustentabilidade da indústria de transformação, resultado da aceleração da produção industrial no ano passado, da retomada de investimentos públicos e da consolidação da Nova Indústria Brasil (NIB), política do governo federal para estimular a neoindustrialização no país. O ISEI também prevê o crescimento da indústria de transformação neste primeiro semestre do ano e o aumento na produção industrial, que deve superar os 2,1% ao final do ano.

O gerente da Unidade de Monitoramento e Avaliação da ABDI, Roberto Pedreira, destaca a importância do novo índice. “O ISEI foi criado para capturar quais são as perspectivas acerca do comportamento da indústria de transformação, monitorar o desempenho dessa atividade econômica, analisar tendências futuras e, dessa forma, contribuir para a tomada de decisão dos gestores públicos, reorientando a política industrial e os investimentos dos empresários”, afirma. “É instrumento da ABDI para viabilizar um maior e mais eficiente monitoramento da política industrial”, pontua.

Além da gestão pública, como no caso do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o novo índice pode ser útil para empresários, pesquisadores e a sociedade interessada. “Nossa intenção é que os pesquisadores de temas relacionados à economia industrial e à inovação possam usufruir de um novo indicador, mais robusto, para compor suas análises e avaliações sobre o desempenho e evolução da neoindustrialização brasileira”, diz Pedreira.

Sobre o ISEI – O ISEI é mais um produto do Observatório da Indústria da ABDI, plataforma de inteligência de dados e informação voltado à disseminação de análises, estudos e pesquisas sobre a indústria brasileira.

O índice analisa os dados do último trimestre para lançar reflexões no trimestre seguinte. Por meio de boletim, o novo indicador será publicado no site da ABDI a cada três meses. A primeira edição já está disponível no portal da ABDI.

O resultado é composto por uma média simples de três subíndices: o de Crescimento Esperado na Demanda (ICED), que estima a flutuação potencial da demanda interna do país; o de Qualidade do Crescimento Industrial (IQCI), que avalia a força ou a fragilidade da indústria; e, por fim, o de Comércio Exterior (ICE), que investiga o impacto do comércio exterior sobre o crescimento industrial brasileiro.

Para o cálculo, a ABDI leva em consideração a Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF), a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) e a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), além de indicadores do Banco Central (BC) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Sobre a ABDI – A ABDI formula e executa ações que contribuem para o desenvolvimento do setor produtivo nacional. Sua missão é promover a transformação digital dos negócios por meio do estímulo à adoção e à difusão de tecnologias, a novos modelos de negócios e à política de desindustrialização, com atenção especial à economia sustentável e à indústria verde.

A Agência atua na interface entre governo e empresas para qualificar políticas públicas e ações estratégicas voltadas ao aumento da competitividade e da produtividade da economia brasileira frente aos desafios da era digital.

ArcelorMittal apresenta carro desenvolvido com aço de alta resistência

ArcelorMittal apresenta carro desenvolvido com aço de alta resistência para a temporada 2025 da Stock Car aos fãs paranaenses

Corrida será realizada nos dias 24 e 25 de maio; Gabriel Casagrande, natural do Paraná e patrocinado pela empresa, será um dos competidores.

A temporada 2025 da Stock Car Pro Series segue a todo vapor e chega agora à cidade de Cascavel (PR), nos dias 24 e 25 de maio, com mais uma oportunidade para o público conferir de perto os novos carros da categoria — agora mais seguros, leves e sustentáveis. O modelo, que estreou em Interlagos no início do mês, marca uma evolução importante para o automobilismo brasileiro, com a aplicação do aço de alta resistência produzido pela ArcelorMittal.

Parceira oficial da Stock Car desde 2022, a ArcelorMittal é a primeira produtora de aço a participar diretamente do desenvolvimento estrutural dos veículos da categoria. O novo modelo traz em seu design soluções que reforçam a proteção dos pilotos, unindo inovação e engenharia de ponta. A solução foi adotada na estrutura de segurança dos carros, conhecida como safety cage, elemento essencial para a proteção dos pilotos.

“Segurança é o primeiro e mais importante dos nossos pilares. A estreia do novo aço oficial da Stock Car, produzido pela ArcelorMittal, é resultado do trabalho integrado de várias equipes. Mais do que um marco para o automobilismo e para a indústria do aço, é a prova de que, com valores e visão de futuro alinhados, é possível gerar transformações reais. Temos orgulho de contribuir com um carro que une resistência, leveza e, principalmente, segurança — e que aponta para um futuro mais sustentável na mobilidade”, destaca Alexandre Kalil, vice-presidente Comercial da ArcelorMittal.

Produzido no Brasil e com certificação do programa global XCarb™, que reconhece a redução das emissões de CO₂ na produção, o aço aplicado nos novos carros contribui também para tornar o esporte mais sustentável e eficiente.

Natural de Pato Branco (PR), o piloto Gabriel Casagrande — atual campeão da Stock Car e patrocinado pela ArcelorMittal — corre em casa nesta etapa. Um dos principais nomes da categoria, Casagrande representa o talento e a competitividade do automobilismo paranaense, levando para as pistas o orgulho de sua origem e a força da parceria com a ArcelorMittal.

Além de desenvolver soluções que contribuem para o desempenho e a segurança na pista, a ArcelorMittal também assina a produção dos troféus da Stock Car Pro Series e da Stock Series, além do exclusivo Anel do Campeão, entregue ao vencedor da temporada.