segunda-feira, setembro 21, 2026
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Executivo da ArcelorMittal Brasil Participa da Conferência Ethos 360º em São Paulo

Lideranças vão discutir transformações políticas, econômicas, sociais e ecológicas e a criação de um novo tipo de economia e desenvolvimento sustentável

Guilherme Abreu (Gerente-Geral de Sustentabilidade da ArcelorMittal Brasil) será um dos palestrantes no painel “Compromisso das empresas com descarbonização da economia brasileira”, na próxima quarta-feira (4 de setembro), às 15h. O painel integra a programação da Conferência Ethos 360º nos dias 3 e 4 de setembro, no Parque do Ibirapuera na capital paulista.

A programação da Conferência conta com 60 painéis com apresentação de cases e iniciativas nacionais e internacionais. Tecnologia, desmatamento, ativismo, combate a corrupção, clima e florestas, sustentabilidade, gestão, meio ambiente, direitos humanos e educação serão alguns dos temas debatidos.

A ArcelorMittal destaca-se no setor de aço por possuir um compromisso explícito com a neutralização das emissões de CO2 até 2050. A empresa adota uma agenda que envolve ações de aumento da eficiência energética e a implementação de tecnologias de ruptura, que mudam radicalmente a forma de produzir aço, proporcionando, em alguns casos, a total descarbonização.

Acesse: www.acelormittal.com.br

Startup Desenvolve Plataforma de Gestão de Resíduos para Empresas

O tema da sustentabilidade tem estado em alta nos últimos anos. E não é para menos, já que o cuidado com o ecossistema se tornou crucial para garantir a sobrevivência das próximas gerações no planeta. Atitudes sustentáveis contribuem para que impactos negativos diminuam e também que a natureza seja preservada.

O lixo é um exemplo altamente tóxico, que em contato direto com o meio ambiente prejudica lençóis freáticos e causa danos ao solo. Por isso, existem medidas, garantidas por lei, de regularização para o destino dos resíduos sólidos. No Brasil, realizar a coleta de lixo é obrigação dos cidadãos e das empresas. Estas, por sua vez, precisam prestar contas ao governo sobre a destinação correta e, muitas vezes, esbarram na burocracia da atividade.

Nesse contexto, pensando em facilitar o processo, a Elo Verde oferece o serviço através de uma plataforma digital de gestão de resíduos para empresas. A startup, acelerada pela Spin, realiza o gerenciamento de documentos próprios e de terceiros com compartilhamento e recebimento da papelada, controle de prazos, validades e lembretes e interação entre as obras, gestores e fornecedores.

Ela possui diferenciais que se destacam no segmento, como controle de geração de resíduo no processo, integração com órgãos ambientais e gestão compartilhada do resíduo. Também organiza o fluxo simplificado e otimizado, controle e compartilhamento de documentos e de entrada e saída de caminhões, gestão de coleta e agendamentos, monitoramento das centrais de armazenamento do resíduo e integração com parceiros ambientais.

No caso das indústrias, a plataforma disponibiliza a organização da geração nas obras com aplicativo mobile (off-line), monitoramento dos locais de armazenamento de forma centralizada e remota, e relatórios e indicadores de sustentabilidade. Já no âmbito das coletas, transporte e destinação, a Elo Verde fornece o controle de solicitações de recipientes nas obras, aplicativo mobile com programação das tarefas e otimização de rotas de coleta e monitoramento da situação com acompanhamento em tempo real.

Dessa forma, a startup estabelece a gestão sustentável dos resíduos dos clientes. O objetivo é garantir inovação e praticidade, acompanhando, em tempo real, os principais indicadores de geração e destinação.

Brasília é Recordista em Reciclagem de Aço pela Prolata

Brasília é a cidade que mais recicla aço no país. Segundo levantamento da Prolata, associação sem fins lucrativos criada em 2012, Brasília soma mais de 2,5 mil toneladas de aço reciclado desde a implantação em 2014 e 2015 das cooperativas parceiras da Prolata.

Organizada pela Associação Brasileira de Embalagens de Aço (Abeaço), fabricantes e revendedores de tintas, a Prolata tem como objetivo permitir que as latas usadas sejam descartadas de forma correta pelos consumidores, enviadas para cooperativas de catadores e revalorizadas em siderúrgicas, transformando-se em novas latas ou outros itens que utilizam o aço como matéria-prima.

Em todo o Brasil são 51 cooperativas parceiras da Prolata que acumulam mais de 9 mil toneladas de aço reciclado. Com o reaproveitamento do aço por meio da reciclagem, a extração de minério de ferro foi reduzida em mais de 10 mil toneladas e o uso de carvão mineral em quase 1,5 mil toneladas. Também reduziu a emissão de gases de efeito estufa em mais de 33 mil toneladas, o equivalente a mais de 183 mil árvores, além de poupar o consumo de 70% de água.

“Acreditamos que é papel do fabricante de latas de aço recebê-las de volta e encaminhá-las para revalorização. A Prolata foi a primeira entidade gestora para logística reversa de embalagens reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente”, explica Thaís Fagury, presidente da Abeaço e coordenadora da Prolata. A executiva destaca que o sistema de logística reversa deve ser constituído considerando a responsabilidade compartilhada, envolvendo consumidor, fabricantes de embalagens, fabricantes de produtos envasados, varejo e, por fim, a indústria recicladora. Thaís lembra ainda é que o aço é um material 100% e infinitamente reciclável.

Acesse: www.prolata.com.br

Plataforma de Trabalho Aéreo (PTA) – Operação e Supervisão é Tema de Livro

A obra, que está sendo lançada no País, apresenta conteúdo importante para os operadores realizarem as atividades de forma segura e eficaz

Uma abordagem técnica, inovadora e segmentada para as operações de plataforma de trabalho aéreo é a temática do livro “Plataforma de trabalho aéreo (PTA) – Operação e supervisão”, de autoria do especialista no assunto Jacques Chovghi Iazdi.

Com o apoio do departamento de Engenharia da Rigging Brasil, a obra “Plataforma de trabalho aéreo (PTA) – Operação e supervisão”  é destinada a operadores de PTA (Plataforma de Trabalho Aéreo: unipessoal, aranha, mastro, tesoura, articulada e telescópica), gestores, gerentes de obras, técnicos e engenheiros de Segurança do Trabalho. “Com metodologia ampla e de simples compreensão, o livro ensina qualquer pessoa tudo sobre os tipos de PTA a realizar as atividades de forma segura e eficaz”, garante Iazdi.

O livro apresenta conteúdo programático baseado na NR 12 – anexo II, contendo: segurança operacional, avaliação de riscos, procedimentos de emergência, legislação de trânsito, sinalização, utilização correta de cada modelo de equipamento (uso, carregamento e posicionamento), planejamento da operação, inspeção de componentes, seleção correta dos equipamentos e preenchimento de checklist, entre outros. Também atende plenamente a NR 18 – anexo IV, oferecendo embasamento para qualificação prática ao requisito da NR 18, item 18.22.1. O conteúdo foi desenvolvido através de visitas a campo, projetos, normas técnicas e material didático de origem nacional e internacional.

“Apresentamos no livro um conteúdo específico, abordando as habilidades que o operador de PTA deve ter para operar o equipamento, e avaliar as demais condições antes, durante e após operação, realizando um planejamento adequado, seguindo corretamente uma instrução de trabalho, avaliando os riscos inerentes a operação, zelando pela segurança sua e dos demais, inspecionando corretamente o equipamento e seus componentes e promovendo a melhoria contínua dos processos”, sintetiza Iazi.

Arcelormittal Leva Poesia e Aço à Casacor Minas 2019

“Cuboesia” e Jardim de Aço foram montados no jardim de entrada do Palácio das Mangabeiras

O Espaço ArcelorMittal na CasaCor Minas Gerais 2019 será ocupado por uma instalação híbrida que une arquitetura, escultura, poesia e aço. Trata-se do “Cuboesia”, um cubo de aço de 4×4 m2, instalado no jardim de entrada do Palácio das Mangabeiras, prédio histórico e residência dos governadores do estado, em Belo Horizonte, onde acontece a CasaCor deste ano (de 3 de setembro a 13 de outubro).

As seis faces do cubo de aço são vazadas por letras que formam pequenos poemas. Cada face traz um poema de quatro linhas, cada uma com quatro letras. E os seis poemas se interagem e se transformam, formando novos poemas mediante a escolha de leitura dos visitantes, que terão acesso ao interior do cubo através de passarela e uma porta pivotante, ambas também em aço.

O material utilizado para as faces do cubo são chapas planas, fabricadas pela ArcelorMittal e submetidas a tratamento para oxidação controlada e estabilizada. As placas foram recortadas à plasma para terem as letras dos poemas vazadas.

Integrado ao Cuboesia está o Jardim de Aço, onde as esculturas são metáforas de elementos da natureza. É uma reprodução de uma mesma escultura em três tamanhos diferentes, compondo um conjunto de 70 peças. Cada uma delas composta por um triplo V produzido com vergalhões, também fabricados pela ArcelorMittal, e apoiados no chão, com o objetivo de remeter o aço a algo orgânico e vegetal.

O projeto é do escritório João Diniz e Bel Diniz Arquitetos. De acordo com João Diniz, a instalação segue o conceito da Land Art, no qual o ambiente, a paisagem e o terreno natural se integram à obra de arte e aos materiais utilizados. “Como todas as faces são vazadas, a luz entra pelas poesias como se fosse uma pérgula. É um espaço inteiro, mas aberto, com um resultado incrível de luz e sombras”, diz Diniz.

O texto em que os arquitetos apresentam o projeto diz que “as características de leveza, maleabilidade e reciclabilidade têm feito do aço um elemento apropriado que dá respostas adequadas a um planeta necessitado de soluções alinhadas com sua sobrevivência e durabilidade”.

O cubo foi cortado e montado pela Accero, empresa especializada em projetos que utilizam o aço na arquitetura e design. Diretor de Vendas Corporativas da ArcelorMittal, Homero Storino celebra mais um ano de parceria com a CasaCor, que comemora sua 25ª edição. “Neste ano de comemoração, trazemos um espaço que convida o visitante a conhecer o nosso aço a partir de uma outra perspectiva mais interativa”, afirma Storino.

O aço da ArcelorMittal também está presente no espaço OCA, das arquitetas Barbara Babi, Murad Mohamad, Jéssica Martins. O projeto artístico é vencedor do prêmio nacional ARKATON para a CasaCor Minas 2019 e foi instalado próximo ao Cuboesia.

Acesse: www.acelormittal.com.br

Sew-Eurodrive Brasil

Multinacional alemã, acaba de lançar o maior redutor planetário da AL e Brasil (equipamento que tem por objetivo reduzir a velocidade e aumentar a força) para diversos segmentos, como açúcar, álcool, mineração e borracha. É o maior lançamento da empresa brasileira nos últimos anos.

O faturamento da empresa atingiu crescimento na casa de dois dígitos nos últimos dois anos e o budget previsto para investimento é de R$ 300 milhões até 2023, com o foco em ampliação de produção, aumento de produtividade e desenvolvimento de novas tecnologias e serviços.

Somos pioneiros em tecnologias para a indústria 4.0, com soluções para automação, digitalização de processos e de veículos autônomos, AGV, para as áreas de produção e logística dentro de uma planta rumo a nova revolução industrial.

Recentemente, também foi lançado o Novo Complexo Industrial de Indaiatuba (SP), em um terreno de 300 mil m2 e o Complexo Fabril, com 100 mil m2, na qual foram implementados os mais sofisticados processos de produção, com investimento que chegou a quase 1 bilhão de reais.

Alexandre Reis, diretor geral da empresa no Brasil, está disponível para entrevistas.

Acesse: www.sew-eurodrive.com.br

Dardi – UHP Lança Dobradeira CNC na Intermach 2019

Estreando na feira, a empresa apresenta um equipamento com diferenciais de mercado, além de baixo consumo de energia

O principal evento internacional de tecnologia de máquinas, equipamentos, automação e serviços para a indústria metalmecânica da região sul do País, a Intermach 2019 que acontece em Joinville, Santa Catarina, este ano será palco para a DARDI – UHP lançar no Brasil uma máquina Dobradeira CNC (Controle Numérico Computadorizado), cujos diferenciais tecnológicos vão impactar o mercado nacional.

Estreando na Intermach, feira que na última edição há 2 anos movimentou R$ 110 milhões, a DARDI – UHP  apresenta uma Dobradeira CNC com Controle Numérico Computadorizado no idioma Português. O Eng. Marcos Ribeiro, diretor geral da UHP no Brasil, explica que  se trata de uma máquina mais veloz e produtiva se comparada aos demais modelos existentes. “Outra vantagem técnica do equipamento é o baixo consumo de energia, graças à tecnologia com servo motor”, destaca Ribeiro. Além do mais, é dotado ainda de várias medidas e tamanhos para atender todas as potências que o cliente necessitar.

Ressalta-se que UHP oferece suporte técnico para todo território brasileiro.

Dividindo o espaço do estande na Intermach 2019, a DARDI – CORTE COM JATO DE ÁGUA & LASER, empresa do Grupo Dardi International Corporation, está participando com  a máquina de corte a laser, com tecnologia de corte com fibra óptica, a DLCM3015-BF. Trata-se de uma máquina que pode ser aplicável ao corte e ao processamento de materiais, tais como: aço carbono, aço inoxidável e aço galvanizado, alumínio, cobre e latão.

A DARDI também comercializa máquinas de corte com jato de água, lider do segmento em fabricação de máquinas de corte com jato de água, com mais de 100 equipamentos instalados no Brasil, estaremos esperando os visitantes para entender as nossas tecnologias disponíveis.

Acess: www.dardi.com.br

Mesmo com Altos Estoques Internos, Cresce a Importação de Sucata de Ferro e Aço

Apesar dos altos estoques nas mãos das usinas siderúrgicas e nos pátios das empresas que comercializam sucata de ferro e aço, as importações da matéria-prima, usada na fabricação de aço, continuam a crescer. Em julho (últimos dados disponíveis), conforme números divulgados pelo Siscomex, o total de sucata importada superou em 6 mil toneladas a quantidade exportadora, o que indica uma compra maior das usinas no exterior. Em janeiro, a importação também já havia superado a exportação (ver quadros abaixo) em 25 mil toneladas.

A exportação em julho foi de 73,2 mil toneladas, em relação às 79,1 mil importadas. Em janeiro, foram, respectivamente, 15,6 mil e 40,9 mil. Não existe uma explicação clara por que as usinas têm comprado tanta sucata no exterior diante da boa oferta interna e preços mais baixos no Brasil.

Conforme o Instituto Nacional das Empresas de Sucata de Ferro e Aço (Inesfa), que se baseia em levantamento feito pela S&P Global Platts, agência americana especializada em fornecer preços-referência e benchmarks para os mercados decommodities, as usinas  conseguem comprar a sucata no mercado interno em média por R$ 800 a tonelada, enquanto na importação pagam cerca de US$ 322 a mesma quantidade (R$ 1.288, ao câmbio atual), ou seja, quase R$ 500 mais cara. “Nada justifica esse aumento de importação”, afirma Clineu Alvarenga, presidente do Inesfa.

“É inaceitável esse aumento da importação de sucata exatamente quando as empresas tentam se manter vivas, ao lado de toda a cadeia do segmento”, diz. Alvarenga refere-se a um setor que reúne cerca de 5,6 mil empresas em todo o país, a maioria pequenas, e que garante a sobrevivência de mais de 1,5 milhão de pessoas, a maioria catadores (mais de 800 mil), que vivem da coleta de sucata e venda às empresas.

Acesse: www.comexstat.mdic.gov.br

Setor Automotivo não está Preparado para Transformação Digital, Aponta Pesquisa

Índice elaborado pelo CESAR revela que apenas um terço das empresas do segmento têm plano de ação em curso para modernizar modelo de negócios

As novas tecnologias já permitem carros sem motorista e aplicativos que promovem uma direção mais segura. As possibilidades para o setor automotivo são infinitas, mas o progresso ainda esbarra no desconhecimento das empresas, que sequer criaram estratégias para promover a transformação digital. É que revela o recém-lançado ICTd – Índice CESAR de Transformação Digital.

Numa escala de zero a 100, as empresas do setor automotivo marcam 57,34 pontos, ou seja, atendem a 57,34% dos quesitos necessários para a transformação digital. Para chegar a essa média, foram avaliados o nível de maturidade das empresas a partir de oito eixos: Cultura & Pessoas, Consumidores, Concorrentes, Inovação, Processos, Modelo de Negócios, Dados & Ambiente Regulatório e Tecnologias Habilitadoras. Destes, o mais maduro no setor automotivo é o eixo de Modelo de Negócios (61,58), seguido por Consumidores (61,05). Já os eixos que estão mais distantes da transformação digital estão Tecnologias (52,96) e Inovação (54,37).

Transformação Digital é a destruição criativa, em rede, dos modelos de negócios tradicionais provocada pela maturidade das plataformas digitais. “Há incorporações tecnológicas importantes no produto, no entanto estas empresas não mudaram a forma como inovam, como trabalham com seus consumidores, como competem entre si e com outros setores. Tanto é que estão sendo atacadas pelo setor de transporte via apps, como Uber e 99”, destaca o CDO – Chief Design Officer do CESAR, Eduardo Peixoto

O estudo mostra ainda que apenas 37,36% das empresas brasileiras do setor automotivo estão se preparando para lidar com essa nova realidade. A maioria sequer deu os primeiros passos nesse sentido. E ao se analisar as empresas que de fato já têm ações em curso ou planejadas, o que a pesquisa apresenta é que ainda existe uma grande expectativa de que o digital traga melhorias mais operacionais e pouco transformacionais.

A pesquisa do CESAR, centro de inovação, educação e empreendedorismo com sede em Recife e regionais em Manaus, Curitiba e Sorocaba, foi realizada em parceria com a Automotive Business entre os meses de abril e junho de 2019 e abrangeu 138 empresas do setor automotivo de todo o país. “De uma forma geral, quando a gente fala de Transformação Digital, não se pode olhar apenas para um aspecto”, destaca o CDO do CESAR.

Acesse: www.auto.transformacao.cesar.org.br

Randon e Marcopolo Juntas na Mercopar 2019

Empresas querem divulgar o projeto Hélice no evento que ocorre de 1º a 3 de outubro em Caxias do Sul

Caxias do Sul/RS – Uma importante parceria chega para fortalecer ainda mais a 28ª Mercopar, que acontece de 01 a 03 de outubro no Centro de Eventos da Festa da Uva, em Caxias do Sul. As empresas Marcopolo e Randon confirmaram o patrocínio da feira que é realizada com a união estratégica entre o Sebrae RS e a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS).

A Mercopar apresenta novidades e tendências em diversos setores, especialmente no metalmecânico, eletroeletrônico, automação, movimentação e armazenagem de materiais, serviços, borracha, plásticos, energia e meio ambiente, Tecnologia da Informação (TI) e startups. A Randon e a Marcopolo também integram estas ações, quando estarão participando com a divulgação do Projeto Hélice – Movimento pela inovação, que une grandes empresas da região, entidades representativas, universidades, Poder Público e agentes de fomento. A iniciativa surge com o objetivo de se integrar a outras existentes na região, fortalecendo o perfil empreendedor e inovador da Serra Gaúcha.

“Acredito que o futuro da indústria passa pela construção de debates efetivos sobre inovação, tecnologia e novas soluções. Iniciativas como a Mercopar se somam ao DNA empreendedor de Caxias do Sul e região, pois promovem troca de conhecimentos, discussões sobre os desafios do futuro, geração de novos negócios nos mais variados setores da economia e aumento da competitividade do Rio Grande do Sul”, destaca Daniel Randon, presidente das Empresas Randon.

Para o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Vanoni de Godoy, o envolvimento e a participação na Mercopar de duas players mundiais em seus setores, ambas de Caxias do Sul, materializam a retomada da feira. “No momento em que empresas deste porte percebem valor em estar na Mercopar, inclusive  com um projeto de conexão importante como o Hélice, evidencia-se o caráter inovador do evento, e o quanto as empresas que participarão da feira poderão se beneficiar deste clima de otimismo e recuperação da economia, fazendo relacionamentos de qualidade com atuais e potenciais parceiros, e, principalmente, ampliando suas possibilidades de realização de negócios. Além disso, a participação em um ambiente de inovação abre caminhos para as empresas poderem analisar a adequação de seus atuais modelos de negócio, conectando-se com outras empresas, em especial às startups em busca de soluções baratas e inovadoras”, considera Godoy.