segunda-feira, setembro 21, 2026
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Confiança Justificada

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Apesar do ambiente econômico ainda nebuloso, os fabricantes de veículos automotores têm motivos para acreditar que os bons resultados colhidos no ano passado se repitam em 2019
Por Ricardo Torrico

Considerando que 2018 foi um ano ainda de crise, com um índice de desemprego de dois dígitos e no pífio crescimento do PIB, confirmado pelo IBGE em 1,1%, o crescimento de 14,6% nas vendas de veículo novos, nacionais e importados, e de 6,7% na produção de veículos merece ser comemorado. Esses foram os principais resultados anuais consolidados pelo levantamento feito pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Dos números divulgados pela entidade, depreende-se que, mesmo com um índice de desemprego em torno de 12%, que tende a reduzir a demanda de bens duráveis, o mercado interno de automóveis manteve-se vigoroso e, ao que tudo indica, deve continuar assim em 2019.

A produção nacional de veículos só não foi melhor devido à queda de 17,9% nas exportações, fortemente prejudicadas pela redução das exportações à Argentina, principal cliente externo do setor automotivo. “O mercado argentino é responsável por 72% das vendas externas de automóveis e, com o país vizinho em grandes dificuldades, esse percentual caiu para 55% em 2018”, explica o presidente da Anfavea, Antonio Megale.

Metas Otimistas

Apesar dos resultados terem sido satisfatórios, eles não atingiram as projeções estabelecidas pela Anfavea já no segundo semestre de 2018, que confiava num crescimento de 11,1% sobre a produção alcançada em 2017. Vale observar, porém, que as projeções de desempenho setorial são, por definição, otimistas, sendo dificilmente alcançadas e raramente superadas.

Para 2019, a Anfavea trabalha com projeções quase tão otimistas quanto as de 2018, confiando num crescimento de 9% na produção total de veículos leves e pesados, passando dos 2,88 milhões a 3,14 milhões de unidades, ancorado na estimativa de um crescimento de 11,4% no volume de licenciamentos de veículos nacionais e importados, que indica o desempenho do mercado. Por outro lado, a entidade não aposta suas fichas na recuperação das exportações, estimando que devem cair 6,2%, ainda por conta da crise argentina. Esta projeção negativa já se fez sentir em janeiro deste ano, com uma queda de 46% nas exportações de veículos, em comparação com janeiro de 2018. Com tantas indefinições tanto no ambiente interno quanto no externo, as projeções da Anfavea ainda poderão sofrer grandes alterações − seja para melhor ou para pior − até a metade do ano, quando a entidade costuma revisá-las. Em um ou outro sentido, essas possíveis alterações devem alterar o grau de ociosidade da indústria automotiva nacional que, segundo a Anfavea, dentro do atual contexto, deve ficar em torno de 56% da capacidade instalada de 5,5 milhões de unidades por ano.

Projeções confirmadas Os resultados sobre o primeiro bimestre de 2019 confirmam as previsões otimistas da Anfavea para 2019, com um crescimento de 17,8% no licenciamento   total    de     veículos −  nacionais  e   importados   nesse bimestre sobre o mesmo período de 2017. Refletindo essa evolução do mercado, a produção doméstica de veículo automotores cresceu 5,3% nesse período. Mas, como já estava previsto, a exportações globais do setor, registraram uma queda abrupta de 36,0%, em valor, em relação ao primeiro bimestre de 2017, refletindo ainda a forte retração das exportações à Argentina.

Confirmadas as tendências divulgadas no final de 2018, a Anfavea manteve suas projeções para 2019, que deverão ser revistas no meio do ano.

Alguma Luz no Fim do Túnel

A confiança trazida pela eleição do novo governo ainda está longe de atingir os setores com prazos longos de maturação, como a construção civil
Por Ricardo Torrico

Enquanto as montadoras de veículos e os fabricantes de máquinas e equipamentos têm motivos para elaborar projeções otimistas, as empresas dedicadas à construção civil ainda não encontram sinais consistentes de recuperação do setor. Diretamente dependente do nível de emprego e da disponibilidade de crédito, as construtoras,  incorporadoras  e,  inclusive,  os  próprios cidadãos  preferem  esperar  por  um  horizonte  menos conturbado para assumir compromissos de longo prazo como os inerentes à aquisição ou construção de moradias, escritórios ou galpões.

O resultados é que, em 2018, o PIB da construção civil se retraiu pelo quinto ano consecutivo, mas com a expectativa de que, em 2019, esses números negativos fiquem para trás, como têm declarado os lideres empresarias do setor. Pelo menos, os Indicadores da Imobiliários Nacionais elaborados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostram números nesse sentido, revelando que, em 2018, os lançamentos somaram 98.562 unidades, uma variação de 3,1% em relação às 95.566 unidades lançadas em 2017, e as vendas totalizaram 120.142 unidades, uma variação de 19,2% em relação às 100.787 unidades vendidas em 2017. O ano de 2018 também teve 21.580 unidades vendidas a mais do que lançadas, um volume substancialmente maior do que as 5.221 unidades vendidas a mais do que as lançadas em 2017, o que implica uma significativa redução do estoque. Na avaliação do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Odair Senra, depois de acumular uma queda de 28% no período de 2014 a 2018, o PIB do setor da construção deverá crescer pela primeira vez em 2019, em torno de 2% em relação ao PIB de 2017, tomando como base uma projeção de crescimento para o PIB nacional de 2,5% neste ano. E se esse resultado se confirmar, deverá ser alavancado pelas obras e pequenas reformas realizadas por pequenos empreiteiros ou famílias − a chamada ‘autoconstrução’ −, que em seu conjunto poderão crescer 3,5% neste ano.

Exportações Alavancam Retomada

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Depois de cinco anos em franca recessão, a indústria nacional de máquinas e equipamentos encerrou o ano em um clima de alívio, mas ainda longe da euforia

Por Ricardo Torrico

Tendo encolhido até quase a metade no período de 2013 a 2017, a receita líquida total da indústria brasileira de máquinas e equipamentos − um dos principais setores usuários de aço − registrou em 2018 um crescimento de 7% em relação à receita de 2017. De acordo com o levantamento feito pelo Departamento de Competitividade, Economia e Estatística (DCEE) da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o crescimento das vendas em 2018 se concentrou no mercado externo, enquanto o mercado doméstico registrou uma relativa estabilidade, com um tímido aumento de 0,3%. Para o ano de 2019, a expectativa da Abimaq é que a receita total do setor continue crescendo, mas em taxas levemente inferiores às observadas em 2018, impulsionado principalmente pelo mercado doméstico.

Vale observar que, apesar do resultado anual positivo, no mês de dezembro de 2018, a receita do setor encolheu 0,8% sobre dezembro de 2017. Não se descarta, porém, a possibilidade de que isso tenha sido apenas um sobressalto inesperado, provocado pelas incertezas inerentes ao processo eleitoral.

Exportações − Em 2018, o setor fabricante de máquinas e equipamentos registrou fortes oscilações nas suas exportações, mas manteve o volume de vendas bem acima dos níveis observados em 2017, encerrando o ano com um crescimento de 7,1%. Visando fazer frente ao encolhimento do mercado doméstico, já em 2017, o setor tinha ampliado suas exportações em quase 17%, passando a representar 44% do total das suas receitas. Em 2018, a participação das exportações na receita total ganhou ainda mais importância, atingindo 47%. Esse desempenho ocorreu apesar da redução drástica das importações de máquinas e equipamentos por parte da Argentina − um dos principais mercados externos do setor −, que acabou provocando quedas de 8,6% e 18,2% nas exportações, respectivamente, à América Latina e Mercosul.

O bom desempenho global das vendas externas foi observado em quase todos os segmentos da indústria de máquinas e equipamentos, com destaque para o forte aumento das vendas realizadas no setor de óleo e gás (+43%), nos setores fabricantes de bens de capital (+12%) e na construção civil (+7,8%) . Quase metade das vendas de máquinas e equipamentos brasileiros (46,0%) tiveram como destino os Estados Unidos e a Europa, 37,2% foram exportados à América Latina e 16,8% aos demais destinos.

Consumo em alta − Os investimentos produtivos, medidos pelo consumo aparente de máquinas e equipamentos (produção – exportação + importação) registrou um crescimento de 13,4% em 2018, após quedas consecutivas nos últimos quatro anos. Num cenário de fraca recuperação da atividade econômica, esse resultado indica a probabilidade de um aumento mais intenso da demanda de produtos manufaturados em 2019.

Paralelamente, o nível de utilização da capacidade instalada do setor também registrou uma tendência de recuperação, mas ainda se encontra em um patamar bastante baixo (75%), o que significa que, a exemplo do que ocorre nos demais setores da indústria de transformação, ainda há espaço para uma expansão das atividades com a atual capacidade instalada. A carteira de pedidos se estabilizou em Indústria de Máquinas e equipamentosInvestimentos previstos e realizados -R$ Milhões ConstantesFonte e Elaboração: DCEE/ABIMAQ. * 2019 previstos 2 meses, mas a expectativa é de que esse indicador retorne ao seu patamar histórico, acima de 4 meses, quando o setor de infraestrutura voltar a investir.

Outro sinal positivo para a indústria de máquinas equipamentos tem sido a retomada das contratações de mão de obra. Em meados de 2013, quando teve início o encolhimento dos postos de trabalho, o setor empregava quase 380 mil pessoas, volume que acabou se reduzindo para 291 mil pessoas em 2017. Já em 2018, o setor retomou o processo de contratações, reempregando quase 10 mil pessoas. A expectativa da Abimaq é que essa recuperação do nível de emprego continue ao longo de 2019.

Novos investimentos

Depois de ter registrado uma relação média de 9,3% entre os investimentos e a receita líquida de vendas no período de 2010 a 2013, nos últimos anos o setor de máquinas e equipamentos tem apresentado uma drástica redução desse indicador, chegando a ficar em 3,0% em 2018. No entanto, já existem indícios de uma reversão nessa tendência. Uma pesquisa elaborada DCEE da Abimaq indica que os fabricantes do setor preveem investir mais de R$ 2,7 bilhões em 2019, o que significaria uma alta 30,1%, em relação ao volume de recursos investido em 2018.

A pesquisa revelou ainda que as micro, pequenas e médias empresas estão mais dispostas a investir este ano, prevendo ampliar em torno de 50% os investimentos realizados em 2018. Já nas grandes empresas, a previsão de novos investimentos deve superar em torno de 18% os que foram realizados em 2018. Dos investimentos esperados em 2019, 35,5% devem ser destinados à modernização tecnológica, 30,5% na reposição de máquinas depreciadas, 24% na ampliação da capacidade industrial e 10% em outras áreas.

“A saída para o Brasil voltar a crescer é o investimento na indústria de transformação por conta de seu maior valor agregado e pelos maiores ganhos de produtividade, além de gerar emprego e renda para os brasileiros. Os investimentos devem ganhar mais fôlego somente no segundo semestre, quando algumas reformas forem aprovadas e o nível de ociosidade, que hoje se encontra em 25%, for reduzido”, afirma o presidente da Abimaq, João Marchesan.

Mercado ainda Morno

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As propostas do novo governo, favoráveis ao mercado, criaram expectativas positivas, mas que ainda devem levar algum tempo para se concretizar

Depois de um processo eleitoral tenso, marcado por inúmeras polêmicas, no primeiro dia deste ano assumiu a Presidência do Brasil o ex-capitão do Exército e ex-deputado federal Jair Messias Bolsonaro, prometendo promover mudanças que permitam reaquecer a quase estagnada economia nacional. Passados mais de dois meses de sua posse, pode-se dizer que − na medida do possível − ele vem cumprindo essa promessa, tendo entregue ao Congresso Nacional uma proposta para a tão propalada reforma da Previdência, destinada a reduzir o enorme e crescente déficit fiscal. Quando e como essa proposta será aprovada, eis a questão, já que, numa democracia, propostas para uma mudança radical como essa precisam ser amplamente debatidas para se chegar a um consenso que seja, ao mesmo tempo, efetivo e factível.

Mas, enquanto isso não acontece, os agentes econômicos precisam se orientar pelas expectativas criadas, ou seja, pelo feeling generalizado de que ‘tudo vai dar certo’ − embora não se saiba quando. Pelo menos, é isso que tem ocorrido neste início de mandato de Bolsonaro, condicionando os empresários a escolher entre pisar no freio ou no acelerador. Os indicadores colhidos sobre 2018 e janeiro deste ano indicam mudanças positivas, embora ainda prudentes, na confiança de empresários e consumidores, mantidas, porém, as especificidades de cada setor e segmento de mercado.

Ritmo lento

No caso do indústria siderúrgica nacional, em 2018, o crescimento da produção de aço bruto acompanhou pari passu o desempenho do PIB. Segundo o levantamento feito pelo Instituto Aço Brasil (IABr), as siderúrgicas brasileiras produziram 34,35 milhões de toneladas de aço bruto, evoluindo 1,1%, em relação à produção registrada em 2017, índice exatamente igual ao crescimento do PIB nacional, anunciado pelo IBGE no dia 28 de fevereiro. A produção de laminados atingiu 23,1 milhões de toneladas, volume 3,3% superior ao do ano anterior, e a de semiacabados totalizou 9,9 milhões de toneladas, crescendo 0,5% na mesma base de comparação.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos (produção interna + importações − exportações) foi de 20,6 milhões de toneladas no mesmo período, o que representa uma alta de 7,3% no acumulado de 2018, em comparação com 2017. As vendas internas foram de 18,3 milhões de toneladas, evoluindo 8,2% sobre as vendas contabilizadas no ano anterior. As importações alcançaram 2,4 milhões de toneladas, o que se traduz em uma expansão de 3,3% frente ao volume importado em 2017. Em valor, as importações atingiram US$ 2,6 bilhões, valor 16,9% superior ao do ano anterior.

Apesar das expectativas, os resultados de janeiro de 2019 ficaram aquém do que seria uma retomada consistente: a produção de aço bruto foi de 2,9 milhões de toneladas, evoluindo 2,3% sobre o mesmo mês de 2018; a produção de laminados foi de 1,8 milhão de toneladas, o que significa uma queda de 3,1% na mesma base de comparação; e a produção de semiacabados totalizou 729 mil toneladas, encolhendo 9,2% em relação a janeiro de 2018.

Bloqueio inesperado

No entanto, um fato marcou o setor neste início de ano: a imposição, pela União Europeia, de novas barreiras contra o aço importado de outros produtores, entre eles o Brasil, anunciada no dia 16 de janeiro. Segundo os países do bloco europeu, a medida é uma reação ao grande fluxo de produtos siderúrgicos que passou a inundar o mercado local depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, decidiu erguer barreiras ao aço mundial, criando distorções e redirecionando para a Europa a produção anteriormente destinada aos Estados Unidos.

Segundo o IABr, a decisão da União Europeia de restringir suas importações de aço, adotando cotas e uma sobretaxa de 25% para os volumes que ultrapassem as referidas cotas, não surpreendeu, uma vez que a UE já tinha adotado uma salvaguarda de 200 dias − de gosto de 2018 a fevereiro de 2019. A medida, que começou a vigorar em 02 de fevereiro e deve durar até julho de 2021, foi uma reação à Seção 232 imposta pelos Estados Unidos no ano passado. Mesmo assim, a medida adotada pela UE agrava a situação conturbada já existente no mercado internacional, reduzindo o potencial exportador da indústria brasileira do aço.

Ainda de acordo com o IABr, a UE é um mercado importante para o Brasil, sendo responsável pelo consumo de 15% das exportações brasileiras de aço. Em 2018, o Brasil exportou 2,1 milhões de toneladas de aço para aquele mercado, o que significou um faturamento de US$ 1,4 bilhão. No entanto, essa medida de proteção exclui os produtos siderúrgicos semiacabados, grupo que representou 1,2 milhão de toneladas e US$ 611 milhões de faturamento nos totais mencionados. Avaliações preliminares indicam que as medidas adotadas pela UE podem acarretar uma redução de US$ 90 milhões a US$ 100 milhões por ano nas exportações brasileiras de aço para aquele mercado.

“A decisão da UE reforça a guerra de mercado, que tem como pano de fundo o excedente de capacidade de 550 milhões de toneladas de aço. Esse cenário tem ocasionado uma escalada protecionista, com o fechamento de vários mercados, enquanto a América Latina − e em especial o Brasil − continua aberta. Segundo dados da Associação Latino Americana do Aço (Alacero), as exportações de aço da China para o mundo caíram 5% de junho a dezembro de 2018, mas cresceram 28% para a América Latina”, completa a nota divulgada pelo IABr em 21 de fevereiro deste ano.

FRONIUS está Otimista com a retomada dos Principais setores Industriais prevê crescimento em Soldagem de 20% em 2019

O mercado industrial começa a reagir e tem boas perspectivas de crescimento na retomada da economia. As expectativas dos setores de siderurgia, construção civil e automobilística preveem aumentos nas produções, nas vendas e na geração de emprego ainda este ano.

O setor do aço tem sido um dos responsáveis por este otimismo em 2019. O material é a base da produção industrial e está presente em diversos mercados: veículos, eletrodomésticos e na construção civil. De acordo com o Instituto Aço Brasil o país consumiu 21,1 milhões de toneladas, em 2018, acréscimo de 8,2% referente a 2017. Para este ano, a expectativa é de alta em 6% nas vendas. Outro segmento que funciona como termômetro da economia é o de automóveis. Conforme a ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotivos – as vendas internas fecharam 2018 em alta (de janeiro a novembro), com 15% acima do comercializado em 2017. Para o ano vigente, o panorama também é de crescimento, gerando mais renda e empregos para o Brasil.

Um outro segmento que estava estagnado é o da construção civil. De acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção o ano de 2018 foi melhor que 2017. No último trimestre do ano passado, os lançamentos de imóveis residenciais elevaram 30%. Se os investimentos retomarem, mesmo que de forma mais lenta – quando comparado ao ano de 2013 – são esperados mais de 1 milhão de empregos no setor.
Diante de todo este cenário, a Fronius – através de sua Unidade de Soldagem – pretende crescer 20% até o final do ano. “Estamos muito confiantes com o novo governo e a Fronius tem investido em novas tecnologias e continuará investindo em capital humano para atender a demanda de mercado com a retomada da economia”, acrescenta Claudio Sá, gerente da Unidade de Soldagem da Fronius.

Soluções de alta tecnologia em energia fotovoltaica são destaques da Fronius no mercado brasileiro
Divisão de negócios em energia:

Hoje, investir em soluções inteligentes em energias sustentáveis não é mais um diferencial e sim uma necessidade, principalmente, pelos altos custos de energia elétrica que os brasileiros têm pago.

As projeções de crescimento são mais que otimistas. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), este ano o Brasil deve instalar em torno de 3,3 gigawatts (GW), o que representa um acréscimo de 44% da capacidade atual. Este aumento se deve, principalmente, pelos crescimentos de geração distribuída.

Em torno de 628,5 MW serão instalados em residências, estabelecimentos comerciais e indústrias, resultando em uma elevação de 125%. E outro segmento que está investindo fortemente é o de grandes usinas fotovoltaicas. A expectativa é que estas usinas instalem 383 MW até o fim deste ano, um avanço de 21%. “Há um mercado gigantesco para ser explorado e de fácil acesso para quem quer investir, seja pessoa física ou jurídica. Aquela visão que a maioria das pessoas tinha de que os equipamentos eram caros e inatingíveis já ficaram no passado. Hoje, há disponíveis diversos tipos de financiamentos e a recuperação deste investimento está em torno de três a sete anos. Além de reduzir os custos de energia no final do mês, a energia solar se tornou uma fonte de geração de empregos”, comenta novo gerente da Unidade de Negócios de Energia Fotovoltaica da Fronius, Alexandre Borin.

Uma das soluções desenvolvidas pela Fronius para atender a este mercado é o inversor ultramoderno ECO, uma das unidades da linha SnapINverter. Sua potência de captação de energia gira em torno de 1,5 a 27 kw. Este produto não necessita de manutenção preventiva e nem de limpeza constante. Sua instalação é rápida e simples, além de dispensar a instalação do transformador tanto em áreas internas como externas. Indicado para residências, edifícios públicos, armazéns e complexos industriais, entre outros.

Acesse: www.fronius.com.br

Ponte sobre o Rio Tietê tem Aço, Projeto e Montagem USIMINAS

A Usiminas Mecânica é a empresa responsável pela obra de construção da Ponte do Rio Tietê no Estado de São Paulo. O empreendimento de 30 metros de altura terá engenharia de detalhamento, fabricação e montagem da Usiminas Mecânica e aço Usiminas.

A ponte sobre o Rio Tietê, no município de Anhembi, um importante acesso a cidade de Piracicaba e interior de SP. Sua construção é projetada ao lado da ponte atual que será demolida somente após finalização da obra, evitando interditar a via. A nova estrutura, toda em aço SAC350, permitirá ampliar o limite de carga rodoviária em torno de 15%. A novidade é que a melhoria acontece também no transporte naval, isto porque a ponte não terá pilares dentro da água, o que possibilitará que as embarcações cruzem o vão de navegação sem a necessidade de desmembramento, reduzindo o tempo de passagem e ampliando a capacidade de tráfego pelo canal. Uma economia de tempo estimada em 90 minutos nos comboios navais.

O gerente de Projetos, Savio Diláscio, afirma que a Ponte sobre o Rio Tietê é um grande empreendimento e que a conquista do projeto levou em consideração, capacidade técnica, qualidade do produto, prazo e preço. “Conquistar este projeto foi muito importante para a Usiminas Mecânica e reafirma a confiança do mercado em nossa empresa. Temos grande experiência em pontes, sempre garantindo a qualidade, técnica e segurança”, afirma Sávio.

Os trabalhos de construção da ponte foram iniciados em 2018, com previsão de término em agosto de 2019. A obra conta com uma equipe de 115 empregados da Usiminas Mecânica e está na fase de montagem do tabuleiro, que deverá ser posicionado até o fim deste mês de janeiro.

Curiosidade:

Para construção da ponte serão necessárias duas mil toneladas de aço. A estrutura sobre o Rio Tiete terá 172 metros de comprimento e 18 m de largura, com altura dos arcos de 30 m, o equivalente a um prédio de dez andares. A construção do tabuleiro será feita em solo e depois de pronta será empurrada para dentro do rio com macacos hidráulicos, após este procedimento, serão montados os arcos para rebaixamento final.

O aço SAC350 parte da série USI SAC desenvolvido pela Usiminas e tem como característica excelente resistência à corrosão atmosférica, tendo sua aplicação muito diversificada, tais como em edifícios, pontes, implementos agrícolas, mineração, vagões, entre outras. Trata-se de aços-carbono manganês microligados, com boas características de soldabilidade, mesmo sem pintura, e que também oferecem excelente aderência na aplicação da pintura.

Acesse: www.usiminas.com.br

Linha de Produção conectada e Inteligente é o motor da nova Revolução Industrial

TRUMPF investe em inovação para se manter na liderança da conectividade na Indústria 4.0

As novas tecnologias, que avançam diariamente, transformaram as últimas décadas em anos de mudanças irreversíveis. Na indústria, não poderia ser diferente. Vivemos uma nova revolução industrial. Se, antes, as máquinas com grande potência eram o diferencial nas linhas de produção, hoje, a inteligência e a conectividade são as ferramentas principais para tornar os processos mais dinâmicos, diminuindo consideravelmente os custos. Essa tem sido a aposta da TRUMPF, líder mundial em tecnologia laser industrial e referência global em Indústria 4.0. Durante a Euroblech 2018, realizada em outubro, em Hannover, Alemanha, a TRUMPF encantou o mercado com as suas soluções em máquinas-ferramenta cada vez mais inovadoras.

As soluções autônomas e inteligentes apresentadas pela empresa representam um novo modo de se pensar a produtividade, como explica o Dr. Heinz-Jürgen Prokop, CEO de Máquina-Ferramenta da TRUMPF: “Estamos em uma situação semelhante à da indústria automobilística, onde motores mais potentes já não significam velocidade significativamente maior. O mesmo acontece com as máquinas a laser: o maior poder do laser não se traduz necessariamente em produtividade significativamente maior. Em vez disso, a eficiência da produção depende agora do que acontece na montagem e no uso da máquina a laser”.

Na EuroBLECH, a TRUMPF apresentou uma série de soluções no campo da conectividade aprimorada de máquinas. A análise de dados inteligente, geradas pela conectividade na linha de produção, pode reduzir o tempo de processamento e pesquisa, aumentando a vida útil da máquina, sem alterar a qualidade das peças, com redução do custo final.

Dr. Ing. Heinz-Jürgen Prokop
Dr. Ing. Heinz-Jürgen Prokop

“À medida que a personalização do processo de produção aumenta, também cresce a necessidade de maior conectividade, levando-nos até a fábrica autônoma. Quando fabricantes de chapas metálicas estão produzindo lotes de uma única unidade, a maior parte do trabalho está relacionada não à produção real, mas a tudo ao seu redor, isto é, processamento de pedidos, tempo de setup, intralogística, etc. A TRUMPF já oferece sistemas de assistência para ajudar a criar ambientes de produção autônomos”, explica Heinz-Jürgen Prokop. Ao equipar suas máquinas com sensores, a TRUMPF deu a elas a capacidade de controlar seu próprio ambiente operacional. Na EuroBLECH, a empresa apresentou o recurso Active Speed Control, que usa um sensor ótico que olha diretamente para o corte.Variações na espessura da chapa, superfícies ou aços de baixa qualidade podem resultar em ranhuras ou bordas de qualidade inferior. Para resolver esse problema, o Active Speed Control controla a velocidade de corte de forma autônoma das máquinas equipadas com laser de estado sólido, como se fosse guiada por um assistente invisível. Isso garante um processo mais confiável para o corte com oxigênio e com nitrogênio, reduzindo assim o desperdício e economizando no retrabalho, além de responder imediatamente a quaisquer alterações no material que está sendo processado. Em outras palavras, o sistema proporciona ganhos substanciais na produtividade da máquina, reduzindo significativamente os custos de fabricação de peças.

Segundo Prokop, os softwares e aplicativos são vitais para o ambiente de produção conectada. “Graças à digitalização, agora podemos analisar, em tempo real, dados de nossas máquinas em todo o mundo e, assim, oferecer aos nossos clientes um novo serviço de valor genuíno. Além disso, cada nova máquina da TRUMPF agora vem com cinco aplicativos que mantêm nossos clientes constantemente atualizados, fornecendo informações sobre, por exemplo, quanto material foi usado ou o status atual da máquina. Os fabricantes de chapas metálicas agora podem atualizar suas máquinas com essa capacidade digital”, destaca. O sistema Track & Trace,outra novidade apresentada pela TRUMPF em outubro, é uma solução conectada que fornece uma logística aprimorada no chão de fábrica, permitindo determinar a localização precisa de peças, melhorando consideravelmente a movimentação das peças de uma estação de processamento para outra. O armazenamento em nuvem também é um recurso que desempenha papel fundamental nos aplicativos desenvolvidos pela TRUMPF e, em particular, no uso de inteligência artificial. O centro de corte laser TruLaser Center 7030, por exemplo, é totalmente automático. Dados de diferentes máquinas são coletados e então analisados, usando inteligência artificial, para fornecer informações que uma máquina autônoma nunca poderia gerar sozinha. Assim como os sistemas de navegação atuais, cada usuário se beneficia dos dados de todos os outros.

“Nossas máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas, e isso significa que elas facilitam a vida das pessoas que trabalham com elas. Mas só podemos desbloquear esses benefícios com um ambiente de produção inteligente e conectado. Isso é o que nos ajuda a alcançar ganhos de produtividade e, assim, consolidar a vantagem competitiva de nossos clientes – e é aqui que continuaremos direcionando nossos esforços”, conclui Prokop.

Acesse: www.trumpf.com

Grupo AÇOTUBO completa 45 anos e Marca a força da indústria do Aço no Brasil

De acordo com dados do Instituto Aço Brasil (2018 ano base 2017) o país é o 5º maior exportador líquido de aço com 13 milhões de toneladas por ano.

Além dos números, a presença do aço dos pequenos componentes às grandes estruturas, da peça de brinquedo ao transporte público, dá ideia do impacto do aço na vida e no dia a dia das pessoas. Neste cenário o Grupo Açotubo, maior distribuidor varejo de produtos siderúrgicos da América Latina, completa 45 anos de mercado com anúncio de novos investimentos e meta de R$ 1 bilhão em faturamento.

Investimentos

Puxando um recorte recente, o Grupo Açotubo tem acelerado em investimentos mesmo em cenário de instabilidade política e econômica. Somente no ano passado foram R$ 50 milhões e em 2019 serão mais R$ 17 milhões. Destes, cerca de 47,5% serão destinados a infraestrutura e sistemas integrados de gestão, com o objetivo de melhorar e facilitar a comunicação entre todos os departamentos da empresa, de administração à logística. A medida é um dos principais caminhos apontados pela empresa para bater o crescimento de 13,7% no faturamento em 2018 e ultrapassar R$ 1 bilhão em 2019.

“Em quase meio século de história passamos por diversas turbulências de mercado e um dos principais motivos de continuarmos operando com cada vez mais força é o controle de processos ligado a estratégias de negócios. Assim conseguimos não só atender mais e melhor, mas propor soluções inovadoras para o mercado. A tecnologia traz ferramentas para atingirmos estes objetivos”, afirma Bruno Bassi, gerente executivo do Grupo.

Outra parte dos investimentos será destinada a aquisições de máquinas de última geração e modernização do parque fabril. A capacitação de funcionários também faz parte do plano. Hoje a empresa tem 803 colaboradores e todos farão, no mínimo, um treinamento de 60h para melhoria de serviços e do entendimento sobre a empresa. “Estamos aperfeiçoando a área de desenvolvimento humano, porque acreditamos que a força vem das pessoas, da construção da empresa à sua sustentação”, comenta o executivo.

Metas

O gerente comercial do Grupo, Vinícius Bassi, que assumiu recentemente o cargo, lembra que este gancho está diretamente relacionado a meta de crescimento de 18% em faturamento e alcance do primeiro bilhão em faturamento. “Sem dúvidas, este ano será marcado por inovação. Trabalho, inteligência de mercado e diversificação de investimentos com foco em qualidade e atendimento total ao cliente”, explica.

Ele também lembra que neste ano os impactos de grandes movimentos que marcaram a empresa em 2018 serão ainda mais evidentes. “Fizemos uma reestruturação importante onde criamos estratégias comerciais específicas para cada regional e buscamos aumentar o nosso market share. Isso, claro, foi base para o planejamento de como vamos agir e onde queremos chegar este ano”, finaliza.

Perfil

O Grupo Açotubo tem seis divisões: Tubos de Aço, Conexões, Trefilados e Peças, Aços Inoxidáveis, Soluções Integradas e Sistemas de Ancoragem (Incotep).

A empresa é especializada no atendimento ao varejo. O carro chefe são as tubos e aços, que corresponde a 55% do faturamento da empresa.

A matriz fica em Guarulhos, São Paulo, e tem mais de 120.000 m². As filiais estão localizadas em Sertãozinho (SP), Contagem (MG), Duque de Caxias (RJ), Curitiba (PR), Canoas (RS), Caxias do Sul (RJ) e as unidades de atendimento em Goiânia (GO), Joinville (SC) e Salvador (BA).

Acesse: www.acotubo.com.br

Resfriadores de Painéis nas Usinas Siderúrgicas e Industriais

Cabinet Cooler Exair Supera os Resfriadores de Painéis por Ar Condicionado

Se você tem um gabinete elétrico que precisa de proteção contra o calor, você tem diversas opções sua disposição. Vamos entender a opção de resfriamento de painel por ar comprimido Cabinet Cooler Exair versus o resfriamento de painel por ar condicionado. Vamos considerar:

Meio Ambiente – Assegure-se de proteger a engrenagem dos elementos, o máximo possível. O seu servidor informático é provavelmente muito mais parecido aos espaços de escritórios de temperatura controlada do que as estações de solda. Mas o que acontece quando eletrônicos sensíveis precisam estar muito próximos com a máquina que estão controlando? E as máquinas não estão em espaços de escritórios com temperatura controlada?

Mesmo se um resfriador de painel tipo A/C coubesse nesse gabinete, seria problemático pelo seguinte:

  • A poeira vista nos dutos e trilhos seria passada para os filtros, serpentinas do condensador, rolamentos do motor do compressor e, eventualmente, interior do painel.
  • Eles condensam. A grande coisa sobre condicionadores de ar é que eles reduzem a umidade, e a água tem que ir para algum lugar. Mesmo se um pequeno dreno fosse fácil de instalar, o que acontece quando entope? E aqui também haverá o depósito de poeira.
  • Eles são sensíveis à vibração. Cada fecho, junta soldada e conexão elétrica, corre o risco de falha cíclica se forem desestruturadas.

O sistema Cabinet Cooler EXAIR é imune a todas estas condições:

  • O único ar que eles usam vem direto de seu suprimento de ar comprimido. Fornecemos separadores automáticos de drenagem do filtro para garantir que este ar esteja limpo e seco.
  • Não há peças móveis, então a vibração não é um problema. •Oferecemos diferentes níveis de considerações ambientais para atender várias aplicações:

*NEMA 12 (à prova de poeira e óleo) são ideais para ambientes industriais gerais.

*NEMA 4 (à prova de respingos) mantem os líquidos para fora também, e são especificados para área interna e externa.

*NEMA 4X (resistente à corrosão) também mantem os líquidos para fora, e são de construção de aço inoxidável. Eles também estão disponíveis em construção em aço inoxidável 316 para os ambientes mais exigentes, mais críticos, tais como serviços de alimentação, farmacêutico, ou ambientes altamente corrosivos.

* Sistemas Cabinet Cooler de Alta Temperatura são especificados para instalação em áreas onde as temperaturas ambiente excedam 52ºC (120 °F).

Localização – Às vezes, simplesmente não há espaço para montar um condicionador de ar. O compressor, e, especialmente, as bobinas do condensador ocupam uma grande quantidade de espaço.

Quando não há espaço para um condicionador de ar volumoso, o Cabinet Cooler Exair compacto é ideal. Os Sistemas Cabinet Cooler são compactos. Um sistema de 12550 Btu/hr NEMA, por exemplo, instalado através de NPS ½, está abaixo de 15cm (6”) de altura, e pouco mais de 2,54cm (1”) de diâmetro.

Confiabilidade – O sistema Cabinet Cooler evita as seguintes questões:

  • Ter que substituir um inversor de freqüência queimado porque seu resfriador de painel falhou.
  • Constantemente redefinir   os controles devido a uma condição de superaquecimento, porque não houve tempo para manutenção.
  • Tempo de inatividade e perda de produção, enquanto espera peças de reposição … ou um refrigerador de painel totalmente novo.

Mesmo em ambientes menos agressivos, filtros e bobinas podem acumular poeira lentamente, o que reduz o poder de refrigeração do aparelho. Então, uma onda de calor atinge o início da temporada, e sua máquina falha ou queima, de forma que parte do processo vira sucata e é necessário recomeçar do zero.

O sistema Cabinet Cooler não é afetados por isso – na verdade, um sistema com controle de termostato pode apenas estar lá dormente durante o inverno, e entrar em ação quando a primeira onda de calor surgir. E será tão poderoso como o último dia quente, no verão anterior. Disponibilidade – Vamos dizer que você instalou um novo equipamento recentemente, e sua primeira exposição ao calor do verão criou uma das situações frustrantes acima. Um refrigerador de painel de ar condicionado do tipo exigirá:

  • “A cirurgia invasiva” no seu gabinete. A maioria deles requer um buraco retangular considerável para a instalação.
  • Estes sistemas podem puxar 5 amps ou mais, o que pode significar um disjuntor e fiação dedicada.
  • Muitos são construídos sob encomenda, de modo que você pode ter que esperar, dependendo de seu programa de montagem.
  • Uma vez que recebido, instalado e conectado, você ainda pode ter que esperar para o óleo do compressor (óleo especial para uso com refrigerante) antes de iniciá-lo pela primeira vez.

Ambiente – Não importa o quão bem eles foram construídos, um sistema de refrigeração vai vazar mais cedo ou mais tarde. E cada baforada através de um selo ou perda súbita através de um tubo que falhou, vai contribuir para a destruição do ozônio que controles rígidos de hoje e alta atenção aos CFCs estão tentando evitar.

O sistema Cabinet Cooler é operado apenas por ar comprimido… a única coisa que escapa é o ar de dentro do gabinete.

Durabilidade O refrigerante vaza. Motores elétricos se desgastam. Bobinas corroem. Filtros entopem.

Uma boa garantia de um painel resfriador de ar condicionado é de dois anos. E isso não vai cobrir os efeitos ambientais.

Todos os produtos Exair tem uma garantia de 5 anos. Mas se você fornecer ar limpo e para seu Cabinet Cooler ele irá durar indefinidamente, sem manutenção.

Se você quiser comparar qualquer um dos seus atuais dispositivos de sopro com um produto inovador da EXAIR, entre em contato conosco.

Acesse: www.widecoat.com.br