domingo, setembro 20, 2026
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GRUPO PIERALISI conclui instalação da nova fábrica

Com investimentos da ordem de 1 milhão de reais, a Pieralisi do Brasil, acaba de concluir a instalação de fábrica própria, localizada em Louveira (SP). Numa área de 2500 m², totalmente automatizada, com máquinas e tecnologias de última geração trazidas da Europa, para aprimoração dos processos.

De acordo com Eng. Estela Testa, CEO da empresa, dentre os novos investimentos vale ressaltar a nova tecnologia de balanceamento dinâmico de alta velocidade e o novo sistema robotizado de revestimento duro contra abrasão. Além disso foi realizado um grande investimento em dispositivos de montagem de componentes, rolamentos, engrenagens e sistemas de movimentação de cargas como pontes rolantes e demais equipamentos de elevação, além de treinamento dos técnicos. Com isso vamos ter um grande diferencial no curto prazo de manutenção e a alta qualidade dos trabalhos realizados”.

Informação: www.pieralisi.com

Sunnyvale passa a oferecer outsourcing em codificação industrial

A Sunnyvale lança novo modelo de negócios para o segmento de codificação industrial. A empresa acaba de anunciar o SunnyCode para a prestação de serviços em marcação e identificação de produtos para indústrias. A expectativa da empresa é levar aos clientes alta tecnologia em codificação industrial, com otimização do investimento e sem a necessidade da compra de ativos, permitindo aos clientes foco total em seu ‘core business’ e evitando assim qualquer preocupação com codificadoras no chão de fábrica. O cliente terá acesso a todas as codificadoras disponíveis no portfolio da Sunnyvale que contam com tecnologias InkJet, Termotransferência, Laser e Print &Apply, das fabricantes Domino Printing e FoxJet, segundo o diretor comercial da Sunnyvale, Kleber Miranda. “De acordo com cada cliente será feita a análise do projeto, o que ajudará a estipular prazos, quantidade de equipamentos a ser alocada e volume de consumíveis”, explica o Executivo.

Informação: www.sunnyvale.com.br.

O Sucesso profissional não ocorre por acaso

Se você quer construir uma carreira sólida, mas ainda não sabe que rumo tomar, está na hora de tomar as rédeas do seu futuro e traçar as metas profissionais.

Saber o que quer e pra onde quer ir é o primeiro passo! Não é possível planejar sem identificar o objetivo e as metas para alcançá-lo.

Neste caso, alguns pontos devem ser considerados para quem busca uma carreira profissional sólida.

PARA CONSTRUIR UMA CARREIRA PROFISSIONAL SÓLIDA INVISTA EM:

1. Aprendizado Contínuo: Não ficar parado no tempo. Se já tem formação superior, faça um MBA. Cursos técnicos e cursos de curta duração são focados, tem conteúdo específico e contribui enormemente, tanto como conteúdo intelectual quanto na prática. Cursos on-line gratuito existem aos montes. Ficar sem reciclar ou estudar demonstra falta de vontade em se renovar. Vale lembrar que alinhar as suas competências com as exigências da carreira e tendência de mercado é muito importante. Tudo isso conta muito no currículo profissional.

2. Falar outro Idioma: Invista em um curso de idioma, aprenda outra língua. Se já fala inglês, então parta para o espanhol. Mas faça de forma bem feita, de forma que fale a língua e não arranhe. Ou melhore seu português, principalmente a escrita. Em todo trabalho a escrita é necessária.

3. Rede de Contatos: Vale lembrar que mais da metade das vagas de trabalho são preenchidas através de indicações. Então, não fique parado! Esforce-se em construir uma rede de contatos, participando de eventos e feiras do setor, associações de classe, grupos de ex-alunos de cursos que já tenha participado etc. Isso exige esforço e disciplina. Lembre-se que nada substitui o contato face a face, apesar de existirem as facilidades das redes sociais.

4. Atualização Tecnológica: Conhecer as novas ferramentas tecnológicas é imprescindível. Não tem que ser um “expert”, mas tomar o cuidado de não se tornar analfabeto no assunto, pois a tecnologia muda a cada minuto e em questão de meses podemos ter uma bagagem totalmente obsoleta. A atualização tecnológica é essencial para manter-se em sintonia com o mundo e principalmente com a sua rede de contatos.

5. Auto Avaliação: O que tem feito ultimamente para melhoria do seu aprendizado? Ou pra aumentar e melhorar sua rede de contatos? Fez algum curso, atualização ou aprendeu algo que seja novo pra você? Se estiver trabalhando, em que tem contribuído para a empresa? Está engajado em algum projeto?

Faça uma avaliação de si mesmo e veja em que nível você se encontra: acima, na média ou abaixo. Seja bastante honesto consigo mesmo, avalie o seu desempenho quanto aos itens mencionados e faça seu planejamento.

Informação: www.alusolda.com.br

NLMK South America conta com chapas de aço de alta resistência

Chapas de aço QUARD, resistente à abrasão e ao impacto em aplicações de setores como o da mineração, estão disponíveis para pronta entrega do estoque local

A NLMK Group, líder mundial na fabricação de aço e uma das companhias mais eficientes e rentáveis no setor, possui em seu portfólio as chapas antidesgaste QUARD e seu aço de alta resistência QUEND. O primeiro é um aço resistente à abrasão projetado para resistir ao desgaste em aplicações usadas em diversos setores, como o da mineração. Já o segundo refere-se a um alto limite de escoamento em aços desenvolvidos para aplicação de baixo peso, que exige alta capacidade de carregamento, com elevação ou transporte. “Nossos aços são produzidos na usina NLMK Clabecq na Bélgica, localizada a poucos quilômetros do porto de Antuérpia, nos dando uma vantagem competitiva em logística para a América do Sul”, afirma Paulo Seabra, diretor geral para América do Sul da empresa.

NLMK South America conta com chapas de aço de alta resistênciaSeabra explica que a empresa já conta com estoque nacionalizado, por isso, garante faturamento imediato em até 48 horas para todo o Brasil. “Fizemos um investimento grande para garantir um estoque para pronta entrega, com nota fiscal do Brasil e frete incluso”. Finaliza.

As durabilidades das chapas QUARD e QUEND as tornam ideais para máquinas grandes usadas em condições exigentes. Além disso, possuem propriedades excepcionais, pois permitem corte de alta precisão independentemente da técnica usada; usinagem, fresagem, furação e escareamento são feitos sem falhas; o raio de dobramento é reduzido para melhor desempenho; e a soldagem é de maneira mais fácil com um resultado de qualidade, enquanto mantém altas propriedades mecânicas das chapas.

A utilidade máxima só pode ser conseguida devido à combinação exclusiva de quatro fatores: planicidade, acabamento de superficial, tolerâncias de espessura e uma composição química otimizada de baixa liga com nível de pureza de aço muito acima do padrão. A NLMK é a única fabricante reconhecida e especializada na fabricação de chapas, tanto finas quanto grossas no setor de chapas de aço Q&T (temperadas e revenidas). As chapas antidesgaste e estrutural estão disponíveis para pronta entrega desde o estoque local da NLMK South America, no Brasil, em espessuras de 3 – 160mm e largura de 1500 – 3100 mm.

As chapas QUARD são feitas em um aço martensítico resistente ao desgaste. O QUARD 400 possui dureza média de 400 HBW; o QUARD 450 é de 450HBW; o QUARD 500 é de 500HBW. Devido à sua versatilidade em termos de resistências ao impacto, capacidade de conformação a frio e excelentes condições de soldagem, o QUARD 400 combina alta produtividade na fabricação de peças e maior vida útil ao desgaste. É ideal para equipamentos de britageme moagem; caçambas, lâminas, britadores e alimentadores; prensas conformadoras; separadores; peças para escavadeiras; sistemas de tubulação para substratos pastosos e transportadores de roscas.

O QUARD 450 oferece alta resistência ao desgaste e ao impacto, resultando em uma maior vida útil. A combinação da propriedade de conformação a frio e soldabilidade faz do QUARD 450 a escolha mais apropriada para a maioria das aplicações submetidas a desgaste e impacto. O QUARD 450 é recomendado para caçambas de caminhões rodoviários e fora da estrada; misturadores de cimento e betoneiras; coletores de lixo e contêineres para sucata; caçambas e lâminas; alimentadores, separadores e roscas transportadoras; equipamentos para mineração e movimentação de terra.

QUARD 500 é um aço martensítico resistente ao desgaste com dureza média de 500 HBW. Sua altíssima resistência ao desgaste por abrasão e impacto o torna ideal quando se busca uma maior vida útil. Com a combinação de elevada dureza e propriedades mecânicas, QUARD 500 é a melhor escolha para as indústrias de reciclagem e mineração. É recomendado para as seguintes aplicações: peneiras; equipamento de britagem e moagem; esteiras transportadoras; garras e prensa de sucata.

Em todos os casos de chapas QUARD, o produto recebe uma pintura especial na cor verde juntamente com um número de série exclusivo, funcionando como o RG da peça, ideal para o seu rastreamento. Isto é possível graças ao controle que a NLMK tem de seus produtos, proporcionando ao comprador, exclusividade.

Em relação às chapas QUEND, são feitas em aço estrutural com extra-alta resistência, produzidas, temperadas e revenidas, com limite de escoamento mínimo de 700mpa. A QUEND 700 é recomendada para chassi de caminhão, equipamento de elevação e içamento, equipamento de movimentação e carretas.

A QUEND 960 tem um escoamento mínimo de 960 MPa e pode ser utilizada em lança de guindaste, equipamento de elevação, suportes estabilizadores, chassis, entre outros.

“A NLMK Clabecq possui mais de 220 anos de experiência na produção de chapas de aço, combinada com extensa experiência em laminação, movimentação e transporte. Por isso, produtividade é a palavra chave para os produtos fabricados com as chapas QUARD”, finaliza Paulo Seabra.

Informação: www.nlmk.com.br

EXPOMAFE atrai os grandes players

Expectativa de reaquecimento da economia já nos primeiros meses do próximo ano, favorecendo um nível de atividade industrial mais sólido, tem motivado os mais importantes players do segmento a buscarem novos negócios na feira oficial do setor de máquinas-ferramenta e automação industrial.

Empresas como Mitutoyo, Nikon Metrology,Renishaw, Taylor Hobson, Zeiss, Hexagon, Balluff, MG Exim, Jenoptik do Brasil e Zwick / Roell, entre outros, já confirmaram participação

Para Fernando Tachikawa, diretor da Renishaw, a data da feira é estratégica, uma vez que a retomada econômica prevista para o primeiro semestre exigirá novos investimentos por parte das empresas. “Os tomadores de decisão terão que trabalhar a competitividade de suas empresas para aproveitar as oportunidades que o novo cenário deverá trazer, e para isso será fundamental voltar a investir”, comenta.

O executivo ressalta ainda a importância de um evento que reúne em um único lugar todos os players do setor: “Na indústria moderna, há grande integração entre todas as etapas da manufatura, fazendo-se necessário que todas elas sejam analisadas em um mesmo contexto. Desta forma, ter as principais soluções de controle de qualidade e de processos juntas com as de usinagem em um só evento facilita e otimiza as decisões das empresas, fortalecendo o mercado como um todo”, analisa Tachikawa.

Também otimista com as projeções econômicas para o primeiro semestre de 2017, Julio Pitman, diretor da Taylor Hobson, aposta na EXPOMAFE não somente para estreitar relacionamento comercial com clientes já consolidados, mas também para prospectar e efetivamente fechar novos negócios. “Será uma feira muito atrativa para o visitante, com uma ampla disponibilidade de conhecimento técnico por meio de demonstrações de equipamentos, presença de especialistas nacionais e internacionais e lançamento de produtos de alta tecnologia e precisão”, aponta.

A presença de vários players do setor é vista pela Mitutoyo como um importante impulsionador de visitação. “O cliente terá na feira as melhores soluções para as suas necessidades. Ou seja, o visitante poderá escolher, por isso vale ressaltar que há espaço para todos os fornecedores”, conclui Pedro Koga, gerente de Comércio Exterior da empresa.

Além da data favorável e da concentração de grandes empresas do setor, Gustavo Sgarbi, coordenador Comercial de Metrologia Industrial da Zeiss, destaca a infraestrutura da feira como um diferencial. “O São Paulo Expo é extremamente moderno e com boa localização. Soma-se a isso o fato dos principais players do segmento estarem reunidos em um único local, o que atrai um público bastante qualificado. Esses fatores tornam a EXPOMAFE fundamental para a nossa estratégia de divulgação da marca e expansão de contatos e negócios”, avalia o executivo.

Visibilidade é o que também busca a Nikon Metrology. De acordo com Marcos Ivo, gerente Comercial da nova divisão do grupo japonês Nikon Corporation, a marca, considerada uma das mais fortes em metrologia industrial no mundo, ainda é pouco conhecida no Brasil. “Analisamos diversos aspectos e concluímos que a EXPOMAFE 2017 é a melhor opção de evento direcionado ao mercado metal-mecânico. Considerando a experiência que tivemos na FEIMEC 2016 – outra feira organizada pela Informa Exhibitions – onde todas nossas expectativas foram superadas, acreditamos que participar da EXPOMAFE nos renderá evidência, bons contatos e negócios concretizados”, afirma Ivo.

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a EXPOMAFE é a feira oficial do setor.

O evento vai reunir as principais marcas de máquinas-ferramenta e apresentar as últimas novidades em automação industrial, robótica, estampagem de precisão, manufatura aditiva, sistemas integrados e multitarefa, metrologia, medição e controle de qualidade, ferramentas manuais e de corte, equipamentos hidráulicos, pneumáticos, bombas e compressores, para movimentação e armazenagem, máquinas-ferramenta, soldagem, manufatura aditiva, prototipagem, impressoras 3D e muitos outros.

Realizadores

A ABIMAQ – A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.800 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília.

Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial.

A InformaExhibitions acredita que eventos são plataformas de conhecimento e de relacionamento, que auxiliam a impulsionar a economia brasileira. A empresa é filial do Informa Group, maior organizador de eventos, conferências e treinamentos do mundo, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. Dentre os eventos realizados pela Informa Exhibitions no Brasil estão: Agrishow, Fispal Tecnologia, FispalFood Service, ForMóbile, FutureCom, ABF Franchising Expo, SerigrafiaSign e Feimec, num total de 24 feiras setoriais. A InformaExhibitions possui escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba, com cerca de 200 profissionais. Nos últimos quatro anos, a empresa investiu cerca de R$ 400 milhões no Brasil em aquisições de eventos e marcas, o que levou a decisão estratégica de alterar o nome da empresa no Brasil de BTS Informa para Informa Exhibitions.

Informação: www.informaexhibitions.com.br.

VIA Technologies apresenta sistema inteligente para transporte rodoviário no Brasil

Plataforma customizável fornece capacidade de vigilância e gravação 360°em tempo real

A multinacional VIA Technologies, Inc. anunciou que irá apresentar com exclusividade ao mercado brasileiro sua nova tecnologia de ponta para veículos, VIA Mobile 360 Surround View System, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.

VIA Technologies apresenta sistema inteligente para transporte rodoviário no Brasil

Especificamente projetado para aplicações de monitoramento de veículos comerciais, de segurança e rastreamento em tempo real, por meio de plataformas inteligentes, o sistema utiliza tecnologia para combinar perfeitamente até seis câmeras que permitem criar e acompanhar localmente ou remotamente imagens em 360° do veículo em movimento.

“O VIA Mobile 360 é uma das mais recentes adições ao nosso portfólio de Transporte Inteligente. Ao criar um panorama 360° do veículo em movimento, o sistema aumenta a segurança do automóvel, proporcionando maior visibilidade ao condutor em curvas, estacionamento em espaços apertados, e praticamente eliminando os pontos cegos que são comumente encontrados usando tecnologias de monitoramento de vídeo 2D convencionais. Com as suas capacidades NVR, a tecnologia também pode ser usada para capturar e armazenar imagens de acidentes e violações de segurança que também podem ocorrer ao veículo”, explica Ubiratan Resende, divisão de vendas e plataformas embarcadas da VIA no Brasil.

Na oportunidade, além do VIA Mobile 360, a multinacional também apresentará outras soluções de transporte inteligente, como o VIA BLISS, plataforma flexível para entretenimento personalizado que proporciona ao passageiro informação e serviços de comunicação, onde e quando exigidos.

Sobre a VIA Technologies, Inc.

VIA Technologies é líder global no desenvolvimento de soluções de plataforma e sistemas embarcados altamente integrados para M2M, IoT e aplicações Smart City, que vão desde videowalls, digital signage, healthcare e automação industrial. Com sede em Taipei, Taiwan, a VIA conecta os centros de alta tecnologia dos EUA, Europa e Ásia a sua base de clientes que inclui muitas das empresas líderes e marcas famosas do Mercado de tecnologia, telecomunicações, computadores e produtos de consumo.

Informação: www.viatech.com

Incentivar os Negócios do AÇO na America Latina

Alacero 2016 – Rio de Janeiro, Congresso de aço da América Latina, Alacero-57, no qual o presidente da entidade e CEO da ArcelorMittal Aços Longos para Central e pressione Sul e Membro do Comitê Executivo do Grupo ArcelorMittal, o Sr. Jefferson de Paula com o diretor-geral da Alacero, o Sr. Rafael Rubio, falou sobre a situação atual e perspectivas enfrentadas pela indústria de aço da América Latina, a sua relação com o mundo, China e a situação no Brasil.

Na conferência, o Sr. Jefferson De Paula disse: “O cenário econômico global está mostrando sinais de recuperação, projetando crescimento de 3,4% para 2016, onde a China continua a desacelerar, registando um crescimento de 6,7% no terceiro trimestre do ano. Enquanto isso, a situação económica delicada na América Latina dar uma interpretação positiva sobre que os organismos internacionais esperam que o crescimento de 1,6% para 2017. No caso do Brasil, as expectativas para o próximo ano são animadores, apoiados por uma vontade política pronto para sair da crise “.

Uma situação similar é a indústria siderúrgica mundial, as últimas estimativas apresentadas pela Worldsteel, mostram uma normalização do consumo de aço este ano (+ 0,2% vs. 2015), atingindo 1.501 milhões de toneladas (Mt). China, por sua vez, consomem 665,6 milhões de toneladas em 2016, registrando uma queda de 1,0% vs 2015. Uma experiência semelhante Estados Unidos e Canadá, que juntos vai fechar o ano com um consumo de aço laminado de 109,0 Mt , 0,4% a menos que em 2015. no entanto, a União Europeia (28) irá crescer de 0,8% para 154,8 Mt.

O consumo aparente de aço laminado na China continua a sua tendência descendente desde o seu pico em 2013 (735 Mt). Em 2016 esse volume será reduzido em 70 milhões de toneladas (semelhante ao consumo de aço em nível de América Latina) caindo para 665,6 Mt. do produto, as exportações têm aumentado consideravelmente, de 60 Mt em 2013 para o 115-120 Mt esperado para 2016.

Em 2015, a China e para a América Latina 3 milhões de toneladas de aço, o maior volume de sua história, que entra a preços muitas vezes abaixo do custo de produção causando sérios danos à indústria latino-americana, que não foi dormiu demais e com a cooperação de seus governos têm usado os mecanismos permitidos pela OMC para contrariar esta situação ameaça a concorrência e os países em desenvolvimento. Até à data, a América Latina tem 56 ações de defesa comercial contra a China 36 existentes e 11 estão em processo (8 contra a China).

América Latina consumidos 64,8 milhões de toneladas em 2016 (6,5% menos do que em 2015). Apesar disso, as expectativas para 2017 são encorajadores, nos principais mercados na região são esperados crescimento significativo no consumo de aço. México, Brasil, Argentina e Colômbia projectado um aumento de 3,2%, 3,8%, 5,8% e 3,9% em 2017. Como um todo, a América Latina deverá crescer 3,6% em relação a 2016 Brasil, viu, em 2015, reduzir o tamanho da sua indústria siderúrgica para os níveis de 2006 e 2007, com destaque para os efeitos graves deixadas pela crise. Com isso, os números para este ano são encorajadores, há fortes sinais de que o pior já passou e o Brasil está caminhando firmemente para atingir o terreno perdido.

“Com isso, um dos maiores desafios enfrentados pela indústria siderúrgica mundial é reduzir o excesso de capacidade instalada de aço. Em 2015, a OCDE estima que a capacidade instalada mundial atinge 2.368 milhões de toneladas, das quais 1.153 Mt correspondem à China. O que se preocupar com isso é que, para os próximos dois anos esses números vão continuar a aumentar, atingindo 1.168 1.251 Mt para a China e para o resto do mundo. Ou seja, a China vai reduzir a sua capacidade de aço instalada no curto prazo “, disse Jefferson De Paula.

O global de excesso de capacidade foi aumentada de 464 Mt em 2011 para 739 em 2015. A China é responsável por 61% desse total, 453 milhões de toneladas em 2015. Seguido por Coreia do Sul e da União Europeia, com 66 Mt e 63 Mt de excesso de capacidade de aço respectivamente.

“Este é o cenário que enfrentamos como países da América Latina. Muitos são os desafios que enfrentamos no médio prazo, a partir do ponto de vista económico, a região deve realizar reformas estruturais, alcançar uma maior integração económica regional, promovendo a diversificação de suas exportações, promover um maior investimento interno e externo e obter maior segurança institucional “.

“Embora os desafios da indústria não são menores, a região necessita de promover políticas que promovam a competitividade e industrialização, definir e implementar uma estratégia global contra as importações da China, fortalecer o comércio desleal, têm costumes eficientes e eficazes para garantir o cumprimento dos padrões de qualidade exigidos e, finalmente, o fortalecimento da cadeia de valor com a fabricação “, disse o presidente da Alacero.

Sobre Alacero

Alacero Associação Latino-Americana de AÇO é uma organização civil sem fins lucrativos que reúne a cadeia de valor do aço na América Latina para promover os valores da integração regional, a inovação tecnológica, excelência em recursos humanos, segurança no trabalho, responsabilidade corporativa e sustentabilidade social e ambiental. Fundada em 1959, é composto por 49 empresas de 12 países da região, cuja produção está perto de 70 milhões de toneladas por ano. Alacero é reconhecida como Agência Consultor especial pelas Nações Unidas como organização internacional sem fins Governamental pelo Governo da República do Chile, país anfitrião da Direção-Geral

Freudenberg investe em Inovação e Sustentabilidade com iniciativas integradas

O objetivo é desenvolver ideias e projetos que possam alavancar negócios em qualquer lugar do mundo. No Brasil, a iniciativa é realizada em parceria com a Fundação Dom Cabral e a IBM e conta com participantes de seis empresas do Grupo Freudenberg

Para fortalecer globalmente a marca e dar oportunidades aos profissionais dentro das empresas do Grupo de participarem de iniciativas de inovação e sustentabilidade a Freudenberg criou, em 2015, o projeto “InnovatingTogether” que conta com ações locais em diversos países. A ideia principal do projeto é o estímulo do conhecimento e a busca por novas tecnologias de maneira integrada para aproveitar ao máximo as sinergias e potenciais presentes no Grupo, com o objetivo de co-criar oportunidades de negócios.

De acordo com MatthiasMesser, Head do Departamento de Inovação na sede da Freudenberg em Weinheim (ALE), “A proteção e a viabilidade da sociedade e dos negócios é um dos pilares da nossa empresa e, assim, agimos de acordo com os desafios e as megatendências da sociedade atual, porém com foco no futuro. Acompanhamos e analisamos a evolução da população mundial em crescimento, a elevação do padrão de vida que está integrada ao consumo maior dos recursos e o aumento associado das emissões industriais, da redução dos recursos e das mudanças no ambiente de trabalho global”, completa Messer.

Projeto no Brasil estabelece parcerias com o ramo acadêmico e outras empresas

Aqui, o projeto que leva o nome de “InnovatingTogether Brasil” conta com a parceria da Fundação Dom Cabral e a participação da IBM, que ofereceu o seu Laboratório de Inovação para promover a troca de ideias e a ampliação do conhecimento. Neste ano, já foram promovidos workshops e encontros para explorar temas como Design Thinking, Internet das Coisas, Inovação, Sustentabilidade, Inteligência Cognitiva entre outros.

Por meio da troca de experiências e da atualização das boas práticas de mercado, o objetivo é apresentar ações que possam ser implantadas em âmbito global.

“É importante envolver não apenas colaboradores, mas também representantes do ramo acadêmico e outras empresas que respiram inovação e sustentabilidade, a fim de multiplicar conhecimentos. Por meio das discussões, debates e exercícios em grupo, podemos ter ideias que agreguem valor aos nossos clientes, parceiros e à sociedade”, comenta Enrique Garcia, CEO da KlüberLubrication, empresa participante do projeto.

“Diante de um cenário difícil de mercado que estamos atravessando atualmente, em que poucas empresas mostram disposição, tempo e recursos para inovação, a Freudenberg caminha na contramão, pois acredita nesses pilares que estão em sincronia com seus princípios”, finaliza Garcia.

Diversos grupos foram criados e ao longo do ano eles tem trabalhado na concepção de projetos co-criados e avaliados pela visão do próprio cliente das empresas participantes do projeto InnovatingTogether.

Sobre o Grupo Freudenberg

A Freudenberg é um grupo de tecnologia global que fortalece seus clientes e a sociedade de forma duradoura por meio de inovações orientadas para o futuro. Junto com seus parceiros, clientes e a comunidade científica, o Grupo Freudenberg desenvolve tecnologias de ponta e excelentes produtos e serviços para mais de 30 segmentos de mercados e milhares de aplicações. Força da inovação, intensa orientação ao cliente, diversidade e espírito de equipe são os pilares do nosso Grupo.

A empresa de 167 anos vivencia fortemente os seus valores: compromisso com a excelência, confiabilidade, pró-atividade e ação responsável. Em 2015, o Grupo Freudenberg empregou mais de 40 mil pessoas em 57 países em todo o mundo e obteve um faturamento de mais de € 7,5 bilhões.

 

Informação: www.freudenberg.com.br.

 

Laboratório de Manufatura Digital do Centro Universitário FEI é premiado entre 59 instituições de ensino de 11 países

Além de ser premiado pela melhor instalação, o Programa PACE também avaliou as condições de ensino, sua capacidade de apoio à educação multidisciplinar e perspectivas futuras de crescimento em pesquisa e inovação

– Inaugurado esse ano, o laboratório já havia chamado atenção de empresas e agora recebe o reconhecimento internacional por sua qualidade e potencial de desenvolvimento de pesquisas na área de indústria 4.0

Inaugurado em 2016, o Laboratório de Manufatura Digital, do Centro Universitário FEI, ganhou o prêmio de Laboratório do Ano no Programa PACE (Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education), que reúne instituições de ensino de 11 países, com o objetivo de gerar mão de obra qualificada e atualizada com as tecnologias mais modernas. Das 59 instituições participantes, somente três são brasileiras – o Centro Universitário FEI, a Universidade de São Paulo (USP) e o Instituto Mauá, que foi incorporado esse ano ao projeto.

Todos os anos, o programa elege o melhor projeto de desenvolvimento relacionado a uma instalação das instituições de ensino participantes. “Eles fazem uma avaliação bastante rigorosa das instalações, condições de ensino, atividades desenvolvidas no laboratório e suas ligações com ensino multidisciplinar, com a pesquisa e com a inovação, além das perspectivas futuras de crescimento. Esse prêmio é o reconhecimento do alto padrão dos projetos da FEI”, explica Roberto Bortolussi, professor de Engenharia Mecânica do Centro Universitário FEI, que inscreveu o laboratório na competição.

O projeto aborda um tema importante: o desenvolvimento das diversas modalidades da engenharia de forma integrada, pensando no futuro da indústria, em que as máquinas passarão a ser mais autônomas e se comunicarão entre si, de acordo com um novo conceito chamado de indústria 4.0. “Seguir por esse caminho é inevitável, não dá mais para pensar na indústria como fazemos hoje: um setor desenvolve o produto, o outro pensa no material, o outro pensa no processo de produção. O trabalho será cada vez mais integrado, então é preciso pensar em como tudo isso irá alterar a forma de trabalho e a formação dos futuros engenheiros, e trabalhar nisso desde já”, explica o Prof. Alexandre Massote, do curso de Engenharia de Produção, que participou do desenvolvimento do projeto.

No Brasil, esse é um conceito recente e ainda pouco aplicado. Segundo dados da PwC, somente 9% das empresas incorporam ao seu cotidiano processos de digitalização e automação. Porém, ao que tudo indica, isso irá mudar nos próximos anos, podendo, em 2020 chegar a 72% das empresas brasileiras.

Esses números estão relacionados à falta de conhecimento de muitas empresas sobre os conceitos e suas aplicações. Segundo uma pesquisa do CNI – Confederação Nacional da Indústria, 42% das 2225 indústrias consultadas não identificaram quais tecnologias digitais, em uma lista com 10 opções, têm o maior potencial para impulsionar sua competitividade.

O Prof. Massote explica que esse é um dos caminhos que a FEI pretende percorrer junto com as empresas, “nós não queremos reter o conhecimento no meio acadêmico, nossa intenção é auxiliar as empresas nesse caminho, verificando, através de estudos feitos no laboratório, quais são as melhores opções. Dessa forma, vamos percorrer esse caminho paralelamente, formando profissionais que estejam preparados para lidar com esse novo tipo de indústria”.

O próximo passo é ampliar a troca de informações entre as máquinas, para que fábricas inteiras consigam trabalhar de forma integrada com outras fábricas. “A ideia é que a indústria como um todo se comunique. No futuro talvez não tenhamos que transportar peças, possamos trocar projetos entre as fábricas e usar uma impressora 3D para produzir. Isso muda toda a cadeia produtiva, diminui custo com transporte, agiliza o processo e modifica toda a forma de trabalhar, e é lá que estamos focando”, conta o professor.

Sobre a FEI:

Com 75 anos de tradição, O Centro Universitário FEI é referência entre as instituições universitárias no Brasil, nas áreas de Gestão e Tecnologia. A Instituição já formou mais de 50 mil profissionais, muitos ocupando posições de liderança nas principais empresas do país. Mantida pela Fundação Educacional Inaciana “Pe. Sabóia de Medeiros”, a FEI integra a Rede Jesuíta de Educação e agrega marcas históricas de instituições de ensino de São Paulo: Faculdade de Engenharia Industrial, Escola Superior de Administração de Negócios e Faculdade de Informática.

Informação: www.fei.edu.br

Usiminas transforma resíduo em ações sustentáveis

Programa Caminhos do Vale doa produto beneficiado para prefeituras que desenvolvem iniciativas socioambientais

Por muito tempo, o agregado siderúrgico – resultante do beneficiamento da escória de Aciaria e oriundo do processo produtivo da indústria do aço – era destinado principalmente para grandes projetos de pavimentação rodoviária e ao aterro controlado. Uma mudança de paradigma transformou esse material, por meio da segregação e beneficiamento, em coprodutos com diversas aplicações em mercados como agricultura, cimento, lastro ferroviário, construção civil e reciclagem interna. O programa Caminhos do Vale, da Usiminas, viabiliza a pavimentação de estradas rurais no Vale do Aço a partir desse agregado. A iniciativa já aplicou mais de 1 milhão de toneladas utilizadas em cerca de 600 quilômetros de estradas rurais, na restauração de 50 quilômetros de vias urbanas e na recuperação de 35 pontes, encostas e áreas degradadas.

Usiminas transforma resíduo em ações sustentáveis

Ao todo, o projeto de coparticipação socioambiental – uma das ações desenvolvidas por um grupo de trabalho (GT Coprodutos) que envolve diversas áreas da empresa – já beneficiou mais de 500 mil pessoas desde o início das doações, em 2015. O destino do agregado siderúrgico produzido na Usina de Ipatinga são os municípios da região que atendem a uma série de requisitos socio ambientais, econômicos e estruturais definidos pela Usiminas. “Temos a preocupação de nos certificar e aprovar, por meio de critérios como investimentos em projetos nas comunidades, infraestrutura de equipamentos, além de recursos humanos, financeiros e técnicos, que as prefeituras irão garantir a correta aplicação do agregado doado”, afirma Roberto Maia, diretor-executivo da Usina de Ipatinga.

Usiminas transforma resíduo em ações sustentáveisDe acordo com Henrique Hélcio Eleto dos Santos, coordenador do GT Coprodutos da Usiminas, foram mapeadas 57 prefeituras para receberem o agregado siderúrgico. Dessas, cinco foram escolhidas inicialmente: Ipatinga, Santana do Paraíso, Coronel Fabriciano, Timóteo e Marliéria. Em 2017, esse número deverá ser ampliado para 17 municípios. “As prefeituras que não foram contempladas nessa primeira fase foram incentivadas a melhorar ou instituir um programa de gestão ambiental e a promover iniciativas socioambientais, como a recuperação e proteção de nascentes, plantio de árvores, cuidados com a fauna e flora, entre outras ações”, explica Henrique.

Em Marliéria, foram oito nascentes e diversas áreas degradadas recuperadas, 169 nascentes mapeadas e um curso de recuperação e proteção de nascentes implementado para a comunidade’, em parceria com o SENAR Minas (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), com o objetivo de promover a consciência ambiental no uso dos resíduos. Entre as iniciativas em Santana do Paraíso, um programa de educação ambiental foi implementado nas escolas do município, com a proposta de conscientizar os estudantes sobre a correta disposição de resíduos, uso racional da água e conservação de áreas de preservação permanente. Outro projeto instituído, o Horta Municipal, envolve a comunidade, em parceria com a prefeitura, na alavancagem da economia local por meio da melhoria na logística e distribuição de produtos rurais. Além disso, o projeto promove a doação dos alimentos produzidos aos lares de idosos e à população carente do município.

Para Henrique, o Programa Caminhos do Vale proporciona às comunidades envolvidas maior conforto, segurança e mobilidade. “Com a pavimentação, evita-se o isolamento que ocorria devido à precariedade das estradas no período chuvoso. As melhorias realizadas nas vias rurais possibilitam um acesso rápido e fácil dos moradores das comunidades às sedes dos municípios, ampliando significativamente a assiduidade dos alunos nas escolas rurais. Em Marliéria, o acesso escolar, que era de 77% em 2014, subiu para 100% no ano seguinte, após as obras de pavimentação realizadas por meio do programa.”

Já para a Usiminas, o Programa Caminhos do Vale superou as expectativas em relação à promoção da preservação ambiental e ao desenvolvimento social, proporcionando destinações sustentáveis aos resíduos gerados no processo industrial, reduzindo o descarte do coproduto em Aterros Controlados e otimizando estocagem e recursos financeiros. “A proposta do Grupo de Trabalho Coprodutos é consolidar novas aplicações, transformando o agregado siderúrgico em matéria-prima para o desenvolvimento de outros produtos como cimento, corretivo, fertilizantes agrícolas, artefatos de concreto e lastro ferroviário, entre outras possibilidades”, finaliza.

Informações: www.usiminas.com.br