quinta-feira, maio 21, 2026
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Indústrias com produto nacional têm vantagem em meio à crise

Por Mateus Souza

O cenário que a indústria brasileira enfrenta neste fim de semestre é ainda muito confuso, com empresas voltando à operação após recessos preventivos contra a covid-19 e outras suspendendo a operação indefinidamente. O recuo previsto no PIB brasileiro já ultrapassa os 5%.

Como enfrentar a crise no longo prazo e se precaver contra novos imprevistos da economia? Uma das vantagens competitivas que ficaram claras neste momento é a produção local de insumos industriais. Com a nacionalização de matérias-primas, as empresas ficam menos suscetíveis a flutuações cambiais e restrições logísticas.

Num cenário de dificuldades para o transporte aéreo e marítimo, ter insumos produzidos em território nacional traz tranquilidade. Deixar de importar e passar a produzir localmente só é possível por meio de planejamento de longo prazo, da confiança em suas filiais e a contratação consciente para as posições estratégicas. Obter as necessárias certificações também é um passo crucial na obtenção da liderança de mercado.

Mateus Souza - GEMÜ
Mateus Souza é gerente geral de
vendas da área industrial da GEMÜ Válvulas, Sistemas de Medição e Controle.

Outro ponto sensível para as empresas no momento é a variação cambial, pois o atrelamento da importação ao dólar ou ao euro se mostra uma bomba-relógio. Por outro lado, a exportação, para quem pode fazê-la, representa uma vantagem para a indústria inserida no mercado internacional, como atividade muito rentável que deverá ser fomentada na retomada desta crise.

Se uma indústria mantém uma cadeia de fornecedores bem consolidada, e tem insumos em estoque, é possível continuar atendendo seus clientes em curto espaço de tempo e sem consideráveis variações de preço. Uma grande economia em meio à crise.

Atualmente gerencio as vendas da área industrial de uma fabricante de válvulas e percebo que, o fato de produzir no Brasil diafragmas de vedação com capacidade de exportação para diferentes países, tem sido uma vantagem. Mesmo em meio à incerteza nacional, surge a possibilidade de ampliar as vendas externas, o que poderia até mesmo acarretar novas contratações.

Quando uma indústria importa um insumo, está à mercê de inúmeras variáveis – até mesmo roubo de cargas já negociadas, como temos visto ultimamente, no que foi classificado como “pirataria moderna”. Ao investir na nacionalização desse produto, é possível até mesmo customizar o insumo, de forma a atender melhor o cliente em sua aplicação específica.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) tem chancelado essa tendência, ao afirmar que a nacionalização, que já foi encarada como medida protecionista no passado, hoje é uma importante política industrial para o país: incorporar tecnologias, desenvolver e inovar em novos produtos e modelos de negócio, além de diversificar para setores e atividades com maior valor agregado.

A dica seria usar ao máximo o produto Made in Brazil, tentar exportar o que for possível e substituir importações quando cabível. Esse investimento consistente será uma tábua de salvação para a economia do país – mas ele requer coragem e decisões de longo prazo.


Manutenção preditiva aumenta vida útil de máquinas e permite economizar

Num momento da economia em que todo centavo precisa ser bem destinado, gostaria de chamar atenção para um problema que temos como fornecedores da indústria brasileira. É claro que nenhum empresário investe em seu parque fabril pensando em desperdiçar dinheiro, mas é isso o que ocorre quando a manutenção não é seguida com rigor.

Andreas Göhringer - CEO GEMÜ
Andreas Göhringer é CEO da GEMÜ Válvulas, Sistemas de Medição e Controle no Brasil

O principal ponto conquistado quando se faz a lição de casa da manutenção é o aumento da vida útil das máquinas. Faça uma analogia com seu veículo pessoal: se rodar e ignorar o tempo certo das trocas de óleo, filtro e peças, quando quebrar, certamente você terá um custo maior e ficará sem o carro por mais tempo.

Para evitar isso no contexto industrial, existem dois modelos gerais a serem seguidos. A manutenção preventiva é aquela planejada para ocorrer num determinado intervalo de tempo. Já a preditiva, que também pode ser planejada periodicamente, utiliza medições por aparelhos para verificar a condição do equipamento e eventuais necessidades de troca.

Infelizmente, pelas condições dos equipamentos que chegam até nós para restauro, percebe-se que nem sempre esse cuidado é tomado. E o resultado é um gasto a mais para o empresário. Tentar estender a vida útil do equipamento  e ignorar a manutenção não é uma boa ideia.

É importante lembrar que cada perfil industrial requer um tipo de planejamento de atualizações e trocas. No caso da indústria química, por exemplo, cada empresa deve planejar as aferições de acordo com o potencial corrosivo dos líquidos que utiliza.

Um bom exemplo de equipamento que requer trocas periódicas, mas que muitas vezes é negligenciado, é o diafragma de vedação das válvulas. Ele deve estar em perfeito estado para que não haja vazamentos. A substituição deve ocorrer em intervalos determinados, pois se houver uma quebra, isso compromete outros componentes da válvula ou até mesmo todo o sistema.

Para esses casos, a tecnologia alemã que chegou neste ano ao Brasil chamado Sistema Conexo, cabe perfeitamente. Ele permite acoplar chips a diversos equipamentos da unidade fabril, que reúnem informações de composição da máquina, datas de manutenção e até mesmo o nome do profissional responsável. Trata-se de um recurso que vai ao encontro da transformação da indústria 4.0 – usar informações oferecidas pelos próprios equipamentos para a tomada de decisão.

Seja qual o modelo de manutenção escolhido, a principal recomendação é: siga as instruções de instalação, seja via site, catálogo ou outro contato do fabricante. Isso vai trazer economia e tranquilidade ao seu processo produtivo.

Recuperação em Patamar Baixo

A indústria automotiva nacional apresentou sinais de recuperação em julho, mas seus indicadores ainda estão muito abaixo dos níveis anteriores à pandemia

Por Ricardo Torrico

O setor automotivo, um dos principais usuários de aço, sofreu um forte impacto das medidas adotadas para combater a pandemia do novo coronavirus. Assim como a maioria dos setores da economia, obedeceu às quarentena decretadas pelos governos estaduais ou municipais, paralisando suas linhas de produção, assim como as concessionárias também tiveram que ser fechadas. Mantida durante mais de quatro meses, essa situação provocou sérios estragos nos resultados colhidos nesse período pelo setor, refletidos no levantamento mensal feito pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Produção e mercado

Passados os três meses de quarentena, tanto as montadoras quanto as concessionárias foram autorizadas a funcionar no mês de julho − obedecendo, porém, rígidos protocolos de segurança −, o que permitiu colher números mais positivos para o setor na comparação com o tombo registrado no segundo trimestre. De acordo com o balanço divulgado pela Anfavea, em julho a produção de autoveículos atingiu 170,3 mil unidades, o que representou uma elevação de 73% sobre junho, mas foi ainda 36,2% inferior ao total produzido em julho de 2019. Apesar dessa recuperação, a entidade destaca que foi o pior mês de julho desde 2003 para o setor.

No que se refere ao mercado, os 174,5 mil emplacamentos de autoveículos registrados em julho indicam um crescimento de 31,4% sobre junho, mas também uma queda de 28,4% em relação a julho de 2019 − foi o pior volume desde 2006. Na comparação com esses mesmos períodos, as exportações subiram 49,7% e recuaram 30,8%, respectivamente. No resultado acumulado de janeiro a julho, a queda mais dramática foi na produção, −48,3% − a mais baixa deste século−, seguida pelas exportações e licenciamentos, que caíram 43,7%, e 36,6%, respectivamente. Ainda no acumulado desses sete meses, foram emplacados 983,3 mil autoveículos, volume 36,6% menor do que os 1.551,8 mil autoveículos emplacados no mesmo período de 2019.

Exportações - Mercado AutomotivoComo vem ocorrendo desde o início da pandemia no Brasil, os segmentos de caminhões e máquinas autopropulsadas têm conseguido manter o ritmo de vendas e produção acima dos veículos leves, o que não impede a ocorrência de perdas na comparação com o ano anterior. O único indicador positivo no acumulado do ano é o de vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias, 1,3% superior ao de 2019.

“Além de ter um número maior de dias úteis, julho foi um mês no qual as montadoras e concessionárias fizeram um grande esforço para recompor o caixa prejudicado pela longa quarentena. Mas o ritmo de vendas diário foi apenas 20% superior ao de junho, o que demanda cautela na análise de como será a recuperação no segundo semestre. Ainda temos uma pandemia que não dá trégua, com casos crescentes da covid-19 em estados importantes do país. É como se estivéssemos numa estrada sinuosa e com forte neblina, com grande dificuldade de enxergar o horizonte com clareza”, avalia o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

Exportações em queda

Assim como no mercado interno, as exportações do setor também sentiram o efeito da redução generalizada na demanda nos mercados internacionais. Em julho, a indústria nacional exportou 29,1 autoveículos, volume 49,7% superior às 19,5 mil unidades exportadas no mês anterior, mas 30,8% inferior às 42,1 mil unidades exportadas em julho de 2019. No período de janeiro a julho, foram exportados 148,7 mil autoveículos, o que significou uma redução de 43,7% sobre as 264,1 mil unidades exportadas no mesmo período de 2019.

Adiamento do Proconve

Diante da crise gerada pela maior pandemia dos últimos 100 anos, a Anfavea julga necessário adiar por 2 ou 3 anos as próximas etapas do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) para veículos leves e pesados. Não só por uma questão econômica, já que o setor vai perder quase 40% de sua receita neste ano, mas também por uma questão sanitária. A Anfavea argumenta que todos os testes de desenvolvimento foram prejudicados pela quarentena e continuam em ritmo mais lento para manter a proteção dos profissionais de laboratório e de campo que trabalham nesses projetos.

“Uma crise dessa dimensão vem afetando todos os campos profissionais e não é diferente com nossa indústria. Somos a favor das novas etapas de redução de emissões, cujo cronograma ajudamos a elaborar. Essa sugestão de um breve adiamento não afeta nosso compromisso com o meio ambiente. Após todos os investimentos e esforços feitos desde a década de 1980, com resultados mensuráveis na ponta do escapamento e na qualidade do ar, chega a ser intelectualmente desonesto colocar o ônus da poluição das cidades nos veículos atualmente em produção, essencialmente limpos”, conclui Luiz Carlos Moraes.

Comparativo 2019x2020 - Autoveículos - Anfavea

Acesse: www.anfavea.com.br

Gerdau e Governo de Minas direcionam recursos a catadores do Programa Bolsa Reciclagem

A siderúrgica fará a doação de R$ 1,5 milhão que contemplará 1.600 beneficiados do programa do Governo de Minas Gerais

O Programa Bolsa Reciclagem, de apoio às associações de catadores de materiais recicláveis de Minas Gerais, recebeu recurso de R$ 3 milhões. O valor, que quita prestações em atraso da gestão anterior, foi viabilizado pela parceria entre o Governo do Estado e a siderúrgica Gerdau e vai beneficiar 80 entidades e 1.600 profissionais. A ação foi anunciada pelo governador de Minas, Romeu Zema, nesta quarta-feira (22/07), em reunião por videoconferência com a presença de parlamentares, representantes do Governo de Minas, Ministério Público, Tribunal de Contas, Gerdau, parceiros institucionais e membros das associações de catadores.

Em parceria com o Governo de Minas, a siderúrgica doou R$ 1,5 milhão para o Programa Bolsa Reciclagem. O direcionamento do recurso ocorreu por intermediação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O outro R$1,5 milhão foi disponibilizado pelo Governo de Minas por meio da Comissão de Orçamento e Finanças (Cofin).

“Alinhado ao nosso propósito e à diretriz de investimento social, que tem como um dos focos a reciclagem, a Gerdau historicamente tem realizado ações de apoio aos catadores de materiais recicláveis em diversas cidades mineiras. Estamos muito felizes em firmar essa nova parceria que beneficiará as associações de catadores de Minas Gerais, entidades que reúnem profissionais tão importantes para termos uma sociedade mais sustentável e que foram impactados diretamente pela pandemia”, afirma o Diretor de Mineração e Matérias-Primas, Wendel Gomes.  “Esse é mais um recurso disponibilizado pela Gerdau, que já soma mais de R$20 milhões em doações desde o início da crise da Covid-19. Minas Gerais pode contar com a Gerdau nesta caminhada”, completa Gomes.

Criado em 2011, pela Lei Estadual 19.823/2011, o programa visa conceder incentivo financeiro às cooperativas e associações de catadores que segregam, enfardam e comercializam papel, papelão, cartonado, plásticos, metais, vidros e outros resíduos pós-consumo. O objetivo é estimular a reintrodução de materiais recicláveis no processo produtivo.

Acesse: www.gerdau.com.br

Pesquisa da Trend Micro revela vulnerabilidades graves em interfaces críticas da Indústria 4.0

Gateways de protocolo são críticos para ambientes industriais inteligentes

A Trend Micro, líder global em soluções de cibersegurança, divulgou uma pesquisa que revela uma nova classe de vulnerabilidades de segurança em dispositivos de gateway de protocolo que poderiam expor ambientes da Indústria 4.0 a ataques críticos.

Também conhecidos como tradutores de protocolo, gateways de protocolo permitem que máquinas, sensores, atuadores e computadores que operam em instalações industriais conversem uns com os outros e com sistemas de TI que estão cada vez mais conectados a tais ambientes.

“Os gateways de protocolo raramente recebem atenção individual, mas sua importância para os ambientes da Indústria 4.0 é significativa e eles são considerados pelos atacantes como um elo crítico fraco na cadeia”, diz Bill Malik, vice-presidente de estratégia de infraestrutura da Trend Micro. “Ao divulgar responsavelmente nove vulnerabilidades zero day com os fornecedores afetados, a Trend Micro está liderando o caminho com a primeira pesquisa do setor que ajudará a tornar os ambientes OT globais mais seguros.”

Acesse: www.trendmicro.com/vinfo

Mudanças executivas na Arcelormittal

Cristina Pereira de Morais Oliveira é a nova Gerente Geral de Finanças e Estratégia de Aços Planos. A sua trajetória na empresa teve início há 15 anos como trainee na unidade de Tubarão (ES). Atuou como especialista de Controladoria, Gerente de Área de Controladoria Comercial e Gerente de Performance do Negócio e Monitoramento Estratégico. Ela é formada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Espírito Santo e possui especialização em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral e em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela Fundação Getúlio Vargas.

Alexsandri Pimenta Lima assume a Gerência Geral de Governança, Riscos & Compliance de Aços Planos. Ele iniciou a sua carreira no Grupo em 2004, como especialista sênior na Auditoria Interna. O executivo teve passagens pela Controladoria de Planos e Gerência de Riscos e Controles Internos. Alex Lima é graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Ciências Contábeis pela Faculdade Espírito Santense de Administração (FAESA), possui especializações em Administração de Empresas pela Fucape Business School e em Controladoria Empresarial pelo Centro Universitário de Vila Velha (UVV).

Acesse: www.arcelormittal.com

Toledo do Brasil lança um novo site

A partir de agora, a empresa utiliza a plataforma do Google Cloud, prevendo 70 mil acessos/mês e melhor performance na plataforma de busca

Antecipando-se às necessidades de seus clientes e sempre atenta a disponibilizar modernas ferramentas, a Toledo do Brasil, líder em soluções de pesagem e gerenciamento de informações, mais uma vez inova, criando um novo site.

Segundo Lucas Nunes Guerra, especialista em Sistemas de Informação da Toledo do Brasil, a ideia foi construir algo mais funcional e atrativo, buscando incorporar mais tecnologias. “Dessa forma, hoje a nova plataforma utilizada é a Google Cloud”, informa Guerra.

Na prática, destaca Daniel Resende Laviano, do Departamento de Marketing da Toledo do Brasil, o objetivo é atender o cliente no pré e pós-venda. “Buscamos tornar mais fácil o acesso ao nosso conteúdo que, em conjunto com a tecnologia empregada, torna o site mais veloz, sensação que o usuário percebe ao navegar”, comemora Laviano.

A parceria da FEB Informática, aliada ao trabalho conjunto das áreas de Sistemas de Informação e de Marketing da Toledo do Brasil, resultou em um novo site, que além da performance com moderna tecnologia, apresenta um visual bem atrativo. “Fizemos uma grande pesquisa, organizando o conteúdo, visando oferecer  melhor experiência de navegação ao usuário”, sintetiza Laviano, acrescentando que a Toledo do Brasil prevê cerca de 70 mil acessos por mês.

Acesse: www.toledobrasil.com

Formtap adquire sete robôs da Yaskawa Motoman do Brasil

A parceria de sucesso envolveu também a Dardi – Jato de Água & Laser, que forneceu tecnologia de corte com jato de água e que foi integrada ao robô da Yaskawa Motoman. O resultado foi um aumento da capacidade instalada da Formtap para a produção de 7.000 tetos para veículos por dia.

A quarta revolução industrial já é realidade, e empresas como a Formtap, integrante do Grupo Trambusti que atua no mercado automotivo há mais de 60 anos, encontra-se perfeitamente aliada a esse conceito. Sempre tendo como pilar a modernização, recentemente, a Formtap incorporou sete novas células robóticas ao seu parque fabril na unidade de Diadema, São Paulo.

O amplo projeto de automação de novas linhas produtivas consistiu na aquisição de sete robôs da multinacional japonesa líder mundial na fabricação de robôs, Yaskawa Motoman do Brasil, os quais estão integrados à área de corte d’água dos tetos para automóveis. “A aquisição dos novos robôs, da linha GP-YRC1000, os mais rápidos do mercado, permitiu à Formtap um aumento da produtividade em relação aos mais de 40 robôs das gerações anteriores da Yaskawa Motoman do Brasil, como também fortaleceu ainda mais a parceria de mais de 25 anos”, reforçou Giuliano B. D. de Lima, gerente regional de vendas da Yaskawa Motoman do Brasil.

O projeto também contou com a parceria da Dardi – Jato de Água & Laser, responsável pelo fornecimento de bombas intensificadas de última geração e sistema de movimentação ‘coil kits’, que de acordo com  o diretor da Dardi no Brasil, Marcos Ribeiro, “permite a movimentação dos robôs com melhor performance, em conjunto com cabeçotes de corte com jato de água especiais para essa aplicação”.

Acesse: www.formtap.com.br

A Voestalpine Meincol completou 75 anos de existência

A voestalpine meincol completou 75 anos de existência no dia 01/06/2020 com muita história de ousadia, pró-atividade, evolução tecnológica e de processos e com um time de colaboradores capacitados que conduzem essa grande multinacional.

Um passo à frente, esse é o slogan do Grupo voestalpine e que se reflete, diariamente, na história da voestalpine Meincol. Inúmeras foram as mudanças que o Grupo implementou na antiga caxiense Meincol Distribuidora de Aço, após a sua aquisição em 2008. A cultura proativa do Grupo voestalpine, originário da cidade de Linz, Áustria, está identificada no desenvolvimento do portfólio de produtos, que evoluiu dos produtos padrão, para posteriormente produtos padrão com os processos agregados e, na sequência, a produção de tubos especiais.

A estratégia do Grupo voestalpine era implementar, na voestalpine Meincol, o mesmo modelo da voestalpine Krems, uma empresa especialista em tubos e perfis especiais de aço e com processos agregados. “A verdade é que não inventamos nada, fizemos aqui o que tínhamos feito 20 anos antes em Krems. E o resultado mostrou-se exitoso”, recorda Manfred Wuble, Diretor Comercial Financeiro.

Segundo o executivo, “A Meincol era uma boa empresa, mas tinha pouca organização. Melhoramos os processos e elevamos o patamar produtivo da fábrica”.

Todo o trabalho realizado desde janeiro 2008, a partir da aquisição da Meincol, foi a busca permanente e contínua da satisfação do cliente, objetivo alinhado com os princípios da visão global da voestalpine. “Transformamos, sim, uma empresa familiar e distribuidora de aço, que fazia o mesmo que os demais concorrentes, em uma organização que propõe soluções e produtos especiais, que oferece o que o cliente precisa e demanda”, reforça Manfred Wuble.

O diretor também destaca que, mesmo com os 7 anos de crise nos últimos 12, a empresa jamais parou de investir e sempre criou novas soluções. “Por isso, e por medidas acertadas de ajustes, sempre conseguimos ter resultados finais positivos, mesmo nos anos em que a economia praticamente parou”, observa.

O foco dos investimentos sempre priorizou produtos de alto valor agregado, diversificação do mix e acréscimo de novos e inovadores equipamentos. O objetivo é oferecer não apenas um produto de qualidade, mas a solução pronta, desenvolvida em conjunto com o cliente. São soluções completas, transformando tubos e perfis em peças e componentes, constituindo-se em inovação tecnológica referência no país.

A busca permanente em fortalecer o relacionamento com o mercado torna a voestalpine Meincol uma marca inovadora, sempre à frente no desenvolvimento de soluções. Os mais recentes investimentos estão voltados para a contínua agregação de valor ao produto. Como decorrência, desde junho de 2020, oferece ao mercado conjuntos soldados de tubos e perfis para diferentes aplicações.

Isso demonstra que, mesmo num cenário de incertezas como o que estamos vivendo por conta da pandemia da Covid-19 em âmbito mundial, em que qualquer previsão de curto prazo se torna prematura, a voestalpine Meincol tem permanecido fiel a sua essência inquieta e ousada, adaptando-se às mudanças que o momento requer com confiança e responsabilidade, e  mantém-se otimista para uma retomada significativa da economia para o próximo ano. Assim, essa grande empresa com 75 anos de trajetória, está preparada para acrescentar ainda muitos êxitos à sua história.

Acesse: www.voestalpine.com/meincol/

Vallourec estende contrato de fornecimento de tubos de aço sem costura e serviços especializados para a equinor

A Vallourec Brasil teve recentemente o contrato com a Equinor estendido até março de 2024. O contrato teve o escopo ampliado, incluindo novos produtos na linha de tubos de aço sem costura e acessórios OCTG utilizados nas operações no Brasil e, também, serviços especializados de guarda, manutenção, preparação de embarque, planejamento colaborativo, retorno de sonda, inspeção e serviços de reparo.

Os produtos e serviços serão utilizados nas atividades da Equinor no Brasil, no Campo de Peregrino, na Bacia de Campos (RJ), e em Bacalhau, um projeto localizado no pré-sal da Bacia de Santos (SP).

“Estamos honrados por termos sido escolhidos como o fornecedor prioritário de soluções tubulares para os projetos da Equinor no Brasil. A ampliação de nosso contrato, agregando também serviços, com conteúdo local, além de suporte técnico e planejamento colaborativo, demonstra nossa capacidade de fazer uma oferta completa, que suplanta a entrega de nossos produtos de excelência”, declara Alexandre Lyra, diretor-presidente das empresas Vallourec no Brasil.

A  nova  demanda deverá ser fornecida no primeiro trimestre de 2021.

www.vallourec.com.br

Mobil lança manual de boas práticas para a indústria

Empresa lista os riscos, processos e procedimentos operacionais que podem ajudar a uma rápida retomada quando o mercado reagir à crise

O impacto do coronavírus na indústria chegou para todo o mercado. A boa notícia para o setor industrial é que após as perdas recordes com a pandemia em abril, a produção da indústria nacional cresceu 7% em maio, de acordo com a da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Neste momento em que as plantas estão parcialmente ou totalmente paralisadas, a Mobil preparou um material para auxiliar a área técnica a desenvolver planos de hibernação e melhorar a conservação dos seus equipamentos. O material traz uma série de boas práticas que vão contribuir com a retomada do mercado em reação à crise.

A manutenção é fator de sobrevivência e competitividade. Segundo especialistas, a baixa demanda é o momento ideal para antecipar manutenções preventivas programadas. Qualquer plano de hibernação demanda também a criação de um planejamento das atividades, bem como cronograma de execução, definição de responsáveis por cada tarefa e treinamento de membros da equipe ainda não familiarizados com os procedimentos.

Acesse: www.mobilindustrial.com.br