segunda-feira, setembro 21, 2026
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Entidades do setor de ferro e aço lançam manifesto pela desoneração da cadeia de reciclagem na reforma tributária do Brasil

As entidades que representam as empresas de sucata de ferro e aço e outras associações ligadas à reciclagem de resíduos sólidos lançaram em novembro passado, durante a Expo Waste Brasil, em São Paulo, o “Manifesto pela Desoneração da Cadeia da Reciclagem na Reforma Tributária”.

O manifesto foi assinado, até o momento, por sete entidades, que reúnem centenas de empresas e garantem milhões de empregos em todo o Brasil. A expectativa é de que haja novas adesões. As entidades manifestam no documento sua preocupação com o atual cenário da reciclagem no Brasil e clamam para o despertar da atenção das autoridades ao segmento. Pedem incentivos para estimular os investimentos na economia circular, uma das metas do Plano Nacional de Resíduos Sólidos.

Um seminário aberto aos participantes, que contou com palestras de Gesner Oliveira, ex-presidente do Cade e consultor do Inesfa/Sindinesfa; do diretor de Relações Institucionais do Inesfa, Leonardo Palhares; de Thais Fagury, presidente executiva da Abeaço; e Roger Amarante, representante de Relações.

Internacionais do Inesfa; e de Marcella Bueno, da New Hope (eureciclo).

Acesse: www.wasteexpo.com.br

Bernardinho Estrela Campanha da ArcelorMittal

A Campanha aproxima a marca do consumidor final, como referência nas soluções em aço para a construção civil

A nova campanha publicitária da ArcelorMittal será estrelada por Bernardo Rezende – Bernardinho, ex-técnico das seleções brasileiras de vôlei masculina e feminina. A campanha “Obra é coisa séria” entrará no ar no dia 20 de outubro (domingo), em TV aberta e por assinatura, além da internet.

O foco está tanto nos produtos em aço para a construção civil, quanto nas soluções customizadas de corte e dobra para vergalhões e armaduras prontas soldadas, que aumentam a produtividade no canteiro de obra, com mais segurança e menos desperdício. A campanha também visa consolidar a marca como referência em aço para a construção civil.

A ArcelorMittal é líder na produção de aço do mundo. A escolha de Bernardinho para os comerciais se deu pela sinergia entre a marca e a personalidade do ex-técnico, líder nato e exigente com a qualidade. Apesar de bem-humorado – com o objetivo de atingir todos os públicos envolvidos numa obra, do pedreiro ao engenheiro –, o slogan da campanha é “Obra é coisa séria. Procure a melhor solução. Procure ArcelorMittal”.

“Bernardinho é reconhecidamente um excelente líder e profissional, fortemente focado em melhoria contínua e geração de excelentes resultados”, afirma Jefferson De Paula, CEO da ArcelorMittal Aços Longos LATAM.

No filme principal, de 30 segundos, Bernardinho conversa com os pedreiros de uma obra como se estivesse em quadra. Ele dá uma ‘bronca motivacional’ na turma, exigindo segurança, qualidade e agilidade, e custa a entender que a estrutura da obra já está pronta graças aos produtos e soluções em aço entregues pela ArcelorMittal. “Você acha que a gente tá aqui de brincadeira?”, retruca um dos pedreiros.

O ex-técnico celebra a parceria com a ArcelorMittal: ”Estamos construindo uma parceria na qual existe alinhamento de valores, já que a ArcelorMittal é uma empresa focada na excelência e nas pessoas”, diz Bernardinho.

Acesse: www.arcelormittal.com.br

Empresas do Grupo Aperam fazem dobradinha nas primeiras colocações em ranking com as melhores empresas para se trabalhar no país

Com sede em Minas Gerais, a Aperam BioEnergia e Aperam South America alcançaram respectivamente o segundo e terceiro lugar do setor siderurgia, entre as 150 melhores empresas para trabalhar, de acordo com pesquisa realizada por editorial nacional e em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA). “Em 10 anos consecutivos participando do processo, sempre estivemos nesse seleto grupo das 150 melhores todas as vezes. Agora, logo em sua estreia, a BioEnergia lidera uma categoria conosco. Tenho muito orgulho desta equipe”, declara Frederico Ayres Lima presidente das empresas.

O levantamento contou com a participação de 500 empresas, que se inscreveram voluntariamente. Mais de 250 mil empregados responderam à pesquisa e 202 companhias em 87 cidades nas cinco regiões do país foram visitadas.

Entre os destaques que orgulham os empregados da Aperam BioEnergia e Aperam South America é relativo aos treinamentos e outras iniciativas que apontam possibilidades de movimentação na carreira e oportunidades disponíveis. A participação nos lucros e resultados (PLR) e o robusto pacote de benefícios que compreende previdência privada, kit escolar para os filhos e auxílio-creche também foi bastante elogiado pelos empregados.

Em anos anteriores a Aperam também foi destaque no guia, além de ser reconhecida como Empresa do Ano em Índice de Desenvolvimento Humano e Organizacional (IDHO) e pelo ranking nacional “As Melhores para Começar a Carreira” pelo chamado Índice de Felicidade no Trabalho do Jovem (IFT).

Acesse: www.brasil.aperam.com

Asperbras Rotomoldagem apresenta nova tecnologia de fabricação de produtos na Science Days Araçatuba

A empresa participou como expositora de uma das maiores feiras de ciência e tecnologia da América Latina.

No final de setembro, a Science Days,. Com a presença de empresas renomadas, a subsidiária do Grupo Asperbras se destaca pela sua expertise em automação industrial e agrícola e apresenta aos visitantes as novidades na fabricação de produtos em rotomoldagem.

Desde 2002 no mercado, a Asperbras Rotomoldagem tem se especializado na fabricação de diversos produtos que têm como matéria prima o polietileno e, com o passar dos anos, se tornou referência no seguimento ao trazer as melhores e mais modernas tecnologias para seus processos industriais.

“A gente se orgulha de investir em tecnologia para trazer o que há de mais moderno para o mercado e poder mostrar todo o processo de fabricação numa feira de ciências é o reconhecimento da nossa qualidade”, diz o Presidente do Conselho de Administração da Asperbras, José Roberto Colnaghi.

A rotomoldagem, processo que a empresa apresentará na feira, é uma das especializações do grupo. Desde o projeto de peça técnica, desenho e o protótipo até o produto final, a Asperbras demonstrará como funciona o processo industrial de transformação de termoplásticos.

Acesse: www.asperbras.com

Emprego de Técnicas Inovadoras para a Redução do Tempo de Execução de Fundações Metálicas Profundas – Parte 2/2

1. Willy Ank de Morais
2. Guilherme Geada Sampaio
3. Márcio de Morais Tavares

Embora existam processos de soldagem de maior produtividade disponíveis, tais como arco submerso e processos robotizados, o arame tubular auto protegido oferece ao usuário um processo mais flexível com aumentos reais em produtividade com um mínimo de capital investido. A migração de eletrodo revestido para arame tubular requer obviamente a aquisição de novos equipamentos, porém o indiscutível aumento em produtividade pode garantir o retorno do capital investido de tal forma que o maior preço dos consumíveis é geralmente compensado por uma economia muito maior no processo de soldagem como um todo.

2.4. Comparações Laboratoriais

Ao longo de um mês foram feitos inúmeros testes de desempenho do processo de arame tubular auto protegido (FCAW-s) nas instalações do Centro de Soldagem da INSPEBRAS. Estas experiências geraram importantes informações, especialmente para a comparação com o processo de eletrodo revestido (SMAW). Graças a estas atividades foi possível adequar equipamentos e procedimentos para serem empregados em testes de campo e assim obter os índices de produtividade finais. Em uma destas experiências, feita em caráter de demonstração, duas juntas de perfis estruturais de aço ASTM A572 Gr. 50 (ASTM, 2015), foram soldadas simultaneamente: uma pelo processo de arame tubular auto protegido (FCAW-s) e a outra pelo processo com eletrodo revestido (SMAW) padrão empregado em uma obra em andamento na região portuária de Santos-SP (ver item 2.5).

Soldadores reconhecidamente experientes foram selecionados para executar este teste que abrangeu todas as posições de soldagem que seriam empregadas na prática de união de perfis em estacas metálicas: 1G (plana), 2G (horizontal) e 3G (vertical), conforme ilustradas na Figura 6. Estiveram presentes representantes de empresas de região interessadas no potencial da técnica.

Além desta experiência, uma análise comparativa de qualidade e de produtividade foi feita por alunos de Graduação em Engenharia Mecânica da UNISANTA (Souza et al., 2015). Estes alunos desenvolveram um trabalho de conclusão de curso em Engenharia Mecânica (Souza et al., 2015) comparando diretamente os processos SMAW e FCAW-s na soldagem de vigas de aço ASTM A572 Gr.50 (ASTM, 2015) em condições similares às encontradas na prática das fundações profundas.

2.5. Testes de Campo

O emprego do processo FCAW-s foi primeiramente implementado nas obras de expansão do TIPLAM (Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita). Este terminal, que está localizado no Município de Santos (SP) e ao lado da Usiminas-Cubatão (ex COSIPA), está sendo ampliado para aumentar a capacidade de recebimento de matérias-primas, para a produção de fertilizantes, e para a exportação competitiva de granulados, especialmente açúcar, soja e seus derivados.

Neste primeiro local foram aperfeiçoadas as novas técnicas selecionadas para o processo. Porém outras alterações foram avaliadas e implementadas de forma a reduzir o tempo gasto no caminho crítico do processo como um todo. Algumas das soluções foram: tendas à prova de escorrimento de água de chuva (pelos perfis); suportes de talas para ponteamento, uso de corte a plasma manual para obter talas e fazer o nivelamento (‘arrasamento’) dos perfis já cravados.

Após a incorporação do processo FCAW-s e das demais soluções desenvolvidas e empregadas para a obra portuária em Santos, as soluções foram agrupadas em torno da marca INO///FAST® e passaram a ser empregadas em duas outras obras de fundações profundas no país:

  • Expansão da Bio Manguinhos – unidade da FIOCRUZ que responde pela pesquisa e fabricação de vacinas, que será responsável, dentre outras coisas, pelo fornecimento da maioria das vacinas essenciais para o calendário básico de imunização do Ministério da Saúde brasileiro.
  • Consórcio Mobilidade Bahia – expansão da rede metroviária da região metropolitana de Salvador que ligará a capital da Bahia à cidade de Lauro de Freitas, serão mais 21,2 quilômetros de extensão com 12 estações.
  1. RESULTADOS E DISCUSÃO

As fotos apresentadas na Figura 7 foram obtidas diretamente da filmagem completa de uma comparação direta e simples entre os processos SMAW e FCAW-s. Estas fotos ilustram as diferenças de velocidade e de intensidade de energia envolvida nos processos de Eletrodo Revestido e arame tubular auto protegido. Como resultado final destes testes, obteve-se duas informações relevantes:

  1. A duração do processo de execução da emenda foi de 34 minutos para o processo FCAW-s e de 60 minutos para o processo SMAW (43% mais rápido).
  2. A quantidade de metal depositado pelo processo SMAW, para as condições de execução do teste foi da ordem de 6mm (perna de solda) enquanto que o FCAW-s depositou cerca de 10mm (67% mais metal).

Figura 7. Compilação da simulação da execução de uma junta soldada de vigas de aço estrutural ASTM A572 Gr.50 (ASTM, 2015) através dos processos SMAW e FCAW-s, realizadas na INSPEBRAS.

Os resultados inicialmente obtidos no Centro de Soldagem da INSPEBRAS indicam que o processo FCAW-s especificado é 2,94 vezes mais rápido do que o processo SMAW empregado e referenciado nesta experiência. Os fatores relacionados à produtividade indicam vantagem na aplicação do arame tubular, devido à sua velocidade de operação.

Em termos de velocidade de execução, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) elaborado pelos alunos da UNISANTA (Souza et al., 2015) inferiu uma velocidade similar à obtida na experiência ilustrada na Figura 7. A Tabela 1 apresenta um resumo dos dados obtidos neste trabalho (Souza et al., 2015) e a partir dos quais pode-se notar uma taxa de deposição e velocidade maiores 33% a 54% (em média) no processo FCAW-s selecionado em relação ao SMAW padrão. No caso deste trabalho (Souza et al., 2015), as experiências foram realizadas em uma junta por posição (2G, 3G e 4G) e a análise da produtividade não poderia ser baseada apenas na velocidade de deposição para este cenário, que é muito conservador, já que não considera as diferenças de manuseio dos insumos e na dinâmica da execução de um processo descontínuo (SMAW) em relação a um processo contínuo (FCAW-s).

Durante a participação nas obras de expansão do TIPLAM, inúmeras soluções adicionais foram planejadas e posteriormente implementadas analisando-se o processo melhorado pelo uso da soldagem FCAW-s. Em todos os casos, o objetivo foi empregar o Método do Caminho Crítico para determinar etapas ou operações que criassem ‘gargalos’ na produção de modo a substituí-los por operações mais enxutas e produtivas. A Figura 8 ilustra dois exemplos de práticas adotadas que incrementaram ainda mais a produtividade em campo:

  1. linha de preparação de perfis, tipo Pipe shop – instalação metalúrgica de canteiro para fabricação de estruturas metálicas, suportes, tubulações, etc.
  2. dispositivos de posicionamento e alinhamento de talas para ponteamento facilitado.

Linha de preparação dos perfis.                Dispositivo de posicionamento de talas.

Figura 8. Algumas soluções empregadas em conjunto com o processo FCAW-s para aumentar a produtividade da execução de obras de fundações.

Após o primeiro teste de campo, o conjunto de técnicas de execução de emendas em estacas metálicas foram agrupadas ao redor do nome INO///FAST, que passou a ser adotado em outras frentes de obras. A Tabela 2 apresenta os últimos resultados comparativos obtidos em campo, entre o INO///FAST e os processos padrão, empregados por empresas “A” e “B”, através da soldagem SMAW, sem as soluções desenvolvidas neste trabalho.

Pelo apresentado na Tabela 2, a produtividade em termos de uniões (emendas) entre dois perfis estruturais em relação à quantidade de soldadores empregados ao longo de um mês é no mínimo de 8 (oito) vezes maior (ou 700%), tendo uma média de 10.

  1. CONCLUSÕES

A necessidade do mercado na execução de uniões em vigas para fundações profundas estimulou busca de soluções para esta aplicação. Após pesquisas inicias no um Centro de Soldagem da INSPEBRAS e prosseguidas academicamente no meio acadêmico, através de um trabalho de conclusão de curso em Engenharia Mecânica, indicou-se um aumento de produtividade teórica de 3 vezes superior aos processos tradicionais no mercado.

Ao longo do processo de incorporação dos novos procedimentos, houve a possibilidade de implantar novas melhorias que elevaram ainda mais os ganhos de produtividade. Com tais melhorias reduziu-se o tempo das atividades que compõem o caminho crítico do processo de união de estacas metálicas empregada em fundações profundas de forma a obter um ganho de produtividade relevante de 8 (oito) vezes superior aos processos tradicionais.

  1. REFERÊNCIAS

ABNT NBR 6122, 1996. Projeto e execução de fundações, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

ABNT NBR 6215, 2011. Produtos siderúrgicos — Terminologia, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

ABNT NBR 6215, 2011. Produtos siderúrgicos — Terminologia, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

ABNT NBR 8800, 2008. Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

ASM, 1993. ASM Handbook Volume 06: Welding, Brazing and Soldering, vol. 06, Materials Park.

ASME Sec. II, Part C. SFA-5.20/SFA-5.20M, 2010. Specification for carbon steel electrodes for flux cored arc welding, AMERICAN SOCIETY OF MECHANICAL ENGINEERS.

ASTM A572/A572M, 2015. Standard Specification for High-Strength Low-Alloy Columbium-Vanadium Structural Steel, AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS.

AWS A5.1/A5.1M. Specification for Carbon Steel Electrodes for Shielded Metal Arc Welding. AMERICAN WELDING SOCIETY, 2004.

AWS D1.1/D.1.1M, 2010. Structural Welding Code – Steel (Approved as American National Standard), AMERICAN WELDING SOCIETY, 2010.

Fortes, C. Vaz, C.T., 2005. Apostila de Eletrodos Revestidos. ESAB.

Modenesi, P. J.; Marques, P. V.; Bracarense, A. Q., 2007. Soldagem Fundamentos e Tecnologia. Universidade Federal de Minas Gerais. Departamento de Engenharia Metalúrgica. Belo Horizonte.

Souza, G.R. et. al., 2015. Soldagem com Eletrodo Tubular Autoprotegido FCAW-s para Aços Estruturais Empregados em Elementos da Construção Civil. Monografia de TCC. Unisanta, Dez.

1. Professor Mestre da Universidade de Ribeirão Preto – willyank@unisanta.br
2. Inspetor de Soldagem Nível 2 (ASME B31.1), Diretor Comercial, INSPEBRAS – guilherme@inspebras.com.br
3. Professor e Coordenador do curso Engenharia Civil Universidade de Ribeirão Preto – mtavares@unaerp.br

Universal Robots Lança Cobot Heavy-Duty para Automação Colaborativa

Construído para fazer mais: UR16e expande as soluções de robôs colaborativos, acrescenta capacidade de carga útil e acelera automação.

Universal Robots (UR), a líder de mercado na fabricação de robôs colaborativos (cobots) do mundo, acaba de lançar o UR16e, que possui incríveis 16 kg de capacidade de carga útil. O novo modelo combina a carga útil elevada com um alcance de 900 milímetros e a repetibilidade de +/- 0, 5 mm que o torna ideal para automatizar tarefas como a manipulação de partes e materiais pesados.

“Com o cenário econômico incerto, precisamos olhar para soluções flexíveis para nos mantermos competitivos”, diz Jürgen von Hollen, presidente da Universal Robots. “Com o UR16e, atendemos à necessidade de um robô colaborativo que possa lidar com tarefas pesadas de forma confiável e eficiente. Este lançamento amplia significativamente a versatilidade do nosso portfólio de produtos e dá aos fabricantes ainda mais maneiras de melhorar o desempenho, superar os desafios trabalhistas e crescer os negócios”, complementa.

Desenvolvido na inovadora plataforma e-Series da UR, o UR16e oferece imensos benefícios, capacidades e valor para os fabricantes, incluindo:

Implantação rápida e fácil

UR16e acelera a automatização com baixo risco. A programação e a integração são simples – independentemente da experiência do usuário ou da base de conhecimento. Como todos os cobots da UR, o UR16e pode ser desembalado, montado e programado para executar uma tarefa em menos de uma hora. Com uma área de trabalho pequena e um alcance de 900 milímetros, UR16e pode ser facilmente integrado em qualquer ambiente de produção.

Aborda os desafios da ergonomia enquanto reduz o custo

Com capacidade de carga útil de 16 kg, o UR16e elimina os desafios ergonômicos e de produtividade associados ao levantamento e movimentação de peças e produtos pesados, redução de custos e redução do tempo de inatividade.

Ideal para a manipulação de partes e materiais pesados

Robusto e confiável, o UR16e é ideal para automatizar aplicações de alta carga e de máquina CNC (Controle Numérico Computadorizado), incluindo manuseio de várias partes, sem comprometer a precisão.

A Universal Robots continua a empurrar os limites do que é possível com a automação colaborativa. “Hoje, estamos tornando mais fácil do que nunca para cada fabricante automatrizar sua linha de produção, trazendo um cobot para o mercado que é construído para fazer mais, uma vez que oferece mais carga do que os nossos outros cobots”, complementa o presidente da UR, Jürgen von Hollen.

Como com outros cobots da série “e” da UR – UR3e, UR5e e UR10e – o UR16e possui sensor de força embutido, 17 funções de segurança configuráveis, incluindo tempo de parada personalizável e distância de parada e um progra intuitivo de fluxo.  O novo modelo atende aos mais exigentes regulamentos de conformidade e normas de segurança para a colaboração humano-robô desobstruída, incluindo EN ISO 13849-1, Pld, categoria 3 e Full EN ISO 10218-1.

Construído para fazer mais

A UR mudou o paradigma da automação na fabricação. Enquanto seu portfólio de cobots tem auxiliado fabricantes a competir, ganhar e crescer por uma década, a solução de hoje é construída para fazer ainda mais. Ao contrário das soluções de automação tradicionais disponíveis no mercado, complexas e perigosas, a UR oferece aos fabricantes de qualquer tamanho o que eles precisam para acelerar a automação com cobots que são fáceis de implantar, programação intuitiva e zero de interrupção para a linha de produção ou fluxos de trabalho.

Hoje, a UR tem mais de 37.000 cobots em trabalho em todo o mundo. Eles executam tarefas tediosas e críticas em milhares de ambientes de produção, incluindo montagem, pick and place, polimento, paletização,entre outras tantas atividades. Com o UR+, um ecossistema aberto de produtos certificados, e a UR Academy, com treinamento online gratuito, implementando a melhor solução de cobot possível para os requisitos exclusivos de qualquer operação de fabricação, com excelente custo-benefício, payback rápido, baixo custo total de propriedade e alto retorno sobre o investimento.

A força do UR16e e seus recursos avançados foram exibidos ao vivo pela primeira vez na China nesta terça-feira (17) na Internacional Industy Fair em Xangai, e também será na Pack Expo em Las Vegas na próxima semana.

Sobre a Universal Robots

Fundada em 2005 para tornar a tecnologia dos robôs colaborativos acessível a todos, desenvolvendo um pequeno e amigável, com preços razoáveis, robôs industriais flexíveis seguros para trabalhar. Desde o seu primeiro robô colaborativo (cobot) lançado em 2008, a empresa obteve um crescimento considerável com o cobot amigável agora vendido em todo o mundo. A empresa, que é uma parte da Teradyne Inc., está sediada em Odense, na Dinamarca, e tem filiais e escritórios regionais nos Estados Unidos, Alemanha, França, Espanha, Itália, República Checa, Polónia, Hungria, Roménia, Rússia, Turquia, China , Índia, Singapura, Japão, Coréia do Sul, Taiwan e México. Em 2018, a Universal Robots tinha uma receita de USD 234 milhões.

STIHL Inicia Ampliação da Fábrica Brasileira em Cerimônia com o Governador do RS

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, autoridades locais e lideranças da empresa acompanharam a solenidade que marcou o início das obras

A STIHL realizou uma solenidade para o início das obras do novo Prédio de Montagem de Máquinas, empreendimento que dá sequência ao pacote de projetos com total de R$ 500 milhões a serem investidos na unidade brasileira até 2023. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, participou da cerimônia nesta quinta-feira (19), na sede da STIHL Brasil, em São Leopoldo (RS). Além dele, Cláudio Guenther, presidente da STIHL Brasil, recebeu para a solenidade: Ary Vanazzi, prefeito de São Leopoldo; Sérgio de Bortoli Galera, presidente do Sindimetal; Oldemar Plantikow Brahm, presidente da ACIST-SL; e demais funcionários da Empresa envolvidos neste projeto. “Em um Estado com capacidade de inovação como o Rio Grande do Sul, é preciso lembrar que esta riqueza é gerada pela iniciativa privada. Não é fácil ter um negócio no Brasil em razão dos diversos desafios e da complexidade. Ações como esta da STIHL representam o destaque à confiança de um Estado para quem investe e empreende”, pontuou o governador.

O novo Prédio Industrial da STIHL, que contará com processos de injeção de plásticos, usinagem e pintura de peças de magnésio, tratamento térmico de virabrequim e montagem dos equipamentos (motosserra, roçadeira, pulverizadores, sopradores etc.), terá um investimento total de R$ 67 milhões e irá modernizar ainda mais o parque fabril da marca, tendo em vista a tecnologia de ponta das instalações. A obra irá gerar mais de 160 empregos diretos e pelo menos 500 indiretos. Da mesma forma, mais de 80% das compras de materiais serão feitas com fornecedores do Rio Grande do Sul, tendo em vista a injeção de capital na economia regional. Essa condição foi determinante para o processo de contratação do novo empreendimento. A execução do projeto ficou a cargo da Engenhosul, empresa com 31 anos de história no estado. A conclusão das obras está prevista para 2021. “No futuro, o novo empreendimento nos permitirá aumentar nossa atual capacidade de produção, quando poderemos chegar a 1,1 milhão de unidades motoras fabricadas por ano em São Leopoldo. A estrutura irá aprimorar as condições e o ambiente de trabalho”, afirmou o presidente da STIHL Brasil, Cláudio Guenther.

A edificação possuirá mais de 14.000 m² e já nascerá dentro de conceitos da Indústria 4.0, com produção mais limpa e orientação para a Internet of Things (IoT). Além de possuir um sistema de ventilação mecânica automático, que garantirá uma alta taxa de renovação de ar, o prédio terá um pé direito livre de 12 metros de altura, proporcionando um excelente ambiente de trabalho para os colaboradores. Os conceitos de sustentabilidade também estarão presentes, com 100% da iluminação em LED, sistema de climatização de alta eficiência energética e água de reuso para todos sanitários. Os corredores serão mais amplos, prevendo, futuramente, o uso de automação logística. O prédio também contará com um moderno sistema de combate a incêndios e utilizará materiais, em sua grande maioria, incombustíveis. As áreas administrativas foram projetadas com foco no bem-estar e interação dos funcionários, utilizando modernos conceitos de espaços abertos, inovadores e humanizados.

A STIHL lidera o mercado brasileiro de ferramentas motorizadas portáteis, com um mix completo de produtos de alta qualidade e durabilidade. Com produtos destinados ao mercado florestal, agropecuário, construção civil, limpeza e conservação, de jardinagem profissional e doméstico, a empresa oferece uma ampla linha de ferramentas motorizadas portáteis que podem ser encontradas em mais de 3,6 mil pontos de venda distribuídos pelo Brasil. No país, a STIHL está localizada em São Leopoldo (RS), onde trabalham aproximadamente 2,5 mil colaboradores.

A matriz do grupo fica na cidade de Waiblingen, na Alemanha. Reconhecida pela sua liderança tecnológica, inovação e qualidade de seus produtos, a empresa está presente em mais de 160 países por meio de canais de distribuição formados por mais de 40 mil pontos de vendas no mundo. Para atender ao mercado global, a STIHL conta com unidades produtivas na Alemanha, Brasil, EUA, Áustria, Suíça, China e Filipinas.  Desde 2008, a STIHL Brasil é certificada com a ISO 14001 e a OSHAS 18001, ambas recertificadas em 2017. O Grupo STIHL é certificado com a ISO 9001.

Acesse: www.stihl.com.br

Usina de Cubatão Investe em Novo Equipamento

A Usina de Cubatão, da Usiminas, passou a contar com uma moderna máquina embaladora de bobinas de aço, que dobrou a capacidade de empacotamento de peças por hora. A inovação foi desenvolvida em conjunto com os engenheiros e técnicos da unidade especificamente para atender às necessidades locais, o que garante a singularidade do equipamento.

A máquina foi concebida em conjunto com a empresa VCI Brasil. A agilidade e a qualidade são dois pontos de destaque do novo equipamento, que consegue embalar 12 bobinas por hora, fazendo bandagens e aplicando as cantoneiras, garantindo que a desembalagem das bobinas seja feita de forma segura e mais ágil pelo cliente. Para efeito de comparação, até então, a capacidade era de seis bobinas por hora.

O novo equipamento possui dispositivos de segurança criados especificamente para atender as normas aplicadas na Usina de Cubatão como, por exemplo, os travamentos feitos com lasers que impedem que ela seja acionada enquanto há pessoas ao redor. Vale destacar, ainda, que a nova máquina ainda gera menos resíduos durante a operação, com ganhos relevantes do ponto de vista ambiental.

“É, de fato, uma inovação, dentro do nosso universo, uma nova forma de embalar. O projeto foi desafiador, mas depois de muitos estudos, chegamos a essa concepção, junto com a fabricante, que entendeu as necessidades e criou um modelo específico para nós. Priorizamos a segurança dos nossos operadores e nossos clientes, que são pilares fundamentais das nossas operações”, detalhou Camila Ribeiro dos Santos, gerente da Laminação a Frio, onde a máquina está instalada.

Mineração Usiminas moderniza frota com novos caminhões fora de estrada

A Mineração Usiminas (Musa) recebeu seis novos caminhões fora de estrada Caterpillar 777G, com capacidade para 100 toneladas. Os equipamentos foram entregues por gestores da montadora e da Sotreq, representante regional da marca. A chegada dos veículos é um marco para a Musa e vai garantir ainda mais segurança, modernização dos processos e aumento da produtividade.

O diretor executivo da Musa, Carlos Rezzonico, destacou a importância do investimento. “Esse é um passo muito importante, que reforça o compromisso com o futuro da mineração e, principalmente com a execução de processos cada vez mais seguros. Temos projetos importantes e precisaremos, com certeza, de contar com uma frota de veículos modernos. Vamos em frente, com segurança”, frisou o executivo.

Operadores, mecânicos, técnicos, supervisores e instrutores da Musa, totalizando 100 colaboradores, fizeram curso teórico, na unidade da Sotreq, em Contagem (MG), e um grupo de 75 empregados realiza capacitação prática para a operação dos veículos nas áreas de lavra, com o acompanhamento técnico da representante regional do fabricante.

Investimentos

A Mineração Usiminas (Musa) tem investido na aquisição de veículos e equipamentos para melhorias dos processos, com foco principalmente na segurança. Em 2018, a companhia já havia incorporado carregadeiras e escavadeiras à sua frota e, agora, além dos fora de estrada, recebeu seis novos caminhões rodoviários. A Musa também pretende colocar em operação, ainda em 2019, dois caminhões articulados nas atividades de infraestrutura de mina.

Acesse: www.usiminas.com

Tubotech e wire South America: Espaço de Inovação e Oportunidades de Negócios

Durante  três dias, 13 mil visitantes conheceram as tendências e tecnologias apresentadas por cerca de 500 marcas expositoras nas feiras que são referência dos setores de tubos e fios da América Latina

Por Ricardo Torrico

Produzir conhecimento, divulgar novas tecnologias, discutir soluções, oferecer entretenimento e espaço para relacionamento foram os objetivos cumpridos pela 10ª Tubotech −  Feira Internacional de Tubos, Válvulas, Bombas, Conexões e Componentes e a 4ª wire South America − Feira Internacional de Fios e Cabos, realizadas pela Cipa Fiera Milano, com o apoio da Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal (Abitam), entre os dias 1o e 3 de outubro de 2019, consolidando sua vocação como principais feiras do setor na América Latina. Nos três dias do evento, 13 mil pessoas circularam pelo São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, na capital paulista.

As duas feiras atraíram o interesse de profissionais como arquitetos, consultores, controllers, engenheiros, fabricantes e importadores de máquinas, gestores de manutenção industrial e projetistas, vindos principalmente da Argentina, Bolívia, Chile, Espanha, Estados Unidos, Índia, Paraguai, Peru, Turquia e Uruguai, além de todos estados do Brasil.

O papel do aço

Material muito versátil, empregado em restaurantes, cozinhas industriais, hospitais, laboratórios, empresas e residências em geral, o aço tem as qualidades necessárias para os mais variados usos. Entre as suas propriedades estão a resistência a baixas e altas temperaturas, composição química que o impede descascar, longa durabilidade e baixo custo de manutenção. Por se tratar de um dos materiais mais adequados para a indústria de transformação, reverte-se em uma infinidade de bens de produção ou de consumo, muitos dos quais foram expostos nos estandes da 10ª Tubotech e 4a wire.

Apesar de o Brasil ser o 10º exportador mundial de aço, distribuído para mais de 100 países, o panorama atual da indústria siderúrgica nacional é bastante desafiador. As projeções indicam que a indústria do aço só voltará ao patamar pré-crise no final do ano de 2021. Presente nesta edição dos dois eventos, a Revista do Aço registrou as perspectivas do mercado siderúrgico nacional através dos depoimentos dos representantes de alguns de seus expositores.

Allan Werner Reichenbach, gerente de Desenvolvimento da Reichenbach Equipamentos, destacou a qualidade dos visitantes na wire. “O evento foi muito bom. Estamos realmente satisfeitos com os resultados, pois vendemos alguns equipamentos durante a feira. Recebemos um público muito selecionado de empresas com projetos prontos, além de estudantes, que são nossos futuros clientes”, afirmou Reichenbach.

Na Niehoff, expositora da wire South America, o movimento de visitantes agradou. Para Renate Heying, da diretoria da empresa, as expectativas foram superadas: “Considerando o mercado atual, tínhamos projeções tímidas para a feira, mas tivemos o estande o tempo todo com pessoas interessadas em nossos produtos”.

Para Guilherme Varella, gerente da Kent do Brasil, os resultados foram positivos. “A Tubotech atendeu às nossas expectativas em relação aos visitantes e potenciais clientes. Durante a feira, consolidamos negócios que já vinham sendo atendidos e devemos efetivar outros projetos. Como a operação da empresa é recente no Brasil − tem apenas um ano −, viemos à feira para ampliar a visibilidade da marca diante de nossos parceiros e clientes. A expectavia para 2020 é que o setor siga num ritmo maior de crescimento”.

Na Tubos Oliveira, a sensação também foi de expectativa atendida.  Rogério Quideróli, gerente comercial da empresa, disse que a aposta para os próximos meses é de uma melhora na economia nacional. “Neste ano, percebemos que os setores da construção civil, impulsionado pelo maior número de lançamento de imóveis, e ferroviário, estimulado pela liberação de recursos que o governo está anunciando, devem ativar novos projetos para os fabricantes e distribuidores de tubos. Durante a feira, agendamos algumas reuniões para o pós-evento. Nosso objetivo é prospectar negócios e acompanhar as tendências”. Segundo Quideróli, está nos planos da companhia iniciar operações fora do Brasil.

Atuando há muito tempo no setor de importação aérea, Célia Pinho, presidente e fundadora da ILS Cargo Group, empresa especializada em logística para o setor de aviação, falou durante o Techshow − um ciclo de palestras realizado em paralelo à Tubotech e à wire South America − sobre a nova proposta de fluxo do processo de importação desenvolvida pela empresa. De acordo com Pinho, o fluxo tradicional é funcional, muito organizado e às vezes burocrático, o que causa do aumento do custo e demora no desembaraço do produto importado. Por isso, ela apresentou uma proposta onde todos os atores do processo de importação − do fabricante ao comprador − atuam em conjunto, trocando informações. “Com todos sendo informados ao mesmo tempo, é possível antecipar etapas, o que garante mais rapidez no desembaraço alfandegário”, explicou.

Indicados para cortar tubos, barras, chapas e em outros formatos, os discos de corte são determinantes para garantir a qualidade e a conformidade dos tubos. A afirmação é do Ernesto D’Andrea, gerente de área de vendas da italiana Julia Utensili no Brasil, que falou sobre Discos de corte, características e aplicação no corte de tubos, no Techshow. De acordo com D’Andrea, os discos são desenvolvidos de acordo com as exigências dos usuários que utilizam materiais variados para executar as suas atividades. “Saber escolher o equipamento certo garante a qualidade do trabalho. Portanto, é importante buscar informações e saber exatamente o que é necessário para executar o serviço”, explicou.

Os visitantes que passarem pelo estande da Eurostec Máquinas puderam ver em funcionamento uma máquina de corte a laser por fibra ótica fabricada na China, capaz de cortar tubos, canos e perfis de metal. De acordo com Mário Martins, responsável comercial da empresa em São Paulo, o equipamento permite o corte de perfis de até 210 mm de diâmetro e 6.500 mm de comprimento. “E o importante é que cada empresa pode comprar o equipamento de acordo com aquilo que quer cortar”, explica Martins. “A máquina está equipada com alimentação totalmente automática do material processado, além de mandril pneumático, tornando o processo de corte altamente eficaz. Também é equipada com zoom automático e embreagem eletromagnética com proteção contra impactos”.

A Inductotherm Group, empresa presente no mercado brasileiro há mais de 65 anos, apresentou o Thermatool, um sistema de solda de tubos por indução.  De acordo com Vinicius Lins, analista da empresa, o equipamento é utilizado nas mais diversas aplicações da indústria metalúrgica e processos de metais. “Trata-se de um equipamento de indução flexível, inovador e de alta qualidade e desempenho para atender as necessidades dos nossos clientes”, afirma Lins.

A Indústria Metalúrgica Costinha apresentou seu novo equipamento de laminação de Arames Nervurados CA60, um produto 100% nacional, que oferece maior facilidade de operação e mais velocidade na produção de vergalhões. De acordo com Reinaldo Lopes, gerente de Projetos da empresa, o novo sistema a frio possibilita uma velocidade máxima de 13 metros por segundo. “No sistema anterior, a velocidade ia de 8 a 10 m/s. Agora temos uma variação de 10 a 14 m/s, o que garante maior produtividade. Além disso, com a nova engenharia, as máquinas têm um cassete mais fácil de ser trocado para mudar a espessura do arame a ser produzido”, explica Lopes.

Líder latino-americano na produção de tubos de polietileno de alta resistência, a FGS Brasil − Tubos e Conexões desenvolveu, em parceria com a DuPont, um sistema de tubulações especiais para hidrocarbonetos e outros fluídos agressivos. Esse foi um dos produtos apresentados por Renato Salomão, gerente comercial da empresa durante a palestra Tubos termoplástico para alta pressão e temperatura, uma das palestras técnicas do Techshow. “É um produto que substitui os tubos de aço carbono, que sofrem grande desgaste. E também tem a vantagem de ser um produto multicamada de termoplástico feito de forma customizada, ou seja, de acordo com a necessidade do cliente”, explica Salomão.

A Genebre esteve presente na Tubotech, numa parceria com a Abimei, com todo o seu portfólio, que inclui projeto, produção e comercialização para os setores da construção (instalações de água e calefação), industrial e consumidor final, com quatro linhas de negócio: hidrossanitária, industrial, torneiras e instrumentação. Em seu estande o público pôde conferir as novidades em válvulas de latão, eletroválvulas, válvulas industriais e contadores de água.

A GDV Ferramentas chamou a atenção com a máquina de corte Starret. De acordo com Luiz Eduardo, do departamento de Vendas da empresa, a novidade, no entanto, está na linha de serras circulares HSS (High Speed Steel).  “O produto está disponível em quatro versões: lâmina HSS Neutra, indicada para cortes de materiais não ferrosos e plásticos; lâmina HSS Vaporizada, para cortes de materiais ferrosos em pequena e média escala industrial; lâmina HSS TiN, revestida de nitreto de titânio, ideal para cortes de materiais ferrosos em escala industrial e equipamentos automáticos; lâmina HSS TiNAl, revestida de nitreto de titânio e alumínio, para cortes de materiais ferrosos em escala industrial em equipamentos automáticos e situações de extremo desgaste”, explica Luiz Eduardo.

A nova linha de tubos e conexões de proteção contra incêndio GIPP resultou de uma parceria da IPC Brasil com indústrias chinesas. A empresa expôs a novidade na Ilha da Abimei. Segundo Flávio Antônio Paiva, presidente da companhia, o produto foi desenvolvido totalmente no Brasil. “Inclusive a marca foi definida por nós. Também foi realizada uma pesquisa no mercado para identificar aquilo que o consumidor procura: um produto que atenda às certificações e que tenha uma aparência mais robusta. E nós conseguimos oferecer exatamente o que o cliente quer”, afirma Paiva.

Há mais de sete anos no mercado, a UEFA Comercial Ltda. expôs sua linha de máquinas de  solda para cordinhas, máquina de solda a quente e recozimento, máquina de teste de cabo, medidor de diâmetro e corta-metros produzidas na China. Segundo Daniel Wethöfer, da área de P&D da empresa, “a feira teve visitantes bastante qualificados, o que atende aos nossos interesses. Também queremos mostrar que a UEFA pode atender o mercado e aceitar pedidos de pesquisa de desenvolvimento de novos produtos, matérias-primas, processos de produção e, consequentemente, manter o intercâmbio do Brasil com potenciais mercados mundiais”.

Estreante na Tubotech, a Amazon Aço apresentou seu amplo portfólio de produtos, que inclui tubos de aço, perfis, chapas, telhas onduladas, trapezoidais, slitters e conformados de aços planos em geral. Com 16 anos de mercado no ramo de ferro e aço e instalado em uma área industrial de 80 mil m2, a empresa é certificada pela ISO 9001. Durante o evento, as equipes comercial, de produção e qualidade, estiveram à disposição dos clientes e visitantes, para realizar reuniões e esclarecer dúvidas.

A BTL SteelWorks, única empresa com capital 100% brasileiro a fabricar tubos de aço sem costura, participou mais uma vez da Tubotech, apresentando um portfólio completo destinado aos setores de óleo e gás, siderúrgico, de álcool e açúcar.

A CMS apresentou sua nossa nova gama de sondas rotativas ultra-sônicas de alta velocidade RotoUTscan, composta por sete tamanhos e projetadas para detectar em alta velocidade e sem contato defeitos externos e internos na direção longitudinal ou transversal, FBH, SDH. As sondas são produzidas para inspecionar produtos como tubos, barras e fios.

A Nacional Tubos, empresa especializada em produtos em aços laminados a quente, a frio e decapados, apresentou seu mais recente lançamento: tubos com LE acima de 700 Mpa, produtos de altíssima resistência, utilizados na fabricação de implementos agrícolas. Além disso,  apresentou todo o seu  portfólio, que também atende  às necessidades das indústrias moveleira, construção civil, instalações industriais, indústria de bicicletas, indústria sucro-alcooleira, trefilação, autopeças, entre outros.

A Unival, empresa especializada em válvulas gaveta, globo, retenção, esfera e borboletas, levou à Tubotech conexões tubulares em aço carbono e conexões em aço carbono fundido. Entre as novidades estão os engates rápidos tipo camlock, utilizados para a conexão e instalação de mangueiras industriais responsáveis por transportar substâncias químicas, materiais corrosivos e combustíveis, normalmente utilizadas em indústrias e refinarias.

A novidade apresentada pela TanTec na wire South America foi o CableTEC, método projetado para tratamento de fios, cabos, fibras ópticas sem condutor interno, tubos e outras extrusões. O sistema de tratamento in-line é projetado para ser integrado às novas linhas de produção ou às existentes. Um sistema completo inclui um gerador de alta frequência, transformador de alta tensão, eletrodos refrigerados a ar, filtro de ozônio e um case personalizado ou uma estação de tratamento de bancada.

Para Wallysson Ferreira, gerente de vendas da EcoRobust, empresa pioneira na fabricação de equipamentos para reciclagem de fios e cabos a seco no Brasil, mesmo quando ocorre a reciclagem desses materiais, comete-se o erro de queimar o plástico para aproveitar apenas o metal, geralmente cobre. “Nossas máquinas fazem a separação do polímero do metal, para que possam ser comercializados em separado, aumentando a renda resultante do processo”, explica Ferreira.

Fabricante de carretéis de madeira para acondicionamento de fios e cabos, a Madem, que esteve presente na wire South America, também recicla seus produtos usados. “A reciclagem de carretéis de madeira é uma necessidade devido à logística reversa”, afirma Moacir Romagna, gerente comercial da empresa.

A Suprimas Stellari participou pela primeira vez no evento. Além de levar itens de seu portfólio, tais como tubos, dutos e proteções sanfonadas para máquinas industriais, também apresentou a linha Supri HD com proteção extra de anéis de aço para arraste do tubo em superfícies abrasivas. “Participamos com uma grande perspectiva e alinhados com o propósito da Tubotech”, afirmou Carlos Eduardo Vizeu Lopes, diretor da empresa.

A Supicom, empresa com atuação há 25 anos na fabricação de máquinas e equipamentos voltados para a fabricação de cabos, tem investido no desenvolvimento de novos produtos voltados para a indústria 4.0. Para a gerente geral da empresa, Andréa Cruz, o objetivo de sua participação na wire South America foi mostrar a marca, fazer negócios e lançar novas máquinas. “O destaque desta edição foi o lançamento de equipamentos com 4G, capazes de atender as exigências do que está sendo conhecida como a quarta revolução industrial”, ressaltou. A empresa está presente em todo o território nacional e em países da América Latina e África.

Ilha Abimei

A Tubotech contou pela primeira vez com a participação da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei), que, além de trazer alguns de seus associados à feira, também promoveu palestras de conteúdos técnicos e workshops. Flávio Paiva, presidente do Conselho Deliberativo da entidade, considerou o público “muito qualificado”. “A ilha da Abimei foi uma atração à parte, onde reunimos as empresas mais experientes, que vivenciaram o auge do mercado e que, agora, tentam enxergar um caminho de recuperação. Os estandes das nossas associadas Genebre, Remadi, PR2 e IPC Brasil receberam um grande volume de visitantes que interagiram com os expositores. Nossa ilha também teve especialistas em instalação, de mercado, de suprimimentos, engenheiros, bem como um staff de certificadoras e de organismos normativos. Acho que, indiscutivelmente, cumprimos os objetivos traçados”, disse Paiva.

Acesse:
www.tubotech.com.br
www.wiresa.com.br
www.fieramilano.com.br

Indústria de Autopeças de Taiwan já está Preparada para Atender o Setor Automotivo do Futuro

Carros autônomos e eletrificados devem dominar as ruas da Europa até 2040.  Para atender as demandas tecnológicas desse novo mercado, a indústria de autopeças de Taiwan já desenvolve soluções e fornece para os principais países

A tendência mundial do setor automotivo é ditada pela China, país onde há cerca de 1 milhão de carros elétricos em circulação. No mundo todo, até 2018, havia 5 milhões de unidades vendidas, especialmente na Noruega, Alemanha, Japão, Estados Unidos, Reino Unido, e outros países da Europa.

Na China, como nesses países, o futuro da indústria automotiva pode ser resumido na sigla CASE: os carros serão Conectados + Autônomos + com predomínio dos Serviços de compartilhamento e Eletrificados. E o futuro está mais perto do que se imagina. A Noruega já anunciou que vai proibir a venda de carros com motor a combustão até 2025, Alemanha até 2030, França e Reino Unido até 2040. Taiwan também está estudando adotar a mesma política.

Para atender as demandas do carro CASE, a indústria de autopeças de Taiwan trabalha em ritmo acelerado. Os produtos eletrônicos fabricados em Taiwan têm elevada participação no mercado mundial. O país lidera o ranking global de roteadores (76%), cabos de conexão (77%), terminais xDSL (52%), terminais e módulos de conexão 4G (46%). Os dados são da Taitra – Taiwan Trade Center – e foram apresentados no Seminário de Autopeças de Taiwan, realizado esta semana, em São Paulo.

“O faturamento de eletrônicos automotivos aumentou 5,6% em 2018, com US$7,34 bilhões, e a tendência só cresce”, afirmou Chiang Chih Wei, gerente da Taitra. No setor de autopeças, de modo geral, as perspectivas são as melhores. Desde as centrais de multimídia aos motores dos carros elétricos, o carro do futuro terá cada vez mais componentes eletrônicos. Itens de carroceria (rodas com sensores, lâmpadas de LED), de segurança (sensores e câmaras para um sistema avançado de assistência ao motorista), sensores de colisão, aviso de saída de faixa, câmara com visão de 360 graus, sensor de ponto cego, painel de realidade aumentada. E Taiwan está preparada para fornecer todas estas tecnologias – a maioria já, outras em alguns anos.  Nem poderia ser diferente: o governo pretende adquirir apenas ônibus e veículos oficiais totalmente eletrificados em 2030, e a partir de 2040, todos os novos veículos comercializados em Taiwan deverão ser totalmente eletrificados.

O setor de autopeças hoje

A fabricação de autopeças é um dos setores mais produtivos de Taiwan. Há, atualmente, 2.505 fábricas em todo o país, empregando em torno de 90.000 pessoas. Em 2018, o faturamento global alcançou U$6,70 bilhões. 85% das autopeças são exportadas.

Segundo o Ministério da Economia, o setor gerou U$ 5,73 bilhões em exportações, em 2018, fornecendo principalmente para EUA (45,3%), Japão (5,7%), China Continental (5,2%), Reino Unido (3,4%) e Alemanha (2,8%). O valor total das exportações para os cinco principais países representou 65% do total.

Embora seja um parceiro potencialmente importante, o Brasil ainda não figura na lista dos mais expressivos importadores de autopeças de Taiwan, com pouco mais de 0,67% de participação de mercado.  “Temos bons distribuidores no Brasil, alguns líderes em seus segmentos, mas precisamos reforçar a nossa presença aqui”, disse Rachel Lu, diretora da Taitra.

Para intensificar as relações comerciais com o setor de autopeças brasileiro, a Taitra pretende levar um grande grupo de empresários e sistemistas para a AMPA, a principal feira do segmento no país, marcada para 15 a 18 de abril de 2020, no Taipei Nangang Exhibition. Na última edição, realizada este ano, a feira atraiu mais de 39 mil visitantes de todas as partes do mundo.  “Queremos ampliar nossa participação no mercado de autopeças brasileiro. Nossos produtos têm reconhecimento internacional e atendem às diversas normas de certificação, como CAPA, MQVP e ISO 16949. Estamos preparados para crescer também no Brasil”, afirmou Rachel.

Taiwan pretende intensificar relações comerciais com o setor de autopeças no Brasil

A vigorosa indústria de autopeças de Taiwan e as facilidades em fazer negócio com o país são tema de seminário marcado para 28/11, em São Paulo

Com números pujantes, a fabricação de autopeças é um dos setores mais produtivos de Taiwan, gerando impacto na economia de norte a sul do país.  As 2.505 fábricas de autopeças se espalham por todo o território, com predominância do norte, onde há 1.018 fabricantes (41%), seguido das regiões central (764 fábricas ou 31%) e sul (723 ou 28%). O setor emprega em torno de 90.000 pessoas e faturou U$6,70 bilhões no ano passado.

Por ter um mercado interno pequeno, 85% das autopeças produzidas em Taiwan são exportadas. Segundo o Ministério da Economia, o valor de exportação de autopeças em 2018 foi de U$ 5,73 bilhões. Os cinco principais países importadores de autopeças de Taiwan foram EUA (45,3%), Japão (5,7%) e China Continental (5,2%), Reino Unido (3,4%) e Alemanha (2,8%). O valor total das exportações para os cinco principais países representou 65% do total.

Embora seja um parceiro potencialmente importante, o Brasil ainda não figura na lista dos mais expressivos importadores de autopeças de Taiwan, com pouco mais de 0,67% de participação de mercado.  “Temos bons distribuidores no Brasil, alguns líderes em seus segmentos, mas precisamos reforçar a nossa presença aqui. A ascensão de marcas chinesas favoreceu a expansão de autopeças de Taiwan, por serem mais abertas para fabricantes menos tradicionais, mas com ótima relação custo/qualidade”, diz Rachel Lu, diretora do Conselho para o Desenvolvimento do Comércio Exterior de Taiwan – TAITRA.

Para mudar essa realidade, e intensificar as relações comerciais no setor, a Taitra irá promover o Seminário Autopeças Taiwan, dia 28 de novembro, no L´Hotel Porto Bay, em São Paulo, das 9h30 às 11h30. O tema central irá trazer um panorama das tendências dos fabricantes de autopeças taiwaneses para atender as demandas tecnológicas do mercado automobilístico mundial, especialmente em carros eletrificados.  A força vigorosa da indústria de autopeças do país será apresentada com os números da AMPA, a tradicional feira do setor, que reúne cerca de 1400 expositores e 4 mil estandes em dois pavilhões do Taipei Nangang Exhibition. Na última edição, realizada este ano, a feira atraiu mais de 39 mil visitantes de todas as partes do mundo.  A próxima edição está marcada para 15 a 18 de abril de 2020. “Queremos levar muitos empresários e sistemistas brasileiros para conhecer a manufatura de autopeças de Taiwan e fazer negócios conosco”, diz Rachel.

O Seminário é gratuito e as inscrições podem ser feitas clicando aqui.

Carros eletrificados – o futuro

O volume anual de exportação de autopeças de Taiwan só tende a crescer. Atualmente, os fabricantes investem em montar fábricas no exterior, estabelecer escritórios de vendas, buscar cooperação técnica ou joint-ventures, conseguindo assim entrar na cadeia de fornecimento de sistemistas ou montadoras e distribuir seus produtos no mercado global.

A concentração de fábricas-satélite e a divisão sincronizada de trabalho no processo fabril permitiram, ao mesmo tempo, a produção de escala e o fornecimento flexível. O mercado de reposição sempre foi o principal segmento para os fabricantes de autopeças de Taiwan, porém, com a difusão de veículos elétricos e a ascensão de montadoras chinesas, a indústria ganhou novos impulsos de crescimento.

O futuro do setor automobilístico mundial passa pelo carro elétrico e o carro autônomo: ambos os modelos estão se desenvolvendo com velocidade, motivados pela determinação de vários países europeus, como Alemanha, França, Grã-Bretanha e Noruega, assim como a China continental e a Índia de estabelecer uma política de proibição de vendas de veículos a combustível a partir de 2030 ou 2040. Taiwan também está estudando adotar a mesma política. O governo pretende adquirir apenas ônibus e veículos oficiais totalmente eletrificados em 2030, e a partir de 2040, todos os novos veículos comercializados em Taiwan deverão ser totalmente eletrificados.

O advento da era dos veículos elétricos permitirá que o motor elétrico substitua o motor à combustão, a bateria substitua o tanque de combustível, o redutor substitua a caixa de câmbio, colocando a indústria de autopeças em nova ordem. Atualmente, já há empresas especializadas na produção de motores elétricos em Taiwan. Uma delas é a Fukuta Motor. Segundo seu presidente, Gordon Chang, estima-se que metade dos 90 milhões de automóveis produzidos anualmente no mundo deverá ser de carros elétricos até o ano 2040, graças à política de fomento de uso do veículo elétrico dos governos no mundo. Para atender essa demanda, Fukuta integrou motor, atuator e diferencial do sistema de transmissão, criando um motor elétrico muito semelhante ao “motor tradicional”. O produto é homologado pela Tesla e já se encontra em todos os modelos da marca.

Os componentes automotivos estão se tornando cada vez mais eletrificados, inteligentes, modulares e leves. A indústria está passando por uma transformação que direciona o mercado global para duas extremidades. Uma extremidade é a demanda por componentes de alto valor, novas fontes energéticas e veículos elétricos. E a outra, de baixo custo, demandada por veículos pequenos e enxutos. Taiwan possui sólida indústria de tecnologia de informação e de semicondutores, o país investe em tecnologia de manufatura avançada e inovação, para aumentar o valor agregado dos produtos e inserir-se numa divisão internacional do trabalho para manter as vantagens da concorrência industrial. É este debate que o Taiwan Trade Center do Brasil levará no dia 28 de novembro, em São Paulo.

Sobre a AMPA : A AMPA é organizada pelo Conselho de Desenvolvimento do Comércio Exterior de Taiwan (TAITRA), que ocorrerá junto com Autotrônics (Eletrônicos automotivos), EV Taiwan (veículo elétrico) e Taiwan ITS (Intelligent Transportation Show).

Acesse: www.taitra.org.tw