segunda-feira, setembro 21, 2026
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PROTEÇÃO Contra ARCO VOLTAICO

Um dos maiores problemas de segurança encontrado nas salas elétricas, é quando há extração dos disjuntores, comutadores ou as gavetas dos painéis de baixa e média tensão. A preocupação das empresas que correm esse tipo de risco é mitigar a formação do Arco Voltaico nas manobras.

Como estatística, temos como dados, que 65% dos acidentes ocorrem na manutenção desses equipamentos trazendo diversos transtornos para o eletricista com o acidente e para a empresa com o seu afastamento e as despesas relativas ao acontecido.

A Recaf estabelecida a 30 anos no mercado brasileiro, dedica-se a produzir equipamentos que venham a ajudar na eliminação dos riscos com os acidentes nas manobras.

O ProArc3 permite que o operador faça a extração afastado da área de risco com total segurança. O aparelho é dotado de sensores de presença que limitam a permanência na área de risco não permitindo a extração, possui também informação visual e auditiva par orientação do mesmo. Fácil adaptação para diversos tipos de disjuntores, leve, seguro e prático no trabalho.

A eletrônica aplicada no ProArc3 identifica com exatidão a conclusão da operação certificando que a manobra foi efetivamente concluída.

As empresas da área de siderurgia e mineração entre outras,  já adotaram o ProArc3 em suas unidades com total sucesso.

Além do ProArc3 fazemos dispositivos especiais com projetos únicos para outros disjuntores. Solicite uma demonstração e assim poderemos ratificar a eficiência do nosso equipamento.

Acesse: www.recaf.com.br

Barra de Aço para armadura de concreto galvanizada por imersão a quente – PARTE 2

Uma das maiores patologias do concreto armado é a corrosão das armaduras embutidas no concreto. O Brasil tem registrado ultimamente com mais frequência o colapso de estruturas de concreto, sejam em edificações ou em obras de arte (pontes/viadutos). A barra de aço para armadura de concreto galvanizada por imersão a quente, que protege o aço contra a corrosão, é uma alternativa que resolve o problema na raiz, com eficácia e baixo custo.

APLICAÇÕES DAS BARRAS DE AÇO PARA ARMADURA DE CONCRETO GALVANIZADA POR IMERSÃO A QUENTE

O uso das barras de aço para armadura de concreto galvanizada por imersão a quente galvanizadas e outros acessórios (incluindo parafusos, amarras, âncoras, barras de segurança e tubulações) está amplamente generalizado em diversas estruturas e elementos de concreto reforçado. Algumas das aplicações em que a galvanização das estruturas leva a uma decisão de engenharia rentável são as seguintes:

  • infraestrutura de transporte, incluindo pisos de pontes, pavimentos de estradas e barreiras de segurança;
  • os elementos de proteção pré-moldados leves para fachadas e outros elementos arquitetônicos de construção;
  • vigas e pilares exteriores e forjados, expostos às intempéries;
  • construções pré-fabricadas incluindo elementos tais como módulos de cozinhas e banheiros e barracões móveis;
  • elementos submersos ou enterrados sujeitos aos efeitos da água subterrânea e às flutuações das marés;
  • estruturas costeiras e marítimas;
  • estruturas de alto risco instaladas em ambientes agressivos.

Existem muitos exemplos ao redor do mundo onde as barras galvanizadas têm sido usadas com sucesso em diversos tipos de edificações, estruturas e construções de concreto reforçado, incluindo:

  • pisos e pavimentos de pontes em concreto reforçado;
  • torres de resfriamento e chaminés;
  • armazéns para armazenagem de carvão;
  • revestimentos de túneis, tanques e instalações para armazenagem de água;
  • cais, quebra-mares e plataformas marítimas;
  • marinas e ancoradouros flutuantes;
  • diques e balaustradas costeiras;
  • fabricas de papel, plantas de saneamento e tratamento de águas residuais;
  • instalações industriais e plantas de produtos químicos;
  • equipamentos, fixações para autoestradas e barreiras de proteção;
  • postes e torres de transmissão de energia feitos em concreto.

Alguns exemplos de países que possuem estruturas importantes utilizando o vergalhão galvanizado são: Austrália, Nova Zelândia, Índia, Japão, Estados Unidos, Canadá, Londres, Itália, Holanda.

Case – Ponte Route 66, Kittanning PA (Pennsylvania) – 1973

Após 30 anos de exposição a altas concentrações de cloreto não houve evidência de corrosão apesar do teor de cloreto encontrado na superfície ser 5x o limite de corrosão para a moldura nu.

Não houve necessidade de renovação do pavimento, e a nova barreira foi preenchida com concreto em torno da estrutura com moldura galvanizada existente.

Dados:

  • Teor de cloreto na superfície do vergalhão 3.0 kg/m3 – 5x o limite do vergalhão nu.
  • Espessura média da camada de zinco: 247-270 micrometros.

A EXPERIÊNCIA DAS BERMUDAS

A experiência prática e as pesquisas durante muitos anos demonstram claramente as vantagens da galvanização para a proteção anticorrosão do reforço em aço em muitos tipos de ambientes, incluindo situações de exposição a uma alta concentração de cloreto. A Galvanização tem demonstrado retardar o início da corrosão nas armaduras de aço e reduz o risco de danos físicos nas estruturas de concreto, causados por delaminação, rachaduras e fragmentação.

Desempenho similar das barras de aço galvanizadas foi obtido nas Ilhas Bermudas, o que confirma a durabilidade a longo prazo do concreto armado com as armaduras galvanizadas, em ambientes marítimos.

2012 – Elevado da perimetral – projeto porto maravilha – RJ – 1ª Especificação de vergalhão galvanizado para obra pública no Brasil.

Há mais de 50 anos, todos os cais, quebra-mares, pisos de pontes, subestruturas e outras infraestruturas nas Bermudas são regularmente construídos com barras de aço galvanizadas. Em 1995, uma inspeção com a retirada de material do interior da Ponte Longbird, que na ocasião tinha 42 anos, revelou que as armaduras de aço galvanizadas ainda tinham a espessura do revestimento de zinco muito além dos valores da nova especificação para revestimento galvanizado por imersão a quente, mesmo com níveis de cloreto no concreto entre 3 a 9 libras/jarda cúbica (1 a 4 kg/m3). Além disso, um exame detalhado das amostras do concreto dessas estruturas revelou que os produtos resultantes da corrosão do zinco migraram para uma distância considerável (cerca de 0,4mm), a partir da interface zinco/concreto, para o interior da matriz do concreto circundante, sem produzir nenhum efeito visível no concreto. Os estudos demonstram que em concreto de boa qualidade e que esteja bem compactado, bem conservado e com uma espessura adequada de recobrimento, as armaduras galvanizadas se conservam por períodos mais longos e são um método econômico de proteção à corrosão.

Em concretos de má qualidade, particularmente aqueles que contêm uma elevada proporção de água/ cimento e um recobrimento deficiente sobre a armadura, a galvanização retardará o aparecimento da corrosão do reforço provocada pela presença de cloreto, mas seus efeitos são mais limitados.

ASPECTOS ECONÔMICOS DAS BARRAS DE AÇO PARA ARMADURA DE CONCRETO GALVANIZADA POR IMERSÃO A QUENTE

A galvanização por imersão a quente é um investimento pequeno, mas muito importante. É usada exaustivamente em todo o mundo, todos os anos, para proteger milhões de toneladas de aço contra a corrosão. A galvanização por imersão a quente é, portanto, um serviço amplamente disponível, com um custo muito competitivo em relação a outros sistemas de proteção dos vergalhões de aço. Quando comparado ao custo total da construção ou da edificação, e aos enormes custos potenciais associados à manutenção prematura do concreto danificado ou falhas da estrutura, o custo adicional pago pela moldura galvanizada é muito pequeno e plenamente justificado.

Fotos pier no Royal Bermuda Yacht Club, central de energia de tynes bay Bermudas

Estudos recentes apresentaram que considerando o custo total da obra, o aumento pela utilização de barras de aço para armadura de concreto galvanizadas por imersão a quente é da ordem de 1% a 3%.

Ricardo Suplicy Goes – Gerente Executivo – ICZ – Instituto de Metais Não Ferrosos

A EXPERIÊNCIA NO BRASIL

2008 – Museu Iberê Camargo – Porto Alegre/RS – 100% em vergalhão galvanizado por imersão a quente

FONTES:

  • Hot Dip Galvanized Reinforcing Steel: A Concrete Investment – International Zinc Association (IZA)
  • Catalogo Vergalhão Galvanizado: Durabilidade e segurança para sua obra – ICZ
  • Biblioteca do ICZ
  • Norma ASTM A767/A767M:2016: Standard Specification for Zinc-Coated (Galvanized) Steel Bars for Concrete Reinforcement
  • Norma ABNT NBR 7480: 2007: Aço destinado a armaduras para estruturas de concreto armado

– Especificação

  • ABNT NBR 16300:2016: Galvanização por imersão a quente de barras de aço para armadura de concreto armado – Requisitos e métodos de ensaio.

APLICAÇÕES DAS BARRAS DE AÇO PARA ARMADURA DE CONCRETO GALVANIZADA POR IMERSÃO A QUENTE

O uso das barras de aço para armadura de concreto galvanizada por imersão a quente galvanizadas e outros acessórios (incluindo parafusos, amarras, âncoras, barras de segurança e tubulações) está amplamente generalizado em diversas estruturas e elementos de concreto reforçado. Algumas das aplicações em que a galvanização das estruturas leva a uma decisão de engenharia rentável são as seguintes:

  • infraestrutura de transporte, incluindo pisos de pontes, pavimentos de estradas e barreiras de segurança;
  • os elementos de proteção pré-moldados leves para fachadas e outros elementos arquitetônicos de construção;
  • vigas e pilares exteriores e forjados, expostos às intempéries;
  • construções pré-fabricadas incluindo elementos tais como módulos de cozinhas e banheiros e barracões móveis;
  • elementos submersos ou enterrados sujeitos aos efeitos da água subterrânea e às flutuações das marés;
  • estruturas costeiras e marítimas;
  • estruturas de alto risco instaladas em ambientes agressivos.

Existem muitos exemplos ao redor do mundo onde as barras galvanizadas têm sido usadas com sucesso em diversos tipos de edificações, estruturas e construções de concreto reforçado, incluindo:

  • pisos e pavimentos de pontes em concreto reforçado;
  • torres de resfriamento e chaminés;
  • armazéns para armazenagem de carvão;
  • revestimentos de túneis, tanques e instalações para armazenagem de água;
  • cais, quebra-mares e plataformas marítimas;
  • marinas e ancoradouros flutuantes;
  • diques e balaustradas costeiras;
  • fabricas de papel, plantas de saneamento e tratamento de águas residuais;
  • instalações industriais e plantas de produtos químicos;
  • equipamentos, fixações para autoestradas e barreiras de proteção;
  • postes e torres de transmissão de energia feitos em concreto.
2013 – MAR – Museu de Arte do Rio de Janeiro. Utilizado mais de 80 toneladas de vergalhão galvanizado para o concreto armado e 37 colunas em aço galvanizado, para sustentação da laje que simula uma marola.

Alguns exemplos de países que possuem estruturas importantes utilizando o vergalhão galvanizado são: Austrália, Nova Zelândia, Índia, Japão, Estados Unidos, Canadá, Londres, Itália, Holanda.

Case – Ponte Route 66, Kittanning PA (Pennsylvania) – 1973.

Após 30 anos de exposição a altas concentrações de cloreto não houve evidência de corrosão apesar do teor de cloreto encontrado na superfície ser 5x o limite de corrosão para a moldura nu.

Não houve necessidade de renovação do pavimento, e a nova barreira foi preenchida com concreto em torno da estrutura com moldura galvanizada existente.

Dados:

  • Teor de cloreto na superfície do vergalhão 3.0 kg/m3 – 5x o limite do vergalhão nu.
  • Espessura média da camada de zinco: 247-270 micrometros.
2017 – Instituto Moreira Sales – São Paulo SP – 100 % em vergalhão galvanizado por imersão a quente

A EXPERIÊNCIA DAS BERMUDAS

A experiência prática e as pesquisas durante muitos anos demonstram claramente as vantagens da galvanização para a proteção anticorrosão do reforço em aço em muitos tipos de ambientes, incluindo situações de exposição a uma alta concentração de cloreto. A Galvanização tem demonstrado retardar o início da corrosão nas armaduras de aço e reduz o risco de danos físicos nas estruturas de concreto, causados por delaminação, rachaduras e fragmentação.

Desempenho similar das barras de aço galvanizadas foi obtido nas Ilhas Bermudas, o que confirma a durabilidade a longo prazo do concreto armado com as armaduras galvanizadas, em ambientes marítimos.

Há mais de 50 anos, todos os cais, quebra-mares, pisos de pontes, subestruturas e outras infraestruturas nas Bermudas são regularmente construídos com barras de aço galvanizadas. Em 1995, uma inspeção com a retirada de material do interior da Ponte Longbird, que na ocasião tinha 42 anos, revelou que as armaduras de aço galvanizadas ainda tinham a espessura do revestimento de zinco muito além dos valores da nova especificação para revestimento galvanizado por imersão a quente, mesmo com níveis de cloreto no concreto entre 3 a 9 libras/jarda cúbica (1 a 4 kg/m3). Além disso, um exame detalhado das amostras do concreto dessas estruturas revelou que os produtos resultantes da corrosão do zinco migraram para uma distância considerável (cerca de 0,4mm), a partir da interface zinco/concreto, para o interior da matriz do concreto circundante, sem produzir nenhum efeito visível no concreto. Os estudos demonstram que em concreto de boa qualidade e que esteja bem compactado, bem conservado e com uma espessura adequada de recobrimento, as armaduras galvanizadas se conservam por períodos mais longos e são um método econômico de proteção à corrosão.

Em concretos de má qualidade, particularmente aqueles que contêm uma elevada proporção de água/ cimento e um recobrimento deficiente sobre a armadura, a galvanização retardará o aparecimento da corrosão do reforço provocada pela presença de cloreto, mas seus efeitos são mais limitados.

FOTOS PIER NO ROYAL BERMUDA YACHT CLUB, CENTRAL DE ENERGIA DE TYNES BAY BERMUDAS

 A EXPERIÊNCIA NO BRASIL

2008 – Museu Iberê Camargo – Porto Alegre/RS – 100% em vergalhão galvanizado por imersão a quente

2012 – Elevado da perimetral – projeto porto maravilha – RJ – 1ª Especificação de vergalhão galvanizado para obra pública no Brasil

2013 – MAR – Museu de Arte do Rio de Janeiro. Utilizado mais de 80 toneladas de vergalhão galvanizado para o concreto armado e 37 colunas em aço galvanizado, para sustentação da laje que simula uma marola.

2017 – Instituto Moreira Sales – São Paulo SP – 100 % em vergalhão galvanizado por imersão a quente

ASPECTOS ECONÔMICOS DAS BARRAS DE AÇO PARA ARMADURA DE CONCRETO GALVANIZADA POR IMERSÃO A QUENTE

A galvanização por imersão a quente é um investimento pequeno, mas muito importante. É usada exaustivamente em todo o mundo, todos os anos, para proteger milhões de toneladas de aço contra a corrosão. A galvanização por imersão a quente é, portanto, um serviço amplamente disponível, com um custo muito competitivo em relação a outros sistemas de proteção dos vergalhões de aço. Quando comparado ao custo total da construção ou da edificação, e aos enormes custos potenciais associados à manutenção prematura do concreto danificado ou falhas da estrutura, o custo adicional pago pela moldura galvanizada é muito pequeno e plenamente justificado.

Estudos recentes apresentaram que considerando o custo total da obra, o aumento pela utilização de barras de aço para armadura de concreto galvanizadas por imersão a quente é da ordem de 1% a 3%.

 

Ricardo Suplicy Goes

Gerente Executivo

ICZ – Instituto de Metais Não Ferrosos

FONTES:

  • Hot Dip Galvanized Reinforcing Steel: A Concrete Investment – International Zinc Association (IZA)
  • Catalogo Vergalhão Galvanizado: Durabilidade e segurança para sua obra – ICZ
  • Biblioteca do ICZ
  • Norma ASTM A767/A767M:2016: Standard Specification for Zinc-Coated (Galvanized) Steel Bars for Concrete Reinforcement
  • ISO 14657 – Zinc-coated steel for the reinforcement of concrete.
  • Norma ABNT NBR 7480: 2007: Aço destinado a armaduras para estruturas de concreto armado

– Especificação.

  • ABNT NBR 16300:2016: Galvanização por imersão a quente de barras de aço para armadura de concreto armado – Requisitos e métodos de ensaio.

Acesse: www..icz.org.br

Com o Pé Longe do Freio

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O mercado interno de veículos evolui dentro das expectativas otimistas da Anfavea, compensando plenamente a forte redução das exportações

Por Ricardo Torrico

A indústria automotiva nacional não está eufórica, mas também não tem motivos para queixar. Pelo contrário, tem colhido resultados satisfatórios e ainda trabalha com as mesmas previsões − geralmente otimistas − elaboradas no início do ano pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo o presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes, o setor trabalha num clima de otimismo moderado e confiante na possibilidade de uma evolução mais positiva no segundo semestre − desde que se confirmem as reformas que vêm sendo debatidas pelo Congresso nacional.

Os resultados do setor só não têm sido melhores por conta da forte retração das exportações, decorrente principalmente da crise que tem afetado a economia argentina. “Houve um crescimento importante nos mercados da Colômbia e do México, mas eles ainda são pequenos, que não conseguem compensar a queda do mercado argentino”, afirma Luiz Carlos Moraes.

Mercado interno aquecido

No mês de julho, o mercado interno de autoveículos − automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus −, avaliado pelo número total de licenciamentos no período, tanto de unidades nacionais como  importadas, atingiu 243,6 mil unidades, o que significa um crescimento de 9,1% sobre o mês anterior e de 12,0% sobre julho de 2018. No período de janeiro a julho deste ano, foram licenciados 1,55 milhão de autoveículos, volume 12,1% superior ao número de licenciamentos registrados no mesmo período de 2018.

Em julho, foram comercializados 8,9 mil caminhões, volume 16,3% superior ao do mês anterior e 35,7% também superior ao de julho do ano passado. Nos sete primeiro meses do ano, 55,7 mil caminhões, o que equivale a um significativo aumento de 44,3% sobre o número de caminhões comercializados no mesmo período de 2018.

Já no que se refere a máquinas agrícolas, em julho foram comercializadas 3,9 mil unidades, o que significou uma redução de 9,4% sobre o resultado do mês anterior e também uma redução de 17,2% sobre julho de 2018. De janeiro a julho deste ano, foram comercializadas 23,8 mil máquinas agrícolas, o que representa uma queda de 3,4% sobre o acumulado no mesmo período de 2018.

Exportações retraídas

No mês de julho, a indústria nacional exportou 42,1 mil autoveículos, volume 4,2% superior ao de junho, mas 15,3% inferior ao de julho do ano passado. No período de janeiro a julho deste ano, foram exportados 264,1 mil veículos, o que representa uma drástica queda de 38,4% em comparação com o volume exportado no mesmo período de 2018.

A exportação de máquinas agrícolas e rodoviárias atingiu 1,4 mil unidades em julho, evoluindo 60,1% sobre junho e 18,1% sobre julho de 2018. De janeiro a julho, foram exportadas 7,5 mil unidades, evoluindo 1,3% sobre o volume exportado no mesmo período do ano passado.

O valor do total exportado pelo setor em julho deste ano − englobando autoveículos, máquinas agrícolas e rodoviárias − atingiu US$ 910 milhões, valor 10,0% superior ao registrado em junho, mas 26,8% menor do que o registrado em julho do ano passado. No período de janeiro a julho deste ano, as exportações do setor atingiram US$ 5,926 bilhões, valor 38,1% inferior ao contabilizado no mesmo período de 2018.

Produção aquecida

Para atender à combinação dos mercados interno e externo, a indústria automotiva nacional produziu 266,4 mil autoveículos, volume que superou em 14,2% o total produzido no mês anterior e em 8,4% o de julho de 2018. No acumulado de janeiro a julho deste ano, foram produzidos 1,74 milhão de unidades, superando em 3,6% o total produzido no mesmo período de 2018.

Em julho também foram produzidos 10,9 mil caminhões, volume que superou em 9,3% o do mês anterior e em 23,3% o de julho de 2028. Entre janeiro e julho deste ano, o setor produziu 66,3 mil caminhões, o que representa um crescimento de 13,5% sobre o total produzido no mesmo período do ano passado.

A produção de máquinas agrícolas e rodoviárias atingiu 6,2 mil unidades no mês de julho, evoluindo 40,2% sobre o total produzido no mês anterior, mas caindo 8,1% em comparação com julho de 2018. No período de janeiro a julho, foram produzidas 30,9 mil unidades, volume 8,15 menor que o produzido no mesmo período de 2018.

Previsões mantidas

Com base nas tendências do mercado interno e das exportações, a Anfavea vem mantendo as previsões elaboradas no início do ano. A entidade trabalha com a expectativa de um crescimento de 9,0% na produção total de autoveículos este ano, atingindo 3,14 milhões de unidades. As exportações, porém, devem sofrer uma forte retração, estimada em torno de 28,5%. Veja as projeções completas na tabela elaborada pela Anfavea.

SEM INVESTIMENTO, O BRASIL NÃO CRESCE

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A indústria de máquinas encerrou o semestre com um crescimento modesto em relação a 2018, mas sem perspectivas de um crescimento consistente nos próximos meses

Por Ricardo Torrico

Os resultados de junho e do primeiro semestre deste ano, colhidos e consolidados pela Divisão de Economia, Estatística e Competitividade (DEEC) da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), indicam que continua persistindo um razoável grau de confiança da indústria nacional em geral em uma retomada do crescimento. Os valores do mês de junho estiveram abaixo do esperado, reduzindo a tendência de recuperação que vinha se delineando nos meses anteriores − tendência a ser confirmada ou, preferivelmente, revertida no mês de julho −, mas, mesmo assim, o primeiro semestre deste ano foi melhor que o do ano passado.

Sem uma tendência consistente, a indústria de máquinas e equipamentos reflete o atual contexto de incerteza de toda e economia nacional, em que o empresariado espera com ansiedade a aprovação definitiva da reforma da Previdência, com uma espécie de start up para a retomada do crescimento. No entanto, essa expectativa não é compartilhada por Mario Bernardini, diretor de Economia, Estatística e Competitividade da Abimaq. Segundo ele, mais do que as reformas, a retomada do crescimento é a prioridade número um do país. “Sem a retomada do investimento público e a recuperação do emprego, o Brasil não crescerá. As reformas são um meio importante, mas para fazer efeito a médio e longo prazo. O que tem que se fazer no curto prazo é recuperar os investimentos”, afirma Bernardini.

Impulso contido

A receita líquida total da indústria nacional de máquinas e equipamentos atingiu R$ 6,75 bilhões no mês de junho deste ano, o que significou uma queda de 6,1% em relação a maio e uma queda mais acentuada, de 12,1%, sobre junho de 2018. Esse resultado eliminou uma boa parte da taxa de crescimento acumulada no ano pelo setor, que tinha crescido 7,5% entre janeiro e maio sobre o mesmo período de 2018, mas que acabou o semestre com um crescimento de 3,6%. O desempenho do setor continua sendo influenciado pelo mercado doméstico, que cresceu 1,3% sobre maio e 10,2% no semestre, atingindo R$ 22,169 bilhões.

Exportações em queda

Ao contrário do mercado interno, em junho as exportações caíram pelo terceiro mês consecutivo, atingindo US$ 682 milhões, o que significou uma redução de 8,0% em relação a maio e uma drástica redução de 22,5% sobre o total de US$ 880 milhões exportados em junho do ano passado. A Abimaq atribui essa tendência à acentuada desaceleração do comércio internacional em razão das tensões entre EUA e China e à crise econômica da Argentina, um dos principais mercados externos das máquinas e equipamentos brasileiros.

O mês de junho, porém, confirmou uma novidade: pela primeira vez na série histórica de exportações de máquinas e equipamentos, os Estados Unidos apareceram como o principal destino das máquinas nacionais, recebendo um terço do total exportados no primeiro semestre. O encolhimento das vendas para a América Latina, que no passado superou a marca de 50% no total vendido fora do país, ocorreu devido a uma menor penetração do setor nos mercados paraguaio e argentino. Com um cenário econômico recessivo na Argentina, que registrou uma queda de 10,1% na produção manufatureira neste primeiro semestre de 2019, as aquisições de máquinas do Brasil encolheram quase 50%. Outros países que também reduziram suas compras de máquinas e equipamentos brasileiros foram a Holanda (-33%), China (-57%) e França (-28%).

Novos pedidos e emprego

No mês de junho, a indústria brasileira de máquinas e equipamentos aumentou em 0,5 ponto percentual o nível de utilização da capacidade instalada, atingindo 76%.  Este nível é também 0,3 ponto percentual acima do observado no mesmo mês de 2018. Apesar desta relativa melhora no nível de utilização da capacidade instalada, a carteira de pedidos da indústria de máquinas e equipamentos recuou um pouco, sinalizando que as atividades produtivas deverão manter um ritmo mais fraco nos próximos meses.

No que se refere ao nível de emprego, a partir de 2018, o setor fabricante de máquinas e equipamentos iniciou o processo de ampliação do seu quadro de pessoal, encerrando o ano com pouco mais de 300 mil empregos − um aumento de mais de 10 mil pessoas empregadas só em 2018. Em 2019, até o mês de maio, o setor registrou cinco meses consecutivos de aumento nas suas contratações, mas em junho houve uma pequena redução, de 0,4%, provavelmente como reflexo do desaquecimento das atividades do setor. Ainda assim, atualmente o setor fabricante de máquinas e equipamentos conta com 307.526 pessoas ocupadas − um aumento de quase 7 mil postos de trabalho no setor em relação ao ano de 2018.

Propostas para a (RE)Construção do Brasil

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Setor de extrema importância econômica e social, a construção civil aguarda a reativação da economia para reverter o quadro de profunda retração dos últimos anos

Por Ricardo Torrico

A crise que hoje assola a economia nacional tem sido implacável com todos os seus setores, mas mais implacável ainda com a indústria da construção civil que, ao contrário dos outros setores, só tem colhido resultados negativos mês após mês, ano após ano. A agropecuária, principalmente a intensiva, fortemente vinculada ao mercado externo, tem navegado num ‘mar de brigadeiro’, alternando pequenas e breves retrações com períodos de forte recuperação. A indústria não tem motivos para euforia, mas, pelo menos, tem ‘andado de lado’. Já para a construção civil − leve ou pesada − ‘andar de lado’ já seria motivo de comemoração.

De acordo com o estudo Construção: 1 milhão de empregos já, elaborado pelo CBIC e entregue a representantes do Congresso nacional em fevereiro deste ano, os dados do PIB nacional demonstram que, nos últimos quatro anos, a economia nacional registrou uma queda de 5,3%. “O país vive uma das piores crises da sua história. Neste cenário, a construção civil foi um dos setores mais penalizados, acumulando uma retração de 25,8% em suas atividades no período de 2014 a 2017. A expressiva redução dos investimentos, o aumento do desemprego, a elevação da taxa de juros e da inflação, além das turbulências políticas geraram um cenário macroeconômico instável e totalmente desgastado, inibindo as atividades da construção”, diz o estudo.

Mas qual é o motivo − ou motivos − para tão fraco desempenho? O que existe é uma conjunção de fatores intimamente entrelaçados: o fraco desempenho da economia como um todo; falta de recursos para novos investimentos, principalmente por parte do governo; queda persistente do nível de emprego − ninguém ignora que o Brasil tem quase 13 milhões de desempregados −; consequentemente, a queda na demanda de bens duráveis e, principalmente, aqueles que exigem financiamentos de longo prazo, como os imóveis; e a natural falta de confiança para investir, por parte dos empreendedores, ou para assumir novas dívidas, por parte dos consumidores que ainda estão empregados, mas que não têm nenhum garantia quanto ao futuro.

Recessão persistente

A crise econômica mundial, que começou em 2008, com a falência do banco norte-americano Lehman Brothers, parecia ter passado longe do Brasil, tendo sido depreciada pelo então presidente Lula, chamando-a de apenas uma ‘marolinha’. No entanto, seis anos depois, quando a demanda mundial de commodities perdeu seu impulso, a tal ‘marolinha’ começou também a fazer estragos na economia brasileira − estragos que já duram meia década.

Indicadores não faltam para medir os danos provocados pela crise, que podem ser resumidos no pífio crescimento do PIB, ou seja, o volume acumulado de todos os bens produzidos no país. Em sua última edição de julho deste ano, o Boletim Focus, publicado pelo Banco Central, confirmou a previsão de um crescimento de 0,82% para o PIB nacional neste ano, que já tinha sido feita em junho por um grupo de economistas entrevistados. Se há algo a comemorar nessa previsão é o fato de esse patamar ter sido mantida, já que, no início do ano, esses mesmos  analistas indicavam um crescimento 2,6% para este ano e ele vinha caindo mês a mês.

Desde seu início, em 1o de janeiro, o atual governo tem apostado todas as suas fichas na reforma da Previdência, cuja primeira etapa demorou seis meses para ser aprovada. As próximas, na melhor das possibilidades, vão demorar outros três, deixando apenas o último trimestre do ano para que o empresariado volte a investir e, consequentemente, criando novos empregos e para que os consumidores aumentem a demanda de bens, completando o círculo virtuoso que faz as economias crescerem. Fica no ar a dúvida sobre esse processo se tornar realidade em tão pouco tempo. Essa possibilidade é praticamente nula e se a atual previsão de crescimento do PIB se confirmar em dezembro, já será um alívio.

Programa sem impulso

Lançado em março de 2009, durante o governo Lula, o Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) estava destinado a subsidiar a aquisição da casa ou apartamento próprio para famílias com renda até 1,8 mil reais e facilitar as condições de acesso ao imóvel para famílias com renda até de 9 mil reais. O programa vinha atingindo razoavelmente seu propósito: o balanço feito em 2018 mostrou que 14,7 milhões de pessoas − 7% da população brasileira − compraram um imóvel com recursos do PMCMV. No entanto, devido aos efeitos da crise e às recentes mudanças em suas regras, as contratações de novos empreendimentos têm evoluído lentamente nos primeiros meses deste ano. De acordo com balanço fornecido pelo Ministério das Cidades, no primeiro trimestre deste ano, foram contratadas 72,6 mil unidades dentro do programa, o que corresponde a 12,7% da meta de 570 mil unidades que tinha sido estabelecida em 2017.

Segundo o CBIC, hoje, dois terços do mercado imobiliário compreendem o Minha Casa Minha Vida, o que, dado o atual panorama nebuloso, implica um alto grau de insegurança para as empresas do setor. “Se a arrecadação do governo cai, falta dinheiro para pagar o contrato. Para uma construtora lançar um empreendimento, precisa saber como a economia vai estar nos próximo três anos, quando o empreendimento estará sendo comercializado ou entregue, algo que, neste momento, é muito difícil de prever”, afirma o presidente da entidade, José Carlos Rodrigues Martins.

Obras paralisadas

Se a crise já reduz a confiança para o lançamento de novos empreendimentos privados, o que dizer então do investimento em obras de infraestrutura, que demandam recursos vindos do poder público? A restrição orçamentária do governo não só impossibilita a construção de novas obras como também tem provocado a paralisação de um grande número de obras já iniciadas.

Segundo a Pesquisa Anual da Indústria da Construção do IBGE, num período de dez anos, de 2008 a 2017, a participação das obras de infraestrutura medida pelo valor das construções, caiu de 47,4% para 32,2% no total geral. O estudo Construção: 1 milhão de empregos já, do CBIC ilustra essa queda afirmando que, conforme um relatório do antigo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, 4.738 obras estão paralisadas no Brasil, motivadas por inúmeras situações em que se destacam: falta de pagamentos, má qualidade do projeto, desapropriações e desinteresse do ente conveniado.

O estudo do CBIC traça um panorama completo e detalhado dessas obras, indicando suas causas e possíveis soluções, mas não consta que o governo tenha preparado alguma resposta às propostas que apresenta nas suas 144 páginas, começando pelas inúmeras causas dessas paralisações − que nem sempre têm a ver com a crise atual, mas também com as crônica mazelas do pode público, em suas três instâncias: federal, estadual e municipal. O levantamento feito para a sua elaboração revelou que já foram empenhados R$ 70 bilhões no conjunto dessas obras e que os governos envolvidos precisariam de outros R$ 40 bilhões para terminá-las.

“O novo ciclo de crescimento brasileiro virá pela retomada do investimento”, argumenta ainda o estudo, ressaltando ao caráter multiplicador do investimento feito na construção civil, leve ou pesada, isto é, habitacional, industrial, corporativa ou de infraestrutura. “Casas, edifícios, escolas e creches, hospitais e clínicas, indústrias, escritórios e lojas, ruas, estradas, pontes, viadutos, redes de telecomunicação, saneamento, iluminação pública, mobilidade urbana – esses são setores com ampla demanda por investimento e diretamente associados à construção, cujo o estímulo fará reaquecer esse setor e terá reflexo positivo sobre a economia como um todo.”

Propostas para o setor

Ainda de acordo com o estudo do CBIC, “a reversão da fase mais aguda da crise, comprovada por diversos indicadores econômicos registrados em 2018, impõe desafios novos e abre uma janela de oportunidade imperdível para o Brasil. É o momento de estimular os setores de resposta mais rápida e tirar do papel projetos que farão diferença na construção do desenvolvimento. É o momento de fomentar a infraestrutura, para dar competitividade à economia; o saneamento e a habitação, para dar dignidade ao cidadão. É o momento de estimular a indústria da construção para reverter o desemprego e gerar renda de forma sustentável.”

Para atingir o complexo objetivo de promover a retomada do crescimento econômico e, especificamente, da construção civil, o estudo do CBIC aponta uma ampla relação de temas que inicialmente precisam ser debatidos no âmbito do Poder Legislativo, tais como: implementação das reformas da Previdência e Tributária; revisão da legislação que hoje reduz a segurança jurídica; utilização dos recursos do FGTS na criação de uma nova faixa do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV); prorrogação do Regime Especial Tributário (RET) para obras do PMCMV; aperfeiçoamento da Lei de Licitações; regulamentação do Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, de modo a evitar distorções em licitações; aprovação de uma Lei Geral de Licenciamento Ambiental, que propicie regras claras, critérios objetivos e segurança jurídica para o empreendedor e o gestor público; gestão mais eficiente das áreas contaminadas; instituição de critérios claros para a suspensão provisória de obras públicas; retomada e ampliação dos investimentos em saneamento básico; revisão da Lei de Desapropriações, de modo a reduzir a transferência dos riscos à iniciativa privada; vinculação dos recursos obtidos por meio de operações de securitização de dívidas aos investimentos em infraestrutura; revisão da legislação referente à garantia da obra pelo construtor; ajustes na legislação sobre alienação fiduciária, para dar mais segurança jurídica aos envolvidos no negócio; e redução da burocracia e dos custos cartoriais.

Pode-se dizer, então, que propostas de soluções para reativar a construção civil, leve e pesada, não faltam − a iniciativa privada já fez sua ‘lição da casa’. No entanto, passados seis meses da entrega do estudo Construção: 1 milhão de empregos já! ao governo e a parlamentares, as autoridades da área econômica ainda não se manifestaram a esse respeito. Tudo indica que − como tem ocorrido com todas as medidas econômicas que têm sido proteladas − eles estejam aguardando a aprovação definitiva da reforma da Previdência.

SIDERÚRGICA no RIO utiliza COPRODUTOS em obras de INFRAESTRUTURA

Ternium Brasil reaproveita material gerado pela transformação do ferro em aço, gerando economia de recursos ambientais e financeiros

No complexo industrial da Ternium Brasil, em Santa Cruz (Zona Oeste do Rio), até mesmo as vias que servem à usina são pavimentadas com utilização de material proveniente da produção de aço. A escória de aciaria, gerada pela transformação do ferro gusa líquido em aço, passa por um processo de retirada do conteúdo metálico, peneiramento e armazenamento, além de tratamento para a redução da expansão. O resultado é um agregado siderúrgico que pode ser aplicado substituindo a brita, com excelentes resultados em sub-bases e bases de pavimentos, aterros, artefatos de concreto, lastro ferroviário, entre outros.

Mensalmente, são produzidas 75 mil toneladas dessa escória que é beneficiada e tratada pela Ternium Brasil. Entre 2016 e 2018, a companhia economizou cerca de R$ 16 milhões substituindo a brita por agregado siderúrgico, em projetos internos de melhoria de infraestrutura. Este agregado da Ternium foi utilizado em obras como a adutora, consumindo 233 mil toneladas, o ramal ferroviário 52 mil toneladas, e na pavimentação de vias da usina aplicando-se 92 mil toneladas. A usina de Santa Cruz tem ainda uma área de 78 mil metros quadrados a serem pavimentados nos próximos anos, e a economia gerada com o uso do material deverá atingir R$ 2,7 milhões no período.

A iniciativa integra a estratégia da Ternium Brasil, que investe no desenvolvimento contínuo de tecnologias para aplicação dos coprodutos. O objetivo é minimizar impactos, gerar valor e contribuir para a redução do consumo de recursos naturais. Gerente de Coprodutos, Leila Kauffmann, destaca os ganhos ambientais com uso do material:

-O coproduto gerado é uma ótima alternativa ao uso da brita, tanto economicamente como para o meio ambiente. Trata-se de um material de alta qualidade técnica e que substitui um recurso cuja extração gera diversos impactos prejudiciais às reservas naturais – explica Leila.

Os benefícios são ambientais e econômicos, principalmente se comparado com a utilização da brita, um dos principais materiais consumidos em obras de pavimentação e construção civil. Entre as vantagens estão a maior durabilidade e resistência do agregado siderúrgico. Além da redução do consumo de energia e do custo na obtenção da brita, um ganho ambiental é a preservação de recursos naturais, reduzindo os impactos causados pela extração do agregado natural. A eliminação do desperdício e dos impactos ambientais causados pela disposição de materiais em aterros completa a lista de benefícios do uso do agregado siderúrgico proveniente da escória da aciaria.

Sobre a Ternium

A Ternium é a maior siderúrgica da América Latina e acionista majoritária da Usiminas.  Desde 2017 tem um centro industrial no Brasil, no Rio de Janeiro. A unidade de Santa Cruz (RJ) tem capacidade de produção de 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano, com alto nível de sofisticação que atende indústrias nos EUA, México, Brasil e Europa. A unidade da Ternium no Rio de Janeiro é a maior produtora de aço de toda a companhia e gera mais de 8 mil empregos, com segurança e compromisso ambiental e social.  Além do Brasil, a empresa conta com outros 17 centros de produção espalhados por 5 países: México, Argentina, Colômbia e EUA.  A Ternium produz anualmente 12,4 milhões de toneladas de aço de alta qualidade.

Acesse: www.br.ternium.com/pb/

NOVA plataforma do IPT traz mais AGILIDADE na entrega de dados de GESTÃO de INSTRUMENTOS e CALIBRAÇÕES aos CLIENTES

ProCal é um produto que agrega as novas tecnologias de transformação digital e necessidades para a Indústria 4.0

Organizações de diversos ramos do setor produtivo empregam diversos equipamentos de medição em seus processos produtivos. Para assegurar resultados válidos e confiáveis. as empresas contam agora com a Plataforma ProCal, que promove uma transformação digital na entrega dos dados de calibração a clientes do Laboratório de Metrologia Elétrica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), trazendo mais agilidade e facilidade no uso dos dados.

A calibração pode ser contratada de um laboratório capacitado para prestar este serviço, mas a análise dos resultados está a cargo do usuário ou do responsável pelo equipamento. Para facilitar a análise dos certificados, o laboratório desenvolveu uma plataforma que pode ser acessada por meio de smartphone, tablet ou desktop.

O ProCal reúne para o cliente todas as informações relativas às calibrações realizadas pelo laboratório, de maneira organizada e estruturada. Os dados da calibração são apresentados em diversos formatos, de modo interativo e com ferramentas para análise da conformidade ponto a ponto, a partir da regra de decisão adotada para aceitação do equipamento em seu processo. Além disso, o cliente poderá fazer a gestão do plano de calibração de seus instrumentos.

A plataforma de calibração foi desenvolvida pelos pesquisadores Artur Augusto Martins e Diego Joriro Nazarre. Cada cliente recebe login e senha que pode compartilhar com quem quiser, dando acesso às informações de seu equipamento, incluindo calibrações recentes e anteriores, por meio de uma etiqueta com QR Code.

SOB MEDIDA – Além de permitir o acesso aos certificados de calibração, a plataforma tem recursos para visualizar dados no formato de gráficos e tabelas. “É possível enxergar a última calibração e a evolução dos dados do equipamento ao longo dos anos, para verificar a tendência dos erros e a estabilidade. Além disso, é possível integrar softwares e planilhas preexistentes ao ProCal, utilizando os resultados das análises de modo automatizado”, diz Martins.

A plataforma faz uso de um amplo banco de dados de calibração dos equipamentos, cobrindo os últimos 15 anos. É possível também fazer customizações conforme as necessidades dos clientes que permitem análises específicas.

“Para atividades em campo desenvolvemos uma funcionalidade importante que é o trabalho off-line. Uma vez acessado, o sistema baixa automaticamente os dados do certificado de calibração no celular”, afirma Martins. “Além de ter acesso a todos os dados, o cliente também pode fazer ajustes off-line que, no próximo acesso à rede, serão sincronizados de modo automático”.

O IPT lançou a ProCal dia, 20 de maio, o Dia Mundial da Metrologia.

O IPT é um instituto vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo e há mais de cem anos colabora para o processo de desenvolvimento do País.

Um dos maiores institutos de pesquisas do Brasil, o IPT conta com laboratórios capacitados e equipe de pesquisadores e técnicos altamente qualificados, atuando basicamente em quatro grandes áreas – inovação, pesquisa & desenvolvimento; serviços tecnológicos; desenvolvimento & apoio metrológico, e informação & educação em tecnologia.

Acesse: www.ipt.br

TRUMPF desenvolve LASERS controlados por VOZ

Com a inteligência artificial, os lasers se tornarão ainda mais eficientes, mais fáceis de operar e mais adaptáveis

Christian Schmitz, CEO da Divisão de Tecnologia Laser e Membro da o Conselho de Administração da TRUMPF

Na feira LASER, realizada em Munique, em junho, a TRUMPF apresentou um sistema de laser com inteligência artificial (IA) que permite ser operado intuitivamente usando comandos de voz – opção semelhante à função de reconhecimento de voz, familiar aos usuários de smartphones. O sistema, que é equipado com um laser de marcação, demonstra os potenciais benefícios da IA no processamento de material a laser. A Inteligência Artificial leva a automação para um nível acima e uma tecnologia fundamental para a manufatura conectada.

“Com a IA, os processos de produção que usam nossos lasers se tornarão ainda mais eficientes, mais fáceis de operar e mais adaptáveis”, diz Christian Schmitz, CEO da Divisão de Tecnologia Laser da TRUMPF.  A tecnologia desenvolvida pela TRUMPF permite que o operador instrua a máquina para realizar ações como “abrir / fechar a porta”, “iniciar o processo de marcação” ou perguntar “quantos produtos foram marcados hoje?”, simplesmente falando em um microfone. O sistema laser responde imediatamente e executa a instrução.

Existem muitas vantagens do controle por voz. Por exemplo, ele torna mais fácil para usuários inexperientes operarem a máquina, porque eles não precisam aprender a navegar pela estrutura de menu e janelas  ao inserir instruções manualmente, através da interface do software. Também economiza tempo, porque os operadores têm as suas mãos livres para preparar a próxima peça  a ser processada ou remover uma peça da máquina. Além disso, ao fornecer acesso sem barreiras, o controle por voz permite que pessoas com deficiência operem a máquina.

No futuro, as máquinas irão selecionar o programa certo automaticamente

Como próxima etapa deste projeto, os engenheiros de desenvolvimento da TRUMPF pretendem simplificar ainda mais a operação do sistema de marcação a laser. Mas o que isso significa na prática? Atualmente, o operador tem que dizer à máquina qual parte foi carregada para que ela possa iniciar o programa de marcação apropriado. No futuro, sistemas avançados de sensores e softwares de reconhecimento de imagem permitirão à máquina identificar a peça e selecionar o programa por conta própria. Não é necessário nem mesmo carregar a peça em uma orientação específica, a máquina é tão inteligente que pode posicionar automaticamente o laser no ângulo correto antes de iniciar o processo de marcação.

“Na feira LASER, em Munique, a TRUMPF demonstrou a tecnologia e ensinou como o operador pode instruir a máquina para executar ações, simplesmente falando ao microfone.”

Acesse: www.trumpf.com

As STARTUPS do AGRONEGÓCIO trazem soluções EFICIENTES para o dia a dia do CAMPO

Heloisa Beigin – executiva de marketing da innovativa Executivos Associados.

Investir em tecnologia no agronegócio é sinônimo de crescimento de produtividade, de lucratividade, de produção de alimentos e do bem-estar da população urbana e rural.

Para alcançar êxito no agronegócio, muitas empresas estão investindo em startups. São empresas que tem atraído um número crescente de fundos de investimentos, grandes companhias de tecnologia e empreendedores de diversos países. De acordo com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), as agritechs já formam um grupo em torno de 300 companhias no país, que investem cerca de R$ 100 milhões ao ano e são capazes de oferecer ao produtor qualquer tipo de serviço. É uma grande oportunidade para o produtor inovar seu negócio e ter mais rentabilidade. Para se ter uma ideia, apenas 14% das propriedades rurais têm conectividade.

Há consultorias preparadas para auxiliar o produtor a ter maior controle sobre sua propriedade e fazer com que seu faturamento duplique, triplique e sua produção tenha a mesma evolução. Muitas vezes, o empreendedor acaba perdendo muito dinheiro por não conhecer ou ter medo de conhecer as alternativas que podem ser a solução para o sucesso de seu negócio.

Fatores que levam ao desenvolvimento das Agritechs:

Crescimento da população (estima-se que até 2050 haverá um crescimento na demanda por comida da população mundial – podendo atingir quase 10 bilhões de habitantes no Mundo de acordo com a ONU)

Custo ambiental

Mudanças na dieta alimentar

Diminuição nos custos dos sensores

Em 2014, o setor de tecnologia dos Estados Unidos, conhecido como Agtech, recebeu investimentos da ordem de US$ 2,36 bilhões, envolvendo 264 acordos. Esse valor é superior ao de mercados bem badalados, como o de Fintechs (tecnologia para o sistema financeiro), com US$ 2,1 bilhões, e de tecnologia limpas, de US$ 2 bilhões. No Brasil, nos últimos anos, algumas startups promissoras chegaram ao mercado e passaram a se destacar dentro e fora do país. Um dos principais cases é o de uma startup brasileira que foi considerada a 33ª empresa mais inovadora do mundo pela revista americana Fast Company. A empresa vende insetos que combatem pragas em grandes plantações, como cana e soja, e foi criada nos laboratórios da Esalq, da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba.

Principais tendências tecnologias no agronegócio

Instalação de sensores

Os produtores estão cada vez mais ligados à tecnologia, principalmente, pela praticidade e obtenção de dados em minutos e na palma da mão. São várias as propriedades que tem adotado a instalação de sensores no campo para dispor de informações importantes sobre a plantação, o solo e outros elementos. Estes sensores são capazes de realizar comandos de forma automática, executando tarefas à distância e em tempo real. A tecnologia trouxe praticidades e agilidade nos processos que, antes era totalmente burocráticos e demorados.

Sensores

Uso de drones

Uma de suas principais funções é captar imagens aéreas que permitem acompanhar a evolução das lavouras, principalmente, tomar decisões assertivas e rápidas quando há presença de pragas, doenças e ou estresse hídricos.

Drones

Softwares de gestão

São utilizados principalmente para obter custos de produção. Eles facilitam muito as atividades diárias e no gerenciamento do negócio. Ajudam na tomada de decisões de maneira fácil e assertiva, tornando o negócio mais rentável e controlado.

Software de gestão

Agricultura verticalizada

O Brasil é um grande candidato para ser o celeiro do mundo. De acordo com a ONU – Organização das Nações Unidas – o mundo pode atingir quase 10 bilhões de habitantes até 2050. É muita gente para alimentar. Diante deste cenário, produtores estão de olho em todos os tipos de tecnologia para auxiliar no avanço da produção. Este tipo de agricultura verticalizada permite um controle ambiental onde os fatores podem ser monitorados. Estas instalações utilizam, normalmente, controle artificial, ambiental (umidade, temperatura e gases), além de fertirrigação.

Agricultura verticalizada

O Brasil é um grande candidato para ser o celeiro do mundo. De acordo com a ONU – Organização das Nações Unidas – o mundo pode atingir quase 10 bilhões de habitantes até 2050. É muita gente para alimentar. Diante deste cenário, produtores estão de olho em todos os tipos de tecnologia para auxiliar no avanço da produção. Este tipo de agricultura verticalizada permite um controle ambiental onde os fatores podem ser monitorados. Estas instalações utilizam, normalmente, controle artificial, ambiental (umidade, temperatura e gases), além de fertirrigação.

A DUPLA perfeita para MAIOR eficiência: SOLDAGEM tandem TPS/i TWIN Push da FRONIUS

O sistema de soldagem de alto desempenho TPS/i TWIN Push além de ser compacto, fácil de usar e conectável em rede, traz avanços para o processo de soldagem. Para os usuários, isso significa mais material depositado por unidade de tempo, mais velocidade de soldagem e mais eficiência na produção, devido ao menor custo com acabamento e retrabalho.

A soldagem de alto desempenho é caracterizada por um alto nível do material depositado por unidade de tempo, que permite um grande volume de cordão ou alta velocidade de soldagem. Isso é especialmente importante na junção de componentes de grande volume ou cordões longos para máquinas de construção, veículos comerciais, peças de automóveis e na construção naval. A alta capacidade de processamento da TPS/i melhora o processo Tandem TWIN Push sincronizado. O processo é ainda mais estável e confiável e a elevada capacidade de extensão economiza tempo do usuário na preparação da peça a ser soldada. O retrabalho também pode ser reduzido, pois a regulagem exata do processo de soldagem possibilita um controle de gota de soldagem e uma baixa aplicação de calor na peça, garantindo assim resultados de poucos respingos com mínima deformação.

Com a TPS/i TWIN Push, a Fronius oferece novas opções de processo e de regulagem: o PMC (Pulse Multi Control) TWIN é caracterizado por um arco voltaico de impulso curto e focado, garantindo assim uma melhor penetração de solda e uma elevada velocidade de soldagem. A opção PulseSync permite ao usuário escolher velocidades de avanço muito diferentes para ambos os eletrodos de arame. Assim, é possível ter mais flexibilidade para adaptar os parâmetros de soldagem perfeitamente a seu componente e adquirir velocidades de soldagem mais altas. A fonte de solda corrige automaticamente todos os parâmetros relevantes, como as características de ignição, o tempo de soltura de pingos e a taxa de pulsação. Além disso, novos mecanismos de regulação fornecem suporte ao soldador: O estabilizador de comprimento do arco voltaico e o estabilizador de penetração de solda aumentam a estabilidade do processo e facilitam a parametrização. Se a posição do cordão varia – por exemplo, por causa da deformação da peça ou fixação incorreta – a busca automática de cordão auxilia o sistema de soldagem a transmitir ao robô um sinal de busca de cordão para que ele faça a correção, se for necessário.

Sistema sofisticado – Longa vida útil

O processo TWIN se baseia na soldagem Tandem, na qual dois eletrodos de arame são alimentados em uma tocha de solda com um bico de gás em comum, mas permanecem eletricamente isolados um do outro. Como resultado, os arcos voltaicos podem ser regulados individualmente e – mesmo com potências diferentes – sincronizados e coordenados com precisão. Além de duas fontes de solda TPS/i, o sistema TWIN Push precisa de um TWIN Controller. Isso sincroniza o processo de soldagem e funciona como uma interface compatível com todas as marcas de robôs. Avanço de arame compacto, refrigeração, jogo de mangueira e tocha de solda TWIN completam o sistema de soldagem.

A refrigeração melhorada da tocha de solda permite uma vida útil mais longa das peças de desgaste. Além disso, a Fronius desenvolveu a Robacta TSS/i TorchServiceStation: o sistema de limpeza da tocha de solda combina diferentes métodos como: limpezas por alta pressão, com escova, magnética e por fresa. A limpeza da tocha de solda profissional reduz os custos totais devido a uma vida mais longa das peças de desgaste.

A eficiência do sistema de soldagem pode ser aumentada ainda mais usando a estação de troca da tocha de solda TX TWIN: o console possibilita a troca automatizada entre corpos da tocha de solda TWIN e Single. Ou seja, mesmo sistema pode soldar pontos de difícil acesso com o corpo da tocha de solda Single mais compacto. O robô troca automaticamente o corpo da tocha de solda, fazendo com que os turnos automatizados sejam possíveis.

Unidade de Negócios Perfect Welding

A Fronius Perfect Welding é a líder em inovação em solda por arco voltaico e solda a ponto e também a líder global em soldagem robotizada. Como fornecedor de sistemas, o setor Fronius Welding Automation também realiza soluções personalizadas completas para soldagem automatizada, por exemplo, soluções customizadas de acordo com a necessidade e tipo de peça que o cliente produz. Fontes de solda para aplicação manual, acessórios de solda e uma ampla gama de serviços completam o portfólio. Com mais de 1.000 distribuidores ao redor do mundo, a Fronius Perfect Welding está sempre próxima dos clientes.

Fronius International GmbH

A Fronius International é uma empresa austríaca com sede em Pettenbach e outras unidades em Wels, Thalheim, Steinhaus e Sattledt. A empresa com 4.760 funcionários no mundo todo trabalha nas áreas de tecnologia de soldagem, sistemas fotovoltaicos e tecnologia de carregamento de baterias. A cota de exportação de quase 92 por cento é realizada com 30 companhias internacionais da Fronius e distribuidores/representantes em mais de 60 países. Com produtos e serviços inovadores e 1.253 patentes concedidas, a Fronius é líder de inovações no mercado mundial.

Fronius Brasil

A Fronius do Brasil está localizada em São Bernardo do Campo (SP), próximo à rodovia dos Imigrantes e ao rodoanel, garantindo agilidade em seu atendimento aos clientes nos serviços de suporte técnico local, peças de reposição e treinamentos.  Com mais de 20 anos no Brasil, a Fronius é composta de três unidades de negócios referência mundial nos setores de: Energia Solar; Tecnologia de Soldagem e Carregadores de Baterias e por uma equipe de 70 profissionais através de mais 30 representantes e filiais por todo o país

Acesse: www.fronius.com.br