domingo, setembro 20, 2026
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Dassault Systèmes lança três novas Industry Solution Experiences

A atualização do portfólio da plataforma 3DEXPERIENCE permite que empresas de todos os portes e segmentos experimentem uma abordagem digital completa para a inovação de produtos

A Dassault Systèmes, empresa 3DEXPERIENCE líder mundial em software de projetos 3D, 3D Digital Mock Up e Product Lifecycle Management (PLM), anuncia o lançamento de três novas Industry Solution Experiences e o aprimoramento de seu portfólio atual baseado na plataforma 3DEXPERIENCE para as indústrias de bens de consumo e varejo.

Empresas de qualquer porte de moda, calçados, couro e varejo, bem como de móveis, produtos para casa, jardim e lazer, podem ter acesso agora a um portfólio completo de soluções que permitem a transformação digital de seus negócios. A Arc International, Arvind Lifestyle Brands Limited, Fossil, Gürmen Group, Nowy Styl Group e a Rockport Group são algumas das 17.000 empresas internacionais que estão colaborando com sucesso com a Dassault Systèmes para criar e entregar produtos que vão encantar os consumidores.

A plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault Systèmes e as Industry Solution Experiences para as áreas de bens de consumo e varejo oferecem um ambiente digital unificado, incluindo o poderoso gerenciamento do ciclo de vida de produtos (PLM) e aplicações 3D para melhorar e acelerar os processos de negócios que existem por trás das coleções das empresas. Desde o projeto detalhado e criativo até a experiência final de compra pelo cliente, a continuidade digital em cada estágio do processo permite a colaboração em tempo real para o design, engenharia, produção, cadeia de suprimentos, fabricação e outras áreas envolvidas, assim como a capacidade de melhorar a visibilidade, flexibilidade e o processo de tomada de decisão.

As três novas Industry Solution Experiences da Dassault Systèmes são: My Design, My Production e My Operations. O “My Design” oferece design 3D, teste de desempenho e simulação, visualização e capacidade para design detalhado e criativo. O “My Production” trata de soluções de design, documentação de produto, simulação de máquinas, qualidade, rastreabilidade de compliance e análise da produção em tempo real para definir as ferramentas e processos ideais para operação da produção flexível. Já o “My Operations” impulsiona a logística inteligente, a produção ágil e a capacidade de planejamento da demanda e do suprimento para melhorar a eficiência e a margem operacional.

Paralelamente, a Dassault Systèmes aprimorou três de suas Industry Solution Experiences já existentes. O “My Collection” ajuda a gerenciar completamente o ciclo de vida do produto desde a inspiração até o marketing. A solução agora apresenta melhorias na integração com o Adobe Illustrator e novas funcionalidades de custos configuráveis, que permitem que sejam criados templates de cálculo de custos baseados em fórmulas para gerenciar todas as áreas de custeio, incluindo planejamento, pré-custo, planilhas de custos e processos de RFQ com fornecedores.

O “My Store” continua a permitir a excelência em merchandising 3D, agora a partir de dispositivos móveis. Já o “My Product Portfolio” oferece uma solução integrada e colaborativa para capacidades de design multidisciplinares que agora é customizada para atender empresas de pequeno e médio portes. Os clientes podem testar e validar seus designs e projetos, além de simular seus processos de produção regidos por um programa de governança com gestão de mudanças.

Além disso, o “My Collection” e o “My Store” apresentam agora um gerenciador de ativos digitais, incluindo design criativo, merchandising, vendas e marketing.

“Nossas novas Industry Solution Experiences e portfólio atualizado reforçam nosso comprometimento em colocar tecnologia comprovada nas mãos de marcas e varejistas de todos os portes e em todos os segmentos”, afirma Chris Colyer, Vice-Presidente para a indústria de Bens de Consumo e Varejo da Dassault Systèmes. “A Dassault Systèmes é agora o único fornecedor de aplicações digitais robustas e escaláveis para gerenciamento de todo o ciclo de desenvolvimento de produtos desde a idealização até o consumidor final. As empresas podem se antecipar melhor, se adaptar às mudanças de mercado, reduzir o Time-to-Market e melhorar suas margens, tudo isso ao mesmo tempo em que entregam as experiências que seus consumidores sonham.”

Para mais informações sobre as Industry Solution Experiences da Dassault Systèmes para a indústria de Bens de Consumo e Varejo.

Acesse: www.3ds.com/pt-br.

Especialista alerta para evitar riscos na indústria: 2017 é ano de transição entre recessão e recuperação

Embora haja sinais de retomada do crescimento, planejamento é chave para sobreviver no mercado até o final da crise

Especialista alerta para evitar riscos na indústria: 2017 é ano de transição entre recessão e recuperaçãoSegundo dados recentes divulgados pelo Jornal O Globo, a retração do setor industrial diminuiu de 6,3% em 2015 para 3,8% em 2016. Embora o resultado ainda seja negativo, os percentuais indicam princípios de retomada econômica do setor. No entanto, ainda não é momento para arriscar, alerta o especialista Jorge Bahia, CEO do Grupo Bahia Associados.

Os anos de 2015 e 2016 foram sombrios para a produção industrial no Brasil. Entretanto, devido a algumas medidas econômicas adotadas pelo governo no segundo semestre de 2016, há expectativa de melhora. “PIBs, negativos em 2015 e 2016 não são bons alicerces para 2017, mas algumas ações econômicas no segundo semestre de 2016 foram início de preparação de um solo fértil aos exercícios seguintes. O setor industrial, por exemplo, apresenta tímida recuperação em alguns ramos”, afirma Bahia.

Em consequência às melhoras no panorama industrial, o comércio e o setor de serviços tendem a acompanhar a recuperação, e sucessivamente alavancar o fim da recessão. Entre os possíveis ganchos para essa mudança, o especialista indica: “O agronegócio é um oásis nesse deserto da crise, e setores industriais ligados diretamente a ele podem puxar essa recuperação”.

No entanto, atenções devem ser direcionadas ao controle do fluxo econômico e financeiro. Segundo o especialista, apesar de termos o aceno de recuperação tímida é necessário trabalhar bem o controle de pilares econômicos da atividade industrial.

Entre as dicas para manter estabilidade no momento, Bahia destaca: controle de fluxo de caixa quanto a evitar empréstimos trabalhando o máximo possível com recursos próprios, negociações de preços e prazos de pagamentos junto a fornecedores, controle rígido de estoques quanto a não ter desembolsos ou desencaixes antecipados, controle de despesas operacionais, entre outros, são itens fundamentais para a empresa industrial ter sucesso na travessia de 2017.

É importante que o setor industrial esteja preparado para o fato de 2017 ser um ano de transição. Essa preparação deve ser bem entendida com relação à necessidade de ainda ocorrerem possíveis ajustes ou acertos nos mais variados setores.

“A recessão pela qual o país está passando é muito crítica. As políticas econômicas implementadas nos últimos anos foram degradadoras, não devemos esperar que as medidas recentemente implementadas tragam resultados imediatos. É necessário termos essa maturidade política para definirmos questões estratégicas de país e não ficarmos com propostas populistas e ilusionistas a cada quatro anos”, completa o especialista.

DESEMPENHO DE UM FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ACORDO COM O TIPO DE CARREGAMENTO EMPREGADO

DESEMPENHO DE UM FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ACORDO COM O TIPO DE CARREGAMENTO EMPREGADOPara que um tratamento térmico ocorra de forma adequada, garantindo peças com propriedades mecânicas homogêneas, é necessário assegurar que todas as regiões do forno recebam a mesma quantidade de calor. Para que isso ocorra é necessário avaliar vários parâmetros do processo que influenciam na transferência de calor, sendo um deles o modo de carregamento das peças dentro do forno (diretamente sobre a base do forno ou sob grelhas). O objetivo deste trabalho foi verificar a rampa de aquecimento de um forno com capacidade de 10 toneladas de acordo com o carregamento empregado e relacionar com as propriedades mecânicas do material tratado. Para a realização do estudo, foram acompanhados tratamentos térmicos onde foram realizadas aquisições de temperaturas através de 4 termopares instalados. Nos locais de instalação foram posicionados corpos de provas de aço AISI 1030 para posteriores ensaios mecânicos e metalográficos. Observou-se que o a forma de carregamento influenciou a distribuição de calor e que os melhores resultados foram atingidos com as amostras dispostas sobre a base do forno.

Palavras-chave: Tratamentos térmicos; Propriedades mecânicas; AISI 1030.

DESEMPENHO DE UM FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ACORDO COM O TIPO DE CARREGAMENTO EMPREGADO1 INTRODUÇÃO

O conhecimento das propriedades mecânicas dos materiais é de suma importância para as questões de projeto [1-5]. Dentre os possíveis procedimentos existentes para alterar as propriedades mecânicas, destacam-se os tratamentos térmicos, pois estes conferem importantes modificações na microestrutura e, consequentemente, nas propriedades mecânicas como dureza, tenacidade, resistência mecânica e ao desgaste, etc [1,4,6].

Para que um tratamento térmico ocorra de forma adequada é necessário que todas as regiões do forno recebam calor de forma igualitária, fazendo com que as peças tratadas apresentem propriedades mecânicas homogêneas [3,7]. O modo de carregamento das peças dentro do forno é um dos fatores que influencia na circulação de calor dentro do forno e consequentemente nas propriedades mecânicas das peças obtidas. O carregamento do forno pode ocorrer de várias formas, sendo duas as mais comuns: o carregamento das peças diretamente sobre a própria base do forno, ou sobre grelhas que permitem a abertura de um vão entre a base do forno e as peças (Figura 1).

DESEMPENHO DE UM FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ACORDO COM O TIPO DE CARREGAMENTO EMPREGADOO presente trabalho tem como objetivo verificar a curva de aquecimento de um forno, em diversas regiões, de acordo com o carregamento empregado e relacionar com as propriedades mecânicas do material obtido.

2 METODOLOGIA

Para a realização deste trabalho foi usado um forno de tratamento térmico com capacidade de 10 toneladas. Este forno já possuía um termopar localizado na região central do teto (termopar de controle) utilizado para realizar leituras de temperaturas para o sistema automação do forno. A fim de avaliar possíveis variações de temperatura dentro do forno, foram instalados nele mais 3 termopares: um termopar na parte na parte dianteira (termopar 1) e outro na parte traseira (termopar 2), ambos localizados a uma distância de 800mm a direita dos queimadores de gás; o terceiro termopar (termopar 3) foi instalado próximo meio da parede lateral do forno, a uma altura de 1200 mm em relação ao solo, conforme Figura 2.

Para o levantamento das rampas de aquecimento realizou-se o acompanhamento de dois tratamentos térmicos de normalização, onde para cada tratamento utilizou-se um tipo de carregamento (sobre a base do forno ou sobre grelhas). Iniciado o tratamento, temperaturas foram coletadas a cada 30 minutos em cada termopar. Ao término do tratamento, ficaram registradas 4 temperaturas: 3 temperaturas dos termopares instalados em locais já descritos e a temperatura registrada pelo termopar de controle.

DESEMPENHO DE UM FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ACORDO COM O TIPO DE CARREGAMENTO EMPREGADOPara a posterior avaliação das propriedades mecânicas foram posicionados corpos de prova no local onde os termopares estavam instalados. Os corpos de prova, aço AISI 1030, foram obtidos por fundição e obedeceram à norma ASTM A370. Após tratados os corpos de prova foram usinados para posteriores ensaios de tração, uma amostra sem nenhum tratamento também foi produzida para fins comparativos. Os ensaios mecânicos foram realizados com o auxílio de uma máquina universal de ensaios da marca EMIC, modelo DL10000. Após realizados os ensaios de tração, foram retiradas amostras dos corpos de prova para análise da microestrutura (microscopia ótica) e da composição química (espectrômetro de emissão ótica). Ensaio de dureza Brinell também foram realizados.

DESEMPENHO DE UM FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ACORDO COM O TIPO DE CARREGAMENTO EMPREGADO3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados das rampas de aquecimento são mostrados nas Figuras 3 e 4. O tratamento térmico 1 corresponde ao tratamento com peças carregadas diretamente sobre o piso do forno, já o tratamento térmico 2 corresponde ao tratamento com peças carregadas sobre grelhas. Os resultados mostraram que a forma de carregamento das peças influenciou no fluxo de calor do forno. Quando as peças foram posicionadas diretamente sobre a base do forno, provocou-se uma obstrução na saída de gases do interior do forno, fazendo com que ocorresse uma circulação não uniforme de calor em todo o forno. Como consequência, houve uma inversão de temperatura entre a região da porta e a região das saídas de gases, localizadas no fundo do forno.

DESEMPENHO DE UM FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ACORDO COM O TIPO DE CARREGAMENTO EMPREGADOJá quando as peças são colocadas sobre grelhas, a circulação de ar se faz de forma uniforme, visto que entre a base do forno e as grelhas, forma-se um vão livre de aproximadamente 100mm em toda a extensão do piso, por onde o calor circula. Essa circulação faz com que todos os lados das peças tratadas recebam calor de forma mais igualitária.

Observa-se também que nas 2 corridas de tratamento térmico, somente o termopar de controle e o termopar 3 atingiram a temperatura de encharque programada de 900 °C, ficando os termopares 1 e 2 com temperaturas cerca de 100oC abaixo da temperatura de programada. Essa diferença de temperatura pode ser atribuída a altura em que os termopares estavam posicionados em relação ao solo. Como o ar frio é mais denso, este desceu e fez com que os termopares 1 e 2 apresentassem temperaturas menores nos dois tratamentos. O resultado de análise química do material tratado está na Tabela 1. Observa-se que o material se enquadra como o aço AISI 1030.

DESEMPENHO DE UM FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ACORDO COM O TIPO DE CARREGAMENTO EMPREGADOTabela 1 – Composição química.

Através das equações das temperaturas criticas Ac1, Ac3 e da composição química do material foi calculado as temperaturas Ac1, Ac3 para o material em questão. Os valores estão presentes na Tabela 2. Observa-se que todas as amostras ultrapassaram a temperatura crítica Ac1, mas somente as amostras do centro ultrapassaram a temperatura crítica Ac3.

Tabela 2 – Temperaturas de patamar dos tratamentos 1 e 2.

A Figura 5 mostra a micrografia do aço AISI 1030 sem nenhum tratamento térmico (bruto de fusão). A textura do aço apresenta dimensões avantajadas de seus grãos e a apresentam os constituintes bem definidos. A ferrita apresenta aspecto rendilhado e agulhado enquanto a perlita encontra-se em uma forma mais grosseira. Esse fato é justificado pelo resfriamento lento a que foi submetida a amostra.

As análises metalográficas dos tratamentos 1 e 2 mostraram a que as amostras tratadas sobre o piso (tratamento 1) apresentaram uma estrutura de grãos mais refinada em relação as amostras tratadas sobre grelhas (tratamento 2). Numa análise detalhada entre as amostras do tratamento 2 observa-se que a amostra do centro (Figura 7c) apresentou um tamanho que grão maior do que a amostra da porta (Figura 7a). Isso está relacionado a temperatura em que as duas amostras foram expostas (amostra do centro 908oC/amostra da porta 779oC) fazendo que houvesse um crescimento de grão na amostra do centro por causa da elevada temperatura em que foi submetida (96oC acima da temperatura Ac3).

A Tabela 3 mostra os resultados dos ensaios mecânicos realizados nas amostras estudadas. Observa-se que o tratamento térmico não altera significativamente os valores de limite de resistência, limite de escoamento e dureza, mas sim os valores de alongamento e estricção. Tendo como base a norma ASTM A 958 para classe do material estudado (AISI 1030) observou-se que a amostra com o pior resultado foi a posicionada no centro com o carregamento em grelha. Isto está diretamente ligado à temperatura no qual a amostra foi exposta, a qual foi excessiva para a sua composição química de acordo com os cálculos para a curva Ac3 e que é corroborado pelas análises metalográficas.

DESEMPENHO DE UM FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO DE ACORDO COM O TIPO DE CARREGAMENTO EMPREGADOUma análise geral das amostras aponta que as amostras posicionadas sobre a base do forno

foram as que apresentaram melhores propriedades mecânicas e dureza.

4 CONCLUSÕES

Observou-se que a forma de carregamento das peças influencia no fluxo de calor dentro do forno.

Ao aquecer o aço até a temperatura de encharque de 900°C, apenas a região próxima do centro do forno é a que atinge a temperatura programada. As demais regiões permanecem com temperaturas menores.

Verificou-se os melhores resultados para as amostras colocadas sobre a base do forno com uma temperatura de patamar abaixo de 900°C.

Lei da Terceirização

A Lei da terceirização pode ser inclusive uma geradora de alianças estratégicas, quando pensarmos em uma especificidade.

Lei da TerceirizaçãoSe pensarmos em uma atividade fim, que hoje pode ser terceirizada, uma troca de CNPJ, a terceira terá que recolher todos os encargos e será responsável por isto.

Porém abre a oportunidade para que as empresas possam negociar : vialibilidade x empregabilidade.

Vivemos em uma constante evolução, onde ao longo dos tempos temos que nos adaptar inclusive com o modelo das novas gerações e de seus comportamentos.

Poderá ser negociada horários, flexibilidade, variedade, tempo o que convergirá com a nova geração que se desenvolveu numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica, e facilidade material, e efetivamente, em ambiente altamente urbanizado, imediatamente após a instauração do domínio da virtualidade como sistema de interação social e midiática, e em parte, no nível das relações de trabalho. Uma geração que tem sede de ação de diversidade.

Eu vejo com um avanço da sociedade e uma necessidade de adaptabilidade, de se criar padrões de conduta, de conexão com o amanhã. Como toda mudança requer cuidado para que não haja abusos e nem distorções.

O tempo passa, a sociedade está em constante mudanças, assim como suas necessidades, precisamos aprender racionalizar a informação, a entende-la, a percebê-la como uma oportunidade.

A Lei vem regulamentar o que hoje já existe na informalidade, portanto precisamos adéqua-las ao mundo moderno.

Cada vez menos a tendência sinaliza uma decrescente nos vínculos formais, e a sociedade precisa continuar tendo padrões de sobrevivência e vida.

Lei da TerceirizaçãoNa carreira, pensando nas gerações que estão chegando percebo como um fator necessário para que eles possam estar no mercado, para as gerações que estão presentes percebo como uma oportunidade de conquistarem autonomia sobre seus resultados, como diversidade de renda, como oportunidade para voltarem ao mercado.

Os tributos, impostos no Brasil ainda são um grande desafio para os empresários.

Entre 30 países com maior carga tributária do mundo, Brasil dá menor retorno à população

“Estudo realizado com os 30 países do mundo com maior carga tributária mundo mostra que o Brasil apresenta o pior desempenho em retorno de serviços públicos à população. A arrecadação de impostos no País atingiu a marca de R$ 1,5 trilhão em 2011 e ultrapassou o patamar de 35,13% em relação ao PIB. Os números são do documento “Estudo sobre Carga Tributária/PIB X IDH”, realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Entre os 30 países, a Austrália apresenta o melhor desempenho em termos de retorno à população dos impostos pagos. “

Se pensarmos em plano de carreira, para o futuro, percebo que teremos que estar cada vez mais qualificados, engajados, comprometidos, voltados a resultado, vistos como referência e em constante aprimoramento, pois como terceiros, microempreendedores, autônomos, só conseguiremos espaço se entregarmos.

Acredito no meu país, desejo que ele cada dia seja melhor, e faria a minha parte todos os dias.

Andrea Deis é gestora de carreiras, que tem mais de 15 mil horas de atendimento e palestras, além de pedagoga, é orientadora vocacional e gestora empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

EXCLUSÃO DO ICMS DA BASE DE CÁLCULO DO PIS E COFINS

O Supremo Tribunal Federal finalizou na última quarta-feira, 15 de março de 2017, o julgamento do Recurso Extraordinário nº 574.706, por meio do qual decidiu, por maioria de votos, que o ICMS não integra a base de cálculo do PIS e da COFINS.

Decidiu a Corte Suprema que no conceito de receita bruta não se inclui o ICMS, por não representar este imposto efetiva receita, mas valores que somente transitam pela contabilidade dos contribuintes.

Desta forma, tão logo ocorra o trânsito em julgado da mencionada decisão, os contribuintes poderão deixar de incluir o ICMS na base de cálculo das contribuições ao PIS e à COFINS.

Embora tenha havido pedido de modulação de efeitos da decisão nas sustentações orais feitas pelos representantes tanto do governo quando do contribuinte, o pedido não foi atendido na sessão de ontem em razão de não ter pedido expresso nos autos.

No entanto, diante da decisão favorável aos contribuintes, certamente a Procuradoria da Fazenda Nacional irá opor embargos de declaração buscando esta modulação, de forma a impedir a restituição para os casos em que os contribuintes não ingressaram com tal pedido antes do julgamento, ou mesmo para que não haja qualquer restituição antes de 2018, como apresentado na sustentação oral.

A aplicação do aço no nosso dia a dia

Setores como os de construção, mineração, agricultura utilizam o aço – liga metálica de ferro e carbono -, seja em edificações metálicas, equipamentos de movimentação de minérios e maquinários agrícolas. Aços especiais, como por exemplo, de alta-resistência, também ganham espaço no mercado por seu benefício final em projetos, em termos de redução de peso e aumento de produtividade.

De acordo com o Instituto Aço Brasil, a produção de aço bruto do Brasil em 2016 foi de 30,2 milhões de toneladas e os setores automobilístico, de máquinas e equipamentos e de construção civil, chegaram a representar 80% do consumo de aço no país. O Brasil é o oitavo produtor mundial de aço com 29 usinas siderúrgicas com capacidade de produção de aproximadamente 48 milhões de toneladas ao ano. É exportado para mais de 100 países e seu consumo percapita é de 104 quilos de produto siderúrgico. Mas, em que outros lugares esta matéria–prima pode ser aplicada?

Além de ser peça fundamental na economia do país, o aço faz parte do nosso cotidiano. Ele marca presença na estrutura das casas, carcaça de carros, nas bases do ônibus, no acabamento do metrô, nas colunas e perfis de prédios, além de ser amplamente empregado na indústria de guindastes, implementos e maquinários industriais, agrícolas, de mineração, etc. Dentre suas características, uma das que mais chama a atenção é dele ser 100% reciclável, ou seja, um produto socialmente amigável – é possível fazer o aproveitamento de todo o recurso e contribuir com a sustentabilidade do planeta.

A NLMK Group, empresa russa líder na fabricação de aço, que iniciou suas atividades em 2014 no Brasil, possui em seu portfólio as chapas antidesgaste QUARD e seu aço de alta resistência QUEND. O primeiro é um aço resistente à abrasão projetado para resistir ao desgaste em aplicações usadas em diversos setores, como o da mineração. Já o segundo refere-se a um alto limite de escoamento em aços desenvolvidos para aplicação de baixo peso, que exige alta capacidade de carregamento, com elevação ou transporte.

A companhia já chama a atenção desses setores onde o aço pode ser aplicado e já é visto por muitos fabricantes de diversos segmentos da indústria como um custo-benefício em sua produtividade.

As durabilidades das chapas QUARD e QUEND as tornam ideais para máquinas grandes usadas em condições exigentes. Além disso, possuem propriedades excepcionais, pois permitem corte de alta precisão independentemente da técnica usada; usinagem, fresagem, furação e escareamento são feitos sem falhas; o raio de dobramento é reduzido para melhor desempenho; e a soldagem é de maneira mais fácil com um resultado de qualidade, enquanto mantém altas propriedades mecânicas das chapas.

“Hoje, o aço é um dos materiais mais usados e há muito espaço para o crescimento do setor. É um material com um potencial muito grande, tanto do ponto de vista econômico, quanto do ambiental”, destaca Paulo Seabra, Diretor Geral da NLMK América do Sul

Multiplicidade de remodelação e dobra automática para a hidráulica

A transfluid apresenta soluções de processamento de tubos flexíveis com possibilidades para ligação em rede de processos, também na feira de Hanôver

Multiplicidade de remodelação e dobra automática para a hidráulicaA ligação digital cada vez mais forte para processamento de tubos é um impulsionador determinante para o progresso técnico do setor. Especialmente para a hidráulica, são necessárias soluções, que no processamento de tubos garantem processos automatizados seguros e em função dos requisitos.

Uma automação potente é possível, mesmo em caso de quantidades reduzidas, por exemplo, no processamento técnico de moldagem de elementos de ligação hidráulicos. Assim, a transfluid, disponibiliza, com as suas máquinas de moldagem axiais do tipo REB e a moldagem rolante independente de ferramentas com sistemas do tipo SRM, a solução por exemplo, para ligações de mangueiras ou ligações DKOL diretamente no tubo. Permitem contornos com arestas afiadas para elementos de vedação e superfícies otimizadas. A produção de rebordos entre 20° e 90° com comprimentos curtos é viável com as máquinas de moldagem transfluid do tipo UMR – para superfícies de vedação otimizadas e um ciclo de trabalho

Ligação digital com construção e sistemas de medição

Multiplicidade de remodelação e dobra automática para a hidráulica“Futuramente será necessária mais flexibilidade para processos ainda melhores. Estamos a pensar na ligação online para construção com o nosso software de dobra t project. E em sistemas para medição tanto de objetos como do tubo pronto. Um sistema desses deve, naturalmente, ser fácil de manusear. De qualquer forma isso trará uma maior liberdade de dobra”, diz Stefanie Flaeper, diretora da transfluid, sublinhando as necessidades e o desenvolvimento contínuo.

Refletir de forma mais efetiva – 42 mm e mais

Para isso, os engenheiros da transfluid desenvolveram a máquina curvadora de tubos com mandril do tipo t bend DB 40220-3A-CNC. Dessa forma podem ser curvados tubos de parede espessa ou fina com diâmetros, sobretudo a partir de 40 mm e até 220 mm. A construção estável garante uma longa vida útil e as substituições de ferramentas simples, rápidas disponibilizam uma multiplicidade de utilização e uma melhor rentabilidade.

Dobrar à direita/esquerda sem colisão

Para possibilitar a produção de geometrias exigentes, mesmo que existam obstáculos de construção, a máquina com dobra à direita/esquerda t bend DB 642 CNC R/L VE com cabeçote rotativo tem uma aplicação efetiva. Neste conceito acionado servo eletricamente para diâmetros de tubo até 42 mm incluem-se no equipamento padrão dois níveis de ferramentas em cada cabeçote de dobra. A segurança do processo é garantida pela visualização dos processos de produção completos no comando em tela touch screen CNC de programação livre.

Multiplicidade de remodelação e dobra automática para a hidráulicaUtilização móvel e potente no local

Flexível e simultaneamente com tecnologia mais simples e mais efetiva, a transfluid disponibiliza, para a dobra diretamente no objeto, a sua geração mais recente de máquina curvadora móvel t bend MB 642. Dessa forma podem ser dispostas no local os tubos hidráulicos. Como equipamentos adicionais, estão disponíveis uma rebarbadora interna e externa, uma serra, um dispositivo de montagem para todos os sistemas de ligação (uniões roscadas para rebordo e anel de corte) e serras circulares para metal.

Na feira de Hanôver de 2017, os peritos em máquinas de processamento de tubos apresentam a multiplicidade das suas soluções no pavilhão 20 no stand B14.

A transfluid é um parceiro de renome internacional do campo do fabrico de máquinas para dobrar e para processar tubos. A transfluid desenvolve continuamente, desde 1988, tecnologias para o processamento tubos orientadas para o cliente podendo, desta forma, oferecer soluções feitas por medida que vão desde o setor da construção mecânica, a industria automóvel e da energia, passando pela construção naval até aos fabricantes de dispositivos médicos.

Acesse: www.transfluid.de

Mitsubishi Electric doa equipamentos para instituições de ensino

Unidade de Automação Industrial contempla sete instituições, que receberam equipamentos novos para montagem de laboratórios

Mitsubishi Electric doa equipamentos para instituições de ensinoMesmo com o grande volume de profissionais no mercado de trabalho nacional, a falta de especialização ainda é um problema que as indústrias enfrentam diariamente. Com o rápido avanço da tecnologia, encontrar bons profissionais, capazes de lidar com ela, tornou-se um desafio para os recrutadores.

Diante deste cenário, a Mitsubishi Electric, que sempre apoiou globalmente a interação com instituições de ensino, seja por meio de doações ou venda de equipamentos com preços diferenciados ou mesmo constantes treinamentos, realizou a doação de equipamentos novos para sete instituições de ensino espalhadas pelo Brasil, contribuindo para a montagem de seus laboratórios. “Procuramos sempre estar próximos dos estudantes para ajudar na formação de bons profissionais e também fortalecer nossa marca junto a potenciais futuros usuários”, afirma Hélio Sugimura, Gerente de Marketing da Mitsubishi Electric no Brasil.

Receberam as doações as instituições Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo/SP, Senai de São Paulo/SP, Colégio SATC de Criciúma/SC, Universidade Luterana do Brasil, de Canoas/RS, Instituto Mauá de Tecnologia, de São Caetano do Sul/SP, Centro de Paula Souza de São Paulo/SP, Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB), de Blumenau/SC.

Entre os equipamentos doados estão CLPs de pequeno e grande porte, IHMs, servo acionamentos, inversores de frequência e multimedidores de energia. “Com esses equipamentos, alunos e professores podem estudar de conceitos básicos a avançados de diversas disciplinas. Por exemplo, os inversores podem mostrar na prática a redução de consumo de energia elétrica na indústria, assunto de grande demanda no mercado”, explica Sugimura.

Mesmo após a conclusão das doações, a empresa mantém contato com as instituições, oferecendo ideias e sugestões na montagem dos laboratórios. “Outro aspecto importante é que os professores e responsáveis pelos laboratórios estão sendo treinados para utilizar os equipamentos, a fim de que possam utilizar todos os recursos dos mesmos”, conta o executivo.

Para o restante do ano de 2017, a empresa foca na finalização destes laboratórios, assim como em palestras e treinamentos em instituições de ensino. “A importância de estar próximo a esse público é muito grande e valorizamos isso aqui na empresa. Nos próximos meses iremos nos aproximar ainda mais oferecendo palestras e diversos treinamentos”, finaliza.

Acesse: www.mitsubishielectric.com.br/ia

Thyssenkrupp vende a usina siderúrgica brasileira CSA à Ternium

O grupo industrial e de tecnologia thyssenkrupp deu mais um passo importante no seu desenvolvimento estratégico. A empresa acordou com a Ternium a venda da usina CSA Siderúrgica do Atlântico. O valor da transação é de 1,5 bilhão de euros.

“Com a venda da CSA, nos separamos definitivamente da Steel Americas. Isso é um marco importante no redirecionamento da thyssenkrupp para um grupo industrial forte”, diz o Dr. Heinrich Hiesinger, CEO da thyssenkrupp AG. “Dessa forma, mais de 75% do volume de vendas será gerado com os nossos negócios rentáveis de bens de capital e serviços.”

Com a conclusão da transação, a thyssenkrupp terá um ingresso de recursos significativo, reduzindo consideravelmente sua dívida financeira líquida. Embora com a venda seja necessária uma baixa contábil de 0,9 bilhão de euros, o “gearing” total, ou seja, a relação entre a dívida financeira líquida e o capital próprio, vai melhorar com a conclusão da transação. A venda ainda aguarda a aprovação das autoridades de concorrência competentes. Ambas as partes pretendem concluir a transação até ao dia 30 de setembro de 2017.

Com a venda da CSA, a thyssenkrupp encerra seu capítulo deficitário da área de negócios Steel nas Américas. Em 2005 o grupo decidiu expandir o ramo de aço para as Américas. O planejamento original previa produzir placas de aço a baixo custo no Brasil, processando e comercializando-as nos EUA e na Europa. Esse conceito não funcionou. Após um aumento significativo dos custos de construção das fábricas no Brasil e EUA, além de problemas técnicos e grandes prejuízos no início das operações, a thyssenkrupp começou a reexaminar o projeto como um todo, logo após Dr. Heinrich Hiesinger assumir sua posição. “Verificamos que a operação integrada de ambas as fábricas não era mais estrategicamente conveniente. As condições econômicas mudaram muito. Por isso, tomamos as decisões corretas e necessárias no âmbito do redirecionamento da thyssenkrupp e decidimos vender ambas as usinas”, relata Hiesinger. Até hoje, o grupo desembolsou mais de 12 bilhões de euros, somando investimentos e prejuízos na Steel Americas. Mesmo após a dedução das receitas da venda das usinas nos EUA e no Brasil, e da participação da Vale, resta uma perda de cerca de 8 bilhões de euros. Os efeitos são percebidos até hoje no balanço. A recuperação ainda demandará alguns anos para a thyssenkrupp.

A planta de laminação nos EUA já foi vendida com sucesso no ano de 2014 para um consórcio da ArcelorMittal e da Nippon Steel. Naquela época, ainda não foi possível a venda da CSA. Havia compromissos contratuais complexos com a então sócia Vale. O grupo conseguiu dissolver esse relacionamento em maio de 2016. Desde essa data, a thyssenkrupp é proprietária exclusiva da CSA. Nos anos anteriores, a thyssenkrupp trabalhou continuamente no aperfeiçoamento das instalações da usina. “Como prometido, conseguimos obter resultados operacionais positivos. Além disso, após intensas negociações com as autoridades, em setembro de 2016 recebemos a licença de operação. Nossa perseverança e insistência valeram a pena”, diz Hiesinger. O CFO da thyssenkrupp AG, Guido Kerkhoff, explica: “Passo a passo, criamos as condições para uma boa solução no Brasil. A CSA ficou atraente para um comprador. Isso também se reflete no preço de venda.”

A Ternium é um produtor de aço líder na América Latina, com instalações de produção no México, Argentina, Colômbia, sul dos Estados Unidos e Guatemala. A Ternium comercializou 9,8 milhões de toneladas de aço laminado em 2016 e comprou cerca de 3,7 milhões de toneladas de placas de aço de terceiros. Com a aquisição da CSA, a Ternium adquire capacidade de produção suplementar para até 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano. Desse total, 2 milhões de toneladas continuarão a ser fornecidos para a laminadora da ArcelorMittal/Nippon Steel nos EUA até 2019, de acordo com o contrato de fornecimento de placas de aço em vigor.

A venda da CSA vai retroagir ao dia 30 de setembro de 2016. Até a conclusão da transação, a área de negócios Steel Americas da thyssenkrupp vai ser contabilizada como “negócio descontinuado”.

A transação terá efeito correspondente no resultado líquido do Grupo. A thyssenkrupp espera ainda que a venda não tenha influência nos objetivos de resultado antes de juros e impostos (EBIT) ou fluxo de caixa livre antes de fusões e aquisições (Free Cash Flow before M&A) para o exercício de 2016/2017.

INDÚSTRIA BRASILEIRA MOSTRA SINAIS DE RECUPERAÇÃO

A indústria está aos poucos recuperando o terreno perdido e deve, ainda este ano, fechar com crescimento da produção.

A indústria brasileira desde o segundo trimestre de 2016 mostra sinais de recuperação. A Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física, publicada pelo IBGE, hoje pela manhã, reforça o otimismo (tabela 1).

INDÚSTRIA BRASILEIRA MOSTRA SINAIS DE RECUPERAÇÃOSegundo os dados do IBGE, a produção industrial brasileira cresceu 0,1% entre janeiro e fevereiro e, mais importante, apontou a recuperação da indústria de bens capital, que aumentou seu produto em 6,5% no mesmo período. Este resultado é bastante significativo, pois indica não apenas que as encomendas e compras de máquinas e equipamentos está se recuperando, mas, principalmente, que os diferentes setores produtivos da economia melhoraram suas perspectivas em relação ao futuro e parecem que estão voltando a investir.

Este otimismo aparece refletido no bom resultado de todos os grandes setores da indústria brasileira. Apenas o subsetor de bens de consumo semiduráveis e não duráveis mostrou decepcionou.

Fonte: IBGE. Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física.

INDÚSTRIA BRASILEIRA MOSTRA SINAIS DE RECUPERAÇÃO

A observação dos dados, desde 2013, aponta que a recuperação da produção industrial, embora lenta, iniciou-se no segundo trimestre de 2016 (gráfico 1). Mais uma vez, a indústria de bens de capital mostrou mudança muito clara de tendência, reduzindo pouco a pouco suas perdas. O mesmo aconteceu com as outras categorias de consumo, embora em intensidades diferentes. O gráfico 2 mostra que também a indústria de bens de consumo vem reduzindo suas perdas e, a seguir a tendência, deve apontar algum crescimento ao final deste ano.

Assim, mais importante do que o retrato da indústria hoje, o que os números apontam é para a superação da recessão vivida entre 2015 e 2016. Em outras palavras, a indústria está aos poucos recuperando o terreno perdido e deve, ainda este ano, fechar com crescimento da produção.

INDÚSTRIA BRASILEIRA MOSTRA SINAIS DE RECUPERAÇÃO

Alguns dados, todavia, ainda preocupam e precisam ser observados de perto. Relatório de indicadores industriais divulgado ontem pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) aponta, por exemplo, para queda, embora pequena, no nível de utilização da capacidade instalada, depois de três meses seguidos de melhoria. Além disso, a massa salarial paga pela indústria e o rendimento médio dos trabalhadores diminuiu.

O conjunto dos dados confirma a expectativa mais comum entre os analistas: a economia, marcadamente a indústria já passou pelo seu pior momento, mas a recuperação será lenta. De qualquer modo, o período atual é de melhoria gradual dos indicadores, com ajustes pontuais e otimismo moderado.

Sobre a ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI surgiu no momento de retomada das políticas públicas de incentivo à indústria, em 2004, e se legitimou com órgão articulador dos diversos atores envolvidos na execução da política industrial brasileira.

Em mais de uma década de atuação, sob a supervisão do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a ABDI é a única agência de inteligência do governo federal para o setor produtivo e oferece à indústria completa estrutura para a construção de agendas de ações setoriais e para os avanços no ambiente institucional, regulatório e de inovação no Brasil, por meio da produção de estudos conjunturais, estratégicos e tecnológicos.

Thyssenkrupp reforça atuação no setor de construção civil com fornecimento de maquinário para produção de agregados

A área de negócios Industrial Solutions da thyssenkrupp, um dos principais fornecedores globais de soluções de engenharia para o setor industrial, ampliou o seu portfólio de equipamentos comercializados no Brasil com o lançamento de sua linha de Standard Machines para o setor de construção civil. A linha engloba versões padronizadas e compactas das soluções da thyssenkrupp para a cadeia de produção de agregados, com tempo de entrega significativamente reduzido. Esse grupo inclui sistemas de britagem e peneiramento, além de módulos combinados.

A linha contempla, entre outras soluções, britadores de mandíbula, britadores cônicos modelo Kubria® e peneiras vibratórias utilizadas pelo segmento de agregados em todos os estágios de britagem (primário a quaternário) e nos mais diversos tipos de rocha, como granito, basalto, gnaisse e outras rochas de alta resistência à compressão e abrasividade.

Os equipamentos podem ser fornecidos também com estruturas semimóveis e móveis, neste caso sendo montadas sobre rodas. “As Standard Machines buscam agregar flexibilidade e eficiência ao processo de britagem para a produção de agregados e mostram-se ideais para pedreiras e construtoras, além dos tradicionais setores de mineração, cimento e reciclagem”, afirma Marco Antônio de Castro, superintendente de vendas da thyssenkrupp Industrial Solutions para o Brasil.

Britagem eficiente e flexível

Desenvolvidas com tecnologia de ponta que reflete os mais de 200 anos de excelência da thyssenkrupp na área de engenharia, as Standard Machines são compactas e possuem câmaras de britagem otimizadas que ajudam a reduzir o desgaste das peças, aumentando a disponibilidade mecânica e garantindo maior produtividade e redução nos custos. Os britadores de mandíbulas são utilizados no estágio primário das instalações de britagem; já os britadores cônicos modelo Kubria® têm aplicação nos estágios secundário, terciário e quaternário.

O britador cônico modelo Kubria® tem seu eixo principal montado em uma bucha excêntrica que por sua vez é movimentado por uma engrenagem cônica com dentes cicloidais, que permite a transmissão de elevadas forças de britagem, para uma operação suave e confiável. O cilindro hidráulico instalado abaixo da máquina serve tanto para ajustar a abertura do britador como para protegê-lo de sobrecargas.

Aliados à robustez estrutural do conjunto todo, esses recursos concedem alta durabilidade e confiabilidade à máquina, que pode ainda ter como item opcional o Kubriamatic, um sistema de automação que permite o monitoramento e gerenciamento completo do equipamento, informando à equipe responsável todos os dados de operação.

Os britadores e as peneiras da thyssenkrupp foram recentemente incluídos no software de simulação de fluxo de massas “AggFlow”, que permite aos usuários executarem todos os cálculos relevantes, como a capacidade de processamento e de distribuição do tamanho das partículas em máquinas e módulos. Desse modo, o software possibilita a concepção de plantas completas de britagem de agregados ou de mineração e auxilia na seleção de máquinas adequadas para uma tarefa específica.

Comercialização

Para suportar sua nova estratégia de negócio e alavancar a comercialização das Standard Machines no Brasil, a thyssenkrupp conta atualmente com uma rede de parceiros estratégicos que operam nas regiões Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do país. “Nós enxergamos um grande potencial para britadores compactos no mercado de construção brasileiro, que também demanda uma rápida disponibilidade de entrega. Buscamos então nos apoiar em revendedores amplamente reconhecidos em cada uma das regiões onde queremos atuar, reforçando a nossa preocupação em manter uma alta qualidade de atendimento, desde a negociação até o pós-venda das máquinas”, explica Castro.

As Standard Machines da thyssenkrupp estão sendo comercializadas por distribuidores e representantes específicos em cada uma das regiões abaixo:

• Região Sul: Romac

• Região Nordeste: DCDN

• Estados de MG, RJ, GO e DF: Valence Máquinas

• Estado de São Paulo: Z Parts

Acesse: www.thyssenkrupp.com